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Romy

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MensagemAssunto: China   Seg Fev 02, 2009 10:36 pm

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Número de bebés chineses com deficiência dispara com poluição

PATRÍCIA VIEGAS

China.

Especialistas dizem que, a cada 30 segundos, nasce uma criança malformada
Na China, a cada 30 segundos, nasce um bebé malformado. E isso é em parte explicado pelos elevados níveis de poluição registados no país, dizem especialistas em planeamento familiar, citados pelo China Daily, na sua edição de fim-de-semana.

Todos os anos nascem 1,1 milhões de bebés com anomalias, ou seja, 7% dos nascimentos naquele que é o país mais populoso no mundo. "O número de recém-nascidos com malformações está constantemente a aumentar nas zonas urbanas e rurais", disse àquele jornal Jian Fan, vice-ministra da Comissão de Planeamento Familiar da População Nacional.

"O problema das anomalias está ligado à poluição ambiental, sobretudo nas oito zonas com carvão", declarou, por seu lado, An Huanxiao, o director da agência de planeamento familiar da província de Shanxi. Esta é a mais activa na extracção de carvão, aquela onde as fábricas de químicos são a principal fonte de emissões tóxicos e aquela que, em consequência, tem o maior número de bebés nascidos com malformações.

Os especialistas também relacionam as altas taxas de bebés nascidos com pouco peso com os níveis de poluição do ar na China. A exposição de mulheres grávidas ao ar poluído aumenta o risco de estas virem a ter crianças com peso a menos, refere um estudo da Universidade de Yale, citado pelo jornal chinês. Este cita ainda uma outra investigação, esta da Universidade da Columbia, que refere que a exposição a poluentes de combustão durante a gravidez pode resultar em anomalias nos cromossomas dos tecidos do feto.

A poluição é um grave problema que atravessa a China, país com 1,3 mil milhões de habitantes. A par da degradação dos recursos naturais, a poluição é uma das consequências negativas do rápido desenvolvimento industrial do país. Muitos dos resíduos sólidos não são tratados devidamente e a poluição da água é um dos maiores problemas de saúde. O desenvolvimento da China teve como consequência o aumento do consumo de energia, a qual é, na maioria, fornecida por centrais a carvão. As dez cidades mais poluídas do mundo são, segundo a Forbes, chinesas. Apesar de tudo isto, a China, que assinou o protocolo de Quioto mas não está abrangida pelos seus limites, parece interessada nas negociações multilaterais que decorrem actualmente sobre as alterações climáticas associadas às emissões dos chamados gases com efeito de estufa.

Além da poluição, há outras causas que podem causar malformação de bebés, como a má alimentação, os maus hábitos de vida e o aumento da idade em que as mulheres são mães. Alguns especialistas consideram que o aumento de número de casos de recém-nascidos com deficiências pode vir a transformar-se num problema que influenciará o desenvolvimento económico e a qualidade de vida. "A pressão económica é muito pesada para que as famílias criem bebés com defeitos físicos, particularmente as que vivem em áreas rurais", disse, ao China Daily, Pan Jianping, professor do departamento da criança da Universidade Xi'an Jiaotong.|

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MensagemAssunto: Encerrou o "Nuvem", o primeiro restaurante português em Pequ   Qua Fev 25, 2009 11:21 pm

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Encerrou o "Nuvem", o primeiro restaurante português em Pequim

Vera Penêda, em Pequim
22:15 Quarta-feira, 25 de Fev de 2009 Última actualização há 36 minuto

"Nuvem" fechou as portas antes de completar o primeiro aniversário e seis meses após os Jogos Olímpicos, sem prejuízo nem explicação.

Apesar da aposta na gastronomia típica e no vinho português, o único restaurante genuinamente luso fechou portas privando a capital chinesa da única ementa portuguesa e de estilo caseiro, confirmou Ricardo Eugénio, chefe de cozinha e gerente do Nuvem.

"Amanhã já não precisam de vir trabalhar", afirmou o proprietário chinês de um dia para o outro, contou surpreendido o chefe português.

"A casa não enchia todas os dias, mas o Nuvem nunca deu prejuízo desde que abriu", garantiu Eugénio, avançando que "só uma proposta financeira muito apelativa para venda do espaço pode ter originado a decisão repentina de fechar".

O gerente português recebeu os salários até ao termo do seu contrato, mas o resto do pessoal viu-se de repente no desemprego, sem direito a aviso prévio, indemnização ou alternativa de emprego.

"Ainda hoje recusei uma reserva de uma delegação angolana", referiu o chefe português que já tem um novo projecto na manga entre Pequim e Portugal.

Rui Quartin Santos, embaixador de Portugal em Pequim, desconhece as razões que levaram ao fecho mas lamentou a decisão: "o restaurante era uma forma de divulgar a cozinha portuguesa e a nossa presença cultural em Pequim".

O Nuvem abriu em Junho de 2008, em plena época pré-olímpica quando o boom dos Jogos Olímpicos (JO) cobriu a capital comunista com a arquitectura, os empreendimentos imobiliários, os hotéis e os centros comerciais que serviram os milhares de turistas olímpicos e mostraram a nova face da China ao mundo.

Seis meses depois, o governo local procura a forma de rentabilizar os espaços olímpicos, enquanto os hotéis estão às moscas e muitos dos novos edifícios da cidade estão vazios, sem arrendatários nem compradores.

Os JO não motivaram a abertura do Nuvem, mas o único local luso de referência na cidade implicou um investimento avultado e acabou por transformar-se no ponto de encontro entre jornalistas, atletas e comunidade portuguesa durante o período dos JO e Paralímpicos em Pequim, em Agosto e Setembro passados.

O Nuvem é mais um exemplo de pouca sorte numa cidade que, depois do sucesso olímpico, enfrenta falhanços imobiliários acumulados com o desânimo económico da crise financeira internacional.

"Continua a existir o Camões e felizmente há planos para a abertura de outro restaurante português para breve aqui em Pequim", adiantou Quartin Santos.

Os dois restaurantes luso-macaenses da cidade, "Vasco's" e "Camões", são a partir de agora as únicas alternativas para os amantes da gastronomia portuguesa em Pequim.

Mas ambos os restaurantes estão localizados em hotéis de cinco estrelas e apresentam um menu mais sofisticado sem o tempero caseiro que o Nuvem oferecia aos mais saudosos da comida tradicional portuguesa.

In Expresso

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MensagemAssunto: Ex-ministro condenado a 28 anos de prisão   Qui Abr 23, 2009 11:37 am

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Ex-ministro condenado a 28 anos de prisão por corrupção

Ontem

Ao Man-Long, que tinha uma fortuna avaliada em cem milhões de dólares, terá recebido subornos para a construção de 41 obras públicas.

Um antigo ministro dos Transportes de Macau, acusado de ter desviado mais de cem milhões de dólares, foi condenado a 28 anos e meio de prisão, tendo o tribunal agravado a pena decretada em primeira instância.

Ao Man-Long, de 51 anos, tinha sido condenado em Janeiro a 27 anos de prisão e ao pagamento de 252 milhões de patacas (31,3 milhões de dólares).

O homem era acusado de ter desviado uma fortuna avaliada em mais de cem milhões de dólares, em subornos em 41 obras públicas, especialmente ligados à construção de casinos.

A mais alta instância penal de Macau confiscou também os seus bens e infligiu-lhe novas multas. Seis dos seus colaboradores, também suspeitos de corrupção, são procurados pela Justiça.

In DN

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MensagemAssunto: Acidente de comboio na China faz 3 mortos   Seg Jun 29, 2009 3:15 pm

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Acidente de comboio na China faz 3 mortos



Uma colisão de comboios de passageiros no centro da China provocou a morte a três pessoas, sendo que 60 ficaram feridas.

O acidente aconteceu às 2h34 na estação de comboios da cidade de Chenzhou, situada na Província de Hunan, segundo informaram fontes locais, citadas pelo Folha Online.

Um comboio com destino a Shenzhen chocou com outro que se dirigia para Shenzhen, o que fez com que vários vagões descarrilassem.

Segundo a imprensa, duas pessoas morreram na colisão e uma terceira morreu quando a sua casa foi atingida pelos vagões descarrilados.

A CCTV afirma que trabalhadores estão a tentar limpar os destroços do local e consertar os danos causados em duas casas próximas ao local do acidente.

In Msn Notícias

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MensagemAssunto: Tumultos em Urumqi fazem 140 mortos e mais de 800 feridos   Seg Jul 06, 2009 9:31 am

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Tumultos em Urumqi fazem 140 mortos e mais de 800 feridos

Os tumultos deste domingo em Urumqi, capital regional do Xinjiang, no noroeste da China, fizeram 140 mortos e mais de 800 feridos, de acordo com a agência estatal Nova China, citando as autoridades locais.

Centenas de pessoas foram detidas na sequência dos violentos incidentes que eclodiram este domingo à noite, entre as quais «mais de dez personalidades chave que atiçaram os tumultos», adiantou a Nova China citando o departamento de segurança pública.

«A polícia continua à procura de outras 90 pessoas chave», acrescenta a agência.

Por seu lado, um porta-voz do governo regional disse à agência France Press que «o último balanço aponta para 140 mortos e 828 feridos».

Este balanço coincide com as imagens impressionantes difundidas pela televisão central CCTV, que mostram civis ensanguentados, alguns deitados no chão, alternando com planos de veículos em chamas ou já carbonizados, e outras pessoas a lançar pedras às forças da ordem ou a virar uma viatura da polícia.

Segundo um correspondente da AFP no local, a calma parece ter regressado hoje a Urumqi, onde a presença das forças da ordem é visível e onde as autoridades fecharam vários bairros durante a manhã.

No entanto, a Nova China já anunciou o «levantamento parcial» das restrições da circulação a meio do dia.

Pequim atribuiu a responsabilidade pelos tumultos à dissidência uigur no exílio, e nomeadamente ao Congresso Mundial Uigur de Rebiya Kadeer, que chegou em Março aos Estados Unidos após a sua detenção durante quase seis anos na China e do seu exílio forçado em Pequim.

A organização uigur terá incitado à violência com apelos na Internet aos simpatizantes para se mostrarem «mais bravos» e «fazerem qualquer coisa em grande».

Estes incidentes fazem lembrar os do ano passado em Lhasa, capital regional do Tibete: a 14 de Março de 2008, tibetanos viraram-se contra comerciantes da etnia Han, matando 18 civis e um polícia, segundo as autoridades chinesas.

Em Xinjiang, nos confins da Ásia Central, vivem cerca de 8,3 milhões de uigures, alguns dos quais denunciam a repressão política e religiosa exercida pela China a coberto da luta contra o terrorismo.

In TSF

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MensagemAssunto: Autoridades chinesas reprimiram com mão-de-ferro protestantes em Xinjiang   Seg Jul 06, 2009 9:59 am

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Autoridades chinesas reprimiram com mão-de-ferro protestantes em Xinjiang

Hoje às 10:25



As últimas horas na cidade de Urumechi, na capital da província de Xinjiang, no noroeste da China, foram de grande violência. A repressão das autoridades chinesas já resultou em 140 mortos, 800 feridos e a detenção de centenas de manifestantes.

O departamento de segurança pública chinês garante que são 100 os responsáveios pelos tumultos em Urumqi. Nas ruas da capital da provincia de Xinzhian estiveram, no entanto, milhares de pessoas.

Numa conferência de imprensa, o porta-voz do gorverno regional admitiu que o número tem tendência a aumentar, mas estão já confirmados 140 mortos e 800 feridos. Das vítimas mortais, 57 morreram na zona dos confrontos.

O número de detenções efectuadas também já está nas várias centenas, mas a polícia procura ainda 90 pessoas que considera estarem por detrás dos confrontos.

Pequim garante que quem começou com as manifestações foram membros da etnia Uigúre, que representa mais de 50 por cento da população naquela região que são muçulmanos de origem turca e que se queixam continuamente de perseguições por parte das autoridades chinesas e também de não terem liberdade religiosa.

Há ainda outro motivo que leva regularmente os Uigúres a protestar. Tal como no Tibete, o governo central chinês fomenta a imigração para aquela zona de membros de outro grupo etnico, os Han, a grande etnia na China, não permitindo aos uigures o acesso a cargos políticos, nem mesmo na região onde ainda são a maioria.

Desta vez, na origem dos protestos, que duraram toda a noite deste domingo, esteve a morte de dois uigúres numa fábrica chinesa na capital desta província.

A televisão oficial chinesa já transmitiu imagens impressionantes dos confrontos. Vêem-se civis cobertos de sangue, carros a arder ou já completamente carbonizados e ainda manifestantes a atacar com pedras a polícia chinesa.

Entretanto e segundo a France Press, a calma já regressou à capital Xinjiang, mas a presença das forças da ordem é ainda visível. O acesso à internet foi também desligado pelas autoridades chinesas.

Rui Tukayana

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MensagemAssunto: Secretário-geral da ONU apela ao respeito pelos direitos democráticos   Seg Jul 06, 2009 2:29 pm

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Secretário-geral da ONU apela ao respeito pelos direitos democráticos

Hoje às 12:49



O secretário-geral da ONU apelou aos respeito pelos direitos democráticos no mundo após os distúrbios na China que resultaram na morte de 140 pessoas. O presidente italiano também falou desta questão num encontro que teve com o seu homólogo chinês.

O secretário-geral da ONU apelou, esta segunda-feira, ao respeito pelos direitos democráticos por parte de todos os países, isto na sequência dos distúrbios no nordeste da China, que resultaram na morte de 140 pessoas.

«Qualquer que seja o lugar onde aconteça, a posição das Nações Unidas e do secretário-geral é clara: todos os diferendos, no interior de um país ou a nível internacional, devem ser resolvidos pacificamente pelo diálogo», afirmou Ban Ki-moon, em conferência de imprensa.

Quando interrogado sobre os distúrbios na China, Ban explicou que os «governos devem agir com a mais extrema prudência, tomando as medidas necessárias para proteger a vida e a segurança da população, dos cidadãos e dos seus bens, e para proteger a liberdade de expressão, reunião e liberdade de informação».

«Estes são os princípios de base da democracia e para estes que apelo de novo a todos os países do mundo», frisou o secretário-geral da ONU, em conferência de imprensa em Genebra, na Suíça.

Também em conferência de imprensa, o porta-voz do primeiro-ministro britânico revelou-se «preocupado» com os distúrbios ocorridos na província de Xinjiang, tendo apelado também ao «diálogo» e à «retenção» quer para o governo chinês para para os manifestantes.

O presidente italiano indicou que o assunto dos Direitos Humanos foi tema de conversa num encontro que teve com o seu homólogo chinês, que chegou a Itália no domingo para participar na cimeira do G8.

«Estamos convencidos que o desenvolvimento e o progresso económico e social que estão em vias de ser feitos na China põem novas exigências em matéria de Direitos Humanos», explicou Giorgio Napolitano após o encontro que teve com Hu Jintao.

Napolitano adiantou ainda que os Direitos Humanos são um «assunto que a Itália sempre colocou e pretende colocar no respeito máximo dos argumentos chineses, da integridade e autonomia de decisão da China e as suas instituições».

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MensagemAssunto: Mesquitas encerradas na capital de Xinjiang   Sex Jul 10, 2009 5:10 pm

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Mesquitas encerradas na capital de Xinjiang

Hoje às 06:53
EPA


Jovem uigur frente a uma mesquita

Muitas mesquitas na capital da província de Xinjiang estão fechadas apesar de ser sexta-feira, dia de oração dos muçulmanos. Perante a força presença militar na região, os uigures estão a ser convidados a orar em casa.

Muitas mesquitas encontram-se fechadas, esta sexta-feira, na capital da província chinesa de Xinjiang em dia de oração para os muçulmanos por receio de novos conflitos étnicos na região, que até fizeram pelo menos 156 mortos.

«O governo disse que não iriam haver orações. Não podemos fazer nada. O governo tem medo que a população use a religião para apoiar as três forças», adiantou um uigur citado pela AFP, em referência ao extremismo, separatismo e terrorismo, que Pequim diz que ameaça a China.

Perante a força presença militar chinesa na região, os uigures, a minoria étnica mais representativa desta província, estão a ser convidados a orar em casa, um convite que surgiu nas portas de algumas mesquitas que esta sexta-feira estavam fechadas na capital de Xinjiang, Urumqi.

Um funcionário governamental explicou ainda que numa outra cidade desta província foram suspensas as visitas de forasteiros devendo, por razões de segurança, «as pessoas ficar esta sexta-feira em casa e rezar».

Entretanto, num comunicado, o Comité Permanente do Politburo do Partido Comunista Chinês, composto por nove membros, e que é a cúpula do poder na China, apelou ao «reforço da unidade étnica do país», numa tentativa de acalmar a violência dos últimos dias.

«Os Han não podem ser separados das minorias, as minorias não podem passar sem os Han e as minorias não podem passar umas sem as outras», afirmou este comité num comunicado publicado na imprensa oficial.

Neste comunicado, este comité reiterou que «a estabilidade é a tarefa mais importante e urgente» isto depois dos tumultos de domingo em Urumqi que foram os mais violentos desde a criação da República Popular da China, há 60 anos.

O governo chinês diz que estes confrontos foram «instigados» peloCongresso Mundial Uigur, presidido pela empresária Rebiya Kadeer, que está exilada nos EUA e que é descrita pela imprensa como a «Dalai Lama uigur».

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MensagemAssunto: Polícia detém 319 pessoas ligadas aos distúrbios em Xinjiang   Dom Ago 02, 2009 4:21 pm

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Polícia detém 319 pessoas ligadas aos distúrbios em Xinjiang

Há 28 mins



A polícia da província chinesa de Xinjiang deteve várias centenas de pessoas suspeitas de envolvimento nos actos de violência que causaram pelo menos 197 mortos nesta região da China no início de Julho.

A polícia de Urumqi, capital da província e epicentro das perturbações, deteve 319 pessoas, segundo um comunicado oficial, citado pela agência Nova China. As autoridades tinham anteriormente confirmado a detenção de mais de 1600 pessoas.

O gabinete de segurança pública de Urumqi declarou que as detenções ocorreram «após serem obtidas informações junto de testemunhas ou graças ao inquérito de polícia», de acordo com a agência Nova China.

As detenções tiveram lugar «em Urumqi e em outras regiões do Xinjiang», refere o comunicado, acrescentando que «os suspeitos terão de responder por acusações ligadas aos motins que causaram 197 mortos», segundo a agência de Estado.

Quinta-feira, a polícia Urumqi publicou as fotografias de 15 suspeitos ainda em liberdade e prometeu-lhes clemência se se entregarem às autoridades. Os que não o fizerem serão «severamente punidos<«, advertiu a polícia.

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MensagemAssunto: Presidente chinês expressa "profunda tristeza"   Qua Ago 19, 2009 9:44 pm

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Presidente chinês expressa "profunda tristeza"

por Lusa
Hoje



O Presidente chinês, Hu Jintao, apresentou hoje as suas condolências à população de Taiwan pelas mortes causadas pela passagem do furacão Morakot.

Hu Jintao expressou a sua "profunda tristeza" pelas vítimas do Morakot em Taiwan num encontro que teve hoje em Pequim com uma delegação de minorias étnicas daquela ilha liderada pelo actor e político Kao Chin Su-mei.

Até ao momento, a China já doou mais de 18 milhões de euros a Taiwan para ajudar às operações de resgate.

O último balanço oficial aponta para 127 mortos e 307 pessoas desaparecidas em Taiwan depois da passagem do Morakot, números que deverão aumentar, de acordo com as expectativas das autoridades locais.

O furacão Morakot, cujo nome significa esmeralda em tailandês, forçou à evacuação de 1,4 milhões de pessoas no leste da China, provocando oito mortes no continente chinês, 22 nas Filipinas e 12 no Japão.

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MensagemAssunto: Dois terços dos dadores de órgãos são presos executados   Sex Ago 28, 2009 1:27 pm

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Dois terços dos dadores de órgãos são presos executados

por HUGO COELHO
Hoje



Pela lei os condenados deviam assinar declaração a ceder os órgãos, depois de mortos. Mas o sistema é corrupto e as operações são um luxo dos ricos que podem ir ao mercado negro

Na China, os criminosos condenados à pena capital são executados com um tiro na nuca. Quando caem mortos são examinados por médicos que lhes medem o pulso. Depois são levados para dentro de uma ambulância que está perto. Há quem diga que é logo ali que os carniceiros começam a tirar os rins, o fígado e o coração dos cadáveres.

Um chinês apanhado no corredor da morte é na maioria das vezes um homem condenado a tornar-se num dador de órgãos, depois de morto. Segundo o jornal China Daily, os executados fornecem os órgãos para cada dois em cada três transplantes no país.

Sem confirmar os números, o ministro da Saúde adjunto, Huang Jiefu, veio reconhecer o problema e dizer que "os executados não são, definitivamente, um fonte adequada para transplantes".

A revelação, inédita, escandalizou os chineses e surge num momento em que o Governo se prepara para lançar um programa de dadores voluntários para tentar dar resposta à procura de órgãos .

De acordo com o Ministério da Saúde, perto de um milhão e meio de chineses precisa de um transplante, mas são apenas realizadas dez mil cirurgias por ano (menos de 1%).

O problema agravou-se no último ano porque o número de condenações à morte caiu a pique. Mesmo assim, em 2008, segundo a Amnistia Internacional foram executadas 1718 pessoas. O que quer dizer que a China executa mais criminosos do que todo o resto do mundo.

A escassez de órgãos alimentou a corrupção e ajudou a criar um mercado negro gigantesco. Em 2007, o Governo aprovou uma lei que proíbe o comércio de órgãos e doações a não familiares, mas não teve, praticamente, efeito.

As histórias de transplantes ilegais ou de estrangeiros que viajam para a China para fazer essas cirurgias são recorrentes na imprensa chinesa. Organizações de direitos humanos criticaram Pequim pela falta de transparência na doação de órgãos.

Oficialmente, os executados têm de assinar um declaração em como aceitam ceder os órgãos. Mas poucos acreditam que essa regra é respeitada. A percepção é que, para se fazer um transplante, é preciso ser rico.

Qian Jianmin, chefe da equipa de cirurgiões do hospital Huashan, em Xangai, confirmou ao jornal britânico The Times que muitos dos pacientes recebem órgãos de executados. O médico admitiu que o sistema está sujeito a abusos. O programa de voluntários avançará como projecto piloto em dez províncias do país. Ao mesmo tempo será criado um fundo para ajudar as famílias dos dadores.

Analistas ouvidos pela BBC garantiram que o projecto dificilmente terá sucesso por causa do preconceito cultural contra a remoção de órgãos depois da morte.

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MensagemAssunto: Mãe chinesa dá à luz bebé com 7 quilos e 56 centímetros   Sab Dez 26, 2009 11:26 am




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MensagemAssunto: Ocidente critica pena elevada para veterano de Tiananmen   Sab Dez 26, 2009 3:50 pm

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Ocidente critica pena elevada para veterano de Tiananmen

por SUSANA SALVADOR
Hoje



Liu Xiaobo foi condenado a 11 anos de prisão por "subversão do poder do Estado". Em causa está a chamada 'Carta 08', que data de há um ano.

As Nações Unidas, a União Europeia e os EUA juntaram-se às organizações não governamentais na condenação à pena decretada pela justiça chinesa contra Liu Xiaobo. O dissidente chinês foi ontem condenado a 11 anos de prisão por "subversão ao poder do Estado", depois de ter ajudado a escrever a "Carta 08", que exige o respeito pelos direitos humanos e a liberdade de expressão.

Detido desde Dezembro de 2008, o escritor e ex-professor universitário - que já tinha cumprido pena após a repressão na praça de Tiananmen, em 1989 - conheceu a sua sentença no dia de Natal. "Ele estava calmo, estivemos juntos durante dez minutos e não parámos de sorrir enquanto falávamos. Mantive o sorriso para que ele pudesse estar calmo", disse à AFP a sua mulher, Liu Xia, que não o via desde Março, acrescentando que o marido vai recorrer da sentença.

Em causa está a "Carta 08", publicada a 10 de Dezembro de 2008 - dia do 60.º aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos. A carta apelava a "uma nova Constituição", uma "separação dos poderes", uma "democracia legislativa", uma "justiça independente", um "controlo público dos funcionários", a "garantia dos direitos humanos" e a "eleição dos responsáveis públicos". Segundo a China Human Rights Defenders, o documento já conta com a assinatura de mais de dez mil pessoas.

"O Partido [comunista] não pode deixar sem resposta o desafio da 'Carta 08'. Liu Xiaobo é um emissário sacrificado por enviar uma mensagem", disse Nicholas Bequelin, da Human Rights Watch na Ásia. "É uma pena muito dura, que reflecte também um endurecimento político, que temos vindo a observar desde a preparação dos Jogos Olímpicos", acrescentou. Por seu lado, a Amnistia Internacional indicou estar "extremamente preocupada com os outros signatários da 'Carta 08' e com a liberdade de expressão na China".

Os EUA, que dizem que "a perseguição de indivíduos pela expressão pacífica de ideias políticas é incompatível com as normas dos direitos humanos reconhecidas internacionalmente", apelaram à libertação do dissidente, que "trabalhou pacificamente para o estabelecimento de um processo democrático na China".

A alta-comissária da ONU para os Direitos Humanos, Navi Pillay, disse que a condenação marca "uma nova restrição grave da liberdade de expressão na China". Além disso, constituiu "um desenvolvimento infeliz que traz uma sombra de mau augúrio aos recentes compromissos da China para proteger e promover os direitos humanos", acrescentou. A UE, através da presidência sueca, mostrou-se também "muito preocupada pelo carácter desproporcionado da condenação", indicando que esta "suscita preocupações quanto ao respeito da liberdade de expressão e do direito a um processo justo na China".

Pequim tinha advertido a comunidade internacional, depois do primeiro dia do processo (quarta-feira), indicando que as declarações sobre o caso representavam "uma interferência grosseira nos assuntos internos chineses".

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MensagemAssunto: O comboio mais rápido do mundo já anda sobre carris   Dom Dez 27, 2009 10:35 pm

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O comboio mais rápido do mundo já anda sobre carris

Hoje



Começaram ontem a circular e atingem os 380 quilómetros por hora.

O comboio mais rápido do mundo começou ontem a circular na China.

O símbolo da alta-tecnologia chinesa atinge uma velocidade de 380 quilómetros por hora.

Os comboios ligam a cidade de Wuhan no centro do país a cidade costeira de Guangzhou no sul.

A viagem de cerca de mil quilómetros (mais do que a comprimento de Portugal continental) dura três horas.





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MensagemAssunto: China: Cidadão britânico executado por tráfico de droga   Ter Dez 29, 2009 6:58 pm

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China: Cidadão britânico executado por tráfico de droga

por Lusa
Hoje



O cidadão britânico Akmal Shaikh, condenado à morte na China por tráfico de droga, foi executado hoje, confirmou a agência noticiosa oficial chinesa.

A execução foi anunciada depois de o Supremo Tribunal Popular Chinês ter anunciado que validara a condenação à morte e indeferira um último recurso da defesa.

Foi o primeiro europeu executado na China no último meio século.

Akamal Shaikh, 53 anos, foi executado em Urumqi, capital do Xinjiang, noroeste da China, por injecção letal, indicou a agência noticiosa oficial chinesa.

Shaikh foi condenado à morte em Outubro de 2008, depois de ter sido detido no aeroporto de Urumqi com cerca de quatro quilos de heroína.

Na China, o tráfico de mais de 50 gramas de heroína é punido com a morte.

A família de Akmal Shaikh e o primeiro-ministro britânico, Gordon Brown, apelaram várias vezes à "clemência" das autoridades chinesas, mas o veredicto acabou por ser validado pelo Supremo Tribunal Popular.

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MensagemAssunto: Oito crianças assassinadas numa escola   Qua Mar 24, 2010 3:58 pm

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Oito crianças assassinadas numa escola

por Lusa
Hoje


Oito crianças foram mortas à facada por um antigo médico numa escola de Fujian, leste da China, numa nova explosão de violência atribuída a "falta de acompanhamento" dos doentes mentais do país, anunciou hoje a imprensa oficial.

"Doentes mentais constituem uma ameaça à segurança social", dizia o título de um jornal sobre a "tragédia" ocorrida na terça feira de manhã, à entrada da Escola Básica Experimental de Nanping.

Zheng Minsheng, um antigo médico de 42 anos de idade, irrompeu de repente de entre a multidão e começou a atacar as crianças com uma faca de 25 centímetros de comprimento.

Uma testemunha disse ter ouvido Zheng Minsheng gritar: "Não me deixam viver e puseram-me louco".

O ataque, que seria travado por um professor e dois adultos que iam a passar, terá durado menos de um minuto, mas entretanto já havia três crianças mortas no chão e dez feridas, cinco das quais não sobreviveram.

Segundo da imprensa local, Zheng Minsheng foi despedido em Junho passado da clínica comunitária de Mazhan por sofrer de "problemas mentais".

"Ele, às vezes, comportava-se de forma anormal, mas nunca imaginámos que pudesse fazer uma coisa tão cruel", disse um conterrâneo de Zheng Minshneg.

Um funcionário local citado por um jornal de Pequim contou que a namorada de Zheng Minsheng "não queria casar com ele", o que constituía "outra razão" para as suas "perturbações".

"Esta última tragédia evidencia, mais uma vez, a ameaça à segurança social colocada pela falta de acompanhamento dos doentes mentais", comentou o jornal China Daily.

Apenas um quinto desses doentes tem acompanhamento profissional, estimando-se em mais de 16 milhões o número de chineses que sofrem de problemas mentais, realça o jornal.

Em Dezembro passado, numa aldeia da província de Hunan, centro da China, um homem com alegadas perturbações mentais matou o pai e onze outros familiares, no quinto incidente do género relatado pela imprensa chinesa em apenas um mês.

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MensagemAssunto: Explosão numa mina provoca 12 mortos   Qui Abr 01, 2010 8:40 pm

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Explosão numa mina provoca 12 mortos

por Lusa
Hoje


Uma explosão de gás numa mina do centro da China provocou a morte de 12 trabalhadores e encurralou 32, informaram hoje os media locais.

Este é o segundo desastre ocorrido numa mina chinesa no período de uma semana.

A explosão ocorreu quarta feira à noite e 50 mineiros conseguiram deixar o local, referiu a agência Xinhua citando o governador da província de Henan, Guo Gengmao.

De acordo com o governador é possível que os trabalhadores presos no interior da mina tenham sobrevivido à explosão, causada por uma fuga de gás.

Cerca de 100 elementos das equipas de resgate estão a tentar retirá-los, referiu a Xinhua. A mina estava em renovação.

Este acidente ocorreu numa altura em que os trabalhos de resgate ainda continuam numa mina na província de Shaanxi, no norte da China, onde 153 mineiros ficaram bloqueados no subsolo devido a uma inundação, no domingo.

O ano passado, os acidentes em minas de carvão na China provocaram a morte a 2631 mineiros.

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MensagemAssunto: 115 dos 153 mineiros resgatados com vida   Seg Abr 05, 2010 1:30 pm

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115 dos 153 mineiros resgatados com vida

por Lusa
Hoje


Equipas de socorro prosseguem hoje as buscas de 39 mineiros desaparecidos há uma semana, numa mina inundada no norte da China, mas 115 dos 153 mineiros já foram resgatados com vida, segundo a agência Nova China.

Os 115 mineiros foram resgatados com vida, depois de mais de 170 horas encurralados no interior da mina, informou hoje a agência oficial de notícias.

As equipas de socorro continuam a busca de 39 mineiros, num resgate considerado "um desafio", segundo Wang Jun, governador da província de Shanxi, onde ocorreu o acidente.

No passado dia 28, o poço de Wangjialing Coal Mine, perto da cidade de Linfen, sofreu uma inundação que deixou encurralados no fundo da mina 153 dos 261 mineiros.

Cinco dias depois do acidente, equipas de resgate ouviram pancadas regulares nos tubos de aço, vindas do fundo do poço.

Os socorristas responderam também com pancadas nos tubos e, com cabos, enviaram 300 bolsas de glucose outros alimentos.

Cerca de 3000 socorristas foram destacados para o local, esforçando-se por retirar a água que invadiu a mina e provocou a catástrofe.

As minas de carvão chinesas são consideradas como as mais perigosas do mundo.

No ano passado, 2631 pessoas morreram nas minas de carvão chinesas, o que dá uma média de sete mortos diários, embora relativamente a 2008, aquele valor tenha descido 18 por cento.

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MensagemAssunto: Sismo na China matou 400 pessoas e feriu 10 mil   Qua Abr 14, 2010 12:26 pm

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Sismo na China matou 400 pessoas e feriu 10 mil

por DN.pt
Hoje


A liderança chinesa ordenou a mobilização geral das autoridades da província Qinghai, noroeste do pais, para socorrer as vitimas do sismo de hoje, cujo balanço já vai em cerca de 400 mortos e 10 000 feridos. Sismo de hoje foi o segundo mais mortífero da década na China.

Cerca 400 mortos e 8000 feridos é o balanço do sismo de magnitude 7,1 na escala de Richter que atingiu hoje a província chinesa de Qinghai, noroeste do país, anunciou a agência noticiosa oficial Nova China.

O balanço, difundido cerca das 13:40 (06:40 em Lisboa), citava informações fornecidos pelo vice-secretário do governo da prefeitura de Yushu, Huang Limin.

Em Jiegu, aldeia situada perto do epicentro do sismo, mais de 85 por cento das casas foram atingidas e "muitos estudantes" ficaram soterrados sob os escombros da sua escala, disse um funcionário local.

"As ruas estão inundadas de pânico, pessoas feridas, com muitas a sangrarem da cabeça", contou aquela testemunha.

Jiegu, situada a 50 quilómetros do epicentro, tem cerca de 100 mil habitantes.

"As casas, aqui, são quase todas em madeira e barro, ruindo facilmente quando ocorre um sismo", disse um responsável da televisão local.

O Ministério dos Assuntos Civis chinês já enviou 5000 tendas para a região, alem de 50 mil peças de roupa e outros tantos cobertores, disse a agência noticiosa oficial chinesa.

Militares e equipas de socorro foram também mobilizados para a área, que fica a mais de dois mil quilómetros de Pequim.

Segundo mais mortífero da década

O sismo de hoje foi o segundo mais devastador registado na China na última década.

O pior foi o de Maio de 2008 na província de Sichuan, sudoeste da China, que casou quase 87 000 mortos e desaparecidos.

Aquele sismo, de 8 graus na escala de Richter, foi também o mais mortífero desde o terramoto de Tangshan, no verão de 1976, que causou cerca de 242 000 mortos

Três outros grandes sismos registados na China no século XXI, dois dos quais na província de Yunnan, também no sudoeste do país, mataram, no conjunto, cerca de 300 pessoas.

O sismo de hoje, que causou ainda cerca de 10 000 feridos, atingiu a intensidade de 7,1 graus na escala de Richter.

http://dn.sapo.pt/inicio/globo/interior.aspx?content_id=1543566&seccao=%C1sia

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MensagemAssunto: Medo e morte após sismo na China   Qui Abr 15, 2010 11:13 am

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Medo e morte após sismo na China

por ABEL COELHO DE MORAIS
Hoje


Abalo atinge província das mais remotas do país, causando pelo menos 590 mortes, muitas delas crianças.

Militares chineses caminhavam armados entre os escombros da cidade de Gyegu, distrito de Yushu, pouco depois de esta ter sido atingida por um tremor de terra de 7,1 de magnitude, que matou pelo menos 590 pessoas e deixou feridas outras dez mil.

As forças de segurança não só patrulhavam as ruas como estabeleceram perímetros de segurança em torno de bancos, edifícios públicos, depósitos de munições e de combustível nesta região da província de Qinghai (ver gráfico).

A razão das medidas adoptadas resulta do facto de entre os 280 mil habitantes desta área ser tibetana a esmagadora maioria; Yushu foi palco de tensões em 2008, quando se verificou no vizinho Tibete uma vaga de protestos antichineses.

Outros tantos militares e elementos da polícia estavam empenhados nas operações de socorro às vítimas.

Se o aparato de segurança era visível, não menos visíveis eram os efeitos do sismo e os seus reflexos na população. Uma escola primária frequentada por cerca de mil alunos ficou completamente destruída, permanecendo entre os escombros um número indeterminado de estudantes. As equipas de salvamento temiam que muitas estivessem mortas. Até final do dia foram recuperados mais de 20 corpos sem vida.

O caso desta escola trouxe à memória o devastador sismo de Maio de 2008 na província de Sichuan, em que morreram milhares de estudantes apanhados pelo desmoronamento das suas escolas. Neste sismo, um dos mais violentos a atingir a China continental, morreram perto de 70 mil pessoas, segundo dados oficiais.

Após o sismo de ontem, a população da área de Yushu permaneceu nas ruas com receio de réplicas, que se foram verificando mas num grau de magnitude baixo. Nos rostos era evidente o medo e muitos apresentavam marcas de ferimentos. "Não temos escavadoras nem outros meios mecânicos, só pás e as nossas mãos", disse Shi Huajie, responsável pelas operações de busca e salvamento.

As operações de resgate deverão ser demoradas devido à localização remota da província, situada numa área atreita a fenómenos sísmicos. O tremor de terra anterior mais grave sucedeu em Abril de 1990, com 6,9 de magnitude, matando 126 pessoas e causando sérios prejuízos materiais.

O tipo de construção na região é misto, existindo casas tradicionais de adobe, madeira e lama, e edifícios modernos. A maioria destes resistiu ao sismo, de acordo com o Governo provincial.

Pequim libertou uma verba equivalente a 20 milhões de euros para ajuda de emergência. Por sua vez, as autoridades da província enviaram para as áreas atingidas mais de cinco mil tendas e cerca de cem mil cobertores, necessários numa região onde as temperaturas são negativas à noite.

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MensagemAssunto: Sismo na China: último balanço fala em 1944 mortos   Seg Abr 19, 2010 12:10 pm

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Sismo na China: último balanço fala em 1944 mortos

por Lusa
Hoje


O número de mortos causado pelo sismo de quarta feira em Yushu, noroeste da China, subiu para 1944 e 216 pessoas continuam desaparecidas, informou hoje o centro das operações de salvamento.

O ultimo balanço, difundido hoje à tarde (hora local) pela agência noticiosa oficial chinesa, indica ainda 12 315 feridos, 1134 dos quais considerados graves.

O sismo, de 7,1 graus na escala de Richter, ocorreu numa prefeitura tibetana da província de Qinghai, situada a três horas de avião de Pequim.

É uma região pobre e isolada, 4000 metros acima do nível do mar, que fica na confluência da província de Qinghai com a Região Autónoma do Tibete e a província de Sichuan.

Em Jiegu, sede da prefeitura de Yushu, ruíram mais de 85 por cento das casas, a maioria das quais construídas em barro e madeira.

Mais de 1200 tremores de terra abalaram Yushu desde quarta-feira. Uma das réplicas ultrapassou os seis graus na escala de Richter e três registaram entre 4 e 4,9 graus.

Em relação ao anterior balanço, divulgado domingo, o número de mortos subiu de 1706 para 1944 e os feridos também aumentaram, de 12 128 para 12.315.

Mais de 15 000 socorristas, entre os quais 11 000 soldados e agentes da polícia, estão envolvidos nas operações de salvamento, juntamente com pessoal médico e centenas de monges budistas.

O presidente chinês, Hu Jintao, que encurtou uma visita oficial à América Latina, esteve no fim de semana no local.

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MensagemAssunto: Pelo menos 175 mortos devido a chuvas torrenciais   Seg Jun 21, 2010 10:17 am

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Pelo menos 175 mortos devido a chuvas torrenciais

por Lusa
Hoje


O número de mortos causado pelas chuvas torrenciais no sul da China, consideradas as piores do último meio século, subiu para 175, segundo o balanço do governo chinês divulgado hoje ao princípio da tarde (hora local).

"s 08:00 (01:00 em Lisboa), o Ministério dos Assuntos Civis chinês tinha também apurado que havia 107 pessoas desaparecidas, mais 14 do que na véspera.

Cerca de 144 000 casas estavam "em risco de ruir", o que levou à retirada de 1,7 milhões de pessoas, indicou a mesma fonte.

As províncias de Hunan, Jiangxi e Guangxi são as mais afectadas.

Segundo o Ministério dos Assuntos Civis chinês, desde 13 de Junho passado, o temporal atingiu 25,1 milhões de pessoas, em nove regiões, e causou prejuízos económicos directos no valor de 29.700 milhões de yuan (3575 milhões de euros) -- mais 10 000 milhões de yuan (1205 milhões de euros) do que estimado no domingo.

Em algumas zonas, a água que inundou as ruas subiu até um metro de altura, perturbando o fornecimento de energia eléctrica e os transportes.

Cerca de 40 000 pessoas que pretendiam viajar para o sul do país ficaram retidas em Xangai, disse o jornal China Daily

O primeiro ministro chinês, Wen Jiabao, deslocou-se no fim de semana à província de Guangxi e apelou para a melhoria dos sistemas de previsão meteorológica e de emergência para lidar com a "inclemência do tempo".

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MensagemAssunto: 107 pessoas soterradas devido a deslizamento de terras   Seg Jun 28, 2010 12:07 pm

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107 pessoas soterradas devido a deslizamento de terras

por Dn.pt, AFP
Hoje


Chuvas torrenciais no sudoeste da China originaram um deslizamento de terras que apanhou 107 pessoas. Equipas de socorro já estão a caminho da aldeia de Dazhai, na província de Guizhou, para socorrer as pessoas que estão soterradas ou presas pelo deslizamento, noticia a agência oficial Nova China.

“Está a chover muito, tornando os trabalhos de socorro”, afirmou à AFP uma fonte oficial da região de Guanling.

Partes das regiões Leste, Central e Sul da China têm sido atingidas por chuvas torrenciais, entre as piores registadas desde 1998 no Sul, área que desde esse ano já contabiliza 379 3600 mortos e mais de 20 milhões de deslocados.

No domingo, as autoridades chineses revelaram que perto de 69 milhões de pessoas foram atingidas pelas inundações registadas na actual época de chuvas. Só neste mês 235 pessoas morreram e mais de 100 estão desaparecidas fruto de inundações e deslizamentos, segundo contras do Ministério responsável pelos assuntos civis.

Neste ano, morreram 379 pessoas em toda a China devido a inundações e os prejuízos económicos já chegam aos 9,78 mil milhões de euros.

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MensagemAssunto: China e Taiwan assinam acordo de cooperação económica   Ter Jun 29, 2010 11:55 am

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China e Taiwan assinam acordo de cooperação económica

por Lusa
Hoje


A República Popular da China e Taiwan assinaram hoje um acordo de cooperação económica, considerado um marco no desanuviamento das relações entre os dois antigos rivais.

É o mais importante acordo entre o continente e a ilha desde o final da guerra civil chinesa, há 60 anos.

O acordo, assinado em Chongqing, sudoeste da China, prevê a isenção de taxas para "mais de 800 produtos e serviços", proporcionando um aumento anual de 100 000 milhões de dólares no comércio bilateral, adiantou no início da semana um jornal de Pequim.

"A assinatura deste acordo não é apenas um importante marco nos laços económicos entre as duas partes", afirmou o líder da delegação de Taiwan, Chiang Pin-kung.

"É também um grande passo em frente no âmbito da tendência para a integração regional e a globalização", acrescentou.

Representantes da China continental e de Taiwan assinaram também um acordo para a protecção dos direitos de propriedade intelectual.

A cerimónia foi transmitida em directo pela Televisão Central da China (CCTV).

Uma comissão conjunta, que reunirá de seis em seis meses, irá agora supervisionar a aplicação do acordo.

O maior partido da oposição em Taiwan, o Partido Democrático Progressista (DPP), pró-independência, considera que o "pacto comercial" com a Republica Popular da China "abrirá caminho à absorção política" da ilha.

O DPP sustenta também que a importação de produtos baratos do continente poderá destruir a sua economia de Taiwan, um território com menos de metade da superfície de Portugal e 23 milhões de habitantes.

Taiwan -- a ilha onde se refugiou o antigo governo chinês depois do Partido Comunista tomar o poder no continente -- é vista por Pequim como uma província chinesa e não como uma entidade politica soberana.

A China defende a "reunificação pacífica", segundo a fórmula já adoptada em Hong Kong e Macau, "um país, dois sistemas", mas ameaça "usar a força" se Taiwan declarar a independência.

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MensagemAssunto: China assumiu liderança mundial do consumo de energia   Ter Jul 20, 2010 3:04 pm

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China assumiu liderança mundial do consumo de energia

por Lusa
Hoje


A China tornou-se no primeiro país consumidor de energia do mundo, ultrapassando os Estados Unidos, indicou o Financial Times, citando um responsável da Agência Internacional de Energia (AIE).

O país asiático destronou os Estados Unidos mais rápido do que o previsto, mas ainda é superado pelos norte-americanos em termos de consumo per capita, segundo o diário.

A China consumiu, em 2009, 2,252 mil milhões de toneladas do equivalente a petróleo, ou seja cerca de 4% mais que os Estados Unidos, segundo a AIE, citada pelo jornal.

"Em 2000, os Estados Unidos consumiram duas vezes mais energia do que a China. Agora, a China consome mais que os Estados Unidos", declarou o economista chefe da AIE, Fatih Birol, citado pelo Financial Times.

"Os Estados Unidos chegaram a uma certa saturação para a utilização da energia, mas houve igualmente muitos esforços, em especial desde 2005, para utilizar a energia de maneira mais eficaz", disse Birol.

A AIE precisou que os números ainda são preliminares, mas que a tendência está estabelecida.

Nos últimos anos, a China efectuou uma política voluntariosa no estrangeiro para assegurar o seu abastecimento energético, numa altura em que o crescimento da sua economia é um dos mais fortes do planeta.

No ano passado, Pequim, primeiro poluente mundial, anunciou, antes da cimeira de Copenhaga sobre as alterações climáticas, a sua vontade de prosseguir a sua política de melhoria da eficácia energética e de diminuir a sua intensidade carbónica (emissões medidas por ponto de PIB) de 40 para 45% em 2020 em relação ao nível de 2005.

Birol indicou ao Financial Times que se os Estados Unidos tivessem melhorado a sua eficácia energética 2,5% por ano nos últimos dez anos, a China teria conhecido uma melhoria de 1,7% por ano.

A China tem igualmente a ambição de diversificar as suas fontes de energia, pois ainda depende a 70% do carvão.

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