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 Dossier Vinhos Portugueses

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Romy

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MensagemAssunto: Moscatel português eleito um dos três melhores do mundo   Dom Jul 15, 2012 4:57 pm

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Favaios: «doce sem exageros»
Alijó



Moscatel português eleito um dos três melhores do mundo

Um moscatel do Douro, colheita de 1980 da Adega de Favaios, foi declarado o 3.º melhor do mundo. Este moscatel, «doce sem exageros», é o único português no top 10 do concurso mundial de moscatéis de Montepellier. Uma distinção que vem mesmo a tempo das celebrações de 60 anos da adega e da inauguração do Museu de Favaios.

Depois de em 2011 um moscatel luso ter sido declarado, pela primeira vez, o melhor do mundo, este ano é um moscatel duriense de 1980, «doce sem exageros», que acaba de conquistar o 3.º lugar no concurso mundial de moscatéis de Montepellier, França, a que concorrem 232 néctares de 24 países.

Os resultados do Muscats du Monde foram revelados esta semana e o vinho da Adega de Favaios é o único português no top 10, tendo também obtido uma medalha de ouro. A adega, que está a celebrar 60 anos de existência, foi também reconhecida pelo seu Moscatel 10 anos, que levou para «casa» a quarta medalha de ouro consecutiva.

O concurso contou com a participação de um júri composto por 55 elementos que realizaram uma prova cega. Este ano, foram destacados 33% dos vinhos com medalhas no concurso.

À frente do moscatel duriense, ficaram o Lanzarote Vlcprd Moscatel Dulce (Espanha) e o Vin de Pays de l Ile de Beauté Muscat Modérato Nectar 2011, declarado o melhor do mundo.

Na edição de 2010 do concurso, o Moscatel de Setúbal - Reserva 2006, da casa Venâncio Costa Lima, já tinha integrado os dez melhores do mundo, acabando mesmo por conquistar o primeiro lugar em 2011, um feito inédito para os moscatéis lusos.

Favaios 1980

O Moscatel 1980 da Favaios , casta «100% Moscatel Galego», é apresentado como denotando «na cor âmbar dourada muito apelativa o seu envelhecimento de mais de 30 anos». Possui um aroma «muito intenso», com «notas de torrefacção», onde se destacam «os aromas a mel, passas e figos secos». «Doce«, sim, mas, sublinham «sem exageros».

É «encorpado e bastante harmonioso com aromas de boca a lembrar café, cacau e mel». Tem um teor alcoólico de 16,7% e foram produzidos 14.500 litros. Na loja online da Adega de Favaios, o moscatel 1980 está à venda por 26 euros. Segundo o enólogo Miguel Ferreira, «por si só pode e deve ser degustado de forma isolada» e casa na perfeição «com a variada doçaria conventual».

Museu de Favaios

Mais de uma década após o lançamento do projecto, é inaugurado este sábado o Museu de Favaios, em Alijó. Um núcleo museológico do Museu do Douro que é uma «homenagem, um reconhecimento às pessoas que souberam preservar dois produtos de excelência: o pão e o vinho de Favaios», segundo disse o presidente da Câmara de Alijó, Artur Cascarejo, à Lusa. O Núcleo Museológico Favaios, Pão e Vinho representa um investimento global de 834 mil euros.

Numa primeira sala de exposições, o protagonista é o vinho e a casta que está na sua origem: a moscatel galego, fazendo referência ao solo, aos cheiros e cores do favaios. Numa segunda sala, as atenções viram-se para o pão, desde o cereal, à moagem e ao amassar deste produto.

Lusa, Ana Saleiro, 2012-07-13
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RMaria

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MensagemAssunto: Vendas de vinho do Porto geraram receitas de 138 ME no primeiro semestre   Sab Ago 11, 2012 2:40 pm

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Sinal francamente positivo
Douro



Vendas de vinho do Porto geraram receitas de 138 ME no primeiro semestre

As vendas de vinho do Porto geraram receitas de 138 milhões de euros no primeiro semestre, mais seis milhões de euros do que no ano passado, anunciou hoje o Instituto dos Vinhos do Douro e Porto (IVDP).

\"Num período de contração económica, um aumento nas vendas de vinho do Porto é um sinal francamente positivo para as exportações portuguesas, sobretudo tendo em conta o que representa este produto bandeira\", afirmou, em comunicado, o presidente do IVDP, Manuel de Novaes Cabral.

Nos primeiros seis meses de 2012, as vendas deste produto aumentaram 4,2 por cento no mercado português e internacional, comparativamente com igual período do ano passado.

Lusa, 2012-08-10
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MensagemAssunto: Ribeira do Corso já tem compradores na China   Ter Out 16, 2012 12:10 pm

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Adega Cooperativa de Sendim
Miranda do Douro



Ribeira do Corso já tem compradores na China

A Adega Cooperativa Agrícola Ribadouro, em Sendim acaba de lançar o Ribeira doCorso 2010 Reserva, um tinto encorpado de 14,5º.
Este é um néctar com muita cor, feito a partir de castas de vinhas velhas, que atingem maturações muito elevadas.

O gestor da cooperativa, Paulo Teixeira, diz que “é um vinho que pode ser guardado em casa e que pode ser consumido nos próximos 4/5 anos, e que vai ainda crescer e desenvolver bastante na garrafa”.

“Estamos a produzir um vinho que tem um preço base perto de 4 euros, e que é sinónimo de exigência e de muito trabalho”, afirmou. O responsável revela, ainda, que este mês “vão seguir algumas garrafas deste vinho para a Ásia”, nomeadamente para a China.

O presidente da Cooperativa, José Almendra, salienta que “são vinhos de qualidade como este permitem manter a cooperativa”.

Jornal Nordeste, 2012-10-16
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MensagemAssunto: Lavradores de Feitoria e Museu do Côa criam nova marca de vinho   Ter Out 23, 2012 11:04 am

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15 produtores e 18 quintas
Vila Nova de Foz Coa


Lavradores de Feitoria e Museu do Côa criam nova marca de vinho

A Lavradores de Feitoria – projeto único no Douro que reúne 15 produtores, proprietários de 18 quintas distribuídas pelos melhores terroirs do Baixo Corgo, Cima Corgo e Douro Superior – associou-se ao Museu do Côa para, em parceria, lançarem uma nova marca de vinho, o «Museu do Coa by Lavradores de Feitoria».

Fernando Real, presidente da Fundação Côa Parque, refere que “este vinho é fruto de uma iniciativa – a primeira de outras que se seguirão com este ou outros players da região – com um significado muito especial porque resulta de um conjunto de ideias partilhadas. Quem comprar «Museu Coa by Lavradores de Feitoria» estará a alimentar o corpo e o espírito”, isto porque cada garrafa tem um voucher que vale uma entrada gratuita no Museu do Côa.

Esta componente inovadora – e única em Portugal – junta-se ao facto de ser o primeiro museu português com uma marca de vinho própria.

Para Olga Martins, CEO da Lavradores de Feitoria, “este é mais um passo para promovermos o Douro no seu todo e em parceria, algo que faz parte da cultura da nossa empresa.

Com esta iniciativa estamos a aliar gastronomia com cultura, património e paisagem. Com o património vamos promover o nosso vinho e com o vinho trazer pessoas a conhecerem o Museu do Côa e o Douro”.

, 2012-10-23
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MensagemAssunto: Vinho do Douro com preço recorde de 220 euros   Seg Abr 08, 2013 10:25 pm

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Quinta do Caêdo
Douro



Vinho do Douro com preço recorde de 220 euros

O preço de cada uma das 4.320 garrafas do vinho tinto Legado 2009, do Douro, apresentado esta semana, «deve chegar aos 220 euros», diz a empresa produtora.

A Sogrape refere que o Legado tem a sua origem em “uvas provenientes de videiras com mais de cem anos, onde várias castas misturadas produzem uma quantidade muito pequena, cerca de meio quilo por cepa”, o que dá “2 ou 3 cachos por cada videira”.

Essas videiras fazem parte da Quinta do Caêdo, uma propriedade situada em Ervedosa do Douro, em S. João das Pesqueira, e que a Sogrape adquiriu em 1990.

A quinta tem 22 hectares de vinha espalhados pelas duas margens de uma ribeira, mas o destaque vai para “os 7 hectares de vinha velha” composta por várias castas. Algumas “praticamente não existem nas novas plantações”.

O enólogo Luís Sottomayor disse que “estão identificadas 10 castas” nesse talhão especial, mas “50% do encepamento é de Touriga Nacional e Touriga Franca”.

Luís Sottomayor afirmou que ali “não entra maquinaria”, porque os terrenos são “muito íngremes” e os espaçamentos não o permitem.

A lavoura faz-se com técnicas ancestrais, o que envolve, inclusive, “a utilização da força de um macho para mover a charrua e assim lavrar os socalcos estreitos e com declives acentuados”.

Lusa, 2013-04-05
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MensagemAssunto: Moscatel Favaios 1980 Grande Medalha de Ouro   Sab Maio 25, 2013 10:54 pm

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Concours Mondial de Bruxelles
Alijó



Moscatel Favaios 1980 Grande Medalha de Ouro

O Moscatel Adega de Favaios Colheita 1980 ganhou a Grande Medalha de Ouro na 20ª edição do Concours Mondial de Bruxelles, que teve lugar em Bratislava entre 10 e 12 de Maio, e no qual foram avaliados 8200 vinhos do mundo inteiro.

O júri internacional deste concurso premiou tambem o Adega de Favaios 10 Anos com a medalha de Ouro. O Concours Mondial de Bruxelles é uma competição internacional e profissional que tem como objectivo premiar os melhores vinhos e bebidas espirituosas produzidos mundialmente.

O júri é composto apenas por especialistas no sector dos vinhos: enólogos, sommeliers, jornalistas, críticos de vinhos e distribuidores internacionais.

A Grande Medalha de Ouro é atribuída aos vinhos que recebem uma avaliação de 92,5 até 100%,

“Elegancia e complexidade mais uma vez o reconhecimento Mundial, para os Moscateis da Adega de Favaios”.


, 2013-05-23
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MensagemAssunto: Adega de Vila Real dá de «beber à dor» dos colossais anos 90    Dom Jun 02, 2013 5:24 pm

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Melhor vinho branco do mundo
Vila Real



Adega de Vila Real dá de «beber à dor» dos colossais anos 90

Um projecto sobredimensionado para ir buscar mais fundos comunitários quase atirou ao tapete a cooperativa transmontana. Duas décadas depois tem o melhor vinho branco do mundo e muitos viticultores em fila de espera.
Esta é uma história que começou como tantas outras no início dos gordos anos 1990.

A Adega Cooperativa de Vila Real meteu-se num projecto de investimento, concluído em 1993, de valor cinco vezes superior à facturação anual, que rondava um milhão de euros. \\"Para ir buscar fundos comunitários, foi sobredimensionado face ao que era a dimensão da adega na altura. Não havia actividade suficiente para pagar esse investimento colossal\\", recordou ao Negócios o director de marketing, Nuno Borges.

No ano seguinte à inauguração, entrava em falência técnica. Batia no fundo. Duas décadas depois, o vinho branco que produz foi eleito em 2009 o melhor do mundo no prestigiado \\"Concurso Mundial de Bruxelas\\" e a adega transmontana foi distinguida pela Revista de Vinhos como a melhor cooperativa de 2012.

Sem poder apenas \\"dar de beber à dor\\", como dizia a Mariquinhas cantada por Amália Rodrigues, a recuperação foi lenta e dolorosa. E tem um rosto: Jaime Borges, que entrou em Outubro de 1994 para ficar um mês e já ocupa a presidência há 18 anos. O filho, que acompanhou o processo desde o início, recordou o \\"arrojo e coragem\\" para operar este resgate em três fases. Sem dinheiro para pagar à banca, sem uma posição de mercado alargada ou consolidada, sem equipa de enologia, sem visão de mercado e com praticamente todo o património penhorado, adequar a estrutura financeira às possibilidades de cumprimento foi a primeira coisa a fazer. E um caso de sucesso não se faz sem \\"uma certa sorte\\": ao alargar a rede de balcões a todo o País, instalando-se em Vila Real, a banca privada estava \\"mais predisposta ao risco\\" e ajudou \\"a desembrulhar este nó\\".

Com as contas \\"minimamente equilibradas\\", continuou Nuno Borges, 39 anos, era preciso captar sócios que fornecessem uvas com maior qualidade. O pagamento aos associados, que era antes \\"a última prioridade\\", passou a ser feito no próprio ano da colheita. A cooperativa – não tem como objectivo o lucro mas pagar o melhor possível a produção que é ali entregue – passou a equipar-se aos agentes privados da região do Douro. Em média, a adega paga a 99 dias aos actuais 1.231 viticultores. As solicitações são cada vez mais, dado que outras cooperativas estão a fechar ou a deixar de aceitar e pagar as uvas.

A primeira década foi para arrumar a casa. Em 2004 começou a \\"viragem para o exterior\\", com a nova gama de vinhos do Porto e Douro. Três anos depois criaram a equipa de enologia liderada por Rui Roboredo Madeira. \\"Tentámos fazer esta união virtuosa de uma empresa com contas bastante sólidas, estratégia de marketing e uma enologia de referência. Foi isso que permitiu nos últimos dois anos, no meio desta crise, termos os melhores resultados da nossa história\\", resumiu o director de marketing da adega, que subiu a facturação de 6,1 para 7,2 milhões de euros em 2012.

António Larguesa, J
Negocios, 2013-05-30
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MensagemAssunto: Os 50 melhores vinhos   Qua Jul 31, 2013 4:48 pm

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Os 50 melhores vinhos
Douro


Joshua Green: o Douro emocionante


Portugal deve explorar a diversidade das suas castas e tirar partido do cariz único que estas variedades introduzem nos seus vinhos.
Quem o diz é Joshua Greene, um dos mais conceituados críticos norte-americanos, que esta semana esteve em Portugal a convite da ViniPortugal.

Joshua Greene é um apaixonado pelos nossos vinhos e, embora assuma que não são fáceis de entender, frisa que essa é a sua grande vantagem. “Ninguém nos EUA conhece a trincadeira ou o avesso [castas autóctones] e isso é um valor imenso para os produtores portugueses, não há razão nenhuma para plantarem cabernet ou chardonnay. Devem, sim, educar os consumidores americanos sobre a sua diversidade, castas e regiões. Dá trabalho, claro que sim, mas isso permite-lhes criar o seu próprio mercado”, afirma.

Há 30 anos que Joshua Greene visita Portugal com regularidade. Agora, a ViniPortugal desafiou-o a selecionar os 50 melhores vinhos portugueses para os EUA, um mercado prioritário para o setor. Nos últimos três meses, Joshua passou uma semana por mês em Portugal a escolher os melhores dos melhores entre mais de 600 vinhos que provou. Uma tarefa árdua, que agora terminou e cujos resultados serão conhecidos numa gala em Nova Iorque a 24 de janeiro do próximo ano.

Responsável pela revista Wine & Spirits desde 1986, Joshua Greene é o segundo especialista norte-americano a quem coube esta difícil tarefa. O primeiro foi o master sommelier e o master of wine Doug Frost.

O Dinheiro Vivo entrevistou Joshua Greene e quis saber em que é que a sua seleção irá ser diferente da de Frost. “Somos pessoas diferentes, temos gostos diferentes. Penso que quem conhece o meu gosto vai perceber muito bem a minha escolha. Penso que será um pouco mais tradicional do que a dele”, afirmou.

DV, 2013-07-30
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