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Romy

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MensagemAssunto: Diferentes variedades de alheira são «ofensa à cultura do povo»   Ter Nov 22, 2011 6:23 pm

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«Não lhe chamem alheira»
Trás-os-Montes



Diferentes variedades de alheira são «ofensa à cultura do povo»

A criação das diferentes variedades de alheiras no mercado é uma ofensa à cultura de um povo. São declarações do Grão-Mestre da Confraria de Gastrónomos e Enófilos de Trás-os-Montes e Alto Douro, proferidas durante o seminário sobre a alheira de Mirandela promovido pelo curso de guia-intérprete da Escola Superior de Comunicação, Administração e Turismo de Mirandela.

A alheira é um enchido produzido em toda a região de Trás-os-Montes e Alto Douro. Agora, o porquê de Mirandela ter tomado para si este enchido como bilhete de apresentação da cidade aqui e além fronteiras… António Monteiro, Grão-Mestre da Confraria de Gastrónomos e Enófilos de Trás-os-Montes e Alto Douro, a explicação é muito simples. Mirandela conseguiu levar a dianteira na divulgação do produto.

Quanto à criação das variedades de bacalhau ou vegetarianas, António Monteiro afirma que chamar a estes produtos alheira, é estar a ofender a cultura de um povo.

“Chamem-lhe aquilo que quiserem mas não lhe chamem alheira. Ninguém faz Vinho do Porto de Cidra”, diz. “Puxem pela cabeça, sejam cultos suficientemente e deixem-se dessa parvoíce, que é andar a apropriar-se daquilo que foi a construção de um povo por facilitismo autêntico”, sublinhou.

Este seminário sobre a alheira de Mirandela foi promovido pelos alunos do curso de guia-intérprete da Escola Superior de Administração, Comunicação e Turismo de Mirandela, que vêm neste enchido um potencial parceiro na divulgação da cidade e da região, tornando-se assim num pólo de atracção de turistas.

“É uma novidade para trazer turistas. Muitas lojas e comércios tradicionais já funcionam e Mirandela já ganha com a alheira.”

Sónia Carvalho e José Carlos Teixeira, produtores de alheiras de Mirandela, revelaram que o facto da alheira de Mirandela ter sido uma das 7 maravilhas da gastronomia portuguesa fez com que a procura tenha aumentado

“Já usamos o selo das Sete Maravilhas e as pessoas já as procuram”, dizem.

Os produtores de alheira presentes neste seminário, deram a conhecer os seus produtos através de provas de degustação.

Brigantia, 2011-11-22
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MensagemAssunto: À medida de um atleta    Dom Nov 27, 2011 5:35 pm

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À medida de um atleta
Trás-os-Montes




As castanhas têm das maiores concentrações «de substâncias com propriedades antioxidantes

São ideais para celíacos. Não contêm glúten e ainda por cima são ricas em vitaminas. As castanhas têm das maiores concentrações «de substâncias com propriedades antioxidantes, anticancerígenas, anti-inflamatórias e cardioprotectoras», refere Vítor Hugo Teixeira, especialista em composição dos alimentos, da Faculdade de Ciências da Nutrição e Alimentação da Universidade do Porto.

As vantagens nutricionais estão também na grande quantidade de hidratos de carbono, que torna este um fruto à medida dos «praticantes de exercício físico e atletas».

O nutricionista destaca ainda a presença de fibra: «Uma chávena de castanhas satisfaz cerca de 40% das necessidades diárias deste nutrimento». Isto contribui para a função intestinal, tal como a fermentação do amido da castanha.

Ainda que, de acordo com Vítor Hugo Teixeira, as castanhas sejam menos calóricas quando são cozidas, as assadas continuam a ser as preferidas.

Qualquer que seja a sua preparação, o corte tem sempre de ser feito, e não é só para as conseguir descascar melhor. O golpe na casca impede a castanha de rebentar no forno ou na panela.

Em Portugal, no século XVII, este fruto chegou a substituir o pão e as batatas, em especial, em Trás-os-Montes. Esta é, aliás, a zona que mais produz castanhas e onde cada ouriço chega a incluir três

Joana Andrade in SOL, 2011-11-27

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MensagemAssunto: 14ª Feira de Artesanato e Gastronomia de Vila Real   Qua Nov 30, 2011 2:28 pm

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1 a 4 de Dezembro
Vila Real



14ª Feira de Artesanato e Gastronomia de Vila Real

Vai decorrer, em Vila Real, a 14ª Feira de Artesanato e Gastronomia - FAG 2011 - no Pavilhão de Exposições da Nervir, entre os dias 1 e 4 de Dezembro.

A Nervir é a Associação Empresarial de Vila Real que tem mantido desde há largos anos esta iniciativa com o propósito de promoção e divulgação do artesanato e gastronomia da região transmontano-duriense e também de outras regiões do país.

O pavilhão conta com um espaço coberto de 1800 metros quadrados e, este ano, com um número de expositores que rondará os 100.

A primeira edição desta feira ocorreu em 1998. Este ano, segundo estimativa da organização, entre 9000 e 12000 pessoas visitarão este certame, o maior e mais importante da região.

O grupo de expositores será constituído por artesãos e associações de artesãos, comerciantes e entidades sem fins lucrativos. Uma boa parte dos artesãos executarão os seus trabalhos na feira, no seu próprio stand, exemplificando ao vivo o processo de construção das peças artesanais.

Horário da Feira:

1 Dez.: 15h00 às 22h00
2 Dez.: 12h00 às 24h00
3 Dez.: 12h00 às 24h00
4 Dez.: 12h00 às 20h00


, 2011-11-30
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MensagemAssunto: Serão os cogumelos benéficos para a obesidade?   Sab Dez 17, 2011 7:04 pm

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Serão os cogumelos benéficos para a obesidade?

por Lusa
Hoje


Cientistas espanhóis da província de La Rioja estão a tentar provar que o consumo de cogumelos e outros fungos cultivados é benéfico para evitar a obesidade e doenças associadas como a diabetes tipo 2.

Investigadores do Centro de Pesquisa Biomédica de La Rioja (CIBIR), dirigido pela especialista em tecido adiposo Patricia Pérez Matute, e do Centro Tecnológico de Investigação do Cogumelo (CTICH), começaram a investigar "in vitro" a influência de extractos de cogumelos no comportamento das células que compõem a gordura (adipócitos).

Segundo Pérez Matute, trata-se de impregnar os adipócitos com extratos de distintas espécies de cogumelos que se cultivam em La Rioja, previamente enriquecidas com um antioxidante, o selénio.

Os adipócitos foram retirados a pessoa com excesso de peso e a outras com peso normal, que vão servir de padrão de controlo para ver os efeitos que gera o extracto do cogumelo sobre o metabolismo da glicose, que se relaciona com a obesidade e doenças associadas à resistência da insulina como a diabetes tipo 2.

Pérez Matute explicou ainda que outro dos objectivos é observar as hormonas que os adipócitos produzem e a sua influência no controlo do peso e do apetite.

In DN

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MensagemAssunto: IPB vai formar operários da SousaCamp    Sab Jan 07, 2012 11:46 pm

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Protocolo IPB/Sousacamp
Bragança



IPB vai formar operários da SousaCamp

O Instituto Politécnico de Bragança (IPB) vai criar um Curso de Especialização Tecnológica (CET) na área da produção de cogumelos.Uma iniciativa que surge em parceria com a SousaCamp, uma empresa de Vila Flor, que se dedica à produção e comercialização destes fungos.

O objectivo é qualificar mão-de-obra, mas o projecto não se fica pelos CET’s.“Há um desejo da empresa de aumentar a sua capacidade de produção faltando para isso mão-de-obra qualificada.

Nesse sentido o IPB disponibilizou-se para qualificar essa mão-de-obra através de um Curso de Especialização Tecnológica em cogumelos” adianta o presidente do IPB.

Além disso “quer nos cursos de licenciatura, quer nos cursos de mestrado, em áreas relacionadas com a produção de cogumelos, vão ser introduzidas disciplinas opcionais que os alunos podem frequentar e serão acordadas com a empresa de acordo com as suas necessidades”.

Sobrinho Teixeira salienta que o Curso de Especialização Tecnológica não é exclusivo para os trabalhadores da empresa.“Não pode ser exclusivamente para os trabalhadores da empresa porque o instituto tem legislação a cumprir.

Por isso será aberto a trabalhadores da empresa mas também a estudantes fora da empresa que tenham o desejo de aprender nessa área e que no futuro possam vir a ser funcionários da empresa” refere.As disciplinas devem ser integradas nas licenciaturas e mestrados já em Fevereiro.O CET deverá arrancar no próximo ano lectivo.

“Na tabela de Curso de Especialização Tecnológica não há nada específico na área da produção de cogumelos. Por isso terá de ser criado ao nível do ponto de vista científico e pedagógico e proposto à Direcção-Geral do Ensino Superior que não tenho dúvidas que irá apresentar qualquer problema do ponto de vista da utilidade do curso” afirma convicto.

Ao nível das licenciaturas e mestrados “estamos a pensar introduzir algumas disciplinais opcionais no segundo semestre” adianta.
Para tal ainda vai ser assinado um protocolo entre as duas entidades.

Brigantia, 2012-01-06
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MensagemAssunto: Re: Informações   Sex Fev 10, 2012 3:13 pm

Cogumelos Silvestres

Sua importância e seudesempenho na natureza


Amanita rubescens

As palavras, cogumelo e fungo são, muitas vezes, utilizadas indiferentemente embora não tenham o mesmo significado. O cogumelo (cujotermo técnico é carpóforo) é apenas uma parte visível de um ser vivo muito maior e mais complexo designado por fungo e que, habitualmente, passa despercebido à nossa vista.

A função do cogumelo é produzir esporos que, depois de disseminados, irão germinar e produzir um novo fungo. O fungo vive debaixo da folhada
de um bosque, na casca ou nos troncos das árvores, na madeira apodrecida ou entre outras formas de matéria em decomposição.


Lactarius Deliciosus e Lepiota Procera

Quando existem condições ideais de humidade, temperatura e alimento, o micélio pode produzir novos cogumelos que, por sua vez, produzem
esporos. Nem todos os fungos produzemcogumelos.

Para sobreviver, os fungos necessitam deconsumir substâncias produzidas por outros seres vivos. Dependendo da forma como os
fungos obtêm essas substâncias, assim são designados por fungos saprófitos, fungos parasitas ou fungos simbióticos.


Boletus

Os fungos saprófitos desenvolvem-se sobre restos em decomposição. A sua existência é extremamente importante pois é devido a eles que a matéria orgânica é degradada e transformada em nutrientes aproveitáveis pelas plantas.

Os fungos parasitas obtêm o alimento que necessitam à custa de uma planta ou animal vivo, podendo causar a sua morte. Pertencem a este tipo, os fungos causadores da doença da tinta e do cancro do castanheiro.


Lactarius volemus, Poholibilis mutabilis, Russula vesca, Sarcodon imbricatus

Os fungos simbióticos vivem em parceria com a raiz de uma planta, formando uma associação designada por micorríza, altamente benéfica para ambos. As micorrízas são fundamentais para o bom desenvolvimento de muitas plantas.

Alguns cogumelos venenosos


Amanita Muscaria,Amanita pantherina,Amanita phalloides


Boletus satanas, Gyromitra esculenta, Lactarius torminosus

Curiosidades:


Boletus luteus, Paxillus atrotomentosus (cogumelos não comestíveis)



Paxillus Involutus (venenoso em cru)

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MensagemAssunto: Municípios criam rede nacional de rotas de vinhos   Sab Fev 11, 2012 4:55 pm

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14 rotas regionais existentes
Trás-os-Montes



Municípios criam rede nacional de rotas de vinhos

Autarquias produtoras de vinho querem aumentar a competitividade do enoturismo português, promovendo em conjunto no exterior as 14 rotas regionais existentes no País.

Reunida hoje em Alenquer, a Associação de Municípios Produtores de Vinho (AMPV) decidiu criar o Clube Rotas de Vinho para haver em Portugal “um turismo de vinho de qualidade, organizado, integrado e coordenado”, já que “só através deste modelo se poderá eficazmente aumentar a competitividade a partir da soma dos valores diferenciais de cada uma das rotas do vinho, que irão compor este Clube”.

O plano passa por promover o produto turístico \"Rotas do Vinho de Portugal\", que poderá vir a juntar as actuais 14 rotas do vinho – Alvarinho, Cister, do Porto, Trás-os-Montes, Verdes, Bairrada, Dão, Lisboa, Bucelas, Carcavelos e Colares, Tejo, Setúbal, Alentejo, Algarve e Açores –, embora neste momento só nove delas estejam a operar em pleno.

De acordo com o documento distribuído na reunião, a que o Negócios teve acesso, o “clube” irá organizar toda a oferta existente de enoturismo nas suas várias vertentes (hotéis, restaurantes, vinícolas, Agências de Viagens, bares de vinho, entre outros) e “incentivar o trabalho em parceria entre o sector público e privado para garantir aos turistas um serviço de qualidade, para tornar as rotas mais competitivas e assim poderem alcançar uma maior quota de mercado”.

Dirigido tanto a consumidores ocasionais, interessados e profissionais, o plano da AMPV prevê que o processo de adesão das diferentes rotas regionais ao Clube Rotas de Vinho decorra durante o segundo semestre de 2012.

Segundo os dados gerais do Turismo de Portugal, publicado em 2006, a procura primária na Europa pelo enoturismo era de 600 mil viagens internacionais por ano, o que correspondi a 0,25% das viagens de lazer realizadas para europeu. A previsão de crescimento anual apontava então para valores entre os 7% e os 12%.

Na mesma apresentação são apontadas vantagens para os territórios deste modelo integrado para a promoção das rotas: promove o desenvolvimento turístico sustentável, dinamiza as economias locais, promove a inversão da sazonalidade do turismo, melhora o índice de satisfação pela qualidade dos serviços oferecidos; oferece um produto de maior qualidade e mais competitivo. atrai investimentos para os territórios, promove novos oportunidades de negócio e promove a fixação da população no território.

Além do Clube Rota dos Vinhos, outra acção estratégica que saiu da reunião desta manhã dos autarcas foi a de operar um modelo de certificação de cada uma das rotas, sendo proposta a adesão a um “manual de boas práticas”.

António Larguesa - JN, 2012-02-10
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MensagemAssunto: Pepino   Sab Fev 11, 2012 6:23 pm

Pepino


Ideal para dias quentes

O pepino é uma Curcubitácea assim como as abóboras, o chuchu, a melancia e o melão. Originário da Índia, tem sido cultivado desde a Antiguidade na Ásia, África e Europa. Foi trazido para a América por Cristóvão Colombo.O pepino contém pequena quantidade de vitaminas A, C, B1, B2, e de sais minerais. É uma hortaliça refrescante, ideal para consumo em dias quentes.

COMO COMPRAR


Os frutos mais comumente encontrados no mercado brasileiro podem ser de três tipos:

1) pepino do tipo Aodai, com frutos verde-escuros e casca lisa;
2) pepino do tipo caipira, com frutos verde-claros, estrias brancas e casca lisa;
3) pepino do tipo japonês, com frutos verde-escuros brilhantes, mais finos e alongados que os anteriores, com reentrâncias na casca.

Para a produção de picles, a indústria utiliza variedade próprias para conserva.

Escolha os frutos com cuidado, para não danificá-los, pois os ferimentos e amassos prejudicam a qualidade e reduzem a durabilidde. Prefira frutos firmes e com casca brilhante. Frutos muito grandes, que já iniciaram o amadurecimento são recomendados, somente para consumo na forma refogada. Frutos muito pequenos são saborosos, mas murcham mais rapidamente.

O pepino pode ser comercializado já picado, embalado em sacos de plástico ou bandejas cobertas por filme de plástico. Compre somente quando esse produto estiver exposto em gôndolas refrigeradas, para garantir a sua adequada conservação, pois quando os frutos estão descascados e picados, a durabilidade é menor.
Os menores preços de pepino ocorrem de Outubro a Janeiro.

COMO CONSERVAR


O pepino estraga-se rapidamente, se mantido em condição ambiente.

Na geladeira, dentro de sacos de plástico perfurado, pode ser conservado até uma semana sem grandes alterações na cor, sabor e aparência. O pepino deve ser colocado na parte inferior do frigorífico.

Frutos consumidos crus, devem ser lavados em água corrente e higienizados com uma mistura de 1 litro de água filtrada e 1 colher de sopa de água sanitária. Deixe os frutos de molho por 30 minutos e enxague em seguida.

COMO CONSUMIR


Os pepinos são consumidos essencialmente crus ,na forma de saladas ou picles, mas também podem ser cozidos e recheados, em refogados, sopas quentes ou frias. Também é excelente para sanduíches de carne ou frango, juntamente com tomate e alface.
O pepino tipo Aodai deve ser consumido sem a casca, pois a é de difícil digestão.

DICAS

* Temperos que combinam com o pepino: vinagre, pimenta, limão, sal, azeite, orégão

* Para facilitar a digestão do pepino, recomenda-se mastigá-lo bem.

* O pepino batido no liquidificador com água e mel, serve para as mãos



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MensagemAssunto: Informações doces   Seg Fev 13, 2012 12:03 am

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Doçaria gourmet
Bragança


Pasteleiro de Bragança dá a provar ouriços de castanha em Nova Iorque

Um pasteleiro de Bragança apostou na castanha para a confeção de doçaria gourmet e foi a Nova Iorque dar a provar «ouriços de castanha», uma das suas criações, inspirada naquela que é considerada o petróleo transmontano.

Eurico Castro sonha seguir as pisadas da exportação que já coloca a castanha transmontana em diferentes partes do Mundo, embora ainda não tenha chegado a Nova Iorque, onde o pasteleiro de Bragança teve de calcorrear “dezenas de quilómetros a pé” para encontrar o fruto.

A visita à cosmopolita cidade norte-americana era de férias, mas levou na bagagem as requintadas caixas com que comercializa os pequenos bolos com um recheio de castanha, envolvidos por massa folhada com bicos a simbolizar os picos do invólucro natural da castanha.

O pasteleiro pensou que a cidade que alberga todos os povos e culturas era o sítio ideal para testar a recetividade às suas confeções.

Encontrou castanha, mas da Califórnia, no mercado de Chelsea, confecionou os “ouriços” e aventurou-se, com a companheira, pelas ruas de Nova Iorque à procura de quem quisesse experimentar novos paladares.

“É o faz-te à vida”, como diz Eurico e a “ideia alucinada” revelou-se uma “agradável surpresa”. Abriram-lhe as portas cinco pastelarias, entre as quais a famosa Swarosky, e os nova-iorquinos não tiveram qualquer resistência em provar o doce transmontano.

Empregados e clientes experimentaram os “ouriços”, como contou Rosário Bragada, a companheira, porém, não “identificaram o sabor”.

A castanha não é familiar a estes paladares, nem ao léxico, já que os portugueses tiveram dificuldade em encontrar uma palavra inglesa que levasse os destinatários a identificar a castanha.

As reações encorajaram o pasteleiro a pensar na possibilidade de lançar o negócio além-fronteiras.

A companheira não tem dúvidas de que a aposta na qualidade e apresentação do produto cativa, com a caixa em que é embalado a chamar as atenções e o conteúdo a não defraudar as expetativas.

Eurico Castro começou a apostar na castanha há três anos em resposta a um desafio lançado pela Câmara de Bragança no sentido de criar “um novo atrativo” para a feira Norcastanha, que há dez anos promove um dos principais produtos da região e que está a decorrer durante o fim de semana, na cidade.

Depois dos “ouriços”, veio o bolo-rei de castanha e está a lançar agora um salgadinho/crocante também de castanha.

Este bolo-rei custa “três vezes mais” que o tradicional. Confecciona três variedades diferentes do doce típico do Natal e nesta quadra vende “à volta de 500 de cada”.

Está “a tentar criar uma marca própria”, a “Sweet Gourmet by Eurico Castro”, com um logótipo associado à cidade de Bragança, em que sobressai a imagem do castelo.

O pasteleiro, de 38 anos, comercializa para já os produtos numa loja gourmet, num restaurante e numa empresa de catering, em Bragança, associadas à empresa mãe, a “Rota dos Sabores”.

Dentro de alguns dias vai a França apresentar os seus produtos em Pavillons sous Bois, uma localidade francesa geminada há vários anos com Bragança.


Lusa, 2011-10-29
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MensagemAssunto: Falta coordenar oferta do turismo gastronómico em Portugal   Ter Abr 24, 2012 2:03 pm

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Antropólogo sociocultural Xerardo
Vila Real



Falta coordenar oferta do turismo gastronómico em Portugal

O antropólogo sociocultural Xerardo Pereiro considera que, apesar de a gastronomia estar cada vez mais a afirmar-se como produto turístico em Portugal, falta coordenar e melhorar a oferta para atrair novos mercados.

Doutorado pela Universidade de Santiago de Compostela e investigador do Centro de Estudos Transdisciplinares para o Desenvolvimento da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD), o especialista disse à Lusa que as pessoas viajam cada vez mais à procura das produtos tradicionais e que a alimentação em si, e não apenas a gastronomia, tem \"muito a ganhar\" com esta tendência, já que há uma valorização da agricultura tradicional.

Com o escoamento dos produtos locais, o turismo alimentar ou gastronómico ajuda as pequenas produções, sobretudo no actual contexto de crise. \"Não podemos ter unidades hoteleiras e restaurantes a oferecerem alimentos vindos da China, quando em Portugal temos produtos de primeira qualidade\", salientou.

Xerardo Pereiro acredita que é necessário haver uma \"mudança de visão\" e reconhecer os alimentos como um negócio para dinamizar as economias locais, criar emprego e gerar riqueza. \"Os alimentos são um negócio com muitas possibilidades, uma potencialidade em crescimento e uma saída para a crise económica\", insistiu.

O antropólogo, que participou esta semana no 3.º ciclo de Conferências sobre Turismo da UTAD, em Chaves, lembrou que a alimentação é crescentemente um elemento central na escolha de destinos turísticos e que a relação entre alimentação e turismo é complexa e mutável.

O especialista ressalvou que hoje há novos segmentos de mercados turísticos que procuram novas vivências em torno da questão da comida, como, por exemplo, em zonas rurais. Por isso, o turismo gastronómico pode ser entendido como algo mais do que comida no prato.


CM, 2012-04-23
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MensagemAssunto: Azeite «Rosmaninho» recebe medalha de ouro em Pequim   Qua Maio 09, 2012 11:04 am

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Medalha de ouro e de bronze
Trás-os-Montes



Azeite «Rosmaninho» recebe medalha de ouro em Pequim

O azeite «Rosmaninho» da Cooperativa de Olivicultores de Valpaços ganhou uma medalha de ouro em Pequim.

Este azeite, com certificação DOP «Denominação de Origem Protegida» Azeite de Trás-os-Montes, é feito com três variedades de azeitonas, e também com amêndoas.

Para além do azeite \"Rosmaninho\", também o azeite \"Quinta de Vale do Conde\", do concelho de Mirandela, obteve uma medalha de bronze.

Ambos os azeites já foram distinguidos em concursos nos Estados Unidos da América, em Itália e em Espanha. No entanto, pela primeira vez o azeite DOP transmontano é distinguido no mercado asiático que poder ser muito importante, economicamente.

Na competição estavam os grandes produtores mundiais, mais de 20 países representados, mas o melhor de todos foi o Azeite Rosmaninho.

O setor do azeite é o segundo com maior peso económico em Trás-os-Montes, só sendo superado pelo do vinho. Cerca de 50% da produção nacional de azeitona de mesa e cerca de 35% do azeite produzido em Portugal é oriundo de Trás-os-Montes.

DV, 2012-05-09
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MensagemAssunto: Reginorde está suspensa    Qui Maio 31, 2012 10:30 am

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Reginorde está suspensa
Mirandela



«Entendemos que este ano devíamos fazer um período de reflexão»

Depois de 28 edições consecutivas, este ano a Reginorde (Feira das Actividades Económicas de Trás-os-Montes) não abre as portas.

A direcção da Associação Comercial e Industrial de Mirandela (ACIM), entidade organizadora do certame, optou por fazer uma paragem justificada com a preocupante conjuntura económica e com a necessidade de repensar o modelo a adoptar para o futuro para tornar o certame auto sustentável.

«Entendemos que este ano devíamos fazer um período de reflexão para pensarmos junto dos empresários qual será o modelo mais apropriado para alavancar o nosso tecido económico local», explica o presidente da ACIM, Jorge Morais.Jorge Morais revela ainda que nas últimas edições, a Reginorde deu prejuízo e que já não era uma mais-valia para o tecido empresarial local.

“As duas últimas edições acarretou elevados custos para a associação comercial e quem vem para se divertir e paga um euro ou dois para entrar não traz valor acrescentando à economia local, mas antes despesas para a associação e para a câmara municipal que depois não conseguimos custear”, salienta.

No entanto, esta decisão de parar com a Reginorde não parece estar a ser bem recebida pelos comerciantes e população local.

Brigantia, 2012-05-31
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MensagemAssunto: Morreu casal internado em Vila Real por consumo de cogumelos venenosos   Seg Out 29, 2012 4:29 pm

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Cogumelo que mais confusões gera
Peso da Régua



Morreu casal internado em Vila Real por consumo de cogumelos venenosos

O casal internado no Hospital de Vila Real por eventual ingestão de cogumelos venenosos morreu hoje, disse à agência Lusa o presidente da Junta de Poiares, Régua.

O casal, de 68 e 67 anos, estava internado em estado crítico na Unidade de Cuidados Intensivos do Centro Hospitalar de Trás-os-Montes e Alto Douro (CHTMAD).

Três pessoas, pais e filho, deram entrada na terça-feira no hospital apresentando um quadro de disfunção hepática aguda, por alegadamente terem ingerido cogumelos do género «amanita-phalloides».

De acordo com fonte hospitalar, a “situação global dos doentes foi considerada crítica, com admissão em cuidados intensivos, com programa de tratamento que contou com a colaboração da Unidade de Hepatologia do Hospital Geral de Santo António”.

O filho de 42 anos faleceu na sexta-feira, e foi enterrado hoje, em Vila Seca de Poiares, Freguesia de Poiares, concelho da Régua.

O presidente da Junta de Poiares, Heitor Ribeiro, confirmou que o casal acabou por morrer também e vai a enterrar segunda-feira, na aldeia de Vila Seca de Poiares.

Este foi o primeiro caso do género conhecido este ano na região de Vila Real, mas, praticamente todos os anos acontecem casos de envenenamento por cogumelos em Portugal.

Duarte Marques, da Aguiarfloresta - Associação Florestal e Ambiental de Vila Pouca de Aguiar, explicou que o «amanita-phalloides« é «muito venenoso» e «normalmente fatal, caso o diagnóstico seja demorado e não seja identificado a tempo».

É ainda um dos cogumelo que mais confusões gera, porque possui cores muito comuns com outros fungos comestíveis. Este fungo venenoso possui um chapéu côncavo, de cor amarelado esverdeado, possui lâminas por baixo e tem um pé retilíneo e direito e uma base redonda e grossa.

Lusa, 2012-10-27
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MensagemAssunto: Alerta para consequências do consumo de cogumelos silvestres   Seg Out 29, 2012 4:36 pm

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Associação micológica
Trás-os-Montes



Alerta para consequências do consumo de cogumelos silvestres

A associação micológica EcoFungos alertou este domingo para as consequências do consumo de cogumelos silvestres, que podem provocar a morte, realçando que só devem ser ingeridos após o seu correto despiste.

\"A EcoFungos alerta que o consumo de cogumelos silvestres pode provocar a morte, ou consequências futuras de insuficiência renal ou hepática. Pode provocar gastroenterites graves e desidratações igualmente graves. Não arrisque\", refere a associação num esclarecimento sobre a ingestão de cogumelos silvestres tóxicos.

O esclarecimento surge após a morte, no sábado, de um casal de Vila Real por ingestão de cogumelos alegadamente venenosos.

Nesse sentido, a EcoFungos sublinha que o consumo de cogumelos silvestres deve sempre ser efetuado após o correto despiste das espécies que são colhidas, designadamente no momento da colheita na floresta ou em casa, antes de iniciar a preparação e antes de os colocar na panela.

A associação destaca que \"só devem ser consumidos cogumelos silvestres que não criem a mínima dúvida sobre a sua comestibilidade\".

A EcoFungos recomenda que devem ser observadas todas as características da espécie recolhida, como o chapéu, a parte inferior, o pé, além de ser necessário particular cuidado no momento da apanha para não danificar algumas características importantes na fase de despiste.

\"Os cogumelos silvestres são excelentes produtos gastronómicos, quando consumidos com toda a segurança, por isso recorra sempre a um especialista se não tiver 100 por cento de certeza na identificação da espécie que pretende consumir\", sustenta a associação micológica.

A EcoFungos diz ainda que, em caso de intoxicação ou de sintomas relacionados com o consumo de cogumelos silvestres, como vómitos, náuseas, diarreia ou mau estar corporal, deve-se contactar de imediato o Centro de Informação Anti-Venenos.

CM, 2012-10-29
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Romy

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MensagemAssunto: Portugal Restaurant Week   Seg Mar 11, 2013 5:19 pm

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Portugal Restaurant Week
De 14 a 24 de Março
Distrito de Vila Real



Distrito de Vila Real participa na maior iniciativa gastronómica do país

O Distrito de Vila Real acaba de se juntar à maior iniciativa gastronómica do país, a primeira edição de Portugal Restaurant Week, que irá decorrer de 14 a 24 de Março, em vários restaurantes de luxo do país.

O Distrito de Vila Real estará representado nesta iniciativa, com 4 restaurantes: o Douro In, o Salão Nobre (Hotel Vidago), o Castas e Pratos e o Cais da Vila.

, 2013-03-11
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Fantômas

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MensagemAssunto: Receitas tradicionais da Terra Fria Transmontana reforçam oferta turística   Dom Abr 07, 2013 4:10 pm

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São 5 pratos escolhidos
Distrito de Bragança



Receitas tradicionais da Terra Fria Transmontana reforçam oferta turística

Uma associação de desenvolvimento local quer abrir o apetite aos turistas com novas imagens de receitas tradicionais da Terra Fria Transmontana compiladas num receituário para distribuir em Portugal e no estrangeiro, foi hoje divulgado.

A Corane- Associação de Desenvolvimento dos Concelhos da Raia Nordestina fez o levantamento do receituário tradicional dos quatro concelhos que representa - Vinhais, Miranda do Douro, Bragança e Vimioso - e vai divulgá-lo na Internet e em campanhas de promoção turística.

Porque “os olhos também comem”, as receitas originais vão aparecer com nova imagem para torná-las “mais apetitosas”, como adiantou Luísa Pires, coordenadora da Corane.

Os pratos escolhidos são cinco, a começar nas sopas com o Caldo de Cascas (vagem de feijão seca), seguindo-se as carnes com a conhecida Posta Mirandesa, o Butelo (enchido) com Cascas e o Javali no Pote com Castanhas, e a Bola Doce Mirandesa para a sobremesa.

Três destes pratos chegaram aos 21 finalistas do concurso “Sete Maravilhas Gastronómicas de Portugal” e foi a partir daí que a Corane decidiu realizar “o levantamento do receituário tradicional dos quatro concelhos que representa”, segundo a coordenadora.

O levantamento está concluído e segue-se a recriação de cada um dos pratos, “acrescentando às receitas tradicionais novos ingredientes como a inovação e a atratividade”.

“A ideia é respeitar o receituário tradicional mas queremos apresentar os produtos e os pratos de uma forma mais atrativa, mais cuidada, mais moderna e apetitosa”, explicou.

O trabalho de imagem será desenvolvido em parceria com o Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP) de Bragança, para que o chefe de cozinha e responsável pela formação na área da hotelaria e restauração deste organismo confecione cada um dos pratos do receituário e sugira uma nova forma de apresentação.

Cada um dos pratos será fotografado e essas imagens vão acompanhar as receitas já recolhidas.

O receituário “deve estar concluído antes do verão e vai ser distribuído e promovido em todo o país e no estrangeiro”, segundo a responsável.

A coordenadora da associação acredita que “uma forte aposta na imagem da oferta gastronómica local, de reconhecida excelência, é capaz de atrair novos visitantes e de contribuir para o aumento da competitividade do setor da restauração”.

Luísa Pires espera que este trabalho possa também estimular a restauração local a apresentar “um maior número de pratos tradicionais nas suas ementas, a aperfeiçoar a imagem e até a recuperar algumas receitas já perdidas”.

“Já tivemos o caso dos Cuscos de Vinhais, estiveram praticamente perdidos e após a Corane ter insistido na sua recuperação, com a colaboração de algumas pessoas mais velhas do concelho, este prato gradualmente regressou às ementas dos restaurantes e até é apresentado como um produto gourmet”, exemplificou.

Lusa, 2013-04-03
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MensagemAssunto: Guia de bolso identifica 101 cogumelos da Terra Fria    Sab Maio 25, 2013 5:24 pm

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Terra Fria transmontana
Bragança



Guia de bolso identifica 101 cogumelos da Terra Fria

Acaba de ser lançado um guia de bolso com mais de 100 variedades de cogumelos silvestres, que podem ser encontradas na Terra Fria transmontana.

A elaboração deste manual insere-se num projecto promovido pela Corane- a Associação de Desenvolvimento dos Concelhos da Raia Nordestina, financiado por fundos comunitários.

O autor do guia é Juan Sanckez, do Instituto de Restauração e Meio Ambiente, em Espanha, que garante que estão aqui identificados todos os cogumelos que se encontram na região.

“Se é comestível e é importante está aqui. Se é tóxico também está aqui. Este livro não classifica cogumelos raros, só classifica aqueles que se comercializam e os tóxicos. É um manual para principiantes”, alerta Juan Sanckez.

O presidente da Corane, Artur Nunes, não tem dúvidas que este guia é uma ferramenta útil, que pode ser consultada durante a apanha de cogumelos.

“Nós já lançámos no ano passado um livro mais completo que permite às pessoas terem conhecimento das espécies de cogumelos, para não terem problemas na apanha. Este ano, em função da formação que estamos a dar foi pedido para que se publicasse um livro de bolso para que as pessoas pudessem consultá-lo enquanto estão a apanhar cogumelos”, explica Artur Nunes.

A Corane a promover o lançamento de mais um guia que identifica as espécies de cogumelos da região, que pode ser consultado no campo.


Brigantia, 2013-05-21
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