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 A Castanha

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Romy

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MensagemAssunto: Associação Portuguesa da Castanha nasce em breve em Vila Real   Sex Jan 11, 2013 5:02 pm

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Rede nacional da fileira da castanha
Vila Real



Associação Portuguesa da Castanha nasce em breve em Vila Real

A Associação Portuguesa da Castanha (APC), que vai ter sede em Vila Real, vai ser formalmente constituída até março, com o objetivo de ajudar a aumentar a produção nacional, disse hoje fonte ligada ao processo.

Esta associação nasce no seio da rede nacional da fileira da castanha -- RefCast --, que há três anos defende um aumento da área de produção e quer incentivar o consumo no país.

José Gomes Laranjo, investigador da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD), é um dos promotores da iniciativa e disse à agência Lusa que a APC vai ser formalmente constituída durante o primeiro trimestre deste ano.

Lusa, 2013-01-09
I DTM

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Fantômas

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MensagemAssunto: Associação Portuguesa da Castanha nasce em Vila Real   Seg Fev 25, 2013 11:46 pm

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Formalizada dia 26 de Fevereiro
Distrito de Vila Real



Associação Portuguesa da Castanha nasce em Vila Real

Cerca de 30 entidades nacionais vão promover a produção de castanha em Portugal através de uma nova organização. A Associação Portuguesa da Castanha será formalizada no dia 26 de Fevereiro, em Vila Real, e tem como objetivo incentivar o consumo do fruto seco no país.

A comunidade nasce no âmbito da RefCast, proposta de investimento criada há três anos que defende o aumento da área de produção e o incentivo aos portugueses para que aumentem o consumo de castanha.

José Gomes Laranjo, investigador da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro(UTAD), disse à agência Lusa que “uma boa parte dos nossos soutos sofre de problemas graves de doenças e de fertilidade, que lhes tiram capacidade produtiva”.

O promotor da iniciativa salienta que a RefCast quer dar resposta a alguns desafios do setor, passando pelo “aumento da produção e da produtividade das áreas de souto” e pelo combate às doenças que afetam os castanheiros, como o cancro e a tinta.

Para o investigador o aumento da produção passa por \"ensinar os agricultores\" e recorrer aos meios disponíveis, como os porta exertos híbridos que ajudam a controlar o problema da tinta e fazem análises e corrigem a fertilidade do solo. \"Isto pode aumentar a quantidade de castanha e é isso que nós precisamos\", destacou.

Em Portugal existem cerca de 35 mil hectares de matas de castanheiro e, segundo José Gomes Laranjo, estima-se que entre 17 mil e 20 mil famílias encontram-se envolvidas na produção nacional, que ronda as 45 e as 50 mil toneladas.

A produção de castanha rede aos produtores cerca de 50 milhões de euros, sendo que num ano a média de exportação portuguesa atinge as 12 mil toneladas deste fruto seco.

A Associação Portuguesa da Castanha vai ainda permitir a candidatura a fundos comunitários de apoio à produção. Segundo a agência Lusa, este fruto é considerado por muitos o petróleo ou o ouro da montanha.

A escritura da organização vai decorrer na terça-feira, numa cerimónia aberta na UTAD, onde ficará sedeada a associação. Após o registo da associação será realizada a primeira assembleia geral, seguida da eleição e tomada de posse dos órgãos sociais.

A comunidade conta com cerca de 30 associados fundadores, entre pessoas coletivas ou singulares, associações, empresas e instituições públicas.

, 2013-02-21
In DTM

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MensagemAssunto: Parceria luso-italiana investe em fábrica para processar castanha   Dom Abr 07, 2013 5:25 pm

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Fábrica de transformação
Valpaços


Parceria luso-italiana investe em fábrica para processar castanha

Uma família italiana e um casal valpacense vão investir cerca de 5 milhões de euros numa fábrica de transformação de castanha, em Carrazedo Montenegro, freguesia de Valpaços.

As obras arrancam no início da próxima semana e , se os prazos forem respeitados, a indústria, onde a castanha será depilada e congelada, antes de ser comercializada, já estará em funcionamento na próxima apanha.

Pelas contas dos empresários, o investimento deverá empregar cerca de 30 pessoas.

A transformação da castanha, um negócio que respresenta mais de 20 milhões de euros, era uma ambição antiga. Até agora, toda a castanha produzida no concelho era vendida em fresco.

Margarida Luzio in JN, 2013-04-06
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RMaria

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MensagemAssunto: «O Mítico Castanheiro em Flor» Rotas do Castanheiro em Flor em Bragança   Dom Jun 30, 2013 4:31 pm

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Percurso pedestre em Portela
Bragança



«O Mítico Castanheiro em Flor» Rotas do Castanheiro em Flor em Bragança

O Município de Bragança, em parceria com a Confraria Ibérica da Castanha, está a promover um dos mais belos e inigualáveis espetáculos naturais: o Castanheiro em Flor.

Com o objetivo de trazer ao concelho de Bragança turistas de todo o País e da vizinha Espanha, dando-lhes a conhecer o que de melhor há na região, o Município de Bragança delineou duas rotas que “prometem” levar os apreciadores da natureza por lugares únicos, pintados pelas mais belas flores de Castanheiro: a Rota do Parque Natural de Montesinho e a Rota do Penacal.

Assim, de 29 de junho a 14 de julho, a sugestão passa por escolher uma das Rotas e realizar um dos percursos, onde a árvore predominante é o Castanheiro. E porque não aproveitar e deliciar-se com a reconhecida gastronomia bragançana, num dos vários restaurantes de elevada qualidade no Concelho?

Não deixe de pernoitar na Cidade de Bragança, desfrutando da sua beleza à noite e do seu património durante o dia, onde os cinco museus lhe ocuparão grande parte do dia, ou numa das típicas aldeias, tirando partido do silêncio rural, apenas recortado pelo cantar de algum pássaro mais atrevido ou pelo coaxar de uma rã, seguindo-se um amanhecer enquadrado por belos montes e vales já famosos.

É já no próximo dia 29 de junho, que o Município de Bragança propõe um percurso pedestre, com início na aldeia de Portela (freguesia de Gondesende). (Partida: concentração às 8:30 horas na Piscina Municipal ou às 9:00 horas na aldeia de Portela).

Lusa, 2013-06-27
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Fantômas

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MensagemAssunto: Muitos visitantes na Rural Castanea   Dom Nov 03, 2013 11:31 pm

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Organização estava satisfeita
Vila Real



Foto: Raul Coelho

Muitos visitantes na Rural Castanea

Chegou ao fim mais uma edição da Rural Castanea, em Vinhais.
Expositores e organização fazem um balanço positivo do certame.

Tal como em anos anteriores, houve concursos e prémios. Manuel Ferreira e Irene Pires foram os vencedores na melhor castanha, nas variedades boa ventura, judia e longal.

A organização estava satisfeita com a edição deste ano. Para o presidente da Câmara Municipal de Vinhais, Américo Pereira, esta foi mesmo a melhor edição de sempre da Rural Castanea.

Três dias de festa em Vinhais, com muita castanha, produtos da região e muitos visitantes.

Brigantia, 2013-10-28
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MensagemAssunto: Dez milhões de investimento para produção de castanha em Trás-os-Montes   Dom Nov 03, 2013 11:39 pm

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«Vários investimentos em curso»
Trás-os-Montes



Dez milhões de investimento para produção de castanha em Trás-os-Montes

O sector da castanha está a atrair investimento nacional e estrangeiro à região transmontana com novos projectos em curso que irão atingir 10 milhões de euros, anunciou hoje o director regional de Agricultura e Pescas do Norte.

Manuel Cardoso adiantou à Lusa que "neste momento existem vários investimentos em curso, que irão atingir quase 10 milhões de euros nos próximos ano e meio, dois anos e metade é investimento estrangeiro".

A castanha que, em 2012, contribuiu com 17,5 milhões de euros para as exportações portuguesas é, segundo o director regional, "neste momento o único sector que está a fazer com que haja incorporação de capital estrangeiro nos investimentos que estão a ser feitos" na região.

Manuel Cardoso realçou que os novos investimentos "têm uma componente associada que é muito promissora em termos de postos de trabalho", com uma laboração menos sazonal ao trabalharem com outros produtos.

O responsável perspectiva que os novos projectos "venham a possibilitar o aparecimento de dezenas de postos de trabalho, talvez cinco dezenas durante já o próximo ano".

Na região existem já várias unidades industriais e organizações de produtores que comercializam e transformam a castanha.

Em Trás-os-Montes concentram-se quase 30 mil dos 35 mil hectares de soutos nacionais e perto de 80 por cento das 19 mil toneladas de produção anual de castanha.

Das quatro "Denominações de Origem Protegida" (DOP) para a castanha que existem em Portugal, três centram-se em Trás-os-Montes: a Castanha da Terra Fria, Castanha da Padrela e Castanha dos Soutos da Lapa.

O castanheiro passou em menos de três décadas de "árvore do pão" que alimentava os mais pobres da população rural do interior a fonte de riqueza com real expressão económica no rendimento agrícola familiar.

A castanha é hoje em dia aceite no mercado como um "artigo de luxo" e aquela que é produzida na região de Trás-os-Montes destina-se essencialmente à exportação para países como Itália, Brasil, França, Suíça, Canadá, Alemanha, Holanda, Luxemburgo, Bélgica, Espanha, Angola, Estados Unidos da América, Áustria, Cabo Verde, entre outros.

A área de soutos de castanheiros mais do que duplicou em Portugal, com especial expressão nos últimos dois anos, mas o director regional acredita que é possível duplicar este número e tornar o país mais competitivo em relação a outros países produtores.

Manuel Cardoso garantiu que "vai haver dinheiro no próximo Quadro Comunitário de Apoio" e com a simplificação do PRODER (Programa de Desenvolvimento Regional) acredita será possível "arrancar para um verdadeiro fomento desta cultura".

"Estou a apelar aos jovens e a todas as pessoas que tenham terrenos disponíveis e que não precisem da sua utilização imediata, porque os castanheiros não começam a produzir no ano em que são plantados, começam a produzir apenas alguns anos depois.

Acho que nós devemos tomar isso como sendo um investimento estratégico para a nossa região", afirmou.

O director regional alertou, no entanto para a necessidade da "organização interprofissional do sector", exortando as organizações de produtores a aproveitar ao máximo o próximo Quadro Comunitário de Apoio para se porem a funcionar com uma escala que a nível internacional represente de facto algo significativo".

Lusa, 2013-10-28
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MensagemAssunto: Investigação desenvolve tratamento para o cancro do castanheiro   Dom Nov 03, 2013 11:45 pm

Projecto, juntamente com o IPB
Bragança




Investigação desenvolve tratamento para o cancro do castanheiro

No próximo ano vão ser conhecidos os primeiros resultados da investigação que está a ser desenvolvida pelo Instituto Politécnico de Bragança, para combater o cancro do castanheiro.

A informação é avançada pelo presidente da Arborea – Associação Agro-Florestal e Ambiental da Terra Fria Transmontana, que é parceira neste projecto. Eduardo Roxo explica que o objectivo é aplicar nos soutos um tratamento biológico da doença.“Estamos num projecto, juntamente com o IPB, para encontrar um combate genético, biológico, para o próprio cancro.

Já não é só fortalecer o castanheiro, embora fortalecer o castanheiro é importante para ele se defender melhor da doença. Agora o que se está à procura e para o ano vai haver já uma apresentação do que foi feito e do que está a ser feito, já com resultados, sobre o combate ao cancro por forma biológica.

Ou seja, é um cancro que mata outro cancro. No fundo é isto”, esclarece Eduardo Roxo. Depois de concluído o trabalho em laboratório, o objectivo é produzir este tratamento de forma industrial.“O que se pretende é criar em quantidade industrial.

Ou seja criar condições para uma produção industrial, para que um produtor possa comprar e possa aplicar”, acrescenta o presidente da Arborea.
Começam a surgir os primeiros sinais científicos para combater o cancro do castanheiro.

Brigantia, 2013-10-29
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Romy

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MensagemAssunto: Cristas quer castanhas na indústria transformadora   Sab Nov 23, 2013 6:35 pm

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Ministra visitou souto
Trás-os-Montes



Cristas quer castanhas na indústria transformadora


A ministra da Agricultura, Assunção Cristas, afirmou este sábado, durante a visita a um souto na Serra da Padrela, em Valpaços, que a agricultura deve associar-se à agroindústria para acrescentar valor aos produtos, criar riqueza e emprego.

A transformação de produtos, nomeadamente da castanha, permite, na opinião da governante, criar postos de trabalhos fixos durante o ano, e não apenas sazonais, e atrair «mais» investimentos, sobretudo estrangeiros.

«Dar novas formas aos produtos é muitíssimo positivo e os mercados internacionais agradecem essa vivacidade», afirmou.

Assunção Cristas considerou que a união entre a agricultura e a agroindústria deve ser, no futuro, a aposta e o caminho a «trilhar».

Enquanto caminhava pelo souto, acompanhada pelos filhos, a ministra da Agricultura caracterizou a castanha como o «ouro» da região de Trás-os-Montes e lembrou que o setor tem ganho «grande dinamismo e impulso» no país.

Nos últimos dois anos, avançou, a área de soutos plantados duplicou, o que demonstra a sua importância.

E, acrescentou, «os investimentos nacionais e estrangeiros neste setor estão a aumentar, criando postos de trabalho, o que, aqui, é muito importante».

A governante relembrou que, em 2012, foram exportados 17,5 milhões de euros em castanhas e derivados e canalizados para o setor, no âmbito do programa de desenvolvimento rural, 10 milhões de euros.

Este ano, comentou, a produção da castanha vai aumentar 27%.

Além de castanhas, a ministra da Agricultura recebeu, por parte dos produtores, pedidos de ajuda.

O proprietário do souto, Flávio Batista, relembrou que «nem tudo é bom».

E, disse, «temos várias dificuldades, por exemplo, os castanheiros estão a ser afetados e a morrer devido a várias doenças, por isso, precisávamos de ajuda, não financeira, mas técnica para as travar».

O produtor anotou que noutros países, nomeadamente na França, existem já tratamentos para pôr fim a «estas pragas», pedindo à ministra para copiar este exemplo.

Ao repto, Assunção Cristas garantiu estar «muito atenta», sobretudo a fenómenos que começam noutros países e atingem Portugal, por isso, vai aumentar a formação e informação no domínio das boas práticas agrícolas.

Depois de apanhar castanhas, a ministra da Agricultura visitou uma unidade de produção, comercialização, transformação e distribuição de frutos secos, frutos vermelhos, produtos transformados e `gourmet, em Vila Pouca de Aguiar.

O administrado da empresa Agroaguiar, Rodrigo Reis, pediu «sensibilidade» ao Governo para pequenos investimentos que, nesta região, «significam muito».

A fábrica, que exporta 75% da sua produção, está a construir uma nova base logística para armazenar os produtos congelados, num investimento de 1, 5 milhões de euros.

Assunção Cristas garantiu que o próximo programa do Governo terá medidas «concretas» para a agricultura tradicional e das espécies para revitalizar o setor.

iol, 2013-11-11
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MensagemAssunto: Europa tem que aumentar em 40 mil hectares a área de souto   Sab Nov 23, 2013 6:42 pm

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«Escassez do produto»
Trás-os-Montes



Europa tem que aumentar em 40 mil hectares a área de souto

A Europa precisa de aumentar em 40 mil hectares a área de souto para conseguir responder à escassez de castanha. Quem o diz é José Gomes Laranjo, presidente da Associação Portuguesa da Castanha (RefCast).

Recentemente foi apresentado num encontro da Comissão Europeia da Castanha, em Itália, o “Desafio de Bolonha”."Este desafio tem a ver com a plantação de 40 mil hectares de souto nos países europeus produtores de castanha (Itália, França, Espanha e Portugal) nos próximos 10 anos", refere José Gomes Laranjo.

A Europa precisa de "fazer face à escassez do produto", uma situação que, segundo José Gomes Laranjo, preocupa o setor porque pode "abrir as portas à importação de castanhas de outros países fora do espaço europeu, nomeadamente da China", um dos maiores produtores mundiais deste fruto.

Uma das causas que tem sido apontada para a quebra de produção é a vespa do castanheiro, uma praga que "está a assolar os soutos em Itália, França e já chegou a Espanha". Em Portugal, segundo frisou o presidente da RefCast, ainda não foi detetada mas é uma situação que está a causar grandes preocupações.

Esta vespa aloja os seus ovos nos castanheiros, os quais depois de picados não conseguem dar mais fruto

Vida Rural, 2013-11-11
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