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 India

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MensagemAssunto: India   Dom Nov 30, 2008 9:42 pm

A Night of Terror in Mumbai



Coordinated terrorist attacks struck the heart of Mumbai, India's commercial capital, on Wednesday night,
killing dozens in machine-gun and grenade assaults on at least two five-star hotels, the city's largest train station,
a movie theater and a hospital. Left, a man injured in one of the attacks
.

Photo: Associated Press



Several high-ranking law enforcement officials, including the chief of the antiterrorism squad
and a commissioner of police, were reported killed. Left, police officers responded to the attacks.

Photo: Punit Paranjpe/Reuters



The site of an explosion near the airport. Even by the standards of terrorism in India,
which has suffered a rising number of terrorist attacks this year, the assaults were particularly brazen and drastically
different in scale and execution

Photo: European Pressphoto Agency



Police officers inspected a car after they shot dead two suspects late Wednesday night.
Photo: Associated Press


A policeman walked with an elderly man after one attack at a railway station.
Unlike previous attacks in India this year, which consisted of anonymously planted bombs, the assailants on Wednesday night
were spectacularly well-armed and very confrontational.

Photo: Reuters


Rescue workers carried a victim toward an ambulance near the site of an attack
in the Colaba area of the city.

Photo: Indranil Mukherjee/Agence France-Presse -- Getty Images



A victim of a gun attack was treated at the St. George's hospital.
Photo: Rajanish Kakade/Associated Press




Hours after the assaults began, the landmark Taj Mahal Palace & Tower Hotel,
next to the famed Gateway of India, was in flames. Guests banged on the windows of the upper floors
as firefighters worked to rescue them.

Photo: Gautam Singh/Associated Press


A foreign tourist broke down after being rescued safely from the
Taj Mahal Palace and Tower Hotel following an attack on Wednesday night.

Photo: Associated Press



Firefighters rescued C. Rich Diffenderffer on Thursday. The top floor of the Taj Mahal Palace
and Tower Hotel continued to burn on Thursday morning.

Photo: Michael Rubenstein for The New York Times[/centrar]


The New York Times

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MensagemAssunto: Taj hostages rescued; NSG ops in full swing at Trident   Dom Nov 30, 2008 9:45 pm

Taj hostages rescued; NSG ops in full swing at Trident


Mumbai : Commandos on Thursday stormed two luxury hotels -Taj and Trident (Oberoi)- to end the overnight siege laid by the unspecified number of heavily-armed terrorists even as the death toll in the synchronised attacks at 10 places across the city rose to 101, including nine foreigners.

The commando action triggered intense gun-fights and loud explosions at the two hotels where over 100 people are held hostage or trapped.

The operation at Trident was being carried out very
carefully to ensure there were no civilian casualties


The terrorists are believed to have come to Mumbai by a ship 'M V Alpha' and the Coast Guard launched a hunt for the vessel, pressing two aircraft, choppers into service.

Five terrorists have been killed in the operations that commenced late Wednesday night soon after targeted a railway station, three five-star hotels, a popular restaurant and a Jewish centre.

There were reports that 10 to 12 terrorists were holed up in Oberoi and they had made ransom demands. However, the Government ruled out any negotiations, with Director General of Police A N Roy asserting that ‘either we will kill them or nab them alive’.
Mumbai looked like a war zone as sharp shooters of army, NSG and other security forces stormed the landmark hotels to overwhelm the terrorists holed out there after several residents were rescued in the wee hours.

Raging fire and plumes of black smoke were seen billowing from the central dome of the century-old heritage Taj hotel opposite the Gateway of India as firemen struggled to douse them.

Loud explosions, punctuated by gun-fire, could be heard at regular intervals through the day as commandos took on the terrorists.

Indian Express
Posted: Nov 27, 2008 at 1558 hrs IST (GMT +5:30 hours)

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MensagemAssunto: Seis turistas portugueses fugiram e estão em segurança   Dom Nov 30, 2008 9:52 pm

Terrorismo na Índia
Seis turistas portugueses fugiram e estão em segurança

Afinal são seis os portugueses que conseguiram fugir do Hotel Taj Mahal, onde estavam instalados. O grupo está a salvo noutra unidade hoteleira de Bombaim.


AP
Os seis portugueses que estavam
instalados no Hotel Taj Mahal fugiram
com a ajuda dos bombeiros



O secretário de Estado das Comunidades, António Braga, disse hoje que são seis os turistas portugueses que conseguiram fugir do Hotel Taj Mahal, em Bombaim, atacado quarta-feira, e estão em segurança, numa outra unidade hoteleira.

"São seis portugueses mais um cidadão italiano, marido de uma portuguesa, que estavam no Royal Taj Mahal que não ficaram reféns, tendo sido retirados pelos bombeiros locais, encontrando-se agora em segurança num outro local", disse António Braga, corrigindo a informação anterior de que seriam cinco os portugueses.

De acordo com o secretário de Estado das Comunidades Portugueses, os portugueses aguardam apenas que os novos documentos fiquem prontos para que se possa tratar do seu regresso.

"Estamos a investigar junto das autoridades locais se existem mais portugueses a necessitar de auxílio", garantiu António Braga, salientando que a situação dos portugueses em Bombaim está a ser acompanhada pelo cônsul honorário de Portugal naquela cidade e ainda pelas estruturas consulares e diplomáticas em Goa e Nova Deli.

A Secretaria de Estado exortou, entretanto, os portugueses a não viajarem para a região.

Mais de 100 pessoas foram mortas e várias centenas ficaram feridas em Bombaim, capital económica da Índia, nos ataques de quarta-feira à noite cometidos por homens munidos de armas automáticas e granadas, que tinham essencialmente como alvo hotéis de luxo da cidade.

Os ataques foram reivindicados por um grupo islamita que se apresenta como os Mujaedines do Deccan.


10:31 | Quinta-feira, 27 de Nov de 2008
Expresso

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MensagemAssunto: Cavaco Silva expressa "enérgica condenação e repúdio"   Dom Nov 30, 2008 9:56 pm

Índia: Cavaco Silva expressa "enérgica condenação e repúdio" por ataques terroristas e envia condolências

Lisboa, 27 Nov (Lusa) - O Presidente da República português, Cavaco Silva, enviou hoje uma mensagem de condolências à sua homóloga da Índia, Pratibha Patil, onde expressa a "mais enérgica condenação e repúdio" pelos actos terroristas em Bombaim.


Foi com profundo choque e consternação que tomei conhecimento dos hediondos actos terroristas perpetrados em Mumbai, os quais merecem a nossa mais enérgica condenação e repúdio", refere o chefe de Estado, na mensagem enviada à Presidente da República da Índia.

Mais de 100 pessoas foram mortas e várias centenas ficaram feridas em Bombaim, capital económica da Índia, nos ataques de quarta-feira à noite cometidos por homens munidos de armas automáticas e granadas, que tinham essencialmente como alvo hotéis de luxo da cidade.

"Estamos perante uma acção cobarde que não faz senão reforçar a nossa determinação na erradicação do terrorismo e na construção de um mundo de paz, liberdade e tolerância, assente num diálogo estreito entre culturas e civilizações", salienta Cavaco Silva.

Na mensagem, o Presidente português expressa ainda, em seu nome do povo português, sentimentos de "profundo pesar e solidariedade".

Os ataques foram reivindicados por um grupo islamita que se apresenta como os Mujaedines do Deccan.

SMA/DD.

Lusa/fim
Expresso
11:31 | Quinta-feira, 27 de Nov de 2008

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MensagemAssunto: Atentados indicam mudança de tática de extremistas   Dom Nov 30, 2008 10:02 pm

Análise: Atentados na Índia indicam mudança de tática de extremistas

Gordon Corera
Da BBC News 27 de novembro, 2008

A Índia e Mumbai já foram vítimas de atentados antes, mas a nova série de ataques contra alvos múltiplos da cidade marca uma mudança de direção significativa.

Em ataques anteriores, explosivos foram deixados em locais públicos, como mercados e trens. Esses atentados, muitas vezes, provocaram a morte de muitas pessoas, com quase 200 mortos em 2006.

Mas os ataques de Mumbai são diferentes tanto em relação ao método usado como à sua escala, com grupos de homens bem armados envolvidos em ataques sincronizados. Além disso, os responsáveis estavam claramente preparados para morrer nos ataques.

Outra grande diferença é o fato de que, desta vez, hotéis e restaurantes usados por estrangeiros foram alvos e pessoas com passaportes britânicos e americanos foram especialmente identificadas nos ataques.


Leia mais na BBC Brasil: Repórter da BBC relata o que viu em Mumbai

Isso indica uma grande mudança de estratégia por um grupo já existente ou a influência de grupos de fora do país, talvez até mesmo da Al-Qaeda, cujo estilo de ataque é semelhante.

Autoria

Um grupo que se apresentou como Deccan Mujahideen, reivindicou a autoria dos ataques, mas muito pouco se sabe sobre a organização.

Os homens que realizaram os ataques tinham aparência do sul da Ásia e, segundo relatos, falavam hindi, indicando que são originários da Índia.

Ataques realizados nos últimos anos apontaram a existência de vários grupos no país, especialmente o Mujahideen Indiano - que teria ameaçado atacar Mumbai em setembro, alegando que muçulmanos estavam sendo vítimas de abuso.

As autoridades apontam o dedo para o Movimento de Estudantes Islâmicos da Índia e sugerem que outros grupos como o Mujahideen Indiano são simplesmente uma fachada para a organização, clandestina no país.

Alguns ataques também foram atribuídos a um grupo conhecido como Lashkar-e-Toiba que a Índia diz ter o apoio da agência de inteligência do Paquistão.

Impacto

Se a Índia realmente apontar o dedo para o Paquistão, isso pode ter implicações diplomáticas sérias, mas parece menos provável que o governo indiano responsabilize os paquistaneses agora tão rapidamente como ocorria no passado, quando as relações entre os dois países eram mais frágeis.

Em dezembro de 2001, um ataque contra o Parlamento indiano quase provocou uma guerra entre os dois países.

O quadro caótico se tornou ainda mais confuso recentemente devido a alegações de que grupos nacionalistas hindus também têm se envolvido em atentados.

A crescente onda de ataques, especialmente neste ano, representa grandes problemas para as autoridades indianas.

Além de ter de localizar os envolvidos nos ataques que conseguiram escapar, as autoridades locais e nacionais também terão de lidar com a questão da confiança do público diante da situação.

Depois de ataques anteriores, Mumbai se recuperou rapidamente, e a vida voltou aos poucos ao normal, mas os novos atentados podem ter um impacto diferente, e isso também para os que visitam a cidade.

(*) Corruptela de Boa Baía, nome dado no século XVI pelos portugueses, anglicanizado para Bombay pelos ingleses ao tomarem possessão um século mais tarde em resultado do dote que Carlos II da Inglaterra recebeu para casar com a feiona princesa portuguesa Catarina de Bragança em 1661. Que mãos largas eram os reis portugueses

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MensagemAssunto: O terrorismo   Dom Nov 30, 2008 10:12 pm

O Terrorismo Islâmico entregou a carta a Barack Obama em Mumbai, com uma mensagem clara:
“The Change We Don’t Need”

Em campanha em DANVILLE, Virginia, no dia 24 de Outubro, Joe Biden explicou o que quis dizer quando, numa acção de angariação de fundos, declarou que Obama seria testado, nos primeiros 6 meses do ano... Aí está um do primeiros teste a Obama.

Quem esperava que o Terrorismo Islâmico desaparecesse com a eleição de Obama, vai ter de esperar uma larga temporada. O Terrorismo Islâmico não tem uma pátria no sentido clássico do termo, não tem ministério dos negócios estrangeiros, não tem diplomatas, nem sequer tem endereço. Como diabo alguém alguma vez pensou que tudo isto se esclarecesse com a eleição de Obama? Que os objectivos da Al-Qaeda e de todos os grupelhos afiliados por ela motivados caducassem com a eleição de Obama?

Santa ingenuidade, para não dizer santa ignorância...

Hoje foram entrevistados várias personalidades Muçulmanas e todas garantiram a pés juntos que o Terrorismo Islâmico não é Islâmico, que o Corão reprova terrorismo e a matança de civis! São hipócritas, todos eles terão lido Milestone de Syed Qubt

http://www.youtube.com/watch?v=wBiPGx_-ey4

onde tudo se torna muito claro:

A contribuição fundamental de Syed Qubt foi a de redefinir o ideal de Jihad (Guerra Santa). De facto o entendimento tradicional dos princípios Islâmicos de Jihad (luta) no seu sentido militar era o de uma guerra defensiva contra os infiéis.

Syed Qutb contra-argumentou que a Jihad não era apenas uma guerra defensiva, mas que também podia ser uma guerra contra inimigos internos – incluindo o Estado -, se este perdesse a legitimidade Islâmica.

No seu livro “Milestone” Syed Qutb escreve:
Para Qutb o Islão era a liberdade e a sociedade islâmica era a sociedade civil, que tem prioridade sobre o governo (Estado Islâmico). E elaborou:

"Esta Din (fé) é a declaração universal da libertação do homem da escravatura imposta por outros homens (governos seculares) e dos seus desejos, que também é uma forma de servidão. O seu propósito (declaração universal da libertação do homem) +e libertar todas as pessoas que desejam ver-se livres da escravatura dos homens (governos seculares) de modo que possam servir a Allah e só a Ele”. (Milestones, p. 47)

E continuou:

“Se insistirmos em definir Jihad como um movimento defensivo, então devemos mudar o significado da palavra “defesa” para “defesa do homem” contra todas asquelas força que limitam a sua liberdade (Milestome, p. 50)

Syed Qutb acreditava que tirania só podia ser minada através de activismo e o uso da força. E argumentou:
“Quando se não tem liberdade, então passa a ser a obrigação dos Muçulmanos desencadearem uma guerra através de pregação e iniciarem movimentos activistas para restaurar a liberdade, e atingir duramente todos os poderes políticos que forçam as pessoas a baixar-se sob a sua vontade e autoridade, desafiando os mandamentos de Deus, e negam às pessoas a liberdade de ouvir a mensagem do Islão ou de aceitá-lo mesmo quando eles o desejam”. (Milestones, p. 49)

Algums Muçulmanos lêem Qubt e sentem-se motivados a usar violência contra os seus regimes e o Ocidente que, na sua percepção, vêem como tirânicos.

Para bom entendedor... Todo e qualquer país com governo secular é inimigo dos discípulos de Syed Qutb, onde a Al-Qaeda e seus afiliados se enquadram.

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MensagemAssunto: Policia encerra cerco a hotel em Mumbai   Dom Nov 30, 2008 10:18 pm

BBC - 29 de Novembro, 2008

Polícia encerra cerco a hotel em Mumbai

Forças de segurança indianas tomaram o controle, neste sábado, do hotel Taj Mahal Palace, em Mumbai, onde extremistas resistiam após os ataques da última quarta-feira.

Autoridades indianas afirmam que pelo menos 195 pessoas teriam sido mortas nos atentados.

O comissário de polícia de Mumbai, Hassan Gafoor, afirmou que "todas as operações foram finalizadas e os militantes mortos".

Segundo informações, pelo menos três militantes teriam sido mortos na operação deste sábado, dando fim a um cerco que já durava quase três dias.

Desde quinta-feira, as forças indianas cercavam o Taj Mahal Palace. Temia-se que os extremistas que estavam no lugar estivessem mantendo reféns. Cerca de trinta corpos haviam sido encontrados no saguão do hotel na sexta-feira.

Logo após o anúncio, os policiais começaram uma revista em toda a área do hotel para se certificar de que o local estava sob controle e que nenhum militante estava escondido no prédio.

Antes de o hotel ser controlado, novas explosões e tiros foram ouvidos na manhã deste sábado e um incêndio começou em parte do prédio.

Investigação

O governo da Índia investiga possíveis falhas no serviço de inteligência do país que permitiram que o ataque em Mumbai tenha ocorrrido.

Segundo o correspondente da BBC em Nova Déli, David Loyn, o governo está sendo pressionado para descobrir o que aconteceu para impedir que um atentado dessa proporção volte a atingir a Índia.

O primeiro-ministro indiano, Manmohan Singh, se reuniu neste sábado com chefes do serviço de inteligência e das Forças Armadas do país para discutir os ataques.

O premiê já havia afirmado que acredita que os responsáveis são "de fora do país".

O governo do Paquistão, que nega qualquer envolvimento com os ataques, também convocou uma reunião de emergência depois do anúncio de que a polícia indiana havia assumido o controle do hotel Taj Mahal Palace.

Autoridades paquistanesas ofereceram apoio e afirmaram que irão cooperar integralmente com os investigadores indianos.

A oferta de ajuda foi feita depois de o ministro das Relações Exteriores da Índia, Pranab Mukherjee, ter declarado que há indícios de que paquistaneses poderiam estar envolvidos nos ataques.


Leia mais: Ataques prejudicam relações entre Índia e Paquistão

Além disso, o Paquistão suspendeu a decisão de enviar à Índia o diretor-geral do serviço de inteligência do país. Em uma declaração neste sábado, o governo anunciou que enviará um representante do serviço, mas não da chefia.

Os Estados Unidos também enviaram especialistas do FBI para auxiliar nas investigações.

Na Grã-Bretanha, as autoridades estão investigando rumores de que cidadãos britânicos de descendência paquistanesa poderiam estar entre os responsáveis pelos atentados em Mumbai.

Centro judaico

Na manhã de sexta-feira, forças de segurança invadiram um centro judaico onde extremistas também mantinham prisioneiros.

Seis reféns foram encontrados mortos dentro do Centro Nariman, entre eles o rabino que dirigia o local, Gavriel Noach Holzberg, e sua mulher. Informações dão conta de que dois extremistas teriam sido mortos na ação.

Horas da ação, uma mulher e uma criança saíram do local, mas ainda não está claro se elas foram libertadas pelos militantes ou se conseguiram escapar.

A criança foi identificada como o filho de dois anos de idade do rabino.

Oberoi

Os ataques coordenados em Mumbai, realizados em sete locais diferentes, deixaram pelo menos 195 mortos e mais de 300 feridos.

Usando armas automáticas e granadas, os extremistas atacaram, além do hotel e do centro judaico, um outro hotel, a principal estação ferroviária da cidade, um hospital e um restaurante freqüentado por turistas.

Na noite de sexta-feira (horário local), as forças indianas tomaram o controle do hotel Oberoi Trident, onde até o dia anterior os extremistas ainda mantinham reféns.

O chefe de segurança do país, J.K. Ditt., disse que forças especiais invadiram o hotel e mataram dois militantes. A polícia encontrou 24 corpos no hotel, pouco depois de libertar 93 pessoas lá detidas, entre hóspedes e funcionários.

Vítimas

Pelo menos 18 estrangeiros morreram nos ataques, incluindo vítimas da Alemanha, Japão, Canadá, Austrália, Itália, Cingapura e Grã-Bretanha.

Foi confirmada nesta sexta-feira a morte de um casal de franceses e de dois norte-americanos que estavam no hotel Oberoi Trident.

Antes, na quinta-feira, o Departamento de Estado dos EUA havia confirmado que um total de cinco norte-americanos estava entre os mortos. Outros estariam desaparecidos.


Leia mais: Repórter da BBC relata o que viu em Mumbai

Não há informações sobre a presença de brasileiros entre as vítimas ou entre as pessoas mantidas como reféns segundo o vice-cônsul do Brasil em Mumbai, Chateaubriand Chapot Neto.

"Entramos em contato com as administrações dos dois hotéis e eles afirmaram que não havia nenhum brasileiro registrado lá no dia dos ataques. Também não recebemos notícias de que brasileiros possam estar entre as vítimas ou reféns”, disse Chapot à BBC Brasil na sexta-feira.

Conexão islâmica

Além do Brasil, vários governos estrangeiros lamentaram os ataques e manifestaram disposição em ajudar o governo indiano.

Relatos de testemunhas sugerem que os homens armados estavam buscando hóspedes dos hotéis com passaportes britânico ou americano.

O analista da BBC para assuntos de segurança, Frank Gardner, diz que, se esses relatos se confirmarem, pode haver uma conexão islâmica nos ataques.

Um grupo previamente desconhecido, que se apresentou como Mujahideen do Deccan, reivindicou a autoria dos ataques.

Gardner afirma que um outro grupo pode ter se apresentado com esse nome ou que a reivindicação da autoria pode ser um truque.

Nos últimos meses, diversas cidades indianas foram alvo de ataques a bomba que deixaram dezenas de mortos. A polícia relacionou a maioria dos ataques a militantes islâmicos, mas extremistas hindus também foram presos.

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MensagemAssunto: Communities Mourn Americans Killed in India   Dom Nov 30, 2008 10:22 pm

http://www.youtube.com/watch?v=SEWMLqDnHxA

Communities Mourn Americans Killed in India

A New York rabbi and his wife were slain in a Jewish center that they ran in Mumbai, India. And a Virginia man and his teenage daughter were killed in a separate terrorist attack, which injured two women from Tennessee.

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MensagemAssunto: Houve actos de heroísmo no meio do terror total   Dom Nov 30, 2008 10:27 pm

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Houve actos de heroísmo no meio do terror total

LUÍS NAVES

Índia. A polícia indiana conseguiu ontem eliminar a resistência dos três últimos terroristas islâmicos, após 60 horas de combates. Na quarta-feira, a maior cidade da Índia (e a mais importante em termos económicos) foi abalada por um ataque terrorista de rara violência, que fez 195 mortos e 295 feridos

Bombaim volta ao normal e chora os seus mortos

Empregados do hotel Taj Mahal Palace serviram de escudos humanos e tentaram proteger os clientes com o próprio corpo. Alguns morreram, ao enfrentarem desarmados as balas dos terroristas. Os sobreviventes que contam esta história de heroísmo dizem que os trabalhadores do hotel podem ter salvo dezenas de vidas. O ataque provocou 195 mortos, dos quais 27 estrangeiros, e 295 feridos.

O episódio dos empregados que sacrificaram a própria vida é apenas um dos numerosos relatos de horror e sacrifício que resultam dos três terríveis dias de combates. A polícia indiana usou comandos de elite, mas só ontem garantiu a segurança, abatendo os três últimos terroristas que ainda estavam refugiados dentro do gigantesco hotel Taj Mahal.

Na quarta-feira, eram 17.00 em Lisboa, um grupo com cerca de duas dezenas e meia de homens fortemente armados atacou vários alvos em Bombaim, incluindo hotéis de luxo, um centro judaico, um restaurante e a principal gare ferroviária. A acção foi reivindicada por um grupo islâmico, os Mujaedine do Decão, e as autoridades indianas dizem que os atacantes eram paquistaneses.

A suspeita está a afectar as relações com o Paquistão, cujo Presidente, Asif Ali Zardari, apelou para que a Índia tenha uma reacção "moderada". Zardari prometeu agir, caso se confirme que os terroristas vinham do seu país.

A teoria da origem paquistanesa dos atacantes foi apoiada por uma fonte dos serviços secretos americanos, citada pela AFP, que atribuiu os ataques de Bombaim ao grupo extremista Lashkar-e-Taiba. Esta é uma organização radical originária de Caxemira, zona indiana disputada pelo Paquistão e onde existe uma insurreição armada de inspiração islâmica. A mesma fonte baseia a sua tese na forma como decorreu a operação, mas outros especialistas apontam o dedo à própria rede Al-Qaeda.

A acção terrorista mereceu condenação internacional unânime. Os EUA já prometeram todo o apoio à Índia e o presidente eleito americano, Barack Obama, falou ao telefone com o primeiro-ministro indiano, Manmohan Singh.

Os terroristas prepararam bem a operação e sabe-se que durante um mês alguns se fizeram passar por estudantes malaios, pormenor que aumenta o espaço possível de origem dos militantes. Sabe-se que tinham uma logística complexa, incluindo armas e comida.

Os alvos estavam devidamente estudados, o que explica a forma como a polícia indiana foi inicialmente incapaz de impedir a sua progressão. Os diferentes tiroteios foram simultâneos, indiscriminados e muito violentos, tendo permitido a tomada de reféns. Alguns atacantes chegaram a Bombaim em barcos insufláveis, sugerindo a hipótese de um navio de maior porte, ainda ao largo.

Ontem, decorriam os funerais das vítimas e o macabro processo de identificação dos cadáveres.

In DN

Embarassed

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MensagemAssunto: Tensão entre Índia e Paquistão preocupa EUA   Qui Dez 04, 2008 12:52 pm

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Tensão entre Índia e Paquistão preocupa EUA



LUÍS NAVES

Bombaim. Efeitos dos atentados islâmicos

A secretária de Estado norte-americana, Condoleezza Rice, chegou ontem a Nova Deli para tentar arrefecer a crescente tensão política entre Índia e Paquistão. O conflito surge na sequência dos atentados de Bombaim, que provocaram quase 200 mortos e cuja autoria os indianos atribuem a elementos paquistaneses.

Rice pediu a Islamabad para que "coopere de forma transparente" com a investigação sobre os atentados. A Nova Deli, a chefe da diplomacia americana pediu que aceite a cooperação paquistanesa.

Entretanto, o chefe do Estado-maior americano, almirante Michael Mullen, o militar mais graduado dos EUA, chegou à capital paquistanesa, onde pediu às autoridades para participarem na investigação sobre o grupo terrorista envolvido. Os serviços de informação culpam Lashkar-e-Taiba, organização de Caxemira, com possíveis laços com a Al-Qaeda.

Os efeitos dos atentados ainda se fazem sentir em Bombaim, o centro financeiro da Índia. Na estação ferroviária atacada pelos militantes radicais, a polícia desactivou ontem vários engenhos explosivos, deixados na confusão de sacos e bagagens abandonados pela multidão em fuga. Só nesta estação, o tiroteio entre os islamitas e a polícia provocou 58 mortos. Os terroristas dispararam ao acaso, para atingirem o máximo de pessoas. As histórias dos sobreviventes vão sendo conhecidas. Muitos falam em horas de terror, escondidos no escuro, sabendo que os islamitas andavam por perto, em busca de vítimas. Alguns turistas foram salvos por indianos ou fingiram estar mortos. Há relatos de atacantes a dispararem sobre feridos.

Outro elemento importante é o facto dos atacantes terem usado tecnologia que lhes deu vantagem táctica durante a complexa operação: aparelhos de GPS, telemóveis sofisticados e simples televisões nos quartos de hotéis foram utilizados para conseguir alguma vantagem em relação à polícia. A operação estava bem planeada e foi executada de forma impiedosa. Apenas um dos terroristas sobreviveu, um jovem paquistanês, mas a resistência do grupo durou 60 horas. O governo indiano está sob fortes críticas por não ter agido de forma mais eficaz.|

In DN


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MensagemAssunto: Em rota de colisão   Dom Dez 07, 2008 6:38 pm

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Os atentados islamitas de Bombaim colocaram Paquistão e Índia, duas nações nucleares, em rota de colisão. A opinião pública nos dois países está a incendiar-se. No último dia dos atentados, a liderança paquistanesa pensou que ia ser atacada pela Índia.

A diplomacia americana deitou água na fervura, mas os problemas não desaparecem. Não desaparece o terrorismo islâmico, que esteve perto de atingir o seu objectivo de provocar uma guerra de proporções catastróficas. Também não desaparece Caxemira. O território de maioria muçulmana onde o grupo que atacou Bombaim tem a sua causa.

O Paquistão é uma democracia frágil, liderada por um presidente civil, Asif Ali Zardari (viúvo de Benazir Bhutto), detestado pelos militares. Estes têm a obsessão da Caxemira, por isso Islamabad foi construída na fronteira norte. O exército está sob pressão americana para actuar contra os talibãs, para ajudar contra a Al-Qaeda. Mas a sua estratégia sempre foi a do Norte. Finalmente, este conflito surge na pior altura, durante a transição entre administrações americanas. Pode levar meses antes de o Presidente eleito, Barack Obama, ter a sua máquina política a funcionar.

In DN (Editorial)

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MensagemAssunto: Bombaim produz ventos de ameaça   Dom Dez 07, 2008 11:15 pm

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Bombaim produz ventos de ameaça



LUÍS NAVES

Índia-Paquistão. Cresce a hostilidade entre os dois países, com Nova Deli a exigir a prisão dos cabecilhas do Lashkar-e-Taiba e Islamabad a pedir provas da autoria dos ataques

A polícia indiana prendeu em Calcutá dois homens suspeitos de estarem ligados ao atentado terrorista de Bombaim, que na semana passada provocou 162 mortos e quase 300 feridos. Segundo dizem as autoridades, um dos indivíduos tem ligações a Caxemira. A investigação dos ataques está aliás a revelar detalhes embaraçosos para o Paquistão, e a relação entre Nova Deli e Islamabad continua a degradar-se, com americanos e britânicos muito activos na mediação do conflito.

Na Índia, instalou-se um clima de pânico. Ontem, perto de Bombaim, foi desactivado um engenho explosivo que teria destruído um centro de idosos e nos aeroportos a segurança foi reforçada, devido a rumores de ataques iminentes. O jornal paquistanês de língua inglesa Dawn publicou entretanto a notícia de um incidente que quase pôs Paquistão e Índia em guerra, nas horas finais do atentado islamita.

Segundo conta o jornal (e a informação foi confirmada por fontes diplomáticas ocidentais), alguém telefonou ao presidente paquistanês, Asif Ali Zardari, fazendo-se passar pelo ministro dos Negócios Estrangeiros indiano, Pranab Mukherjee.

Os dois tinham falado nesse dia e não foram efectuados todos os procedimentos de segurança. O tom do suposto dirigente indiano era tão agressivo que o presidente ordenou um alerta. No momento crucial da tensão entre os dois países, houve aviões armados no ar. O telefonema era falso e desconhece-se de onde veio.

Os indianos culpam pelo atentado de Bombaim uma organização extremista islâmica, Lashkar-e-Taiba (Exército dos Puros), que nega a sua implicação, mas cujo braço político actua no Paquistão. Há informações que apontam para uma ligação entre este grupo e a secreta paquistanesa (ISI).

O Governo paquistanês nega qualquer ligação aos atentados e pede provas concretas aos indianos. Zardari ofereceu-se para cooperar com a Índia, mas só nos próximos dias será visível se Islamabad vai reprimir os meios radicais e entregar à Índia todos os suspeitos. O conflito surge numa altura crítica, de transição entre duas administrações americanas, processo que costuma durar meses.

As acusações indianas produziram uma onda de emoção patriótica na Índia, mas também no Paquistão. Até chefes talibãs se ofereceram para ajudar na resistência paquistanesa. Um deles ofereceu 500 "mártires" para se fazerem explodir na Índia. Ao longo da sua história, o Paquistão foi quase sempre controlado por governos militares e os períodos civis foram curtos.

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MensagemAssunto: Paquistão recusa entregar prisioneiros   Qua Dez 10, 2008 6:35 pm

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Paquistão recusa entregar prisioneiros

LUÍS NAVES

Terrorismo. Em busca dos autores do ataque de Bombaim

Islamabad diz estar pronto para guerra, mas prendeu vários suspeitos

O Paquistão está pronto para uma possível guerra com a Índia e não tenciona entregar suspeitos de bombismo ao seu país vizinho, afirmaram ontem altos responsáveis paquistaneses. Islamabad confirmou, entretanto, a prisão de Zaki ur-Rehman Lakhvi, que os indianos dizem ser o organizador dos violentos atentados de Bombaim, no final do mês passado. Estes ataques islamitas provocaram a morte de 171 pessoas e quase levaram o Paquistão e a Índia a um conflito directo.

O ministro dos Negócios Estrangeiros paquistanês, Shah Mahmood Qureshi, explicou ontem que o seu país não tenciona entregar os suspeitos capturados, os quais serão julgados no próprio Paquistão, de acordo com "a lei do país".

Os indianos apresentaram uma lista de suspeitos, actualizada com novos nomes e os jornais têm referido rumores de uma eventual operação militar da Índia contra campos de treino de terroristas na parte paquistanesa do disputado território de Caxemira.

Foi um destes campos que o Paquistão desmantelou no domingo, após uma semana de forte pressão americana.

Até agora foram detidos 16 suspeitos, incluindo Lakhvi, um alto dirigente do Lashkar-e-Taiba, e que o único sobrevivente dos atentados de Bombaim, Ajmal Kasav, identificou como o homem que planeou a acção. O campo de treino desmantelado e onde foi preso Lakhvi era gerido pelo braço político do Lashkar-e-Taiba (Exército dos Puros), uma organização denominada Jamiat-ud-Dawa, que nega ter qualquer relação com a Lashkar.

Os militares paquistaneses já prometeram desmantelar outros grupos extremistas ligados ao terrorismo de inspiração islâmica e que se movem com relativa facilidade no país.


In DN


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MensagemAssunto: India quer destronar Magalhães com PC a 15 €   Sab Fev 07, 2009 10:03 pm

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India quer destronar Magalhães com PC a 15 €



A Índia prepara-se para lançar um computador portátil por um preço que não ultrapassará os 20 dólares (pouco mais de 15 euros).

Nos próximos seis meses, a Índia vai comercializar um computador portátil para as escolas pelo preço de 20 dólares, revela o jornal "Financial Times", na sua edição de hoje. O protótipo do portátil Sakshat será apresentado, amanhã, num evento sobre a Missão Nacional para a Educação, em Tirupati, no Estado indiano de Andhra Pradesh.

Desenvolvido por cientistas indianos no Instituto de Tecnologia de Vellore, no Instituto de Ciência de Bangalore, no Instituto Indiano de Tecnologia de Madras e numa empresa estatal de semi-condutores, este computador terá uma capacidade de dois Gb de memória RAM e ligações sem fios (wireless).

De acordo com a mesma fonte, o projecto está a ser apoiado pelo Governo indiano, no âmbito de um plano para implementar o e-learning em mais de 18 mil liceus e 400 universidades. No entanto, alguns analistas mostram-se cépticos relativamente à viabilidade comercial de um computador vendido por 20 dólares e à capacidade do projecto para atrair um parceiro.

Vendido por 20 dólares, o 'Sakshat' poderá destronar o 'Magalhães', gratuito apenas para os alunos do 1.º escalão da acção social em Portugal e vendido por 20 euros aos alunos do 2.º escalão, ou por 50 euros aos restantes alunos. Na rede comercial, o seu preço mínimo é de 200 euros.

In EXpresso

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MensagemAssunto: Encontrado avião da força aérea indiana   Qua Jun 10, 2009 11:33 pm

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Encontrado avião da força aérea indiana (act.)



Aeronave desapareceu enquanto sobrevoava o espaço aéreo que faz fronteira com a China

Já foi encontrado o avião militar que desapareceu, ontem, enquanto sobrevoava o espaço aéreo que faz fronteira com a China.

As autoridades indianas encontraram a aeronave na localidade de Tato, a cerca de 80 kms da fronteira chinesa. O avião caiu num região de difícil acesso, o que vai dificultar o resgate dos 13 militares que estavam a bordo.

Ranjit Shau, porta-voz da Força Aérea indiana referiu que sete das vítimas são militares da força aérea e os restantes são soldados do exército.

Ainda não se sabem as causas do incidente.

In Msn Notícias

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MensagemAssunto: Fragata Portuguesa foi golpe de sorte para Indianos   Seg Jun 15, 2009 10:18 pm

Fragata Portuguesa foi golpe de sorte para Indianos

Hoje às 16:36

http://www.tsf.pt/paginainicial/AudioeVideo.aspx?content_id=1263

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MensagemAssunto: Índia rejeita pedido albanês de trasladação de restos mortais de Madre Teresa   Dom Out 18, 2009 3:04 pm

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Índia rejeita pedido albanês de trasladação de restos mortais de Madre Teresa

Ontem às 23:14

A recusa de um pedido de trasladação dos restos mortais de Madre Teresa de Calcutá está a motivar uma disputa diplomática entre a Albânia, de onde os pais da benfeitora eram naturais, e a Índia, onde foi enterrada.

Segundo a agência francesa AFP, a Albânia tem feito esforços desde 2002 para conseguir os restos mortais da freira católica, falecida em 1997, a fim de os colocar junto aos da mãe e da irmã, em Tirana, antes do centésimo aniversário do seu nascimento, a assinalar em 2010.

O objectivo é também inaugurar um museu para homenagear a chamada "santa dos pobres".

Este mês, o primeiro-ministro albanês, Sali Berisha, reiterou o sonho de conseguir a trasladação do corpo, alegando que Madre Teresa sentiu muito a falta da mãe e da irmã durante toda a vida.

«Ela disse-me que rezava todos os dias pela família e pelo país dela. É por isso que penso que ambos os governos deveriam falar sobre isto e encontrar uma solução», disse o responsável, citado pelo site da CNN na Internet.

A estação televisiva refere, no entanto, que a Índia, onde Madre Teresa desenvolveu o seu trabalho, já rejeitou a possibilidade de os restos mortais serem levados de Calcutá. «Madre Teresa era uma cidadã da Índia», referiu o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros indiano.

«Ela construiu um forte laço com a Índia. Pessoas de todos os grupos religiosos daqui consideram-na uma inalienável parte [do país] e, portanto, queremos muito que os seus retos mortais estejam na Índia», acrescentou o porta-voz da Conferência Indiana de Bispos Católicos.

In TSF

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MensagemAssunto: "Independência foi libertação para os ingleses, que se livraram de nós".   Qua Jan 20, 2010 10:00 pm

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Tara Gandhi falou com humor dos problemas do seu país: "Independência foi libertação para os ingleses, que se livraram de nós".


Uma pequena multidão juntou-se ontem na Fundação Gulbenkian, em Lisboa, para assistir à conferência da neta do Mahatma Gandhi, Tara Gandhi, que deveria falar sobre o avô, a Índia e o mundo.

Não é todos os dias que se pode ouvir uma pessoa que conheceu pessoalmente alguém tão famoso capaz de explicar os detalhes mais finos das ideias do fundador da Índia moderna.

Tara Gandhi falou sobretudo sobre o conceito de não-violência e o fosso ideológico (talvez até lógico) que separa Oriente e Ocidente. A mensagem foi sobretudo ecológica, de que o "serviço da sociedade" implica sobretudo a "atenção a outros seres humanos".

Talvez não tenha sido fácil, para os presentes, aceitar tão bem a ideia do lado tenebroso da industrialização: uma máquina que faça mil peças num minuto tira o trabalho a milhares, no fundo o conceito na base de uma das revoluções de Gandhi, de que cada pessoa deve poder fabricar as próprias roupas.

Entre grandes protestos de humildade, a conferência da neta de Gandhi teve momentos com observações notáveis, por exemplo, quando Tara lembrou algo de chocante em todas as línguas, a forma como usamos os nomes de animais para insultar outras pessoas, os animais que usamos para "alimento, prazer, investigação".

A conferência de ontem foi a primeira de uma série que a Fundação Gulbenkian pretende organizar este ano, para discutir os temas do mundo. O público, talvez mais de mil pessoas, não cabia no auditório, enchia outras duas salas e ainda o átrio, com muita gente sentada na escadaria. Talvez mais de mil pessoas e muitos sorrisos na audiência.

Tara Gandhi lembrou uma conversa (não percebi quem era o interlocutor); alguém fazia a esse homem uma pergunta difícil: "qual é o oposto do amor?"; Tara pensou que a resposta seria "o ódio", mas foi surpreendida por uma resposta plena de sabedoria: "o oposto do amor é o medo".

Talvez fosse o próprio Gandhi o autor da resposta. Tara tinha 14 anos quando o avô foi assassinado, na mesma instituição, Smiriti, que o Estado indiano transformou num museu à memória do grande activista da liberdade e de que a sua neta, actualmente, é a vice- -presidente.

In DN

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MensagemAssunto: Índia teme atentado iminente   Sab Jan 23, 2010 6:06 pm

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Índia teme atentado iminente

Hoje


Os aeroportos indianos foram colocados ontem em alerta máximo, pois as autoridades temem um atentado de grupos islâmicos próximos da Al-Qaeda ou do grupo radical Lashkar-e-Taiba.

Este último, com raízes no Paquistão, foi responsável pelos ataques de Bombaim, em Novembro de 2008, e que provocaram a morte a 174 pessoas.

O alerta surgiu nas vésperas do feriado de 26 de Janeiro, que comemora o dia da República. As medidas de reforço da segurança incluem a vistoria das bagagens e dos passageiros, além da colocação de agentes no interior de certos aviões. As precauções estendem-se a alguns países vizinhos.

A justificação para o reforço da segurança nos aeroportos tem a ver com a suspeita de atentado iminente contra uma companhia indiana, possivelmente num voo internacional. A imprensa indiana noticiou que este alerta está relacionado com a detenção, há uma semana, de um militante suspeito de pertencer a uma organização terrorista chamada Harkat-ul-Jihad al-Islami, activa no leste do país. A Índia teme a repetição de um incidente de 1999, quando um avião comercial foi desviado por radicais islâmicos. A libertação dos 167 reféns só foi possível após Nova Deli ter libertado quatro militantes presos.

A pressão dos grupos radicais tem consequências políticas, afectando as relações entre Índia e Paquistão. Os indianos dizem que os paquistaneses não estão a fazer o suficiente para impedir a acção dos fundamentalistas no seu território. Anteontem, o secretário da defesa americano, Robert Gates, avisou Islamabad de que se houvesse um novo atentado como o de Bombaim, a Índia poderia não mostrar a contenção que exibiu em 2008. L. N.

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MensagemAssunto: Nove mortos e mais de 40 feridos num atentado em Pune   Sab Fev 13, 2010 10:21 pm

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Nove mortos e mais de 40 feridos num atentado em Pune

por Lusa
Hoje


Pelo menos nove pessoas, incluindo um estrangeiro, morreram hoje e 45 ficaram feridas num atentado na cidade de Pune, a cerca de cem quilómetros de Bombaim, anunciaram o governo e a polícia do Estado de Maharashtra.

A explosão ocorreu cerca das 18:30h locais (13:00h em Lisboa) num pequeno restaurante frequentado pela população local e por turistas, o "German Bakery", localizado nas proximidades do "Chabad House", um centro cultural e religioso gerido por judeus ortodoxos do movimento Loubavitch.

Segundo os media locais, numerosos cidadãos estrangeiros estão entre as vítimas mortais e o balanço pode vir a agravar-se.

"Temos nove mortos e 45 feridos", indicou Satyapal Singh, um responsável da polícia local.


Adeptos do movimento Loubavitch já tinham sido alvo do atentado de Bombaim de Novembro de 2008.

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MensagemAssunto: 24 polícias mortos em ataque de rebeldes maoistas   Ter Fev 16, 2010 5:09 pm

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24 polícias mortos em ataque de rebeldes maoistas


por LusaHoje


Pelo menos 24 polícias foram mortos, na segunda feira à noite, num ataque atribuído a rebeldes maoistas contra instalações militares no leste da Índia, segundo um novo balanço hoje divulgado.

Duas dezenas de rebeldes dispararam contra polícias e lançaram granadas, cujas explosões provocaram incêndios em instalações utilizadas pela polícia em Slida, distrito de Midnapore, no Estado de Bengala Ocidental.

Sete polícias foram também hospitalizados por terem sofrido queimaduras ou sido atingidos a tiro. De acordo com a polícia, na altura do ataque estavam na base cerca de uma centenas de agentes e elementos das forças de segurança.

Este foi o ataque mais mortífero atribuído aos rebeldes maoistas desde julho de 2009, quando foram mortos 30 polícias em duas emboscadas no Estado vizinho de Chhattisgarh.

Ainda de acordo com a polícia, o ataque foi uma reação dos rebeldes às operações das forças de segurança indianas para desalojar os rebeldes dos seus bastiões.

Atos de violência atribuídos aos maoistas causaram mais de 600 mortos no ano passado, quando o Governo indiano proibiu qualquer actividade deste movimento, oficialmente designado como terrorista.

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MensagemAssunto: Índia e Paquistão apostam no regresso ao diálogo   Sex Fev 26, 2010 4:14 pm

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Índia e Paquistão apostam no regresso ao diálogo

por LUMENA RAPOSO
Hoje

Representantes diplomáticos reunidos em Nova Deli. EUA encorajaram reunião

Nirupama Rao, secretária dos Assuntos Externos indiana, recebeu ontem em Nova Deli o seu homólogo paquistanês, Salman Bashir. Foi o primeiro encontro oficial entre representantes das duas potências nucleares rivais do Sul da Ásia, após o atentado por um comando paquistanês que, em Novembro de 2008, fez 166 mortos e 300 feridos na cidade indiana de Bombaim.

"Manterem-se em contacto" foi a promessa que os dois diplomatas fizeram no final do encontro, que durou três horas. As discussões da reunião não permitiram avanços concretos na solução dos problemas que dividem os dois países. Nem isso era esperado. Mas só por ter acontecido e sem ruptura, o encontro reveste-se de importância vital para a estabilidade da região.

Em conferência de imprensa conjunta, Rao disse que começaram a reunião "com o objectivo de lançar uma primeira etapa para a reconstrução da confiança e acredito que este encontro constituiu essa primeira etapa".

"Concordamos em mantermo-nos em contacto", sublinhou a responsável de Nova Deli, e explicou "não ser ainda o momento" para retomar em pleno o processo de paz, como deseja Islamabad. Após o atentado de Novembro de 2008, a Índia interrompeu o diálogo que iniciara em 2004 com o Paquistão.

Embora reconhecendo as medidas tomadas pelo Governo paquistanês para levar a tribunal os responsáveis pela carnificina de Bombaim, Rao insistiu que o seu país considera que o Paquistão não fez o suficiente "para desmantelar totalmente" a rede que esteve na origem do massacre de Bombaim.

Para Salman Bashir é "injusto e irrealista e, do nosso ponto de vista, contraprodutivo" continuar a referir os tais atentados, pois isso "trava o processo de relações alargadas entre os dois países". Face a esta declaração, presume-se que o terrorismo foi um dos temas do encontro. O outro terá sido Caxemira, o território que continua a ser disputado pelas duas potências.

Apelando ao relançamento de um diálogo de paz global - a que se opõem grupos políticos no Paquistão e na Índia -, Bashir lembrou que nenhum dos dois campos se pode dar ao luxo de abandonar a diplomacia e a ideia de um acordo. "Trata-se de uma região nuclearizada. É importante que a Índia e o Paquistão se comprometam numa série de questões", disse. E, num arroubo de orgulho: "Não estamos desesperados. Se a Índia precisa de mais tempo para reflectir nas modalidades do compromisso, nós estamos dispostos a esperar."

Os EUA ajudaram à reunião de Nova Deli: os vizinhos do Afeganistão, onde milhares de americanos lutam contra os talibãs, não podem continuar de costas voltadas.

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MensagemAssunto: Hotel atacado por islamitas reabre com segurança treinada em Israel   Dom Abr 25, 2010 8:54 pm

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Hotel atacado por islamitas reabre com segurança treinada em Israel

por ABEL COELHO DE MORAIS
Hoje


Além dos ataques de 2008, Bombaim fora já alvo de ataques mortíferos em 1993 e 2006.

A administração do Hotel Oberoi, em Bombaim, garante que a segurança é agora absoluta. Com mais de 50 seguranças, a maioria treinados em Israel, e cerca de 150 câmaras de vigilância que abrangem todos os pontos nevrálgicos das instalações.

Estas são condições indispensáveis para assegurar o sucesso do hotel ontem reaberto, após longas obras de restauro e renovação na sequência da série de ataques de terroristas islamitas em vários pontos da cidade, em Novembro de 2008.

Só no Oberoi, que os terroristas ocuparam durante três dias, morreram 32 pessoas, das quais dez eram elementos do pessoal. Este hotel de luxo, onde uma suite presidencial custa hoje cinco mil euros por noite, foi atacado a 26 de Novembro por um grupo de islamitas que avançou pelas esplanadas e pelo hall de entrada, disparando indiscriminadamente e lançando granadas. No total destas acções, que visaram ainda outros dois hotéis, o centro cultural judaico e a estação de comboios da cidade, morreram mais de 160 pessoas, além de dez dos membros do comando terrorista formado por militantes de uma organização paquistanesa associada à Al-Qaeda.

A remodelação do edifício, fortemente afectado por incêndios e com muitas das paredes marcadas pelas rajadas de metralhadora de atacantes e das forças de segurança indianas, ficou em mais de 30 milhões de euros. Ontem, uma vistosa faixa na entrada saudava os hóspedes à chegada: Welcome Back - Sejam Bem Vindos de Volta.

O hotel possui agora 287 quartos, menos 40 que anteriormente; em contrapartida, as suites passaram de 22 para 73 e passaram a existir duas suites presidenciais. Segundo um porta-voz do hotel estarão ocupados, para já, 37 quartos ao longo desta semana e os três restaurantes do Oberoi estavam com todas as reservas preenchidas para ontem e para hoje.

Os ataques de 26 a 29 de Novembro representaram uma das mais brutais acções terroristas em solo indiano - apenas ultrapassados pelos atentados de 12 de Março de 1993 e de 11 de Julho de 2006, sempre em Bombaim, que causaram respectivamente 257 e 209 mortos. Dos atacantes de 2008, só sobreviveu um indivíduo, a ser julgado. Foi ele que indicou directamente o envolvimento de islamitas paquistaneses.

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MensagemAssunto: Novo livro revela estranha vida sexual de Gandhi   Dom Maio 02, 2010 3:19 pm

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Novo livro revela estranha vida sexual de Gandhi

por LUÍS NAVES
Hoje


Obra está a provocar sensação, mas autor diz que entender a sexualidade do 'mahatma' é crucial para compreender a personalidade.

Passados 62 anos da sua morte, Mohandas K. Gandhi continua a fascinar os leitores em todo o mundo. Mas uma nova biografia do mahatma ("grande alma") está a causar sensação na Índia e Reino Unido, por abordar a sexualidade do fundador da Índia moderna.

Em inglês, o título do livro é Gandhi, Naked Ambition (Gandhi, Ambição Nua), mas a ideia do autor, o historiador Jad Adams, não foi a de contar episódios picantes da vida sexual do mahatma, mas tentar explicar a personalidade.

Gandhi casou aos 13 anos e sabe-se que a sua mulher, Kasturba, não era feliz. O ambicioso político fez um voto de castidade antes dos 30 anos e, afirma Adams, não há razões para duvidar que o voto foi cumprido. Obcecado com a pobreza, a roupa minimalista, o vegetarianismo e a abstinência sexual, o criador da política de não-violência fez experiências na área sexual que os seus contemporâneos acharam radicais. A tese do livro é a de que estas obsessões foram uma distracção do essencial.

Gandhi criou comunidades, ashram, onde havia separação entre homens e mulheres. As pessoas dedicavam-se totalmente ao projecto e uma das obrigações era a castidade, mesmo entre casais. Para provar a possibilidade de viver sem sexo, o próprio Gandhi submetia-se a estranhas experiências que chocaram os dirigentes do movimento independentista, incluindo Jawaharlal Nehru, o primeiro presidente da Índia. Gandhi dormia frequentemente nu ao lado de mulheres jovens ou com as mulheres de outros membros do ashram, os quais não podiam dormir com as própria mulheres (isso causou protestos).

Estas situações eram testes para Gandhi provar que o impulso sexual podia ser dominado, impulso esse que o mahatma considerava possuir tremenda força. Segundo explica Adams, citado no Times of India, Gandhi escreveu muito sobre sexo e tinha uma concepção de sexualidade que incluía apenas a penetração e não a mais complexa experiência erótica. Quem participava no movimento nacionalista, afirma o autor, "deviam viver em perfeita castidade, adoptar a pobreza, seguir a verdade e cultivar a coragem".

Segundo o historiador, em diferentes partes da vida, várias coisas obcecaram Gandhi: "Quando foi estudante em Londres, foi o vegetarianismo. Na África do Sul, os esforços para permanecer casto e a criação de comunidades ideais foram mais importantes para ele do que o seu trabalho com os comerciantes indianos".

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MensagemAssunto: Avião despenha-se na Índia com 166 pessoas a bordo   Sab Maio 22, 2010 3:02 pm

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Avião despenha-se na Índia com 166 pessoas a bordo

por Lusa
Hoje


Um avião da companhia aérea Air India proveniente do Dubai despenhou-se hoje quando tentava aterrar em Mangalore, no sul da Índia, provocando a morte da maioria das 166 pessoas que seguiam a bordo, anunciaram as autoridades.

Segundo a companhia aérea, pelo menos oito pessoas sobreviveram a este acidente, o mais grave na Índia nos últimos 10 anos.

O aparelho, um Boeing 737 da Air Índia Express, uma filial da companhia pública Air Índia, que transportava 160 passageiros e seis membros da tripulação, despenhou-se hoje cerca das 6:30 locais (2:00 em Lisboa) depois de ter saído da pista por razões não determinadas, segundo o chefe adjunto da polícia de Mangalore, R. Ramesh.

Testemunhas indicaram que o avião tocou no solo antes de ter dado uma guinada e de terminar o trajeto na vegetação.

O diretor dos recursos humanos da Air Índia declarou que pelo menos oito pessoas tinham sobrevivido ao acidente.

“Segundo as informações à nossa disposição, oito pessoas foram salvas e transportadas para hospitais de Mangalore para receberem tratamentos”, declarou Anup Shrivasta em declarações à imprensa em Bombaim.

Um sobrevivente do acidente, Uner Faroop, interrogado pela cadeia de televisão NDTV na cama do hospital, declarou ter ouvido um barulho ensurdecedor no momento em que o avião tocou no solo.

“O avião depois desviou da seu rumo indo direito às árvores e o fumo espalhou-se na cabine. Eu fiquei preso nos cabos mas consegui sair”, adiantou. “As minhas mãos, a minha cara e as minhas pernas estão queimadas”, adiantou, com a cabeça ligada.

O aeroporto de Bajpe/Mangalore está localizado a cerca de 20 quilómetros da cidade de Mangalore, que fica a cerca de 320 quilómetros de Bangalore, a capital do Estado de Karnataka.

Além deste aeroporto localizado numa zona elevada, ser considerado um dos mais complicados da Índia para as descolagens e aterragens, nos últimos dias registaram-se chuvas muito intensas no sul da Índia.

O ministro do Interior de Karnataka, V. S. Acharya, apelou à população local para cooperar no que lhe for pedido “neste momento de crise”, pedindo aos habitantes para não se aproximarem do local do acidente.

O chefe das autoridades aeroportuárias indianas, V. P. Agrawal, declarou que o piloto não tinha enviado qualquer pedido de ajuda que sugerisse um problema técnico do aparelho.

O último acidente de avião na Índia ocorreu a 17 de julho de 2000, quando um Boeing 737 da companhia indiana Alliance Air se despenhou num bairro residencial perto do aeroporto de Patna, leste. Do acidente resultaram 61 mortos.

O pior acidente aéreo na Índia ocorreu em 1996 quando dois aviões, um aparelho do Cazaquistão e um avião da linha saudita entraram em colisão em pleno voo perto de Nova Deli, provocando um total de 349 mortos.

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