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RMaria

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MensagemAssunto: Mais de 20 pessoas morrem em ataque aéreo   Sab Ago 10, 2013 4:03 pm

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Mais de 20 pessoas morrem em ataque aéreo


por Lusa, publicado por Luís Manuel Cabral
Hoje

Mais de vinte pessoas morreram, na sexta-feira, devido a um bombardeamento da aviação militar do regime sírio na localidade de Salma, na província de Latakia, no noroeste da Síria, informou hoje o Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH).

Cerca de metade dos mortos eram civis e entre o restante das vítimas estavam seis rebeldes sírios e quatro rebeldes estrangeiros, informou o grupo de direitos humanos num comunicado.

O OSDH não descartou a possibilidade de aumentar o número de mortos, diante do estado grave em que se encontram algumas das pessoas feridas no bombardeamento.

A província de Latakia, na costa mediterrânea, é considerada um bastião do regime do Presidente sírio, Bashar al-Assad, mas nos últimos meses têm ocorrido nesta zona combates com os grupos rebeldes.

Mais de 100 mil pessoas já morreram na Síria desde o início do conflito, em março de 2011, de acordo com os dados da ONU.

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MensagemAssunto: Ataque será curto e executado com mísseis teleguiados   Qui Ago 29, 2013 4:10 pm

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Ataque será curto e executado com mísseis teleguiados

por Lusa
Ontem


Mísseis Tomahawk lançados do 'destroyer' teleguiado USS Barry, numa imagem de arquivo, distribuída pela Reuters. O USS Barry é um dos quatro 'destroyers' que os EUA mobilizaram para a zona do mar Mediterrâneo e que estão equipados com mísseis de longo alcance Tomahaw. Segundo oficiais citados pela mesma agência, este tipo de mísseis podem vir a ser usados numa ataque contra alvos sírios.
Mísseis Tomahawk lançados do 'destroyer' teleguiado USS Barry, numa imagem de arquivo, distribuída pela Reuters. O USS Barry é um dos quatro 'destroyers' que os EUA mobilizaram para a zona do mar Mediterrâneo e que estão equipados com mísseis de longo alcance Tomahaw. Segundo oficiais citados pela mesma agência, este tipo de mísseis podem vir a ser usados numa ataque contra alvos sírios. Fotografia © Reuters

A estação televisiva norte-americana CNN noticiou na terça-feira que o ataque à Síria será curto, com bombardeamentos de mísseis teleguiados guiados, e poderá ter uma segunda fase, após avaliação do resultado da operação pelos EUA e aliados.

Segundo fontes da administração de Barack Obama citadas pela CNN, o ataque irá centrar-se em alvos militares das forças leais ao líder sírio Bashar al-Assad, em "represália" pelo uso de armas químicas em bairros dos arredores de Damasco no dia 21 de agosto.

O ataque seria levado a cabo através de mísseis "Tomahawk" lançados a partir de navios de guerra e submarinos colocados no mar Mediterrâneo e dirigidos a cerca de meia centena de alvos estratégicos, noticia, por seu turno, o diário The New York Times.

Entre os vários alvos, o jornal destaca que não seriam incluídos os centros de armazenamento de arsenais químicos, por receio de desencadear uma catástrofe ambiental ou humanitária, mas apenas unidades de artilharia e centros de comando implicados nos ataques químicos.

Outros alvos poderiam ser bases aéreas nas quais operam helicópteros de fabrico russo, numa altura em que se discute a possibilidade de eventuais ataques contra unidades de comando lideradas por membros da família de Assad ou contra instalações presidenciais, ainda segundo o The New York Times.

Já a estação de televisão NBC avançou na terça-feira que o ataque por parte dos Estados Unidos podia ter início já na sexta-feira.

Entretanto, fontes governamentais revelaram à CNN que poderão ser conhecidas ainda hoje as conclusões de um relatório elaborado pelos serviços secretos norte-americanos que justifica a intervenção militar. No máximo, serão reveladas até ao final da semana, segundo as mesmas fontes.

Do relatório constam, nomeadamente, informações sobre comunicações do exército sírio e fotografias de satélite de instalações de armamento químico que, supostamente, provariam a responsabilidade do regime sírio no ataque da semana passada.

Na terça-feira, as Nações Unidas afirmaram que se os Estados Unidos têm provas da autoria do presumível ataque com armas químicas devem partilhá-las com a equipa de especialistas que se encontram atualmente no terreno a investigar.

O suposto ataque militar seria limitado e, segundo o porta-voz da Casa Branca, Jay Carney, não incluirá "tropas no terreno" e não tem como objetivo conseguir uma mudança de regime, algo que obrigaria os Estados Unidos e os seus aliados a envolverem-se no conflito de uma forma mais profunda.

Em entrevista à CNN, o senador republicano e candidato presidencial em 2008 John McCain considerou que os Estados Unidos deveriam aproveitar a oportunidade para iniciar uma "ação séria" que altere o rumo da guerra civil síria, conduzindo à deposição do Presidente Assad.

Segundo o The New York Times, o receio de os Estados Unidos intervirem no conflito sírio, ainda que de forma limitada, é que aumente a pressão do fluxo de refugiados para a Turquia ou para a Jordânia e que grupos como o Hezbollah, fiéis a Assad, decidam retaliar.

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MensagemAssunto: Rússia discorda de informações norte-americanas sobre armas químicas   Qui Ago 29, 2013 4:14 pm

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Rússia discorda de informações norte-americanas sobre armas químicas

por Lusa
Ontem

Os Estados Unidos acusaram na segunda-feira o regime sírio de ter usado armas químicas num ataque na passada quarta-feira nos arredores de Damasco.

O ministro russo dos Negócios Estrangeiros, Serguei Lavrov, discorda das informações norte-americanas de que o regime de Bashar Assad teria realizado um ataque com armas químicas nos arredores de Damasco, informa a diplomacia russa.

"[O secretário de Estado dos EUA] John Kerry expôs opiniões baseadas, como foi dito, em informação de fontes seguras, segundo as quais a culpa dos incidentes com o alegado emprego de armas químicas recai sobre o Governo da República Árabe da Síria", lê-se num comunicado hoje divulgado.

No documento assinala-se que "semelhante colocação da questão foi recusada por Lavrov, que apresentou a respetiva argumentação da parte russa".

"O ministro frisou que defende uma troca de opiniões concreta e profunda, através dos canais de peritos, sobre os dados existentes a propósito de qualquer caso de alegado emprego de armas químicas na Síria", conclui o

A missão da ONU investiga o ocorrido no local, onde a oposição síria denunciou, na semana passada, a morte de 1300 pessoas por um suposto ataque químico do regime, embora o Observatório Sírio dos Direitos Humanos, sediado em Londres, e os Médicos Sem Fronteiras apontem para cerca de trezentas.

O Governo de Bashar al-Assad e os rebeldes acusam-se mutuamente da utilização desse tipo de armamento durante o conflito na Síria, um dos sete países que não ratificou a Convenção Sobre Armas Químicas, em 1997.

Desde o início da guerra civil na Síria, em março de 2011, já morreram mais de 100 mil pessoas e quase sete milhões necessitam urgentemente de ajuda humanitária, segundo os últimos números das Nações Unidas.

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MensagemAssunto: Israelitas já fazem filas para obter máscaras de gás   Qui Ago 29, 2013 4:20 pm

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Israelitas já fazem filas para obter máscaras de gás

por Patrícia Viegas, com Reuters
Ontem


Israelitas fazem fila para ir buscar máscaras de gás numa zona de Telavive Fotografia © Reuters

Israelitas fazem fila para ir buscar máscaras de gás numa zona de Telavive

Na iminência de um ataque à Síria, pelos EUA e seus aliados, os israelitas fazem já filas para obterem uma máscara de gás.

Enquanto uns preferem reservar a sua por telefone, diz a Reuters, outros optam por garantir a sua pessoalmente nos pontos de entrega.

Além dos meios dos EUA, Reino Unido, França e outros, que já estão em prontidão na zona do mar Mediterrâneo, Israel também ativou as suas defesas antimíssil como forma de precaução contra possíveis ataques de retaliação sírios.

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MensagemAssunto: Londres vai apresentar resolução ao Conselho de Segurança   Qui Ago 29, 2013 4:23 pm

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Londres vai apresentar resolução ao Conselho de Segurança

por Lusa
Ontem

O Reino Unido vai apresentar hoje ao Conselho de Segurança da ONU uma resolução de "condenação do ataque químico" ocorrido no passado dia 21 na Síria e "autorizando as medidas necessárias para proteger os civis", anunciou o primeiro-ministro britânico.

"Sempre dissemos que queríamos que o Conselho de Segurança da ONU esteja à altura das suas responsabilidades. Hoje, temos a oportunidade para o fazer. O Reino Unido redigiu uma resolução condenando o ataque com armas químicas por [Presidente sírio, Bahsar] Assad e autorizando as medidas necessárias para proteger os civis", escreveu David Cameron na sua conta no Twitter.

Cameron acrescenta que o texto será apresentado hoje ao Conselho de Segurança.

O secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, apelou hoje a uma resolução diplomática do conflito, ao invés da via militar, e pediu tempo para que os inspetores da ONU que analisam o alegado uso de armas químicas no bombardeamento ocorrido a semana passada nos arredores de Damasco possam concluir o seu trabalho.

Os inspetores entraram hoje na área de Guta Oriental, nos arredores da capital síria, depois da deslocação prevista para terça-feira ter sido adiada por motivos de segurança.

O primeiro-ministro britânico, David Cameron, e o Presidente dos Estados Unidos, Barak Obama, reafirmaram, em contacto telefónico estabelecido na terça-feira, não terem "qualquer dúvida sobre a responsabilidade do regime [do Presidente sírio, Bashar] Assad" no "ataque químico" de 21 de agosto, segundo uma nota divulgada hoje por Downing Street.

De acordo com o comunicado do gabinete de Cameron, os dois "discutiram a resposta importante a dar ao ataque químico da semana passada na Síria".

A nota adianta que o Governo britânico ainda não tomou uma decisão sobre "a natureza específica" da resposta a dar, assegurando que ela será "legal e específica ao ataque com armas químicas".

O bombardeamento terá feito mais de 300 vítimas segundo organizações não-governamentais, enquanto a oposição fala em 1.300 mortos.

Cameron preside hoje, em Londres, a uma reunião do Conselho Nacional de Segurança, que integra ministros e responsáveis militares, dedicada a discutir a situação na Síria, e convocou para quinta-feira uma reunião do parlamento.

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MensagemAssunto: Damasco mostra provas que atribuem ataque à oposição   Qui Ago 29, 2013 4:28 pm

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Damasco mostra provas que atribuem ataque à oposição

por Lusa, publicado por Ricardo Simões Ferreira
Ontem


Um especialista da ONU durante as investigações a um dos locais alvo de ataque de armas químicas Fotografia © REUTERS/Mohamed Abdullah

A Síria apresentou ao Conselho de Segurança da ONU provas de que o ataque com armas químicas, a 21 de agosto nos arredores de Damasco, foi realizado por forças rebeldes, foi hoje anunciado.

"Entregámos às Nações Unidas todas as provas e documentos que mostram que foi a oposição, não o Estado, que utilizou armas químicas", disse aos jornalistas o vice-ministro dos Negócios Estrangeiros sírio, Faisal Miqdad.

As provas foram entregues na terça-feira, afirmou o responsável sírio, insistindo que as autoridades jamais utilizariam armas químicas contra civis.

Uma missão de peritos da ONU está atualmente na Síria, onde ficará, em princípio, até sábado, para investigar vários casos de alegados ataques com armas químicas, pelos quais se acusam mutuamente regime e oposição.

Os peritos visitaram hoje os subúrbios de Zamalka e Yobar, na periferia da capital síria, para ouvir testemunhos e recolher vestígios do alegado ataque, denunciado pelos opositores e que coincidiu com uma ofensiva das forças de Bashar al-Assad contra os rebeldes.

Na terça-feira, a equipa da ONU foi obrigada a suspender a deslocação às zonas periféricas da cidade, alvo do ataque de 21 de agosto, por razões de segurança.

O veículo que transportava os inspetores da ONU foi alvo de disparos na segunda-feira, quando iniciava a primeira deslocação da missão.

O governo sírio negou, em várias ocasiões, o uso de armas químicas contra a população. Os Estados Unidos e outros países aliados estão convencidos da responsabilidade de Damasco neste caso e ameaçaram lançar uma operação militar.

O ministro dos Negócios Estrangeiros sírio, Walid al Mouallem, desafiou esses países a apresentar provas de que o exército usou armas químicas contra os civis, afirmando que a Síria se defenderá de qualquer ataque "com todos os meios disponíveis".

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MensagemAssunto: Governo britânico vai aguardar investigação da ONU   Qui Ago 29, 2013 4:31 pm

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Governo britânico vai aguardar investigação da ONU

por Lusa, publicado por Ricardo Simões Ferreira
Ontem

O Governo britânico não vai lançar uma ação militar na Síria antes de conhecer os resultados dos especialistas das Nações Unidas que investigam no terreno um alegado ataque com armas químicas, segundo uma moção que será submetida na quinta-feira no parlamento.

"O secretário-geral das Nações Unidas deve dirigir-se ao Conselho de Segurança imediatamente após o fim da missão da equipa", indica o texto do Governo britânico, citado pela agência France Presse.

A moção refere ainda que "o Conselho de Segurança da ONU deve promover este encontro oportunamente e encetar todos os esforços para obter uma resolução [do Conselho de Segurança] que apoie uma ação militar" antes de se avançar para este ataque.

Entretanto, um porta-voz do Partido Trabalhista britânico revelou que este vai pedir ao primeiro-ministro David Cameron na quinta-feira para que aguarde pelas provas das Nações Unidas sobre o uso de armas químicas na Síria antes de apoiar uma intervenção militar.

A resposta de Londres ao suposto ataque químico do regime de Bashar al-Assad será debatida na quinta-feira numa sessão de urgência no parlamento, e os trabalhistas já disseram que se vão opor à resolução do Governo se David Cameron não conceder o tempo necessário aos inspetores da ONU.

Hoje à tarde, várias centenas de pessoas protestaram em frente à residência oficial do primeiro-ministro britânico, David Cameron, em Downing Street, Londres, contra uma eventual intervenção militar na Síria.

Os manifestantes, cerca de mil segundo os organizadores, entre os quais de encontravam deputados do Partido Trabalhista, passaram o cordão de segurança que tinha sido estabelecido pela polícia e cortaram o trânsito na avenida Whitehall, que conduz ao parlamento de Westminster, segundo a agência espanhola Efe.

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MensagemAssunto: Regime sírio fala em novos ataques com gases venenosos   Qui Ago 29, 2013 4:38 pm

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Regime sírio fala em novos ataques com gases venenosos

por Lusa, texto publicado por Sofia Fonseca
Ontem


Regime sírio fala em novos ataques com gases venenosos
Fotografia © Reuters

O representante da Síria nas Nações Unidas disse hoje que dezenas de soldados sírios inalaram gás venenoso em novos ataques no país, após 21 de agosto, e pediu à ONU para investigar.

O embaixador Bashar Jaafari, em declarações aos jornalistas em Nova Iorque, disse que pediu ao secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, para prolongar o prazo de permanência dos peritos da ONU que estão a investigar o possível uso de armas químicas na Síria, em 21 de agosto, para incluir estes novos incidentes que descreveu como "atrozes".

O diplomata afirmou que dezenas de soldados sírios estão a ser tratados nos hospitais em resultado de novos ataques, ocorridos a 22, 24 e 25 de agosto nos subúrbios de Damasco, não adiantando mais detalhes.

Bashar Jaafari falou enquanto os representantes do Reino Unido, da França, da China, da Rússia e dos Estados Unidos da América nas Nações Unidas realizavam as primeiras conversações para debater o projeto de resolução britânico sobre a Síria.

O texto condena o ataque químico de 21 de agosto, perto de Damasco, atribuído pelas nações ocidentais a forças do Presidente Bashar al-Assad, que por sua vez responsabiliza as forças rebeldes.

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MensagemAssunto: Obama considera "forte advertência" a regime sírio   Qui Ago 29, 2013 4:44 pm

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Obama considera "forte advertência" a regime sírio

por Lusa
Hoje


Obama afastou possibilidade de intervenção direta no conflito sírio, mas deixou claro que regime de Assad será advertido Fotografia © Reuters

Presidente dos EUA evoca recurso a uma "forte" e séria "advertência" à Síria para que não volte a usar armas químicas, mas afastou recurso a intervenção militar americana. "Não seria benéfico para a situação no terreno", explicou Barack Obama em entrevista à televisão pública PBS.


O Presidente dos EUA, Barack Obama, disse hoje que não tomou nenhuma decisão sobre uma intervenção na Síria, mas adiantou que qualquer ação norte-americana será um aviso de que "é melhor" Damasco não usar armas químicas de novo.

"Não tomei nenhuma decisão", disse Obama numa entrevista à estação televisiva pública PBS quando foi questionado se iria ordenar uma ação militar contra a Síria.

Na entrevista, o Presidente norte-americano insistiu que não tem dúvidas de que o regime sírio usou armas químicas contra civis, no passado 21 de agosto, e que qualquer decisão da sua administração irá no sentido de dissuadir as autoridades de Damasco de ações semelhantes no futuro.

O Governo sírio, afirmou, "vai receber um forte aviso de que é melhor não voltar a fazê-lo".

Durante o fim de semana, os Estados Unidos endureceram consideravelmente o tom contra a Síria, ao ponto de ponderarem uma ação armada contra o regime de Damasco.

Todavia, hoje o Presidente dos Estados Unidos rejeitou a ideia de uma intervenção norte-americana destinada a apoiar a rebelião.

Um envolvimento direto militar dos Estados Unidos na guerra civil "não seria benéfico para a situação no terreno", considerou Obama.

A ideia subjacente à reação dos Estados Unidos e dos seus aliados seria, explicou, que o governo sírio "recebesse uma mensagem tão forte que seria melhor não recomeçar".

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MensagemAssunto: Israel mobiliza reservistas   Qui Ago 29, 2013 4:49 pm

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Israel mobiliza reservistas

por Lusa
Hoje

O exército de Israel vai convocar cerca de mil soldados que se encontram na reserva perante o aumento da tensão na vizinha Síria, segundo órgãos de comunicação israelitas.

Cerca de mil militares da Força Aérea, em particular membros de unidades da defesa aérea, e dos serviços de informação e forças da retaguarda vão ser chamados a apresentar-se nas suas bases, segundo as mesmas fontes.

"Temos luz verde para chamar milhares de reservistas, mas vamos convocar apenas cerca de mil da Força Aérea, dos serviços de informação e das forças da retaguarda", disse um oficial do Exército israelita, acrescentando que foram dadas instruções para que as unidades referidas não autorizassem os seus soldados a sair na manhã de quinta-feira.

Fontes do Governo disseram, em declarações à agência noticiosa Efe, que os reservistas serão chamados a comparecer nas suas bases para a realização de missões específicas e afirmaram que não é uma chamada geral para as tropas.

Em preparação para um possível ataque dos Estados Unidos à Síria, o Exército israelita decidiu posicionar no norte de Israel, no prazo de 24 horas, outra bateria do sistema de interceção de mísseis "Cúpula de Ferro", para além da que já está implantada na zona de Haifa, no noroeste do país.

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MensagemAssunto: Brasil recusa uso da força sem consenso na ONU   Qui Ago 29, 2013 4:55 pm

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Brasil recusa uso da força sem consenso na ONU

por Lusa
Hoje

O novo chefe da diplomacia brasileira, Luiz Alberto Figueiredo, afirmou na quarta-feira que o Brasil rejeita qualquer intervenção armada na Síria sem que haja um consenso no Conselho de Segurança das Nações Unidas.

"O uso da força é o último recurso" e "só poderia ser utilizado se fosse apoiado especificamente pelo Conselho de Segurança da ONU", declarou Luiz Alberto Figueiredo em conferência de imprensa, pouco antes de ser empossado no cargo dantes assumido por Antonio Patriota.

Figueiredo, que desempenhava o cargo de embaixador do Brasil nas Nações Unidas, admitiu que "há fortes indícios de que foram usadas armas químicas" na Síria, mas recordou que há uma investigação em curso e que "se deve aguardas pelos seus resultados".

Enalteceu, a propósito, o trabalho realizado pela missão de inspetores da ONU, atualmente no terreno, para investigar sobre o uso de armas químicas pelo Governo de Damasco num ataque a 21 de agosto que matou centenas de civis.

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MensagemAssunto: Assad diz que enfrenta qualquer agressão externa   Seg Set 02, 2013 4:32 pm

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Assad diz que enfrenta qualquer agressão externa

por Lusa
Ontem


Presidente sírio Bashar al-Assad, reunido com o líder do comité parlamentar para a segurança nacional e política externa do Irão, Alaeddin Bouroujerdi, numa fotografia distribuída hoje à Reuters pela agência noticiosa síria SANA Fotografia © Reuters

O Presidente sírio, Bashar al-Assad, afirmou hoje que o seu país "é capaz de fazer frente a qualquer agressão externa", um dia após o presidente norte-americano ter dito que quer agir militarmente contra a Síria.

O chefe do Estado sírio, citado pela agência oficial Sana, afirmou que a Síria "graças à resistência do povo e do exército continua a acumular vitórias até ao regresso da segurança e da estabilidade ao país".

"A Síria é capaz de fazer frente a qualquer agressão externa como faz todos os dias à agressão interna de grupos terroristas", afirmou Assad.

As declarações do presidente sírio foram feitas por ocasião de um encontro com um alto responsável iraniano, indicou a agência.

Pouco antes, o vice-ministro dos Negócios Estrangeiros sírio tinha dito que Barack Obama está "hesitante e confuso" e acusou a França, provável aliada dos Estados Unidos numa intervenção contra a Síria, de ser "irresponsável" e de apoiar a Al-Qaida.

O presidente sírio começou a ser contestado nas ruas em manifestações pacíficas em março de 2011. A vaga de repressão que se seguiu, para calar a oposição, deu origem a uma guerra civil que já fez mais de 100 mil mortos, segundo números da ONU.

Desde 21 de agosto, a oposição síria e alguns países ocidentais têm acusado o regime sírio de ter lançado um ataque com armas químicas numa zona controlada pelos rebeldes nos arredores de Damasco, provocando centenas de mortos, o que poderá levar a uma operação militar internacional contra alvos em território sírio.

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MensagemAssunto: Argumentos dos EUA sobre Síria não convencem Rússia   Seg Set 02, 2013 4:37 pm

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Argumentos dos EUA sobre Síria não convencem Rússia


por Texto da Lusa, publicado por Lina Santos
Hoje

O ministro dos Negócios Estrangeiros da Rússia, Sergei Lavrov, afirmou hoje que as provas que os Estados Unidos apresentaram sobre o alegado uso de armas químicas pelo regime sírio não são concretas e não convenceram Moscovo.

"Mostraram-nos uns relatórios que não continham nada de concreto: nem coordenadas geográficas nem nomes nem provas de que as amostras foram recolhidas por profissionais", disse Lavrov, citado pela agência Interfax, ao inaugurar o novo ano letivo no Instituto de Relações Internacionais de Moscovo.

O ministro russo acrescentou que, nos documentos em causa, não é referido o facto de numerosos especialistas apresentarem sérias dúvidas sobre as imagens de vídeo que circulam na internet do alegado ataque com armas químicas.

"Também o que os nossos parceiros norte-americanos, britânicos e franceses nos mostraram antes, nos últimos tempos, não nos convence minimamente", reiterou.

Lavrov indicou que, quando Moscovo pede detalhes concretos, os países referidos "respondem que tudo é secreto" e que, por isso, não os podem apresentar.

O secretário de Estado norte-americano, John Kerry, afirmou no domingo que o seu país tem provas de que o regime sírio usou gás sarin no alegado ataque com armas químicas na periferia de Damasco a 21 de agosto.

Amostras de cabelo e sangue das vítimas desse ataque, no qual morreram 1.429 pessoas, segundo os Estados Unidos, "tiveram resultado positivo" por exposição ao gás sarin, indicou Kerry em entrevista a cadeias de televisão.

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MensagemAssunto: Portugal quer intervenção militar com mandato internacional   Seg Set 02, 2013 4:42 pm

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Portugal quer intervenção militar com mandato internacional

por Lusa, texto publicado por Sofia Fonseca
Hoje

O ministro dos Negócios Estrangeiros português disse hoje que uma intervenção militar na Síria deverá "na medida do possível" decorrer com um mandato das Nações Unidas, numa altura em que os Estados Unidos ponderam uma ação militar no país.

"Embora se compreenda a necessidade de sancionar uma prática que viola flagrantemente o direito internacional, parece-nos que isso deverá, na medida do possível, ser feito na base de um mandato conferido por uma organização internacional, o que é desejável é que seja a ONU e que o Conselho de Segurança funcione", disse Rui Machete.

O MNE português falava aos jornalistas durante uma conferência de imprensa conjunta com o seu homólogo angolano, Georges Chicoti, que se encontra em visita oficial a Portugal até quarta-feira.

Rui Machete adiantou que apesar de a investigação dos inspetores das Nações Unidas (ONU) não estar ainda concluída, "restam poucas dúvidas" sobre o uso de armas químicas num conflito que dura há mais de dois anos e fez já mais de 110 mil mortos, segundo dados da ONU.

"Aguardamos os desenvolvimentos. No campo internacional registaram-se posições extremamente cautelosas, incluindo dos Estados Unidos da América. Nós estamos a seguir a situação de modo preocupado, visto que estas matérias têm consequências para a paz, para os povos envolvidos, e económicas e políticas que é muito difícil antecipar neste momento com rigor", disse.

"Preferimos claramente que obedeça [a intervenção militar] ao mandato de um organismo internacional e aos princípios da proporcionalidade e dos objetivos limitados", sublinhou.

O ministro dos Negócios Estrangeiros de Angola mostrou-se igualmente preocupado e desfavorável a uma intervenção militar na Síria.

"Queremos esperar que não haja guerra e que todos os países observem as declarações do secretário-geral das Nações Unidas de que não houvesse intervenção militar neste país. Esperamos que assim seja", disse George Chicoti.

Angola está a concorrer a um lugar não permanente no Conselho de Segurança das Nações Unidas em 2015/2017, tendo já garantidos, segundo o MNE angolano, os votos da maioria dos países e das organizações africanas.

Georges Chicoti recebeu também hoje a garantia do seu homólogo português de que Portugal apoiará a candidatura angolana.

Este foi um dos assuntos em destaque no encontro entre Rui Machete e Georges Chicoti, que enfatizaram na conferência de imprensa a "densidade" do relacionamento entre os dois países.

Em análise esteve ainda a instituição de cimeiras de chefes de Governo bienais entre os dois países, estando a primeira a ser preparada para finais de outubro em Luanda.

Os fluxos de investimento, o novo modelo de cooperação "moderno e inovador" com Angola tendo como prioridade o Ensino Superior e o protocolo de facilitação de vistos entre os dois países foram outros temas na agenda do encontro dos dois ministros.

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MensagemAssunto: Síria pede à ONU que impeça "agressão"   Seg Set 02, 2013 4:46 pm

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Síria pede à ONU que impeça "agressão"

por Agência Lusa, publicado por Susana Salvador
Hoje

O Governo sírio pediu hoje ao secretário-geral das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon, para que desenvolva todos os esforços para "impedir qualquer agressão contra a Síria", noticiou hoje a agência oficial Sana.

"O Governo sírio apela ao secretário-geral da ONU que assuma as suas responsabilidades (...) e faça os esforços necessários para impedir qualquer agressão conta a Síria, prosseguindo na via de uma solução política pacífica da crise síria", indicou o delegado permanente da Síria nas Nações Unidas, Bashar al-Jaafari, numa carta dirigida a Ban Ki-moon.

"O Conselho de Segurança das Nações Unidas (...) deve impedir todo o uso da força de forma contrária à legalidade internacional", prossegue a carta.

"O Governo sírio reafirma uma vez mais que nunca usou armas químicas (como o acusam a oposição e os países ocidentais)", escreve al-Jaafari, que acrescenta que Damasco pediu ainda ao secretário-geral das Nações Unidas que investigue "a utilização destas armas a 19 de março em Khan al-Assal", próximo de Alepo, no norte da Síria.

"O mundo espera que os Estados Unidos desempenhem o seu papel de defensor da paz (...) e que prepare seriamente a conferência de Genebra sobre a Síria, e não que sejam um país que recorre à força militar contra os que se opõem à sua política", afirmou ainda al-Jaafari.

O secretário de Estado norte-americano, John Kerry, assegurou que os Estados Unidos receberam e analisaram amostras que provam a utilização de gás sarin no ataque de 21 de agosto próximo de Damasco, que foi também atribuído ao regime do Presidente Bashar al-Assad.

Os Estados Unidos ponderam um ataque militar à Síria, na sequência do alegado uso de armas químicas em bombardeamentos próximo de Damasco a 21 de agosto.

O Presidente norte-americano, Barack Obama, decidiu reunir o congresso para analisar um eventual ataque e lançou uma intensa campanha para tentar convencer os deputados céticos a apoiarem ataques militares contra a Síria, segundo um alto responsável da Casa Branca citado pela agência AFP.

Obama, o vice-presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, e o chefe dos serviços da Casa Branca telefonaram a vários membros da Câmara dos Representantes e do Senado para pedir o seu apoio para uma guerra contra a Síria, indicou a mesma fonte.

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MensagemAssunto: Solução para Síria é política e não militar, diz Kerry   Ter Set 10, 2013 5:02 pm

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Solução para Síria é política e não militar, diz Kerry

por Lusa
Ontem


John Kerry, secretário de Estado dos EUA, esteve reunido no Reino Unido com o ministro dos Negócios Estrangeiros britânico, William Hague, em Londres, depois de ontem ter passado por Paris. Aqui, nesta foto, foi buscar uma cadeira para sentar um pouco no Jardim das Tulherias, uma das principais atrações turísticas da capital francesa Fotografia © Reuters

John Kerry, secretário de Estado dos EUA, esteve reunido no Reino Unido com o ministro dos Negócios Estrangeiros britânico, William Hague, em Londres, depois de ontem ter passado por Paris. Aqui, nesta foto, foi buscar uma cadeira para sentar um pouco no Jardim das Tulherias, uma das principais atrações turísticas da capital francesa

O secretário de Estado norte-americano, John Kerry, afirmou hoje, em Londres, que o fim da crise na Síria exige uma solução política, mas "é preciso chegar à essa mesa" de negociações.

"Deixem-me ser claro, os Estados Unidos, o Presidente [Barack] Obama, eu próprio e outros concordamos que o fim do conflito na Síria requer uma solução política. Não há solução militar, não temos ilusões sobre isso", declarou na conferência de imprensa após um encontro com o homólogo britânico, William Hague, em Londres.

Kerry afirmou também que a crise humanitária na Síria "está a crescer".

O ministro dos Negócios Estrangeiros britânico sublinhou que "não pode haver impunidade" perante a utilização de armas químicas no século XXI, acrescentando que o Reino Unido vai trabalhar para a realização da conferência de paz em Genebra.

Hague garantiu a Kerry o "total apoio diplomático do Reino Unido" aos Estados Unidos no projeto de ação militar contra a Síria, apesar de Londres não participar num ataque contra Damasco.

O ministro britânico lembrou que o Governo de David Cameron ia respeitar a decisão do Parlamento de recusar a participação britânica em eventuais ataques contra o regime de Bashar al-Assad.

A guerra civil na Síria já causou mais de 110.000 mortos desde março de 2011, de acordo com dados da ONU.

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MensagemAssunto: EUA devem preparar-se para tudo, avisa Assad   Ter Set 10, 2013 5:06 pm

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EUA devem preparar-se para tudo, avisa Assad


por Lusa
Ontem

O presidente sírio afirmou hoje que os Estados Unidos devem "preparar-se para tudo" caso decidam atacar a Síria e não excluiu o uso de armas químicas "se os rebeldes, terroristas ou outro grupo as tiverem".

"Devem preparar-se para tudo" em caso de ataque, disse Bashar Al-Assad numa entrevista à televisão CBS.

"O governo (sírio) não é o único ator na região. Há diferentes partes, diferentes fações, diferentes ideologias", acrescentou, sem excluir o recurso a armas químicas "se os rebeldes ou terroristas ou qualquer outro grupo as tiverem".

"Não sou vidente, não posso dizer o que vai acontecer", afirmou.

O presidente sírio apelou aos parlamentares norte-americanos - que vão debater uma resolução a autorizar uma ação militar contra a Síria - a pedirem "à administração as provas que tem" sobre o ataque químico de 21 de agosto.

"O mundo está desiludido com a administração" Obama, continuou Assad. "Esperávamos que fosse diferente da administração Bush".

"Neste caso, Kerry não apresentou qualquer prova", considerou. "Da zona onde se diz que o governo usou armas químicas só temos vídeos e alegações. Nós não estávamos lá (...). Como se pode falar de uma coisa sem ter assistido?"

"O Congresso (norte-americano) vai votar dentro de dias e creio que o Congresso é eleito pelo povo para o representar. Os parlamentares devem questionar-se sobre 'o que as guerras dão à América', disse o presidente, acrescentando que a resposta à "nada".

"É uma guerra que vai contra os interesses da América. Porquê? É uma guerra que vai levar a um apoio à Al-Qaida e aos que mataram norte-americanos no 11 de setembro", considerou Assad.

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MensagemAssunto: Obama negociará controlo de arsenal químico de Assad   Ter Set 10, 2013 5:16 pm

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Obama negociará controlo de arsenal químico de Assad


por Patrícia Viegas, com agências
Hoje

O Presidente dos EUA, Barack Obama, sugeriu que ainda é possível travar um ataque à Síria, depois da proposta russa para colocar o arsenal químico do regime de Bashar al-Assad sob controlo internacional. França anunciou esta manhã que vai apresentar proposta de resolução no Conselho de Segurança das Nações Unidas.


À CNN, numa das seis entrevistas televisivas que ontem deu, o chefe do Estado norte-americano disse que esta proposta russa, pode ser considerada "um desenvolvimento positivo" mas também pode ser tática.

"É um desenvolvimento importante que os russos e os sírios façam gestos para lidar com as armas químicas. É o que temos pedido na última semana, no último mês, no último ano", disse, acrescentando que "seria pouco provável que tivéssemos chegado a este ponto sem uma ameaça militar credível" por parte dos EUA e dos seus aliados.

Afirmando que deu instruções à sua equipa de segurança nacional e a John Kerry para que negoceie com a Rússia e com a comunidade internacional, Obama assegurou que os EUA procurarão chegar "a algo que seja aplicável e sério". Acrescentando que também os iranianos têm pavor às armas químicas, desde os tempos da guerra com o Iraque de Saddam Hussein, Obama afirmou que o Presidente russo, Vladimir Putin, lhe garantiu durante a cimeira do G20 que também repudio o uso desse tipo de armamento.

"Acho que Assad está sob pressão dos seus próprios aliados por ter usado armas químicas", afirmou o líder norte-americano, reconhecendo que um consenso à volta da proposta russa não resolverá a guerra civil na Síria e nem o conflito político nesse país.

Obama, que esta noite (madrugada em Lisboa) vai falar ao país sobre a Síria e aguarda ainda um voto do Congresso sobre uma intervenção militar no país de Assad, afirmou na CNN que preferia encontrar outras formas de impedir que o regime sírio use armas químicas. "Preferia que conseguíssemos esse objetivo limitado sem ação militar", disse, numa altura que o Senado suspendeu já a votação de uma resolução favorável a um ataque à Síria que tinha prevista para amanhã.

No outro lado do Atlântico, do novo aliado dos EUA, a França, vieram declarações no mesmo sentido. O ministro dos Negócios Estrangeiros francês, Laurent Fabius, considerou que a proposta feita pela Rússia no sentido de colocar o arsenal químico da Síria sob controlo internacional oferece uma "porta de saída"para esta crise. O chefe da diplomacia francesa considerou que "a firmeza" do Ocidente "funcionou".

"Penso que o senhor Putin [Vladimir Putin, Presidente russo] ofereceu uma porta de saída para si próprio, pois ficar ligado a Bashar al-Assad como uma rocha (...) é um grande peso", declarou Fabius, à rádio Europe 1. "Acolhemos esta proposta com fé e com interesse mas com prudência. Interesse porque é a primeira vez que há tamanha abertura e que ela pode ajudar a encontrar uma solução. Prudência porque é muito difícil aplicá-la", disse o MNE francês.

Fabius, citado pela AFP, acrescentou depois que a França vai tomar a iniciativa e apresentar hoje um projeto de resolução no Conselho de Segurança da ONU. O MNE francês adiantou que a proposta de resolução visa "condenar o massacre de dia 21 de agosto cometido pelo regime" e "e exigir esclarecimentos" sobre o programa de armas químicas da Síria. "A França proporá hoje aos seus parceiros do Conselho de Segurança da ONU uma proposta de resolução ao abrigo do capítulo 7" autorizando o recurso à força em caso de não cumprimento de obrigações. A proposta, vinculativa, prevê "o controlo e o desmantelamento" das armas químicas sírias.

"Os russos, à partida, negam que haja um arsenal químico na Síria. A seguir, negaram que tenha havido um massacre químico. Agora evoluíram. Muito bem", constatou Fabius, no mesmo dia em que um relatório da Human Rights Watch, publicado nos EUA, concluiu que as provas que existem "sugerem fortemente" que as forças do Presidente Bashar al-Assad foram as responsáveis pelo lançamento do ataque com armas químicas de dia 21 de agosto.

O regime de Damasco, por seu lado, disse estar disposta a aceitar a proposta russa de monitorização internacional do seu arsenal de armas químicas. Assad nega ter dado ordem para o ataque químico de dia 21 de agosto. A oposição síria denunciou já hoje uma "manobra política".

Numa declaração feita também esta manhã, o ministro dos Negócios Estrangeiros da Rússia, Serguei Lavrov, indicou que o seu país está a trabalhar com o regime de Damasco na elaboração de "um plano concreto" destinado a colocar sob controlo internacional o arsenal de armas químicas da Síria. "A parte russa trabalha atualmente na elaboração de um plano realizável, preciso e concreto para o qual estão neste momento em curso contactos com a parte síria", declarou o chefe da diplomacia russa, em conferência de imprensa.

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MensagemAssunto: HRW culpa Exército sírio por ataque químico   Ter Set 10, 2013 5:24 pm

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HRW culpa Exército sírio por ataque químico

por Lusa
Hoje

O exército sírio esteve muito provavelmente na origem do ataque com armas químicas, do mês passado, que causou centenas de mortos, declarou hoje a Human Rights Watch (HRW).

Num relatório, de 22 páginas, publicado nos Estados Unidos, a organização de defesa dos direitos humanos conclui que provas credíveis "sugerem fortemente" que as forças armadas do Presidente sírio, Bashar al-Assad, levaram a cabo o ataque.

A HRW tirou estas conclusões depois de analisar os relatos de testemunhas dos ataques em Ghouta, a 21 de agosto, informações sobre a provável origem dos mesmos, detritos das armas usadas e sintomas apresentados pelas vítimas.

"Os detritos de 'rockets' e os sintomas das vítimas dos ataques de 21 de agosto em Ghouta constituem os elementos de prova credíveis relativos às armas utilizadas", indicou o diretor das situações de emergência da organização, Peter Bouckaert, em declarações citadas pela AFP.

"Estas provas sugerem fortemente que as tropas do Governo sírio lançaram mísseis carregando ogivas químicas contra subúrbios de Damasco naquela manhã terrível", acrescentou.

De acordo com a HRW, o tipo de mísseis e de lançadores usados no ataque eram conhecidos como "estando apenas na posse e sendo apenas utilizados" pelas forças armadas sírias.

Os Estados Unidos dizem que mais de 1.400 pessoas, incluindo 400 crianças, foram vítimas do ataque com gás, o qual viria a desencadear a ameaça por parte do Presidente Barack Obama de uma intervenção militar. Outras fontes relatam um número inferior, mas ainda assim um elevado número de vítimas.

Os países ocidentais e a Liga Árabe condenaram o ataque e apontaram o dedo ao regime de Assad, o qual nega as acusações.

Gás sarin foi muito provavelmente usado no ataque, afirma a organização, segundo a qual terão sido utilizados dois tipos diferentes de 'rockets' - um de 330 mm com uma ogiva desenhada pata transportar uma grande quantidade de um agente químico líquido e um míssil mais pequeno (de 140 mm), apto para carregar uma ogiva com capacidade para 2,2 quilogramas de sarin.

A HRW descreve o ataque como o primeiro em que foi feito um grande uso de armas químicas desde o que foi lançado pelo Governo iraquiano contra civis curdos em Halabja há 25 anos.

"O uso cada vez mais evidente de armas químicas no conflito da Síria deve relançar o debate internacional sobre a interdição do seu uso e, mais abrangentemente, sobre a proteção da população civil síria", referiu Peter Bouckaert.

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MensagemAssunto: Síria terá aceitado controlo do seu arsenal químico   Ter Set 10, 2013 5:29 pm

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Síria terá aceitado controlo do seu arsenal químico

por Patrícia Viegas, com agências
Hoje


Protesto contra intervenção militar dos EUA na Síria Fotografia © Reuters

A Síria terá concordado já com a proposta russa de colocar o seu arsenal químico sob controlo internacional, avançam as agências noticiosas russas, citando o ministro dos Negócios Estrangeiros sírio, Walid Mouallem, em Moscovo.

"Ontem [segunda-feira] tivemos uma sessão de negociações frutuosas com o ministro dos Negócios Estrangeiros russo Serguei Lavrov e, já durante a noite, demos o nosso acordo à iniciativa russa", declarou Mouallem, segundo declarações traduzidas do árabe e citadas pelas agências russas. O responsável sírio precisou que tal decisão tem como objetivo "puxar o tapete qualquer agressão norte-americana".

Esta declaração surge depois de entrevistas ontem concedidas pelo Presidente dos EUA, Barack Obama, dando a entender que os americanos poderiam desistir de uma intervenção militar na Síria caso o regime de Bashar al-Assad aceitasse um controlo, entrega ou destruição das suas armas químicas. O chefe do Estado americano disse que falou sobre o assunto com Vladimir Putin na cimeira do G20 da semana passada.

O Kremlin confirmou,entretanto, que o Presidente russo e o seu homólogo dos EUA discutiram a opção de colocar sob controlo internacional as armas químicas de Assad. "Eles examinaram, de facto, esta questão", declarou Dmitri Peskov, porta-voz do Kremlin, citado pela agência Interfax, recusando-se a divulgar o conteúdo da referida conversa.

Esta ideia de Assad entregar as suas armas químicas foi lançada ontem de manhã pelo secretário de Estado americano, John Kerry, numa conferência de imprensa em Londres e, mais tarde, apoiada pelo secretário-geral da ONU e formulada como proposta pela Rússia de Putin. Entretanto, a França anunciou que vai apresentar hoje no Conselho de Segurança da ONU uma proposta de resolução para que o regime sírio seja obrigado a pôr à disposição da comunidade internacional as suas armas químicas e, caso não o faça, enfrente consequências.

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MensagemAssunto: Nova lei abre caminho a reeleição de Presidente Assad   Sex Mar 14, 2014 10:55 pm

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Nova lei abre caminho a reeleição de Presidente Assad

por Lusa, publicado por Ana Meireles
Hoje


Nova lei abre caminho a reeleição de Presidente Assad
Fotografia © Reuters

O parlamento sírio aprovou uma lei que exclui a participação da oposição no exílio nas próximas eleições presidenciais e abre caminho à reeleição do atual Presidente, Bashar al-Assad, na véspera do terceiro aniversário da guerra na Síria.

O mediador internacional Lakhdar Brahimi considerou que a organização pelo regime de presidenciais no país devastado pelos combates destruirá as negociações de paz, o que lhe mereceu as críticas do poder, que o acusou de ter "ultrapassado" as suas competências.

O líder da delegação do regime nessas negociações, o ministro dos Negócios Estrangeiros, Walid Muallem, de 73 anos, foi hospitalizado de urgência na quinta-feira à noite em Beirute na sequência de uma obstrução das artérias.

Confrontado com um movimento de revolta que quer a sua queda, Assad ainda não anunciou oficialmente a sua intenção de disputar um terceiro mandato, mas afirmou em janeiro à agência noticiosa francesa, AFP, existirem "fortes possibilidades" de o fazer.

Não foi ainda anunciada qualquer data para o escrutínio, mas os eleitores devem ser convocados entre 60 e 90 dias antes do fim do mandato de Assad, a 17 de julho.

As eleições decorrerão num país ensanguentado pela guerra e corroído por uma crise humanitária sem precedentes, e nenhum dos protagonistas parece ter meios para as vencer, apesar de as tropas leais ao regime estarem a ganhar terreno.

Na quinta-feira, o parlamento aprovou as cláusulas da lei eleitoral que permite teoricamente, pela primeira vez em décadas, a apresentação de vários candidatos à Presidência, em virtude da Constituição de 2012.

Mas, apesar de o texto constitucional consagrar o "pluralismo político", abolindo a supremacia do partido Baas, no poder há meio-século, a lei eleitoral impede na prática as figuras da oposição no exílio de se candidatarem.

Cada candidato deve "ter vivido na Síria durante um período de 10 anos de forma contínua até ao momento de apresentar a sua candidatura e não deve ter outra nacionalidade além da síria", estipula o texto.

Ora, a Coligação da Oposição, considerada o interlocutor privilegiado do Ocidente e cuja principal reivindicação é a deposição de Assad, está sediada em Istambul.

O regime já organizou, em maio de 2012, eleições legislativas boicotadas pela oposição.

Na altura, Assad declarou que as eleições tinham mostrado o apoio dos sírios ao seu regime, contra os "terroristas", referindo-se aos rebeldes.

"Se houver eleições, suspeito de que toda a oposição não estará provavelmente interessada em discutir com o Governo", advertiu Brahimi após duas rondas de negociações infrutíferas em Genebra, em janeiro e fevereiro.

"Brahimi deve respeitar o seu papel enquanto mediador, deve ser honesto e imparcial. As suas afirmações ultrapassaram a sua missão", retorquiu o ministro da Informação sírio, Omrane al-Zohbi.

Entretanto, em Homs, no centro do país, tomada pelo regime, a campanha para a reeleição de Assad começou.

"Porque vós sois o símbolo da nossa vitória e da nossa resistência, imploramos-vos que se candidatem à Presidência", lê-se num imenso cartaz com o retrato de Assad.

Desde a ascensão do clã Assad na Síria, em 1970, as presidenciais são, na realidade, um plebiscito a favor de um candidato único.

Depois de subir ao poder em 2000, após a morte do seu pai, Hafez, Bashar al-Assad, de 48 anos, foi reconduzido em 2007.

Na sequência da Primavera Árabe, uma contestação pacífica começou no país a 15 de março de 2011, transformando-se depois em revolta armada após a repressão do poder.

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