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Romy

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MensagemAssunto: Rinoceronte de Java extingue-se no Vietname   Qua Out 26, 2011 10:05 am

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Rinoceronte de Java extingue-se no VietnameHoje


Amostras genéticas recolhidas em 2010 no Parque Nacional Cat Tien, no Vietname, confirmaram a morte do último exemplar de uma espécie do rinoceronte de Java - no Sudeste Asiático - devido à caça furtiva, de acordo com o Fundo Mundial para a Natureza (WWF).

O animal morreu após ser baleado nas pernas e de lhe ter sido cortado o chifre, um dos principais produtos da medicina tradicional chinesa, a fim de ser vendido no mercado ilegal, onde pode atingir os 30 mil dólares.

A organização dedicada à conservação da natureza publicou na terça-feira um relatório intitulado "A extinção do rinoceronte de Javan no Vietname" onde confirmou a extinção desta espécie. Contudo até 1988 acreditava-se que o rinoceronte de Java tinha desaparecido, até que um pequeno grupo foi descoberto nas selvas do Cat Tien.

O grupo ambientalista aponta no seu relatório a indiscriminada caça furtiva existente no país asiático como uma das causas do desaparecimento deste animal, aliada à "ineficaz" protecção nos parques nacionais no Vietname.

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MensagemAssunto: AOTAD quer empresa para gerir os resíduos do azeite    Qui Nov 03, 2011 11:01 am

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«Criar um sistema integrado»
Trás-os-Montes



AOTAD quer empresa para gerir os resíduos do azeite

A Associação de Olivicultores de Trás-os-Montes e Alto Douro defende a criação de uma empresa para gerir o tratamento dos efluentes e resíduos que resultam da transformação da azeitona. Os lagares da região já começaram a laborar e o tratamento dos resíduos e efluentes da indústria do azeite são uma preocupação da AOTAD.

O tema esteve ontem em debate em Vila Flor. O presidente da AOTAD, António Branco, afirma que a criação de uma estrutura empresarial é a solução para resolver os problemas da região ao nível dos resíduos e dos efluentes dos lagares.

“Aquilo que nós defendemos neste seminário é a necessidade de criar um sistema integrado de gestão de todos estes efluentes e destes resíduos, uma estrutura que tenha a participação destes actores, principalmente dos lagares, mas também das próprias extractoras e outras entidades e que faça esta gestão para que todos os anos quando chegarmos a esta altura não andarmos preocupados quer com uma questão quer com a outra”, realça o responsável.

António Branco afirma que só com uma estrutura com responsabilidade económica, que agrupe todos os agentes envolvidos no processo de transformação da azeitona, é possível gerir os resíduos dos lagares.

O presidente da AOTAD garante que é uma questão que ultrapassa a missão da associação, que se tem empenhado na promoção e desenvolvimento da fileira do azeite. “Nós defendemos um esquema de agrupamento de empresas ou a criação de uma entidade que tenha um estatuto diferente do estatuto associativo.

O estatuto associativo é muito bom do ponto de vista sectorial para a defesa daquilo que são os principais temas regionais, mas quando falamos de actividade industrial defendemos o agrupamento de empresas. Aquilo que nós gostaríamos era que existisse uma estrutura onde exista responsabilização económica que faça essa gestão”, defende o presidente da AOTAD.

Os lagares já fizeram grandes investimentos tecnológicos e acabaram com as chamadas águas russas. No entanto, António Branco afirma que as extractoras que existem na região não têm capacidade para dar resposta a todos os resíduos dos lagares em anos de grande produção de azeitona. “Nós já fizemos uma evolução tecnológica muito grande nos últimos anos ao nível dos lagares.

Agora neste momento o paradigma é resolver os outros problemas e nós temos duas áreas completamente diferentes, que são os efluentes, e é importante transmitir às pessoas que já não há águas russas, essas águas agora são transportadas com os bagaços, mas é preciso também arranjar soluções para estes efluentes.

E depois temos a questão dos bagaços que vão para as extractoras e na região a capacidade de extracção não é tanta como gostaríamos. Neste momento, se tivéssemos um grande ano não tínhamos capacidade de tratamento para todos os resíduos da região”, constata António Branco.

A Associação de Olivicultores a defender a criação de uma empresa para gerir o tratamento dos resíduos produzidos pelos lagares da região de Trás-os-Montes e Alto Douro.

Brigantia, 2011-11-03
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MensagemAssunto: Homem moderno ajudou à extinção de mamíferos do gelo   Qui Nov 03, 2011 11:06 am

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Homem moderno ajudou à extinção de mamíferos do gelo

Hoje


Alterações climáticas e actividades humanas conjugaram-se para o desaparecimento de várias espécies.

Mamutes, rinocerontes-lanudos e cavalos selvagens extinguiram-se com o fim da última era glaciar, há menos de 12 mil anos. A sua dimensão e imponência tornou-os ícones de uma era em que a Europa estava sob gelo, e o seu desaparecimento abrupto ajudou a reforçar a sua imagem no imaginário colectivo. Um mega-estudo publicado hoje na Nature, que pela primeira incluiu dados arqueológicos, genéticos e climáticos e que estudou o destino de alguns desses grandes mamíferos, apresenta agora uma nova resposta para o problema: o clima e os seres humanos em conjunto levaram algumas dessas espécies à extinção. O caso do mamute permanece, no entanto, um mistério.

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MensagemAssunto: Fauna marinha afectada por erupção em El Hierro   Ter Nov 08, 2011 11:11 pm

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Fauna marinha afectada por erupção em El Hierro

Hoje


Temperatura superficial do mar na zona da erupção aumentou 11 graus Celsius

A erupção do vulcão submarino da ilha de El Hierro, nas Canárias, está a afectar quase uma centena de espécies marinhas na região e muitos peixes morreram devido ao fenómeno, que decorre há quase um mês.Segundo as autoridades da ilha, não se detectam nesta altura seres vivos num raio de dois quilómetros em redor do centro eruptivo, no meio marinho. As espécies com maior mobilidade mudaram-se para outras paragens.

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MensagemAssunto: 750 orangotangos mortos no período de um ano   Seg Nov 14, 2011 3:38 pm

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750 orangotangos mortos no período de um ano

por Lusa
Hoje


Orangotango / Fotografia © Staff Photographer - Reuters


Um estudo recente indica que os habitantes da parte indonésia da ilha do Bornéu mataram pelo menos 750 orangotangos durante o período de um ano, para protegerem as suas culturas e obter a carne dos macacos.

Erik Meijaard, autor do relatório divulgado agora pelo jornal PLoSOne, disse que a matança coloca sérias ameaças à sobrevivência dos macacos, mais até do que o inicialmente suposto.

As florestas indonésias são o habitat de 90 por cento dos 50.000 a 60.000 orangotangos selvagens. Mas a desflorestação de que têm sido alvo tem criado dificuldades à sobrevivência dos macacos.

A organização Conservação da Natureza e outras têm vindo a intervir junto de quase 7.000 pessoas em 687 localidades para melhor compreender as causas subjacentes à matança dos orangotangos.

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MensagemAssunto: Ruína na produção de pinhão    Qua Nov 30, 2011 11:21 am

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Ruína na produção de pinhão
Trás-os-Montes



Quebra de 85 porcento reduz dos 5 milhões de quilos para 720 mil

Os produtores de pinhão estão desesperados com a quebra de 85 por cento da produção, em 2011, devido à destruição do miolo por uma praga do insecto Leptoglossus occidentalis que atacou as principais manchas de pinhal do País. Se em 2010 o sector gerou uma receita de 84 milhões de euros – 95 por cento desse valor em exportações – este ano está previsto um encaixe de 12,6 milhões de euros.

\"É a ruína do sector dado o avultado prejuízo nas receitas. Estão também em causa milhares de postos de trabalho durante a campanha, que começa em Dezembro, e na transformação\", disse ao CM Hélio Cecílio, presidente Associação de Industriais do Miolo de Pinhão (AIMP).

Na campanha de 2010 foram produzidos 120 milhões de quilos de pinhas, com um preço médio de 70 cêntimos o quilo. No total, geraram perto de cinco milhões de quilos de pinhão. Com o aparecimento desta praga, os industrias prevêem uma redução, em 2011, para 720 mil quilos.

Sem pinhões no mercado, certo é que o apreciado fruto será alvo de uma forte inflação. \"Não se pode prever o preço do mercado. Este ano ainda vai haver, mas em 2012 a produção de pinhão será zero\", avisa o dirigente e produtor na zona de Coruche, que já reuniu com o ministério da Agricultura para apresentar as dificuldades do sector.

As soluções para combater esta praga, oriunda da América do Norte e que chegou à Europa em 1999, destruindo o sector em Itália, serão discutidas na quarta-feira entre investigadores italianos, espanhóis e portugueses.

Alexandre M. Silva in CM, 2011-11-28
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MensagemAssunto: UTAD cria método para identificar espécies botânicas através do telemóvel   Qua Nov 30, 2011 11:29 am

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Projeto «piloto»
Vila Real



UTAD cria método para identificar espécies botânicas através do telemóvel

Dois investigadores da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD), em Vila Real, criaram um método que permite, através de um telemóvel, identificar e obter todas as informações sobre uma planta.

Este projeto, que segundo anunciou hoje a academia transmontana, é «piloto», foi desenvolvido pelos professores Raul Morais dos Santos, da Escola de Ciências e Tecnologia, e António Crespí, da Escola de Ciências da Vida e do Ambiente.

O objetivo é tornar a tecnologia útil na promoção dos recursos botânicos.

Os Quick Response (QR Code) são uma evolução do código de barras – agora em 2D – que possibilitam a leitura e a criação de formas gratuitas para distribuir informação digitalizada. Estes podem ser facilmente usados em qualquer telemóvel moderno e, posteriormente, convertidos em texto (interactivo), imagem ou vídeo ou indicar um «link» que remete para uma página.

As utilidades que lhe foram atribuídas já são diversas e dois investigadores da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD) apresentam, agora, um projecto-piloto que visa tornar a tecnologia útil na promoção dos recursos botânicos.

«Com o telemóvel, é agora possível obter de forma gratuita, e com acesso imediato, todas as informações, com imagens e vídeos, sobre uma planta do Jardim Botânico da UTAD, tal como nome científico, nome-comum, distribuição no planeta, tipo de habitat, época de floração ou taxonomia», adiantou Raul Morais, docente da instituição transmontana, ao jornal «Ciência Hoje».

Este projecto, concebido no âmbito do desenvolvimento e promoção dos recursos do espaço verde que documenta mais de 800 plantas vivas (autóctones e exóticas), foi implementado como experiência piloto no acesso à informação de cada uma das numerosas espécies presentes.

«Não há nenhum jardim que use este código, levando às pessoas todas as informações sobre as espécies vegetais. Este é o primeiro serviço que inclui tecnologia na promoção de recursos botânicos e o jardim da UTAD é o maior da Europa», asseverou o docente.

Lusa, 2011-11-30
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MensagemAssunto: Português participa na missão "Global Reef Expedition"   Qua Nov 30, 2011 10:58 pm

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Português participa na missão "Global Reef Expedition"

por lusa
Hoje


Um biólogo da Universidade dos Açores (UAç), que investiga o "lixiviamento" das microalgas dos corais, vai integrar a primeira missão "Global Reef Expedition" que decorre em Março do próximo ano nas Caraíbas, Pacífico e Índico.

"Portugal não possui nenhuma zona de corais tropicais mas as metodologias e os resultados das investigações nessa área também servem a ciência do país, nomeadamente do Departamento de Oceanografia e Pescas (DOP) dos Açores" disse à Lusa o biólogo João Monteiro.

O biólogo, que faz parte do Centro do Instituto do Mar (IMAR) da universidade açoriana, estuda as microalgas do género "Synbiodinium" que residem no interior dos corais.

"Se os corais perderem as microalgas, o que acontece através de um fenómeno de lixiviamento [bleaching] e do aquecimento da temperatura da água que provoca stress os recifes de corais podem estar em causa", salientou o investigador.

Vencedor de um concurso internacional, João Monteiro, de 32 anos, procura "apurar os mecanismos daqueles fenómenos para encontrar soluções que diminuam o problema" e estas investigações podem também servir outros investigadores do DOP que fazem estudos sobre os corais de profundidade no mar dos Açores.

Além disso, adiantou, a universidade açoriana e o país vão beneficiar "do desenvolvimento de novas valências na investigação além da exposição internacional que reforça e demonstra à sociedade nacional e internacional que o que se faz tem significado".

João Monteiro admitiu que "o aquecimento global tem consequência no eventual desaparecimento das zonas de corais" que são importantes fontes económicas que só no caso do Havai se estima "rondem os 24,5 biliões de euros".

"São os corais que alimentam peixes, protegem a orla costeira, são um produto turístico na área do mergulho, produzem a areia branca de muitas praias e suportam um quarto de todas as espécies marinhas conhecidas no planeta", sustentou João Monteiro.

Ainda que só ocupem menos de 0,1 por cento da superfície dos oceanos cerca de 60 por cento dos recifes de corais estão ameaçados podendo as investigações de João Monteiro contribuir para saber como as algas poderão lidar com o aquecimento global.

A missão, com 24 cientistas, vai usar o navio Golden que está equipado com laboratórios, câmara hiperbárica e um hidroavião Cessna 208. A missão é apoiada pela Living Oceans Foundation, fundada na Califórnia em 2000 pelo príncipe Khaled Bin Sultan da Arábia Saudita.

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MensagemAssunto: Borboleta do Reino Unido evoluiu com o clima   Qui Dez 01, 2011 3:26 pm

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Borboleta do Reino Unido evoluiu com o clima

Ontem


Novos dados revelam evolução genética para adaptação a mudanças decorrentes das alterações climáticas, que poderão ser, afinal, mais vastas do que se supunha

Com a cimeira do clima a decorrer em Durban, na África do Sul, os estudos sobre os efeitos das alterações climáticas ganham novo fôlego. Dois, publicados hoje, são alertas para o futuro. Um tem uma borboleta doReino Unido, a Aricia agestis, como protagonista de uma das primeiras provas de alterações genéticas numa espécie associadas às alterações climáticas.O outro sugere a possibilidade de "inundação" da atmosfera da Terra com o dióxido de carbono (CO2) contido no permafrost (solo permanentemente gelado) do hemisfério Norte, com o Árctico a aquecer rapidamente.

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MensagemAssunto: Bragança gasta milhões no tratamento de resíduos    Ter Dez 06, 2011 2:19 pm

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Autarquia sensibiliza munícipes
Bragança



Bragança gasta milhões no tratamento de resíduos

A Câmara Municipal de Bragança (CMB) gasta cerca de 2 milhões de euros para recolher e tratar as cerca de 16 toneladas de resíduos sólidos produzidos no concelho. Para sensibilizar a população a produzir menos lixo, a autarquia enviou um folheto informativo a todos os munícipes.

O vice-presidente da CMB, Rui Caseiro, lembra que a factura mensal ronda os 180 mil euros, um valor que também sai do bolso aos munícipes.
“Se é caro para o município, também é caro para os cidadãos. E sendo um processo caro, nós entendemos chamar à atenção junto dos munícipes para esta questão da produção de resíduos, enviando um folheto muito simples para casa das pessoas”, afirma Rui Caseiro.

Por dia, cada brigantino produz mais de um quilo de lixo. Mesmo assim, Rui Caseiro afirma que Bragança está abaixo da média nacional.
O autarca lembra, no entanto, que é preciso diminuir a quantidade de lixo produzida e dá alguns conselhos à população.

“É uma mensagem muito simples que nós transmitimos aos munícipes no sentido de terem um gesto no dia-a-dia que possa contribuir para um mundo melhor. Por um lado, comprando produtos com menos embalagens, utilizar produtos que podem ser reutilizados, proceder à separação daqueles resíduos que podem ser valorizáveis e dar outra utilização aos resíduos biodegradáveis, que não seja o caixote do lixo”, enumera o autarca.

Em relação à separação de resíduos, Bragança encontra-se abaixo da média nacional e europeia. Rui Caseiro afirma que tem havido uma evolução desde 2003, mas é preciso valorizar mais os resíduos através da separação.
“A nossa produção, por ano, ronda as 850 toneladas.

Tem havido uma evolução ao longo de todos os anos. No entanto, penso que este sector pode evoluir mais, porque a média europeia a este nível é superior”, realça Rui Caseiro.

Teresa Batista, Jornal Nordeste, 2011-12-06
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MensagemAssunto: Saída do Canadá de Quioto é "profundamente lamentável"   Ter Dez 13, 2011 5:45 pm

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Saída do Canadá de Quioto é "profundamente lamentável"

por Lusa
Hoje


A decisão do canadá em abandonar o protocolo de Quioto mereceu um protesto na cimeira do clima. Fotografia © REUTERS/Handout/Macolm BoothroydA anunciada retirada do Canadá do Protocolo de Quioto é "profundamente lamentável", disse hoje o vice-presidente da Quercus, Francisco Ferreira.

"É profundamente lamentável e infelizmente é o primeiro de três países que já numa primeira fase disseram que não iam aceitar metas de redução de emissões na continuação de Quioto", afirmou Francisco Ferreira à agência Lusa, revelando que também o Japão e a Rússia manifestaram esse desejo.

O vice-presidente da Quercus diz que "há uma questão de responsabilidade para com as futuras gerações" e nesse aspecto o Canadá "falha redondamente".

Com este anúncio do Canadá, comunicado na segunda-feira pelo ministro canadiano do Ambiente, Peter Kent, Francisco Ferreira disse que o "mais importante instrumento vinculativo" em vigor "vai estar muito enfraquecido até 2020", quando entrar em vigor o protocolo de Durban.

O ambientalista referiu que a "responsabilidade histórica de um país como o Canadá é enorme, comparativamente com a China ou com a Índia, que só agora estão a atingir níveis elevados, e tem uma verdadeira razão por detrás".

"É que o Canadá não consegue cumprir o primeiro objectivo e portanto assim vai ficar de fora de quaisquer penalizações que iria sofrer por não cumprir a sua meta neste primeiro período", concluiu.

Peter Kent justificou a decisão, afirmando que "Quioto não funciona" e que o Canadá corria o risco de ter de pagar multas de vários milhões de dólares se se mantivesse signatário do protocolo.

O Canadá torna-se assim o primeiro país a retirar-se oficialmente deste acordo assinado em 1997 e em vigor desde 2005.

Nos termos do protocolo, o Canadá comprometeu-se a reduzir em 2012 as suas emissões em seis por cento face aos níveis de 1990

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MensagemAssunto: Cerca de 600 mil euros para recuperar áreas transfronteiriças do Douro   Qua Dez 21, 2011 6:25 pm

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Agrupamento Duero-Douro
Douro


Cerca de 600 mil euros para recuperar áreas transfronteiriças do Douro

O Agrupamento Europeu de Cooperação Territorial (AECT) Duero-Douro vai investir cerca de 600 mil euros na recuperação de espaços degradados, com o objectivo de tornar as localidades transfronteiriças mais atractivas, do ponto de vista ambiental.

«O mais importante neste programa Fronteira Natural é a oportunidade de recuperar pontos de interesse ambiental, dada a riqueza da biodiversidade da região fronteira transfronteiriça entre Zamora e Salamanca, do lado espanhol, e do lado português da Guarda até Bragança», disse hoje à agência Lusa, José Luís Pascual, director-geral do AECT.

O projecto vai incidir na limpeza e sinalização de caminhos agrícolas, pontos de água e recuperação de núcleos urbanos, entre outras iniciativas de uso público, num total de mais de uma centenas de projectos já aprovados.

«Poderíamos ter efectuado dois ou três projectos de relevo, porém, optamos por incrementar mais de uma centena e dota-los de meios financeiros adequados para o seu desenvolvimento », acrescentou o responsável.

Os 600 mil euros resultantes do valor global do projecto Fronteira Natural vão ser repartidos pelas 187 localidades que fazem parte do AECT-Duero/Douro.

Por seu lado, o presidente da câmara de Vila Nova de Foz Côa disse que o montante disponível para cada localidade é «pequeno» mas é sempre «uma ajuda».

«Este projecto ajuda a complementar todo o investimento que estamos a fazer na recuperação ambiental de uma região como Foz Côa, que é detentora de duas classificações de património mundial da humanidade», acrescentou Gustavo Duarte.

No caso de Vila Nova de Foz Côa o montante de cerca de cinco mil euros vai ser investido na requalificação urbana da sede de concelho e nas aldeias de Numão e Horta.

Lusa, 2011-12-19
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MensagemAssunto: Alteamento de Serra Serrada por ser alternativa a Veiguinhas    Qua Dez 21, 2011 6:31 pm

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Aumento do paredão em 6 metros
Bragança



Alteamento de Serra Serrada por ser alternativa a Veiguinhas

Afinal existe uma alternativa à construção da barragem de Veiguinhas que pode resolver os problemas de abastecimento de água à cidade de Bragança. A proposta foi publicamente apresentada na última assembleia municipal, mas o seu autor garante que já a tinha dado a conhecer ao presidente da camara, à Águas de Trás os Montes, INAG e Agência Portuguesa do Ambiente mas não obteve resposta.

Marcelo Moreno Ferreira, engenheiro especialista em barragens e neto de Augusto Moreno, ex-presidente da câmara municipal de Bragança, propõe o aumento do paredão na barragem de Serra Serrada em seis metros, de forma a aumentar 50 por cento a área da albufeira.

“A solução é altear a barragem em seis metros com um sistema de pré-esforço que substitui as cargas de betão necessárias para continuar os impulsos por cabos de pré-esforço que vão aproveitar a resistência do granito” explica, acrescentado que “permite armazenar mais do dobro de água”.

Desta forma vai permitir aumentar a capacidade de armazenamento de água em mais de 100 por cento, para cerca de quatro milhões de metros cúbicos.

Segundo Marcelo Moreno Ferreira, esta solução pode ser construída por fases, sem constrangimentos no abastecimento de água à cidade e tem um custo estimado de seis milhões de euros.

“Fica a metade do custo de Veiguinhas e em menos de metade do tempo de construção, pois Veguinhas seria no mínimo três ou quatro anos. Eles dizem 14 meses mas é tudo uma tolice pegada” argumenta. Além disso “também pode dividir em fases. Na primeira estiagem aumentava-se meio milhão de metros cúbicos e noutra estiagem comportava-se a barragem”.

A desvantagem desta proposta é que a produção de energia seria metade da que está estimada para Veiguinhas.
O presidente da câmara de Bragança confirma que houve contactos e que a proposta está a ser avaliada.

“Este contributo será avaliado no âmbito da discussão pública que está a decorrer por parte da Agência Portuguesa do Ambiente que tem essa competência” afirma Jorge Nunes, salientando que “de momento só é apresentada como viável uma solução. Esta surge com informação adicional que há-de ser avaliada pela Agência que dirá se é viável ou não e isso envolve uma avaliação técnica por parte de várias especialidades de engenharia”.

Mas para o autarca, esta proposta só será viável se apresentar garantias de caudal armazenado com quantidades suficientes para as necessidades.

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MensagemAssunto: Activistas usam 'drones' para localizar pesca À baleia   Dom Dez 25, 2011 6:19 pm

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Activistas usam 'drones' para localizar pesca À baleia

Hoje


Activistas lançam um dos 'drones' Fotografia © ReutersA associação ecológica americana Sea Shepherd informou hoje que está a utilizar 'drones', aviões não tripulados, para localizar navios japoneses que pescam baleias na Antárctica.

Os dois drones que a Sea Shepherd está a utilizar para monitorizar a atividade dos pescadores japoneses, de modo a perturbar a pesca da baleia, foram oferecidos por uma empresa de segurança.

O Japão organiza campanhas de pesca à baleia alegadamente em nome da "investigação científica", mas os países protectores das baleias e os defensores do ambiente consideram que aquela prática tem fins comerciais disfarçados.

A pesca da baleia é proibida para fins comerciais desde 1986.

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MensagemAssunto: Portugal cumpre metas na reciclagem de embalagens   Seg Dez 26, 2011 4:48 pm

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Portugal cumpre metas na reciclagem de embalagens

por Lusa
Hoje


Portugal está a cumprir as metas estabelecidas para este ano para a reciclagem e valorização de resíduos de embalagens, mas o Governo reconhece a necessidade de investir mais nas acções de recolha do vidro.

Por isso, a entidade gestora Sociedade Ponto Verde decidiu medidas complementares para que a meta definida na directiva comunitária seja concretizada, como informou a Secretaria de Estado do Ambiente e Ordenamento do Território, em resposta a questões da agência Lusa.

"Em 2010, Portugal cumpriu as metas de reciclagem e valorização de resíduos de embalagens definidas pela directiva comunitária, encontrando-se igualmente a concretizar já as metas estabelecidas para 2011, com exceção do vidro", explica.

Assim, "é expectável que, a manter-se o crescimento verificado nos anos anteriores, Portugal irá dar cumprimento às metas estabelecidas para 2011 em todos os materiais", aponta a Secretaria de Estado, embora acrescente que, "no que se refere ao vidro, é necessário um maior investimento nas acções de recolha".

Segundo os dados provisórios de 2010, a taxa de reciclagem de vidro desceu de 55 para 53% e a de plástico manteve-se nos 25%.

Na comparação com o ano anterior, em 2010, o papel, cartão, metal e madeira apresentam taxas de reciclagem superiores.

O papel é o material mais reciclado, com 85 por cento, tendência igualmente seguida na valorização onde atinge uma taxa de 93 por cento.

Os resultados foram positivos na recolha de resíduos de equipamentos eléctricos e electrónicos tendo sido ultrapassada a meta de quatro quilogramas por habitante.

Os responsáveis governamentais pelo Ambiente estão "convictos" de que Portugal vai cumprir também os objectivos na recolha de resíduos de pilhas e acumuladores portáteis.

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MensagemAssunto: Mamíferos mudaram com alterações climáticas   Ter Dez 27, 2011 2:57 pm

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Mamíferos mudaram com alterações climáticas

Hoje


Nos últimos 65 milhões de anos, houve seis vagas de novas espécies de mamíferos que se extinguiram durante episódios de aumento da temperatura global

Como a ondulação que agita em círculos sucessivos a superfície de um lago quando se lhe atira uma pedra, assim se processou a evolução das espécies de mamíferos, nos últimos 65 milhões de anos, em ondas que surgiram, floresceram e se perderam, para dar lugar a outras, reproduzindo o mesmo padrão. Sem grande surpresa, a "pedra", o elemento associado às ondas através das quais se processou esta evolução, chama-se alterações climáticas. Um mau sinal para os tempos que correm

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MensagemAssunto: «Dynamics and management of woody species   Sab Jan 07, 2012 6:05 pm

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Seminário dia 12 de Janeiro
Vila Real


«Dynamics and management of woody species

O Centro de Investigação e de Tecnologias Agro-ambientais e Biológicas (CITAB) da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD) organiza, a 12 de Janeiro, o seminário «Dynamics and management of woody species dominated ecosystems in Israel: are there similarities with ecosystems in Portugal?».

O seminário vai decorrer às 14h30 no Auditório da Biblioteca Central da UTAD. A oradora será Orna Reisman-Berman, da Universidade Ben-Gurion do Negev, Israel. A investigadora \"tem desenvolvido a sua actividade de investigação nas áreas da eco-fisiologia e ecologia de florestas, savanas e matos, com particular interesse nas características adaptativas das plantas a stresses (seca, pastoreio, fogo), e na estabilidade e resiliência dos ecossistemas mediterrâneos, usando uma abordagem que faz a ponte entre a eco-fisiologia e as escalas da população, comunidade e paisagem\", explicam os organizadores.

, 2012-01-05
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RMaria

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MensagemAssunto: Novo primata descoberto em Madagáscar   Seg Jan 09, 2012 11:18 am

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Novo primata descoberto em Madagáscar

Hoje


Estudos genéticos permitiram identificar o pequeno lémur como uma nova espécie

Chamaram-lhe Microcebus gerpi, em homenagem ao próprio grupo de investigação local, o GERP-Groupe d"Études et de Recherche sur les Primates de Madagascar, e é uma nova espécie de primata (um lémur) que foi descoberta no leste do país, na floresta de Sahafina, que nunca tinha sido estudada antes.

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MensagemAssunto: Regadios espanhóis ameaçam Douro português   Qua Jan 11, 2012 5:29 pm

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Redução de 14% no caudal
Douro


Regadios espanhóis ameaçam Douro português

Em consulta pública até 3 de Abril, o Plano de Gestão de Região Hidrográfica (PGRH) do rio Douro é bastante claro na identificação de ameaças futuras à disponibilidade de água da região. O caso da expansão dos regadios de Espanha é visto como crítico para os caudais em território português.

Caso se confirme a expansão dos regadios espanhóis entre 2015 e 2027, conforme o que está estabelecido no PGRH do Douro espanhol, o caudal do Douro português poderá sofrer uma redução de 14 por cento.

Já na edição de Maio de 2011, o jornal Água&Ambiente sublinhava a preocupação da Comissão para a Aplicação e Desenvolvimento da Albufeira (CADC) perante o plano hidrográfico do Douro espanhol. Na altura, o responsável pela CADC, Gonçalo Santa Clara, tinha lembrado que «o plano prevê um aumento da área agrícola e ao mesmo tempo uma economia na gestão da rega que compense este aumento.

Isso é possível, mas com a situação financeira dos países, é pouco provável que se realizem os investimentos necessários». O PGRH do Douro espanhol prevê um aumento da área agrícola de regadio em cerca de 60 por cento.

Além dos desenvolvimentos no outro lado da fronteira, o PGRH português elaborado pela Administração de Região Hidrográfica do Norte (ARH) lembra ainda outros desafios futuros, como a poluição ou as barragens. No caso deste último, o principal problema reside na falta de planos de emergência em 11 das 30 barragens que se localizam no Douro. Este factor de risco terá que ser resolvido até 2013.

Marisa Figueiredo in PA, 2012-01-11
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Romy

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MensagemAssunto: Expedição científica procura explicar alterações climáticas   Ter Jan 17, 2012 4:48 pm

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Expedição científica procura explicar alterações climáticas

por lusa
Hoje


Uma expedição científica internacional que recolhe amostras de sedimentos no Mediterrâneo que podem ajudar a encontrar explicações para fenómenos como as alterações climáticas vai ser apresentada quarta-feira, em Lisboa, a bordo do navio 'Joides Resolution'.

A bordo está uma equipa de 35 cientistas que trabalham por turnos (de 12 horas) nos dois laboratórios do navio, no âmbito do Programa Integrado de Perfuração Oceânica (IODP), um projeto internacional no qual Portugal também participa.

Depois de uma missão de dois meses, o navio passa por Lisboa na quarta-feira e os cientistas e responsáveis pelo projeto pretendem apresentar alguns dados acerca do seu trabalho e conclusões preliminares da observação dos "bocados do fundo do mar".

O fundo dos oceanos é pouco conhecido e pode guardar explicações para situações, como as alterações climáticas.

Através da torre de perfuração de 60 metros, são recolhidas amostras do solo, depois selecionadas e organizadas pelos especialistas em áreas como paleontologia, sedimentologia, magnética ou química.

O trabalho exigiu uma preparação cuidadosa e demorada e continua em terra quando a expedição terminar, nos laboratórios de instituições de vários países, num processo de análise e cruzamento de informação que pode prolongar-se por mais de dois anos.

Antje Voelker, do Laboratório Nacional de Energia e Geologia (LNEG), em Lisboa, participa na expedição no Golfo de Cádiz e, a partir do 'Joides Resolution' (JR), explicou à agência Lusa a missão.

"Esta expedição destina-se a estudar dados relacionados com as alterações climáticas, mas também as variações na água do Mediterrâneo, circulação e intensidade das correntes e a placa tectónica", tendo sido realizadas sete perfurações, especificou.

Avançou o exemplo de uma perfuração, de mais de 800 metros, frente à costa de Faro, através da qual é possível saber que "a idade [dos sedimentos] é mais ou menos de 5,8 milhões de anos".

Grande parte do trabalho é feito depois da expedição. "Agora, aqui no navio, só fazemos as primeiras análises para saber mais ou menos o tipo de sedimentos e a idade", relatou a cientista.

Depois, em terra, "os especialistas vão relacionar com as alterações climáticas". Por exemplo, Antje Voelker disse que irá analisar cerca de duas mil amostras em laboratório.

O trabalho iniciado na expedição "continua em terra até dois a três anos depois", neste caso no LNEG, na unidade de geologia marinha.

Além de Antje Voelker, outra cientista do LNEG, Cristina Roque, participa na expedição, como observadora.

Uma informação da embaixada da Alemanha em Lisboa revela que os responsáveis científicos da expedição, Dorrik Stow e Francisco Hernández-Molina, "irão relatar novas e importantes descobertas e apresentar as conclusões principais a que chegaram".

Fernando Barriga, da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, disse à agência Lusa que a visita do JR será também uma oportunidade para homenagear algumas personalidades que desempenham um papel relevante nas operações de sondagens oceânicas.

Mário Ruivo (Portugal), Gerold Wefer (Alemanha), Catherine Mével (França) e John Ludden (Reino Unido) são os especialistas distinguidos, num evento que deverá contar com a presença do antigo Presidente da República Mário Soares, do secretário de Estado do Mar, Manuel Pinto de Abreu, ou do ex-ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior Mariano Gago.

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MensagemAssunto: Olivicultores poderão vir a ganhar dinheiro no mercado do carbono   Qua Jan 18, 2012 3:32 pm

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Venda de créditos de carbono
Mirandela


Olivicultores poderão vir a ganhar dinheiro no mercado do carbono

Os olivicultores portugueses poderão ter uma nova fonte de rendimento no negócio da venda de créditos de carbono a empresas ou países poluidores, foi hoje anunciado num seminário sobre o azeite, em Mirandela.

O olival é uma fonte natural de renovação do oxigénio que as organizações do setor querem que venha a ser certificado como um elemento de sequestro de carbono, as conhecidas emissões de CO2.

A decisão depende de Bruxelas e das negociações em curso para a nova Política Agrícola Comum.

Lusa, 2012-01-16
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MensagemAssunto: Investigadores da UTAD lançam tecnologia que identifica plantas através de um telemóvel   Qua Jan 18, 2012 3:41 pm

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Raul Morais e António Crespi
Vila Real



Investigadores da UTAD lançam tecnologia que identifica plantas através de um telemóvel

Dois investigadores da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD), Raul Morais e António Crespi, desenvolveram uma tecnologia que identifica as plantas através de um simples telemóvel.

A tecnologia, que identifica a planta tanto em distâncias curtas como longas, permite ainda, neste último caso, sugerir uma rota para lá chegar.

“[Foi um projecto] feito para curiosos, para não ter custos e ser fácil de utilizar”, explicou hoje ao jornal de Notícias Raul Morais.

O ponto de partida do projecto foi o jardim botânico da UTAD, que conta com 860 espécies. Hoje, a tecnologia identifica apenas 50 destas plantas, na área das resinosas, através de um QR-code. Ao apontar para este código, um telemóvel com a aplicação adequada consegue saber – se tiver ligação à internet – toda a informação sobre a planta.

A próxima área a ser catalogada será a das aromáticas e medicinais, que tem 180 espécies.

O projecto está também a ser promovido na Escola Secundária Morgado de Mateus, em Vila Real, através do professor de informática Miguel Candeias. O objectivo passa por “mostrar aos jovens que o telemóvel serve para mais coisas que aquelas a que estão habituados”.

A escola já catalogou todas as plantas existentes no estabelecimento de ensino e prepara-se agora para a elaboração de um mapa de realidade aumentada. E mais: num pequeno vídeo de um minuto, António Crespi explica cada espécie de planta. Sem dúvida, uma excelente forma de unir a tecnologia à informação e biodiversidade.


, 2012-01-18
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MensagemAssunto: Portugueses estudam doença das colónias de abelhas   Qua Jan 18, 2012 5:20 pm

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Nosema ceranae
Trás-os-Montes



Portugueses estudam doença das colónias de abelhas

Investigadores estão a estudar a incidência da Nosema ceranae em Portugal, uma doença que se suspeita poder estar na origem da síndrome do colapso das colónias de abelhas, problema que tem afetado a apicultura em vários países.

O projeto é promovido pela Federação Nacional dos Apicultores de Portugal e está a ser executado pela Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD), Instituto Politécnico de Bragança (IPB), Universidade de Évora (UÉvora) e o Laboratório Nacional de Investigação Veterinária (LNIV).

\"Em Portugal, ainda não temos dados sobre esta problemática. Contudo, este projeto visa identificar esta espécie e saber qual é a sua distribuição\", afirmou à Agência Lusa Paulo Russo Almeida, investigador da UTAD.

A síndrome do colapso das colónias foi detetada nos EUA por volta de 2006, reflectindo-se numa redução drástica e inexplicável dos efetivos de abelhas naquele país e em consequências drásticas a nível económico. As abelhas são os principais agentes polinizadores, estimando-se que cerca de um terço das culturas agrícolas dependam da polinização destes insetos.

O alerta foi lançado e foram sendo desenvolvidas várias investigações com o objetivo de identificar a causa deste fenómeno.

No mesmo ano, investigadores espanhóis identificaram pela primeira vez o agente Nosemae ceranae na Europa e, desde então, o trabalho desenvolvido por essa equipa tem sido no sentido de demonstrar se há uma relação de causa entre este novo agente e a síndrome.

A doença Nosemose é causada pelo desenvolvimento de um ou de dois microsporídios -- Nosema apis ou Nosema ceranae, duas espécies que só se conseguem distinguir através de métodos de genética molecular.

Ainda não há certezas quanto à relação da Nosema ceranae com as perdas inexplicáveis das colónias. Em Portugal, está identificada a existência da espécie apis, não estando, no entanto, comprovada a existência da ceranae.

\"Daí a importância do nosso projeto\", salientou Paulo Russo Almeida.

Financiado pelo Programa Apícola Nacional, o projeto dispõe de cerca de 90 mil euros para três anos.

Numa primeira fase foram feitos 660 inquéritos aos apicultores. No outono foram recolhidas amostras em 270 apiários espalhados pelo continente. Em cada apiário foram recolhidas, nas várias colmeias, entre 60 a 100 abelhas.

A segunda fase de amostragem irá avançar a partir de maio. Ainda este mês irá dar-se início à avaliação microscópica das amostras, seguida da identificação específica pela técnica da PCR (Reacção em Cadeia da Polimerase)

O objetivo é caracterizar o país, saber se o agente está presente, onde e com que incidência. E, caso se comprove que esta patologia está por detrás da síndrome do colapso das colónias, para que seja possível tomar medidas de combate à doença.

\"Determinar a espécie em causa ajuda depois na adoção de medidas de combate\", salientou o investigador.

Em Portugal existem apenas alguns relatos pontuais de mortalidade fora do normal.

Em 2010, estavam contabilizados em Portugal cerca de 17 mil apicultores, correspondendo a um universo de, aproximadamente, 38 mil apiários e 562 mil colónias.

Os apicultores não profissionais, no seu conjunto, representam 96,6 por cento do total de apicultores portugueses e detêm 61,8 por cento do total de colónias.

\"Nós temos condições naturais que permitem ter vários tipos de mel de qualidade em Portugal\", salientou Paulo Russo de Almeida.

Lusa, 2012-01-18
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MensagemAssunto: «Descolonização» de Trás-os-Montes   Ter Fev 07, 2012 5:48 pm

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Debate O futuro do Vale do Tua
Trás-os-Montes


«Descolonização» de Trás-os-Montes

Desde a década de oitenta, a região de Trás-os-Montes tem sido espoliada dos seus facilitadores económicos, entre os quais o caminho-de-ferro, fruto das políticas adoptadas que acabaram por ditar a diminuição da actividade económica, ficando condenada a uma morte lenta...

Fruto do abandono gradual da região, a mesma vê-se, presentemente, esvaziada de gente e com uma actividade económica moribunda, em que apenas a agricultura e o turismo ainda têm alguma expressão, estando à vista a sua extinção, por via da transformação do IP4 numa auto-estrada com custos para o utilizador, descontextualizada da realidade actual da economia de Trás-os-Montes, uma vez que as poucas empresas existentes já não têm capacidade de criação de valor suficiente para incorporar os custos associados às portagens, além de que estas representam uma barreira às viagens de turismo.

Não obstante ser este um cenário já por si bastante recessivo, o risco de ser retirado ao Douro vinhateiro o desígnio de Património da Humanidade, por via da construção da barragem do Tua, fará com que Trás-os-Montes se confronte com uma situação ainda mais difícil, porquanto a criação de valor associada à mesma será inferior àquela que adviria da exploração turística integrada do vale do rio Tua com o caminho-de-ferro que o percorre, cenário que nunca foi avaliado no Estudo de Impacte Ambiental e que se enquadra no touring cultural e paisagísticoe touring da natureza, eixos prioritários na aposta turística portuguesa.

Considerando os impactos e externalidades económicas negativas e irreversíveis, decorrentes da construção da barragem e do consequente risco de o Vale do Douro deixar de ser Património da Humanidade, das perdas que isso representará para a já débil economia local e a destruição definitiva e irreparável do Vale do Tua, os custos associados à suspensão imediata da mesma serão bem inferiores.

Atentos os impactos negativos referidos, a escolha recai entre dois cenários possíveis: a destruição do património natural único e de valor incalculável do Vale do Tua associada ao risco da perda de uma distinção da UNESCO, ou a preservação do mesmo, acrescentando aos dois desígnios já existentes na região - o Vale do Douro e as gravuras rupestres do Côa - um terceiro que se traduziria na candidatura da Linha do Tua a Património da Humanidade.

A suspensão imediata da construção da barragem do Vale do Tua torna-se, portanto, óbvia, sendo a única opção de bom senso. E se ainda subsistem dúvidas, os fundamentos que podem suportar tal decisão deverão ser estudados, nomeadamente no que respeita aos respectivos impactos económicos, caso contrário, estaremos perante mais uma decisão fatalmente penalizadora para Trás-os-Montes, para o Vale do Douro e para os seus habitantes, e mais um passo para a respectiva \"descolonização\" irreversível.

Por último atrevo-me a citar uma frase do livro Comboios Portugueses - Um Guia Sentimental, de Francisco José Viegas: \"Agreste a travessia dos vales ao longo do Tua. (...) São paisagens únicas, deslumbrantes, algumas delas apenas acessíveis ao comboio\". Nem a magnífica leveza do traço de Souto Moura será suficiente para atenuar a ferida que já cresce...

Por Alberto Aroso, 2012-02-07
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MensagemAssunto: Agricultores da Vilariça já estão «à rasca» com a seca    Ter Fev 14, 2012 5:50 pm

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30% da sua capacidade
Torre de Moncorvo



Agricultores da Vilariça já estão «à rasca» com a seca

Depois dos problemas sentidos pela falta de água no concelho de Bragança, a seca chegou também ao vale da Vilariça.

A barragem da Burga, que abastece os concelhos de Macedo de Cavaleiros, Alfândega da Fé, Vila Flor e Torre de Moncorvo, está apenas a 30 por cento da sua capacidade.

Fernando Brás, da Associação de Beneficiários do Vale da Vilariça, sublinha que o problema pode ser ainda mais grave do que perder as culturas deste ano.

“Não sabem como vão passar o ano. E para além da produção, pode haver prejuízos vários ao nível do investimento.”

O sector mais afectado no Vale da Vilariça é a fruticultura.
Mas a falta de água afecta também a criação de gado.

O pasto está seco e queimado e escasseia o alimento para as ovelhas do empresário Rui Tadeu. “A questão mais central é a falta de pastos. Isto devia estar verde e está completamente seco”, sublinha. “Mas a falta de água afecta todas as plantas”, do olival à vinha.
Este criador de gado da zona da Vilariça já está a recorrer a reservas de alimentação que deveriam ser utilizadas apenas no Verão.

Preocupações que foram expressas à ministra da Agricultura, Assunção Cristas, que este fim-de-semana passou pela região para se inteirar deste e de outros problemas do sector.

E tendo em conta o cenário de seca, a ministra anunciou que já esta semana haverá negociações com Espanha para serem pedidos apoios à União Europeia para ajudar os agricultores afectados pela falta de água.

“Ainda continuamos que S. Pedro dê uma ajuda mas estamos a fazer já o levantamento para termos um plano B, através de ajudas comunitárias.”

Para solucionar os períodos de seca do Vale da Vilariça, a Associação de Beneficiários tem dois projectos, um ligado à rega de mais de 300ha, construindo um dique para reforçar a Barragem da Burga, outro ligado à rotatividade das culturas.
Projectos que já têm financiamento do PRODER. O segundo está já em funcionamento.

, 2012-02-14
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MensagemAssunto: Re: Ecologia   

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