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MensagemAssunto: Yô, Bazzoka   Sex Jun 12, 2009 2:50 pm


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MensagemAssunto: Um milhão de moedas de 1 cêntimo para instituição de crianças   Dom Jun 14, 2009 11:09 am

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Um milhão de moedas de 1 cêntimo para instituição de crianças



Um grupo de alunos de uma escola em San Antonio, no estado do Texas (EUA), arrecadou mais de um milhão de moedas de um centavo de dólar (mais de US$ 10 mil), segundo a emissora KSAT-TV.

O dinheiro foi levantado durante dois anos é será doado a uma instituição que cuida de crianças que sofreram abusos e maus-tratos.

Uma das estudantes da escola Navarro que participou na iniciativa, Kellan Berry salientou que “é bom poder ajudar as crianças que foram maltratadas".

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MensagemAssunto: O último ferrador do Seixo   Qua Jun 17, 2009 2:47 pm

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O último ferrador do Seixo
Carrazeda de Ansiães




Luís Mesquita aperfeiçoou a arte que aprendeu com o pai num curso na área da veterinária que tirou na tropa

Começou cedo a percorrer as aldeias com o pai para ferrar animais e foi ganhando o gosto pela arte da família, que aperfeiçoou num curso ligado à veterinária que tirou na tropa. Hoje, Luís Mesquita, natural de Seixo de Ansiães, no concelho de Carrazeda de Ansiães, é o último ferrador da terra.

“Antigamente havia muitos animais. Eu e o meu pai encarregávamo-nos de ferrar na zona da Poça, que abrangia Lavandeira, Selores, Seixo e Beira Grande. Depois tinha um primo em Fontelonga. Havia ferradores divididos por todo o lado”, conta.
Na altura de entrar para a tropa, Luís Mesquita não teve dúvidas da área que queria seguir. “Fui para o Hospital Veterinário, em Lisboa, onde tirei o curso de Enfermagem Hípica. Era um curso de ferrador à moderna”, salienta o artista do Seixo.

Aos 77 anos, o ferrador guarda no currículo uma vida dedicada à arte de ferrar, que exerceu num périplo entre cidades e continentes. “Depois da tropa vim para cá, casei-me e continuei com o serviço, porque o meu pai já estava velhote. Mais tarde fui para África, onde voltei a agarrar-me aos martelos e às ferraduras.

De regresso ainda estive 4 anos em Braga, onde exerci a profissão de auxiliar técnico de pecuária”, recorda Luís Mesquita.
É com orgulho que o artista guarda a sabedoria de uma profissão que marcou a família Mesquita. “O meu avô já era ferrador, depois passou a arte ao meu pai e eu aprendi com ele”, conta.
Os tempos mudaram e a azáfama dos artistas foi amainado com a substituição dos animais nas tarefas agrícolas. “Agora, os agricultores utilizam os tractores para cultivar a terra e já não gastam as ferraduras aos burros, cavalos ou bois”, justifica a perda de trabalho.

“Ferrar animais é mais complicado do que moldar as ferraduras que protegem os cascos”, garante Luís Mesquita

Com o declínio da profissão, Luís Mesquita ainda abriu um café na aldeia, que acabou por fechar, mas faz questão de guardar recordações desses tempos. “Ainda tenho ali a máquina de café”, mostra.

O ferrador afirma que durante o tempo em que teve a casa aberta, ainda havia alguns clientes que lhe pediam para ferrar os “burritos” ou os cavalos. “Ia fazendo, não era que tivesse necessidade de trabalhar, mas nasci nisto e gosto daquilo que faço”, enaltece.

Luís Mesquita afirma que ferrar não é uma arte difícil, mas realça que é preciso força de vontade. O trabalho começa com o molde do ferro quente para as ferraduras na safra, depois são feitos os orifícios onde entram os cravos com ponteiros e, por fim, os ajustes finais já em frio à medida do casco do animal.

“Ferrar é mais difícil do que fazer as ferraduras, porque estamos a trabalhar em sangue e se enterramos demais um cravo é como uma pedra no sapato”, realça.

Agora o volume de trabalho diminuiu, mas Luís Mesquita continua a ser requisitado para ferrar ou acudir aos animais em caso de emergência. “Algumas pessoas quando têm animais com problemas pedem-me para os ver enquanto o veterinário não chega ou então ao fim-de-semana. Como tenho alguns conhecimentos, às vezes vou buscar medicamentos e aplico-os”, salienta o artista.

No livro de registos onde guarda memórias e recordações, Luís Mesquita já anotou os poucos animais que ferrou este ano, que diz terem sido, apenas, dois ou três. “Antes havia aqui 5 ou 6 juntas de bois. Agora não há nada. Mas a arte, essa nunca se esquece”, conclui o último ferrador do Seixo.

Teresa Batista, Jornal Nordeste, 2009-06-16
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MensagemAssunto: Os rostos de Ronaldo e Mourinho   Sab Jun 20, 2009 10:59 pm

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MensagemAssunto: Uma aventura excepcional   Sab Jun 20, 2009 11:09 pm

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MensagemAssunto: Os rostos de Sócrates e Ferreira Leite   Sab Jun 20, 2009 11:16 pm

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MensagemAssunto: Paradela   Dom Jun 21, 2009 12:21 pm

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Ponto mais oriental de Portugal
Miranda do Douro




Paradela é a primeira aldeia a ver o sol nascer

O Douro rompe por entre rochedos imponentes cobertos de vegetação. A beleza da paisagem natural deslumbra quem se desloca ao miradouro da Penha das Torres, na freguesia de Paradela, concelho de Miranda do Douro.

Este local é o cartão de visita desta localidade fronteiriça, onde as histórias do contrabando ou das simples relações comerciais entre Portugal e Espanha fazem parte da memória das pessoas mais antigas.
“O miradouro é um local muito atractivo. Vêm pessoas da região e de diversos pontos do País. Chegam a vir autocarros cheios de gente do litoral e, aquando da concentração motard, até vêm pessoas do Algarve”, salienta o presidente da Junta de Freguesia de Paradela, Emílio Sebastião.

Para tornar esta zona ainda mais aprazível, o autarca afirma que a Junta vai melhorar o acesso e colocar placas com informação alusiva à história da freguesia. Através destes painéis em lousa, os visitantes poderão ficar a saber que Paradela fica situada no extremo nordeste do território, no ponto mais oriental de Portugal. A sua localização dá-lhe o privilégio de ser a primeira localidade do País onde nasce o sol.
No Verão, explica Emílio Sebastião - que confessa não prestar muita atenção às horas - os primeiros raios aparecem ainda antes das 6 da manhã. No Inverno, o sol deverá nascer pouco depois das 7 horas.

Trata-se de um dado curioso que se associa a outras efemérides que enriquecem a história desta freguesia. A caminho do miradouro é possível contemplar um castanheiro centenário que ganhou o primeiro prémio no concurso “Em busca da maior árvore do Parque Natural do Douro Internacional”, realizado em 1999. As dimensões dão-lhe o estatuto do maior castanheiro das redondezas, com 16,90 metros de altura, 4,90 metros de perímetro e um diâmetro médio da copa de 23,90 metros.

Jovens de Paradela rumam a Espanha para trabalhar e regressam diariamente à sua terra natal

As origens do nome da freguesia também deverão ser incluídas nas placas informativas. Dizem os antigos que Paradela surgiu pelo facto de ser um local de passagem e de paragem das pessoas que se deslocavam entre Miranda e Zamora. “Vinham a cavalo e paravam junto à ribeira que separa os dois países a descansar, daí o nome Paradela”, reforça Emílio Esteves.

A proximidade com Espanha (a 2 quilómetros do Castro de Alcanices, 25 de Alcanices e 45 de Zamora) contribui para a freguesia manter a população jovem. “Alguns trabalham em Miranda, mas há muitos que se deslocam diariamente para Espanha, onde laboram na construção civil”, realça o presidente da Junta.

As trocas comerciais com Espanha foram-se esvanecendo, mas na história ficaram as aventuras dos contrabandistas, bem como as taxas que se pagavam no mercado transfronteiriço. “À saída para o Castro há um cruzeiro, que fica no meio duma eira, onde se realizava uma feira. Ali eram depositadas as contribuições sobre os produtos que eram comercializados entre os dois países”, explica Emílio Sebastião.

As minas de estanho também representam um passado próspero. “Quando era garota a minha mãe mandava-me à procura de chinicas (pedrinhas) de estanho, para ir vender à feira de Miranda. Uma vez encontrei uma pedra que tinha para aí um quilo, na altura valia muito dinheiro”, conta Maria Luísa Vicente, de 81 anos.


Teresa Batista, Jornal Nordese, 2009-06-21
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MensagemAssunto: Livro devolvido a biblioteca com 145 anos de atraso   Qua Jun 24, 2009 11:20 am

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Livro devolvido a biblioteca com 145 anos de atraso



A obra terá sido requisitada por um soldado em 1864, mas só foi devolvida no passado mês de Fevereiro por um descendente do antigo leitor.

Um livro foi devolvido com 145 anos de atraso à biblioteca de uma faculdade da Virgínia, nos Estados Unidos, que não cobrou a multa de cerca de 53 mil dólares pelos 52.855 dias de atraso. Trata-se de um volume da "História da Guerra na Península e no Sul da França", que foi escrita por William Francis Napier e relata acontecimentos militares.

Segundo Laura Turner, directora da Biblioteca Leyburn, C.S. Gates requisitou o livro a 11 de Junho de 1864 pensando que este pertencia ao Instituto Militar da Virgínia, situado ao lado da antiga Universidade de Washington.

Na família Gates, o livro foi herdado pelo casal Myron e Isabel Gates. Mike Dau, técnico de handebol e assistente técnico de futebol na Faculdade de Lake Forest ficou posteriormente com a obra e acabou por devolvê-la ao legítimo proprietário.

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MensagemAssunto: Mulher que vendeu virgindade pode pagar mais de metade em impostos   Qua Jun 24, 2009 11:24 am

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Mulher que vendeu virgindade pode pagar mais de metade em impostos



Chama-se Alina Percea, tem 18 anos e leiloou a sua virgindade num site da internet.

O vencedor do leilão é um italiano de 45 anos, que desembolsou 8,8 mil libras. Agora o estado alemão vai estragar o negócio, alegando que Alina tem que pagar impostos…

Segundo reportagem do jornal inglês "Daily Mail", as autoridades fiscais da Alemanha pretendem reivindicar cerca de 50% do dinheiro que a romena Alina Percea, de 18 anos, recebeu após leiloar sua virgindade num site na internet,

O fisco alemão alega que o leilão da virgindade da jovem se "equivale à prostituição". "A prostituição não é ilegal na Alemanha, mas não pagar impostos sobre os ganhos é", disse um fiscal, que não quis revelar o nome.

Alina Percea, que estuda na Alemanha, vendeu a sua virgindade por 8,8 mil libras ao vencedor do leilão, um empresário de Bolonha pagou também as despesas para a jovem viajar até Veneza, onde passaram uma noite em um hotel de luxo.

O fisco alemão está agora a estudar ocaso. Mas, se o leilão for considerado uma prática de prostituição, a jovem terá que pagar cerca da metade da quantia que ganhou em taxas. Segundo o jornal, ela terá que pagar impostos mesmo que seja considerada uma profissional fornecedora de momentos eróticos.

De acordo com o funcionário do fisco citado pelo "Daily Mail", teria sido melhor se Alina tivesse ficado calada. É que, como ganhou uma quantia elevada em tão pouco tempo, terá ainda que pagar 19% sobre o valor.

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MensagemAssunto: Menina de 11 anos inventa sequestro para não fazer teste na escola   Qua Jun 24, 2009 11:28 am

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Menina de 11 anos inventa sequestro para não fazer teste na escola



O episódio aconteceu na passada terça-feira perto de Alta Gracia, na Argentina. Tudo foi de tal forma realista que a polícia chegou a realizar uma operação para tentar prender os suspeitos.

Uma adolescente de 11 anos inventou uma história que tinha sido sequestrada por dois homens para não ir à escola e, assim, não precisar fazer uma prova, segundo reportagem do jornal argentino "Diario Jornada".

A autora da “desculpa” ficou a passear pelas ruas da aldeia até que foi encontrada por um homem que lhe perguntou o que fazia na rua sozinha às 7 horas da manhã. A rapariga disse que estava a caminho da casa de uma professora particular em Alta Gracia, mas não tinha dinheiro para a viagem. O homem acabou por lhe dar boleia.

No entanto, ao chegar na cidade, a rapariga não encontrou a suposta professora. O homem chegou a levá-la até a casa de sua família, mas a menina deu um endereço falso. Ele esperou por um momento, mas acabou por abandonar o local.

Pouco depois, a rapariga foi encontrada pela polícia. Quando os agentes perguntaram o que ela estava a fazer inventou a história do sequestro. Disse que tinha sido levada ao sair da escola e chegou a descrever os homens e as roupas que usavam.

"Ela foi muito firme nas suas palavras. Descreveu os homens, as suas roupas, e disse que um deles usava luvas. Além disso, descreveu o interior do veículo", disse o agente Freddy Barrera.

A polícia chegou a realizar uma grande operação para tentar prender os sequestradores, que, na realidade, não existiam. Depois, a jovem reconheceu que inventou a história para fugir do exame na escola.

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MensagemAssunto: Projecto de conservação da natureza na Serra dos Candeeiros   Seg Jun 29, 2009 4:39 pm

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MensagemAssunto: Casa real custa 80 cêntimos a cada britânico   Ter Jun 30, 2009 11:43 am

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Casa real custa 80 cêntimos a cada britânico

Hoje

Oitenta cêntimos foi aquilo que cada britânico teve de pagar no ano passado para financiar a vida da casa real.

As contas de Isabel II e família foram divulgadas ontem pelo Palácio de Buckingham, numa altura em que os britânicos ainda estão a digerir as extravagantes despesas dos seus deputados. No total, os gastos da monarquia ficaram-se pelos 48,8 milhões de euros, menos 1,7 milhões do que em 2007 - um corte popular em tempos de crise. O montante, segundo a AFP, inclui viagens, obras nos palácios, mas não o custo da segurança fornecida pela polícia e o exército à família real, que segundo estimativas será de dezenas de milhões de euros. As despesas da família real são um dos velhos argumentos dos que contestam a monarquia britânica.

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MensagemAssunto: Madrid tira a Franco os títulos honoríficos   Ter Jun 30, 2009 11:53 am

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Madrid tira a Franco os títulos honoríficos

Hoje

Esta proposta foi apresentada pela Esquerda Unida ao abrigo da lei da memória histórica, de 2007.

Até ontem, o general Franco era presidente da Câmara honorário de Madrid e filho adoptivo da capital espanhol. Mas o conselho municipal encarregou-se de lhe retirar os títulos honoríficos que recebeu durante a ditadura (1939-75), bem como as medalhas de ouro e de honra da cidade, que lhe haviam sido entregues em 1942 e 1959. Franco, que dirigiu Espanha durante 36 anos depois da Guerra Civil, teve estas honras retiradas na sequência de um pedido apresentado pela Esquerda Unida. Esta exigia a aplicação da lei da memória histórica adoptada em 2007 pelo Governo do socialista José Luis Zapatero. Esta lei prevê ainda a retirada de todos os símbolos do franquismo dos locais público. Em Novembro, El Ferrol, a cidade da Galiza onde nasceu Franco, já lhe retirara todos os títulos honoríficos.

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MensagemAssunto: Homem com três empregos ganha 39 milhões de dólares na lotaria   Qui Jul 02, 2009 10:00 am

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Homem com três empregos ganha 39 milhões de dólares na lotaria



Os tempos estão difíceis e a situação obrigava Clyde Persley a desdobrar-se em 3 empregos: um numa máquina de doces, outro com motorista e o terceiro num restaurante. E eis que na passada semana tudo mudou…

A prova de que a esperança é a última a morrer é o bilhete da lotaria que Clyde Persley comprou em Santa Cruz, na Califórnia. A sorte esteve do seu lado e ganhou 39 milhões de dólares – dinheiro suficiente para de despedir dos 3 empregos que tinha para sustentar a mulher e uma filha de quatro anos.

Persley, tem 49 anos, e não acabe em si de contente. Diz que a primeira coisa que pretende fazer é viajar com a mulher para o Hawai e depois logo se vê. O primeiro cheque de cerca de 16 milhões de dólares chega à sua conta dentro de quatro a seis semanas.

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MensagemAssunto: A Aldeia silenciosa   Qui Jul 02, 2009 3:05 pm

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MensagemAssunto: Um bébé improvável   Sex Jul 03, 2009 9:45 pm


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MensagemAssunto: Coreia do Norte lança algo... diferente   Seg Jul 06, 2009 9:07 am

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MensagemAssunto: Sabino Cordeiro, o último latoeiro de Seixo de Ansiães   Ter Jul 07, 2009 12:40 pm

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Meio século dedicado às latas
Carrazeda de Ansiães




Sabino Cordeiro, o último latoeiro de Seixo de Ansiães, foi adequando a sua arte aos pedidos dos clientes


Regadores, candeias, baldes, cântaros, pulverizadores ou enxofradeiras são alguns dos objectos que fazem parte da colecção de Sabino Cordeiro, o último latoeiro de Seixo de Ansiães, no concelho de Carrazeda de Ansiães.

Tinha 17 anos quando começou a aprender a arte que lhe viria a garantir o sustento da família com o irmão e, desde então, nunca mais parou. Moldar a lata é a paixão de Sabino Cordeiro, que nunca se imaginou a fazer outros trabalhos. Os tempos mudaram, os objectos procurados pelos clientes são outros e o latoeiro viu-se obrigado a criar de acordo com as solicitações. Se antes eram os regadores, os cântaros e os baldes os artefactos que tinham mais saída, hoje a maioria das pessoas procura miniaturas que servem para decorar habitações modernas com traços antigos.
“Antigamente, os baldes e os baldões, que serviam para retirar a água dos poços, tinham muita saída. Agora pedem-me muitas candeias em miniatura, a azeite e a petróleo”, conta o artista.

Os objectos funcionais são menos procurados, mas ainda há quem procure artefactos essenciais para realizar algumas tarefas, como é o caso das “funilas” de grandes dimensões, que servem para encher alheiras ou chouriças em quantidade. “Também conserto pulverizadores e ainda há quem me peça para fazer enxofradeiras, para deitar o enxofre nas vinhas”, acrescenta Sabino Cordeiro.

Há objectos para todos os gostos. Na colecção deste latoeiro encontram-se inúmeros artefactos que remontam a tempos longínquos ou da era moderna. Sabino mostra, com orgulho, as peças que foi executando ao longo dos anos e que faz questão de guardar numa estante que construiu numa divisão da sua casa. Apanha frutas, queijeiras, lata dos pastores ou apanha frangos são alguns dos nomes que vai pronunciando, ao mesmo tempo que realça a perfeição das peças que moldou com as suas próprias mãos.

Latoeiro do Seixo divide o tempo entre os trabalhos na oficina, as feiras de artesanato e as demonstrações da arte para os estudantes

Na oficina, o latoeiro explica os passos que são dados para transformar uma chapa de zinco num objecto funcional. “As candeias são as peças que custam mais a fazer, porque são muito trabalhadas”, desabafa.
Depois de cortar a chapa com umas tesouras, Sabino, com as mãos calejadas, recorre à máquina de funileiro para “costurar” o metal, fazendo os últimos retoques na safra ou bigorna.

É um trabalho minucioso, que vai concretizando sem pressas e sem dar pelo tempo passar. “Agora estou reformado, vou fazendo alguma coisa porque gosto da minha arte. Mas antes dedicava-me a isto a tempo inteiro”, conta.
O tempo de Sabino é dividido entre a oficina, as feiras de artesanato e as acções de formação para estudantes nas escolas de Carrazeda de Ansiães. “Costumo ir para Gondomar, Lamego, Petisqueira, Vila Real e outros certames no distrito de Bragança”, enaltece.
Nas escolas, o latoeiro faz demonstrações para os mais novos, que até acham graça, mas não se mostram interessados em aprender a arte. “Também sou professor, mas nunca tive nenhum aprendiz na minha oficina. Os jovens não querem trabalhar”, lamenta.

Aos 70 anos, Sabino Cordeiro garante que vai dar continuidade ao seu ofício enquanto tiver forças, mas é com angústia que afirma que é o último latoeiro do Seixo. “Havia cá uns quatro ou cinco e só fiquei eu”, concluiu o latoeiro.


Teresa Batista, Jornal Nordeste, 2009-07-06
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MensagemAssunto: Conduzia sem carta há mais de dez anos   Qua Jul 08, 2009 11:13 am

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Agricultor de 34 anos
Distrito de Vila Real


Conduzia sem carta há mais de dez anos

Apanhado durante uma operação Stop, em Vila Real, um agricultor de 34 anos confessou não ter carta de condução e ao que o CM apurou já deveria «conduzir há mais de dez anos sem habilitação». Foi notificado depois para comparecer no Tribunal de Vila Pouca de Aguiar.

Depois de fugir à GNR, o homem foi interceptado numa estrada municipal que dá acesso à aldeia de Alvadia, Ribeira de Pena, e não terá parado.

Ainda ao volante, pôs-se em fuga por um caminho florestal. Vendo que não conseguia livrar-se da aproximação das forças de autoridade, abandonou o carro e fugiu a pé. Pouco depois, foi detido.


AC in CM, 2009-07-08
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MensagemAssunto: Bruxo condenado por burla queria ir viver para o Brasil   Sex Jul 17, 2009 11:23 am

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Prisão efectiva para «Mestre Dami»
Bragança


Bruxo condenado por burla queria ir viver para o Brasil

«Mestre Dami» apanhou três anos e dez meses de prisão efectiva e viu recusada libertação.

Em seis meses, ganhou mais de 300 mil euros em burlas com serviços de \"bruxaria\". Confessou os crimes, compensou parcialmente as vítimas, mas acabou ontem condenado a três anos e dez meses de prisão efectiva.

\"Mestre Dami\", um luso-brasileiro de 52 anos, esperava que o facto de ter reconhecido que burlou em 210 mil euros uma economista, em 40 mil euros uma apresentadora de televisão (Ana Viriato, do \"Portugal no Coração\", da RTP) e uma mulher de Bragança em 63 mil euros (ver ficha) lhe iria valer a absolvição ou, no mínimo, uma pena suspensa que lhe permitiria a liberdade imediata.

Isto porque, enquanto esteve preso, pagou 63 mil euros à mulher de Bragança, entregou 17 mil euros à economista e 21 mil euros à apresentadora. Sobre as burlas sobre estas duas vítimas, declarou, ainda, que lhes pertencem os 164 mil euros e 24 mil dólares, em notas, apreendidos pelas autoridades.

Mas os juízes da 4.ª Vara Criminal do Porto recusaram considerar extinta a responsabilidade criminal, pois duas das lesadas ficaram em situação financeira difícil. Porque só entregaram aquelas avultadas quantias após terem contraído empréstimos junto de bancos e familiares.

Resultado: Diamantino Gimenez foi condenado a três anos e dez meses de prisão efectiva e vai ter de pagar 245 mil euros à economista, incluindo 20 mil euros por danos morais, bem como 23 800 euros à apresentadora de TV. A estas verbas será descontado o montante do dinheiro apreendido, cuja repartição entre as duas vítimas foi agora ordenada pelo tribunal.

Com a leitura do acórdão, o juiz-presidente William Gilman manteve o arguido em prisão preventiva, considerando haver perigo de fuga - recorde-se que o \"bruxo\" foi detido pela PSP no ano passado, no aeroporto de Lisboa, quando se preparava para viajar para o Brasil. No relatório social, o arguido chegou, até, a declarar que quando for libertado regressará ao Brasil, onde tinha a vida instalada e quatro filhos.

Mas o seu advogado, Luís Vaz Teixeira, pediu a libertação. \"A justiça não foi salvaguarda, pois houve alteração dos pressupostos iniciais das medidas coactivas. É exagerada a prisão preventiva e a não suspensão de pena\", disse.


Nuno Maia in JN, 2009-07-17
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MensagemAssunto: O maior navio de cruzeiro do mundo em Lisboa   Sab Jul 18, 2009 4:06 pm

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O maior navio de cruzeiro do mundo em Lisboa

Hoje às 12:33

O maior navio de cruzeiro do mundo esteve em Lisboa e a TSF foi espreitar como é.

Os seus 18 deks (15 de passageiros) acomodam 4370 passageiros e 1360 tripulantes.

Com 339 metros de comprimento, 56 de largura, 65 de altura e 160,000 toneladas, o navio da Royal Caribbean International passou a poucos metros da Ponte 25 de Abril ao deixar o Porto de Lisboa.

Este gigante dos mares oferece um parque aquático com um gerador de ondas, um ginásio, um spa, um ringue de boxe, uma parede de escalada, inúmeras opções de alimentação e diversão nocturna, e muito, muito mais. O navio pode navegar à velocidade de 21.6 nós (40Km/h).

http://www.tsf.pt/paginainicial/AudioeVideo.aspx?content_id=1310882

In TSF

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MensagemAssunto: http://www.tsf.pt/paginainicial/AudioeVideo.aspx?content_id=1322615   Seg Ago 03, 2009 9:44 am


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MensagemAssunto: Europa tem quinta de biotecnologia   Qua Ago 05, 2009 3:15 pm

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Europa tem quinta de biotecnologia

Hoje às 11:41

Existe na Alemanha uma quinta em que se mostram experiências com variedades de plantas transgénicas

http://www.tsf.pt/paginainicial/AudioeVideo.aspx?content_id=1325625


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Romy

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MensagemAssunto: Chocolate reduz mortalidade depois de enfarte   Sex Ago 14, 2009 11:47 am

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Chocolate reduz mortalidade depois de enfarte



Comer chocolate pelo menos duas vezes por semana reduz em cerca de um terço o risco de mortalidade cardiovascular quando a pessoa já sofreu um ataque cardíaco, segundo o estudo sueco publicado no Journal of Internal Medicine.

"O consumo de chocolate está muito associado com uma redução da mortalidade cardíaca em pessoas --não diabéticas-- que tenham sobrevivido a um enfarte", enfatiza o estudo.

Essa correlação benéfica depende da dose --ou seja, aumenta com a quantidade ingerida--, com o estudo a sugerir que mais vale um pouco de chocolate do que nada.

Devido à sua percentagem de gordura e de açúcar (variável em função de sua composição), o chocolate deve ser proibido para os diabéticos.

Por isso, Imre Janszky e os seus colegas do Instituto Karolinska de Estocolmo, autores do estudo, se centraram nos suecos que não padecem desta doença, estudando 1.169 homens e mulheres não diabéticos entre 45 e 70 anos e que tiveram um enfarte no início dos anos 90.

Todos foram submetidos a um acompanhamento de oito anos depois da hospitalização.

Antes de receber alta no hospital, foram interrogados sobre a frequência do seu consumo de chocolate preto ou de leite (por dia, semana e mês) e sobre a quantidade consumida durante os últimos 12 meses.

Foram levados em consideração outros critérios, como o consumo de álcool e de tabaco, para além de obesidade, para que os resultados não fossem comprometidos.

As virtudes do cacau e, por extensão, do chocolate preto, já eram conhecidas pelos seus efeitos sobre a tensão arterial e fluidez sanguínea.

Os antioxidantes abundantes no chocolate preto, podem ser os responsáveis. Assim, convém verificar a percentagem de cacau antes de comprar a barra, já que algumas contêm apenas 10 a 15%.

Outros estudos demonstram que o chocolate pode reduzir a mortalidade dos homens de idade avançada e com boa saúde e das mulheres depois da menopausa.

Porém, mesmo reconhecendo os seus méritos, os médicos alertam que o uso abusivo do doce pode provocar problemas de excesso de peso.

In Msn Noticias

Embarassed
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Romy

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MensagemAssunto: A aldeia que expulsou os cobradores espanhóis   Sex Nov 06, 2009 6:23 pm

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Peredo dos Castelhanos



A aldeia que expulsou os cobradores espanhóis

Depois de curvas e contra-curvas, vistas e paisagens soberbas sobre montes e vales, surge Peredo dos Castelhanos, no concelho de Torre de Moncorvo. Vizinha do rio Douro, mantém o traçado e características que fazem das aldeias transmontanas as mais peculiares e tradicionais de todo o País.

O nome da freguesia aparece envolto em lendas e estórias que foram passando de geração em geração até aos dias de hoje e que revelam que os primeiros habitantes da localidade terão sido os castelhanos.
Contudo, há quem avance que, nos séculos XV e XVI, a localidade terá ficado completamente deserta e abandonada sem que se saibam as causas. Um despovoamento que se terá verificado, mesmo, algumas vezes, devido a invasões.
Depois de desabitada, responsáveis da vizinha localidade de Urros, também no concelho de Torre de Moncorvo, doaram as terras de Peredo dos Castelhanos a Gomes de Castro que as decidiu arrendar a oito famílias espanholas. Na sequência desta lenda, ainda hoje se conta que os castelhanos vinham receber os impostos dos habitantes da freguesia por um caminho de montanha. Contudo, e aproveitando a ausência dos homens da aldeia que estavam a trabalhar nos campos, o padre e as mulheres expulsaram os cobradores espanhóis com recurso a ferramentas, como pás de forno, vassouras e varapaus.


Habitantes queixam-se da falta de rentabilidade da produção de amêndoa

Outrora, uma das maiores produtoras do Alto Douro, Peredo dos Castelhanos é, hoje, uma amostra e recordação daquilo que foi em tempos. Se, há cerca de meio século, se vendia cada quilo por um conto (5 euros), agora custa, apenas, dois euros. “Não compensa produzir amêndoa, porque o preço caiu muito”, adianta Maria Araújo, habitante da freguesia.

Com a desvalorização do produto, muitos foram os agricultores que abandonaram o negócio e, pouco a pouco, os amendoais.
“Com esta situação, as pessoas preferem deixar os frutos na amendoeira”, sublinhou a residente.

Actualmente, a parte dos habitantes dedica-se à produção vitivinícola, que vende a cooperativas, e olivícola, sendo que Peredo dos Castelhanos é conhecida pela qualidade da azeitona de conserva, cultivada na região há séculos.


Sandra Canteiro, Jornal Nordeste, 2009-11-06
In DTM

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