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 Palaçoulo

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MensagemAssunto: Palaçoulo   Qua Fev 04, 2009 5:17 pm

Ver aqui:

Muito interessante !!!

http://sic.aeiou.pt/online/video/informacao/Jornal+da+Noite/2009/2/aldeiaimuneacrise.htm


Palaçoulo depende da indústria da cutelaria e da tanoaria

Há sempre alguém que resiste.
Há sempre alguém que diz NÃO !
Neste caso, diz não À CRISE. :s30:






Diana F.
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MensagemAssunto: Exemplo de... Trás-os-Montes   Qua Fev 04, 2009 5:28 pm

.

Para complementar:

http://ecodanoticia.net/phpBB3/viewtopic.php?p=103913#p103913

http://ecodanoticia.net/phpBB3/viewtopic.php?p=101431#p101431

E o exemplo só poderia vir de... Trás-os-Montes, claro, a região da Maria de Portugal

In ecodanotícia


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MensagemAssunto: A gaita-de-foles ensinada aos mais novos   Qua Fev 04, 2009 5:30 pm

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Associação sedeada em Palaçoulo
Miranda do Douro




A gaita-de-foles ensinada aos mais novos


A Lérias- Associação Cultural é a mais recente colectividade do Planalto Mirandês, que tem como objectivo a promoção e divulgação da cultura da região.
Para o futuro estão projectadas várias iniciativas culturais no âmbito da música tradicional, bem como outras actividades artísticas, desde a organização, criação e produção de eventos culturais.

A associação já tem em funcionamento, desde Junho do ano passado, uma escola de música tradicional. Aqui os mais novos aprendem os primeiros acordes em instrumentos tradicionais, como a gaita-de-foles. A escola conta com cerca de 30 alunos.
A valorização dos antigos bailes tradicionais é outra das apostas da colectividade, como uma forma de ocupação dos tempos livres.

“ A associação é recente e, para já, ainda tem poucas actividades em curso. Mas, no futuro há ideias bem assentes, como um curso de iniciação teatral virado para os mais novos. Dar continuidade à escola de música e dinamizar as sextas-feiras culturais são projectos para entrarem em curso de imediato ”, assegura Diana Caramelo, uma das mentoras da nova associação.
A associação teve o seu primeiro evento de vulto com a organização de um iniciativa denominada “ diç que hai festa ne l povo”, um certame que serviu para apresentar a escola de música tradicional e apoiar a tradicional festa de São Sebastião.

“As festas das aldeias estão praticamente programadas com os chamados grupos de música pimba. A Lérias pretendeu criar um dia que envolve um pouco mais a tradição e cultura, daí o programa diversificado”, explicou Diana Caramelo.
A festa foi animada por grupos de música tradicional, oriundos das terras de Miranda, Beira Baixa e sul de Espanha.
Durante o convívio com a população de Palaçoulo, no concelho de Miranda do Douro, foi ainda degustado o fumeiro tradicional na tradicional Festa da Chouriça.

Francisco Pinto, Jornal Nordeste, 2009-02-04
In DTM



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MensagemAssunto: Palaçoulo homenageia figura da terra    Seg Dez 27, 2010 12:35 pm

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Homenagem a José Fernandes
Miranda do Douro



Palaçoulo homenageia figura da terra

O principal impulsionador de desenvolvimento da freguesia de Palaçoulo, em Miranda do Douro, foi homenageado ontem.

Um tributo prestado pela associação Caramonico, que ele próprio fundou.

Fundada em 1980, promotora de arte, tradição e cultura, a Caramonico, Associação para o Desenvolvimento Integrado de Palaçoulo, prima pelas danças viris, como os Pauliteiros, pelas danças mistas e ainda pelos toques e cantares tradicionais.

No dia em que celebrou 30 anos de vida, o presidente, Leonel Preto, quis fazer uma homenagem a José Francisco Fernandes, um dos fundadores desta associação.

“Aquilo que eu quis fazer foi uma homenagem simples a uma pessoa ilustre” afirma, pois “a relevância desta associação está no sector do folclore principalmente com o grupo de pauliteiros”.

José Francisco Fernandes, o homenageado, diz sentir-se sensibilizado com este tributo.

“Sinto-me sensibilizado e até surpreendido porque eu dediquei-me à associação mas não me considero fundador. Houve vários co-fundadores e eu sou um deles” afirma.

O antigo presidente da Caramonico também foi homenageado.

Gualdino Raimundo alerta para a perda de tradições.

“Está a perder-se a identidade da nossa cultura. Hoje praticamente toda a gente sabe tocar uma gaita ou um bombo” afirma, questionando “mas alguém sente isso e tem gosto por fazê-lo?”

A Associação Caramonico começou por chamar-se Grupo Cultural e Folclórico de Palaçoulo.

José Francisco Fernandes, foi também responsável pela implementação da Cooperativa Agrícola e da Caixa Agrícola na freguesia de Palaçoulo.

Brigantia, 2010-12-27
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RMaria

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MensagemAssunto: Empresários de Palaçoulo temem mais a situação espanhola do que a portuguesa   Qua Jul 18, 2012 10:53 am

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«Estamos muito apreensivos»
Bragança


Empresários de Palaçoulo temem mais a situação espanhola do que a portuguesa

A crise em Espanha preocupa mais os industriais de Palaçoulo, no Nordeste Transmontano, do que a situação nacional, porque têm no país vizinho o principal mercado.

As empresa de tanoaria e cutelaria de Palaçoulo exportam a maior fatia do que produzem para o mercado espanhol, o principal fator que tem protegido e mantido a indústria local à margem dos efeitos recessivos da economia portuguesa.

\"Estamos muito apreensivos com o que se está a passar em Espanha. Oxalá não venha aí uma recessão grande e que tenha impacto nas nossas vendas\", afirmou à Lusa Domingos Martins, sócio da empresa de cutelaria FILMAM.

Lusa, 2012-07-17
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MensagemAssunto: Autarca convida governantes a aprender a gerir   Qua Set 19, 2012 3:56 pm

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Em Palaçoulo não há desemprego
Miranda do Douro



Autarca convida governantes a aprender a gerir

A população da freguesia de Palaçoulo, em Miranda do Douro, diz que sabe governar-se e desafia os políticos portugueses a tirarem ali uma formação na arte de bem gerir.

“Acho que o dinheiro público deve ser gerido com muito mais atenção do que o nosso próprio dinheiro. Por isso, digo que deveriam vir aqui a Palaçoulo e tirar uma lição sobre como bem governar”, convida o presidente da Junta de Freguesia, Manuel Gonçalves, também empresário.

Palaçoulo tem pouco mais de 550 habitantes e apostou em criar um dinamismo comercial hoje reconhecido, tendo superado o isolamento a partir dos seus próprios recursos.

“Vive-se aqui, ao nível industrial, um dinamismo que acho que é um pouco diferente de todo o nosso poder político e governamental. Nós estamos a gerir o dinheiro das nossas empresas”, indica o autarca.

Diz-se, por isso, na aldeia, que os governantes só têm a ganhar se aprenderem com os empresários locais. As unidades industriais são quase todas exportadoras e contribuem para o desenvolvimento do país.

RR, 2012-09-19
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Romy

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MensagemAssunto: Pipas e barricas para vinho   Sab Mar 15, 2014 11:07 pm

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Pipas e barricas para vinho
Miranda do Douro



Tanoaria de Miranda do Douro conquista o mercado chinês


A oportunidade de negócio seguiu com a abertura de concursos públicos para produtos portugueses, entre os quais pipas e barricas para vinho. A empresa de Palaçoulo concorreu, ganhou e já exportou “alguns milhares” de barricas, o que fez a sua facturação aumentar em mais de quatro milhões de euros.

Uma tanoaria de Palaçoulo, no concelho de Miranda do Douro, decidiu apostar no mercado asiático e está a exportar pipas e barricas para a China. O negócio fez subir a facturação acima dos 40%, o que representa, por ano, mais de quatro milhões de euros para os cofres da empresa.

A oportunidade de negócio surgiu após o conhecimento da abertura de concursos públicos para produtos portugueses, entre os quais pipas e barricas para vinho. A empresa concorreu, ganhou o concurso e já exportou “alguns milhares de barricas”.

“Estamos a falar de uma quantidade muito grande de produto, de um contrato de quatro milhões de euros”, refere à Renascença Sérgio Gonçalves, sócio gerente da tanoaria JMGonçalves.

Por causa da exportação para a China a empresa “criou mais postos de trabalho e fez investimentos superiores a 600 mil euros”.

“Em ano de crise, uma empresa crescer acima dos 40 a 50%, é muito”, frisa Sérgio Gonçalves.

O mercado chinês vai continuar a ser aposta da empresa para colmatar as perdas dos mercados espanhol, francês e italiano, que atravessam um período de crise económica e financeira.

"Temos boas perspetivas de futuros negócios com a China”, refere o empresário, salientando que “aquele país tem futuro na produção de vinhos e pode mesmo ser um dos maiores produtores mundiais, daí ser um mercado com potencial no sector”.

O empresário transmontano refere, no entanto, que “o mercado chinês é extremamente exigente e vai ao pormenor, quando estão causa verbas muito elevadas”.

“Um simples cêntimo num documento tem que se corrigir, uma barrica que esteja com um batoque deslocado, pedem um batoque novo”, explica, para concluir que os chineses “são muito rigorosos com a mercadoria que chega” e que “tudo tem que estar de acordo com o protocolado e com o documentado em cada remessa ”.

A tanoaria JMGonçalves, em Palaçoulo, no concelho de Miranda do Douro, tem 43 trabalhadores e é a maior empresa do ramo em Portugal.

Olímpia Mairos, Renascença, 2014-02-19
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