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Romy

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MensagemAssunto: «As realidades ambientais das duas regiões são diferentes»   Qui Fev 17, 2011 4:03 pm

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Tua e Sabor separados
Trás-os-Montes


«As realidades ambientais das duas regiões são diferentes»

Presidente da Associação de Municípios do Baixo Sabor rejeita parque ambiental Sabor-Tua. O presidente da Associação de Municípios de Baixo Sabor (AMBS), Aires Ferreira rejeita a criação de um parque ambiental que envolva a área dos rios Sabor e Tua, tal como defende o secretário de Estado do Ambiente.

A posição do autarca foi divulgada no decurso da assinatura do protocolo para a gestão do Fundo para a Conservação da Natureza e da Biodiversidade para o Baixo Sabor, que ontem teve lugar em Torre de Moncorvo.
Para Aires “as realidades ambientais das duas regiões são diferentes”, pelo que a criação de um parque regional único para o Sabor e Tua seria colocar “o carro à frente dos bois”.

“Ainda não se criou a área protegida do Sabor, tal como é definida, pelo que estar a falar em unir duas áreas, uma das quais ainda em fase de início da obra, é extemporânea. Essa avaliação e possibilidade só se poderão fazer daqui a três ou quatro anos,” justificou Aires Ferreira.

O responsável relembrou ainda que, o Fundo para a Conservação da Natureza e da Biodiversidade para o Baixo Sabor “não é imenso”, sendo certo que o dinheiro terá de ser investido, nesta fase, num estudo para a criação da futura área protegida.

Recorde-se que, em declarações à agência Lusa, o secretário de Estado do Ambiente, Humberto Rosa, mostrou-se confiante na possibilidade dos municípios “convergirem na ideia um parque regional, cobrindo o Tua e o Sabor”, até porque é intenção dos autarcas criarem áreas protegidas em cada uma das barragens.

“Haveria um claro ganho de escala e as sinergias poderiam ser melhor aproveitadas”, considerou o governante, ressalvando que, nesta matéria, “o papel é dos municípios”.
A proposta da criação daquele que poderia ser uma das maiores áreas protegidas do país foi lançada em Julho de 2010, pela EDP, a concessionária das duas barragens.


Francisco Pinto, Jornal Nordeste, 2011-02-17
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MensagemAssunto: Javalis ameaçados    Qui Fev 24, 2011 4:24 pm

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Javalis ameaçados
Trás-os-Montes



Investigador defende planos globais para gestão conjunta da actividade

Investigador defende planos globais para gestão conjunta da actividade
O investigador da Universidade de Aveiro (UA), Carlos Fonseca, defende que é urgente começar a pensar em planos globais de gestão da caça, tendo em vista um melhor aproveitamento dos recursos cinegéticos no território nacional.

Carlos Fonseca, investigador na área dos recursos silvestres na UA, afirma que houve uma preocupação por parte dos caçadores, nos últimos 30 anos, em ordenar cinegeticamente o território.

Actualmente, o perito defende que é necessário apostar “numa gestão conjunta das zonas de caça”, de forma a fazer “a manutenção” das espécies existentes em determinada área, em determinada época do ano.
“Há concelhos no País em que 90 por cento do seu território está ordenado do ponto de vista cinegético, com ênfase nas zonas de caça associativa, turísticas, municipais ou reservas nacionais, e com bons resultados”, avança o investigador.

Carlos Fonseca relembra que, actualmente, em caso de devastação ou danos causados por animais de caça grossa, já se pode pedir responsabilidades a organismos que tutelem determinada zona de caça, não só a nível local, mas também a nível nacional.

“A actividade cinegética está num patamar elevado, onde cerca de 80 por cento do território nacional está ordenado através de figuras como zonas de caça associativa, zonas de caça turística ou reservas nacionais”, acrescenta.

Depois deste passo, será “imperioso” apostar “na gestão cinegética”, em conformidade com o tipo de espécies e habitats de que cada uma das regiões dispõe, “no sentido de haver mais e melhor caça”.

Investigador estima que dentro de uma década os javalis seja uma espécie em vias de extinção

“É importante saber o que estamos a gerir, ou seja, ter uma estimativa do número de animais existentes. Se não soubermos o que estamos a gerir, não estamos a realizar uma actividade de forma sustentada e melhor planificada a cada ano cinegético”, sublinhou Carlos Fonseca.

O investigador, com base numa estimativa da população de javalis existente em território nacional, exemplificou que a espécie está a ser “perseguida” por não haver uma gestão criteriosa e partilhada das manchas onde se pode caçar.
“As zonas de caça terão de respeitar um território mais amplo do que aquele que lhes está confinado. O plano poderá ser estabelecido pelo Estado ou por uma estrutura supra-associativa”, defende o técnico.
Há zonas do País muito próximas nas quais decorrem montarias em simultâneo, sendo “impossível que os animais aguentem a pressão”, considera.
No território nacional existe um efectivo global de javalis que ronda os 50 a 60 mil animais, o que significa que dentro de uma década haverá poucos animais para caçar.


Francisco Pinto, Jornal Nordeste, 2011-02-24
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MensagemAssunto: Monumentos de todo o mundo desligam as luzes dia 26   Sex Mar 11, 2011 11:36 pm

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Monumentos de todo o mundo desligam as luzes dia 26

por Lusa
Hoje


Monumentos e símbolos arquitectónicos de diversos países, como Alhambra, Torre de Tóquio ou Cristo Rei juntam-se à iniciativa Hora do Planeta e desligam as luzes às 20:30 de 26 de Março para alertar contra o aquecimento global.

O objectivo da Hora do Planeta, que será entre as 20:30 e as 21:30, é levar os cidadãos a desligarem as luzes, assinalando o seu compromisso com o planeta, partilharem histórias e acções que beneficiem a Terra, através da internet, e adoptarem comportamentos diários sustentáveis, como explica a WWF, a associação ambientalista promotora da iniciativa.

Gateway of India ou o Cristo Redentor, no Brasil, Torre Eiffel, em França, Ponte da Liberdade, na Hungria, a Sinfonia de Luzes de Hong Kong (maior luz permanente do mundo) são exemplos de pontos de referência mundiais que se associam à defesa do planeta, enquanto em Portugal a WWF refere centenas de monumentos de 40 cidades.

Em Lisboa, a Ponte 25 de Abril, as estações do Rossio e de Santa Apolónia, o Aqueduto das Águas Livres, o Teatro D. Maria II, a Torre de Belém e o Mosteiro dos Jerónimos estarão às escuras.

"Aqueles pontos de referência irão juntar-se a centenas de milhões de pessoas, de empresas, comunidades e governos, em todo o mundo, que desligarão as luzes durante a Hora do Planeta, transcendendo as barreiras de raça, religião, cultura, sociais, geracionais e da geografia, numa celebração global do compromisso com a protecção da única coisa que nos une a todos - o planeta", salienta um comunicado da WWF.

Nepal, Emirados Árabes Unidos, Espanha, Vietname, Finlândia, África do Sul, Japão, China, Turquia, Hungria são outros países onde será visível a participação na iniciativa.

A rede da WWF/Hora do Planeta incentiva, desta forma simbólica, cidadãos e comunidades a "tomarem as rédeas" do seu destino e da proteção da terra, transmitindo aos responsáveis locais a necessidade de alterar comportamentos com vista a proteger a natureza.

A WWF é uma organização independente de conservação da natureza, com quase cinco milhões de membros e uma rede global ativa em mais de 100 países.

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MensagemAssunto: Os lobos são uma espécie animal cada vez mais «ameaçada» pela ação humana   Seg Mar 14, 2011 12:25 pm

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«Evitar» a sua extinção»
Miranda do Douro



Os lobos são uma espécie animal cada vez mais «ameaçada» pela ação humana

Informar e desmistificar a «animosidade» criada em torno dos lobos foi o objetivo de uma série de atividades que hoje terminaram em Duas Igrejas, concelho de Miranda do Douro.

O lobo é uma das espécies cuja área de distribuição mundial tem sido a mais reduzida. Esta situação tem motivado «enormes» esforços com a finalidade de «evitar» a sua extinção.

Segundo Mónica Almeida, representante do grupo «O Lobo», não se pode atuar de uma forma concreta e positiva, perdendo-se assim mais uma espécie animal, e todo o ecossistema fica mais pobre.

“Há zonas no país onde praticamente já não existem lobos. Temos de abordar a espécie de uma forma mais científica e menos empírica, de forma a evitar a extinção do predador”, relatou a ambientalista à Agencia Lusa.

Os impactos ambientais como é caso das autoestradas ou parques eólicos são elementos que por vezes levam à “ausência das alcateias” junto dos centros mais populosos ou rurais.

Não opinião dos técnicos, o lobo tem um papel “muito útil” na natureza, já que se trata de “um predador de topo”, visto que a sua principal função é a “limpeza” do ecossistema de animais fracos ou doentes.

“Os animais domésticos são as espécies mais fáceis para um predador como o lobo. Por esse motivo é preciso estar atento às suas investidas,” considera Mónica Almeida.

A existência do grupo “O Lobo” resulta da necessidade de divulgar novos fatos sobre o lobo. O predador que “nos habituaram a ver como demoníaco”.

“Hoje em dia estes conceitos estão completamente desatualizados mas, infelizmente, os novos conhecimentos sobre este animal estão pouco divulgados junto da opinião pública e por este motivo é necessário sensibilizar a opinião pública para o efeito,” considera Mónica Almeida.

A população do lobo está divida por duas regiões a nível nacional importantes. Ou seja a parte norte e sul do rio Douro.

“Na parte sul do rio Douro, a população está ameaçada, enquanto na região a norte do curso de água, no entanto a mesma cruza com as espécies que habitam o lado espanhol tornando – se assim num habitat com mais elementos e a população lopícula estável,” considera a ambientalista.

“Na região norte do país, o lobo alimenta-se essencialmente do corso, veado ou javali. No Minho os ataques dos lobos são efetuados sobre animais que são pastoreados ao ar livre tais como os cavalos ou vacas,”disse a especialista.

Na opinião do veterinário e membro da associação ALDEIA, João Rodrigues, desde os anos 30 aos anos 80 do século passado houve uma recessão das espécies de lobos, já que a mesma era considerada como “cinegética”.

“Em tempo quem abatesse um lobo era bem visto do seu da população onde residia, porque se considerava que a pessoa que matasse um lobo tinha feito algo de bom para a comunidade ” especificou.

No entanto, os técnicos consideraram que existem cerca de 400 animais espalhados por todo o país.

“Tem de se perceber que cinco ou seis animais como o lobo podem patrulhar uma área de 150 quilómetros quadrados”, afiançou João Rodrigues.

Lusa, 2011-03-14
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MensagemAssunto: «Há cerca de 300 lobos no nosso país agrupados em 63 alcateias»   Seg Mar 14, 2011 12:33 pm

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«Não é fácil ver um lobo»
Trás-os-Montes



«Há cerca de 300 lobos no nosso país agrupados em 63 alcateias»

Demonstrar que é possível coexistência pacífica entre lobos e pastores é a cruzada de Sílvia Ribeiro, bióloga e responsável pelo programa «Cães de Gado». Sempre teve animais em casa, sobretudo cães, como o «Dique» (um pastor alemão que morreu velhinho).

Na década de 70, havia lobos no Alentejo, mas hoje estão, no essencial, acantonados entre o Gerês e Trás-os-Montes. De acordo com o último censo, há cerca de 300 lobos no nosso país agrupados em 63 alcateias, das quais 54 a norte do Douro, e apenas nove a sul, onde a espécie está mais ameaçada - o rio é uma barreira importante.

Ameaçado pelo ódio ancestral dos pastores (que não lhes perdoam os prejuízos dos seus ataques aos rebanhos), pelas auto-estradas e parques eólicos, que lhe invadem o habitat, e ainda pela escassez da sua alimentação tradicional (veado e corço), o lobo ibérico muito provavelmente já estaria extinto em Portugal se não fossem os esforços para o proteger desenvolvidos pelo Grupo Lobo, uma ONG fundada há 26 anos por Francisco Petrucci- -Fonseca, professor Faculdade de Ciências de Lisboa.

\"Não temos qualquer tipo de apoio regular por parte do Ministério do Ambiente\", esclarece Sílvia Ribeiro que mal acabou o curso de Biologia, em Lisboa, se mudou para Vila Real, onde está o quartel-general do programa Cães de Gado do Grupo Lobo - que vive dos prémios que ganha (um dos mais recentes foi o Biodiversidade, atribuído pelo BES) e dos projectos que consegue aprovar.

Sílvia - que acaba de ser distinguida pelo prémio europeu Terre des Femmes 2011, instituído pela Fundação Yves Rocher para premiar mulheres empreendedoras na área do ambiente - nasceu e cresceu no Seixal, onde se habituou a lidar com animais, pois os avós tinham cães de caça e criavam coelhos, porcos, burros e vitelas.

Sempre teve animais em casa, sobretudo cães (que prefere aos gatos), como o Dique (um pastor alemão que morreu velhinho), o Ameijoeira (um castro laboreiro vitimado em 2004 por um ataque cardíaco). Agora tem uma cadela serra da estrela que, \"para ser original\", baptizou Estrela. Não espanta por isso que na hora de escolher o curso o seu coração tenha balançado entre Veterinária e Biologia.

Demonstrar que é possível a coexistência pacífica entre lobos e pastores é a cruzada da Sílvia. Ressuscitar o método tradicional de uso de cães de gado para proteger os rebanhos, é a sua principal arma para aumentar a tolerância das comunidades rurais face ao lobo.

\"Não é fácil ver um lobo. Em 15 anos só os vi três vezes. O lobo tem um comportamento furtivo. Não arrisca um ferimento e por isso não entra à maluca num rebanho guardado. Se pressentir um cão, tem o cuidado de se pôr contra o vento, para o cheiro não denunciar a sua presença. E só ataca pela certa, apanhando uma ovelha ou cabra, doente ou coxa, que fica para trás\", explica Sílvia, que escolheu almoçarmos na Proa, o único edifício desalinhado do plano riscado a régua e esquadro por Siza Vieira para revitalizar Matosinhos Sul, uma zona à beira-mar outrora ocupada por fábricas conserveiras e armazéns.

Bebeu apenas um copo de Evel branco, a acompanhar a entrada de polvo e o arroz de peixe, partilhamos, e acabou com uma sericaia (desprovida de ameixa e de molho) uma refeição em que falou do seu trabalho de criação de cães de gado e de diplomacia em favor do lobo junto dos pastores.

São quatro as raças nacionais adequadas para cão de gado. Castro laboreiro, serra da estrela, rafeiro alentejano e cão de gado transmontano. Sílvia selecciona os cães, adquire-os (cada um pode custar entre 350 e 500 euros), coloca-os nos pastores, ajuda a educá-los e nunca os perde de vista.

\"É preciso tempo e dedicação para criar um cão de gado. Por volta dos dois meses, logo após o desmame, o cachorro é posto a viver no curral com o rebanho, para criar laços sociais com o gado, evitando--se o contacto desnecessário com pessoas, em especial crianças. Só depois de um período de habituação, nunca inferior a 15 dias, é que pode começar a acompanhar o pastoreio\", conta Sílvia, que sabe de cor o nome de 300 cães de gado que colocou, mas admite que por vezes não se recorda à primeira do nome de um pastor


Jorge FielL, Sílvia Ribeiro in DN, 2011-03-14
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MensagemAssunto: A guerra dos talheres de plástico no Congresso americano   Qui Mar 17, 2011 5:46 pm

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A guerra dos talheres de plástico no Congresso americano

por Catarina Reis da Fonseca
Hoje

Durante a liderança democrata eram utilizados talheres e copos biodegradáveis nos bares do Congresso americano. A medida verde foi cancelada pela nova maioria republicana, que voltou a adoptar o plástico tradicional.

Há quem diga que a "era verde" terminou em Capitol Hill quando, nas eleições intercalares de Novembro, os republicanos conseguiram alcançar a maioria na câmara baixa do Congresso norte-americano.

A decisão de cancelar a utilização de utensílios biodegradáveis nos bares do Congresso está a causar indignação entre os democratas. "Esta decisão representa bem a nova maioria republicana: mais conversa da treta e políticas que nos fazem regredir", afirmou uma porta-voz da ex-presidente da Câmara dos Representantes Nanci Pelosi, citada pelo The New York Times.

Esta semana, um representante democrata do Oregon, Earl Blumenauer, escreveu uma carta de protesto contra uma decisão, que considerou "retrógrada", dizendo que "nas melhores empresas ninguém contesta a importância de questões como a reciclagem e a biodegradabilidade".

Os republicanos, por sua vez, defendem-se dizendo que a iniciativa não estava a funcionar e que os seus custos eram demasiado elevados.

Salley Wood, porta-voz do presidente do comité administrativo da Câmara dos Representantes, explicou que, enquanto esteve em vigor, o programa não atingiu os seus objectivos. "Não houve poupanças significativas nas emissões de dióxido de carbono". Wood referiu que, num ano, houve uma poupança equivalente à retirada de apenas um carro das estradas.

Woods sublinhou ainda que eram muitas as vezes em que as colheres se dissolviam em líquidos quentes e em que os garfos e facas se partiam. "Não cortavam a alface. Houve muitas queixas", garantiu Woods.

O programa, agora cancelado, custava 475 mil dólares (340 mil euros) por ano. A liderança republicana já prometeu introduzir as suas próprias medidas pró-ambientais.

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MensagemAssunto: Dia da Árvore festejado na Escola Secundária Dr. António Granjo   Qua Mar 23, 2011 11:12 am

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Plantada uma oliveira
Chaves



Dia da Árvore festejado na Escola Secundária Dr. António Granjo

O Dia da Árvore, no dia 21 de Março, foi assinalado na Escola Secundária Dr. António Granjo com a colaboração da Associação de Pais, da Direcção Executiva e da Associação de Estudantes da referida Escola.

Durante os intervalos maiores da manhã e da tarde foi plantada uma oliveira no recinto da escola, que foram distribuídas pela Câmara Municipal de Chaves, com o intuito de se despertar nos alunos uma maior consciência a nível ambiental.

Esta acção de sensibilização serviu de incentivo à preservação da natureza bem como da floresta, para que numa intervenção humana com o intuito de reduzir ou remediar um impacto ambiental nocivo como os incêndios florestais no futuro, os mais novos se consciencializem destes perigos.

, 2011-03-22
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MensagemAssunto: Nuno Sequeira eleito em lista única presidente da Quercus   Dom Mar 27, 2011 11:32 am

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Nuno Sequeira eleito em lista única presidente da Quercus

por Lusa
Hoje

Nuno Sequeira foi hoje eleito presidente da Quercus/Associação Nacional de Conservação da Natureza depois de a lista única que encabeçava ter obtido 98 por cento dos votos.

De acordo com um comunicado da Quercus, os restantes dois por cento foram votos em branco.

Nuno Sequeira, que desempenhava as funções de vice-presidente da direção nacional cessante, sucede assim a Susana Fonseca, que esteve no cargo durante dois anos e que agora assumirá o cargo de vice-presidente.

Nuno Sequeira tem 38 anos, vive em Avis, e é professor do ensino básico e secundário

Da direcção fazem ainda parte Francisco Ferreira, Helder Spínola, Helena Amendoeira, Ana Cristina Figueiredo, Carla Graça, Ricardo Marques e Alexandra Azevedo.

Como vogais suplentes, Sara Campos, Sofia Vilarigues e Manuel Miranda Fernandes.

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MensagemAssunto: Ministra lança peixes ao rio Alcabrichel    Dom Mar 27, 2011 10:18 pm

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Ministra lança peixes ao rio Alcabrichel

por Lusa
Hoje


A ministra do Ambiente, Dulce Pássaro, disse hoje que é necessário combater a extinção de espécies ao associar-se à ação de repovoamento no rio Alcabrichel, Torres Vedras, da Boga do Oeste que esteve a ser reproduzida em viveiros por estar ameaçada.

"Não podemos compactuar com situações que voltem a pôr em causa a presença do ruivaco [também conhecido por Boga do Oeste] nos rios do Oeste", afirmou à Lusa a ministra do Ambiente, Dulce Pássaro.

A governante reconheceu que o modelo de desenvolvimento nacional "desajustado nos últimos anos levou a que esta espécie ficasse em estado crítico e em risco de extinção", disse, sublinhando a necessidade de ter em conta a preservação das espécies nos actuais e futuros modelos de desenvolvimento.

O projecto de repovoamento da Boga do Oeste, com a intervenção da associação ambientalista Quercus, de privados e do Centro de Biociências do Instituto de Psicologia Aplicada (ISPA), foi iniciado há cerca de dois anos com a recolha de exemplares, a realização de acções de limpeza das margens do rio e com a reprodução em cativeiro da Boga do Oeste.

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MensagemAssunto: Número de tigres aumentou na Índia   Qua Mar 30, 2011 4:32 pm

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Número de tigres aumentou na Índia

Hoje

Pela primeira vez desde há muitas décadas a população desta espécie regista um ligeiro crescimento.

Os números são escassos, mas o sinal é positivo. De acordo com as últimas contagens oficiais, a população de tigres na Índia cresceu ligeiramente, de 1411, em 2007, para os actuais 1706. Mesmo com a inclusão de uma nova área de reserva no último recenseamento da espécie, a zona de Sundarbans, onde se encontram 70 dos 1706 animais agora identificados, houve um aumento absoluto de 225 tigres indianos em relação a 2007.

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MensagemAssunto: Richard Branson vai até ao fundo dos oceanos   Qua Abr 06, 2011 11:40 am

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Richard Branson vai até ao fundo dos oceanos

por DN.pt
Hoje


O milionário britânico Richard Branson apresentou nesta ontem, na Califórnia (oeste dos EUA), o projecto que implica conduzir um minissubmarino, com o qual deseja explorar as profundezas dos oceanos.

O aparelho, Virgin Oceanic, tem como objectivo chegar aos pontos mais profundos dos cinco oceanos do planeta, o que significa uma aventura sem precedentes, explicou Branson aos jornalistas no porto de Newport Beach, 80 km a sudoeste de Los Angeles.


A aventura começa pelo mais profundo de todos os oceanos, o Pacífico Ocidental, no final deste ano.

"Considerando que há muito tempo o homem chegou ao espaço, e que os voos espaciais comerciais estão tentadoramente próximos, o último grande desafio para os seres humanos é alcançar e explorar as profundezas dos oceanos do nosso planeta", disse Branson.

"Há áreas enormes dos oceanos que não foram exploradas. Há mais homens que estiveram na Lua do que aqueles que desceram a mais de 20.000 pés (6.100 metros)", assegurou o empresário.

Richard Branson vai conduzir o minisubmarino com o explorador americano Chris Welsh, com quem irá partilhar esta grande aventura de submergir num prazo de dois anos em cinco pontos do fundo do mar.

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MensagemAssunto: Os efeitos do lixo humano no ambiente   Ter Abr 12, 2011 2:22 pm

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Os efeitos do lixo humano no ambiente

por DN.pt
Hoje


Para quem se preocupa com o lixo que produz diariamente, a Presença lançou "A História das Coisas - Como a nossa obsessão pelo consumo excessivo está a destruir o planeta". A autora, Annie Leonard dá algumas dicas para alterarmos o nosso comportamento em prol de um ambiente melhor.

Sinopse:

Após ter produzido um vídeo, de grande impacto mundial, sobre a cadeia dos processos de extracção, produção, distribuição, consumo e eliminação das "coisas", Annie Leonard escreveu este livro, onde sugere o caminho para tornar as "coisas" mais duráveis, reparáveis, recicláveis e úteis. Annie conta-nos uma viagem pessoal que transformou uma menina interessada em florestas numa mulher fascinada com o lixo que se produz diariamente e respectivas causas e consequências para o mundo em que vivemos.

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MensagemAssunto: Aquário Vasco da Gama liberta peixes para habitat natural   Qua Abr 13, 2011 3:31 pm

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Aquário Vasco da Gama liberta peixes para habitat natural

por Lusa
Hoje


O Aquário Vasco da Gama vai libertar, amanhã, para o seu habitat natural 400 exemplares de ruivaco-do-oeste, uma espécie de peixe de água doce ameaçada e que só existe em Portugal, anunciou a Marinha.

Os peixes, reproduzidos em cativeiro no aquário, serão libertados no rio Alcabrichel (Torres Vedras) entre as localidades de Ramalhal e Abrunheira, perto do local onde foram capturados os seus progenitores, informa o portal da Armada.

A reprodução em cativeiro do ruivaco-do-oeste foi feita, pela primeira vez, no aquário em tanques no exterior, onde foram simuladas as condições naturais de ambiente e alimentação, e ao abrigo de um projecto de conservação de espécies em risco.

Além do Aquário Vasco da Gama, participaram neste projeto a associação ambientalista Quercus, o Centro de Biociências do Instituto Superior de Psicologia Aplicada (ISPA) e a Faculdade de Medicina Veterinária de Lisboa.

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MensagemAssunto: Biólogo português estuda espécie invasora em Inglaterra   Sab Abr 16, 2011 5:35 pm

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Biólogo português estuda espécie invasora em Inglaterra

Hoje


Mexilhão-zebra espalhou-se pela Europa e só ainda não chegou a Portugal, mas é uma questão de tempo, diz o investigador

O mexilhão-zebra, um bivalve de água doce originário do Mar Cáspio, galgou as fronteiras do berço original e espalhou-se pela Europa e Estados Unidos, com elevados custos ecológicos e económicos.

No continente europeu, Portugal é o único país onde ainda não chegou. "Mas é uma questão de tempo, embora seja impossível prever quando isso acontecerá", explica Ronaldo Sousa, da Universidade do Minho, que estudou a espécie no rio Tamisa. Por isso, alerta, a prevenção é o melhor remédio.

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MensagemAssunto: Autarquia aposta na fiscalização às transgressões ambientais   Qua Abr 20, 2011 3:27 pm

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Acções mais efectivas
Vila Pouca de Aguiar


Autarquia aposta na fiscalização às transgressões ambientais

\"Em vez de serem utilizados os serviços ao dispor das pessoas como Ecopontos, Caixa Compactadora (no Bairro da Brangada), Recolha Porta-Porta no Comércio/Indústria ou a Ecolinha (tel: 800 203 472), o que está a acontecer é que esses materiais recicláveis estão a ser depositados em grande número nos contentores de lixo doméstico ou indiferenciado\", diz a autarquia em comunicado.

Os serviços de fiscalização às transgressões ambientais vão passar a ter acções mais efectivas pelo significativo aumento das transgressões ambientais. O cenário de invasão de contentores de resíduos sólidos urbanos com materiais recicláveis já começa a ser alarmante, tal é a frequência com que se verificam as transgressões ambientais, e com maior incidência nas áreas comerciais.

Apesar dos esforços da Câmara Municipal e da empresa Resinorte em minimizar estas situações, designadamente já com o aumento de circuitos de recolha porta à porta em áreas de comércio/indústria e também um ponto de recolha fixo, o facto é que o cenário de transgressões ambientais é frequente e diversificado. A má utilização das caixas “monstros” é outra das transgressões recorrentes.

Com o intuito de sensibilizar as pessoas, está em curso a campanha “Ao separar, está poupar” em que é pedido ao munícipe para que “Utilize os meios de recolha selectiva que o Município coloca ao seu dispor: Ecopontos | Recolha Porta à Porta no Comércio/Indústria | Caixa compactadora no Bairro da Brangada | Ecolinha 800 203 472 | Ecomail recicláveis@cm-vpaguiar.pt

, 2011-04-19
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MensagemAssunto: Voluntários colocam abrigos para morcegos em árvores   Qua Abr 20, 2011 3:46 pm

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Caixas de madeira
Vila Real


Voluntários colocam abrigos para morcegos em árvores

O Parque Natural do Alvão (PNA) está a colocar abrigos de madeira em árvores para acolher morcegos, uma iniciativa que ocorre devido à diminuição de floresta velha, com troncos ocos e cavidades onde usualmente estes mamíferos se escondem.

O técnico de ecologia aplicada Luís Braz disse hoje à Agência Lusa que, por causa dos incêndios ou da ação humana, o número de árvores velhas tem vindo a regredir na área do PNA, levando também à diminuição dos abrigos dos morcegos arborícolas.

Preocupado com esta situação, o parque, conjuntamente com o Núcleo de Estudo e Protecção do Ambiente (NEPA), da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD), começou a construir caixas de madeira que visam melhorar as condições de habitat destes mamíferos.

Lusa, 2011-04-19
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MensagemAssunto: Cabra preta de Montesinho em risco de extinção    Sab Abr 23, 2011 5:44 pm

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Efectivo de cerca de 600 animais
Distrito de Bragança



Cabra preta de Montesinho em risco de extinção

Esta raça autóctone foi reconhecida há cerca de um ano, abrindo perspectivas optimistas de aumento do efectivo, mas agora a decisão de suspender as candidaturas às medidas agro-ambientais do PRODER veio defraudar as expectativas dos produtores que não têm recursos financeiros para manter o efectivo.

Depois de dez anos de espera, a cabra preta de Montesinho foi finalmente reconhecida pela direcção-geral de veterinária como raça autóctone, em 2010. Esta espécie de caprinos estava seriamente ameaçada de extinção, havendo, apenas 15 produtores com um efectivo de cerca de 600 animais concentrados nos concelhos de Bragança e Vinhais.

Após o reconhecimento, a Associação Nacional de Caprinicultores de Raça Serrana (ANCRAS) passou a ser a gestora do registo zootécnico da raça, com os técnicos a procederem ao registo dos animais com vista à sua inscrição no livro genealógico e dessa forma permitir um melhor acompanhamento destes animais, de forma a tentar preservar a raça e até aumentar o seu efectivo para potenciar todo o valor de produtos, como o leite utilizado na confecção de queijo ou a carne de cabrito.

Para tal, os 15 produtores foram incentivados a apresentarem candidaturas às medidas agro-ambientais no âmbito do PRODER, só que recentemente, o Governo decidiu suspender os apoios às raças autóctones, deixando desiludidos os produtores e a ANCRAS, como entidade gestora.“Quando nos foi dado o livro genealógico desta raça os nossos funcionários começaram a abordar os criadores desta raça para tentar aumentar o efectivo dizendo-lhes que poderiam candidatar a estas ajudas, mas depois quando fomos fazer a inscrição, estavam canceladas e os criadores não ficaram muito satisfeitos” refere o presidente, Arménio Vaz.

Caso fossem aprovadas as candidaturas, os produtores poderiam vir a receber cerca de 30 euros por cabeça por se tratar de uma raça ameaçada de extinção. Com esta suspensão dos apoios, o secretário técnico da raça, Manuel Amândio, teme que os produtores venham a desistir e dessa forma a raça da cabra preta de Montesinho corre sérios riscos de extinção.“Estávamos à espera do reconhecimento da raça há dez anos.

No ano passado ainda houve a indicação por parte da Direcção-Geral de Veterinária de que os criadores poderiam vir a candidatar-se às medidas agro-ambientais. O processo acabou por não decorrer a tempo” recorda o responsável. “Este ano, as pessoas iam poder candidatar-se pela primeira vez” salienta, mas “não há novas candidaturas às medidas agro-ambientais e põe tudo completamente em causa, podendo vir a receber 30 euros por cabeça”. “O seu interesse vai esmorecer e parte das pessoas vão desistir” lamenta.

A cabra preta de Montesinho corre o risco de extinção, depois de terem sido cancelados os apoios às raças autóctones.

Entretanto, a ANCRAS já apresentou um protesto por esta situação à comissão parlamentar de agricultura, esperando que o novo Governo possa voltar atrás nesta decisão de suspender os apoios.

Também Agostinho Lopes, deputado do PCP na Assembleia da República, já fez chegar ao Ministro da Agricultura o seu descontentamento sobre esta questão e pergunta ao titular da pasta da Agricultura porque não foram consideradas soluções de reprogramação do PRODER permitindo a continuação das candidaturas às medidas agro-ambientais.

Brigantia, 2011-04-21
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MensagemAssunto: Câmara vai intensificar fiscalização para apanhar quem coloca lixo fora dos contentores   Ter Abr 26, 2011 12:03 pm

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Aumentar a fiscalização
Vila Pouca de Aguiar



Câmara vai intensificar fiscalização para apanhar quem coloca lixo fora dos contentores

A Câmara Municipal vai apertar o cerco aos que transgridem no que toca à deposição do lixo, aumentando a fiscalização. Os que forem apanhados a prevaricar, como por exemplo, a colocar lixo fora dos contentores, serão punidos com multas de acordo com o regulamento da autarquia para o efeito.

Apesar das campanhas já levadas a cabo, em Vila Pouca de Aguiar, a reciclagem ainda não entrou na rotina da maioria dos munícipes. A constatação é da própria autarquia que, em comunicado de imprensa, garante que “muitos materiais recicláveis estão a ter o destino errado”. “Em vez de serem utilizados os serviços ao dispor das pessoas, como sejam Ecopontos, Caixa Compactadora (no Bairro da Brangada), Recolha Porta-Porta no Comércio/Indústria ou a Ecolinha (tel: 800 203 472), o que está a acontecer é que esses materiais recicláveis estão a ser depositados em grande número nos contentores de lixo doméstico ou indiferen-ciado”, pode ler-se na nota de imprensa, que acrescenta que “o cenário de invasão de contentores de resíduos sólidos urbanos com materiais recicláveis já começa a ser alarmante (…) e com maior incidência nas áreas comerciais”. Além disso, segundo a autarquia, também os contentores de grandes dimensões para recolha dos denominados “monstros” (electrodomésticos, mobiliário, colchões…) não estão a ser utilizados correctamente, sendo que muitas vezes o lixo é colocado fora do contentor, o que também acontece nos contentores de lixo normais.

Para pôr cobro à situação, a Câmara garante que vai aumentar a fiscalização das transgressões ambientais, pondo os fiscais mais tempo na rua e nos locais onde se verifica maior reincidência deste tipo de práticas. A autarquia assegura que a medida surge depois de terem falhado “os esforços” para “minimizar” essas prevaricações, nomeadamente “com o aumento de circuitos de recolha porta à porta em áreas de comércio/indústria”.

No entanto, a par do aumento da fiscalização, a autarquia pôs igualmente em marcha mais uma campanha de sensibilização, denominada “Ao separar, está a poupar”, e que apela ao munícipe para que “utilize os meios de recolha selectiva que o município coloca ao seu dispor: Ecopontos | Recolha Porta à Porta no Comércio/Indústria | Caixa compactadora no Bairro da Brangada | Ecolinha 800 203 472 | Ecomail reciclá veis@cm-vpaguiar.pt.

Margarida Luzio, ST, 2011-04-26
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MensagemAssunto: Duas águias de asa redonda, alvejadas e feridas por caçadores   Ter Maio 03, 2011 2:23 pm

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Águias devolvidas à liberdade
Valpaços


Duas águias de asa redonda, alvejadas e feridas por caçadores

Tratadas e recuperadas, duas águias de asa redonda foram libertadas e devolvidas à natureza no concelho valpacense por uma equipa da UTAD, Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro.

No dia após a comemoração dos 37 anos do Dia da Liberdade, na passada terça-feira, 26 de Abril, duas águias de asa redonda, alvejadas e feridas por caçadores e, posteriormente tratadas, foram libertadas nas freguesias de Vassal e Fornos do Pinhal.

As duas aves foram salvas da morte pelo Centro de Recuperação de Animais Selvagens do Hospital Veterinário da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (CRAS-HVUTAD), depois de alvejadas por caçadores que as confundiram com aves de caça.

Após serem recolhidas há vários meses por populares nas referidas freguesias foram entregues às autoridades e depois à UTAD, onde foram recuperadas e tratadas, com várias intervenções cirúrgicas e fisioterapia.

Depois do tempo de adaptação e reaprendizagem do processo de caça e reabilitação para o voo, o CRAS considerou-as em condições de sobreviverem em liberdade.

A sua restituição à Natureza decorreu nos lugares onde foram encontradas, com a presença das crianças das escolas locais, que viveram uma verdadeira aventura logo no primeiro dia após as férias da Páscoa, acompanhadas de professoras e auxiliares. Uma das águias, uma fêmea, foi lançada em Vassal, e a outra, um macho, em Fornos do Pinhal. Nesta localidade, o médico veterinário Roberto Sargo, do Serviço de Animais Exóticos e Selvagens da UTAD, conversou com os alunos do ensino pré-escolar e primeiro ciclo, explicando a importância destas espécies para a saúde e equilíbrio da Natureza, o seu habitat, os seus hábitos alimentares, a sua reprodução, as suas características físicas principais, etc. Um regalo para os olhos das crianças presentes, que tiveram a oportunidade de ver de perto pela primeira vez uma águia “ao vivo e a cores”, apesar de na região ser possível avistar vários exemplares, mas sempre “à distância”.

Cátia Mata, 2011-05-03
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MensagemAssunto: Crianças vendem compotas para salvar milhafre   Ter Maio 10, 2011 4:10 pm

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Recupera na UTAD
Vila Real


Crianças vendem compotas para salvar milhafre

Quarenta crianças do Colégio Efanor, situado em Matosinhos e pertencente à Fundação Belmiro Azevedo, venderam compotas caseiras com o intuito de angariar fundos para salvarem a vida a um milhafre ferido na asa. A missão foi cumprida: o animal está já aos cuidados do centro veterinário da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD).

Com idades compreendidas entre os quatro e os cinco anos, as crianças desenvolveram a ação no âmbito do plano de atividades do colégio, que procura incutir nos mais novos o respeito pela biodiversidade, alertando para o papel fulcral das espécies selvagens no equilíbrio dos ecossistemas.

O milhafre, encontrado num pinhal de Coimbra há alguns meses, com diversos traumatismos e incapaz de voar, foi sujeito a várias cirurgias no Centro de Recuperação de Animais Selvagens da UTAD, mas já está restabelecido e pronto a ser devolvido à Natureza.

Em comunicado, a UTAD refere que o montante angariado será utilizado na compra de equipamento para ajudar a salvar outros animais selvagens em perigo.

No dia 13 de maio, as crianças do colégio Efanor vão assistir à libertação do milhafre e também de uma águia de asa redonda, que entretanto foi igualmente recolhida e tratada pelos técnicos do Centro de Recuperação de Animais Selvagens.

, 2011-05-10
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MensagemAssunto: Pesca de pequena escala é mais rentável   Sab Maio 14, 2011 4:28 pm

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Pesca de pequena escala é mais rentável

Hoje


Universidade dos Açores estudou o sector e verificou que a pequena pesca tem mais ganhos económicos e ambientais

Investigadores do Departamento de Oceanografia e Pescas (DOP) da Universidade dos Açores fizeram estudo sobre o sector pesqueiro do arquipélado, confirmando que a pesca de pequena escala é mais sustentável do que a industrial. Mas os seus dados revelaram, sobretudo, que a primeira tem também maior valor económico e que, além de utilizar menos combustível, o que se traduz em menos gastos e menos custos ambientais, também faz menos capturas acidentais.

In DN

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MensagemAssunto: Primeira feira ibérica da sustentabilidade urbana mostra soluções «amigas» do ambiente   Ter Maio 24, 2011 1:53 pm

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Entre 07 e 09 de junho
Bragança



Primeira feira ibérica da sustentabilidade urbana mostra soluções «amigas» do ambiente

A cidade de Bragança acolhe, entre 07 e 09 de junho, a primeira Feira Ibérica da Sustentabilidade Urbana que vai mostrar as mais diversas tecnologias e soluções «amigas» do ambiente, anunciou hoje a organização.

No evento estarão presente 50 empresas e entidades portuguesas e espanholas para dar a conhecer \"boas práticas, serviços, produtos, tecnologias e projetos\" relacionados com a sustentabilidade urbana, explicou o presidente da câmara de Bragança, Jorge Nunes.

A autarquia de Bragança é a promotora do evento que surge no âmbito de um projeto transfronteiriço mais vasto com um total de cinco parceiros de Bragança, em Portugal, e Salamanca e Zamora, em Espanha.

O autarca de Bragança pretende que esta feira sirva para a \"transferência de conhecimento das áreas do ecoturismo, eco-energia, ecoprodutos e eco-construção\", para empresários, projetistas, construtores, organismos públicos e o cidadão em geral.

\"Mostrar os desenvolvimentos que estão a ocorrer nestas quatro áreas\" é o propósito da iniciativa que, além do espaço expositivo, na Praça Camões, ao ar livre, tem um programa paralelo de palestras com especialistas da Península Ibérica nestas áreas.

Esta feira ibéria representa um investimento de 40 mil euros financiados pelo programa de cooperação transfronteiriça -- POCTEP - e resulta de uma parceria que envolve a Câmara de Bragança, o Instituto Politécnico de Bragança (IPB), a Associação Empresarial do Distrito de Bragança (Nerba), a \"diputación\" de Zamora e o Instituto de Recursos Naturais e Agrobiologia de Salamanca.

Cada um dos parceiros tem também em curso um projeto próprio na área da sustentabilidade, no caso de Espanha, em Salamanca trabalha-se no apuramento de uma planta para fabrico de biocombustíveis, e em Zamora num plano de eficiência para os edifícios públicos.

Em Portugal, o IPB dedica-se às energias renováveis, o Nerba à execução de um manual de eficiência energética para distribuir aos empresários e a Câmara de Bragança, além da feira ibérica, um plano de eficiência energética.

O município está já a aplicar algumas medidas que visam também poupar 20 mil euros por ano em iluminação pública.

Este é o valor que a autarquia estima reduzir na fatura da eletricidade com uma medida, já em vigor, que passa por desligar parte das lâmpadas que iluminam as ruas da cidade a partir da meia-noite.


Lusa, 2011-05-24
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MensagemAssunto: Lobo ibérico é uma espécie "bastante ameaçada"   Seg Maio 30, 2011 5:08 pm

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Lobo ibérico é uma espécie "bastante ameaçada"

por Lusa
Hoje


Considerado "predador encurralado", por resistir a diversas armadilhas, fruto de conflitualidades com o homem, o lobo ibérico precisa de mais protecção, sendo necessário criar um plano de acção nacional para a sua conservação.

A ideia é defendida pelo biólogo Francisco Álvares, que segue o trilho desta espécie protegida há vários anos e que está a preparar uma tese de doutoramento sobre o lobo ibérico.

Em declarações à Lusa, Francisco Álvares afirmou que o lobo ibérico é uma espécie que "está bastante ameaçada" e é, porventura, aquela "com uma maior diversidade e complexidade de relações com o homem", pelo facto da sua "dieta se basear em animais domésticos".

O biólogo considera que há ainda muitos desafios pela frente para preservar esta espécie, defendendo que "é urgente" a elaboração de um Plano de Ação para a sua conservação, à semelhança do que existe para o lince ibérico.

"É preciso garantir-lhe alimento e espaço numa paisagem cada vez mais humanizada e fragmentada", disse, acrescentando ser ainda necessário "conseguir uma medida de coexistência com o homem".

Este último registo é, contudo, difícil de contornar, sendo que Álvares admitiu que, no Noroeste do país, em Bragança, apesar de existir "um efetivo pecuário razoável, existem populações de animais silvestres", o que faz com que o lobos "acabem por não gerar conflito".

Em declarações à Lusa, o presidente do Instituto de Conservação da natureza e Biodiversidade (ICNB), Tito Rosa, afirmou que "não está fora de hipótese desenhar" um plano de ação para o lobo.

"Temos vindo a acompanhar a situação", garantiu Tito Rosa, adiantando que o ICNB "está a aprofundar trabalhos para conhecer melhor quais as metodologias mais eficazes para diminuir a questão dos ataques" do lobo a animais.

O responsável adiantou ainda que estão a ser estudadas formas para que o pagamento das indemnizações aos pastores se proceda de "forma mais célere".

Já o espanhol Luís Llaneza, especialista em recursos naturais, que falou no Porto no âmbito do encontro ibérico sobre as "múltiplas perspetivas da relação homem-lobo", salientou que o conflito social permanecerá.

"Depois de tantos anos a trabalhar com lobos ainda não temos solução, porque não há uma varinha mágica para esta questão homem/lobo", frisou.

Adiantando que, na Península Ibérica, "os lobos estão já ao lado das casas, o que gera muito conflito", Llaneza disse que "o conflito social permanecerá e que a questão central agora é perceber se sabemos viver com este problema".

Na sua opinião, é preciso encontrar um consenso, porque existe o real problema da necessidade de conservação desta espécie.

De acordo com estudos recentemente desenvolvidos, disse, "o lobo está em cerca de 85 por cento da área da Galiza" e "pode viver em qualquer sítio, desde que haja alimento e que o homem não o provoque".

De acordo com dados do ICNB, o lobo ibérico terá sido responsável, em 2010, por 2.500 ataques a animais domésticos, o que acarretou indemnizações de 765 mil euros, mas esta espécie em vias de extinção também foi agredida pelo homem.

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MensagemAssunto: Vila Real apresenta «Rogas do Rio» e lança Banco de Voluntariado Ambiental   Dom Jun 12, 2011 5:00 pm

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«Proteger é conhecer»
Vila Real


Vila Real apresenta «Rogas do Rio» e lança Banco de Voluntariado Ambiental

A Câmara de Vila Real apresenta na quinta-feira \"Rogas dos Rios\", que contempla ações de limpeza dos cursos de água, e o Banco de Voluntariado Ambiental, projetos que estão inseridos no plano de preservação da biodiversidade do concelho.

Anunciado no início de 2010, este programa de preservação inclui dois projetos - «Seivacorgo» e «Proteger é conhecer» - contando com um financiamento de 1,7 milhões de euros, aprovado no âmbito do Programa Operacional Regional do Norte (ON.2 - O Novo Norte).

O \"Seivacorgo\" destina-se à proteção das margens ribeirinhas dos rios Corgos e Cabril e dos seus afluentes, quer da fauna quer da flora que fazem parte destes ecossistemas.

O vereador Miguel Esteves disse hoje à Agência Lusa que este programa inclui a realização de rogas do rio, que são ações de limpeza dos cursos de água (Corgo e Cabril e ribeiros do concelho), e pretende envolver as comunidades na sua preservação e proteção.

O nome para este projeto foi inspirado nas tradicionais rogas do Douro, em que muitas das vindimas eram feitas pelas rogas ou grupos de homens e mulheres que desciam do alto de Trás-os-Montes ou subiam das Beiras para cortar as uvas, carregá-las para as adegas e fazerem a pisa nos lagares à noite.

Com o Banco de Voluntariado Ambiental, segundo o vereador, a autarquia pretende juntar voluntários para a realização de ações regulares de limpeza e de proteção da natureza em todo o concelho.

Com o \"Proteger é Conhecer\", a autarquia pretende proteger as várias espécies que vivem neste território, algumas delas ameaçadas, nomeadamente o lepidóptero maculinea alcon, vulgarmente conhecido como borboleta azul, que possui uma colónia no Parque Natural do Alvão (PNA) e se encontra ameaçada em muitos países do Centro e Norte da Europa.

Para o efeito, o projeto inclui a construção da Estação da Maculinea, na zona da Campeã, onde vai ser possível observar o ciclo biológico desta espécie.

Por isso mesmo, a ideia é também envolver os produtores de gado de raça maronesa do Alvão, para que se associem à preservação da espécie, respeitando a agropecuária tradicional e aplicando técnicas amigas do ambiente.

Será ainda criado o \"Fundo da Biodiversidade de Vila Real\", que será aplicado na continuidade do projeto.

A autarquia conta com a parceria da Tagis - Centro de Conservação das Borboletas de Portugal, a associação Parques com Vida, a Quercus, o Instituto da Conservação da Natureza e da Biodiversidade (ICNB) e a Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD).


Lusa, 2011-06-09
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MensagemAssunto: Nova comunidade indígena encontrada na Amazónia   Sex Jun 24, 2011 10:38 am

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Nova comunidade indígena encontrada na Amazónia

por Lusa
Hoje


A Fundação Nacional do Índio (Funai) anunciou na terça-feira a descoberta de uma comunidade indígena no Amazonas, no norte do Brasil, numa região conhecida como Vale do Javari.

A primeira identificação do grupo foi feita a partir de imagens de satélite, analisadas pela Frente de Proteção Etnoambiental da Funai, e confirmadas depois num voo realizado na região em abril.

Até ao momento, a presença destes índios era apenas indiciada num "estudo", pois havia relatos da sua existência, mas sem informações conclusivas sobre a sua exata localização.

A comunidade, que vive isolada, está localizada a sul da Floresta Amazónica, numa região próxima da fronteira com o Peru. Acredita-se que o grupo compreenda cerca de 200 índios, distribuídos em quatro malocas -- grandes cabanas de palhas capazes de abrigar até cem pessoas.

O coordenador da Frente do Vale do Javari, Fabrício Amorim, explicou que a identificação de uma referência como esta fazem parte de um trabalho sistemático e metódico, com realização de pesquisas documentais, que levam anos para ser concluídas.

Até ao momento, as análises preliminares indicam que o grupo pertence à família linguística Pano.

Amorim referiu que nas imagens foi possível indetificar "malocas", além de roças cultivadas com produtos que fazem parte da alimentação diária da comunidade. "Além do milho, havia banana e uma vegetação rasteira que parecia ser amendoim, entre outras culturas", relatou.

Segundo o investigador, também foi possível identificar -- tanto pelo plantio, quanto pelo estado da palha das choupanas -- tratar-se de uma ocupação recente. "A roça, bem como as malocas, são novas, datadas de no máximo um ano", comentou.

A assessoria de comunicação da Funai explicou à Lusa que os grupos são identificados para que possam entrar em políticas de proteção da sua sobrevivência.

"Não se trabalha mais com a ideia de estabelecer contacto com eles. Houve apenas a identificação aérea, nenhum dos pesquisadores esteve diretamente no local", explicou.

Entre as principais ameaças à integridade desses grupos estão a pesca ilegal, a caça, a exploração de madeira, o garimpo, atividades agro-pastoris com grandes destruições da floresta, ações missionárias e problemas típicos de fronteira, como o narcotráfico.

Outra situação que requer cuidados é a exploração de petróleo no Peru, que se pode refletir na terra indígena do Vale do Javari, onde atualmente já existem 14 referências de comunidades indígenas.

Segundo dados da Funai, entre 2006 e 2010, foram localizados 90 indícios de ocupação territorial, que apontam para a existência de uma população de aproximadamente dois mil indígenas.

In DN

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MensagemAssunto: Re: Ecologia   

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Ecologia
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