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 Efemérides

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MensagemAssunto: Efemérides   Seg Set 01, 2008 3:33 pm

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Em 31 de Agosto de 1997...


A 31 de Agosto de 1997, em Paris,morria Diana de Gales, vítima de acidente de viação, no túnel de Alma.

Diana, Princesa de Gales
Diana, Princesa de Gales (Diana Frances, nascida Spencer; Sandringham, 1º de Julho de 1961 — Paris, 31 de Agosto de 1997) foi a primeira esposa de Charles, Príncipe de Gales, filho mais velho e herdeiro aparente da Rainha Elizabeth II. Seus dois filhos, os príncipes William e Harry, são respectivamente o segundo e o terceiro na linha de sucessão aos tronos do Reino Unido, do Canadá, da Austrália, da Nova Zelândia e de outros doze países da Commonwealth.
Após o seu casamento com o Príncipe de Gales em 1981, Lady Di tornou-se uma das mulheres mais famosas do mundo, um ícone da moda, um ideal de beleza e elegância feminina, admirada por seu trabalho de caridade e, em especial, pelo seu envolvimento no combate à SIDA/AIDS e campanha internacional contra as minas terrestres.

Diana, no seu vestido de noiva
O casamento foi inicialmente feliz, mas terminou em 1996, após vários escândalos tanto por parte de Charles como de Diana.
Sua trágica e inesperada morte, num acidente de carro, em Paris, foi seguida de um grande luto público pelo Reino Unido e, em menor escala, pelo mundo. Seu funeral, em Setembro de 1997, foi assistido globalmente por cerca de 2,5 biliões de pessoas.
Mesmo uma década após a sua morte, a "Princesa do Povo" (termo cunhado pelo ex-primeiro-ministro britânico Tony Blair) continua a ser uma das celebridades mais constantes na imprensa, servindo de tema para milhares de livros, jornais e revistas. O seu nome é citado, pelo menos 8 mil vezes por ano, na imprensa britânica.
Os vários biógrafos de Diana divergem, quando o assunto é a decadência de seu casamento: Andrew Morton, por exemplo, culpa a "crueldade" de Charles, enquanto que Sally Bedell Smith aponta os supostos "distúrbios mentais" de Diana; a jornalista Tina Brown, por sua vez, atribui o desastre à ingenuidade da princesa, numa ficção forjada pelos tablóides.
Nascimento e infância

Lord Edward John Spencer
Diana Frances Spencer nasceu como a terceira e última filha de Edward John Spencer, Visconde Althorp (1924-1992), e de sua primeira esposa, Frances Ruth Burke-Roche (1936-2004), em Park House, dentro da propriedade real de Sandringham em Norfolk, Inglaterra, às 19:45.
Foi baptizada na Igreja de St. Mary Magdalene, em Sandringham, pelo reverendo Percy Herbert, reitor da igreja e ex-bispo de Norwich e Blackburn). Seus padrinhos foram: John Floyd (presidente da Christie's), Lady Mary Colman (uma sobrinha da Rainha Mãe), Sarah Pratt e Carol Fox.
Em Park House, Diana costumava brincar com os príncipes Andrew e Edward e também gostava de ir à praia.
Separação e divórcio dos pais

Diana, com a mãe
Em 1968, durante a acrimoniosa separação de seus pais, ocorrida, em parte, por causa do caso extraconjugal de Lady Althorp com o empresário Peter Shand Kydd, Diana e seu irmão Charles foram levados por Frances, para viver no seu apartamento em Knightsbridge, Londres, onde a princesa foi matriculada numa escola local.
No Natal daquele ano, as crianças Spencer foram celebrar com o pai, que se recusou a deixar que os filhos regressassem à capital londrina com a mãe. Subsequentemente, em 1969, os Althorp brigaram pela custódia dos filhos na Justiça, e o juiz concedeu a Lorde Althorp, que foi apoiado por um depoimento de sua sogra contra Frances, a guarda de Diana e de seu irmão Charles. A guarda das irmãs mais velhas da princesa, Sarah e Jane, seria partilhada igualmente entre os pais.

Raine McCorquodale
A separação e o divórcio de seus pais trouxe efeitos negativos a Diana, então com sete anos, que ficou determinada, no futuro, a constituir uma família unida e feliz. Ela não queria repetir os erros de seus pais. Detractores de Diana, acreditam que a princesa desenvolveu uma doença mental decorrente de uma infância problemática,mas, parentes, amigos e professores dela afirmam, que isso não é verdade. Diana, por sua vez, numa fita gravada, classificou a infância como infeliz. "Meus pais nunca disseram que me amavam".
Em 2 de Maio de 1969, a mãe de Diana casou com Peter Shand Kydd, numa cerimónia discreta. Enquanto isso, o pai de Diana começou um relacionamento com Raine McCorquodale, a única filha da famosa romancista Barbara Cartland e também ex-esposa de Gerald Legge, 9° Conde de Dartmouth. O pai de Diana foi chamado de "o outro homem", no divórcio dos Dartmouth.
Lady Diana

Althorp, em Northamptonshire, nos dias de hoje
Com a morte de seu avô paterno, Albert Spencer, 7° Conde Spencer, em Maio de 1975, o pai de Diana tornou-se o 8.° Conde Spencer. Diana, com catorze anos, e suas irmãs, receberam então o título de "Lady", prerrogativa comum entre filhas de condes britânicos. Seu irmão Charles tornou-se, por sua vez, o novo Visconde Althorp.
Pouco tempo depois, Johnny Spencer e seus quatro filhos mudaram-se para Althorp, em Northamptonshire, a propriedade ancestral da família Spencer (século XV), deixando Park House, que era alugada à família real .
Em 14 de Julho de 1976, o novo Conde Spencer desposou a companheira Raine MacCorquodale, num registo de Caxton Hall, Londres. A madrasta nunca teve uma boa relação com seus enteados, que a apelidaram de "Acid Raine" .
Genealogia

Charles Spencer
Pelo lado paterno, Diana Spencer era uma aristocrata, descendente da Casa de Stuart, com notáveis ancestrais como Roberto I da Escócia, Maria I da Escócia, Carlos II da Inglaterra e Jaime II da Inglaterra.
Pelo lado materno, Diana tinha ascendência irlandesa, escocesa e norte-americana. Sua bisavó foi Frances Work, filha e herdeira de Franklin H. Work, um accionista da Bolsa de Valores de Nova York. Através de Work, também era prima do actor canadense, Oliver Platt.
Ancestrais


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Última edição por Admin em Sab Set 06, 2008 10:46 pm, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Efemérides   Seg Set 01, 2008 3:39 pm

(Continuação)


Educação e juventude
Diana frequentou Riddlesworth Hall, em Norfolk, uma escola preparatória para meninas, onde foi admirada pelo seu talento para as artes, especialmente para a dança (estava convencida de que um dia seria uma grande bailarina) e para a música (como pianista e cantora amadora). Diana também era uma excelente desportista: suas paixões eram ténis, natação, hockey e salto ornamental. Chegou até a ganhar prémios pelas suas atividades. Popular entre todos, Diana ganhou um prémio por solidariedade, pois estava sempre a ajudar os
colegas, nas actividades escolares.
Depois, o pai matriculou-a em West Heath Girl's School, em Sevenoaks, Kent, esperando que esta respeitável escola aproximasse mais Diana dos estudos e a afastasse do balet, que era, provavelmente,a maior paixão da sua infância e juventude. A princesa esteve cinco anos em West Heath, mas não passou nos exames finais, mesmo Á segunda tentativa. Como continuar na escola não fosse mais possível, Diana terminou a sua educação em Dezembro de 1977, aos dezasseis anos. Para uma rapariga de família aristocrática e rica, isso não tinha muito importância: bastava casar bem.

Lady Sarah Spencer
Em Novembro de 1977, durante uma festa de caça em Althorp, Diana Spencer conhecera o seu futuro marido, o príncipe Charles, então namorado de sua irmã mais velha, Sarah. Charles e Sarah terminariam o relacionamento, por alturas de Fevereiro de 1978.
Tendo deixado West Heath, Diana estudou, entre Janeiro e Março de 1978, no Instituto Alpin Videmanette, em Rougemont, Suíça, onde foi preparada para actividades sociais, como etiqueta, arte culinária, arte floral, línguas e muitas outras.
Vida em Londres

Charles, Príncipe de Gales, durante uma viagem aos Estados Unidos, em 1981
Quando regressou a Inglaterra, aos dezoito anos, Diana, recebeu de seus pais um apartamento em Londres. Em Setembro de 1978, iniciou um curso de culinária francesa, em Cordon Bleu, apesar de detestar cozinhar, e teve que abandoná-lo, para cuidar do pai enfermo. Com a ajuda da mãe, obteve um emprego como professora de balet, no conhecido estúdio Vacani, mas ficou lá pouco tempo.
Embora fosse filha de nobres, trabalhou como uma mulher comum, que procurava independência e realização pessoal. Entrou para a brigada da "fita de veludo encarnada", uma associação para mulheres da alta sociedade, que procuravam seguir padrões e valores bastante liberais, sendo vulgarmente conhecidas como "Sloane Rangers". Inscreveu-se em duas agências: Solve Your Problems e Knightsbridge Nannies, executando tarefas domésticas, como limpezas e amas, antes de se tornar professora do jardim de infância Young England School, em Pimlico.

Sandringham
A sua vida em Londres era tranqüila. Não frequentava discotecas nem ia a festas extravagantes, optando por locais mais modestos e calmos, pois era tímida, insegura e sensível. Passava habitualmente os fins-de-semana em Althorp, junto de sua família e amigos. Lady Diana, numa entrevista, disse que naqueles anos queria manter-se "tidy", um eufemismo britânico para virgindade, porque esperava alguém especial.
Romance
Em Novembro de 1978, Diana e sua irmã Sarah foram convidadas para o aniversário dos trinta anos do príncipe Charles. Outro convite, desta vez feito pela Rainha, para uma semana de caça em Sandringham, veio em Janeiro de 1979. Em Julho do mesmo ano, Diana e sua irmã Jane foram convidadas, pela Rainha, para o Castelo de Balmoral, na Escócia.

Balmoral
Em Agosto de 1979, aconteceu um facto devastador para Charles : seu tio-avô e padrinho, Lorde Mountbatten, era assassinado pelo IRA. Eles eram tão próximo, s que Mountbatten era visto como o seu "pai substituto". N um encontro com amigos mútuos, Charles e Diana sentaram-se um do lado do outro, e começaram a conversar alegremente, até o assunto sobre o funeral de Mountbatten ser tocado. Diana disse:
"Você parecia tão triste (...) Meu coração ficava apertado, enquanto o via assim, e disse: 'Isso não está certo, está completamente sozinho, deveria ter alguém para cuidar de si".
Dali em diante, a imagem que Charles tinha de uma garotinha, uma vizinha de Sandringham dos tempos de infância, transformou-se definitivamente, e começou a procurá-la. Em Fevereiro de 1980, foi a primeira vez que Diana passou um fim de semana em Sandringham, sem a companhia de uma irmã, com a família real. Há rumores de que a então ex-namorada do príncipe, Camilla Parker Bowles (sua actual esposa),o ajudou a escolher como esposa Lady Diana Spencer. Camilla fazia parte do círculo restrito de amigos de Charles.

Rainha-mãe
É facto que a avó materna de Diana, a Baronesa Fermoy, era a dama de companhia, confidente e amiga da avó materna de Charles, a Rainha Mãe, e há boatos de que as duas planearam o casamento entre seus netos. Os pais de Charles também esperavam uma nora com as "qualidades certas": Diana, por exemplo, era virgem, protestante e aristocrata.
Noivado
As constantes aparições de Diana e Charles, juntos, começaram a atrair a atenção da imprensa, e o The Sun escreveu que um novo romance real começara. A cada momento que saía de seu apartamento, era seguida por jornalistas. No dia 6 de Fevereiro, Charles combinou um encontro com Diana, no Castelo de Windsor. Lá, ele disse o quanto sentira a sua falta, durante uma viagem à Suíça, e pediu a sua mão em casamento.
No dia 23 de Fevereiro, depois de contar as novidades à família e amigos, Diana saiu de seu apartamento, em Coleherne Court, e partiu para o Palácio de Buckingham, a fim de evitar a mídia. O Palácio de Buckingham anunciou o noivado no dia 24 de Fevereiro de 1981. Diana ficou no palácio, na companhia de dois empregados, mas não de seu noivo.

Camilla
Quando o príncipe teve que fazer uma viagem oficial à Austrália e à Nova Zelândia, Diana foi vista e filmada a chorar no aeroporto (não há confirmação). Dez dias antes do casamento, Diana perguntou se Charles ainda estaria apaixonado por Camilla, após ver um bracelete, embrulhado numa caixa de presente, com as iniciais G. & F. (Gladys & Fred, os apelidos que Camilla e Charles deram um ao outro). O príncipe não lhe terá dado uma resposta clara. Pouco tempo depois, foi organizado um jantar entre Diana e Camilla , e a futura princesa disse, para um de seus cortesãos, que tinha sido um sucesso e que tinham se entendido.
Uma semana antes do casamento, Diana assistiu a uma partida de pólo em que Charles participava. Na arquibancada, começou a chorar novamente, um pouco depois de ter sabido, que o noivo planeava entregar o bracelete a Camilla. O Palácio de Buckingham, em resposta, disse que foi exaustão. Apesar disso, Diana e Charles tiveram bons momentos durante seu noivado e pareciam felizes, nas ruas, cumprimentando o público.

O casamento
O casamento ocorreu na Catedral de São Paulo, em Londres, numa quarta-feira, dia 29 de Julho de 1981.
A cerimónia contou com 3500 convidados (incluindo Camilla Parker Bowles e seu esposo Andrew) e foi assistida por cerca de um bilião de pessoas, em todo mundo, via televisão. Diana tornou-se oficialmente, Sua Alteza Real a Princesa de Gales e foi imediatamente elevada à terceira mulher mais importante da monarquia britânica, atrás da Rainha Elizabeth II e da Rainha Mãe. O casamento do século XX passou a ser comparado a um conto de fadas, e rapidamente a princesa conquistou o público com sua beleza, chamando, muitas vezes, mais atenção do que seu marido.
Entretanto, no palácio real, as tensões entre Charles e Diana aumentaram. O príncipe estava sempre comprometido com seus deveres, e Diana sentia-se sozinha e suspeitava, cada vez mais, de que ele estaria tendo um caso com Camilla Parker-Bowles. Em público, continuavam a aparentar um casal apaixonado. No meio da década de 1980, após o nascimento dos dois filhos do casal, Charles passou a ficar mais tempo com seus amigos, incluindo Camilla, bem como a ficar mais tempo em Highgrove House, enquanto que Diana permanecia no Palácio de Kensington.
Filhos
Charles e Diana tiveram dois filhos:

William e Harry
O Príncipe William de Gales, nascido em 21 de Junho de 1982.
O Príncipe Harry de Gales, nascido em 15 de Setembro de 1984.

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MensagemAssunto: Re: Efemérides   Seg Set 01, 2008 3:42 pm

(Conclusão)

O Príncipe William de Gales, nascido em 21 de Junho de 1982.
O Príncipe Harry de Gales, nascido em 15 de Setembro de 1984.
Ruína do casamento
Separação e divórcio
Os príncipes de Gales separaram-se, finalmente,em 9 de Dezembro de 1992. O divórcio foi finalizado em 28 de Agosto de 1996. O acordo, criado pelos advogados dos príncipe, estabelecia que Diana poderia continuar vivendo no Palácio de Kensington, que a guarda dos príncipes William e Harry seria dividida entre eles e que uma quantia de £17 milhões de libras seria concedida a Diana, sob a condição de que esta renunciasse ao tratamento de "Sua Alteza Real". A partir daí, seu título oficial passou a ser "Diana, Princesa de Gales", mas foi mantida como membro da Família Real Britânica já que era mãe do 2° e 3° sucessores à coroa britânica.

Diana, na abertura de um Centro Social, em Bristol
Trabalho de caridade
A Princesa Diana tornou-se bastante conhecida, por apoiar projectos de caridade, tanto antes como depois de seu divórcio, e ajudava especialmente campanhas contra minas terrestres e de combate à Sida.
Sida
Em Abril de 1987, a Princesa de Gales tornou-se a primeira grande celebridade a ser fotografada, tocando uma pessoa infectada com o vírus HIV. A sua contribuição para mudar a opinião pública, em relação aos portadores de Sida, foi tornada pública em 2001, pelo presidente americano Bill Clinton, quando disse:
Em 1987, quando muitos acreditavam que a Sida poderia ser contraída através do toque, a Princesa Diana sentou-se numa cama onde se deitava um doente desse foro e segurou a sua mão. Mostrou ao mundo que as pessoas com Sida não mereciam o isolamento, mas sim compaixão. Isso ajudou a mudar a opinião do mundo, ajudou as pessoas doentes, e também ajudou a salvar as pessoas em risco
Minas Terrestres

Visita de Diana a Angola
A visita de Diana a Luanda, Angola, em Janeiro de 1997, talvez tenha sido a aparição mais importante, trabalhando como uma voluntária VIP do Comitê Internacional da Cruz Vermelha. Visitou sobreviventes das explosões de minas terrestres em hospitais, integrou projectos organizados pela HALO Trust e compareceu em aulas de reconhecimento sobre minas terrestres, que ameaçavam casas e vilarejos.
Em Agosto do mesmo ano, Diana visitou a Bósnia com o Landmine Survivors Network. A princesa tinha interesse em evitar os prejuízos que as minas causavam às pessoas, especialmente a crianças.

Carol Bellamy
Em Janeiro de 2005, as actividades de Diana, referentes a minas terrestres, produziram poucos frutos. A Organização das Nações Unidas apelou para que as nações, que produziam e que armazenavam o maior número de minas terrestres (China, Índia, Coréia do Norte, Paquistão, Rússia e Estados Unidos) assinassem o Tratado de Ottawa, proibindo sua produção e uso, contra os quais Diana lutara em campanhas.
Carol Bellamy, directora executiva do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), disse que as minas terrestres continuam a ser "uma atracção mortal para crianças, cujas inata curiosidade e necessidade de brinca, frequentemente as levam directo ao caminho perigoso".
Morte

A Chama da Liberdade, que fica acima da entrada do túnel onde Diana morreu.
Os fãs de Diana decoram-no com cartazes, que são, por lei, removidos pelas autoridades francesas.
Em 31 de Agosto de 1997, Diana morreu num acidente automobilístico, no túnel da Ponte de l'Alma, em Paris, França, juntamente com Dodi Al-Fayed e com o motorista Henri Paul. A Mercedes-Benz S280 sedan bateu fortemente no 13° pilar do túnel. Como não havia barras metálicas entre os pilares, uma pequena mudança na direção do veículo poderia facilmente resultar numa colisão frontal.
O guarda-costas de Fayed, Trevor Rees-Jones, era o mais próximo do ponto de impacto e foi o único sobrevivente do acidente. Trevor também era o único ocupante do carro, que utiliuzava o cinto de segurança - o que não é comum, pois guarda-costas precisam de livre movimento, para proteger profissionalmente alguém. Rees-Jones, depois de meses em coma no hospital, disse que não tinha lembranças do acidente.

Dodi e Diana
Henri Paul e Dodi Al-Fayed morreram imediatamente, e Diana - sentada ao banco de trás - deslizou brutalmente e bateu no banco à sua frente, causando uma hemorragia interna e quebra de ossos (bacia e braço). Foi transportada para o Hospital Pitié-Salpêtrière, onde, apesar das inúmeras tentativas de reanimação cárdio-respiratória, morreu às 4 da madrugada. O funeral, em 6 de Setembro de 1997, foi assistido por aproximadamente dois milhões de pessoas, em todo o mundo.
A morte de Diana tem sido matéria de difundidas teorias de conspiração, apoiadas por Mohamed Al-Fayed, cujo filho Dodi morreu no acidente. Tais teorias foram rejeitadas pelos investigadores franceses e oficiais britânicos, que relataram que Henri Paul, o motorista do automóvel, estava sob efeito de bebida e drogas. Em 2004, as autoridades ordenaram um inquérito independente por Lord Stevens, um ex-chefe da Metropolitan Police Service. Lord Stevens disse que o caso era "mais complexo do que pensava" e declarou ter conseguido novas evidências forenses. As autoridades francesas também decidiram reabrir o caso.
Lugar de descanso

O caixão de Diana durante o funeral, perto de St James' Park.
O lugar de descanso da princesa é a propriedade campestre de sua família, Althorp, em Northamptonshire, Inglaterra. O plano original era colocar o caixão na câmara mortuária dos Spencer na igreja local, perto de Great Brington, mas o irmão de Diana, Charles Spencer, o 9° Conde Spencer, ficou preocupado, quanto à segurança e quanto à curiosidade pública. Então decidiu, que Diana seria enterrada num local onde a sua tumba pudesse ser cuidada diariamente e visitada pelos príncipes William e Harry e por parentes.
Lord Spencer escolheu como local de sepultamento uma ilha, no lago ornamental de Althorp. Uma trilha com trinta e seis árvores - que simbolizam os anos de vida de Diana - leva até ao lago. Quatro cisne-negros simbolizam sentinelas, e há muitos lírios aquáticos. Rosas brancas e lírios eram as plantas favoritas de Diana. Perto do lago, um ancestral arboreto contém árvores, plantadas pelos príncipes William e Harry, por outros membros da família e pela própria Diana.
Títulos, honras e brasão de armas
Títulos
1961-1975: The Honourable Diana Frances Spencer
1975-1981: Lady Diana Frances Spencer
1981-1996: Sua Alteza Real Princesa de Gales
1996-1997: Diana, Princesa de Gales
O título completo de Diana, enquanto esteve casada com o príncipe Charles, era Sua Alteza Real a Princesa de Gales, Condessa de Chester, Duquesa da Cornualha, Duquesa de Rothesay, Condessa de Carrick, Baronesa de Renfrew, Senhora das Ilhas e Princesa da Escócia.
Honras
Real Ordem Familiar da Rainha Elizabeth II
Grã-oficial, da Ordem da Casa de Orange
Brasão de armas

O brasão de armas da princesa Diana enquanto esteve casada.
Como esposa do Príncipe de Gales, Diana usava um brasão de armas que incluía o real brasão de armas do Reino Unido com um plano, um escudo e um letreiro do brasão de armas do principado de Gales (o brasão do Príncipe de Gales), juntando dois brasões num escudo com o 1° e o 4° quarteis plano branco, e o 2° e o 3° quartéis suportando três bandas douradas, entrelaçadas com três bandas esquerdas, num fundo de vermelho traçado por uma faixa preta com três conchas (o brasão de armas do Conde Spencer, pai de Diana). Os guardiões são um leão dourado coroado, do Brasão de Armas Real e um grifo alado, do brasão dos Spencer. O escudo leva a coroa do Príncipe de Gales. Seu lema era Dieu Defend le Droit (Deus defende o direito, em português), também usado no brasão dos Spencer.
Com o divórcio, Diana passou a usar o brasão da família Spencer, encimado com uma pequena coroa real.
Legado

Uma mensagem de condolência em Trafalgar Square, após a sua morte
O interesse de Diana em ajudar pessoas joven, levou ao estabelecimento do Diana Memorial Award[carece de fontes?], prêmio conferido a jovens que têm demonstrado devoção e compromisso para com as causas advogadas pela Princesa. Em 2002, Diana foi colocada em 3°lugar na votação 100 Greatest Britons, ultrapassando a Rainha Elizabeth II e outros monarcas britânicos.
Os príncipes William e Harry organizaram um concerto em memória a mãe, no dia 1° de Julho de 2007 - data que seria o aniversário de 46 anos da princesa. O evento teve lugar no Estádio de Wembley. Um serviço memorial ocorreu em 31 de Agosto de 2007.
In Wikipédia

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MensagemAssunto: Em 2 de Setembro de 31 a.C.   Seg Set 01, 2008 9:30 pm

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Em 2 de Setembro de 31 a.C....

A 2 de Setembro de 31 a.C., travava-se a batalha de Áccio, na Grécia.



A Batalha de Actium, 2 de Setembro de 31 a.C., por Lorenzo A. Castro, pintada em 1672.

A Batalha de Áccio (ou Ácio – em latim, Actium) teve lugar em 2 de Setembro de 31 a.C., perto de Actium, na Grécia, durante a guerra civil romana entre Marco António e Octaviano, depois conhecido como imperador César Augusto.

A frota de Octaviano era comandada por Marcus Vipsanius Agrippa e a de Marco António apoiada pelos barcos de guerra da rainha Cleópatra do Egipto. O resultado foi uma vitória decisiva de Octaviano, que acabou com a oposição ao seu poderio crescente. Esta data é usada para marcar o fim da República e início do Império Romano.


Cleópatra

Prelúdio

O Segundo Triunvirato acabou, devido à séria ameaça que Octaviano sentia de Cesarion, filho de Cleópatra e César. A base do poder de Octaviano era a sua ligação a César, por adopção, que lhe garantia a sua muito necessitada popularidade e lealdade das legiões. Ao ver esta situação posta em causa, após Marco António ter declarado que Cesarion era o legítimo herdeiro de Júlio César, começou uma guerra de propaganda entre os aliados, a destruir o segundo triunvirato, no último dia de 33 a.C..

Finalmente o Senado retira Marco António do seu poder e declara guerra contra Cleópatra. Um terço do Senado e ambos os cônsules juntaram-se a Marco António e, em 31 a.C. a guerra começou, quando o talentoso general Agrippa capturou a cidade grega e o porto naval de Methon, que era leal a Marco António. Marco António era um excelente soldado, mas a sua falta de experiência em confrontos navais, foi o seu calcanhar de Aquiles.


Busto de Marco António

A batalha

As duas frotas eram constituídas por cerca de 400 navios cada. Este número é apenas uma estimativa, visto que as fontes históricas são contraditórias, neste aspecto. A táctica usada por António foi valer-se da maior tonelagem dos seus navios, carregá-los com artilharia e bombardear o inimigo.

No entanto, os barcos comandados por Agrippa, mais leves e manobráveis, conseguíram evitar estas investidas e eliminar o perigo. Durante a luta, Cleópatra decidiu fugir e António depressa a seguiu. A fuga do comandante não foi descoberta e a luta prosseguiu, até Agrippa conseguir incendiar e afundar a frota de António.


Octaviano

Cerca de um ano depois destes eventos, Octaviano invadiu o Egipto e António e Cleópatra suicidaram-se. Há uma referência à batalha, na Eneida de Virgílio.

In Wikipédia

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Última edição por Admin em Sab Set 06, 2008 10:51 pm, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Efemérides   Sab Set 06, 2008 10:49 pm

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Em 6 de Setembro de 1957

A 6 de Setembro de 1957, em Vilar de Maçada**(Vila Real), nascia José Sócrates, actual Primeiro Miinistro de Portugal.


José Sócrates

José Sócrates Carvalho Pinto de Sousa (Vilar de Maçada, Alijó,6 de Setembro de 1957) é um político português, primeiro-ministro de Portugal desde 12 de Março de 2005, e secretário-geral do Partido Socialista, desde Setembro de 2004. Durante o segundo semestre de 2007 assumiu, por inerência, a presidência rotativa do Conselho da União Europeia.

José Sócrates é licenciado em Engenharia Civil pela defunta Universidade Independente (Lisboa, 1996) e frequentou o mestrado em gestão de empresas do ISCTE (Lisboa, 2005).

Educação


Covilhã

Estudou nas escolas básicas e secundárias da Covilhã, cidade onde viveu na sua juventude. Ingressou em 1975 no recém-criado Instituto Superior de Engenharia de Coimbra (ISEC),tendo obtido em 1979 um diploma de bacharelato, como engenheiro técnico civil.

Entre 1987 e 1993, esteve matriculado no curso de Direito da Universidade Lusíada, em Lisboa, tendo-o contudo abandonado. Participou no curso de Engenharia Sanitária da Escola Nacional de Saúde Pública,para engenheiros municipais.

No ano lectivo de 1994/95 ingressou no Instituto Superior de Engenharia de Lisboa (ISEL), para obter um Diploma de Estudos Superiores Especializados (DESE), um complemento do seu bacharelato, diploma esse que as instituições não-universitárias (politécnicas) estavam autorizadas a ministrar, em vez das tradicionais licenciaturas, que eram exclusivamente oferecidas nas instituições universitárias.



Contudo. abandonou esta opção, tendo-se inscrito na Universidade Independente, uma universidade privada em Lisboa, para fazer um número determinado de cadeiras, que lhe conferisse a licenciatura em engenharia civil, em vez do DESE politécnico. Em 1996, José Sócrates obteve um diploma de licenciatura em engenharia civil, pela Universidade Independente.

Em Março de 2007, a licenciatura de José Sócrates em Engenharia Civil, obtida na Universidade Independente, foi posta em causa, bem como o uso do título engenheiro, sendo ainda engenheiro técnico, ou sendo apenas licenciado em engenharia civil. Uma investigação oficial sobre a validade das habilitações de José Sócrates concluiu, que não incorreu em qualquer ilegalidade, mas a Universidade Independente foi encerrada em 2007, por falta de qualidade pedagógica e má conduta ética e administrativa, através de um processo paralelo movido pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior português.


ISCTE

Sócrates frequentou, sem todavia o concluir, um mestrado no ISCTE, tendo-lhe sido atribuido um diploma de MBA por aquela instituição em 2005, referente à parte lectiva do mestrado que frequentou.

Carreira profissional

Na área da engenharia civil

Durante a década de 80, José Sócrates especializou-se na execução de diversos projectos de âmbito privado, nomeadamente habitações-base de emigrantes, na zona da Covilhã.

Na área comercial

Foi sócio fundador da empresa Sovenco, Sociedade de Venda de Combustíveis Lda., com sede na Reboleira, Amadora, em que está registado na matrícula da sociedade em 1990. A aventura empresarial de Sócrates foi curta (menos de um ano) e literalmente para esquecer. Mais tarde, quando a revista Focus desenterrou esse episódio, jurou que estava a ouvir falar dessa empresa «pela primeira vez». Só após algum esforço de memória se lembrou que tinha sido sócio.

Carreira política


Castelo Branco

A carreira política de Sócrates iniciou-se logo após a Revolução dos Cravos, como membro da JSD da Covilhã, de onde saiu, logo no ano seguinte.

Já no Partido Socialista, no qual se filiou em 1981, tornou-se presidente da concelhia da Covilhã e presidente da federação distrital de Castelo Branco, cargo que ocupou entre 1986 e 1995. Em 1987, foi, pela primeira vez, eleito deputado, pelo distrito de Castelo Branco. A sua primeira intervenção enquanto deputado, numa questão de âmbito nacional, consistiu na defesa do projecto-lei legalizando a possibilidade da prática do nudismo. A sua personalidade chamou a atenção dos dirigentes do partido e passou a integrar o Secretariado Nacional do Partido Socialista, em 1991.

Em 1995, tornou-se membro do primeiro governo de António Guterres, ocupando o cargo de secretário de Estado-adjunto do ministro do Ambiente. Dois anos depois, era ministro-adjunto do primeiro-ministro, com as tutelas da Toxicodependência, Juventude e Desporto. Foi, nessa qualidade que se tornou num dos impulsionadores da realização, em Portugal, do Euro 2004.


Na França, com Sarkozy

Em Outubro de 1999, já no segundo governo de António Guterres, transitou para a pasta de ministro do Ambiente e do Ordenamento do Território, cargo que ocupou até à tomada de posse do XV Governo Constitucional, em Abril de 2002.

Enquanto ministro, foi protagonista de diversas polémicas, como a questão da co-incineração de resíduos tóxicos. Com a vitória do Partido Social Democrata, nas Eleições Legislativas, Sócrates regressou à Assembleia da República, na condição de deputado da oposição, e, simultaneamente, comentador político num dos canais da televisão estatal, a Radiotelevisão Portuguesa. Depois da demissão de Ferro Rodrigues, em 2004, Sócrates venceu, por larga maioria, as eleições para a Direcção do P.S., derrotando Manuel Alegre e João Soares.


Candidato - Eleições Legislativas de 2005

Foi José Sócrates quem conduziu o PS nas eleições legislativas de 2005, apresentando-se como cabeça de lista pelo distrito de Castelo Branco. Ganhou as eleições com maioria absoluta. Consequentemente, tornou-se primeiro-ministro de Portugal, em 12 de Março de 2005.

Durante o seu exercício da Presidência Rotativa da União Europeia, na segunda metade de 2007, foi assinado, pelos 27 Membros da União, o Tratado de Lisboa, reprovado, em Referendo Popular, no dia 12 de Junho de 2008, pela República da Irlanda.

Funções governamentais


Boas relações

desde 12 de Março de 2005 - Primeiro-ministro do XVII Governo Constitucional
23 de Janeiro de 2002 a 6 de Abril de 2002 - Ministro do Equipamento Social do XIV Governo Constitucional
25 de Outubro de 1999 a 6 de Abril de 2002 - Ministro do Ambiente e do Ordenamento do Território do XIV Governo Constitucional
25 de Novembro de 1997 a 25 de Outubro de 1999 - Ministro-adjunto do Primeiro Ministro do XIII Governo Constitucional
30 de Outubro de 1995 a 25 de Novembro de 1997 - Secretário de Estado Adjunto do Ministro do Ambiente

Vida pessoal

É divorciado e pai de dois filhos. É também agnóstico. Reside em Lisboa mas é eleitor no município da Covilhã, cidade onde viveu grande parte da sua juventude.

A sua paixão pelo desporto é bem conhecida, nomeadamente o jogging, tendo participado em provas como a mini-maratona de Lisboa. Em 2008, anunciou publicamente que tinha deixado de fumar.


Jogging na China

Notas e referências

↑ Sócrates estudou Direito na Universidade Lusíada, in Público
↑ Há falhas no dossier de José Sócrates na Universidade Independente, in Público
↑ PSD comunicou a Gama que registos de Sócrates eram assunto encerrado, in Rádio e Televisão de Portugal
↑ Director do Público admite «confusão» no caso do MBA de José Sócrates, in Sol
↑ Ver Um osso duro de roer.
↑ Ver Quando Sócrates defendeu o nudismo
↑ Decreto do Presidente da República n.º 19/2005

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MensagemAssunto: Em 11 de Setembro de 1966...   Qua Set 10, 2008 11:22 pm

A 11 de Setembro de 1966, em Tóquio, nascia a princesa Akishino.


Princesa Akishino

A Princesa Akishino (秋篠宮紀子親王妃, Akishino-no-miya Kiko-shinnōhi, nascida em 11 de Setembro de 1966, em Tóquio) é a esposa do Príncipe Akishino, o segundo filho do Imperador Akihito e da Imperatriz Michiko do Japão.

Filha de um professor universitário, é a segunda plebéia que se casou com um integrante da família imperial japonesa; sua sogra, a Imperatriz, foi a primeira, em 1959.

Também é conhecida, informalmente, como Princesa Kiko.

Vida familiar e educação

Kiko Kawashima (川島紀子) nasceu como a filha mais velha de Tatsuhiko Kawashima, professor de Geologia na Universidade de Gakushuin, e de sua esposa Kazuyo.


Universidade de Gakushuin

Era carinhosamente chamada "Kiki" por amigos de infância e parentes. Passou o período pré-escolar nos Estados Unidos, quando o pai fez um doutoramento em Economia Regional, na Universidade da Pensilvânia, onde mais tarde trabalhou.

Kiko fez o ensino básico e médio em Viena, Áustria, quando o pai se tornou pesquisador-chefe do Instituto Internacional de Análise de Sistemas Aplicados (IIASA), em Laxenburg, onde estudou ciência espacial e actividades de ONGs.

A futura Princesa Akishino tornou-se fluente em inglês e alemão. Recebeu seu diploma de graduação do Departamento de Psicologia da Universidade de Gakushuin, em 1989. Em 1995, completou o doutoramento, na mesma universidade.

Casamento


A princesa no dia de seu casamento.

O Príncipe Fumihito propôs casamento a Kiko Kawashima, pela primeira vez, em 26 de junho de 1986, enquanto eram colegas em Gakushuin. O casal, entretanto, não anunciou a intenção de casar, por três anos. O noivado recebeu o consentimento formal da Agência da Casa Imperial, em 12 de Setembro de 1989. A cerimónia ocorreu no Palácio Imperial ,no dia 29 de Junho de 1990.

O Conselho de Finanças da Casa Imperial já tinha anteriormente permitido ao príncipe estabelecer um novo ramo na família imperial, e o Imperador Akihito concedeu-lhe o título Akishino-no-miya (Príncipe Akishino), no dia do casamento. Consequentemente, a noiva tornou-se Sua Alteza Imperial a Princesa Akishino.


Os príncipes Akishino

O noivado e o casamento do Príncipe Akishino com a outrora Kiko Kawashima quebrou precedentes em muitos aspectos: na época, o noivo era ainda um estudante graduado em Gakushuin e casou-se antes de seu irmão mais velho, o Príncipe Naruhito; a Princesa Akishino foi a primeira mulher de classe média, que entrou para a família imperial. Apesar da Imperatriz Michiko ser também uma plebéia, vinha de uma família de empresários, muito rica.

A Princesa Kiko continuou com seus estudos de pós-graduação em Psicologia e iniciou, simultaneamente, os deveres oficiais como princesa. É conhecida pela sua grande compreensão e pelo respeito que tem pelos surdos, sendo especializada em interpretação de linguagem de sinais.

Filhos


Palácio de Akasaka

Desde 1997, que o Príncipe Akishino, a Princesa Akishino, e seus filhos, vivem numa residência, nos terrenos do Palácio Akasaka, no bairro Minato em Tóquio. O casal tem duas filhas e um filho:

Sua Alteza Imperial Princesa Mako de Akishino (23 de outubro de 1991)
Sua Alteza Imperial Princesa Kako de Akishino (29 de dezembro de 1994)
Sua Alteza Imperial Príncipe Hisahito de Akishino (6 de setembro de 2006)

Saúde

A Princesa Akishino sofre de Síndrome do túnel cárpico.

Debate sobre sucessão imperial


A princesa Aiko

Em Novembro de 2005, um comité governamental recomendou mudar a Lei de Sucessão Imperial de 1947, para garantir que o primogénito dos príncipes herdeiros, de qualquer sexo, se tornasse o herdeiro do Trono do Crisântemo. A opinião pública debatia uma reforma, para possibilitar a ascensão da Princesa Aiko. O então primeiro-ministro Junichiro Koizumi, comprometeu-se a levar a reforma ao Parlamento.

Entretanto, a gravidez da Princesa Kiko, esposa do Príncipe Akishino, anunciada oficialmente em Fevereiro de 2006, mudou os planos. Em Setembro daquele ano, nasceu um menino, o Príncipe Hisahito de Akishino, que é o terceiro na linha de sucessão sob a actual lei. O nascimento de Hisahito foi um alívio para membros partidários tradicionalistas e, de facto, desencorajou as propostas que sugeriam a sucessão feminina. Antes de seu nascimento, 84% da população mostrava-se favorável à mudança.

Acredita-se que o debate continuará e acabará em momento oportuno, no futuro.


Símbolo da Casa Imperial do Japão

Deveres como princesa

A Princesa Kiko é presidente da Associação Anti-Tuberculose do Japão e também vice-presidente honorária do Comitê Internacional da Cruz Vermelha japonês.

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MensagemAssunto: Em 12 de Setembro de 1943...   Qui Set 11, 2008 10:24 pm

A 12 de Setembro de 1943, Skorzeny e seus comandos libertavam Mussolini de sua prisão nos alpes, no monte Gran Sasso.


Otto Skorzeny

Otto Skorzeny (Viena Áustria 12 de Junho, 1908 - Madri Espanha 6 de julho, 1975). Foi um especilista em operações especiais, durante a II Guerra Mundial ,quando lutou pela Alemanha Nazista. Era considerado pelos aliados como "o homem mais perigoso da Europa", fama devida às várias operações especiais, bem sucedidas, lideradas por ele, como a Operação Greif e a libertação de Benito Mussolini.

Juventude

Nascido numa família de classe média vienense, de origem alemã e possivelmente polacaa.
Após a I Guerra Mundial sua família sofreu com as consequências do Tratado de Versalhes e sobreviveu, graças à assistência da Cruz Vermelha.

Com a idade de 18 anos inscreveu-se na Universidade de Viena, em engenharia. Era um atleta com espírito aventureiro e amante de desafios. Participava de uma Schlagende Verbindungen (sociedade de duelos de esgrima numerosas na Alemanha e Áustria). Participou de catorze duelos e no décimo recebeu a Schmisse (cicatriz de honra) que era para ele motivo de orgulho.

SS


Símbolo das SS

Ingressou nas forças armadas alemãs, após a anexação da Áustria pelo Reich, em 1938. Já engenheiro e com mais de 30 anos, o gigante (tinha 1,94m) Otto Skorzeny não conseguiu ingressar na Luftwaffe e foi colocado nas Waffen SS, corpo armado do partido, não integrante do Exército alemão, mas uma força auxiliar deste.

Após ser ferido na Rússia, estava em convalescença, quando foi convidado a ingressar no recente corpo de comandos das forças armadas, ao estilo dos "comandos" britânicos. O Grupo chamava-se Friendenthale Jagerverband, comandado por Walter Schllemberg, chefe da contra-espionagem das SS.

A libertação de Mussolini


Adolf Hitler

Skorzeny foi escolhido, pelo próprio Hitler, para uma missão difícil - a libertação de Benito Mussolini, aprisionado após o armistício da Itália com os aliados
em 1943.

Numa ação espetacular (operação eiche / OAK 12 de Setembro de 1943), Skorzeny e seus comandos libertaram Mussolini de sua prisão nos alpes, no monte Gran Sasso.

As ações ousadas

Após o sucesso da missão, Otto Skorzeny foi responsável por diversas ações de espionagem e contra-espionagem e missões de alta periculosidade. No final da guerra, era o líder do grupo alemão, que se destinou a espalhar o terror nas linhas americanas, através de sabotagens e outras atividades terroristas.



Operação Eiche

Os comandos, como eram conhecidos vestiam-se com uniformes Norte-americanos e eram escolhidos só os que falassem inglês fluente, para a farsa ser perfeita.Quando o momento era propício, os Comandos invadiam os sistemas do comunicação e destruiam-nos para além de sabotarem veículos,entre outras coisas.

Pós guerra e o fim da vida

No final da guerra, Otto Skorzeny não foi incriminado por nenhum tribunal, por crimes de guerra, mas ficou anos num campo de "desnazificação", de onde saiu e para morar na Espanha, exercendo a atividade de Engenheiro até à sua morte por um caancro, em 6 de Julho de 1975.


O grupo de Skorzeny

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MensagemAssunto: Em 13 de Setembro de 1923...   Sex Set 12, 2008 10:35 pm

A 13 de Setembro de 1923, Primo de Rivera encabeçava um Golpe de Estado,dissolvendo o Parlamento e implantando uma ditadura.


Miguel Primo de Rivera

Miguel Primo de Rivera y Orbaneja, Marquês de Estella e de Ajdir (Jerez de la Frontera, 8 de Janeiro de 1870 — Paris, 16 de Março de 1930), foi um militar e ditador espanhol, fundador da organização fascista União Patriótica, inspiradora da União Nacional portuguesa.

Biografia

Miguel Primo de Rivera y Orbaneja nasceu em Jerez de la Frontera, província de Cádis, a 8 de Janeiro de 1870, pertencendo a uma família de militares ilustres, na qual se destacava seu tio Fernando Primo de Rivera (1831-1921), marquês de Estella, herói da última guerra carlista, governador das Filipinas e várias vezes Ministro da Guerra.

Seguindo a tradição familiar, Miguel ingressou no exército aos 14 anos, tendo desenvolvido a maior parte da sua carreira em serviço nas colónias: Marrocos, Cuba e Filipinas, acompanhando seu tio. Nestes destacamentos, por mérito em combate, teve a oportunidade de ascender rapidamente na hierarquia militar pelo que, em 1912, já era general.


Afonso XIII

Depois de uma intensa carreira política, desautorizado pelos altos comandos militares e pelo rei Afonso XIII, em 1930, Primo de Rivera demitiu-se e auto-exilou-se em Paris, onde morreu dois meses mais tarde (a 16 de Março), amargurado e desiludido com aquilo que entendia ser a ingratidão dos seus compatriotas.

O filho mais velho, José António Primo de Rivera, sucedeu-lhe na actividade política, alegadamente para reabilitar a memória paterna, sendo uma das figuras gradas da implantação do franquismo e o mítico fundador da Falange espanhola.

Actividade política


Monumento a Miguel Primo de Rivera.

Apesar da sua formação e carreira, que naturalmente o ligaram aos militares africanistas, defensores da manutenção do império colonial, Primo de Rivera defendeu o abandono das colónias espanholas do norte de África, o que lhe trouxe alguns dissabores, incompreensões e represálias políticas.

No posto de general, transitou em 1919 para o serviço na Península, o que lhe permitiu conhecer de perto os problemas sociais e políticos da época. Foi capitão-general de Valência, de Madrid e de Barcelona. Neste último posto foi confrontado, em 1922, com os graves problemas de ordem pública que na época afligiam a Catalunha, nomeadamente o terrorismo anarquista e o pistoleirismo patronal, em pleno auge do catalanismo militante. A estes problemas locais juntava-se a instabilidade ministerial e a rápida decomposição do sistema partidário.


Antonio Machado (segundo por la izquierda), el presidente del gobierno Miguel Primo de Rivera, Manuel Machado, y José Antonio Primo de Rivera, en el hotel Ritz de Madrid el 27 de noviembre de 1929

Como reacção, Primo de Rivera, imbuído de ideais militaristas, marcadamente nacionalistas e autoritários, encabeçou a 13 de Setembro de 1923 um golpe de Estado, suspendendo a Constituição, dissolvendo o Parlamento e implantando uma ditadura. O golpe encontrou a conivência de Afonso XIII e a aquiescência de boa parte do patronato, do clero, das forças armadas e dos meios conservadores.

Na sequência do golpe, Primo de Rivera encabeçou um Directório Militar, que concentrou todos os poderes do Estado, excluindo da vida política os políticos profissionais.


El rey Alfonso XIII, entre el general Primo de Rivera y el general J. Cavalcanti de Alburquerque, y el resto de miembros del directorio militar de 1923.

Tendo em conta que substituíra um regime desprestigiado e em claro apodrecimento, prometendo uma ditadura meramente transitória, inspirada nos ideais regeneradores de finais do século XIX, visando restaurar a ordem e desarreigar a influência do caciquismo na vida política, inicialmente encontrou pouca resistência. Mesmo os socialistas mantiveram uma neutralidade benévola, dando-lhe o benefício da dúvida.

Na sua acção política, ainda que formalmente se inspirasse, por vezes, no modelo fascista da Itália de Benito Mussolini, a ditadura de Primo de Rivera foi mais moderada e conservadora.

Mantendo a moderação, durante os anos do Directório Militar (1923-1925) limitou-se a perseguir os anarquistas (cujo sindicato, a CNT, foi ilegalizado) e a por termo à Mancomunidade da Catalunha (uma primeira experiência de auto-governo catalão). Na acção política, afastou da área da governação os partidos e as instituições representativas da vida política (substituindo-os por tecnocratas conservadores, agrupados, a partir de 1924, na Unión Patriótica), reforçou o proteccionismo estatal em favor da indústria nacional e fomentou a construção de grandes obras públicas.


Desastre de Annual: máis de 8000 soldados morreron no Monte Arruit (Agosto 1921)

Um dos seus maiores êxitos consistiu na consolidação da presença espanhola em Marrocos, através de uma vitória militar que pôs fim a anos de permanentes guerras e dificuldades, entre as quais avulta o "Desastre de Annual", de 1921, pelo qual se tinha responsabilizado os militares e o próprio rei, o que propiciou o golpe de Estado de 1923.

O desembarque de Alhucemas (1925) foi parte de una operação combinada com o exército francês, para acabar com a rebelião dos cábilas do Rife. Apesar de contradizer as posições anteriores de Primo de Rivera sobre as colónias do norte de África, foi um êxito tão significativo que animou Primo de Rivera a institucionalizar a ditadura de forma duradoira. Para tal, o Directório Militar deu lugar a um Directório Civil (1925-30) e reuniu-se uma Assembleia Nacional (1927) que elaborou um anteprojecto de Constituição (1929). Aquele simulacro de Parlamento, claramente não democrático, mesmo assim mostrou a diversidade de posições políticas que havia entre os apoiantes da ditadura, contrapondo os católicos conservadores da velha cepa aos corporativistas autoritários, atraídos pelo fascismo.


Desembarque de Alhucemas

Divididas as hostes primorriveristas e arrefecido o relacionamento do ditador com o rei, as forças que apoiavam a ditadura não foram capazes de afrontar o auge da oposição, crescentemente unida e mobilizada ante a ameaça de ver perpetuar-se o regime. Socialistas e republicanos uniram-se na campanha contra a ditadura, numa oposição que ameaçava arrastar também a Monarquia que a havia apoiado. Estudantes, operários e intelectuais manifestavam-se contra o regime e os próprios militares conspiravam contra Primo de Rivera.

Finalmente, abandonado pelos altos comandos militares e pelo rei, Primo de Rivera apresentou a sua demissão (1930) e exilou-se em Paris, não sem antes recomendar a Afonso XIII alguns nomes de militares que poderiam suceder-lhe à frente do governo (entre eles o do general Dámaso Berenguer, que assumiu a presidência).

Influência em Portugal


José António Primo de Rivera

A experiência ditatorial de Primo de Rivera foi seguida de perto pelos conservadores portugueses, eles mesmos confrontados com a decadência e a instabilidade permanente da I República. O golpe de 28 de Maio de 1926 teve clara inspiração no modelo espanhol e muitas das forças que o apoiaram tinham como referência política a acção do Directório Militar.

Após o 28 de Maio, a política portuguesa manteve essa referência, tendo a fundação da União Nacional, e o respectivo enquadramento orgânico e ideológico, seguido de muito perto o modelo da Unión Patriótica de Primo de Rivera.


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MensagemAssunto: Em 14 de Setembro de 1712...   Sab Set 13, 2008 9:42 pm

A 14 de Setembro de 1712, falecia Giovanni Domenico Cassini, astrónomo e matemático francês, de origem italiana.


Giovanni Domenico Cassini

Giovanni Domenico Cassini, (Perinaldo, República de Gênova, hoje Itália, 8 de Junho de 1625 — Paris, 14 de Setembro de 1712), também chamado Jean-Dominique ou Cassini I, era astrónomo e matemático francês de origem italiana .

Giovanni D. Cassini estudou no colégio dos Jesuítas em Gênova e Bolonha, e em 1650 foi, sob a proteção do general e senador Cornelio Malvasia 1650 o sucessor de Pater Bonaventura Cavalieri na Universidade de Bolonha como Professor na cátedra de astronomia. Nesta função, leccionou, sob o controle da doutrina da Igreja Católica, geometria euclidiana e a astronomia de Ptolomeu.


Bonaventura cavalieri

Seu interesse foi atraído principalmente pela aparição de cometas, que ele observava com muita atenção. Além disso, produziu tabelas solares precisas e observou os períodos de rotação de Vénus, Marte e Júpiter. Em 1669, foi chamado pelo Rei Luís XIV, a fim de tomar parte como membro da Academia de Ciências de Paris, fundada em 1667.


Giovanni Domenico Cassini

Um ano depois, foi nomeado director do Observatório Astronómico de Paris. Apesar do observatório de Paris não ser muito bem construído para a observação astronómica, Cassini continuou com suas observações, descobrindo em 1671 e 1672 as luas de Saturno Jápeto e Reia, em 1675 parte dos anéis de Saturno, baptizados com seu nome, e em 1684, dois outros satélites do planeta dos anéis: Tétis e Dione.

Em 1672, calculou com precisão a paralaxe solar, e em 1683, foi o primeiro a descrever a luz do Zodíaco. Cassini ficou cego em 1710, e dois anos depois, no dia 14 de setembro de 1712, faleceu em Paris.


Observatório Astronómico de Paris

Na direcção do Observatório Astronómico de Paris foram sucessores, seu filho Jacques, seu neto César François e seu bisneto Jean Dominique.

A sonda espacial da missão Cassini-Huygens da NASA e da ESA chegou em Julho de 2004 a Saturno, para investigar o sistema de anéis do planeta.


Sonda Cassini-Huygens

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MensagemAssunto: Princesa Letizia de Espanha   Dom Set 14, 2008 11:45 pm

A 15 de Setembro de 1972, em Oviedo, nascia Letizia Ortiz, ex-jornalista e futura rainha de Espanha.


Letizia Ortiz
Princesa Letizia
Princesa das Astúrias


Letizia Ortiz Rocasolano (Oviedo, 15 de Setembro de 1972) é uma ex-jornalista espanhola, actual esposa do herdeiro da Coroa de Espanha, o Príncipe das Astúrias Filipe de Bourbon. É, portanto, a princesa herdeira consorte do Reino de Espanha, recebendo os títulos nobiliárquicos de Princesa das Astúrias, de Girona e de Viana, Duquesa de Montblanc, Condessa de Cervera e Senhora de Balaguer.

Infância e adolescência

Letizia é filha primogénita da enfermeira Paloma Rocasolano e do jornalista Jesús Ortiz. Tem duas irmãs, Telma e Erika (a última falecida a 7 de Fevereiro de 2007). É neta, pelo lado paterno, de uma conhecida locutora de rádio asturiana, Menchu Álvarez del Valle. Os seus pais divorciaram-se em 1999.


Oviedo

Iniciou os seus estudos na sua cidade natal, no Colégio Público Gesta de Oviedo e no Instituto Alfonso II. Quando tinha quinze anos, a família mudou-se para Madrid, devido a compromissos de trabalho do pai, onde Letizia concluiu os seus estudos, no Instituto Ramiro de Maeztu.

Educação universitária e primeiros passos no Jornalismo

Letizia graduou-se em Ciências da Informação, ramo de Jornalismo, pela Universidad Complutense de Madrid, em 1995. Ainda estudante universitária, começou a trabalhar no jornal ABC e na agência de notícias EFE.


Siglo XXI

Entre 1992 e 1993, foi estagiária no jornal Nueva España em Oviedo, dedicando-se às áreas de economia, televisão e mundo do espectáculo. De seguida, conquistou um mestrado em Jornalismo Audiovisual e mudou-se para o México, onde iniciou um doutoramento, não concluído, e trabalhou para o jornal Siglo 21.

Primeiro casamento e divórcio

SM o Rei
SM a Rainha
SAR o Príncipe das Astúrias
SAR a Princesa das Astúrias
SAR a Infanta Leonor
SAR a Infanta Sofia
SAR a Duquesa de Lugo
SAR a Duquesa de Palma de Maiorca


Família Real Espanhola

SAR a Duquesa de Badajoz
SAR a Duquesa de Soria
SAR o Duque de Calabria

Em Agosto de 1998 casou, em cerimônia civil, com Alonso Guerrero, professor de Literatura, após um namoro de cerca de dez anos. Um ano depois, o casal decide divorciar-se.

Carreira televisiva

A carreira televisiva de Letizia iniciou-se na CNN+, onde trabalhou durante dois anos. No ano 2000 começou a trabalhar na Televisão Espanhola (TVE). Fez a cobertura das eleições presidenciais americanas de 2000, foi enviada especial a Nova Iorque, durante os atentados do 11 de Setembro, e cobriu igualmente o desastre do Prestige na Galiza. A partir de Setembro de 2003, torna-se apresentadora do noticiário principal da TVE, emitido às 21 horas.

Noivado e casamento com o Príncipe de Astúrias


Casamento de Felipe e Letizia de Bourbon

Letizia conheceu Filipe de Bourbon em meados de 2002, tendo iniciado com ele uma relação, que se consolidou durante o ano de 2003 e que permaneceu desconhecida dos meios de comunicação social.

No dia 1 de Novembro de 2003 a Casa Real Espanhola emitiu uma comunicado, no qual anunciava o compromisso matrimonial do Príncipe Filipe com Letizia Ortiz Rocasolano. O casamento celebrou-se no dia 22 de Maio de 2004, na Catedral de Santa María la Real de la Almudena em Madrid. A partir de então Letizia tornou-se Princesa das Astúrias e presuntiva futura Rainha de Espanha.


Brasão de armas da Princesa das Astúrias
Descendência

A 8 de Maio de 2005 a Casa Real anunciou que os princípes esperavam o nascimento de um filho, para o mês de Novembro. No dia 31 de Outubro de 2005, Letizia deu à luz uma menina, na Clínica Ruber em Madrid, a Infanta Dona Leonor de Todos os Santos e é, actualmente, segunda na linha de sucessão da coroa de Espanha.

A 25 de Setembro de 2006, a Casa Real Espanhola emitiu um novo comunicado, anunciando que os príncipes de Astúrias esperavam o nascimento do seu segundo filho, para inícios de Maio de 2007. Em 28 de Novembro, é anunciado pela Casa Real, que a Princesa esperava mais uma menina.


Príncipes das Astúrias , com Leonor e Sofia

Em 29 de Abril, a Casa Real anuncia o nascimento de sua segunda filha, a Infanta Dona Sofia, em Madrid, na Clínica Ruber.

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MensagemAssunto: Em 16 de Setembro de 1732...   Seg Set 15, 2008 11:48 pm

A 16 de Setembro de 1732, explodia o paiol de pólvora do Castelo de Campo Maior, na sequência de uma trovoada, vitimizando grande parte da população local.


Campo Maior (Portugal)

Campo Maior é uma vila portuguesa do Distrito de Portalegre, região do Alto Alentejo, com cerca de 7 900 habitantes.

É sede de um município com 247,26 km² de área e 8 342 habitantes (2006), subdividido em 3 freguesias. O município é limitado a norte e leste pela Espanha, a sueste pelo município de Elvas e a oeste por Arronches.

População do concelho de Campo Maior (1801 – 2004)
1801 1849 1900 1930 1960 1981 1991 2001 2004
4975 4416 6050 8234 9887 8549 8535 8387 8359

As freguesias de Campo Maior são as seguintes:

Nossa Senhora da Expectação (Campo Maior)
Nossa Senhora da Graça dos Degolados
São João Baptista (Campo Maior)

História

Foi certamente uma povoação romana, dominada por Mouros durante meio milénio e reconquistada por cavaleiros cristãos, da família Pérez de Badajoz, em 1219, que posteriormente ofereceram a aldeia, pertencente ao concelho de Badajoz, à Igreja de Santa Maria do Castelo.


Afonso X de Leão e Castela

Em 31 de Maio de 1255, D. Afonso X de Leão e Castela, elevou-a a Vila.

O Senhor da Vila, o Bispo D. Frei Pedro Pérez concedeu, em 1260, o primeiro foral aos seus moradores, assim como o seguinte brasão de armas: N. Sr.ª com um cordeiro, e a legenda “Sigillum Capituli Pacensis”.

Em 31 de Maio de 1297, pelo Tratado de Alcañices, assinado em Castela por D. Fernando IV, rei de Leão e Castela e D. Dinis, passa a fazer parte de Portugal, juntamente com Olivença e Ouguela.


Terras da raia (Ouguela)

Campo Maior vai pertencer sucessivamente a D. Branca, irmã de D. Dinis, em 1301, a D. Afonso Sanches, filho ilegítimo do mesmo rei, em 1312 e novamente a D. Dinis, em 1318.

O seu castelo, que se ergue a leste da vila, foi reedificado por D. Dinis em 1310, e foi no século XVII e XVIII que se levantaram fortificações, tornando Campo Maior numa importante praça forte de Portugal.

Como reflexo da influência castelhana em Campo Maior, durante a Revolução de 1383-85, a guarnição militar e os habitantes da vila colocaram-se ao lado do rei de Castela, tornando-se necessário que o Rei João I de Portugal e D. Nuno Álvares Pereira se deslocassem propositadamente ao Alentejo com os seus exércitos, para a cercarem durante mais de um mês e meio, tendo-a ocupado pela força, em fins de 1388. D. João II deu-lhe novo brasão: um escudo branco, tendo as armas de Portugal de um lado, e de outro S. João Baptista, patrono da vila.


D. João II

Em 1512, o rei D. Manuel I concedeu o Foral Novo à vila de Campo Maior.

Desde os fins do século XV, muitos dos perseguidos pela Inquisição em Castela refugiaram-se em Portugal, tendo a população de Campo Maior aumentado substancialmente, à custa da fixação de residência de muitos desses foragidos.

A comunidade judaica, ou rotulada como tal ,era tão numerosa na vila, no século XVI, que nas listas dos apresentados em Autos de fé, realizados em Évora pela Inquisição, Campo Maior aparece entre as terras do Alentejo com maior número de acusados de judaísmo.

A guerra com Castela, a partir de 1640, vai produzir as primeiras grandes transformações.


Castelo de Campo Maior

A necessidade de fortificar a vila que, durante os três últimos séculos, se desenvolvera acentuadamente para fora da cerca medieval, a urgência em construir uma nova cintura amuralhada, para defesa dos moradores da vila nova dos ataques dos exércitos castelhanos, vai obrigar o rei a enviar quantias avultadas em dinheiro, engenheiros militares, operários especializados e empregar um numeroso contingente de pessoal não qualificado.

Os contingentes militares são então numerosos. Calcula-se que, na segunda metade do século XVII, em cada quatro pessoas residentes na vila, uma era militar. Campo Maior foi, durante algum tempo, quartel principal das tropas mercenárias holandesas destacadas para o Alentejo. A vila torna-se, naquele tempo o mais importante centro militar do Alentejo, depois de Elvas.

Em 1712, o Castelo de Campo Maior vê-se cercado por um grande exército espanhol, comandado pelo Marquês de Bay, que durante 36 dias, lança sobre a vila toneladas de bombas e metralha, tendo conseguido abrir uma brecha num dos baluartes; o invasor ao pretender entrar por aí, sofreu pesadas baixas que o obrigaram a levantar o cerco.


D. João V

No dia 16 de Setembro de 1732, pelas três da manhã, desencadeia-se violenta trovoada, e o paiol, contendo 6000 arrobas de pólvora e 5000 munições, situado na torre grande do castelo, é atingido por um raio, desencadeando de imediato uma violenta explosão e um incêndio, que arrastou consigo cerca de dois terços da população.

D. João V determina a rápida reconstrução do castelo. A vila vai erguer-se lentamente das ruínas e, aos poucos, refazer-se, para voltar a ocupar o lugar de primeira linha, nos momentos de guerra e de local de trocas comerciais e relacionamento pacífico com os povos vizinhos de Espanha, nos tempos de paz.

No século XVIII termina a construção das actuais Igrejas da Misericórdia e da Matriz, e lança-se a primeira pedra para a fundação da Igreja de S. João. A vila que até então só tivera uma freguesia urbana, é dividida nas duas actuais, Nossa Senhora da Expectação e São João Baptista, em 1766.


Badajoz

Os primeiros anos do século XIX são, em Campo Maior, de grande agitação. Um cerco dos espanhóis, em 1801, e uma revolução local contra os franceses, que então invadiram Portugal em 1808, comprovam-no.

A sublevação campomaiorense contra a ocupação napoleónica vai sair vitoriosa, devido ao apoio do exército de Badajoz ,que permanece na vila durante cerca de três anos.


Brasão e Bandeira

Em 1811, surge uma nova invasão francesa, que fez um cerco cerrado durante um mês à vila, obrigando-a a capitular. Mas a sua resistência foi tal ,que deu tempo a que chegassem os reforços luso-britânicos, sob o comando de Beresford, que põe os franceses em debandada, tendo então a vila ganho o título de Vila Leal e Valorosa, título este presente no actual brasão da vila.

As lutas entre liberais e absolutistas, em Campo Maior, são também acontecimentos assinaláveis.

Em 1836, foi extinto o vizinho concelho de Ouguela, tendo esta vila sido agregada à de Campo Maior.

A cólera matou, em 1865, durante cerca de dois meses e meio, uma média de duas pessoas por dia.


Elvas

Em 1867, tentam extinguir Campo Maior como sede de concelho, anexando-o ao concelho de Elvas. Tal decisão provoca um levantamento colectivo da povoação, que em 13 de Dezembro, entra numa verdadeira greve geral.

O concelho é definitivamente acrescido da sua única freguesia rural, em 1926 – Nossa Senhora da Graça dos Degolados.

Só em 1941, porém, o concelho adquire a sua actual divisão em três freguesias, com a anexação da freguesia de Ouguela à de São João Baptista, dado o grande declínio populacional da primeira.

Lendas

Aqui será o nosso Campo Maior!


Campo Maior em festa

Uma lenda, muito divulgada na região, refere-se ao facto desta região ser vítima de muitos assaltos, por parte dos Mouros, mesmo depois de reconquistada pelos Cristãos. Deste modo, as famílias da região passavam grandes provações de terror e, muitas vezes, sofriam sérios, dolorosos e fatais ataques. Resolveram, por isso mesmo, reunir-se num local amplo, onde todos se pudessem albergar, segundo o velho ditado de que "a união faz a força". E, de todos os que se lançaram na aventura de escolher o sítio desejado, um deles foi mais feliz, ao descobrir um terreno magnífico, pela grandeza e pelo aspecto natural e paisagístico. Logo, chamou pelos outros: "Companheiros! Aqui será o nosso Campo Maior! Nele poderemos caber à vontade e dele faremos um reduto contra os nossos inimigos!" Foi unânime a aceitação das demais famílias. E nasceu, pois, para o terreno encontrado e povoado (que depressa se começou a desenvolver) o nome próprio de Campo Maior.

Lenda de Nossa Senhora da Enxara


Santuário de Nª. Sª. da Enxara

Reza a tradição, que estava uma mulher da vila a lavar a roupa no rio, acompanhada por uma filha pequena. A dado passo, a criança afastou-se para brincar, e, pouco tempo depois regressou trazendo um brinco em ouro que disse ter-lhe sido ofertado, para brincar, por uma senhora muito bonita.

A mãe acompanhou a criança ao local ,onde esta disse estar a Senhora, e lá se deparou com a imagem de Nossa Senhora sobre uma pedra redonda, que ainda hoje se encontra na capela. Espalhada a notícia do achado, a população acorreu em massa e devotamente transportou para a vila a Imagem, decidindo erigir uma capela na margem direita do rio, a meio caminho entre a citada pedra e a vila. Porém, todas as manhãs a imagem desaparecia e voltava a surgir sobre a pedra em que originalmente havia sido vista. Concluiram então ser esse o local escolhido para nele erguerem a Capela.

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MensagemAssunto: Em 17 de Setembro de 1862...   Ter Set 16, 2008 10:43 pm

A 17 de Setembro de 1862, em Sharpsburg, acontecia a Batalha de Antietam, no dia mais sangrento da história americana.~


Batalha de Antietam

A Batalha de Antietam, também conhecida como Batalha de Sharpsburg na Região Sul dos Estados Unidos da América, aconteceu em 17 de setembro de 1862, em Sharpsburg, Maryland.

Foi a primeira grande batalha, que ocorreu em território da União. A Batalha de Antietam caracteriza-se por ser o dia mais sangrento da história americana, onde mais de 23 mil americanos - incluindo os que lutavam pelos Estados Confederados da América - perderam a vida.


Abraham Lincoln

A vitória, por parte da União, deu ao então presidente dos Estados Unidos da América, e líder das forças da União, Abraham Lincoln, confiança suficiente para ler a Proclamação de Emancipação, em 1 de janeiro de 1863.

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MensagemAssunto: Em 18 de Setembro de 1970...   Qua Set 17, 2008 10:18 pm

A 18 de Setembro de 1970, era fundado o MRPP-Movimento Reorganizativo do Partido do Proletariado.


MRPP- Movimento Reorganizativo do Partido do Proletariado

O Partido Comunista dos Trabalhadores Portugueses - Movimento Reorganizativo do Partido do Proletariado, ou PCTP/MRPP, é um partido político de Portugal, de inspiração maoísta.

Fundado em 26 de Dezembro de 1976, a partir do MRPP, que por sua vez foi fundado em 18 de Setembro de 1970, teve como Secretário Geral Arnaldo Matos. O seu Órgão Central é o "Luta Popular", cuja primeira edição foi lançada em 1971 (ainda no tempo do MRPP).


Arnaldo Matos

O MRPP foi um partido muito activo antes do 25 de Abril de 1974, especialmente entre estudantes e jovens operários de Lisboa. O MRPP - tal como o PCTP - ganhou fama com as suas grandes e vistosas pinturas murais. Continuou uma grande actividade durante os anos de 1974 e 1975. Nessa altura tinha nas suas fileiras membros que mais tarde vieram a ter grande relevo na política nacional, como José Manuel Durão Barroso e Fernando Rosas, entretanto expulsos.

Logo a seguir ao 25 de Abril, O MRPP foi acusado pelo Partido Comunista Português, que sempre foi o seu maior inimigo, de ser subsidiado pela CIA, para difamar um partido que se mostrava incomodativo. Essa acusação tinha como motivo uma crença baseada, em parte, na cooperação entre o MRPP e o Partido Socialista, durante o chamado Verão quente, por serem ambos os partidos contra a via Comunista, defendida pelo mesmo para Portugal.


Um doas muitos grafitis MRPP

A partir de 26 de Dezembro de 1976, o MRPP, após Congresso, passou a designar-se PCTP/MRPP. O seu líder histórico é Arnaldo Matos. O primeiro director do "Luta Popular", na fase legal, foi Saldanha Sanches. O actual líder é Luís Franco.

Este partido não celebra o 25 de Abril.

Alguns antigos militantes:

Durão Barroso
Fernando Rosas
Saldanha Sanches
Maria José Morgado
Diana Andringa
Violante Saramago Matos
Dulce Rocha
Maria João Rodrigues
Ana Gomes
Luís Marques
Alfredo Caldeira


Outro grafiti M RPP

Partidos políticos em Portugal

Representados na Assembleia da República

BE · PCP · PEV · PS · PPD-PSD · CDS-PP

Não representados

PCTP/MRPP · POUS · PH · MEP · MMS · PDA · MPT · PND · PNR · PPM

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MensagemAssunto: Em 19 de Setembro de 1880...   Qui Set 18, 2008 11:21 pm

.

A 19 de Setembro de 1880, em Santa Rita do Passo Quatro, nascia Zequinha Abreu, músico, compositor e instrumentista brasileiro.


Zequinha de Abreu

José Gomes de Abreu, mais conhecido como Zequinha de Abreu (Santa Rita do Passa Quatro, 19 de Setembro de 1880 — São Paulo, 22 de Janeiro de 1935) foi um músico, compositor e instrumentista brasileiro.

Tocava flauta, clarinete e requinta.
Um dos maiores compositores de choros, é autor do famoso choro "Tico-Tico no Fubá" que foi muito divulgado no exterior nos anos 40 por Carmen Miranda.

É pouco provável, que a semelhança desta melodia, com uma no primeiro andamento do Concerto para Piano Op.15 de Beethoven, seja mera coincidência. Abreu foi organizador e regente de orquestras e bandas, no interior paulista.

Principais composições:



Tico-Tico no Fubá
Branca
Tardes de Lindóia

A Companhia Vera Cruz produziu o filme "Tico-Tico no Fubá", baseado em sua vida.

*************

Tico-tico no fubá

Tico-Tico no Fubá é um choro composto por Zequinha de Abreu.

Com o tempo, tornou-se uma das músicas brasileiras mais conhecidas do mundo. Foi gravada por Carmen Miranda e Ray Conniff, entre outros.

História

Foi apresentada, pela primeira vez, num baile da cidade de Santa Rita do Passa Quatro, em 1917, sob o nome de Tico-Tico no Farelo. A música recebeu o nome actual em 1931, por já existir uma música com o mesmo título, composta por Canhoto. No mesmo ano foi incluída pela primeira vez em disco, gravado pela Orquestra Colbaz.

Uso

A música atingiu o auge de popularidade nos anos 40, quando foi incluída em cinco filmes americanos: Saludos Amigos, A Filha do Comandante, Escola de Sereias, Kansas City Kitty e Copacabana, em versão interpretada por Carmen Miranda.

Letra

A versão completa por Aloysio de Oliveira:



O tico tico tá, tá outra vez aqui,
o tico tico tá comendo o meu fubá.
Se o tico tico tem, tem que se alimentar,
Que vá comer umas minhocas no pomar.

O tico tico tá, tá outra vez aqui,
o tico tico tá comendo o meu fubá.
Eu sei que ele vem viver no meu quintal,
e vem com ares de canário e de pardal.

Mas por favor tira esse bicho do celeiro,
porque ele acaba comendo o fubá inteiro.
Tira esse tico de lá, de cima do meu fubá.
Tem tanta fruta que ele pode pinicar.

Eu já fiz tudo para ver se conseguia.
Botei alpiste para ver se ele comia.
Botei um gato um espantalho e um alçapão,
mas ele acha que o fubá é que é boa alimentação.

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MensagemAssunto: Em 20 de Setembro de 1934...   Sex Set 19, 2008 11:39 pm

A 20 de3 Setembro de 1934, em Romaq, nascia Sophia Loren, uma das mais importantes actrizes italianas.


Sophia Loren

Sophia LorenSophia Loren, nome artístico de Sofia Villani Scicolone, (Roma, 20 de Setembro de 1934) é uma das mais importantes atrizes italianas.

Quando ainda era muito pequena, sua família transferiu para o município napolitano de Pozzuoli, onde viveu até à adolescência numa situação económica muito difícil.

Descoberta em 1952, no set do filme Africa sotto i mari, pelo produtor de cinema Carlo Ponti, que posteriormente viria a ser seu marido, mesmo sendo 22 anos mais velho. Com ele teve dois filhos, Carlo Jr. e Edoardo. Foi também cunhada de Romano Mussolini, filho de Benito Mussolini.


O casal Ponti

Trabalhou com grandes directores como Vittorio De Sica, Federico Fellini, Ettore Scola, Robert Altman, Lina Wertmüller, entre outros.

Lina Wertmüller desejava filmar Tieta, de Jorge Amado, antes da produção de Cacá Diegues e a protagonista seria Sophia Loren.

Sophia Loren ganhou fama mundial em 1961, quando foi premiada com o Oscar de Melhor Atriz, pelo filme Duas mulheres (Two Women).


A bela Sophia

Carreira

No cinema

2005 - Vendredi et Rbinson
2002 - Desejo de liberdade (Between strangers)
1997 - Soleil
1996 - Messages
1995 - Dois velhos mais rabugentos (Grumpier Old Men)
1994 - Prêt-à-Porter (Prêt-à-porter)
1990 - Sábado, domingo e segunda (Sabato, domenica e lunedi)
1979 - Poder de fogo (Firepower)
1979 - Amor e ciúme (Blood Feud)
1978 - Alvo de quatro estrelas (Brass Target)
1977 - Um dia muito especial (A Special Day)
1977 - Angela


MEGALETOSCOPIO – 1859, construído por Carlo Ponti

1976 - A travessia de Cassandra (The Cassandra Crossing)
1975 - A garota do chefe (La pupa del gangster)
1974 - A sentença (Veredict)
1974 - Viagem proibida (Il viaggio)
1972 - O homem de La Mancha (Man of La Mancha)
1971 - A mulher do padre (The Priest's Wife)
1971 - O pecado (Bianco, rosso e .../White sister)
1971 - Mortadela (La Mortadella)
1970 - Os girassóis da Rússia (Sunflower)
1968 - Fantasmas à italiana (Questi fantasmi)
1967 - A condessa de Hong Kong (A Countess from Hong Kong)
1967 - Felizes para sempre (More than a miracle)
1966 - Arabesque (Arabesque)
1966 - Judith
1965 - Lady L (Lady L)
1965 - The Love Goddesses
1965 - Operação Crossbow (Operation Crossbow)
1964 - Matrimônio à italiana (Matrimonio all'italiana)
1964 - A queda do império romano (The Fall of the Roman Empire)
1964 - Ontem, hoje e amanhã (Ieri, oggi, domani)
1963 - Five milles to midnight
1962 - I sequestrati di Altona
1962 - Bocaccio'70 (Bocaccio'70)


El Cid

1961 - El Cid (El Cid)
1961 - Duas mulheres (La ciociara)
1961 - Madame Sans-Gêne (Madame Sans-Gêne)
1960 - Jogadora infernal (Heller in pink tights)
1960 - Começou em Nápoles (It started in Naples)
1960 - O escândalo da princesa (A breath of scandal)
1960 - Com milhões e sem carinho (The Millionairess,)
1959 - Mulher daquela espécie (That kind of woman)
1958 - A orquídea negra (The Black Orchid)
1958 - The Key
1958 - Desejo (Desire under the elms)
1958 - Tentação morena (Houseboat)
1957 - The Pride and the Passion
1957 - The Legend of the Lost
1957 - A lenda da estátua nua (Boy on a dolphin)
1956 - Lucky to be a woman
1955 - A bela moleira (La bella mugnaia)
1955 - Woman of the river
1955 - Scandal in Sorrento
1955 - Too bad she's bad
1954 - The Gold of Naples
1954 - Tempi nostri
1954 - Attila (Attila)
1954 - Carosello napolitano
1954 - Un giorno in pretura
1954 - Miseria e nobilità
1953 - Africa sotto i mari
1953 - Aida
1953 - A galeria é o ponto de encontro (Ci troviamo in galleria)
1953 - La domenica della buona gente


Due notti con Cleopatra

1953 - Noites de Cleópatra (Due notti con Cleopatra)
1953 - Il paese di campanelli
1953 - A embaixatriz do amor (Pellegrini d'amore)
1953 - O signo de Vênus (Il segno di venere)
1953 - Mercado de mulheres (La trata delle bianchi)
1952 - A favorita (La favorita)
1952 - Il sogno di Zorro
1952 - È arrivato l'accordatore
1951 - Anna
1951 - Era ele (Era Lui!... Si! Si!)
1951 - Mágico a força (Il mago per forza)
1951 - A milionária de Milão (Milano miliardaria)
1951 - Il padrone del vapore
1951 - Quo Vadis? (Quo Vadis)
1950 - Corações sobre o mar (Cuori sul mare)
1950 - Sou o capataz (Io sono il capataz)
1950 - Le sei mogli di Barbablù
1950 - Totò Tarzan
1950 - O voto (Il voto)

Na televisão

2004 - Peperoni ripieni e pesci in faccia
2004 - Lives of the saints
2001 - Francesca e Nunziata
1986 - Courage, uma história verídica (Courage)
1984 - Aurora (Qualcosa di biondo)
1974 - Encontro casual (Brief encounter)

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MensagemAssunto: Em 21 de Setembro de 1964...   Sab Set 20, 2008 10:50 pm

A 21 de Setembro de 1964, Malta tornava-se independente da Grâ-Bretanha.


Localização de Malta

A República de Malta é um pequeno país europeu, composto por um arquipélago de cinco ilhas muito próximas, situadas a 93 km ao sul da ilha da Sicília, a sudoeste da Itália, e a 290 km ao norte da Líbia, na África. O arquipélago maltês está encravado no centro do Mediterrâneo. As terras mais próximas são todas sicilianas / italianas: a grande ilha da Sicília a norte, as ilhas Pelágias a oeste e a ilha de Pantelleria a noroeste. Sua capital - situada na ilha de Malta - é La Valetta. As cinco ilhas do arquipélago maltês são: Malta, Gozo, Comino e duas ilhotas desabitadas Cominotto e Filfla, as quais, no total, têm superfície de 316 km² e abrigam uma população estimada em 400 214 habitantes (Agosto 2006).

Malta passou a fazer parte da UE a partir de 2004.

História


Templo neolítico de Mnajdra.

Malta é habitada desde cerca de 5200 a.C., durante o Neolítico. Os primeiros achados arqueológicos datam aproximadamente de 3800 a.C. Existiu nas ilhas uma civilização pré-histórica significativa, antes da chegada dos fenícios, que batizaram a ilha principal Malat, o que significa refúgio seguro. Os agricultores neolíticos viveram sobretudo em cavernas e produziram uma cerâmica similar à encontrada na Sicília. Entre 2400 e 2000 a.C., desenvolveu-se um elaborado culto aos mortos, possivelmente influenciado pelas culturas das ilhas Cíclades e de Micenas (idade do bronze). Essa cultura foi destruída por uma invasão, provavelmente vinda do sul da Itália.

Por volta do ano 1000 a.C., as ilhas eram uma colónia fenícia. Em 736 a.C., foram ocupadas pelos gregos e, posteriormente, passaram a ser domínio dos cartagineses (400 a.C.) e depois dos romanos (218 a.C.), quando recebeu o nome Melita. Segundo o livro dos Actos dos Apóstolos, no ano 60 da era cristã, São Paulo naufragou e chegou à costa maltesa, onde promoveu a conversão de seus habitantes. A partir desta data, os malteses aderiram ao Cristianismo e permanecem-lhe fiéis até hoje.


Bandeira de Malta

Com a divisão do Império Romano em 395 d.C., a zona leste da ilha foi cedida ao domínio de Constantinopla (Império do Oriente). O Império Bizantino controlou-a até 870, quando foi conquistada pelos árabes muçulmanos, que influenciaram seu idioma e cultura. Após a conquista árabe, Malta foi convertida ao islamismo. A influência árabe pode ser encontrada na moderna língua maltesa, uma língua fortemente romanizada, que originalmente deriva do árabe vernáqculo.

Em 1090, o conde Rogério (ou Roger) da Sicília conquistou Malta e submeteu-a às suas leis, até ao século XVI. Foi nesta época, que foi criada a nobreza maltesa, ainda hoje existente em dia, com 32 títulos em uso, sendo o mais antigo: Barões de Djar il Bniet e Buqana.

Após a conquista pelos normandos da Sicília, Malta voltou a ser cristã. Depois de ser anexada ao reino da Sicília, foi recuperada por forças muçulmanas. Em 1245, Federico II de Hohenstaufen expulsou os árabes e em 1266 as ilhas, junto com a Sicília, passaram ao domínio de Carlos I de Anjou, que as cedeu em 1283 a Pedro III de Aragão.


Carlos V

Caindo em mãos dos reinos espanhóis de Aragão e Castela, foi submetida então à Espanha. Em 1518, sob o império de Carlos V, foi concedida aos cavaleiros de Rodes.

Em 1530, as ilhas foram cedidas pela Espanha à Ordem Hospitalar de São João de Jerusalém - uma ordem religiosa e militar pertencente à Igreja Católica -, que tinha sido expulsa de Rodes pelo Império Otomano. Esta ordem monástica militante, hoje conhecida como "Ordem de Malta", foi sitiada pelos turcos otomanos em 1565, após o que acrescentaram as fortificações, especialmente na nova cidade de Valetta. Os Cavaleiros de São João de Jerusalém governaram as ilhas até o século XIX.

Em 1798, Napoleão Bonaparte invadiu e tomou Malta, e a Grã-Bretanha aí se instalou desde 1800, quando o comandante francês, o general Claude-Henri Belgrand de Vaubois, se rendeu. Os britânicos instalaram uma base estratégica na região, que teve importância vital durante a Segunda Guerra Mundial. O país foi apresentado, por vários líderes malteses, a Sir Alexander Ball.


Brasão de Malta

Em 1814, como parte do Tratado de Paris, Malta tornou-se oficialmente parte do Império Britânico, como colónia, e passou a ser usada como porto de escala e quartel-geral da frota, até meados da década de 1930.

Malta desempenhou um papel importante, durante a Segunda Guerra Mundial, devido à sua proximidade das linhas de navegação do Eixo e a coragem do seu povo, que resistiu ao assédio de alemães e italianos, levou à atribuição da George Cross, que hoje pode ser vista na bandeira do país.

O arquipélago passou a ser autonomamente governado em 1947.
Em 1955 Dom Mintoff (Dominic Mintoff), líder do Partido Trabalhista de Malta (PTM), tornou-se no primeiro-ministro. Em 1956 o PTM propôs uma nova integração no Reino Unido, proposta que viria a ser aceite em referendo, mas com a oposição do Partido Conservador, liderado por Giorgio Borg Olivier.
Em 1959 revogaram a autonomia, mas voltaram a restaurá-la em 1962.


Dominic Mintoff

Em 21 de Setembro de 1964, tornou-se totalmente independente e converteu-se em membro das Nações Unidas. Na altura, aderiu à Commonwealth e celebrou uma aliança com o Reino Unido de ajuda económica e militar. Segundo a constituição de 1964, Malta manteve como soberano a rainha Elizabeth II, e um governador-geral exercia autoridade executiva em seu nome.

De 1964 a 1971 Malta foi governada pelo Partido Nacionalista. Adoptou, em 13 de Dezembro de 1974, o regime republicano, dentro da Commonwealth, com o Presidente como chefe de estado.

Embora seja inteiramente independente desde 1964, os serviços britânicos permaneceram no país e mantiveram um controle total sobre os portos, aeroporto, correios, rádio e televisão.


La Valetta

Em 1979, Malta rompeu a aliança com o Reino Unido e os britânicos evacuaram sua base militar, pondo fim a 179 anos de presença na ilha. Isso aconteceu depois de o governo britânico se ter recusado a pagar uma renda mais elevada, o que era pretendido pelo governo maltês do tempo (trabalhista), para permitir que as forças britânicas permanecessem no país. O primeiro-ministro era, então, Dominic Mintoff. Malta ficou nesse momento livre de bases militares estrangeiras pela primeira vez na história. Este acontecimento é hoje celebrado como o Dia da Liberdade.

Em 1976, o Partido Trabalhista regressou ao Poder, mas com uma maioria reduzida. Desenvolveu uma política de amizade com a China e com a Líbia. A década de 1970 caracterizou-se pelo enfraquecimento das relações com o Ocidente e pela aproximação com os regimes comunistas. Em 1984 Mintoff retirou-se e foi substituído por Mifsud Bonnici, novo líder do seu partido. A política de aproximação com os regimes comunistas sofreu mudança substancial em 1985, com o estabelecimento de um acordo com a Comunidade Econômica Européia.

Em 1987, o Partido Nacionalista, mais voltado para o Ocidente e com uma política de aproximação à União Europeia, venceu as eleições para a Câmara de Representantes, pondo fim a 16 anos de domínio do Partido Trabalhista. Edward Fenech Adami foi eleito primeiro-ministro. Em Dezembro de 1989, Malta foi o local escolhido para um encontro entre o presidente dos Estados Unidos, George Bush, e o presidente da ex-União Soviética, Mikhail Gorbachev.


Edward Fenech Adami

Em Outubro de 1990, o país solicitou formalmente a adesão à União Europeia. Nas eleições de 1992, os nacionalistas derrotaram novamente seus opositores. A política governamental continuou a ser de liberalização, e foram realizadas diversas reformas de ordem económica, com vistas a tornar o país um membro da União Europeia. O arquipélago está incluída no grupo de 10 países que no dia 1 de Maio de 2004 integraram formalmente a União Europeia.

Política

Subdivisões


Concelhos de Malta

Malta está subdividida, desde 1993, em 68 conselhos locais ou localidades. Esta é a forma mais básica de divisão administrativa, não existindo níveis intermédios entre o nível nacional e os conselhos locais. A seguinte lista está dividida por ilha:

Geografia

Malta tem um clima mediterrânico, com invernos amenos, verões quentes e secos, e chuvas de 510 mm em média. Cerca de 40% da terra é cultivada, principalmente com trigo, batata, tomate e vinhas. O turismo é uma das principais fontes de renda.

Maquinaria, bebidas, tabaco, flores, vinhos, artigos de couro e batatas representam as principais exportações.

Economia


Porto de La valetta

Malta produz apenas 20% das reservas alimentares que consome, tem recursos de água potável limitados e nenhuma fonte de energia doméstica. Adivinha-se assim uma economia marcada pela dependência externa e de importações, sendo que a manufatura eletrónica e têxtil, e o turismo são as suas principais fontes de rendimento.

A preparação para a sua entrada na União Européia processou-se por trâmites relativos à privatização de empresas estatais e à liberalização da economia de mercado. O país permanece, contudo, dividido quanto à adesão à UE, já que a insistente crise económica mundial tem atrasado o ritmo das exportações, turismo e crescimento geral.

A economia maltesa é baseada na indústria, no comércio e nos serviços financeiros, que melhoram significativamente a economia do país. Malta tem grandes recursos tecnológicos. Assim, por estar localizada entre África e Europa, possui comércio de alto nível, com joalharias, bancos e restaurantes. As principais indústrias de Malta são a alimentícia, a eletrónica, a naval, a do calçado, a têxtil e a pesqueira, além de haver serviços financeiros na capital e nas principais cidades.

A moeda oficial era a lira maltesa, até Dezembro de 2007. O Euro foi adoptado como moeda oficial do país, em 1 de Janeiro de 2008. Estima-se que o Euro fará com que a economia maltesa cresça 12% ao ano, superando as taxas de crescimento de China, Coréia do Sul e Índia, além disso, o governo tenta liberar a exploração e o refino do petróleo. Devido ao seu limitado tamanho (316 km²) o país não tem espaço suficiente para a agricultura, sendo obrigado a importar vários produtos agrícolas. A previsão é de que a economia maltesa cresça 7,8% em 2007.

Demografia



A população de Malta está estimada em 399 867 pessoas que são, na sua grande maioria, habitantes das áreas urbanas. Etnicamente, 95% são naturais de Malta e os restantes são ingleses ou descendentes de italianos, além de alguns italianos e espanhóis. Malta é um dos países com maior densidade populacional do mundo, com cerca de 1,265 habitantes por quilómetro quadrado. As línguas oficiais são o inglês eGirolamo

Malteses famosos

Abos (1715-1760) - compositor
Giuseppe Abos (1708-1776) - compositor
Eddie Fenech Adami (1934-) - primeiro-ministro, presidente (2004-)
Mario Azzopardi (1950-) - diretor
Agatha Barbara (1923-2002) - presidente
Paul Boffa (1890-1962) - primeiro-ministro
Joe Borg (1952-) - político
George Borg Olivier (1911-1980) - primeiro- ministro
Ruzar Briffa (1906-1963) - poeta
Francesco Buhagiar (1876-1934) - primeiro- ministro
Giuseppe Calì (1846-1930) - pintor
Charles Mario Camilleri (1931-) - compositor
Enrico Mizzi (1885-1950) - primeiro-ministro
Edwige Fenech (1948-) - atriz
Dom Mintoff (1916-) - político
F. V. Schira - compositor
Ira Losco - cantora
Immanuel Mifsud - autor
Joe Sacco (1960-) - cartonista
Michael Mifsud (1981-) - futebolista
Feriados Data Nome em português Nome local Observações

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MensagemAssunto: Em 23 de Setembro de 1944   Seg Set 22, 2008 11:46 pm

.
A 26 de Setembro de 19844, Roovelt fazia o seu famosos "discurso Fala" ("Fala speech"), enquanto em campanha para eleição presidencial de 1944.


Roosevelt e Fala

[/b]Fala (7 de Abril, 1940 — 5 de Abril, 1952) foi um famoso Scottish Terrier, o cão do Presidente dos Estados Unidos da América, Franklin Roosevelt. Sendo um dos animais de estimação presidênciais mais famosos, Fala capturou a atenção do público nos EUA e acompanhava sempre Roosevelt, tornando-se parte da imagem da sua imagem.

Biografia


Coleira de Fala.Nela pode ler-se "Fala, A Casa Branca".

Fala nasceu a 7 de Abril, 1940, e foi dado como um presente adiantado de natal a Roosevelt, por Augustus G. Kellog de Westport, Connecticut, através da prima de Roosevelt, Margaret "Daisy" SuckleOutlaw y. Enquanto cachorro, Fala recebeu treino de Suckley, que o ensinou a sentar, rolar e saltar. O seu nome original era Big Boy (traduzido à letra para português seria rapaz grande),mas Franklin mudou-lhe o nome para "Murray of Falahill" (Murray Fora da Lei de Falahill) como John Murray, um famoso antepassado escocês. Mais tarde foi diminuido para "Fala".


Fala

Casa Branca

Fala mudou-se para a Casa Branca a 10 de Novembro, 1940, e passou muito do seu tempo lá, até Roosevelt falecer e ser sucedido por Harry S. Truman, em Abril de 1945.

Fala também viajou com Roosevelt até sua casa (Springwood) em Hyde Park, Nova Iorque e Warm Springs, Georgia, onde recebeu tratamento devido à sua (de Roosvelt) doença.

Todas manhãs era dado a Fala um osso, que vinha com o pequeno-almoço de Roosevelt e, à noite era-lhe servida uma refeição. Contudo, nas primeiras semanas na Casa Branca, teve de ser visto por um veterenário, devido a problemas intestinais; mais tarde foi descoberto que o pessoal da Casa Branca estava sempre a alimentá-lo, ficando doente de tanto comer.

Tornou-se um soldado raso honorário do Exército Americano, ao "contribuir" com $1 doláres para o esforço de guerra para cada dia do ano, e criando assim um exemplo para a população.

Com a sua grande popularidade, a Casa Branca começou a receber correio endereçado a Fala, de modo que foi necessário atribuir-lhe uma secretária.

Discurso de Fala

A 23 de Setembro, 1944, Roosevelt fez o seu famosos "discurso Fala" ("Fala speech"), enquanto em campanha para eleição presidencial de 1944. O discurso de 39,5 minutos foi feito durante um jantar de campanha, em Washington. Nele, Roosevelt ataca o partido Republicano, com detalhes de ataques a elef eitos . No discurso Roosevelt refere-se a uma falsa história, em que se teria esquecido de Fala nas ilhas Aleutas, enquanto em visita .e que teria enviado uma navio de guerra da marinha dos EUA para o ir buscar.

Após a morte de Roosevelt


Eleanor e Fala (1947), após a morte de Roosevelt.

Em Abril 1945, Roosevelt morreu em Warm Springs. Fala compareceu ao funeral e passou a viver com a viúva Eleanor Roosevelt, em Val-Kill. Eleanor costumava referir-se a Fala, na sua coluna "My Day", no jornal local.

Fala faleceu em 1952 e foi enterrado ao lado do jardim de rosas dos Roosevelt, em Springwood.

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MensagemAssunto: Em 24 de Setembro de 1789...   Ter Set 23, 2008 11:17 pm

A 24 de Setembro de 1789, o Congresso dos Estados Unidos votava pagar ,ao Presidente George Washington, um salário de 25 000 dólares/ano.


Selo presidencial

O Presidente é o chefe de estado dos Estados Unidos da América e também, pela sua Constituição, o chefe executivo do governo federal e comandante-chefe das Forças Armadas.

Por causa do status de superpotência dos Estados Unidos, o Presidente americano é freqüentemente chamado de "o homem mais poderoso do mundo" e uma das pessoas mais conhecidas do mundo. Durante a Guerra Fria, o presidente era às vezes chamado de "o líder do mundo livre", uma frase que ainda é invocada hoje.

Os Estados Unidos foram a primeira nação a criar o cargo de presidente o chefe de governo numa república. Hoje o cargo é emulado em várias nações com um sistema presidencial de governo.


George Washington

Salário presidencial e extras

    - 24 de Setembro de 1789 25 mil
    - 3 de Março de 1873 50 mil
    - 4 de Março de 1909 75 mil
    - 19 de Janeiro de 1949 100 mil
    - 20 de Janeiro de 1969 200 mil
    - 20 de Janeiro de 2000 400 mil


O primeiro Congresso americano votou para pagar a George Washington um salário de 25 mil dólares por ano — uma soma significativa, em 1789. Washington, um homem já bem sucedido, não pegou no dinheiro. Desde 2001, o Presidente ganha um salário de 400 mil dólares por ano.

Tradicionalmente, o Presidente tem o salário mais alto do governo americano, já que é o oficial mais importante da nação. O aumento entrou em vigor em 2001, uma vez que o salário do presidente Bill Clinton estava a ser alcançado por outros oficiais, que recebem aumento salarial anual. Em consequência, para aumentar o salário de outros funcionários federais, o salário do presidente também teria de ser aumentado.


Bill Clinton

Presidentes modernos desfrutam também de muitas vantagens gratuitas, como viver e trabalhar na espaçosa mansão da Casa Branca em Washington. Enquanto viaja, o Presidente pode conduzir todas suas funções do escritório em vários Boeings 747, que carregam o sinal Força Aérea Um, quando o presidente o utiliza.

O Presidente anda por Washington numa limousine Cadillac blindada, equipada com janelas e rodas à prova de bala, além de uma sistema de ventilação próprio, em caso de um ataque químico ou biológico. Quando vai para lugares um pouco mais distantes da área de Washington ou em viagens presidenciais, viaja no helicóptero presidencial, que possui o sinal Marine One quando está a bordo. Além disso, o Presidente possui direitos totais de utilização do Camp David no estado de Maryland, usado às vezes para hospedar dignitários estrangeiros.


Camp David

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MensagemAssunto: Em 25 de Setembro de 1561...   Qua Set 24, 2008 11:55 pm

A 25 de Setembro de 1561, encomendava a morte de Bayezid.


Solimão, o Magnífico


Solimão I, o Magnífico.Solimão I, Soleimão I, Salomão I, Suleiman I, Sulimão I ou Süleyman em turco (Trabzon, 6 de Novembro de 1494 — 5 de Setembro ou 6 de Setembro de 1566, durante o cerco à fortaleza húngara de Szigetvár) é considerado o maior governante do Império Otomano, tendo recebido a alcunha dee o Legislador no Mundo Islâmico.

Foi sultão do Império Otomano e Califa do Islão de 1520 a 1566, tendo sucedido ao seu pai, o sultão Selim I, e reinado durante quarenta e seis anos. Para os Turcos, ficou ainda conhecido por Kanuni, o Dador das Leis, devido às suas reformas na justiça e administração; para os países ocidentais foi o Magnífico, por causa do esplendor da sua corte e das suas muitas vitórias militares na Europa. Os cronistas portugueses chamaram-lhe o Grão-Turco

Durante seu reinado, o Império Otomano alcançou o seu apogeu, com o exército do sultão a chegar às portas de Viena, e Constantinopla transformada em pólo artístico e cultural. Adepto do humanismo renascentista, Suleiman era considerado pelos seus súditos um sultão justo e íntegro (tanto que é comum chamar-lhe de Salomão II, em comparação com o rei hebreu, Salomão). Amante de poesia e filosofia, e exímio general, o Império Otomano pode, sob o seu governo, duplicar os seus domínios na Europa, tornando o Império Turco um dos mais influentes no continente.


Tomada de Rodes

Criou leis inovadoras, algumas escandalizando muitos europeus e árabes conservadores, como a de promover o funcionário público por mérito, não por berço, embora tudo de acordo com o Alcorão. Além disso, foi durante seu governo que ocorreu a Batalha de Rodes. No final , já distante de seu idealismo de jovem, rendeu-se aos desejos de sua esposa Roxelana, tendo inclusive assassinado seu braço direito, Ibrahim Pasha, e o próprio filho primogênito, Mustafá. O filho dele com Roxelana, Selim II, assumiu o trono, iniciando o declínio do Império Otomano.

O Império de Otomano conseguiu o seu zénite tornando-se uma potência mundial durante o seu reinado. Embora o império continuasse a expandir-se, um século depois da sua morte, este período foi seguido de um longo declínio.

Com sete anos de idade, estudou ciência, história, literatura, teologia e tácticas militares, nas escolas do palácio de Constantinopla. A sua primeira experiência do governativa foi, ainda com 15 anos, como governador de várias províncias, entre elas Bolu na Anatólia do norte, e a pátria de sua mãe Kaffa na Criméia.


Selim I

Em 1517 o Império Otomano de Selim I conquistou a região em que se localizava o antigo Israel e Judéia, tendo sido benevolente com os judeus, recebendo milhares de refugiados judaicos, desde 1492 perseguidos em Espanha por Fernando II . O sultão ordenou inclusivé a reconstrução das muralhas de Jerusalém, obra que pode ser apreciada até os dias de hoje.

Depois da morte de seu pai, Solimão começou uma série de conquistas militares. Em sucessivas campanhas, conquistou Belgrado (1521) e a ilha de Rodes (1522), ocasião em que, após o cerco vitorioso, permitiu que os Cavaleiros Hospitalários se dirigissem para à ilha de Malta.

No dia 29 de Agosto de 1526, derrotou Luís II da Hungria na Batalha de Mohács, ocupando a maior parte do país, antes de cedê-lo ao governo de John Zapolya, o príncipe de Transilvânia.


Ferdinando Francisco

Carlos V, monarca do Sacro Império Romano, com o apoio de seu irmão Ferdinando, Arquiduque da Áustria reconquistou a Hungria, e por mais duas vezes resistiu aos ataques de Solimão, apesar do Sultão ter derrotado Viena em 1529 e 1532.

Em 1533, foi assinado um tratado entre Ferdinando e Zapolya, dividindo a Hungria . Com a morte de Zapolya, Ferdinando deixa os territórios húngaros, incitando Solimão a anexá-los, de que resultaram várias lutas e tratados de paz.

Empreendeu três grandes campanhas contra a Pérsia, ganhando o controle do Iraque e a submissão dos Sefávidas, além de uma aliança com os Moguls e sultões do extremo oriente e sudoeste asiático, mas a fronteira oriental tornaria a ser novamente um problema, logo após a morte de Solimão. Foi sob a sua direcção que as forças navais turcas se tornaram formidáveis.


Transsilvânia

Nas duas décadas seguintes, os enormes territórios do oeste da África, a Argélia e todo o norte de Oriente Médio até a Pérsia, foram anexados, e regiões longínquas tornaram-de vassalos de Constantinopla. Esta expansão rápida associou-se com a domínio naval no Mar Mediterrâneo, Golfo Pérsico, Mar Vermelho e o Mar da Arábia, durante curto período . Com a perda deste, durante a estagnação do Império, o Império Otomano ficou sem saída para as colónias, no oriente e no pacífico.

Em 1562, conquistou a Transilvânia e em 1565 empreendeu, sem sucesso, o cerco de Malta que durou de 18 de Maio e até o dia 8 de Setembro.

Apesar da imagem de conquistador, era conhecido como um soberano justo e incorruptível dentro do império, tendo sido um grande patrono de artistas e filósofos. É tido também como um dos maiores poetas Islâmicos e um destacado ourives.


Ibrahim Pasa

Solimão rompeu com a convenção levando dois escravos a posições de poder: um, o Paxá de Ibrahim (İbrahim Paşa) foi nomeado Grão-Vizir, durante 13 anos. O outro, um ucraniano capturado.

A filha de um sacerdote ortodoxo russo, Aleksandra Lisowska (também conhecido por Roxelana e Khourrem (Hürrem)) foi incluída no seu Hharém tornando-se na sua esposa favorita, para surpresa de seus súbditos e da comunidade internacional. Com Roxelana, Solimão teve uma filha, Mihrimar (Mihrumâh), e os filhos Mehmed (que morreu jovem), Selim, Bayezid e Cihangir (fisicamente inválido).

Em lutas de poder, ao que parece instigadas por Roxelana, Solimão mandou assassinar Ibrahim (preceptor do seu filho primogênito Mustafa) e substituí-lo pelo Paxá Rustem (Rustem Paşa). Depois, ao que parece, acreditando que a sua popularidade com o exército ameaçavà sua própria posição, mandou estrangular Mustafa também, deixando o caminho livre para um dos filhos (Hürrem) de Khourrem.


Roxelana

Lutas fratricidas também trariam a morte de Selim e Bayezid. Em 1559, os irmãos envolveram-se numa série de batalhas de sucessão, levando o próprio Solimão a encomendar a morte de Bayezid, no dia 25 de Setembro de 1561. Assim foi Selim quem sucedeu a Solimão após a sua morte.

Foi sepultado num mausoléu, com sua esposa Aleksandra Lisowska (Khourrem), na Mesquita Süleymaniye.
Por ocasião de sua morte, as principais cidades muçulmanas (Meca, Medina, Jerusalém, Cairo, Damasco e Bagdad), muitas províncias balcânicas até à Áustria actual e a maior parte da África Norte pertenciam ao Império Otomano.


Império Otomano

Quanto ao Califado, que havia decaído e estagnado no século XIII, passou por um breve renascimento cultural e tecnológico, inimaginável para a época. Em 1560, 6 anos antes da morte de Solimão, o Califado Otomano, ou seja; o Império Otomano somado com países islâmicos, que aceitavam o Califado e a proteção otomana, cobria quase a metade da superfície da Terra, indo de Dakar até Manila e da antiga Zimbabwe até Kazan. Seu governo foi o Zénite da civilização muçulmana e seu fim foi a estagnação. 5 anos após sua morte, o califado perdera o controle do Mediterrâneo e do extremo oriente. Seu governo marcou o auge, e seu inesperado fim provocou a completa desestabilização do califado otomano.

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MensagemAssunto: Em 26 de Setembro de 1796...   Qui Set 25, 2008 11:21 pm

A 26 de Setembro de 1796, em Santarém, nascia Bernardo de Sá Nogueira de Figueiredo, político português.


Bernardo de Sá Nogueira de Figueiredo

Bernardo de Sá Nogueira de Figueiredo (Santarém, 26 de Setembro de 1795 — Lisboa, 6 de Janeiro de 1876) foi um político português, do tempo da Monarquia Constitucional e um importante líder do movimento setembrista em Portugal, um dos líderes do Partido Histórico, que abandonou, para formar o seu próprio movimento, o Partido Reformista. Assumiu diversas pastas ministerais e foi, por cinco vezes, chefe de Governo do seu País (1836 - 1837, 1837 - 1839, 1865 e 1868 - 1869).

Foi primeiro barão (1833), primeiro visconde (1834) e primeiro marquês de Sá da Bandeira (1854).

Vida

Apoiante dos liberais, esteve sitiado durante o Cerco do Porto, com várias outras ilustres figuras da segunda metade de Oitocentos; no decorrer da guerra, viria a perder o braço direito, no Alto da Bandeira, em Vila Nova de Gaia.


D. Maria II

Após a tomada do Poder pelos setembristas, na sequência da Revolução de Setembro de 1836, Sá da Bandeira tornou-se ministro do Interior do novo governo. Pouco tempo depois, uma tentativa contra-revolucionária de levar ao poder a facção cartista (a Belenzada) teve um efeito contrário ao desejado pelos revoltosos, vendo-se a rainha D. Maria II obrigada a nomear Sá da Bandeira como Primeiro-ministro.

Juntamente com Passos Manuel (que neste seu primeiro governo assumiu as pastas das Finanças e Interior), iniciou um programa de reformas, tendo em vista o progresso do País – por exemplo, declarou abolida a escravatura nas colónias portuguesas (na metrópole havia já sido abolida antes). No ano seguinte, desencadeou-se a Revolta dos Marechais (Saldanha e Terceira) contra o seu governo, mas Sá da Bandeira conseguiu sustê-la.


Revolta da Maria da Fonte

Em 1842, com o golpe de Costa Cabral, acabou este período de governação setembrista. Por sua vez, em 1846, a revolta da Maria da Fonte pôs fim ao governo Costa Cabral. D. Maria designou então um executivo presidido pelo Duque de Palmela, cartista moderado, no qual Sá da Bandeira também tomou parte, como ministro da Guerra. No entanto, um novo golpe, promovido por Saldanha, levou-o a pedir a sua exoneração da pasta que ocupava.

Tal decisão esteve em parte na origem de uma nova guerra civil, a Patuleia, que terminou em 1847, com a vitória dos cartistas, apoiados pela rainha e por forças estrangeiras (Espanha e Reino Unido). Portugal seria então governado pelos conservadores, durante mais de dez anos, até à ascensão ao trono de D. Pedro V, de ideias francamente progressistas.


Guerra Civil da Patuleia

Por essa altura, havia-se já iniciado o sistema do rotativismo, que iria caracterizar a Monarquia Constitucional até ao seu fim – uma sucessão estável dos dois maiores partidos no poder. De um lado, o Partido Regenerador, formado pelos antigos cartistas, de cariz mais conservador; do outro, o Partido Histórico, derivado do movimento setembrista, de feição mais liberal. A monarquia constitucional em Portugal, na prática, afirmou-se essencialmente como um sistema oligárquico; por isso, não é de admirar que tanto os políticos regeneradores, como os históricos, procurassem os seus apoios na classe média-alta (a burguesia endinheirada).

Sá da Bandeira assumiu, por esta altura, um papel de proa na condução do Partido Histórico, sendo a sua segunda figura, logo após o Duque de Loulé; este último acabou por se tornar chefe de governo em 1856, e até 1859.


Duque de Loulé

No quadro regular de um rotativismo, caracterizado pelas frequentes dissoluções das Cortes, pela elevada abstenção (até porque o direito de voto era um privilégio de uma escassa minoria) e até pela manipulação eleitoral, em que alternavam no poder os dois grandes partidos, Sá da Bandeira ascendeu à chefia do governo em 1865, mas apenas durante cinco meses. Em sua substituição, foi formada uma grande coligação, constituída por Regeneradores e Históricos, o Governo de Fusão de Joaquim António de Aguiar.

Sá da Bandeira, que desde há muito se manifestava contra esta hipótese, acabou por se afastar do partido, e formou com os seus correligionários um novo partido, o Reformista. À frente deste, Sá da Bandeira voltaria a ser primeiro-ministro por um curto espaço de tempo, entre 1868 e 1869.


António José de Ávila

Em 1870, na sequência do golpe da Ajudada, que pôs Saldanha no poder, Sá da Bandeira organizou a resistência ao seu governo de ditadura, e três meses mais tarde este caiu. Sá da Bandeira foi, pela quinta e última vez, convidado a formar governo. Organizou depois eleições e ofereceu o poder ao independente António José de Ávila que, no entanto, se aproximava mais dos Históricos.

Sá da Bandeira faleceu em 1876. O Partido Reformista, por si criado, sobreviveu pouco tempo à sua morte; fundir-se-ia com o Partido Histórico no Partido Progressista.

Em sua homenagem, a cidade do Lubango, em Angola, durante os tempos coloniais, chamou-se Sá da Bandeira.

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MensagemAssunto: Em 27 de3 Setembro de 1729...   Sex Set 26, 2008 11:33 pm

A 27 de Setembro de 1729, o Monte Ararat era escalado pela primeira vez.


Monte Ararat


O Monte Ararat (turco Ağrı; armênio Արարատ; persa آرارات; hebraico אררט; Monte Ararate na sua forma aportuguesada) é a mais alta montanha da moderna Turquia. Tem a forma de um cone vulcânico, coberto de neves eternas,e localizado no extremo nordeste da Turquia, a 16 km a oeste do Irã e a 32 km ao sul da Armênia. Esta montanha é identificada como sendo o local onde a Arca de Noé teria tocado terra firme após o Dilúvio, porém não se pode afirmar que o atual Ararat seja, com certeza, o mesmo mencionado no Gênesis bíblico.

Geologia

Um cone um pouco menor (3896 metros), o Pequeno Monte Ararat, situa-se a sudoeste do pico principal. O leito de lava se espalha entre os dois picos. Tecnicamente, o Monte Ararat é um estratovulcão, formado de correntes de lava e ejecção piroclástica.


Universidasde de Tartu

Nunca se registrou nenhuma erupção do Monte Ararat, mas supõe-se que tenha havido erupções nos últimos dez mil anos. Distante de qualquer placa continental, a causa do vulcanismo do Monte Ararat não é bem compreendida pelos cientistas.

Ascensão

O Monte Ararat foi escalado pela primeira vez em 27 de Setembro de 1829, por Johann-Friedrich von Parrot jr., reito
Réplica da Arca de Noé

Vestígios com a forma de uma embarcação em fotos aéreas do Ararat no final da década de 1950 causaram grande alvoroço científico. No momento poucas provas convincentes foram mostradas de que tal objeto seja realmente a arca de Noé. A região é palco de conflitos com as tropas de guerrilheiros Curdos, e os poucos que se aventuraram a escalar o Ararat foram abatidos sem mais perguntas. A única face da montanha cujo acesso não é barrado pelo gelo e pelos guerrilheiros é a face sul. A arca de Noé estaria do lado norte, sendo este o principal motivo pelo qual até hoje não se comprovou a presença real da mítica arca na região.

O Ararat e a Armênia


Erevan

Apesar de estar localizado na Turquia, o Monte Ararat é o símbolo nacional da Armênia,às vezes chamado Massis (que significa A Mãe do Mundo), e aparece no centro do brasão da Armênia. A montanha évisível de vários pontos da Armênia, incluindo a capital Erevan (da Armênia, o Ararat é mais visível do mosteiro Khor Virap), e é freqüentemente representado em obras de artistas.

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MensagemAssunto: Em 28 de3 Setem bro de 1066...   Sab Set 27, 2008 10:50 pm

A 28 de Setemro de 1066, Guilherme I, Duque da Normandia, invadia a Inglaterra .


Guilherme I de Inglaterra


Guilherme I (Falaise, Normandia, cerca de 1027 - perto de Ruão, França, 9 de Setembro de 1087), cognominado o Conquistador, foi Duque da Normandia (1035-1087) e Rei de Inglaterra (1066-1087), após o sucesso da Conquista Normanda. Guilherme era filho ilegítimo de Roberto I, Duque da Normandia e de Herleva, filha de um senhor local.

Primeiros anos

Guilherme sucedeu ao pai como Guilherme II da Normandia em 1035, com apenas sete anos. O ducado foi entregue a um grupo de regentes e Guilherme foi viver para a corte de França, onde foi feito cavaleiro por Henrique I de França, aos quinze anos. Pouco depois assumiu a governação da Normandia e teve de lidar com revoltas e tentativas de usurpação. Foi com a ajuda de Henrique de França, que Guilherme assegurou definitivamente o seu ducado, após a batalha de Val-ès-Dunes em 1047.


Mathilde de Flandres

Por volta de 1050, Guilherme casou com Mathilde de Flandres, filha do Conde Balduíno V.

Conquista de Inglaterra


Guilherme, mostrado como duque da normandia na tapeçaria de Bayeux.

A 5 de Janeiro de 1066, Eduardo, o Confessor, de Inglaterra, morreu sem descendência ou parentes próximos. Vivera no exílio, na corte normanda, durante os primeiros vinte e cinco anos da sua vida e era bastante próximo do primo Guilherme. Baseado numa alegada promessa feita por Eduardo e no parentesco com Ema da Normandia, Guilherme auto-proclamou-se rei de Inglaterra e sucessor de Eduardo.

Os ingleses tinham, no entanto, outra opinião e elegeram como monarca Haroldo Godwinson, na altura Conde de Wessex e de East Anglia. Apesar desta decisão, Guilherme resolve lutar pelos seus direitos e reúne um exército de cerca de 7000 homens, que despacha para Inglaterra, numa frota de 600 navios. O desembarque aconteceu a 28 de Setembro na área de Pevensey (Sussex). O exército normando estabeleceu um acampamento fortificado perto de Hastings e esperou por uma resposta.


Batalha de Hastings

Entretanto, Haroldo II de Inglaterra encontrava-se no Norte do país, onde acabara de derrotar um exército invasor, comandado por Haroldo III da Noruega e pelo seu próprio irmão Tostig Godwinson, que morreram na batalha. Ao saber das notícias da invasão normanda, Haroldo dirige-se para Sul, em marcha forçada, e consegue cobrir cerca de 400 quilômetros em apenas duas semanas. Os dois exércitos encontraram-se a 14 de Outubro de 1066, na batalha de Hastings, onde o resultado foi uma vitória significativa dos normandos.

Guilherme deveu pelo menos parte do seu sucesso ao cansaço dos soldados ingleses e à morte de Haroldo II em batalha, que provocou a desordem e quebra de moral nas suas tropas. A batalha de Hastings encontra-se representada na tapeçaria de Bayeux. Os nobres anglo-saxões nomearam então Edgar Atheling como rei de Inglaterra, mas o rapaz de 12 anos não era um opositor à altura de Guilherme da Normandia e acabou por desistir das suas pretensões. Guilherme foi coroado rei de Inglaterra no dia de Natal de 1066, na Abadia de Westminster.

Reinado de Guilherme


Rei Guilherme I, o Conquistador.

A aceitação do normando como rei não foi universal e ocorreram diversas revoltas, principalmente em Gales e no Norte de Inglaterra. Entre 1066 e 1072, o reinado de Guilherme foi dedicado sobretudo à pacificação do seu novo reino, que sofreu ainda diversas tentativas de invasão por parte dos Vikings ,noruegueses e dinamarqueses. Edgar Atheling foi um dos responsáveis pela desordem em Inglaterra, ao fugir do seu exílio na Normandia, para fomentar a revolta na zona de York. Recapturado em 1074, foi perdoado por Guilherme I, que o enviou de novo para a Normandia.

Como rei, Guilherme fez importantes reformas administrativas na área do direito civil e da economia. Mandou fortificar muitas cidades e construir a Torre de Londres. No plano social, Guilherme ordenou a compilação de um livro sobre as capacidades produtivas do país, que incluía uma forma simplificada de censo populacional.

Guilherme morreu com 60 anos perto de Ruão em França, em decorrência de ferimentos sofridos numa queda de cavalo durante um confronto militar.

Descendência


Guilherme I, o Conquistador.

Roberto II, Duque da Normandia (~1054-1134)
Alice (1055-~1065)
Cecília (~1056-1126), Abadessa do Convento de Caen
Guilherme II, Rei de Inglaterra (1056 - 1100),
Ricardo (1057-~1081)
Adela (~1062 - 1138), casou com Estevão, Conde de Blois
Ágata (~1064-~1080)
Constança (~1066-1090), casou com Alan IV, Duque da Bretanha, foi envenenada pelos criados
Matilde
Henrique I, Rei de Inglaterra (1068-1135)

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MensagemAssunto: Em 29 de Setembro de 106 a.C   Seg Set 29, 2008 10:48 pm

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A 29 de Setembro de 106 a.C, morria Pompeu o Grande.


Pompeu

Cneu Pompeu Magno, em latim Cnaeus Pompeius Magnus (Picenum, 29 de Setembro de 106 a.C. — Egipto, 29 de Setembro de 48 a.C.) foi um general e político romano, conhecido também em português como Pompeu, o Grande, tradução de seu nome latino Magnus.

Primeiros anos

Pompeu era o único filho e herdeiro de Cneu Pompeu Estrabão, um proprietário muito rico da zona de Picenum, na Itália, chefe de um ramo da família Pompeia, tradicionalmente rural. Aos olhos da elite aristocrática de Roma, estes antecedentes não eram bem vistos. Não obstante, dada a sua riqueza, Estrabão progrediu na vida política e foi o primeiro senador da família, eleito cônsul em 89 a.C., no meio da crise política da Guerra Social. Pompeu cresceu, portanto, junto do seu pai, nos acampamentos militares, envolvido em questões políticas desde a adolescência. De acordo com Plutarco, Pompeu era um jovem de fácil trato, popular e com bastantes amigos da sua idade, entre os quais o futuro escritor Cícero.


Cneu Pompeu Estrabão

Estrabão morreu por volta de 87 a.C., no meio da guerra civil entre a facção populista de Caio Mário e os conservadores de Lúcio Cornélio Sulla, deixando Pompeu no controle dos seus negócios e fortuna.

Apesar da sua juventude, Pompeu não hesitou em tomar partido e aliou-se a Sulla, no seu regresso à Itália, depois do fim da primeira guerra mitridática em 83 a.C.. Com a posição longe de estar assegurada, Sulla não desdenhou a ajuda oferecida pelo rapaz de 23 anos, líder de três legiões picentinas veteranas, oriundas da província que controlava quase como rei. Esta aliança projectou a carreira política de Pompeu e favoreceu o seu casamento com Emília Escaura, enteada de Sulla (então grávida do primeiro marido).

Sicília e África


Pompeu.

Embora sendo um privatus (um homem que não detém um cargo político do, ou associado ao, cursus honorum) devido à idade, Pompeu manteve os seus comandos sob a administração de Sulla e revelou-se um general talentoso. O ditador confiava nos seus instintos e enviou-o em perseguição dos apoiantes de Marius, entrincheirados nas províncias da Sicília e África.

A Sicília era estrategicamente muito importante, uma vez que era a origem dos cereais que abasteciam Roma. Pompeu varreu a ilha com as suas legiões, acabando com a resistência, mas ao mesmo tempo provocando desagrado das populações locais, que responderam com queixas. Não me falem em leis, nós estamos armados! foi a sua célebre resposta.

Em África obteve igual sucesso e, no fim da campanha, foi aclamado imperator (diferente de imperador) pelas suas fiéis tropas. De acordo com a tradição, Pompeu requereu ao senado o direito de celebrar uma parada triunfal, apesar de não ter estatuto consular, nem sequer senatorial. Os senadores recusaram o pedido do que consideravam um miúdo, nem sequer oriundo de boas famílias, mas Pompeu estacionou as tropas à saída de Roma, recusando-se a conceder-lhes licença, enquanto o seu desejo não fosse concedido. O ditador Sulla acabou por intervir e conceder-lhe o triunfo, mais para fazer a vontade ao genro, que por medo. É também nesta altura que Pompeu adquire o cognome Magnus, "o Grande", que segundo uma das versões foi atribuído pelo próprio Sulla, com uma certa dose de sarcasmo.

Hispânia e Espártaco


Sertório

Depois de celebrar o triunfo, apesar de não ter nem a idade nem o status adequados, Pompeu pediu um imperium proconsular, sem nunca ter sido cônsul, para fazer frente a Sertório, o último apoiante de Caio Mário, ainda no activo. O pedido foi concedido e, juntamente com Quinto Cecílio Metelo Pio, dirigiu-se à Hispânia. Esta campanha marcou uma nova fase na carreira militar de Pompeu. Até então, estava acostumado a vitórias relativamente fáceis, frente a inimigos desmoralizados e/ou desorganizados. Sertório era um general talentoso, a jogar no seu próprio terreno e com um talento especial para a guerrilha. Era portanto um inimigo à altura de qualquer adversário, o que é comprovado pela longa duração da campanha, de 76 a 71 a.C.. Pompeu e Metelo Pio conseguiram uma vitória apenas devido ao assassinato de Sertório, por conspiração organizada pelos seus próprios homens.

No regresso a Itália em 71 a.C., Pompeu utilizou as suas legiões, veteranas da guerra na Hispânia, para auxiliar Marco Licínio Crasso na sua luta contra a revolta dos escravos, liderada por Espártaco (Spartacus). A sua chegada provou-se decisiva para resolver o conflito e valeu-lhe o ódio de Crasso, que pretendia a glória apenas para si próprio.

Em Roma, Pompeu celebra o seu segundo triunfo ilegal, juntamente com Metelo Pio, pelas vitórias alcançadas na Península Ibérica. No ano seguinte (70 a.C.), com apenas 35 anos, Pompeu é eleito cônsul pela primeira vez, apesar desta eleição ser mais uma machadada nas tradições do cursus honorum. Era odiado pelo seu colega Crasso e visto com desconfiança pelo resto da classe senatorial, mas tinha o apoio dos eleitores das camadas sociais mais baixas, que o viam como herói.

Os piratas e a Ásia Menor

Em 67 a.C., dois anos depois do seu mandato de cônsul, Pompeu foi nomeado comandante de uma frota especial e responsável por uma campanha, destinada a combater o problema da pirataria no Mar Mediterrânico. A nomeação, como quase tudo o resto na sua vida, esteve rodeada de polémica. A facção conservadora detestava-o pelo constante ataque às tradições e pela sua ascendência pouco notável. Tentaram por todos os meios legais impedir este comando, até que um tribuno, aliado de Pompeu levou o assunto à Assembléia do Povo. No seu círculo de apoiantes, Pompeu encontrou um apoio esmagador. Para desgosto dos seus adversários, o general levou apenas alguns meses a eliminar os principais núcleos de piratas e garantir a segurança das rotas comerciais entre a Itália, África e Ásia Menor. A rapidez e sucesso desta Guerra dos Piratas mostrou, que era também um almirante dotado e detinha fortes capacidades de organização e logística


Mitríades VI, rei do Ponto

Pompeu não regressou a Roma, no fim desta campanha naval. Utilizando até ao limite legal o imperium proconsular, que lhe havia sido renitentemente concedido, dirigiu-se à província da Ásia, onde aliviou Lucius Licinius Lucullus do comando contra Mitrídates VI do Ponto, responsável por mais de vinte anos de problemas na região. Pompeu permaneceu na área por cinco anos e, em 61 a.C., colocou um ponto final nas guerras mitridáticas. Os resultados da campanha foram:

- derrota final de Mitrídates e a transformação do Ponto numa província romana
- derrota de Tigranes, rei da Armênia.
- derrota de Antíoco XIII, rei da Síria, que também se torna numa província
- captura de Jerusalém
- cerca de 20,000 talentos de ouro em saque (números oferecidos por Plutarco) e duas novas províncias onde colectar impostos.

Pompeu aproveitou a estadia na região para explorar a área do Cáucaso, chegando às margens do Mar Negro. As notas desta expedição incluíram aspectos geográficos, políticos e respeitantes a recursos naturais e haveriam de se mostrar indispensáveis em campanhas subsequentes.


Marcus Porcius Cato Uticensis

No fim de 61 a.C., Pompeu regressa a Roma, ao fim de seis anos, com um dilema nas mãos. Por um lado, queria celebrar o seu terceiro triunfo; por outro, ansiava por um segundo mandato de cônsul. As leis de Roma estipulavam que um general não poderia atravessar o pomerium (fronteira simbólica da cidade) sem perder o direito ao triunfo, mas um candidato eleitoral tinha que apresentar a intenção de concorrer em pessoa, no Fórum da cidade. Pompeu usou todos os meios diplomáticos para convencer o senado a adiar as eleições, mas os conservadores, liderados por Marcus Porcius Cato Uticensis, opuseram-se à medida e obrigaram-no a escolher. Pompeu ficou-se pelo triunfo mas não se conformou com a perda do consulado. Se não podia ser cônsul, podia subornar os eleitores para favorecerem o seu candidato. De acordo com várias fontes, o que se seguiu foi um verdadeiro escândalo eleitoral, com os eleitores a dirigirem-se em massa ao acampamento de Pompeu fora da cidade, para receberem a ordem de voto, acompanhada de uma pequena "gratificação".

O terceiro triunfo de Pompeu celebrou-se a 29 de Setembro de 61 a.C. (o seu 45.º aniversário) em honra das vitórias sobre os piratas e o reino do Ponto. O cortejo triunfal de despojos, prisioneiros, tropas e faixas comemorativas levou dois dias a percorrer a distância entre o Campo de Marte, fora do pomoerium, ao templo de Júpiter Óptimo Máximo e terminou com um banquete para toda a população oferecido pelo general vitorioso.

O primeiro triunvirato

Guerra civil



Em 50 a.C. o Senado, liderado por Pompeu, ordenou a César que voltasse a Roma e dispersasse o seu exército, porque o seu termo como procônsul havia terminado.

Em 49 a.C. César cruzou o rio Rubicão, ocasião em que teria pronunciado a famosa frase alea jacta est ("a sorte está lançada"), e invadiu Roma com suas legiões. Pompeu fugiu para a Grécia, onde foi derrotado por César na Batalha de Farsália, acabando por procurar refúgio no Egipto, onde foi morto por antigos camaradas de armas, às ordens da corte de Ptolomeu XIII.

Casamentos e descendência

Primeira mulher, Antistia

Segunda mulher, Emília Escaura

Terceira mulher, Múcia Terceira (de quem se divorcia por adultério)

. Gnaeus Pompeius, o Jovem, executado em 45 a.C., depois da batalha de Munda
. Pompéia, casada com Fausto Cornélio Sulla
. Sexto Pompeu, manteve-se como opositor de Júlio César e Augusto até ser apanhado em 36 a.C.

Quarta mulher, Julia Caesaris, filha de César

Quinta mulher, Cornélia Metela, filha de Metelo Cipião

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MensagemAssunto: Em 30 de Setembro de 1514...   Ter Set 30, 2008 12:05 am

A 30 de Setembro de 1514, D. Manuel I outorgava foral aq Matosinhos.


Bandeira de Matosinhos

Matosinhos é uma cidade portuguesa pertencente ao Distrito do Porto, Região Norte e subregião do Grande Porto, com 45.703 habitantes (2001).

É sede de um pequeno município com 62,30 km² de área e 169 104 habitantes (2006), subdividido em 10 freguesias. O município é limitado a norte pelo município de Vila do Conde, a nordeste pela Maia, a sul pelo Porto e a oeste pelo oceano Atlântico.

No litoral da cidade situa-se o Porto de Leixões, o maior porto artificial de Portugal e principal porto marítimo da Área Metropolitana do Porto. Parte do aeroporto internacional do Porto abrange os limites municipais.

História


O presidente da Câmara Municipal de Matosinhos, na Exponor
(Guilherme Pinto, que sucedeu a Narciso Miranda.)


Durante toda a sua história, Matosinhos esteve ligado ao mosteiro de Bouças, que será bastante antigo, sendo a sua construção anterior a 944. No ano de 900 já existia uma pequena povoação com o nome de Matesinus que em 1258 se chamaria Matusiny, um lugar da freguesia de Sendim. D. Manuel I concedeu-lhe foral em 30 de Setembro de 1514 e passou a pertencer ao concelho de Bouças em 1833, tendo como sede a vila de Bouças, até 1836 designada Senhora da Hora. Até ao liberalismo constituía o Julgado de Bouças.

Em 1853 foi criada a vila de Matosinhos, constituída pela freguesia do mesmo nome e pela freguesia de Leça da Palmeira, que passou a sede do concelho, em substituição de Bouças. Em 1867 é finalmente criado o concelho de Matosinhos, mas que acaba por desaparecer vinte dias depois, voltando a ter sede em Bouças. Dado que Matosinhos já figurava como um lugar mais importante, em 6 de Maio de 1909 é criado o concelho de Matosinhos que existe nos nossos dias. Foi elevada a cidade a 28 de Junho de 1984.


Brasão de Matosinhos

Freguesias

O município de Matosinhos engloba duas cidades: Matosinhos e São Mamede de Infesta e quatro vilas.

As freguesias de Matosinhos são as seguintes:

- Custóias (vila de Custóias)
- Guifões
- Lavra (vila da Lavra)
- Leça da Palmeira (cidade de Matosinhos)
- Leça do Balio, anteriormente Leça do Bailio (vila de Leça do Balio)
- Matosinhos (cidade de Matosinhos)
- Perafita
- Santa Cruz do Bispo
- São Mamede de Infesta (cidade de São Mamede de Infesta)
- Senhora da Hora (vila da Senhora da Hora)


Velha rua de Matosinhos

Etnografia

Matosinhos é uma terra recente para os padrões portugueses e, por isso não tem aspectos muito particulares, sendo influenciada pela cidade do Porto. Incorpora tradições piscatórias do litoral Norte, em especial das comunidades piscatórias da Póvoa do Varzim e Vila do Conde, e também tradições rurais das terras da Maia. A principal festa é o Senhor de Matosinhos, cuja origem está numa antiga lenda em que um ícone apareceu na praia.

Economia

O Porto de LeixõesMatosinhos foi até recentemente um município fortemente industrializado, que tem vindo a dedicar-se ao sector terciário e ainda mantém petrolíferas, herança do auge industrial. As suas industrias de relevo são a petroquímica, as indústrias alimentares e conserveiras, os têxteis e material eléctrico. É ainda uma cidade com uma grande actividade piscatória.


Porto de Leixões

É também nesta cidade, mais concretamente na freguesia de Leça da Palmeira, que se localiza a Exponor, o maior recinto de feiras empresariais do país. Possuiu as mais importantes portas do Grande Porto: o Porto de Leixões, o maior porto artificial de Portugal, construído nos finais do século XIX.

Demografia

População do concelho de Matosinhos (1801 – 2006)




Igreja do Senhor Bom Jesus de Matosinhos — templo de exemplar linguagem barroca setecentista, cujo traço é da autoria do arquitecto italiano Nicolau Nasoni.

- Padrão do Bom Jesus de Matosinhos — padrão setecentista constituído por um cruzeiro de granito é monumento nacional.



- Mosteiro de Leça do Balio — monumento nacional reconstruído no século XIV e restaurado recentemente. O mosteiro possui uma igreja gótica que conserva elementos românicos.

- Cruzeiro manuelino — monumento nacional localizado em Leça do Balio construído em pedra de Ançã.


Cruzeiro manuelino

- Complexo fabril romano de salga e transformação de pescado — monumento nacional constituído por 23 tanques cavados nos penedos da praia de Angeiras, que servia, durante a época romana, para a salga de peixe e preparação de garum.

Personalidades
Álvaro Siza Vieira nasce em Matosinhos, a 25 de Junho de 1933.
Florbela Espanca muda-se para Matosinhos, em Junho de 1919 e suicida-se em 1930.

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Romy

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MensagemAssunto: Em 1 de Outubro de 331 a.C.   Qua Out 01, 2008 1:12 am

A 1 de Outubro de 331 a.C., acontecia a Batalha de Gaugamela.


Batalha de Gaugamela

A Batalha de Gaugamela (ou Batalha de Gaugamelos), travada em 331 a.C., foi uma batalha decisiva, onde Alexandre III da Macedônia derrotou Dario III da Pérsia. A batalha também é erroneamente chamada de Batalha de Arbela.

Após a tomada de Tiro

Depois que Alexandre tomou e destruiu Tiro, decidiu refundá-la com uma população fenícia e mantê-la em segurança por um comandante grego, encarregado da região. Alexandre planejara com antecedência um esplêndido festival com sacrifícios a Héracles, competições de atletismo e de artes. Era a ocasião de celebrar o domínio do mar, por ele e gregos. Os reis de Chipre equiparam e treinaram os coros para os jogos, vieram actores de Atenas e os juizes da competição dramática eram os principais generais macedónios. Um actor ,a quem Alexandre era devotado, não obteve o primeiro prémio, ele disse que teria dado parte de seu reino para que fosse de outra forma, mas mesmo assim aceitou o veredicto. Comovia-se profundamente com a música da lira; quando um tocador favorito foi morto em batalha ao lado dele, dedicou-lhe em Delfos uma estátua de bronze, com uma lira e uma lança nas mãos. O navio estatal de Atenas e provavelmente os de outros estados gregos vieram ao festival, tanto para cumprimentar Alexandre, como para fazer suas solicitações.

Alexandre permaneceu na Fenícia e na Síria por, pelo menos, três meses. Durante esse tempo, as colheitas eram armazenadas e os suprimentos eram depositados no caminho para duas pontes, que havia mandado construir no Eufrates. Fez algumas mudanças no serviço administrativo. O sátrapa da Síria, por exemplo, foi substituído, porque havia deixado de colectar os suprimentos necessários. Os judeus da Samaria rebelaram-se e queimaram vivo o sátrapa daquela região. Alexandre executou os responsáveis, expulsou a população e fez de Samaria uma cidade mista, como Gerasa.


Mesopotâmia

Provavelmente, esperava que Dario trouxesse O seu exército para a outra margem do Eufrates, para uma batalha decisiva, caso em que os suprimentos de Alexandre estariam bem à mão. Quando ficou óbvio que Dario lutaria na Mesopotâmia, Alexandre decidiu avançar, no final de julho de 331 a.C.. Mais ou menos na mesma época, Antípatro enviou da Macedônia os reforços que haviam sido pedidos e Alexandre ordenou que uma frota de navios de guerra macedónios, gregos, cipriotas e fenícios, navegasse em direção ao Peloponeso, onde se relatava um perigo de levantamento, de apoio a Esparta.

Do outro lado do Eufrates, um comandante persa, Mazeu, com 3 mil cavaleiros, 2 mil mercenários gregos e outros infantes, mantinha uma posição defensiva. Mas ante o avanço de Alexandre, retirou para a principal estrada persa ao longo do Eufrates, provavelmente na esperança de que Alexandre o perseguiria e ficasse sem suprimentos. Alexandre terminou as duas pontes, atravessou-as com suas tropas e suprimentos e esperou alguns dias, talvez na tentativa de iludir Mazeu a respeito de suas intenções.

A travessia do Rio Tigre

Alexandre marchou então em direção ao norte, ao longo das montanhas arménias, para encontrar pasto para os cavalos, usar suprimentos locais e evitar o grande calor, pois tinha de alimentar cerca de 47 mil homens e talvez 20 mil cavalos e mulas. Os dois exércitos ficaram completamente sem contacto um com o outro, por aproximadamente seis semanas, durante as quais os macedónios fizeram incursões pela Arménia. Alexandre foi o primeiro a capturar alguns opositores, que revelaram que o plano de Dario era dominar o rio Tigre. "Alexandre foi apressadamente para o Tigre", cruzou suas águas caudalosas num ponto sem defesas, pois estava num ponto do rio bem mais alto do que Dario esperava. Enquanto o exército aguardava os suprimentos, houve um eclipse lunar em 20 de setembro de 331 a.C. e Alexandre restaurou a confiança sacrificando aos deuses que causam os eclipses — a Lua, o Sol e a Terra — e Aristandro anunciou, que o eclipse pressagiava a vitória sobre a Pérsia no mês actual.


Alexandre

Movendo-se para o sul, em meio a regiões férteis, Alexandre capturou alguns cavaleiros persas e soube que Dario estava em posição de prontidão não muito longe dali. Fez uma pausa de quatro dias "para descansar seus homens", fortificou um acampamento base com um fosso e uma paliçada e colocou ali os doentes e os suprimentos.

Os batedores de Alexandre relataram que o exército de Dario estava a quilómetros de distância, do outro lado das montanhas baixas. Para evitar o calor, Alexandre partiu durante a noite com seu exército, pronto para entrar em acção, cruzou as montanhas e, ao romper da aurora, mandou o exército parar, ao ver o inimigo pronto para a batalha, a cerca de cinco quilômetros de distância na planície. Já havia discutido o seu avanço com alguns comandantes. Nesse momento, consultou todos eles. A maioria aconselhou-o a iniciar o combate imediatamente, mas "o conselho de Parménio prevaleceu": fazer um reconhecimento cuidadoso. Feito isso, Alexandre reuniu novamente os comandantes, exortou-os a lutar "pelo domínio de toda a Ásia" e insistiu na importância de se obedecer às ordens imediatamente, com precisão e em silêncio. Montaram um acampamento para os animais de carga, que traziam suprimentos, como cevada, para as montarias da cavalaria. O exército fez sua refeição nocturna e as unidades dormiram na posição, que assumiriam para a batalha. Por volta do meio-dia, Alexandre iniciou a marcha para a planície.


Arriano

Dario reunira em suas unidades étnicas os melhores cavaleiros do império, da Capadócia ao Paquistão, e os Sacas de além da fronteira. Armara algumas unidades com lança e espada, mas a maioria lutaria da maneira tradicional, com arcos, dardos e cimitarras. "Dizia-se", escreveu Arriano, que eram em número de 40 mil. Havia 15 elefantes indianos, mas foram deixados no acampamento, provavelmente porque apenas os cavalos indianos eram treinados para lutar ao lado de elefantes. A sua infantaria de elite consistia em cerca de seis mil mercenários gregos e mil guardas persas. Outros soldados de infantaria apoiavam as unidades de cavalaria, ou formavam uma reserva geral. O número mais baixo estimado para a infantaria é de 400 mil homens, sem dúvida um valor exagerado. Dario também tinha uma nova arma, "o carro com lâminas", que tinha lâminas em forma de navalha atadas às rodas, ao chassis e ao timão.

Calculava que um ataque de 200 desses carros, de dois e quatro cavalos, desmantelaria a formação da falange e exporia os piqueiros ao combate corpo-a-corpo, no qual o pique estorvaria mais do que ajudaria.

Dario foi o primeiro a atingir o campo de batalha que desejava, uma faixa plana de pasto e lavoura. Limpou três trilhas para os carros com lâminas e enterrou estrepes (cravos) nalguns lugares, para mutilar os cavalos do inimigo. Ao saber que Alexandre deixara o acampamento base à noite (em 29 de Setembro), Dario organizou seu exército para o combate e o manteve em armas, para o caso de Alexandre atacar na alvorada ou logo após. O enorme exército permaneceu em posição de batalha, por todo o dia 30 de Setembro, pela a noite seguinte e até o meio-dia de 10 de Outubro, enquanto o exército macedónio descansou um dia e dormiu uma noite no acampamento.


Batalha%20de%20Gaugamela

Em 12 de outubro, Dario estava preso a seu terreno preparado. O centro da sua linha consistia, da frente à rectaguarda, em 50 carros com lâminas, quatro unidades étnicas (duas de cavalaria, duas provavelmente de infantaria), a guarda da cavalaria real, Dario em seu carro, flanqueado por toda a cavalaria de elite e finalmente, uma segunda linha de infantaria. O lado direito, na mesma ordem, começava com 50 carros com lâminas, seguidos por nove unidades étnicas de cavalaria, algumas apoiadas por infantes de sua raça e, no fundo, parte de uma segunda linha de infantaria. Na extrema direita, havia um grupo avançado das suas unidades étnicas de cavalaria. O lado direito da linha tinha cem carros com lâminas, cinco unidades étnicas de cavalaria com infantaria de apoio de sua própria raça, e na extrema direita, um grupo avançado de duas unidades étnicas de cavalaria (bactrianos e citas). A segunda linha de infantaria,no fundo, apoiava apenas uma unidade étnica de cavalaria. Dario esperava que Alexandre fizesse um ataque frontal com uma linha paralela à dele, que o ataque dos carros desmantelasse a falange de infantaria, e que o número muito superior de sua excelente cavalaria não apenas flanqueasse a linha mais curta de Alexandre como também atacasse pelas brechas abertas pelos carros com lâminas. Era um bom plano, mas apenas se Alexandre fizesse seu ataque de acordo com as esperanças de Dario.


Disposição inicial e início dos movimentos

O exército de Alexandre moveu-se na planície com perfeita precisão, como em um terreno de parada. No início, a linha era paralela à de Dario e avançava de frente para a direita e parte do centro persa, mas, num momento predeterminado, fazia uma inclinação para a direita e avançava em direcção à linha de frente direita, em formação oblíqua, a ala direita avançada e a esquerda retardada.

Dario viu que o exército de Alexandre se movia agora para longe da trilha preparada para os carros. Ordenou portanto aos bactrianos e citas, que atacassem o flanco direito de Alexandre e interrompessem o movimento. Mas Alexandre contra-atacou com esquadrão após esquadrão, todos em formação em cunha, e nesse meio-tempo continuava a avançar a vanguarda direita. Dario mandou seus carros com lâminas ao ataque antes que fosse tarde demais. Mas eles mostraram-se ineficazes, pois, de acordo com as ordens que receberam, os macedónios abriram as fileiras para deixá-los passar; os lançadores de dardos agriães e os trácios atingiram condutores e cavalos com seus dardos e as tropas fizeram um tremendo barulho que assustou os cavalos dos carros, fazendo-os sair da rota.


Rio Tigre

Nesse momento, a disposição das forças de Alexandre tornou-se importante. À frente e no flanco de sua direita avançada, ele tinha os agriães, os lançadores de dardos trácios, os arqueiros macedônicos e "a infantaria mercenária grega veterana" — alguns deles lidavam com os carros com lâminas — e esquadrões de cavalaria, sendo a cavalaria dos mercenários gregos, os peónios e os lanceiros — estes fizeram o contra-ataque da forma que vimos. A linha contínua consistia, da direita para a esquerda, em Alexandre à frente dos esquadrões dos cavalriros acompanhantes, a Guarda Hipaspista, os outros hipaspistas, as seis brigadas de falangistas e a cavalaria grega, cuja ala era dominada pelos tessalianos. À esquerda, havia uma guarda de flanco que consistia na cavalaria mercenária grega à frente; em seguida, alguns cavaleiros gregos, a cavalaria odrisiana e a trácia; e para apoiá-los, lançadores de dardos e arqueiros cretenses. Por trás da falange principal, marchava uma segunda falange com o mesmo comprimento, consistindo na infantaria mercenária grega, na infantaria ilíria e na infantaria trácia. Essa segunda falange deveria fazer meia-volta caso a cavalaria persa viesse pela rectaguarda.

Enquanto os carros com lâminas faziam seu ataque, Dario ordenou um avanço geral e, ao mesmo tempo, enviou alguns cavaleiros persas, para apoiar os bactrianos e citas derrotados. Ordenou que a última unidade de sua guarda de flanco, os 600 lanceiros, atacassem a cavalaria persa, no ponto em que ela saía da linha principal. Quando os lanceiros atacaram e criaram uma brecha, Alexandre girou sua linha 90 graus para a esquerda, formou ali uma "cunha dos cavaleiros acompanhantes e da infantaria" (hipaspistas), carregou com um retumbante grito de batalha através da brecha e girou para a esquerda, "na direção do próprio Dario". Na feroz luta, as longas lanças dos cavaleiros acompanhantes e os piques em riste dos hipaspistas levaram a melhor e, quando se aproximaram, Dario entrou em pânico e fugiu. O impetuoso ataque da cunha de Alexandre havia sido feito no momento em que a cavalaria da direita persa obrigava o lado esquerdo da falange macedónia a parar. Uma brecha surgiu inevitavelmente entre esse lado da falange e as brigadas que avançavam alinhadas com a cunha de Alexandre.


O ataque decisivo de Alexandre

sA brecha foi explorada pela cavalaria indiana e persa. Mas, em vez de voltar e atacar, cavalgaram até ao acampamento, guardado apenas por uma pequena força de trácios. Parte da segunda linha da falange, que parara, fez meia-volta "conforme lhe foi ordenado" e derrotou o inimigo no acampamento. Mas toda a ala esquerda, que estava sob o comando de Parménio, era duramente pressionada, por ataques vindos de todos os lados. Um pedido de ajuda chegou a Alexandre. Embora ele deva ter ficado tentado a perseguir Dario, que fugira, virou os esquadrões da cavalaria acompanhante para a esquerda e abriu caminho através da cavalaria do centro direito persa, que se encontrou com ele de frente, em formação. Sessenta acompanhantes caíram. "Mas Alexandre derrotou esses inimigos também." Estava prestes a atacar a cavalaria da extrema direita, quando ela se desmantelou e fugiu sob os brilhantes ataques dos esquadrões tessalianos. Todo o imenso exército estava agora em fuga.

Alexandre e os acompanhantes encabeçaram a perseguição, seguidos pelas tropas de Parménio. O objectivo era derrubar a moral da cavalaria inimiga. Ao escurecer, Alexandre acampou até a meia-noite. Nesse meio tempo, Parménio capturava o acampamento persa. Em seguida, Alexandre prosseguiu com a perseguição até Arbela, onde capturou o tesouro e as posses de Dario. A perseguição de mais de 110 quilómetros custou a vida de cem homens e mil cavalos, mas as baixas do inimigo asseguravam que Dario nunca mais reuniria um exército imperial. Em Arbela, Alexandre fez sacrifícios de agradecimento aos deuses e distribuiu recompensas. Foi aclamado "rei da Ásia" pelos macedónios, que no calor da vitória, se comprometeram a conquistar toda a Ásia para o seu rei. Ele próprio proclamou o seu triunfo numa oferenda a Atena Lindia, de Rodes, com suas próprias palavras: "O rei Alexandre, tendo dominado Dario em batalha e tornado-se o senhor da Ásia, fez sacrifício a Atena de Lindus, de acordo com um oráculo". Ele via a derrota da Pérsia como um preliminar para a conquista de toda a Ásia.

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Efemérides
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