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RMaria

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MensagemAssunto: Autarca preocupado com ação judicial da Quercus   Seg Jul 30, 2012 3:06 pm

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Barragem de Veiguinhas
Bragança


Autarca preocupado com ação judicial da Quercus

O presidente da Câmara de Bragança, Jorge Nunes, afirmou que a ação judicial intentada pela Quercus para travar a barragem de Veiguinhas pode «por em risco vidas humanas» face à «situação dramática» no abastecimento de água à cidade.

A associação ambientalista avançou com uma providência cautelar que pode ter efeitos suspensivos sobre o projeto e impedir que o mesmo avance até ser decidida a ação principal, que também já foi apresentada no Tribunal Administrativo e Fiscal de Mirandela, e que pode levar anos a ser julgada.

O presidente da Câmara de Bragança avançou hoje à Lusa que está a ser preparada pela proponente do projeto, a Águas de Trás-os-Montes e Alto Douro, a contra-argumentação à posição da Quercus, mas mostrou-se \"muito preocupado com esta situação\".
\"Uma eventual decisão errada vai trazer danos extremamente graves para a população, podendo trazer mesmo riscos associados relacionados com perdas de vidas humanas\", afirmou.

Já o dirigente da Quercus, João Branco, garantiu, em declarações à Lusa, que o reforço do abastecimento a Bragança podia estar resolvido \"há já sete anos\", se tivesse sido construída a solução a partir do Azibo, em Macedo de Cavaleiros, aprovada pelo Ministério Do Ambiente, em 2005.

\"Há outras soluções e uma já estava aprovada e eu não sei porque é que ela não foi executada e passados sete anos decide-se no sentido inverso\", afirmou, realçando que \"o que interessa a Bragança é ter água, não interessa de onde é que ela vem\".

O ambientalista afirmou ainda que existem \"meia dúzia de alternativas\" a Veiguinhas, algumas das quais não foram sequer estudadas, como o alteamento da atual barragem da Serra Serrada, a única reserva de água que fica esgotada depois do verão e já obrigou ao recurso a autotanques para garantir o abastecimento a cerca de 30 mil habitantes.

A Serra Serrada e Veiguinhas foram projetadas há 30 anos no sistema de abastecimento público que nunca chegou a ser concluído porque, entretanto, foi criado o Parque Natural de Montesinho e as leis ambientais ficaram mais restritivas.

Os ambientalistas entendem que Veiguinhas, aprovada em março depois de sucessivos chumbos ambientais, viola o plano de ordenamento da área protegida, o plano diretor municipal de Bragança, o Plano de Bacia Hidrográfica do Rio Douro, Rede Natura, zonas de proteção especial e a lei de proteção do Lobo Ibérico, entre outras diretivas.

Para João Branco, existe ainda outra questão essencial: \"saber qual o papel do Parque Natural de Montesinho para o desenvolvimento de Bragança, que só será atrativo se os valores forem conservados\".
O autarca Jorge Nunes entende que \"tudo é secundário perante uma situação grave que é o problema de abastecimento de água\" que classificou de \"uma situação única no país, de emergência, que carece de uma resolução\".

\"É preciso saber priorizar e hierarquizar os valores e, neste caso, é a vida humana que está em causa\", reiterou, afirmando que em caso de rutura não haverá capacidade de resposta no país para garantir água à população.

Jorge Nunes adiantou que a obra já tem financiamento assegurado por fundos comunitários e que o projeto está a ser ultimado para lançar o concurso público de execução de forma urgente, logo que haja decisão judicial e esta permita avançar com a barragem.

Lusa, 2012-07-30
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Romy

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MensagemAssunto: Ban Ki-moon anuncia iniciativa para a defesa dos oceanos   Dom Ago 12, 2012 2:23 pm

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Ban Ki-moon anuncia iniciativa para a defesa dos oceanos

por Lusa, publicado por Elisabete Silva
Hoje


O secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, anunciou hoje, em Yeosu, Coreia do Sul, o lançamento de uma iniciativa para a proteção dos oceanos.

Designada "Compacto Oceanos", a iniciativa tem por objetivo a preservação das espécies ameaçadas pela pesca, bem como o combate à poluição e à subida do nível das águas do mar.

O projeto pressupõe igualmente o aumento de eficiência da coordenação dos esforços empreendidos, no seio da ONU, para a salvaguarda dos oceanos, que se encontram em "estado precário", como sublinhou Ban Ki-moon.

"Os nosso oceanos estão a aquecer e a expandir-se", disse o secretário-geral da ONU, na conferência que marca o 30.º aniversário da assinatura da Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar.

"Arriscamos mudanças irrevogáveis em processos que ainda não percebemos integralmente, como se verifica com as alterações do clima", prosseguiu Ban Ki-moon, alertando igualmente para o aumento da acidez das águas dos mares, que "destrói a base de vida nos oceanos e ameaça redesenhar o mapa mundial, pondo em risco centenas de milhões de pessoas, entre os mais vulneráveis do planeta".

Uma comissão de alto nível vai ser constituída para elaborar o plano de acção do "Compacto Oceanos", reunindo políticos, cientistas e oceanógrafos, representantes do setor privado e da sociedade civil, assim como membros de organizações das Nações Unidas.

Até 2025, os países devem fixar metas para reduzir emissões poluentes e pelo menos dez por cento das áreas marinhas e costeiras devem ser sujeitas processos de preservação.

"Compacto Oceanos" prevê igualmente o reforço da luta contra a pesca ilegal, a reposição de populações marinhas e a erradicação de espécies invasoras.

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Fantômas

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MensagemAssunto: Descoberto um novo inseto graças à Internet   Seg Ago 13, 2012 1:48 pm

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Descoberto um novo inseto graças à Internet

por Paula Mourato
Hoje


O entomologista norte-americano Shaun Winterton, que trabalha no Departamento de Agricultura e Alimentação da Califórnia, descobriu uma nova espécie de inseto ao contemplar fotos de insetos publicadas no site de fotografia Flickr.

Um inseto chamou a atenção do entomologista Shaun Winterton: era um Chrysoperla, inseto já conhecido mas com um aspeto diferente. O corpo possuía uma fina rede de linhas pretas e pintas azuis que nunca se tinha visto. Tinha encontrado, nada menos, que uma nova espécie.

Os Chrysoperla são insetos delicados, com grandes asas que parecem renda. vivem em habitats muito variados, mas preferem as florestas tropicais. Os adultos alimentam-se especialmente de flores, mas as larvas são predadores ferozes de outros insetos e muitas vezes carregam os corpos das suas presas nas costas depois de as terem morto com as suas enormes mandíbulas que agem como tubos de sucção.

A nova espécie de Chrysoperla, designada de semachrysa jade, vive nas florestas tropicais da Malásia e foi descoberta graças às fotos publicadas no site da Internet Flickr.

Depois de descobrir por acaso as imagens do inseto, Winterton entrou em contato com o autor das fotografias e levou a cabo uma expedição no sentido de capturar um exemplar na mesma área.. Este foi analisado no Museu de História Natural de Londres e concluiu que não havia nada parecido.

O inseto é agora apresentado na revista ZooKeys.

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MensagemAssunto: Brasileiros criam plantas resistentes à seca   Seg Ago 20, 2012 10:13 am

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Brasileiros criam plantas resistentes à seca

por Fabiane Roque, agência Lusa
Ontem


Investigadores brasileiros estão a testar em laboratório plantas transgénicas capazes de resistir a longos períodos de seca, numa resposta às preocupações suscitadas pelas alterações climáticas.

"O projeto começou a partir da pesquisa do genoma da planta do café. Nesse estudo, que contou com mais de 100 investigadores, identificámos os 30 mil genes do café e, a partir daí, cada grupo passou a pesquisar uma característica específica", afirmou à Lusa o investigador Eduardo Romano, ao explicar que o seu grupo ficou com a missão de estudar os genes associados à resistência à seca.

Após ser identificado, esse gene foi isolado e testado numa planta-modelo, de uma espécie semelhante à mostarda, com o nome científico Arabidopsis thaliana.

"As plantas que receberam o gene sobreviveram 40 dias sem água, enquanto as que não o receberam morreram após 15 dias sem água", disse Eduardo Romano, que integra a equipa científica da Empresa Brasileira de Pesquisa Agrícola (Embrapa), onde o projeto é levado a cabo.

Graças aos resultados animadores obtidos nas primeiras experiências, a descoberta será testada agora em cinco culturas comerciais, entre elas alguns dos principais produtos de exportação brasileira: cana-de-açúcar, soja, arroz, trigo e algodão.

De acordo com o investigador, exemplares dessas cinco espécies já receberam o gene especial e estão a ser observadas em laboratório. Após o nascimento das primeiras plantas transgénicas, as sementes serão novamente testadas em laboratório para, só então, a partir de uma seleção das melhores amostras, serem iniciados testes de campo.

"Acreditamos que num ano e meio já teremos os resultados da experiência em todas as culturas", avança.

Em paralelo com os estudos de viabilidade do gene da resistência à seca, a equipa está também a realizar testes toxicológicos para garantir que os produtos resultantes das culturas transgénicas serão seguros para consumo.

De acordo com o investigador, já foi possível comprovar que as variedades geneticamente modificadas em estudo não serão propensas a causar alergias.

"Ao longo do desenvolvimento do produto vamos fazendo vários testes. Por exemplo, já vimos que essa proteína não é propensa a causar alergia. Fazemos isso comparando com um banco de dados que a FAO possui", explica.

Segundo Romano, a legislação brasileira atual é bastante rigorosa no controlo de produtos transgénicos e o investimento em testes de biossegurança chega a ser até dez vezes superior ao investimento na pesquisa em si.

A seca figura entre os maiores problemas da agricultura em todo o mundo. A atual estiagem que ameaça a produção de milho nos Estados Unidos levou recentemente a um pedido oficial da Organização da ONU para Agricultura e Alimentação (FAO) para que o país abandone temporariamente sua produção de biocombustível a partir do milho.

In DN

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MensagemAssunto: Ozono a mais na serra do Alvão   Ter Ago 21, 2012 2:04 pm

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A maior concentração de ozono
Vila Real


Ozono a mais na serra do Alvão

A serra do Alvão, em Vila Real, registou neste ano 15 horas de concentração de ozono superior ao habitual. É a maior concentração de ozono de toda a região Norte.

Segundo a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte, desde o início do ano e até quinta-feira, registaram-se em toda a região Norte 17 horas de excedências ao limiar de informação ao público aplicável ao ozono.

Francisco Esteves, médico do Centro Hospitalar de Trás-os-Montes e Alto Douro, refere que este poluente é passível de causar sintomatologia respiratória em doentes sensíveis, nomeadamente crianças e asmáticos, e pode provocar irritação ocular.

A população da serra do Alvão diz que a presença do poluente não afecta o seu quotidiano.

CM, 2012-08-20
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MensagemAssunto: População do Cachão invadiu as instalações da Soduol e da Mirapapel   Ter Ago 21, 2012 2:09 pm

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«Cachão não é caixão»
Mirandela



População do Cachão invadiu as instalações da Soduol e da Mirapapel

A população do Cachão, em Mirandela, invadiu as instalações da Soduol e da Mirapapel, acusando estas unidades de porem em risco a saúde dos habitantes.

O deputado da Assembleia Municipal de Mirandela, Pedro Fonseca, também participou na manifestação e diz mesmo que se trata de “um crime de saúde pública”. “O Ministério do Ambiente concluiu em 2010 que se trata de 16 poluentes neurotóxicos com potencial cancerígeno”, sublinhou.

O deputado garante que em 2010, o Ministério do Ambiente mandou encerrar as duas unidades, e não entende como ainda continuam a funcionar. “São empresas que não respeitam a legislação e que foram mandadas encerrar pelo Ministério do Ambiente e estão a trabalhar em pleno”, afirmou.

Pedro Fonseca explica que dadas as circunstâncias, “a população resolveu juntar-se e invadiu as instalações e mostrou o que estava escondido há muitos anos”.
Pedro Fonseca vai mais longe e condena o presidente da Câmara Municipal de Mirandela (CMM) e o delegado de saúde por se alhearem deste alegado crime ambiental.

O deputado diz que “o delegado de saúde de Mirandela alheia-se a esta situação e o engenheiro Branco deve estar a fazer alguma confusão entre Cachão e Caixão”. “Ele deve querer pôr as pessoas do Cachão no caixão”, salientou.

Fernanda Freitas, uma popular que participou na manifestação, garante que a população vai adoptar medidas drásticas, caso as unidades não sejam encerradas. “A população entrou e não apareceu nem a GNR nem a Câmara, porque eles sabem que nós temos razão”, garantiu. “Mas se não tomarem providências nós iremos tomar medidas mais drásticas”, afirmou.

Jornal Nordeste, 2012-08-20
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MensagemAssunto: As queixas de quem tem como vizinhança uma vacaria    Ter Ago 28, 2012 4:34 pm

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Habitantes de Valcerto
Mogadouro


As queixas de quem tem como vizinhança uma vacaria

Um casal de idosos passa o tórrido verão transmontano «abafado» em casa sem poder abrir uma janela para evitar os cheiros, moscas e as investidas dos animais de uma vacaria numa aldeia de Mogadouro.

Os poucos habitantes de Valcerto, superados em largas centenas pelo número de cabeças de gado, estão habituados a coabitar com os animais numa zona em que a pecuária é um tradicional meio de subsistência e com peso na economia regional.

Na aldeia circulam rebanhos de cabras e ovelhas e há várias vacarias, mas a que se encontra instalada junto ao largo, na saída para Mogadouro, é motivo de queixa de vários vizinhos.
O casal Rosa Verde e José Ramos, com oitenta anos, vive há \"para cima de 20 anos\" paredes meias com a vacaria, separado apenas por uma estreita rua da exploração com 20 animais.
José disse à Lusa que ao longo destes anos já se queixou \"à Câmara, à GNR\", foi \"duas vezes ao delegado de saúde\".

\"Davam-me razão e nada\", contou.
\"Nós não podemos abrir uma janela. Estamos aqui abafados\", queixa-se Rosa, na cozinha da casa com portas e janelas fechadas num quente final de tarde de verão.

O desconforto de não poder arejar a casa é ainda assim melhor do que a alternativa de ser invadida pelo cheiro e moscas.
Já não podem sequer correr as persianas que se encontram \"presas com um baraço\" depois de terem sido destruídas pelos embates dos animais ao passarem na rua, segundo relataram.

\"Às vezes chegamos de um terreno [de cultivo] e vamos para comer, mas temos de sair daqui por causa do cheiro e das moscas\", contou José.
De inverno é o lodo, além da sujidade que os animais espalham pela rua.
Mais acima, no largo da aldeia, as vizinhas Clemência Gonçalves e Ermelinda Teixeira descrevem a situação como \"uma miséria\".

\"Quando estão a tirar o estrume das vacas não se para em casa\", afirmou Clemência.
Os vizinhos queixam-se também de os animais irem beber \"três vezes ao dia ao tanque público\".
O proprietário da vacaria, Compertino Casimiro, compreende as queixas da vizinhança, mas garante que os seus animais \"não são exceção\".

\"Todos passam pelo povo, mesmo cabras, ovelhas, passa o gado todo povo acima, povo abaixo. Não são só as minhas que passam\", afirmou.
Compertino não compreende a reação das pessoas já que, segundo disse, \"às vezes, mesmo as próprias que reclamam chegam a despejar tudo no ribeiro, o que é bem pior\".

A família deste agricultor toda vida teve gado e a vacaria foi herdada do pai há mais de 20 anos.
O agricultor garantiu que \"a Câmara licenciou\" o espaço aos antigos donos para utilização de estábulo\" e que ele próprio está agora a tratar do processo de licenciamento de acordo com as novas regras para estas explorações, em vigor desde 2009.

Mas a situação do setor está tão má que não sabe se valerá a pena e o mais certo será \"fechar\".
\"Não dá. Estou a vender gado porque estou a ter prejuízo. Posso ficar com uns vitelecos, mas não se justifica continuar\", afirmou.


Lusa, 2012-08-28
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MensagemAssunto: Projecto ibérico reabilita 18 espaços naturais do Nordeste Transmontano   Ter Ago 28, 2012 4:39 pm

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Zonas verdes e jardins
Distrito de Bragança


Projecto ibérico reabilita 18 espaços naturais do Nordeste Transmontano

Mais de 64 mil euros vão ser investidos em concelhos fronteiriços do Nordeste Transmontano no âmbito de um projecto ibérico que pretende recuperar, até ao final do ano, uma centena de espaços verdes de localidades portuguesas e espanholas.

O promotor da iniciativa, o Agrupamento Europeu de Cooperação Territorial (AECT) Duero-Douro, anunciou hoje a abertura do concurso público para recuperação de 18 espaços naturais degradados nos concelhos de Mogadouro, Miranda do Douro, Torre de Moncorvo, Vimioso, Freixo de Espada à Cinta e Vila Nova de Foz Côa.

As intervenções correspondem à reabilitação de zonas verdes e jardins, limpeza e adaptação de ribeiras e praias fluviais e criação de caminhos turísticos nos espaços naturais.

O investimento será feito no âmbito do projecto Fronteira Natural, promovido pelo AECT Duero-Douro, com o objectivo de conservar e revitalizar o património natural da zona fronteiriça entre Portugal e Espanha.

O projecto está, segundo o promotor, a realizar uma centena de actuações de conservação ambiental com um investimento total de 800.000 euros, cofinanciado em 600.000 euros pela União Europeia, através do Programa de Cooperação Transfronteiriça Espanha-Portugal (POCTEP).

Desta centena de acções, 80 serão realizadas mediante adjudicação do contrato de obras por concurso público e as restantes através de acções de voluntariado ambiental.

Lusa, 2012-08-28
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MensagemAssunto: A barragem que venceu lobos e uma paisagem protegida    Sab Set 01, 2012 5:25 pm

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Barragem de Veiguinhas
Bragança



A barragem que venceu lobos e uma paisagem protegida

A barragem que venceu lobos e uma paisagem protegida
Depois de vários chumbos nos Estudos de Impacte Ambiental, a Barragem de Veiguinhas, Bragança, teve o «sim» do Governo. E há quem fale em atentado ambiental.

Olhando para o vale encaixado de Veiguinhas, onde em breve poderá ser construída a nova barragem para abastecimento de água a Bragança, dificilmente se adivinha o elevado valor ambiental que preserva.

\"A importância natural de um ecossistema nem sempre se vê\", alerta José Castro, professor no Instituto Politécnico de Bragança, doutorado em Ciências da Paisagem. É ele o nosso guia até ao local que, de há 15 anos a esta parte, aparece na imprensa sempre que a falta de água no concelho vem à tona.

Desde 1997 que a Câmara Municipal de Bragança (CMB) tenta construir aqui uma barragem, com a qual pensa resolver todos os problemas de falta de água à população do concelho (na cidade, nunca faltou).

Até março deste ano altura em que o atual secretário de Estado do Ambiente, Pedro Afonso Paulo (com cargos em três empresas ligadas às Águas de Portugal no currículo), deu parecer favorável ao projeto, a história de Veiguinhas chegava a ser monótona, de tão repetitiva.

Houve quatro Estudos de Impacte Ambiental chumbados e outros tantos não chegaram sequer à fase final do processo, por não cumprirem os requisitos. Num daqueles estudos, o de 2005, Veiguinhas mereceu apreciação desfavorável, mas o então secretário de Estado do Ambiente de Durão Barroso, Jorge Moreira da Silva, dava o aval a outra solução apresentada a captação de água na vizinha albufeira do Azibo, em Macedo de Cavaleiros. Com uma decisão que a CMB não seguiu, mas que as vozes que se opõem à construção da barragem não esquecem. Já lá iremos...

Por agora, diga-se que a luz verde do Governo à barragem não pôs um ponto final na polémica. Nas instâncias políticas e judiciais, tudo parece divergir do sossego absoluto que às dez da manhã de uma sexta-feira se respira em Veiguinhas.

A Quercus interpôs, em junho, uma providência cautelar tentando impedir que as obras avancem, sem antes ser julgada a Ação Judicial com que tenta anular a Declaração de Impacte Ambiental favorável. Entretanto, no fim de julho, o Ministério da Agricultura, Mar, Ambiente e Ordenamento do Território, entregou ao Tribunal Administrativo e Fiscal de Mirandela uma declaração em que alega interesse público na construção da barragem, tentando assim retirar efeito à referida Providência.


COINCIDÊNCIAS... Mas, afinal, o que é que Veiguinhas tem que não se vê? \"Neste local, o grande valor é a dimensão do terreno não perturbado.

Torna-se um corredor importantíssimo para o lobo ibérico\", explica José Castro, olhando em volta uma natureza praticamente virgem de \"pegadas\" humanas. Se Veiguinhas avançar, prossegue, o lobo não será a única espécie ameaçada a ver o seu habitat alterado: \"A toupeira de água vive sobretudo em rios secundários e terciários, sobre os quais a barragem será construída \", lembra o professor.

O Parque Natural de Montesinho (PNM) estende-se ao longo de 75 mil hectares.

No centro de toda a polémica está precisamente um dos locais mais protegidos de todo o perímetro. O Plano de Ordenamento do Parque classifica-o como \"área non aedificandi\"; a fauna e os habitats prioritários são protegidos por legislação comunitária e nacional.

João Branco, da Quercus, não entende o que mudou para que o projeto seja agora aprovado: \"Os lobos, os veados, as toupeiras de água continuam lá, tal como o resto da fauna e flora protegidas\". Para ele e para a Associação Nacional da Conservação da Natureza, que representa, há interesses escondidos. Branco prefere usar a ironia e falar em \"coincidências\". Refere-se ao facto de o novo empreendimento ir \"permitir desviar água do rio Sabor para a barragem de Serra Serrada\" e, com isso, \"aumentar a produção de energia elétrica \" da barragem já existente.

O ambientalista estranha o \"discurso de dramatização\" do Presidente da CMB: \"Se a questão da falta de água é tão urgente porque não realizou a solução (do Azibo) apontada logo em 2005?\", deixa no ar.


ESTUDOS INSUFICIENTES? Jorge Nunes, o autarca, defende-se. \"O Azibo era uma solução inviável. Implicava um investimento inicial de 30 milhões de euros e grandes gastos energéticos de origem fóssil (por ter de se recorrer a um sistema de bombagem), que fariam subir a faturas de eletricidade. Além de que iria impor condicionantes ao fornecimento de água a Macedo e Mirandela, que já são abastecidas por essa albufeira\", diz. Veiguinhas \"ficará por 10 milhões de euros\". [O EIA, porém, situa a diferença entre as duas opções em apenas 12 por cento].

E quanto à produção de energia elétrica? \"O projeto é estritamente dedicado ao abastecimento público de água\", afiança o autarca. E desvaloriza os ganhos com Serra Serrada: \"Não têm expressão\". Fazendo contas de cabeça, estima que no último ano tenham rendido 250 a 300 mil euros aos cofres municipais. Para Veiguinhas ser rentável a esse nível, \"ter-se-iam de construir mais condutas\", avança.

Já o ex-presidente das Águas de Trás-os-Montes e Alto Douro (ATMAD) que, durante nove anos (a partir de 2000) acompanhou de perto o processo, tem opinião diferente. Alexandre Chaves considera que a nova barragem vai aportar \"valores significativos à CMB, com benefício também para a ATMAD\".

Em entrevista telefónica à VISÃO, fala no assunto com naturalidade: \"Se existe já um sistema montado, por que não aproveitar a água de Veiguinhas para produzir também energia elétrica?\", interroga.

O ex-dirigente não tem, porém, dúvidas de que esse é o \"grande problema do projeto e dos chumbos\". Havendo \"necessidade de abastecer água a Bragança, o que fazia confusão ao Instituto de Conservação da Natureza e Biodiversidade (ICNB) era que ao longo do percurso essa água pudesse produzir energia\".

Em resposta às questões enviadas pela VISÃO, o ICNB limitou-se a enviar um excerto do Parecer da Comissão de Avaliação (CA) do projeto. Tal como em todas as vezes anteriores, desta, o organismo voltou a opor-se ao projeto. Não subscreveu a Declaração de Impacte Ambiental favorável, por considerar que os estudos realizados mostravam \"evidências\" quanto à \"existência de soluções técnicas viáveis fora da Área Classificada de Montesinho\".

Perante estas declarações, o gabinete do secretário de Estado do Ambiente, escreve à VISÃO que \"foram analisadas todas as alternativas à data consideradas tecnicamente viáveis\". Sobre outras alternativas eventuais, refere os \"custos\" e a \"não garantia de armazenamento em situação de estio prolongado\".

Nas conclusões do tal parecer, a Comissão de Avaliação é inequívoca. A concretização do projeto escreve terá \"impactes negativos, significativos e irreversíveis nos sistemas ecológicos do território afetado \". E a visão do ICNB é corroborada: \"Poderão existir outras alternativas viáveis para o reforço de abastecimento de água a Bragança e que carecem de uma análise estratégica e integrada dos recursos hídricos disponíveis na região.\"


UM ENTERRO SEM GENTE... Já aposentado, António Morais, um técnico superior do ICNB, aceitou comentar o caso à VISÃO. Tal como a Quercus, também ele acha \"estranho\" o aval político dado ao projeto. Quando lhe perguntamos se vê ligação entre o caso Veiguinhas e a perda de força do Instituto onde trabalhou (que a tutela anexou recentemente às Florestas), diz \"parecer óbvia a necessária articulação entre os vários setores e entidades competentes que intervêm no território, para que não se permita a subversão de objetivos e interesses por parte de alguns\". Para Alexandre Chaves, o Instituto \"morreu sem ninguém ir ao enterro\". O ex-presidente das ATMAD acha que \"tem de haver um organismo que faça a pedagogia dos valores da natureza com as comunidades, mas nunca contra elas\". \"Estranho\", julga, não é a aprovação de Veiguinhas, mas sim \"os chumbos constantes\". Na ótica do ex-dirigente, o verdadeiro \"valor ambiental\" é aquele que Veiguinhas permitirá \"um sistema que preserva as águas subterrâneas para a agricultura e cria um sistema de origem sustentada que garante a quantidade e a qualidade das águas às comunidades\".

Mas Luís Filipe Fernandes, geólogo, especializado em Hidrogeologia, que fez o doutoramento sobre o Aquífero de Cova de Lua, discorda. Na fase de consulta pública, o também professor no Instituto Politécnico de Bragança contestou o projeto por achar que a barragem não deveria ser construída sem que antes fossem feitos estudos para averiguar as potencialidades de Cova da Lua. O aquífero seria integrado no sistema hidroelétrico já existente como alternativa complementar.

A alternativa que o engenheiro civil Moreno Ferreira sugeriu era outra. Ainda no ativo, apesar dos 90 anos de idade, o engenheiro com escritório em Lisboa, mas origens em Bragança, sugeriu o alteamento do paredão da barragem de Serra Serrada em seis metros: \"Permitiria duplicar 100% a reserva de água e resolvia todos os problemas\", assegura. \"Implica custos menores e menor tempo de execução\".

A única desvantagem é que \"não garantiria a mesma produção de energia elétrica\".

A solução, garante o engenheiro, foi testada por si com sucesso, num caso semelhante na Serra da Estrela onde, há mais de 30 anos, aumentou a capacidade de armazenamento da barragem de Cova de Viriato.

O Governo não aceita esta hipótese por provocar \"problemas em termos de estanquidade e estabilidade\" e porque \"ficava dependente de afluências próprias\".

O engenheiro Moreno Ferreira refuta terminantemente as duas afirmações: \"São falsas e impróprias de engenheiros\", considera.

O tom de voz é de revolta, pelo que diz ser um \"atentado contra um parque único na Europa, privando as gerações futuras de conhecer um valioso património ambiental e ecológico\".

Joana Fillol; Visão, 2012-08-31
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Romy

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MensagemAssunto: IPB ganha escala internacional    Qua Set 05, 2012 11:28 am

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Vários eventos seguidos
Bragança



IPB ganha escala internacional

O Instituto Politécnico de Bragança acolhe neste mês seis eventos científicos nacionais e internacionais. O Congresso Internacional de Biologia e Conservação de Bivalves de água doce começou ontem, em Bragança, e reúne mais de cem investigadores de todo o mundo.

As duas populações de Bivalves, conhecidos como “mexilhões do rio”, existentes nos rios Rabaçal e Tuela, levaram à organização do Congresso Internacional de Biologia e Conservação de Bivalves, em Bragança.

O docente do IPB responsável pelo evento explica que o interesse de mais de cem especialistas, representantes de vários países mostra a importância deste congresso para Bragança.“Penso que é um evento que o número de participantes, por si só diz tudo. São mais de 20 países representados, desde a América, do Chile, da Finlândia, da Suécia, da Rússia, enfim, toda a europa”, realça.

Amílcar Teixeira sublinha que o principal objectivo é desenvolver projectos que visem a protecção e conservação da espécie, através de um ciclo de conferências e debates.“Muitas destas populações estão ameaçadas, por exemplo, por barragens.

Hoje em dia temos imperativos económicos e temos que compatibilizar todos estes aspectos. De facto é fundamental, mais do que extremarmos posições, é percebermos como é que nós devemos organizar o território”, salienta o responsável.Neste mês o IPB realiza para além deste mais cinco eventos científicos abrangendo várias áreas.

Nos dias oito e nove, decorre o Congresso Nacional de Malacologia, dia nove começa o segundo Colóquio Internacional de Produtos com Mel, a dezasseis o décimo primeiro Encontro de Química dos Alimentos, a vinte e oito o quarto congresso da Fauna Selvagem WAVES Portugal, e no dia vinte e nove a segunda Conferência da Rede Europeia das Universidades de Ciências Aplicadas.

Brigantia, 2012-09-05
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Fantômas

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MensagemAssunto: Populações da borboleta azul são identificadas em Vila Real   Sab Set 08, 2012 3:55 pm

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Ano é marcado por um atraso na época reprodutiva do animal
Vila Real



Populações da borboleta azul são identificadas em Vila Real

A monitorização realizada pela equipa de investigadores da UTAD ao longo de toda a Primavera e Verão revelaram sinais positivos na defesa da borboleta azul, apesar do receio sentido pela instabilidade climática que se fez sentir desde Setembro do ano passado e que tem vindo a marcar todo o ano de 2012.

Segundo Paula Seixas Arnaldo, que tem vindo a coordenar os trabalhos de monitorização, as pesquisas realizadas permitiram identificar novas populações de borboleta azul na área de Lamas de Olo, freguesia onde estão concentrados os trabalhos de monitorização e protecção da espécie, uma zona com uma população estável e com um número de indivíduos elevado.

No entanto, os trabalhos de identificação realizados revelaram a presença de Maculinea alcon (o nome científico da borboleta azul) noutros locais do concelho, o que acaba por ser uma boa notícia e fortalece o empenho feito pelo Município de Vila Real na preservação dessa espécie em risco, uma das mais emblemáticas do Programa de Preservação da Biodiversidade.

“Apesar de ainda ser prematuro pronunciarmo-nos sobre a viabilidade dessas novas populações, é significativo constatar a sua existência e poder traçar estratégias que permitam a sua fixação e estabilidade, limitando desta forma os riscos de desaparecimento da espécie”, afirmou Paula Seixas Arnaldo.


Paula Seixas Arnaldo (ao centro) com os investigadores Bas Oteman (esq) e Raldi Bakker (dta)Um dos factos mais marcantes constatados durante os trabalhos de investigação foi o atraso significativo verificado no período reprodutivo da borboleta. O ano climático atípico vivido em Portugal influenciou decisivamente o início do ciclo de voo dos adultos, registando-se consequentemente um atraso significativo na época de acasalamento, não sendo ainda possível estabelecer com rigor os efeitos causados na dinâmica da população e respetivas consequências futuras.

Contudo, os conhecimentos até agora adquiridos assim como os resultados alcançados permitem também traçar novas estratégias na gestão e conservação desta espécie.

Cienciah, 2012-09-06
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RMaria

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MensagemAssunto: Encerrou com ouro o ciclo Geologia no Verão da UTAD   Seg Set 10, 2012 1:50 pm

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«Ciência no Verão»
Distrito de Vila Real


Encerrou com ouro o ciclo Geologia no Verão da UTAD

Uma centena de cidadãos ficou a conhecer melhor os acontecimentos do passado. Encerrou com ouro o ciclo Geologia no Verão da UTAD

Mais uma vez, como vem acontecendo desde 1998, alguns docentes do Departamento de Geologia da UTAD, organizaram atividades no âmbito da Geologia no Verão incluídas no programa “Ciência no Verão” financiado pela Agência Nacional Ciência Viva. Assim, com nove atividades realizadas mais de uma centena de cidadãos ficaram a conhecer melhor a região e os acontecimentos do passado que modelaram as paisagens de hoje, como se formaram e extraíram os minérios ou como se formam as águas minerais, convivendo com a paixão e saber de geólogos.

O programa iniciou com a divulgação do património hidromineral e arqueológico de Carlão na visita realizada no dia 21 de julho. A estância termal das Caldas de Carlão é um local privilegiado para observação de aspetos geológicos associados às emergências naturais e a região permite ainda a fruição de um rico património arqueológico.

Nos dias 21 e 22 de julho a atividade “O Vale do Douro Vinhateiro: de Vila Real a Foz Côa” realizada num dos locais mais emblemáticos do Norte de Portugal - o Vale do Douro Vinhateiro - mostrou as relações das rochas graníticas e xistentas com a erosão, a tectónica e o papel do Homem na formação desta paisagem ímpar.

Com a ação “Os granitos de Vila Pouca de Aguiar”, realizada no dia 26 de julho, foi possível dar a conhecer a potencialidade das jazidas e os problemas inerentes. Os participantes puderam observar as técnicas de extração em pedreiras e os problemas ambientais, associados à exploração, bem como a transformação do granito, quer em pedreira quer em fábrica.

No dia 28 de julho o percurso pedestre na Serra do Alvão, por estradões de terra batida e estrada asfaltada permitiu, observar e interpretar aspectos geológicos, paisagísticos e patrimoniais na Serra do Alvão. A ação “Arribas do Douro Norte: um compêndio geológico” decorreu nos dias 3 e 4 agosto no Planalto Mirandês.

Iniciou-se na Serra da Castanheira, a partir da qual se tem uma vista privilegiada sobre toda a zona planáltica, o maciço de Morais e os vales dos rios Sabor e Douro, o que permite uma vasta interpretação da paisagem e a explanação dos processos geológicos que com o fecho de um antigo oceano e a colisão de continentes terá edificado esse vasto território.

Na ação “Geologia e aspectos geomorfológicos da região de Carrazeda de Ansiães”, realizada no dia 24 de agosto de 2012, foram visitados afloramentos de granitos originados em diferentes momentos da orogenia Varisca. Além disso, foi visitada uma pedreira com o objectivo de observar algumas das fases de exploração e transformação do granito para diversas aplicações, bem como os diversos impactos ambientais associados ao seu funcionamento e ainda a geomorfologia associada à Falha da Vilariça”.

A atividade “Douro Internacional: geologia singular numa natureza selvagem” decorreu nos dias 24 e 25 de agosto e permitiu compreender como as rochas dão testemunho de uma terra velha, com milhões de anos, mas em constante evolução, proporcionando-nos recursos importantes e paisagens deslumbrantes, sempre marcadas pela omnipresença do Rio Douro.

A visita às minas romanas de ouro de Três Minas foi uma das paragens da atividade de Geologia no Verão realizada no dia 25 de julho e repetida em 31 de agosto com o título “À descoberta da geologia e dos recursos geológicos em Vila Pouca de Aguiar”.

Para além da exploração mineira do ouro foi observada a exploração de granitos para rocha ornamental e agregados e a captação de águas minerais de Pedras Salgadas.

TD, 2012-09-10
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MensagemAssunto: Foto de pinguins ganha prémio   Qui Out 18, 2012 2:29 pm

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Foto de pinguins ganha prémio

por Paula Mourato
Hoje


Paul NicklenUma fotografia que captou o frenesim de penas e bolhas dos pinguins imperador ao preparar o caminho aquático para atravessar um buraco no gelo deu a Paul Nicklen um dos maiores prémios do mundo.

O canadiano Paul Nicklen, da revista National Geographic, enfrentou o frio extremo da Antártica e aproveitou um ataque de focas leopardo para tirar a fotografia.

A foto venceu na categoria de Underwater Worlds e Paul Nicklen conseguiu ser o Fotografo do Ano da Veolia Environnement Wildlife.

A fotografia intitula-se: "Bubble Jetting Emperors".

Trata-se de "um retorno ao mar aberto" dos pinguins imperador, explicou Nicklen à BBC News.

"Quando estão no mar por três semanas as barrigas estão cheias de comida que trazem para os filhos. Na foto nadam em grande velocidade para o buraco no gelo", acrescentou.

Os pinguins imperador tem de ultrapassar o desafio das focas leopardo que vão tentar capturar as aves mal estas saem da água. Mas os pinguins criaram uma estratégia inteligente para evitar a captura.

Ao expelir milhões de bolhas de ar com as suas penas criam uma espécie de "casaco de ar" que os acelera e os impulsiona para fora do alcance dos predadores.

"A ciência mostra que podem duplicar ou até triplicar a sua velocidade. Podem atingir os 30 quilómetros por hora saindo rapidamente da água", finalizou Nicklen.

In DN

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MensagemAssunto: Mau cheiro esgota a paciência dos vizinhos    Sab Out 27, 2012 10:03 pm

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Resíduos na Mirapapel
Mirandela



Mau cheiro esgota a paciência dos vizinhos

Os moradores e empresários instalados na entrada sul de Mirandela estão fartos do mau cheiro provocado pelos resíduos armazenados pela Mirapapel, uma empresa de reciclagem sediada naquela cidade.

“Não se aguenta aqui com o cheiro. Muitas vezes, eu tenho que trabalhar com a porta fechada, o que é muito chato para mim porque os clientes acham que estamos fechados”, conta um dos empresários com negócios naquela zona. No Verão a situação agrava-se, e mesmo quem passa de carro na auto-estrada consegue sentir o mau cheiro nas imediações da empresa.

“Eu tenho aqui casa há 33 anos, fugi do centro da cidade para não ter problemas, mas agora nem posso ter as janelas abertas que ninguém aguenta o cheiro e os insectos”, lamenta uma das moradoras, visivelmente indignada. A autarquia reconhece o problema e garante que está a pressionar o proprietário da empresa para que a situação se resolva.

“Houve um excesso de armazenamento de plástico. A empresa não conseguiu escoá-lo e está tudo em fardos. Foi isso que levou a armazenar em toda a fábrica e é isso que tem provocado este descontentamento da população”, refere o presidente da Câmara de Mirandela, António Branco.

Também a unidade que a Mirapapel possui na aldeia do Cachão já foi alvo de protestos por parte da população.
“Acontece o mesmo problema no complexo agro-industrial do Cachão, onde o empresário tem alguns espaços com excesso de resíduos”, acrescenta o autarca.

Proprietário não fala

O Jornal Nordeste tentou, várias vezes, entrar em contacto com o proprietário da Mirapapel, mas sempre sem sucesso.

Segundo o presidente da autarquia, o empresário pediu tolerância e garantiu que é um problema temporário. No entanto, a Câmara continua a fazer pressão para regularizar esta situação, que se tem vindo a arrastar. De acordo com António Branco, a Mirapapel pediu alguma tolerância.

“A empresa alega que esse problema de armazenamento é temporário e nós estamos a aguardar que de uma vez por todas sejam retirados dali aqueles fardos e que a actividade continue normalmente”, conclui.

Jornal Nordeste, 2012-10-26
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MensagemAssunto: Descubra a fauna e flora de Vila Real através do computador   Sab Nov 03, 2012 5:03 pm

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Plataforma da Biodiversidade
Vila Real



Descubra a fauna e flora de Vila Real através do computador

A câmara e a universidade de Vila Real lançaram uma plataforma na Internet que concentra dois anos de investigação sobre a biodiversidade do concelho e possibilita uma viagem virtual pela fauna e pela flora locais.

A Plataforma da Biodiversidade foi desenvolvida pela Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD) no âmbito do Programa de Preservação da Biodiversidade de Vila Real, que contou com uma verba de 1,7 milhões de euros para a proteção das espécies da flora e da fauna do concelho.

O vereador do Ambiente, Miguel Esteves, explicou que a nova ferramenta, que classificou como \"pioneira no país\", permite \"explorar, através da Internet, o concelho\".

Em causa estão dois anos de investigação e de monitorização no terreno realizadas pela UTAD. Nesta plataforma será possível saber, através da georreferenciação, onde se encontram determinadas espécies no território.

No concelho destacam-se animais como o lobo ibérico, a gralha-de-bico-vermelho ou a borboleta azul.

A pesquisa pode ser feita por espécie ou por zonas e estão ainda disponíveis informações sobre a biologia, o habitat ou o estado de conservação de cada espécie animal ou vegetal.

O projeto permite ainda identificar um conjunto de percursos pedestres e de pastoreio e os rios do concelho.

A plataforma pode ser consultada no endereço http://biodiversidade.cm-vilareal.pt:8080/plataforma/.


Ana Maia, Lusa, 2012-11-01
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MensagemAssunto: Os mistérios da Borboleta Azul em destaque na National Geographic   Seg Dez 24, 2012 11:50 pm

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A sobrevivência da Borboleta Azul
Distrito de Vila Real



Os mistérios da Borboleta Azul em destaque na National Geographic

Dando realce aos estudos da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD), visando a preservação da Borboleta Azul, a National Geographic.

Aí são apresentados os estudos minuciosos, coordenados pela bióloga da UTAD, Paula Arnaldo, e concentrados na serra do Alvão, no âmbito do programa de Preservação da Biodiversidade de Vila Real coordenado pelo pelouro do Ambiente da Câmara Municipal de Vila Real.

A sobrevivência da Borboleta Azul depende da preservação de todo um ambiente ecológico que se procura igualmente proteger. Segundo Paula Arnaldo, a borboleta é única também por causa do seu ciclo de vida. Trata-se de uma espécie muito frágil e com baixa tolerância a variações no ecossistema, necessitando de condições ecológicas específicas.

Necessita, designadamente, da presença da sua planta hospedeira, a genciana, onde coloca os ovos, assim como da formiga do género Myrmica que a alimenta no seu formigueiro durante as últimas fases larvares.

Esta formiga cria as larvas durante nove a dez meses, até o desenvolvimento final se dar e as borboletas passarem novamente à fase adulta e iniciar-se nova geração. Há um complexo que tem que existir no ecossistema, bastando falhar um destes aspetos para a borboleta desaparecer.

Espigueiro, 2012-12-20
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MensagemAssunto: La avispa asiática colonizará toda la península en 10 años   Dom Jan 13, 2013 3:29 pm

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Según alertan los expertos
Trás-os-Montes



La avispa asiática colonizará toda la península en 10 años

■Esta especie invasora se alimenta de abejas y diezma las colmenas.
■Es un insecto de color oscuro, tiene el tórax y el abdomen prácticamente negro, excepto el cuarto segmento que es amarillo.
■Se cree que entraron en Europa a través de un cargamento de madera que fue desembarcado en 2004 en el puerto galo de Burdeos.

La avispa asiática (vespa velutina nigritorax), una especie invasora procedente de Francia que se alimenta de abejas y diezma las colmenas, habrá colonizado toda la península Ibérica dentro de diez años, según los mapas de distribución elaborados por los expertos.

La \"progresión exponencial\" con la que se ha expandido desde que a finales de 2010 apicultores locales detectaran los primeros ejemplares en la zona fronteriza del Bidasoa, podría llevar en unos pocos años a este \"superdepredador\" a convertirse en una plaga en toda España, tras haber hecho ya casi inviable la explotación comercial de las abejas en algunos puntos de Gipuzkoa.

Arturo Goldarazena, entomólogo del Instituto Vasco de Investigación y Desarrollo Agrario, Neiker-Tecnalia, tiene claro que la única solución posible al problema pasa por potenciar una investigación científica dirigida a descubrir una \"potente feromona sintética\" que, de forma \"efectiva\", permita atraer y capturar \"masivamente\" ejemplares de \"vespa velutina\" con el fin de reducir drásticamente sus poblaciones.

Los especialistas descartan ya la posibilidad de erradicar completamente la especie de nuestro país —donde ya está presente en amplias zonas de Euskadi y Navarra y amenaza a las comunidades vecinas—, pero creen que aún es factible mantenerla \"controlada\" si las distintas administraciones asumen la \"gravedad\" del problema.

Para ello, junto a la investigación, Goldarazena defiende la importancia de \"favorecer\" las inspecciones y las cuarentenas en los puertos sobre los cargamentos de materias y productos agrícolas, entre los que se pueden ocultar especies invasoras como esta.

¿Cómo y cuándo llegó a Francia?

Precisamente, se cree que la entrada en Europa de la avispa asiática, cuyo hábitat natural se sitúa en China, el norte de la India e Indonesia, se produjo a través de un cargamento de madera que fue desembarcado en 2004 en el puerto galo de Burdeos.

La vespa velutina es un insecto de color oscuro, tiene el tórax y el abdomen prácticamente negro, excepto el cuarto segmento que es amarillo. Las patas son de color marrón con esquinas amarillas. Las reinas llegan a medir 40 milímetros, aunque el resto de ejemplares son más pequeños y solo alcanzan los 30 milímetros, una envergadura sensiblemente superior a la de sus presas.

Las abejas europeas se encuentran indefensas ante este depredador que, según aclara el técnico de la Diputación de Gipuzkoa Juan Luis Korkostegi, llega a atemorizar con su sola presencia a toda una colmena hasta el punto de que las obreras no se atreven a salir y, al faltarles el alimento, enferman y mueren de debilidad.

La técnica de caza de los ejemplares invasores, que pueden constituir colonias de hasta 1.500 individuos, consiste en esperar ante las colmenas el regreso de las abejas cargadas de polen, para capturarlas, cortarles la cabeza, las patas y el aguijón, y trasladarlas a sus propios nidos, unas grandes estructuras de celulosa con forma de balón, que hacen en las copas de los árboles.

Método reproductivo

Su ciclo vital comienza en primavera, cuando las reinas fecundadas salen de los escondrijos en los que han hibernado para construir una pequeña estructura en la que ponen cinco huevos de los que nace un grupo de obreras que le ayudará a construir un gran nido, de un metro de diámetro, en el que se desarrollará el resto de la colonia.

Algunos huevos darán lugar a zánganos que fecundarán a las nuevas futuras reinas, quienes a finales de otoño abandonarán el nido para pasar el invierno resguardadas y crear nuevas colonias la primavera siguiente.

Arturo Goldarazena considera que la expansión de este insecto supone un problema \"serio\" para el medio ambiente porque diezma las poblaciones de abejas y de otros animales como los abejorros, aunque el experto de Neiker aboga por no caer en el \"alarmismo\", dado que no se va a acabar la polinización y además la \"vespa velutina\" no es peligrosa para el ser humano, salvo para los alérgicos a su veneno.

\"No hay lugar a la alarma social porque además hacen los nidos en los árboles con lo que pasan normalmente desapercibidas. Lo que no se puede hacer es tocar un enjambre. Hay que dejarse guiar por el sentido común\", advierte el experto.


EFE, 2013-01-13
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MensagemAssunto: Verdes querem requalificar linhas do Douro e Tâmega   Ter Jan 22, 2013 4:58 pm

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Remodelação e eletrificação
Douro


Verdes querem requalificar linhas do Douro e Tâmega

O partido ecologista «Os Verdes» (PEV) querem que o Governo requalifique as linhas do Douro e do Tâmega por considerarem que, num momento de crise económica e ambiental, o transporte ferroviário é estratégico.

Num projeto de resolução entregue na sexta-feira na Assembleia da República e hoje divulgado, \"Os Verdes\" recomendam ao Governo que proceda às obras de remodelação e eletrificação da Linha do Douro, troço Caíde-Marco de Canavezes, à remodelação das estações do Marco, Livração e Vila Meã e também à requalificação da Linha do Tâmega.

\"Numa altura de crise económica e ambiental profunda, os transportes públicos, nomeadamente o transporte ferroviário, devem assumir-se como um pilar fundamental de uma estratégia para um desenvolvimento que alivie a nossa fatura energética, que promova o emprego e que facilite a mobilidade das pessoas, o que não tem vindo a acontecer\", lê-se no projeto de resolução.

Para o PEV, é \"absolutamente fundamental\" criar condições para que as pessoas optem pelos transportes públicos e \"deem preferência à ferrovia\".

O partido defende ainda que o investimento naquelas linhas é \"essencial para desenvolvimento da região norte\".

Esses investimentos \"são absolutamente necessários para o desenvolvimento da região norte, para a melhoria da mobilidade das populações, para a redução das assimetrias entre o litoral e o interior e também porque vão permitir cativar um conjunto de investimentos capazes de potenciar o desenvolvimento da região que apresenta níveis de pobreza e desemprego dos mais elevados do País\", frisa o PEV.

Lusa, 2013-01-20
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MensagemAssunto: Vila Real vai construir um Observatório da Biodiversidade   Qua Fev 20, 2013 5:19 pm

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Investimento de 1,7 milhões de euros
Vila Real



Vila Real vai construir um Observatório da Biodiversidade

A Câmara de Vila Real anunciou esta segunda-feira a construção do Observatório da Biodiversidade, que resulta da reabilitação de um edifício das antigas minas de volfrâmio e vai revelar espécies como a carnívora drosera ou a borboleta azul.

O projecto está incluído no Programa de Preservação da Biodiversidade, lançado em 2010, e que conta com um investimento de 1,7 milhões de euros, aprovado no âmbito do Programa Operacional Regional do Norte.

O vereador Miguel Esteves adiantou, em conferência de imprensa, que em breve se iniciará a recuperação do edifício das minas de volfrâmio, na Quintã, zona da Campeã, que albergará o observatório. O projecto estender-se-á a uma lagoa artificial, que começou por ser uma dissonância ambiental, mas que acabou por captar uma grande variedade de espécies, que poderão ali ser observadas.

Carlos Lima, coordenador do programa, salientou que são cerca de cinco hectares que vão funcionar como uma “montra” da biodiversidade do concelho, destacando a existência da drosera, uma pequena planta carnívora. No local foram também identificados alguns ninhos de myrmica, a formiga que faz parte do ciclo biológico da borboleta azul e o que leva a supor que este lepidóptero regressou ao vale da Campeã. Carlos Lima referiu ainda que o observatório vai ser também um ponto de concentração para “experiências entre a população rural e o desenvolvimento de projectos relacionados com plantas aromáticas e medicinais”.

Em Julho serão inaugurados vários bio-percursos e, entre 21 e 22 de Março, em Vila Real, decorre o Fórum Biodiversidade, que pretende divulgar as diferentes actividades que têm sido feitas no âmbito do programa. Em curso está a requalificação das margens do rio Corgo, que atravessa a cidade, tendo sido realizadas ainda várias “Rogas dos Rios”, acções de voluntariado com vista à limpeza dos cursos de água, e construídos muros no Alvão para proteger os sapos que morriam frequentemente atropelados.

Lusa, 2013-02-20
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MensagemAssunto: Limpar Portugal em Vila Real    Sab Mar 02, 2013 5:59 pm

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Dia 24 de Março
Vila Real



Limpar Portugal em Vila Real

A Biodiversidade de Vila Real através da sua Rede de Voluntariado Ambiental Rogas dos Rios aceitou o desafio lançado pelo Amo Portugal para implementar no dia 24 de Março de 2013 a ação do Limpar Portugal, cujo mote para 2013 é «não queremos «limpar»: queremos RESPONSABILIZAR!».

Irá tomar uma vertente de maior responsabilização, visando a prevenção futura de danos ambientais. Em 2010, 2011 e 2012 repetiram-se as ações de limpeza de resíduos e 2013 será um ano em que a palavra “limpar” será substituída por responsabilizar.

“Pretende-se mapear todas as deposições ilegais de resíduos para apresentar a Portugal num grande debate público nacional. Será uma autêntica caça à deposição ilegal de resíduos”. Com esta ação encerra-se um ciclo pedagógico que procura responsabilizar os cidadãos, os proprietários dos terrenos, as autarquias e restantes entidades públicas.

Em colaboração com as autoridades locais, regionais e nacionais, propomos-mos, TODOS JUNTOS, referenciar depósitos de lixos, vazadouros, etc., para que dia 24 de Março façamos chegar junto dessas autoridades a informação recolhida.

Lusa, 2013-02-28
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MensagemAssunto: Vila Real recebe prémio internacional de biodiversidade   Qui Mar 07, 2013 12:20 pm

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Projeto ambiental inovador
Vila Real



Vila Real recebe prémio internacional de biodiversidade

A cidade portuguesa de Vila Real foi distinguida como um exemplo a seguir, a nível internacional, pelas suas ações de sustentabilidade e de preservação e educação ambiental. O Programa da Biodiversidade desenvolvido no município foi reconhecido como um dos cinco melhores projetos mundiais nesta área.

O projeto foi galardoado pelo incentivo educacional e sensibilizador que tem prestado, tendo sido elogiado o envolvimento da sociedade civil para a construção de uma consciência ambiental focada na preservação da biodiversidade.

No site oficial da Associação Internacional de Cidades Educadoras, a organização sublinhou a \"dificuldade\" que teve em selecionar os cinco melhores programas, graças à \"quantidade extraordinária de excelentes projetos\" de todo o mundo que se direcionam para esta área.

\"A cidade portuguesa de Vila Real mostra as ações e os resultados de um ambicioso projeto dirigido à promoção da conservação da biodiversidade de forma compatível com o desenvolvimento económico e social da população\", realçou a associação.

O projeto luso vai assim integrar a quarta monografia da Associação Internacional de Cidades Educadoras, juntamente com outras experiências ambientais que se encontram em desenvolvimento em outras quatro cidades do mundo: Barcelona (Espanha), Munique (Alemanha), Sorocaba (Brasil) e Changwon (Coreia do Sul).

\"Este reconhecimento internacional vem provar que estamos a concretizar um projeto de sustentabilidade ambiental inovador e que Vila Real desempenha um papel decisivo na importante tarefa de preservar o património biológico europeu\", sublinha Miguel Esteves, vereador do ambiente da autarquia, no site oficial do município.

A cidade já tinha sido distinguida a nível nacional graças ao mesmo programa, tendo sido classificada como o município da biodiversidade em Portugal. Com cerca de metade do território integrado no sistema nacional de áreas classificadas e com um dos maiores jardins botânicos da Europa, Vila Real tem ainda em vigor a criação de um Observatório da Biodiversidade para observação de espécies locais.


, 2013-03-06
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MensagemAssunto: Vila Real, cidade do futuro   Ter Mar 26, 2013 6:51 pm

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Fórum da Biodiversidade:
Vila Real



Vila Real, cidade do futuro

“Autenticidade e inovação são as duas dimensões em que Vila Real tem vocação para evoluir”, afirmou José Mendes, vice-reitor da Universidade do Minho, durante o Fórum da Biodiversidade que decorreu na passada quinta e sexta-feira, 21 e 22 de Março, no Teatro de Vila Real, reunindo dezenas de especialistas em biodiversidade.
José Mendes, que é também autor do livro “O Futuro das Cidades”, destacou esses dois aspectos sobre a região que já é, também, considerada exemplo de sustentabilidade, no âmbito de uma metodologia aplicada que destaca cinco dimensões de sucesso das cidades para serem competitivas: inovação, inteligência, autenticidade, sustentabilidade, conectividade. “Cada uma das cidades deve perceber qual a sua vocação e escolher os desafios aos quais podem dar resposta, traçando uma estratégia transformacional, pois essa é a chave do futuro”, acrescentou.

O empresário em novas tecnologias Jorge Cebreiros, presidente da confederação espanhola de empresas TIC, alinha com este discurso, mas torna-o mais específico. “Eu não vim aqui para falar de tecnologia, mas sim da análise de território, da geografia, das pessoas. O que é que vocês sonham para a vossa cidade?”, questionou. Para Cebreiros é preciso pensar nas necessidades da cidade, centrando-a nos cidadãos. “As cidades de futuro são um projeto colaborativo, de inteligência coletiva”, afirmou, garantindo que é essencial que todos se envolvam e que esse é o grande fator de sucesso de uma cidade, pensando no que melhor se adequa a quem nela vive para a tornar sustentável. “A gestão eficiente dos recursos impõe grandes desafios tecnológicos e sociais e o conceito ‘Smart’ nasce para dar resposta a estes desafios, mas o seu desenvolvimento deve estar centrado nos cidadãos e basear-se numa reflexão profunda sobre conceitos como território, tecnologia e inovação, só assim as cidades e os subúrbios poderão desenvolver a sua atividade de um modo sustentável e integrador, melhorando não só a eficiência da cidade, como também a qualidade de vida dos cidadãos que a compõem”, esclareceu.

Qualidade de vida foi, sem dúvida, a tónica que permeou todo este Fórum ao longo de dois dias e que foi o momento alto do Programa de Preservação da Biodiversidade de Vila Real, uma parceria entre a Câmara Municipal local, a Universidade de Trás-os-Montes de Alto Douro, várias instituições locais e a comunidade local.

“Falar de biodiversidade é algo que todos têm de falar e preocupa-me conservá-la e otimizar recursos porque eles são ilimitados”, afirma Francisco Amich, da Universidade de Salamanca, reconhecendo que este Fórum foi um importante “esforço para conservar”.

Mamíferos, botânica, fauna, flora, dimensão humana, estratégias para o futuro, envolvimento da população, ordenamento do território, desertificação do interior, agricultura biológica, desenvolvimento regional, potencialidades da biodiversidade como negócio, foram alguns dos temas abordados, porém centrados num único objetivo: sair do âmbito académico e passar para ações concretas. E esta é a grande novidade saída deste Fórum da Biodiversidade. A UTAD, juntamente com a autarquia local e a sociedade civil têm já em marcha uma série de projetos a implementar para criar valor através da biodiversidade: como por exemplo biopercursos, turismo da natureza, ecoturismo de base comunitária, entre outras iniciativas que só valorizam Vila Real como destino da Biodiversidade, reforçado pelo reconhecimento atribuído pela Associação Internacional das Cidades Educadoras.

Carlos Lima, coordenador técnico autárquico do Programa da Preservação da Biodiversidade de Vila Real, considera que “o debate foi enriquecedor e estimulante” do ponto de vista não só de reflexão, como também de visões pragmáticas sobre o caminho que deve ser seguido de agora em diante na dinamização da cidade. “Foram sem dúvida contributos enriquecedores, alguns mesmo críticos, que nos dão ainda mais estímulo para encontrar soluções para os desafios que já estão a surgir e a certeza de que não podemos nem iremos ficar parados”, constatou.

Em rigor, estão já a ser pensadas uma série de possibilidades ao nível local de como criar valor a partir da biodiversidade, oriundas das constatações finais do Relatório do Programa da Preservação da Biodiversidade de Vila Real que envolveu dezenas de investigadores da UTAD, como por exemplo percursos pelos charcos e observação de anfíbios, acompanhamento do percurso exclusivo de pastores, entre outros.


NVR, 2013-03-26
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MensagemAssunto: Universidade de Vila Real trata entre 200 a 250 animais selvagens por ano   Seg Abr 29, 2013 11:13 pm

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Centro de recuperação da UTAD
Vila Real



Universidade de Vila Real trata entre 200 a 250 animais selvagens por ano

O Centro de Recuperação de Animais Selvagens (CRAS), da Universidade de Vila Real, trata entre 200 a 250 animais por ano, maioritariamente aves feridas que, depois de recuperadas, são libertadas.

O centro está inserido no Hospital Veterinário da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD) e possui um “inovador” túnel de voo octogonal, que rodeia a enfermaria de cuidados continuados. O responsável pelo CRAS, o médico veterinário Filipe Silva, disse hoje à agência Lusa que aqui são tratados entre 200 a 250 animais por ano, na sua maioria aves feridas por disparos, atropelamentos, envenenamentos ou eletrocussão.

“Os mamíferos feridos escondem-se e raramente são encontrados. Uma ave ferida é muito fácil de ser identificada”, explicou. Depois de darem entrada no hospital veterinário, os pacientes são diagnosticados e entram num período de quarentena para despistagem de doenças infetocontagiosas. Numa segunda fase passam para a enfermaria de cuidados intensivos e, quando já estão em recuperação, são transferidos para as câmaras de muda. A última etapa faz-se nos túneis de voo, no octogonal e no horizontal.

Outros animais acolhidos no CRAS foram apreendidos em cativeiro ilegal ou foram encontrados apenas exaustos. É o caso de um grifo que está a fazer a parte final da sua recuperação no túnel de voo octogonal. “É um pouco o ginásio deles. Voltam a ganhar massa muscular suficiente para poderem sustentar o voo e o treino de caça também é importante para ver se eles estão aptos para serem libertados”, explicou a veterinária Joana Valente.

Nesta estrutura praticam o voo mais duas águias de asa redonda, que foram vítimas de disparos, e o “Fred”, um corvo irrecuperável que se transformou numa espécie de fisioterapeuta. “Normalmente quando pomos aqui um animal novo ele é curioso, vai ter com eles e obriga-os a voar, ajudando na recuperação”, acrescentou.

Na enfermaria, Joana Valente e o veterinário interno Juan Torre tratam por estes dias duas águias, uma calçada e outra cobreira, uma cria de coruja do mato e um ouriço. Por aqui há sempre trabalho para fazer, desde mudar os pensos, curar feridas, tirar sangue para análises, pesar os animais, limpá-los e alimentá-los.

“A águia calçada ficou com dermatites, uma patologia muito típica nas aves de rapina, e, numa das patas complicou-se e tivemos que amputar e está a demorar um pouco a cicatrizar”, salientou Juan Torre. A cria de coruja do mato deu entrada há poucos dias com ferimentos nas mandíbulas, provavelmente provocadas pela forma como foi alimentada pelas pessoas que a encontraram. “Já começou a comer sozinha”, sorriu Joana Valente.

Grande parte das espécies provém na zona norte do rio Douro e chega à UTAD através do Serviço de Proteção da Natureza e Ambiente (SEPNA) da GNR. Em média permanecem no CRAS sete meses, mas há também pacientes que já estão cá há três anos. Filipe Silva referiu que a taxa de sobrevivência dos animais “é alta”, enquanto que a taxa de libertação ronda os “70 por cento”. “Só podemos libertar o animal que mostre garantias de sobrevivência e de aptidão para a caça”, frisou.

A devolução à natureza é acompanhada de uma acção de sensibilização que normalmente envolve crianças e é feita próximo do local onde os animais foram recolhidos. “É a parte mais importante. Aproveitamos para alertar para a importância de conservar os animais”, concluiu Filipe Silva.

Lusa, 2013-04-26
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Romy

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MensagemAssunto: «Vaivém Oceanário - Educação Ambiental em Movimento» em Chaves   Seg Abr 29, 2013 11:18 pm

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Entre os dias 08 e 11 de maio
Chaves


«Vaivém Oceanário - Educação Ambiental em Movimento» em Chaves

Entre os dias 08 e 11 de maio, estará em Chaves o projecto de educação ambiental em movimento do Oceanário de Lisboa, o Vaivém Oceanário, junto ao Centro Cultural de Chaves.

O Vaivém Oceanário - Educação Ambiental em Movimento (http://www.oceanario.pt/cms/1476) pretende sensibilizar as escolas e toda a população para a necessidade de conservar os Oceanos através da alteração dos nossos comportamentos e atitudes perante o meio ambiente.

De 8 a 10 de maio, as atividades destinam-se a grupos escolares e no dia 11 de maio (sábado) à população em geral e a instituições (lares, associações, clubes, entre outras). Serão dinamizadas acções de educação ambiental para todas as idades.

As visitas terão a duração de 45 minutos, com o limite de 40 alunos por grupo, ou no caso de adultos de 15. Haverá, ainda, um workshop para professores e educadores, no dia 09 de maio, às 17h00, com inscrições limitadas até 15 adultos.

, 2013-04-29
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Fantômas

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MensagemAssunto: Três pesticidas vão ser suspensos a partir de Dezembro   Seg Maio 06, 2013 10:15 pm

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Bruxelas é amiga das abelhas.
Trás-os-Montes



Três pesticidas vão ser suspensos a partir de Dezembro

Proposta surgiu após um relatório da Autoridade Europeia de Segurança Alimentar (EFSA, na sigla em inglês) ter relevado que pesticidas frequentemente utilizados, conhecidos como neonicotinóides, têm efeitos graves sobre as populações de abelhas.

A Comissão Europeia anunciou que vai suspender parcialmente, por dois anos, a partir de Dezembro, o uso de três pesticidas, devido ao impacto que têm nas populações de abelhas.

Na votação da proposta do executivo comunitário - que prevê a suspensão do uso de três pesticidas, por dois anos - realizada nesta segunda-feira não foi alcançada uma maioria qualificada necessária para a aprovação ou rejeição, pelo que cabe à Comissão decidir sobre a adopção da proposta.

O executivo comunitário já fez saber, em comunicado, que vai avançar com a suspensão do uso dos três pesticidas da família dos neonicotinóides (tioametoxam, imidacloprid e clotianidin), a partir de 1 de Dezembro.

\"Prometo fazer o meu melhor para garantir que as nossas abelhas, que são tão vitais para o nosso ecossistema e contribuem com mais de 22 mil milhões de euros anuais para a agricultura europeia, estão protegidas\", garantiu o disse o comissário europeu para a Saúde e Defesa do Consumidor, Tonio Borg.

A Comissão Europeia vai proibir o uso dos três pesticidas, exceptuando nas culturas que não atraiam abelhas.

Bruxelas adianta que, \"o mais tardar no prazo de dois anos, vai rever as condições de aprovação\" das três substâncias, de modo a \"ter em conta os desenvolvimentos científicos e técnicos relevantes\".

A proposta da Comissão Europeia surgiu depois de um relatório da Autoridade Europeia de Segurança Alimentar (EFSA, na sigla em inglês) ter relevado que pesticidas frequentemente utilizados, conhecidos como neonicotinóides, têm efeitos graves sobre as populações de abelhas.

, 2013-04-30
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