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RMaria

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MensagemAssunto: Oposição diz que Assad deve ser julgado por massacres   Dom Jul 29, 2012 2:42 pm

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Oposição diz que Assad deve ser julgado por massacres

por Agência Lusa, publicado por Susana Salvador
Hoje


O Presidente sírio, Bashar al-Assad, deve ser julgado "por massacres" de civis e não deve ser-lhe concedido asilo, defendeu o presidente do Conselho Nacional Sírio (CNS), principal formação da oposição.

"O exemplo iemenita não se pode aplicar à Síria", declarou Abdel Basset Sayda numa conferência de imprensa em Abu Dhabi, capital dos Emirados Árabes Unidos.

Sayda referia-se à amnistia negociada com o presidente iemenita Ali Abdallah Saleh, a troco da saída do poder, no seguimento de uma revolta popular.

"Foram cometidos massacres. Consideramos que Bashar al-Assad deve ser julgado. É um criminoso e não deve ser-lhe concedido um refúgio", acrescentou.

Abdel Basset Sayda anunciou ainda que irá discutir com os grupos rebeldes presentes no terreno a criação de um governo de transição a ser presidido por uma personalidade que esteja comprometida com a revolta desde o início.

"Estamos a estudar a ideia [de um governo de transição] e vamos entrar em contacto com todas as forças no terreno na Síria", declarou.

Este governo deverá ser dirigido por "uma personalidade patriota, honesta, consensual e comprometida com os objetivos da revolução síria desde o início", acrescentou.

Questionado sobre se o CNS pretende coordenar-se com o general Manaf Tlass, a mais alta patente do exército sírio a desertar, Sayda indicou que a coordenação deverá ser feita, em primeiro lugar, com os grupos no terreno, ou seja, com o Exército Livre da Síria, formado por desertores e civis armados.

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MensagemAssunto: Obama terá autorizado operações secretas na Síria   Qui Ago 02, 2012 3:36 pm

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Obama terá autorizado operações secretas na Síria

por Texto da Agência Lusa, editado por Patrícia Viegas
Hoje


O Presidente norte-americano, Barack Obama, terá autorizado operações secretas da CIA na Síria para apoiar os rebeldes na sua luta contra o regime de Bashar al-Assad, avançou na quarta-feira a cadeia de televisão CNN.

De acordo com fontes citadas pelo canal norte-americano, a ordem presidencial assinada por Obama é semelhante à que foi concedida durante o conflito na Líbia.

A CNN não adiantou, porém, os detalhes desta autorização, designadamente quando ela foi assinada ou os planos para apoiar os rebeldes na sua luta.

A Casa Branca tem reiterado que prestará apenas assistência humanitária e que não fornecerá armas à oposição síria, considerando que o regime de Bashar al-Assad violou os direitos humanos e não cumpriu os seus compromissos de por fim à violência contra civis.

No mesmo dia, foi anunciado pelo porta-voz do Departamento de Estado norte-americano, Patrick Ventrell, que o Governo dos EUA vai apoiar a causa da oposição síria com mais 10 milhões de dólares, além dos 15 milhões previstos.

Este apoio, num total de 25 milhões de dólares (20,4 milhões de euros), não inclui armamento, garantiu o responsável, centrando-se antes em equipamento de comunicação.

Por outro lado, os Estados Unidos também já disponibilizaram 64 milhões de dólares (52,2 milhões de euros) de ajuda humanitária destinada à população síria afetada pelo conflito.

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MensagemAssunto: Al-Arabiya difunde imagens de iranianos sequestrados   Dom Ago 05, 2012 4:56 pm

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Al-Arabiya difunde imagens de iranianos sequestrados

por Lusa, publicado por Helena Tecedeiro
Hoje


A cadeia de televisão de capitais sauditas Al-Arabiya difundiu hoje um vídeo que mostra iranianos nas mãos de rebeldes sírios, que garantem incluir membros dos Guardas da Revolução do Irão.

"Quarenta e oito iranianos, em missão na Síria, foram detidos em Damasco e os inquéritos revelaram a presença entre estes de Guardas da Revolução", guarda pretoriana do regime iraniano, afirmou um representante dos rebeldes no vídeo difundido pela cadeia por satélite do Dubai.

Este representante do Exército Sírio Livre (ESL) mostrou o que afirma ser o bilhete de identidade militar e uma autorização de porte de arma de um dos iranianos apresentado como membro dos Guardas da Revolução.

O Irão pediu a intervenção da Turquia e do Qatar, que apoiam os rebeldes sírios, para libertar os 48 peregrinos iranianos raptados no sábado na Síria, anunciou hoje a televisão pública iraniana.

"O ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano, Ali Akbar Salehi, pediu durante uma conversa telefónica com (homólogo turco) Ahmet Davutoglu a intervenção imediata da Turquia para a libertação dos peregrinos iranianos raptados na Síria", segundo o 'site' da cadeia pública.

Davutoglu "prometeu examinar a questão e de envidar esforços, como para os casos precedentes" para conseguir libertar os peregrinos iranianos, adianta a fonte.

Salehi também falou no sábado à noite com o primeiro-ministro dos Negócios Estrangeiros do Qatar, xeque Hamad ben Jassem ben Jaber Al Thani, para pedir a ajuda daquele país.

"Grupos terroristas armados raptaram 48 peregrinos iranianos, que se deslocavam (de autocarro) para o aeroporto", tinha declarado no sábado o cônsul iraniano em Damasco, Majid Kamjou, à cadeia pública iraniana.

Nos últimos meses, 32 iranianos, incluindo 22 peregrinos, sete engenheiros e três motoristas de camiões foram raptados por grupos armados na Síria, mas 27 foram libertados devido à intervenção da Turquia.

A Turquia e o Qatar apoiam a oposição síria e acolheram dirigentes de grupos rebeldes sírios.

Antes do conflito, cerca de 700 mil peregrinos iranianos deslocavam-se todos os anos à Síria para visitar o túmulo de Zaynab, filha o imã Ali, um local de peregrinação xiita em Damasco, mas o número tem baixado drasticamente, segundo a agência oficial Irna.

O Irão é um aliado de peso do regime de Bashar al-Assad, que enfrenta uma revolta desde março de 2011, que entretanto se tem vindo a militarizar.

As autoridades sírias denominam os rebeldes como sendo "grupos terroristas".

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MensagemAssunto: Guardas da revolução "na reforma" entre os 48 reféns   Qua Ago 08, 2012 4:45 pm

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Guardas da revolução "na reforma" entre os 48 reféns

por Texto da Agência Lusa, publicado por Patrícia Viegas
Hoje

O ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano, Ali Akbar Salehi, afirmou hoje que guardas da revolução e militares "na reforma" fazem parte dos reféns iranianos raptados no sábado pelos rebeldes sírios, segundo a agência iraniana Isna.

"Um determinado número de pessoas (raptadas) são reformados dos Guardas da Revolução e do exército, mas também de outras administrações", declarou Salehi.

Em declarações aos jornalistas no avião que o levou a Ancara, onde pediu a ajuda das autoridades turcas, Salehi insistiu que os iranianos raptados eram "peregrinos" que foram à Síria para visitar os locais xiitas em Damasco.

Uma brigada do Exército Sírio Livre (ESL, formado por desertores e civis armados) reivindicou o rapto de 48 iranianos e afirmou na segunda-feira que três destes tinham morrido devido a um bombardeamento das forças do regime na província de Damasco.

Num vídeo difundido no domingo, os combatentes do ESL afirmaram que os reféns iranianos eram "membros dos Guardas da Revolução", exército de elite do regime islâmico iraniano e não simples peregrinos, e mostraram bilhetes de identidade e licenças de porte de armas dos reféns.

"Felizmente no vídeo difundido, vê-se que as pessoas são peregrinos e apenas tinham roupa, objetos pessoais e os bilhetes de identidade", declarou Salehi.

"Quando a calma regressou a Damasco, começámos a enviar peregrinos para a Síria, nomeadamente reformados dos Guardas da Revolução ou pertencentes a diferentes administrações", adiantou.

Salehi também afirmou que "lançava uma mensagem" aos rebeldes para libertarem os reféns iranianos.

"Tendo em conta que estamos no mês do jejum do Ramadão e que os sequestradores e os reféns são muçulmanos, lançamos-lhes uma mensagem através dos media (...) para que deem provas de fraternidade islâmica e libertem os nossos cidadãos", afirmou.

O Irão pediu a intervenção da Turquia e do Qatar, que apoiam os rebeldes sírios, para libertar os 48 peregrinos iranianos raptados no sábado na Síria.

Nos últimos meses, 32 iranianos, incluindo 22 peregrinos, sete engenheiros e três motoristas de camiões foram raptados por grupos armados na Síria, mas 27 foram libertados devido à intervenção da Turquia.

Antes do conflito, cerca de 700 mil peregrinos iranianos deslocavam-se todos os anos à Síria para visitar o túmulo de Zaynab, filha o imã Ali, um local de peregrinação xiita em Damasco, mas o número tem baixado drasticamente, segundo a agência oficial Irna.

O Irão é um aliado de peso do regime de Bashar al-Assad, que enfrenta uma revolta desde março de 2011, que entretanto se tem vindo a militarizar.

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MensagemAssunto: Quatro funcionários da TV estatal sequestrados   Dom Ago 12, 2012 10:08 am

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Quatro funcionários da TV estatal sequestrados

por Texto da Agência Lusa, publicado por Patrícia Viegas
Ontem

Três jornalistas da televisão estatal síria e o seu motorista foram sequestrados enquanto cobriam a violência nos subúrbios de Damasco, informou o canal, que atribuiu o rapto a "terroristas" e afirmou estarem em curso esforços para libertar as vítimas.

O diretor-geral da cadeia Al-Ikhbariya, Imad Sarah, disse que os quatro foram raptados na sexta-feira, no subúrbio de al-Tal, no norte da capital síria, por um grupo armado que apelidou de "terrorista".

As autoridades referem-se normalmente aos rebeldes que lutam contra o regime do presidente Bashar al-Assad como "terroristas".

Os rebeldes têm negado ataques contra os media, mas consideram que os órgãos de comunicação pró-governamentais são um alvo legítimo, uma vez q ue são porta-vozes do regime. De qualquer forma, o movimento rebelde é composto por grupos muito diversos, que poderão ter visões diferentes sobre quem consideram um alvo válido.

Os sequestros têm-se tornado cada vez mais frequentes, à medida que alastra a guerra civil na Síria.

Entretanto, o exército sírio intensificou hoje as suas operações nos arredores de Damasco e na cidade de Alepo, com fortes bombardeamentos por terra e por ar, segundo grupos da oposição.

O ativista Suhaib al Qasem, que se encontra em Damasco, explicou à Efe que helicópteros de combate bombardearam localidades dos arredores da capital, como Mesraba, Kafr al Batna ou Deir al Asafir.

"Está a cair uma média de dois projéteis por minuto na localidade de al-Tal", assegurou a mesma fonte.

Num comunicado, o Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH) informou que habitantes dessa zona fugiram com medo de uma operação militar de grande envergadura.

Segundo o OSDH, três pessoas morreram por disparos de tanques em Deir al Asafir, enquanto duas outras perderam a vida devido ao impacto de projéteis na localidade próxima de Al Guta.

Em Alepo, as forças governamentais bombardearam com intensidade o bairro de Al Sukari, adianta ainda o Observatório.

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MensagemAssunto: França está empenhada numa solução política para a Síria   Dom Ago 12, 2012 10:15 am

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França está empenhada numa solução política para a Síria

por Texto da Agência Lusa, publicado por Patrícia Viegas
Ontem

O Presidente francês, François Hollande, afirmou hoje que a França está empenhada na "busca obstinada de uma transição política na Síria", durante uma homenagem ao 88.º soldado francês morto no Afeganistão.

Hollande recordou que Paris está a montar um hospital de campanha na Jordânia, perto da fronteira com a Síria, "para ajudar os refugiados, mas também os combatentes que enfrentam uma repressão levada a cabo por um regime mobilizado apenas pelo medo do seu próprio fim".

A este "dever humanitário", junta-se um "apoio à oposição síria" e "a busca obstinada de uma transição política na Síria", afirmou o presidente francês durante uma homenagem ao major Franck Bouzet.

As declarações de Hollande surgem depois de o ex-presidente Nicolas Sarkozy, derrotado nas eleições de 6 de maio, ter feito críticas implícitas à política da França face à Síria.

Num comunicado comum com o presidente do Conselho Nacional Sírio, principal órgão da oposição, Abdel Basset Sayda, com quem se reuniu esta semana, Sarkozy afirmou "a necessidade de uma ação rápida da comunidade internacional para evitar massacres" e sublinhou existirem "grandes semelhanças com a crise na Líbia" que, em 2011, foi alvo de uma intervenção militar internacional em que a França teve papel de relevo.

O 88.º soldado francês morto no Afeganistão foi morto na terça-feira durante um confronto com rebeldes, numa altura em que Paris prepara uma retirada total das suas tropas no país até ao final do ano.

Sobre esse assunto, Hollande afirmou que a missão no Afeganistão "está cumprida", pelo que "a retirada das forças combatentes [francesas] está em marcha e ficará concluída no final do ano".

Insistiu que o envio de tropas francesas para o país, desde o final de 2001, foi decidido com base num mandato do Conselho de Segurança da ONU, "no âmbito de uma ampla aliança" para combater um regime que estava aliado com a organização terrorista Al Qaeda.

"A França não luta pela sua influência no mundo, nem pelos seus interesses, mas sim por valores e princípios. Esse é o sentido da presença da França no Afeganistão", disse.

Garantiu no entanto que os militares franceses continuarão a dar formação ao exército afegão, "para garantir a soberania do país", e que se manterá a cooperação civil, em virtude de um acordo bilateral ratificado pelo Parlamento francês nas últimas semanas.

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MensagemAssunto: EUA e Turquia criam grupo de trabalho sobre a Síria   Dom Ago 12, 2012 10:22 am

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EUA e Turquia criam grupo de trabalho sobre a Síria

por Texto da Agência Lusa, publicado por Patrícia Viegas
Ontem


A secretária de Estado norte-americana e o seu homólogo turco anunciaram hoje que os seus países estão a criar uma estrutura formal para se preparar para o pior cenário possível na Síria, incluindo um eventual ataque químico.

Numa conferência de imprensa no final de uma reunião em Istambul, Hillary Clinton e Ahmet Davutoglu disseram que os dois países estabeleceriam um grupo de trabalho para responder à crise na Síria, onde as condições estão a deteriorar-se.

O grupo irá coordenar respostas políticas, militares e dos serviços de informações, para o caso de um ataque químico, o que resultaria em emergências médicas e num aumento do número de refugiados a fugir da Síria.

Segundo a chefe da diplomacia norte-americana o grupo é necessário para explorar os "pormenores reais" de potenciais novas crises.

"Temo-nos coordenado de perto ao longo do conflito, mas agora precisamos de entrar nos pormenores reais de um planeamento operacional deste tipo", disse Clinton.

Entre as contingências para as quais os EUA e a Turquia querem preparar-se está "a horrível possibilidade de serem usadas armas químicas", acrescentou.

"O que é que isso significaria em termos de resposta, assistência médica e humanitária e, claro, o que precisa de ser feito para garantir que aquelas armas nunca serão usadas e nunca cairão nas mãos erradas", afirmou.

Na conferência de imprensa, a secretária de Estado norte-americana afirmou que existem "ligações" entre o grupo chiita libanês Hezbollah, o Irão e a Síria, o que "prolonga a vida do regime" de Bashar Al-Assad.

"Continuamos a fazer pressão do exterior. Anunciámos ontem em Washington sanções destinadas a expor e a quebrar os laços entre o Irão, o Hezbollah e a Síria, que prolongam a vida do regime Assad", disse Clinton.

Hillary Clinton afirmou ainda que "a Síria não deve tornar-se um santuário para os terroristas do PKK", movimento armado que combate o governo turco.

A secretária de Estado disse "partilhar as preocupações" da Turquia sobre esse assunto, afirmando que a Síria não pode tornar-se um santuário para os rebeldes turcos, "nem agora, nem depois da queda do regime" do presidente Bashar al-Assad.

Clinton afirmou-se preocupada que "os terroristas do PKK e da Al-Qaeda se aproveitem da luta legítima do povo sírio para promover a sua própria agenda".

O ministro turco dos Negócios Estrangeiros, cujo país combate o PKK desde 1984, defendeu que "não há lugar para um vazio de poder na Síria", já que isso poderia beneficiar os rebeldes do PKK.

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MensagemAssunto: Assad diz que vai vencer "a qualquer preço"   Dom Ago 26, 2012 10:35 pm

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Assad diz que vai vencer "a qualquer preço"

por Texto da Agência Lusa, publicado por Patrícia Viegas
Hoje


Presidente da Síria Bachar al-Assad reuniu-se hoje, em Damasco, com Alaeddin Boroujerdi, líder do comité parlamentar iraniano para a segurança nacional e política externa . O Presidente sírio, Bashar al-Assad, reafirmou hoje que o seu regime vai vencer "a qualquer preço" a "conspiração estrangeira" contra o país, noticia a agência oficial SANA, citada pela AFP.

"O povo sírio não permitirá que a conspiração tenha sucesso e alcance os seus objetivos", afirmou Assad, que há mais de 17 meses enfrenta uma revolta.

"O que está a acontecer não é apenas contra a Síria, mas sim contra toda a região, acrescentou o chefe de Estado sírio, acrescentado que o país vai manter a sua "estratégia de resistência (...), apesar da colaboração entre os países ocidentais e alguns Estados da região tendo em vista uma mudança de posição".

Desde o início da revolta contra o Presidente sírio, Bachar al-Assad, em março do ano passado, a violência na Síria já causou 25 mil mortos, segundo o Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH), e levou mais de 200 mil sírios a fugirem para países vizinhos, de acordo com o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados.

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MensagemAssunto: Helicóptero despenha-se em Damasco   Seg Ago 27, 2012 11:57 am

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Helicóptero despenha-se em Damasco

por AFP, traduzido e adaptado por Ricardo Simões Ferreira
Hoje


Um helicóptero despenhou-se hoje, segunda-feira, perto de uma mesquita no bairro de Qaboun em Damasco, noticiou a televisão estatal do país. O incidente acontece numa altura em que são ouvidos tiros e explosões na capital da Síria.

Ainda que a estação de televisão não tenha dado pormenores da queda do aparelho, o Observatório Sírio dos Direitos do Homem anunciou que o helicóptero terá sido "atingido uma vez que participava em combates naquela zona".

Veja as imagens que estão a ser divulgadas do incidente (cuja autenticidade não é possível assegurar)


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MensagemAssunto: Assad diz estar a travar guerra regional e internacional   Qua Ago 29, 2012 1:22 pm

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Assad diz estar a travar guerra regional e internacional

por Lusa, publicado por Luís Manuel Cabral
Hoje


O Presidente sírio, Baschar al-Assad, afirmou na terça-feira que está a travar "uma guerra regional e internacional", que precisará de tempo para a acabar, mas que está decidido a continuar, noticia a Efe.

Durante uma entrevista à televisão privada "Al Dunia", de que foram divulgados alguns extratos, Al-Assad disse que "a situação melhorou, mas [o conflito] ainda não chegou ao fim e vai ser preciso de mais tempo" para o acabar.

"Estamos a travar uma guerra regional e internacional e deveremos precisar de mais tempo para a acabar, mas posso resumir toda a situação numa frase: 'Estamos a avançar'", disse.

A entrevista vai ser transmitida na íntegra às 21:00 locais de hoje (19:00 de Lisboa), adiantou a cadeia televisiva.

Durante a entrevista com um jornalista do canal, Al-Assad ataca as autoridades turcas, a quem o regime de Damasco acusa de apoiar, albergar e financeiar os rebeldes sírios.

O Presidente sírio concedeu várias entrevistas desde que me março de 2001 começou a rebelião contra o seu regime, nas quais sempre se mostrou determinado em derrotar os que qualifica de "terroristas".

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MensagemAssunto: Criação de zonas tampão para refugiados é irrealista    Qua Ago 29, 2012 1:34 pm

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Criação de zonas tampão para refugiados é irrealista

por Texto da Agência Lusa, publicado por Patrícia Viegas
Hoje

O Presidente sírio, Bachar al-Assad, considera que a criação de uma zona tampão na Síria sugerida pelo Ocidente e pela Turquia para acolher os refugiados é irrealista, segundo os extratos de uma entrevista que deu ao canal Ad-Dounia.

"Penso que falar de zonas tampão não está em cima da mesa, em primeiro lugar, e depois é irrealista mesmo para os Estados hostis e inimigos da Síria", declarou Assad na entrevista que será divulgada esta noite pelo canal privado pró-regime Ad-Do

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MensagemAssunto: Assad diz que precisa de tempo para vencer os rebeldes   Qua Ago 29, 2012 1:45 pm

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Assad diz que precisa de tempo para vencer os rebeldes

por Texto da Agência Lusa, publicado por Patrícia Viegas
Hoje

O Presidente sírio, Bachar al-Assad, reconheceu que o seu regime ainda não venceu a batalha contra os rebeldes e disse precisar de tempo para tal, segundo os extratos hoje divulgados da entrevista que deu ao canal pró-regime Ad-Dounia.

"Posso resumir a situação numa frase: estamos a progredir, a situação no terreno é melhor, mas ainda não ganhámos, isso requer mais tempo", afirmou Assad na entrevista que será divulgada integralmente esta noite.

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MensagemAssunto: Assad diz que deserções são "auto-limpeza" do Estado   Qua Ago 29, 2012 1:55 pm

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Assad diz que deserções são "auto-limpeza" do Estado

por Texto da Agência Lusa, publicado por Patrícia Viegas
Hoje


O Presidente sírio, Bachar al-Assad, afirmou que as deserções que afetaram o seu regime nos últimos meses são uma "auto-limpeza do Estado" sírio, segundo os extratos hoje divulgados de uma entrevista que concedeu ao canal Ad-Dounia.

"Os patriotas e as pessoas de bem não fogem, não abandonam a pátria. Por isso esta operação é positiva, é uma operação de auto-limpeza do Estado e da nação em geral", disse Assad na entrevista que será divulgada esta noite pelo canal privado pró-regime Ad-Dounia.

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MensagemAssunto: Maioria do território está fora do controlo do regime   Dom Set 23, 2012 5:23 pm

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Maioria do território está fora do controlo do regime

por Lusa, publicado por Leonor Mateus Ferreira
Hoje

Um comandante dos rebeldes sírios afirmou hoje que a maioria do território da Síria está já fora do controlo do regime, cuja superioridade aérea é o único fator que lhe permite manter o poder.

"Com ou sem ajuda externa, a queda do regime é uma questão de meses, e não anos", disse o coronel Ahmed Abdel Wahab, que diz comandar uma brigada de 850 homens no Exército Sírio Livre (ESL).

Para o mesmo comandante, que falava à agência France Presse em Atma, junto à fronteira da Síria com a Turquia, se a oposição tivesse mísseis anti-aéreos e anti-tanque, "conseguiria rapidamente ganhar vantagem".

"Mas se os países estrangeiros não nos derem estes meios, vamos ganhar na mesma. Só demorará mais algum tempo", disse.

Wahab garante que a oposição controla a maior parte do país e que, na maioria das regiões, os soldados são prisioneiros dos seus quartéis: "Eles saem muito pouco e nós andamos livremente por todo lado, exceto em Damasco".

"Desde que evitemos as estradas principais, movemo-nos livremente", acrescentou.

Wahab, que há nove meses era coronel no exército regular, justificou a sua deserção com "a magnitude dos crimes do regime, que está a matar o seu próprio povo", mas disse manter contacto com oficiais que se mantêm no exército do regime. "A moral deles está muito em baixo", disse.

"Se os soldados sunitas não desertam é porque temem pelas suas famílias, que são mantidas como reféns. Eu consegui arranjar um sítio seguro para a minha antes de deixar o exército", acrescentou.

Segundo o Observatório Sírio dos Direitos Humanos, cerca de 80% das cidades e vilas ao longo da fronteira com a Turquia estão fora do controlo de Damasco e a AFP conta que, em muitas dessas localidades, os residentes fazem as suas vidas com normalidade.

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MensagemAssunto: Exército turco volta a bombardear território sírio   Sab Out 06, 2012 3:50 pm

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Exército turco volta a bombardear território sírio

por Lusa, publicado por Helena Tecedeiro
Hoje


O exército turco voltou a bombardear hoje território sírio na sequência de um novo ataque da Síria, mas sem provocar quaisquer vítimas mortais, anunciou a agência Anatolia.

O incidente de hoje ocorreu na pequena aldeia turca de Guvessi, perto da fronteira com a Síria, quando um morteiro caiu numa zona rural. O morteiro partiu de uma zona síria onde se tinham registado combates entre rebeldes e o exército sírios, adiantou a Anatolia.

Estes últimos bombardeamentos surgem três dias depois de cinco civis turcos terem morrido por tiros sírios na aldeia turca de Akcakale, o que aumentou a tensão das relações entre os dois países vizinhos.

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MensagemAssunto: Exército turco volta a bombardear posições sírias   Seg Out 08, 2012 9:57 pm

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Exército turco volta a bombardear posições sírias

por Lusa, publicado por Ana Meireles
Hoje


O exército turco voltou a ripostar hoje à queda de uma granada de morteiro sírio no território do país, e pelo sexto dia consecutivo bombardeou posições do exército fiel ao Presidente Bashar Al-Assad.

Em declarações à agência noticiosa AFP, um responsável turco que se exprimiu sob anonimato disse que uma granada de morteiro síria caiu cerca das 15:00 (13:00 em Lisboa), no distrito de Altinozu, província de Hatay (sudeste da Turquia).

Na sequência do bombardeamento na quarta-feira da povoação fronteiriça turca de Akçakale, que provocou a morte de cinco civis turcos, as tropas de Ancara têm ripostado sistematicamente aos disparos provenientes da Síria que atingem território turco. Ancara afirma que estes disparos são da responsabilidade do exército sírio.

Desde quarta-feira que a artilharia turca posicionada na fronteira bombardeia posições sírias, numa resposta a disparos dirigidos sobretudo a zonas rurais e que não têm provocado vítimas do lado turco.

Na quinta-feira, o Governo de Ancara obteve o apoio formal do Parlamento para prosseguir, se necessário, as operações militares contra a Síria.

Ainda na quinta-feira, o Conselho de Segurança da ONU condenou os disparos do exército sírio em direção à Turquia e pediu contenção aos dois países.

Num discurso pronunciado na segunda-feira, em Estrasburgo (leste da França), na sede do Conselho da Europa, o secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, alertou para a escalada "extremamente perigosa" do conflito na fronteira turco-síria.

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MensagemAssunto: Assad decreta "amnistia geral", exceto para "terroristas"   Ter Out 23, 2012 4:14 pm

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Assad decreta "amnistia geral", exceto para "terroristas"

por Agência Lusa, publicado por Susana Salvador
Hoje


O Presidente sírio, Bashar al-Assad, decretou hoje uma "amnistia geral", mas que exclui os crimes cometidos por "terroristas", denominação utilizada para designar os rebeldes, anunciou a televisão oficial síria.

O chefe de Estado, cujas tropas estão envolvidas num conflito sangrento contra os rebeldes, "decretou uma amnistia geral para os crimes cometidos antes de 23 de outubro" de 2012, mas que exclui os crimes cometidos por "terroristas".

O decreto promulgado também exclui os "criminosos em fuga", salvo em caso de que se rendam, indicou a televisão.

Segundo o Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH), dezenas de milhares de civis foram detidos e milhares de outros desapareceram das prisões do regime desde o início da revolta contra Assad a 15 de março de 2011, além dos milhares de soldados que tentaram desertar.

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MensagemAssunto: ONG contabiliza mais de 40 mil mortos na Síria   Qui Nov 22, 2012 9:46 pm

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ONG contabiliza mais de 40 mil mortos na Síria

por Lusa
Hoje


O Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH) anunciou hoje que mais de 40 mil pessoas, na maioria civis, morreram desde o início da contestação contra o regime de Bachar al-Assad há 20 meses.

Pelo menos 28.026 civis morreram desde 15 de março de 2011, precisou a Organização Não Governamental (ONG), que considera também civis aqueles que pegaram nas armas para combater contra as tropas do regime sírio. O número de soldados mortos é de 10.150 e o de desertores de 1.379, precisou esta ONG, com base no Reino Unido, com base numa rede militantes e de fontes médicas nos hospitais em todo o país. "É necessário juntar 574 outras pessoas mortas cujas identidades não foram registadas", segundo o presidente do OSDH, Rami Abdel Rahmane, que cifra o número de vítimas mortais em 40.129.

Mas estes números não incluem os milhares de desaparecidos depois de terem sido detidos nem a maioria dos mortos entre os milicianos pró-regime. A brutal repressão pelo regime do movimento de contestação popular desencadeou uma guerra civil. Os combates entre rebeldes e soldados e os bombardeamentos aéreos e com artilharia das tropas leais provocam dezenas de mortos diariamente. No final de outubro, o mediador internacional para a Síria, Lakhdar Al-Adha, propôs uma trégua pela ocasião da festa muçulmana de Al-Adha, que foi violada algumas horas depois da ter entrado em vigor. A comunidade internacional, profundamente dividida, não consegue encontrar uma solução para o conflito porque o regime de Damasco tem aliados de peso no Conselho de Segurança da ONU, Moscovo e Pequim, que bloqueiam qualquer resolução que o condene.

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MensagemAssunto: Assassinado jornalista da televisão estatal síria    Sab Nov 24, 2012 6:02 pm

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Assassinado jornalista da televisão estatal síria

por Lusa, texto publicado por Paula Mourato
Ontem

Um jornalista da televisão estatal síria foi assassinada na quarta-feira no sul de Damasco, noticiou hoje a agência oficial Sana, atribuindo a autoria do homicídio aos "terroristas", termo com o qual o regime sírio designa os rebeldes.

Já o Observatório Sírio dos Direitos do Homem (OSDH) referiu que Bassel Tawfiq Youssef foi morto a tiro por rebeldes que pertencem aos 'chabbihas', milícias civis pró-regime, no bairro de Tadamoun (sul). Desde o início dos violentos confrontos na Síria, em março de 2011, foram mortos 14 jornalistas profissionais e 38 cidadãos jornalistas, segundo dados da organização não governamental Repórteres Sem Fronteiras, citados pela agência noticiosa francesa AFP.

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MensagemAssunto: Violentos combates em bairros a sul de Damasco    Sab Nov 24, 2012 6:10 pm

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Violentos combates em bairros a sul de Damasco

por Lusa, publicado por Graciosa Silva
Hoje


Violentos combates entre as forças governamentais e os rebeldes continuaram esta madrugada, com bairros do sul de Damasco a serem bombardeados pela artilharia do regime de Baschar al-Assad, denunciou hoje o Observatório Sírio para os Direitos do Homem (OSDH).

Durante os confrontos, que duraram toda a noite e prosseguiram hoje de manhã, vários 'rockets" caíram em Qadam e Tadamoun, dois bairros pobres do sul de Damasco, a partir dos quais os rebeldes tentam conquistar o centro da capital, precisou a OSDH, citada pela agência noticiosa francesa AFP.

Na segunda maior cidade do país, Alepo (norte), também se verificaram confrontos violentos entre soldados e insurgentes, acrescentou a organização não-governamental.

Além disso, a artilharia do regime continuou com os bombardeamentos contra as províncias de Deraa (sul), de Idleb (noroeste) e Deir Ezzor (este), sob fogo desde sexta-feira.

Só na sexta-feira, 100 pessoas morreram em todo a Síria, onde o conflito armado desencadeado pela repressão da revolta popular já fez mais de 40 mil mortos, em 20 meses.


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MensagemAssunto: Turquia garante que mísseis são apenas defensivos   Seg Nov 26, 2012 2:52 pm

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Turquia garante que mísseis são apenas defensivos

por Lusa
Hoje


A Turquia reafirmou hoje que os mísseis "Patriot", que Ancara pediu à NATO para instalar junto à fronteira com a Síria, são apenas defensivos e excluiu categoricamente a utilização para lançamento de ataques.

"O sistema será instalado por razões puramente defensivas, contra uma eventual ameaça da Síria", assegurou o estado-maior das Forças Armadas turcas em comunicado. Os mísseis antiaéreos não serão utilizados "para operações ofensivas" ou para criar "uma zona de exclusão aérea" sobre a Síria, sublinhou o texto.

A Turquia pediu, na semana passada, aos parceiros da Aliança Atlântica a instalação de mísseis "Patriot" junto à fronteira com a Síria, provocando a irritação do regime do presidente sírio, Bashar al-Assad, e pondo em alerta os principais aliados de Damasco, Rússia e Irão.

Desde sexta-feira, que o chefe da diplomacia turco, Ahmet Davutoglu, se tem empenhado em acalmar os três países, insistindo no caráter puramente defensivo dos mísseis.

O secretário-geral da NATO, Anders Fogh Rasmussen, assegurou ao ministro dos Negócios Estrangeiros russo, Serguei Lavrov, durante uma conversa telefónica, que a instalação dos mísseis "é unicamente defensiva" e que não pretende "de forma alguma criar uma zona de exclusão aérea ou promover operações ofensivas", afirmou o porta-voz de Rasmussen.

Os restantes 27 países membros da NATO deverão responder em breve ao pedido oficializado na quarta-feira pela Turquia.

Uma missão de especialistas da NATO é aguardada hoje em Ancara para encontros com responsáveis militares turcos.

Na terça-feira, a missão deverá deslocar-se ao sudoeste da Turquia, junto à fronteira com a Síria, para determinar o local e a quantidade de mísseis a instalar.

De acordo com fonte militar turca, poderão ser instaladas quatro a seis baterias em Malatya, Diyarbakir e Sanliurfa (no sul da Turquia), o que implicará o estacionamento de cerca de 400 soldados dos três países da NATO que possuem o sistema "Patriot": Estados Unidos, Países Baixos e Alemanha.

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MensagemAssunto: Chefe da polícia militar síria confirmou a sua deserção   Qua Dez 26, 2012 1:54 pm

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Chefe da polícia militar síria confirmou a sua deserção

por Lusa, publicado por Graciosa Silva
Hoje

O chefe da polícia militar síria, o general Abdelaziz al Shalal, confirmou num vídeo divulgado nas últimas horas a sua deserção, dada a conhecer na terça-feira pelo Conselho Nacional Sírio.

"Anuncio a minha deserção do Exército do regime e a minha união à revolução do povo", afirmou Al Shalal no vídeo, em que surge sentado e vestido com o seu uniforme.

Al Shalal justificou a sua decisão com o facto de o "Exército ter abandonado a sua missão principal de proteger o país e se ter convertido em grupos que assassinam, destroem cidades e localidades e cometem massacres entre o povo inocente, que saiu para pedir liberdade".

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MensagemAssunto: Assad afirma que a Síria não cederá "apesar das pressões"   Seg Fev 11, 2013 5:26 pm

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Assad afirma que a Síria não cederá "apesar das pressões"

por France Press
Hoje


Membros do exército sírio combatem nos arredoresd e Damasco Fotografia © Reuters/Handout

Presidente sírio afirmou que o país não renuncia aos seus "princípios" apesar das "pressões" e das "conspirações", numa altura em que o líder da oposição tenta negociar com representantes do regime.

O presidente sírio Bachar al-Assad afirmou esta segunda-feira que a Síria não irá renunciar aos seus "princípios" apesar das "pressões" e das "conspirações", noticiou a agência Sana, numa altura em que as forças fiéis ao regime estão envolvidas num conflito fraticida contra as tropas rebeldes.

"A Síria continuará a ser o bater do coração do mundo árabe e não renunciará aos seus princípios mesmo debaixo da pressão a que está submetida ou de ser alvo das mais diversas conspirações", afirmou Assad durante a visita de uma delegação jornana ao país.

As breves declarações do presidente forma feitas na mesma altura em que o líder da oposição Ahmed Moaz al-Khatib afirmou não ter recebido "nenhuma resposta clara" do regime de Assad em relação à sua proposta de diálogo. Khatib afirmou estar perto de estabelecer conversações diretas com representantes do regime que não têm "as mãos sujas de sangue", precisando que todo o diálogo deverá passar, forçosamente, pela distituição de Assad.

A oferta de diálogo de Khatib recebeu a aprovação dos Estados unidos e da Liga àrabe mas, sobretudo, dos dois grandes aliados da Síria, a Rússia e o Irão, com quem o líder da oposição efetuou contatos inéditos até então.

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MensagemAssunto: ONU vai retirar metade dos 100 funcionários na Síria   Seg Mar 25, 2013 5:05 pm

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ONU vai retirar metade dos 100 funcionários na Síria

por Lusa, texto publicado por Sofia Fonseca
Hoje

A ONU vai retirar cerca de metade dos 100 funcionários internacionais na Síria devido ao perigo crescente no país, segundo fontes diplomáticas citadas pela agência France Presse.

O gabinete em Damasco do enviado das Nações Unidas e da Liga Árabe, Lakhdar Brahimi, vai também ser encerrado, segundo as fontes, que indicaram estar para breve um anúncio oficial.

Os funcionários a trabalhar com Brahimi vão ser transferidos para o Cairo ou para Beirute.

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MensagemAssunto: Imagens de Assad numa mesquita desmentem ataque   Qui Ago 08, 2013 4:21 pm

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Imagens de Assad numa mesquita desmentem ataque


por Lusa, publicado por Luís Manuel Cabral
Hoje


Televisão transmitiu imagens de Assad assistindo à celebração do Eid-ul-Fitr, que marca o fim do Ramadão, na mesquita de Anas ben Malek Fotografia © SANA/Handout via Reuters

Televisão transmitiu imagens de Assad assistindo à celebração do Eid-ul-Fitr, que marca o fim do Ramadão, na mesquita de Anas ben Malek

As autoridades sírias negaram hoje qualquer ataque contra Bashar al-Assad, depois de a imprensa e militantes anti-regime terem dado conta de um atentado contra o Presidente sírio, a caminho de uma mesquita para participar nas celebrações do fim do Ramadão.

Vários meios de comunicação, incluindo o canal por satélite Al-Arabiya, da Arábia Saudita, noticiaram um ataque com 'rockets' direcionados contra a comitiva de Assad, quando o Presidente sírio estaria a seguir de carro, no centro de Damasco, para participar nas orações que celebram o fim do muçulmano mês de jejum sagrado do Ramadão.

Esta foi a primeira vez que surgiram informações sobre um alegado ataque ao "comboio" presidencial desde o início do conflito na Síria há mais de dois anos.

"No que respeita às informações veiculadas pela Al-Arabiya, posso assegurar-vos que essas informações são totalmente falsas", afirmou o ministro da Informação, Omrane al-Zohbi, questionado pela televisão estatal, em alusão ao canal por satélite árabe Al-Arabiya.

"O Presidente chegou à mesquita a conduzir a sua própria viatura, assistiu às orações e cumprimentou toda a gente na mesquita, como faz sempre que se encontra com as pessoas", acrescentou.

As informações sobre um ataque são "uma projeção dos sonhos e das ilusões de alguns meios de comunicação e dos governos que os apoiam", adiantou.

A Al-Arabiya é uma estação de televisão financiada pela Arábia Saudita, um dos principais apoiantes dos rebeldes, que tentam há mais de dois anos destituir o regime de Bashar al-Assad.

A cadeia árabe citou um grupo de rebeldes, e militantes anti-regime, que indicaram que a comitiva de al-Assad tinha sido atacada na área de Malki, no centro de Damasco, próximo da mesquita Anas ben Malek, que acolheu a celebração do Eid-ul-Fitr, que marca o fim do Ramadão, na presença do Presidente, segundo imagens transmitidas pela televisão.

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