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 Museu do Douro

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Fantômas

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MensagemAssunto: Museu do Douro   Qui Out 23, 2008 4:24 pm

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Dia 14 de Dezembro
Peso da Régua


Museu do Douro abre-se à população

É uma forma de «discriminação positiva». A sede do Museu do Douro, na Régua, vai ser inaugurada no dia 14 de Dezembro, mas antes vai abrir as portas a quem o quiser visitar. Para que o sintam como seu também.

A iniciativa foi divulgada, ontem, pelo director do Museu do Douro, Maia Pinto, e vai decorrer nos dias 4, 6, 8 e 12 de Novembro, a partir das 14.30 horas. \"É uma tentativa de envolvimento neste projecto das pessoas do Douro e não só\", justificou o responsável. O convite é alargado a professores, casas ligadas ao turismo, produtores de vinho, restaurantes, agentes de viagens, entre outros.

A antiga Casa da Companhia ainda está em obras, mas a partir de 14 de Dezembro quer transformar-se num espaço de acolhimento e apresentação da memória, cultura e tradição da Região Demarcada do Douro.

Mas este não é o museu da Régua. Apesar de ter sede naquela cidade, já tem aprovados, pelo Quadro de Referência Estratégico Nacional, nove núcleos, que ficarão espalhados pela região. Nenhum deles tem data de abertura prevista. A maioria ainda nem sequer foi estudada. \"Isto é como a alface, come-se folha a folha. Ou seja, um projecto para fazer com tempo\", notou Maia Pinto.

No imediato, o responsável quer concentrar-se essencialmente num bom arranque da sede, em todas as suas variantes, desde a ajuda que pode dar ao desenvolvimento regional à simples venda dos produtos do Douro. Maia Pinto quer, primordialmente, que a população se envolva com o seu museu. \"Nem que seja à força!\", brinca, corrigindo, a seguir, para \"a força da razão\". \"O projecto é tão bom, tão cativante, que só por má vontade é que as pessoas não se deixam seduzir\", reforçou.

Esta sedução, que começa com o convite aos durienses para verem o museu ainda por inaugurar, estende-se, a partir de 14 de Dezembro, à exposição sobre o Barão de Forrester. Visa evocar a sua vida desde a chegada ao Porto, em 1831, até à morte, em 1861, no rio Douro, mais precisamente no Cachão da Valeira, entre São João da Pesqueira e Carrazeda de Ansiães.

Eduardo Pinto in JN, 2008-10-22
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farao
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Fantômas

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MensagemAssunto: Museu do Douro   Qui Out 23, 2008 4:33 pm

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A funcionar de forma polinucleada
Douro


Museu do Douro terá onze núcleos na Região Demarcada do rio

O Museu do Douro terá onze núcleos museológicos espalhados pela Região Demarcada do Douro, anunciou hoje o director da instituição, Maia Pinto. Com sede na Régua, o museu será o primeiro em Portugal a funcionar de forma polinucleada.

De acordo com Maia Pinto, os diferentes núcleos terão uma programação integrada com o Museu, com a finalidade de potenciar iniciativas dispersas e estimular a itinerância de exposições e outras acções culturais. Para o responsável, o museu tem que ser de “toda a região do Douro e não apenas da Régua”, acrescentando que os referidos núcleos poderão servir de “ponte” entre os diferentes concelhos.

“Este conceito de museu de território é um conceito que nunca estará fechado. Nós temos a obrigação de chamar ao Museu do Douro o maior número possível de valências”, aquele responsável.

A candidatura ao QREN (Quadro de Referência Estratégica Nacional) vai ser apresentada em conjunto pelo Museu do Douro, Câmara do Peso da Régua e Instituto dos Vinhos do Douro e Porto (IVDP).

O Solar do Vinho do Porto, que fica no antigo armazém 43, cedido pelo IVDP, acolhe a exposição permanente do Museu do Douro, intitulada “Memória da Terra do Vinho”, que conta a história do território duriense, da vinha e do vinho.

Serão criados os seguintes núcleos:
Núcleo do Pão e do Vinho (em Favaios)
Núcleo da Gastronomia (Lamego)
Núcleo do Caminho de Ferro (Barca de Alva)
Núcleo da Electricidade (Vila Real)
Núcleo da Amêndoa (em Vila Nova de Foz Côa)
Núcleo do Arrais e da Cereja (em Resende)
Núcleo do Vinho (em São João da Pesqueira)
Núcleo da Seda (em Freixo de Espada à Cinta)
Núcleo do Somagre (Vila Nova de Foz Côa)
Núcleo de Barqueiros (Mesão Frio)
Museu do Imaginário (em Tabuaço).

Sede do Museu abre antes da inauguração para desvendar alguns dos segredos
A inauguração oficial da sede desta unidade museológica – criada em 1997, na sequência de uma lei aprovada por unanimidade na Assembleia da República – está marcada para 14 de Dezembro, mas, antes disso, a sede vai abrir para desvendar alguns dos segredos e das funcionalidades do edifício situado no Peso da Régua.

Assim, o museu vai estar de portas abertas a 4, 6, 8 e 12 de Novembro, numa “iniciativa algo inédita”, cujo objectivo passa por “fazer discriminação positiva na região e abrir as portas do edifício sede do MD aos durienses”, afirmou Maia Pinto. Isto porque a Fundação Museu do Douro entende que os “principais parceiros deste projecto são os habitantes e instituições deste território na medida em que vão ser os seus primeiros defensores, dinamizadores e beneficiários. Mas, para isso, é imperioso que estes conheçam bem o projecto e todo o seu alcance”, sublinhou o responsável.

Nesse sentido, a iniciativa é dirigida aos habitantes do Douro, amigos do Museu do Douro, professores, casas de turismo, produtores de vinho, restauração, personalidades ligadas à cultura, agentes de viagens e operadores turísticos da região, taxistas ou associações comerciais.

A sede do Museu do Douro ocupa a Casa da Companhia, edifício do século XVIII adquirido à Real Companhia Velha por 1,7 milhões de euros. A obra está concluída, sem “qualquer derrapagem orçamental”. Ao todo, foi feito um investimento de 5,2 milhões de euros, co-financiado pelo Programa Operacional da Cultura.

Segundo Maia Pinto, a sede do Museu é o “melhor local para qualquer visitante perceber a história da Região Demarcada do Douro e sentir o imperativo de partir à sua descoberta”.

Até à inauguração da sede – marcada para o dia em que se assinala o sétimo aniversário do Douro Património Mundial da Humanidade –, a instituição vai continuar em itinerância com as exposições “Gastão Taborda” e “O Comboio Chegou a Barca d Alva”.


Lusa, 2008-10-23
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Romy

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MensagemAssunto: Douro abre o Museu   Ter Nov 04, 2008 4:03 pm

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Douro abre o museu
Douro


Antiga Casa da Companhia, na Régua, disponibiliza, a partir de desta terça-feira, visitas de apresentação

Ainda cheira a tinta fresca. Há espaços por arrumar. Falta equipamento. Só será inaugurado a 14 de Dezembro. Mas o Museu do Douro quer, já hoje, às 14.30 horas, gente na sede, na Régua. Para que o sintam como seu.

A antiga Casa da Companhia abre-se hoje aos durienses. E repete nos dias 6, 8 e 12 deste mês. É uma espécie de \"aperitivo branco-seco; seco porque está tudo branco\". O jogo de palavras de Maia Pinto, director do museu, refere-se ao que espera os visitantes durante esta iniciativa: \"Uma obra de arquitectura e engenharia, mas ainda sem os objectos e a vida que tem de ter. É uma garrafa vazia que depois vai ser cheia\", metaforiza ainda o responsável.

Mas é assim que começa o percurso de consolidação do museu, que é para ser feito com \"muita calma e com tempo\". Maia Pinto acredita que, \"com pequenos passos\", se há-de alcançar o objectivo.

Como tal, não ficará desiludido se durante aqueles quatro dias só forem ao museu \"meia dúzia de pessoas, desde que interessadas\", recusando, para já, impor-se qualquer fasquia. \"A construção de uma empresa é um processo lento e o projecto cultural do museu é muito semelhante\", frisa Maia Pinto. E acrescenta que o público dos primeiros tempos daquele espaço será \"uma gota de água\" no oceano que espera ter dentro de dez ou 15 anos.

Quem for ao Museu do Douro durante um dos quatro dias da chamada \"acção de discriminação positiva\" vai ser guiado através de um edifício construído em 1783, que tem uma área de cerca de seis mil metros quadrados e em cuja recuperação, adaptação e equipamento foram gastos mais de cinco milhões de euros. \"As pessoas vão poder espreitar por tudo quando é sítio, menos no cofre, que já está fechado\", brinca Maia Pinto.

Podem desde já contar com Fátima Araújo, de 68 anos, vizinha da antiga Casa da Companhia, que garantiu, ao JN, ter \"muito interesse em vê-la por dentro. Se aguentei as obras, agora também quero ver o resultado\", atirou.

De outros resultados está à espera quem governa a vida nas redondezas, atrás de um balcão ou servindo refeições. \"Durante a obra, tivemos cá mais pessoas a almoçar, espero que assim continue\", disse Alexandre Martins, proprietário da Churrascaria Marquês.

Aurora Pinto, dona do restaurante Cá-te-espero, notou que \"tem havido clientes que perguntam pelo museu\". E agora, que já falta pouco para abrir, deseja que leve mais gente à Régua e ajude o comércio. \"Deus queira que sim\".

Eduardo Pinto in JN, 2008-11-04
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Fantômas

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MensagemAssunto: Sócrates inaugura Museu do Douro   Qui Dez 18, 2008 2:17 pm

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Museu do Douro
Peso da Régua


Primeiro-ministro inaugura sábado sede na Régua

O primeiro-ministro, José Sócrates, inaugura sábado a sede do Museu do Douro (MD), no Peso da Régua, onze anos depois da sua criação e após um investimento de 5,2 milhões de euros, anunciou hoje a instituição.

Apesar de ter já estado marcada para 14 de Dezembro, a inauguração do MD foi adiada na semana passada para o próximo sábado, por motivo de agenda de algumas entidades oficiais.

O director da unidade museológica, Fernando Maia Pinto, afirmou que o adiamento \"não causou transtornos\" porque se aproveitou para \"polir o baço de algumas coisas\".

\"Num investimento de 5,2 milhões de euros, o investimento em mais uns convites novos não é significativo\", salientou o responsável.

Antes de chegar à Régua, José Sócrates passa ainda por Sabrosa para o lançamento da primeira pedra do Espaço Torga, um projecto do arquitecto Souto Moura que vai ser construído na terra natal de Miguel Torga, São Martinho de Anta, e que vai servir de homenagem ao escritor.

A festa do MD começa às 15:30 com a inauguração de duas exposições: \"Barão de Forrester, Razão e Sentimento: Uma história do Douro\" e do pintor Tito Reboredo.

O escocês Joseph James Forrester foi um percursor no desenvolvimento de estudos científicos sobre viticultura, fotografia cartografia, tendo sido o autor do primeiro mapa sobre a Região Demarcada do Douro.

A exposição revela obras, algumas das quais expostas pela primeira vez, que integram acervos nacionais e estrangeiros, particulares e públicos, e aborda momentos significativos da vida do empresário na comunidade britânica no Porto, bem como a sua participação na vida social e política portuguesa do século XIX.

O MD foi criado em 1997 na sequência de uma lei aprovada, por unanimidade, na Assembleia da República. Este é o primeiro museu de território construído em Portugal, que vai funcionar de forma polinucleada, com sede na Régua e vários núcleos espalhados pela Região Demarcada do Douro.

A sede do MD foi instalada no antigo edifício da Real Companhia Velha, adquirido pelo Ministério da Cultura em Junho de 2004, através da Direcção-Geral do Património, por 1,7 milhão de euros.

Ao todo, foi feito um investimento de 5,2 milhões de euros, co-financiado pelo Programa Operacional da Cultura.

Acompanham o primeiro-ministro, em Sabrosa e Vila Reaol, o ministro da Cultura, José António Pinto Ribeiro.

Após a cerimónia de inauguração vai ser entregue o prémio de Arquitectura do Douro ao Museu da Vila Velha, da autoria do arquitecto Belém Lima.


Lusa, 2008-12-18
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Romy

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MensagemAssunto: Inauguração do Museu do Douro   Seg Dez 22, 2008 12:46 am

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Inauguração do Museu do Douro
Peso da Régua




Sócrates quer oferta cultural de «primeiríssimo plano»

O primeiro-ministro, José Sócrates, garantiu o apoio do governo ao Museu do Douro (MD), cuja sede inaugurou hoje, para que este se torne num equipamento que tenha uma oferta cultural de «primeiríssimo» plano em Portugal.

José Sócrates diz que acompanhou os «11 longos anos» que foram necessários para chegar à inauguração da sede do MD, que representou um investimento total de 5,2 milhões de euros, co-financiados pelo Programa Operacional da Cultura.

A antiga Casa da Companhia, implantada em frente ao rio Douro, em pleno centro da cidade da Régua, foi invadida de convidados e curiosos ansiosos de verem por dentro um dos maiores e mais importantes investimentos feitos nos últimos anos no Douro.

Depois de ser recebido por um grupo de clarinetes e ao som do piano, o primeiro-ministro inspirou-se na beleza da paisagem duriense e salientou que a «ambição deste museu não é regional, mas nacional».

«É do Douro sim, mas é nacional. Este equipamento pretende afirmar o Douro no país mas quer também competir com a melhor oferta cultural internacional», sublinhou.

E é precisamente com base nesta ambição, de dotar o MD de uma «oferta cultural de primeiríssimo plano em Portugal«, que Sócrates reafirmou todo o apoio do Governo a este equipamento cultural.

O MD foi criado em 1997 na sequência de uma lei aprovada por unanimidade na Assembleia da República, proposta pelo agora Governador Civil de Vila Real, António Martinho.

Este é o primeiro museu de território construído em Portugal, que vai funcionar de forma polinucleada, com sede na Régua e vários núcleos espalhados pela Região Demarcada do Douro.

Para uma primeira fase estão previstos 11 núcleos.

A sede do MD foi instalada no antigo edifício da Real Companhia Velha, adquirido pelo Ministério da Cultura em Junho de 2004, através da Direcção Geral do Património, por 1,7 milhão de euros.

A festa do MD começou com a inauguração das exposições «Barão de Forrester, Razão e Sentimento: Uma história do Douro» e do pintor Tito Roboredo.

O escocês Joseph James Forrester foi um percursor no desenvolvimento de estudos científicos sobre viticultura, fotografia cartografia, tendo sido o autor do primeiro mapa sobre a Região Demarcada do Douro.

A exposição revela obras, algumas das quais expostas pela primeira vez, que integram acervos nacionais e estrangeiros, particulares e públicos, e aborda momentos significativos da vida do empresário na comunidade britânica no Porto, bem como a sua participação na vida social e política portuguesa do século XIX.

Antes de chegar à Régua, José Sócrates passou por Sabrosa, para o lançamento da primeira pedra do Espaço Torga, um projecto do arquitecto Souto Moura que vai ser construído na terra natal do escritor, São Martinho de Anta, e que vai servir de homenagem a Miguel Torga.

Lusa, 2008-12-21
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Fantômas

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MensagemAssunto: Museu do Imaginário Duriense   Seg Jan 26, 2009 12:56 am

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Museu do Imaginário Duriense
Tabuaço


Primeiro núcleo do Museu do Douro abre hoje portas

Lendas, tradições, cancioneiro e romanceiro são algumas das manifestações do imaginário tradicional dadas a conhecer a partir deste sábado, no primeiro dos onze núcleos do Museu do Douro a abrir portas, em Tabuaço.

Além do Museu do Imaginário Duriense (MIDU), a região contará também com os do Pão e do Vinho (Favaios), da Gastronomia (Lamego), do Caminho de Ferro (Barca de Alva), da Electricidade (Vila Real), da Amêndoa (Vila Nova de Foz Côa), do Arrais e da Cereja (Resende), do Vinho (São João da Pesqueira), da Seda (Freixo de Espada à Cinta), do Somagre (Vila Nova de Foz Côa) e de Barqueiros (Mesão Frio).

Em declarações à Agência Lusa, o presidente da Câmara de Tabuaço, José Pinto dos Santos, salientou «o número de contos e lendas que têm passado de geração em geração» na região do Douro, e sobretudo no seu concelho, que, «talvez devido à sua localização e geografia, é um repositório deste saber popular».

«O Douro tem muito material neste campo que necessita de ganhar forma e feitio nos tempos de hoje», frisou.

Dada a sua riqueza nesta área, Tabuaço foi o primeiro concelho do Douro a ser alvo de uma recolha de património imaterial, que o investigador Alexandre Parafita compilou numa obra.

Em Tabuaço, as paisagens revelam «extravagâncias» da natureza, com muitas grutas, algumas com formatos estranhos, e também uma capela no cimo de uma escarpa que ninguém consegue explicar como ali foi construída, ingredientes suficientes para criar um ambiente misterioso que dá origem a muitas lendas.

São estas lendas, de Tabuaço e da restante região do Douro, que o Museu do Imaginário Duriense quer dar a conhecer, passando-as às novas gerações.

«Queremos que sejam conhecidas da nossa população, sobretudo da população escolar», afirmou José Pinto dos Santos.

É precisamente com base numa lenda, da construção da calçada de Alpajares (ou do Diabo, como também é conhecida) situada em Freixo de Espada à Cinta, que surge a primeira exposição do MIDU.

Segundo José Pinto dos Santos, a exposição «Olhares sobre Alpajares» não será mostrada da forma habitual, «mas mais voltada para as tecnologias multimédia».

A exposição apresenta diferentes visões deste que é considerado um importante património da região duriense, captadas pelas objectivas dos fotógrafos Egídio Santos, João Paulo Sotto Mayor e Luís Ferreira Alves.

Ao mesmo tempo, será exibida uma versão cinematográfica da lenda da construção da Calçada, realizada por Luís Saraiva.

O autarca avançou que uma das lendas que de futuro também serão dadas a conhecer no MIDU é a «de uma princesa Moura que se teria apaixonado por um fidalgo cristão, tendo sido decapitada e lançada às águas do Távora pelo seu pai, um emir de Lamego».

«Muitas destas lendas vêm apenas do imaginário das pessoas, outras baseiam-se em documentos históricos», referiu.
A inauguração do Museu do Imaginário Duriense será presidida pela secretária de Estado da Cultura, Paula Fernandes dos Santos.

Lusa, 2009-01-25
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Razz
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MensagemAssunto: Um vinho de museu   Ter Mar 03, 2009 3:16 pm

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Um vinho de Museu
Peso da Régua




Museu do Douro lançou vinho centenário de Manoel de Oliveira

É um Vinho do Porto Tawny, tem 100 anos e foi produzido na Quinta da Portelinha, que pertence ao Manoel de Oliveira. A relíquia foi engarrafada em garrafas desenhadas pelo arquitecto Siza Vieira.

O Museu do Douro prestou homenagem ao cineasta Manoel de Oliveira com o lançamento do Vinho do Porto “100 – Centenário de Manoel de Oliveira”. Trata-se de um Vinho do Porto raríssimo, um Tawny 100 anos, produzido na própria quinta de Manoel de Oliveira. Esta cerimónia tão especial para o Museu do Douro contou com a presença do cineasta mais internacional de Portugal, bem como do autor deste vinho ímpar, João Nicolau de Almeida.

Produzido na sua propriedade familiar, a Quinta da Portelinha, em Santa Marta de Penaguião (Baixo Corgo), este vinho é uma herança de vindimas das gerações passadas. O seu lançamento não é uma ideia recente. Segundo o próprio Manoel de Oliveira, a decisão de criar este vinho já é “antiga” e partiu do seu filho mais velho.
O cineasta conta que tudo começou quando, “há dez ou quinze anos”, ofereceu uma garrafa do vinho a um amigo, Fernando Nicolau de Almeida, o pai do enólogo João Nicolau de Almeida, cuja reacção foi inspiradora. “Naquela altura, o pai Nicolau escreveu-me uma carta em que dizia: Isto é um vinho de museu!”, contou Manoel de Oliveira.

O cineasta e o filho decidiram então deixar o vinho envelhecer um pouco mais, até completar 100 anos. Mais: decidiram ainda lançar o mesmo durante o centenário do cineasta. E, na senda das palavras de Fernando Nicolau de Almeida (um “vinho de museu”), o próprio Manoel de Oliveira fez questão de o lançar no “palco” que melhor representa o espírito do próprio néctar: o Museu do Douro.

“É o encontro de um património mundial, o Douro das vinhas e do vinho do Porto, com um cineasta que também é mundial”, sublinhava Fernando Maia Pinto, director do Museu do Douro.

Único e exclusivo, a produção do vinho “100 – Centenário de Manoel de Oliveira” envelheceu numa só pipa de 600 litros. Manoel de Oliveira não quis no entanto engarrafar a totalidade do vinho, para dar “continuidade” ao seu envelhecimento. Engarrafou somente 300 garrafas, que estão agora à venda no Museu do Douro. Esta produção exclusiva de vinho foi engarrafada numa garrafa com a assinatura de Álvaro Siza Vieira.

“Não tenho receio em dizer que o vinho é extraordinário... É delicioso”, sublinha Manoel de Oliveira. “Parece mel exótico, um mel dos Deuses”, acrescentou, por seu lado, João Nicolau de Almeida, o enólogo responsável pelo vinho, durante a cerimónia de lançamento. “É daqueles vinhos que se cheiram e se diz: aqui está a peça! Posso dizer que eu não fiz nada por este vinho ele é que me fez a mim. Este é um vinho mundial, está à altura de Manoel de Oliveira”, sublinhou o enólogo.

Na sua opinião, o vinho é “tão rico que a cada prova se revela de uma maneira diferente. Neste mundo de complexidade, a cor revela-se com várias tonalidades, indo do topázio, amarelo e dourado até ao esverdeado dos vinhos, com longo e bom envelhecimento. Ao cheiro, o primeiro contacto é macio e ténue, deixando depois exalar aromas de esteva, marmelo, tabaco, damasco, noz, caramelo, anis, flor de laranja. É uma sequência de aromas interminável”.

Sendo o Museu do Douro um museu do território, fiel depositário da História de toda a região e, ao mesmo tempo, promotor de um Douro moderno e com futuro, nada melhor que esta casa para apresentar um vinho tão único como o mestre Manoel de Oliveira.
“Faça um filme sobre o Douro”

Confesso apreciador dos vinhos da Região Demarcada, o Douro desde sempre atraiu as atenções de Manoel de Oliveira. Região que conhece muito bem e onde tantas vezes se inspirou, desde o longínquo “Douro, Faina Fluvial” de 1931, até ao mais recente “Vale Abraão” de 1993, o Douro sempre foi uma “personagem” presente na sua vida. A sua paixão pelo Douro é recordada na sua memória de um Douro antigo, trabalhador, sujo, receptáculo e via de transporte desse precioso néctar que é o Vinho do Porto.

Fernando Maia Pinto aproveitou a cerimónia no Museu do Douro para lançar o desafio a Manoel de Oliveira: “Faça um filme sobre o Douro”. De imediato, o cineasta respondeu positivamente ao repto. “Quero fazer um filme no Douro e já, a partir de Abril”. Segundo ele, a obra até já tem nome, “O estranho caso de Angélica”.
Este novo projecto de Manoel de Oliveira baseia-se no caso de uma mulher sua familiar que em meados do século passado foi viver para o Douro e cuja história o impressionou. Sem precisar mais pormenores, o cineasta conta que a acção se desenrola na Régua “em tempos difíceis que de certa forma têm algo a ver com a actualidade”. Durante o Estado Novo, Manoel de Oliveira chegou a tentar realizar este filme, mas tal não foi possível. O sonho poderá agora tornar-se realidade, com o apoio do Museu do Douro.


, 2009-03-03
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MensagemAssunto: "Rede de museus no Douro»   Qua Maio 20, 2009 6:00 pm

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«Rede de museus no Douro»
Douro




Museu do Douro lança guia de 35 unidades museológicas

O Museu do Douro lançou um guia que enumera as 35 unidades museológicas existentes neste território e que revelam toda a sua história, desde o vinho, egeologia, à arqueologia e etnografia, anunciou hoje a organização.

O livro, que foi coordenado por Natália Fauvrelle, dos serviços de museologia do Museu do Douro, com sede no Peso da Régua, tem como objectivo possibilitar aos turistas fazerem os seus próprios roteiros de descoberta dos diferentes museus do Douro.

Natália Fauvrelle refere na página de apresentação da obra que, pela sua natureza faz parte da missão do Museu do Douro divulgar o «vastíssimo território museológico disperso pela região».

«Independentemente da tutela, do tipo de colecção que albergam e do modo como a interpretam, estas estruturas são peças indispensáveis na dinamização cultural das comunidades e na divulgação e preservação da sua memória, devendo por isso ser importantes aliadas do projecto cultural do museu», salienta.

Este trabalho, segundo a responsável, pretende colmatar uma «carência de divulgação» destas unidades junto do público.

O livro guia os visitantes pelas mais diversas unidades museológicas do território de âmbito nacional ou regional, de cariz mais científico ou social.

A viagem, adianta a autora, pode começar pelo Museu do Douro, «polivalente e polinuclear, vocacionado para reunir, conservar, investigar e divulgar o vastíssimo património museológico e documental disperso pela região».

Da Régua o passeio pode passar pela destilaria das Caves de Santa Marta de Penaguião, a casa Agrícola de Cêver, que, segundo a autora, representa «um bom exemplo de quinta de rendimento do Douro».

Pode passar ainda pelo Museu de Som e Imagem (Vila Real), constituído por um acervo «do antigo Teatro Avenida», o Museu de Geologia, da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, de cariz cientifico, ou pelo Museu do Imaginário Duriense (Tabuaço), que tem como «missão o estudo das mais diversas manifestações do património imaterial herdado (lendas, tradições, cancioneiro e romanceiro)».

Um pouco mais acima, o turista pode visitar o Museu Eduardo Tavares, o de Gravura Contemporânea do Douro, o o Ferro, o de Armindo Teixeira Lopes, a Enoteca da Quinta da Avessada ou o Parque Arqueológico do Côa.

A obra faz ainda referência às unidades que estão previstas para este território, nomeadamente o Crasto de Palheiros (Murça), o Museu do Pão e do Vinho de Favaios (Alijó) e o Espaço Miguel Torga, em São Martinho de Anta (Sabrosa), que pretende servir de homenagem, de interpretação e divulgação da obra deste escritor transmontano e duriense, ou o Museu do Côa.

Para o presidente da Entidade Regional Turismo do Douro, António Martinho, o guia cria «as bases de uma rede de museus, no Douro».


Lusa, 2009-05-20
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MensagemAssunto: Concerto TwoPianists   Qui Jun 04, 2009 2:07 pm

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Concerto TwoPianists
Peso da Régua


Comemorações dos 200 anos do nascimento de J.J. Forrester

Comemorações dos 200 anos do nascimento de J.J. Forrester culminam no próximo domingo com Concerto TwoPianists e Almoço de Mecenas, concebido pelo chefe Miguel Castro Silva. Luís Magalhães e Nina Shumman fazem lançamento público do seu novo CD no Museu do Douro.

O Museu do Douro, na Régua, vai ser palco no próximo domingo, dia 7 de Junho, pelas 12h30, de um evento especial: o duo luso-sul-africano TwoPianists – Nina Schumann e Luís Magalhães – faz a apresentação pública do seu novo disco, intitulado “Brahms | Lutoslawski | Arensky | Copland”. Trata-se de um registo com peças dos quatro compositores escolhidos pelos pianistas, após o sucesso anterior com o disco duplo “Complete Works For Two Pianos, by Sergei Rachmaninoff”, de 2006.
O evento, que mistura a música clássica com a gastronomia e o vinho, faz parte do programa das comemorações dos 250 anos do nascimento do Barão de Forrester, no âmbito das quais o Museu do Douro está a promover uma campanha de Micro-Mecenato que visa alargar a base de apoio social a este projecto de desenvolvimento regional.
Luís Magalhães e Nina Shummann, ele português, ela sul-africana, simbolizam a associação entre duas das mais conhecidas regiões vinhateiras do mundo: o Alto Douro vinhateiro e a região de Stellenbosch, na Península do Cabo (África do Sul), onde eles residem. O Mundo no Douro e o Douro no Mundo. O novo CD de Luís Magalhães e Nina Shummann inclui reportório contemporâneo ao próprio Barão de Forrester (Brahms e Arensky).
Nina Schumann e Luís Magalhães residem na África do Sul, onde ambos são professores universitários e directores do maior festival de música de câmara do continente africano: o Stellenbosch International Chamber Music Festival, que tem anualmente uma extensão em Famalicão, terra-natal de Luís Magalhães.
Sobre o novo disco, que terá o apoio da Antena 2: de Johannes Brahms e de Witold Lutoslawski gravaram variações sobre um tema de Paganini (no primeiro caso, com arranjos de Silvestri para dois pianos); de Anton Arensky, um compositor com raríssimos registos na discografia mundial, apresentam as suites 1 e 2 para dois pianos; e, por fim, apresentam El Salon Mexico, de Aron Copland, com arranjo para dois pianos de Leonard Bernstein
O concerto no Museu do Douro termina com um Almoço de Mecenas concebido pelo conceituado chefe Miguel Castro Silva e cujo menu será harmonizado com vinhos de vários produtores durienses.
Espera-se que estas comemorações sejam um momento especial de encontro entre as várias gentes do Douro vinhateiro, seus visitantes e turistas.

CAMPANHA MD
“Ajude-nos a homenagear a memória do Barão de Forrester e fique com o seu nome associado ao Museu do Douro”

À semelhança do que fez o Barão de Forrester, ao pedir a todos os durienses ajuda para a elaboração do Mappa do Paiz Vinhateiro, o Museu do Douro lança nova campanha no sentido de desafiar os durienses e amigos do Douro vinhateiro a colaborarem activamente nesta homenagem a uma das maiores figuras da história do Douro. Como? Através da participação nos eventos programados, bem como através de apoios mecenáticos que viabilizem a realização do próprio programa e, se possível, de acontecimentos futuros.

De notar que todos os eventos são gratuitos. Aos cidadãos cabe a decisão de contribuírem de forma mecenática para a realização de eventos. A animação cultural no Douro vinhateiro é factor crucial de afirmação desta região no panorama nacional e internacional.

O objectivo do Museu do Douro é garantir o envolvimento alargado de cidadãos a favor deste projecto de desenvolvimento regional. O Museu do Douro é um museu de território único no país por abranger toda a região vinhateira, mas tal como qualquer instituição museológica enfrenta dificuldades de tesouraria que inviabilizam a concretização de projectos mais ambiciosos.


COMEMORAÇÕES DOS 200 ANOS DO NASCIMENTO DO BARÃO DE FORRESTER

Programa

Dia 5 de Junho
20h00 – Jantar vínico na Companhia de... CARM
Apresentação de rótulos dos vinhos CARM (Rosé, Branco e Tintos) criados a partir das aguarelas de castas do Barão de Forrester. (inscrições limitadas)
Nota: Jantar sujeito a inscrição prévia (marcia.barros@museudodouro.pt)

Dia 6 de Junho
Todo o dia: visita guiada à Quinta da Boavista, da Offley, onde foi colocada uma placa de homenagem ao Barão de Forrester. A visita inclui prova de vinhos.

Dia 7 de Junho
12h30 - Concerto Two Pianists
Lançamento público do novo CD de Luís Magalhães e Nina Shumann
Programa do Concerto:
Brahms – Silvestri: Variações sobre um tema de Paganini: Livro I e II
Lutoslawsky: Variações sobre um tema de Paganini
Arensky: Suite nº 1
Arensky: Suite nº2
Copland: El Salon México
Local: Wine Bar da nova sede do Museu do Douro

13h30 - Almoço na Companhia do Museu do Douro. O Menu concebido pelo chefe Miguel Castro Silva harmonizará com vinhos do Douro.
Nota: Almoço sujeito a inscrição prévia (celeste.pereira@museudodouro.pt)

15h30 - Visita Guiada à exposição “Barão de Forrester – Razão e Sentimento – Uma História do Douro”

Durante todo o período de homenagem ao Barão de Forrester:
- Descerramento de placas de homenagem ao Barão de Forrester nos seguintes locais:
Quinta da Boavista; Chanceleiros – Pinhão
Caves Offley, Vila Nova de Gaia
Casa do Portão Verde, Peso da Régua;
Casa de Vila Nova de Gaia, escritórios Symington Family Estates Collection
- As visitas guiadas à Exposição “Barão de Forrester, Razão e Sentimento – Uma História do Douro” serão gratuitas, mediante marcação prévia e sujeitas à disponibilidade de guias.



, 2009-06-04
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MensagemAssunto: Museu do Douro: Apostar em parcerias em vez de pólos   Sex Jun 19, 2009 9:35 pm

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11 pólos em «banho-maria»
Douro




Museu do Douro: Apostar em parcerias em vez de pólos

Depois de o Museu do Douro, em Peso da Régua, deixar em «banho-maria a construção de seis dos 11 pólos previstos para a região, por falta de dinheiro, há autarcas a sugerir a associação às estruturas museológicas existentes.

Um deles é Aires Ferreira, presidente da Câmara Municipal de Torre de Moncorvo, concelho que não foi contemplado com qualquer pólo. Confessa que \"não está de acordo\" com a filosofia implementada no Museu do Douro respeitante à criação de núcleos museológicos espalhados pelo território.

\"Não me parece que seja essa a missão do Museu do Douro\", ou seja, \"não deve ter tentáculos espalhados na região, mas antes funcionar em rede com as estruturas que já existem\", frisa. Isto porque, prossegue, \"construir núcleos e garantir o seu funcionamento vai custar dinheiro, o que vai onerar o museu\".

O autarca diz que o Museu do Douro deveria ter apenas duas vertentes: \"Uma, ser cabeça de rede de museus na região; outra, promoção de actividades no território\".

No entanto, admite que nos concelhos menos providos daqueles espaços possa haver uma contribuição do museu para \"dinamizar a actividade museológica local\".

No caso de Moncorvo, Aires Ferreira inclui uma eventual associação: o Museu do Ferro de Moncorvo, pela raridade; o Centro de Memória, o Museu de Arte Sacra, que será inaugurado em breve, bem como a Oficina Vinária, que é privada.

Por seu lado, o presidente da Câmara Municipal de Murça, João Teixeira, nota que Museu do Douro deve ser de todo o território, apesar de ter sede no Peso da Régua, e até acha \"importante que se construam os pólos anunciados no projecto da fundação\".

Porém, como Murça não foi contemplado com nenhum daqueles núcleos, João Teixeira observa que o recém-inaugurado Centro Interpretativo do Crasto de Palheiros deveria ser ligado à rede do Museu do Douro.

À imagem de Aires Ferreira, João Teixeira sustenta que \"é preciso aproveitar e rentabilizar\" o que já existe. Portanto, \"se não houver dinheiro para construir um pólo em Murça, este campo arqueológico fica à disposição, para que haja uma ligação directa ao Museu do Douro\", refere o autarca.


, 2009-06-18
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MensagemAssunto: Museu do Douro promove oficinas e percursos para crianças e jovens   Qua Jul 15, 2009 1:22 pm

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Verão no Museu do Douro
Peso da Régua




Museu do Douro promove oficinas e percursos para crianças e jovens

Ocupar os mais novos com actividades divertidas e que ao mesmo tempo os enriquece do ponto de vista cultural. Uma vez mais, o Serviço Educativo do Museu do Douro preparou um conjunto de Oficinas e Percursos que prometem ocupar e divertir os mais novos durante o mês de Agosto.

O Programa «O Verão no Museu do Douro» traz novas actividades lúdicas para ocupar os tempos livres das férias (Agosto) com oficinas temáticas para crianças dos 6 aos 12 anos e percursos pedestres para crianças e jovens dos 6 aos 16 anos. Além destas actividades, o trabalho desenvolvido pelo Serviço Educativo do Museu do Douro, continua visível na exposição “O Espaço – Projecto com Escolas 2008/2009” que se encontra aberta no Edifício Educativo, bloco de arquitectura moderna que confronta com a nova sede do Museu do Douro.

Esta mostra resulta do envolvimento de 68 escolas e 2279 crianças do Douro e está a revelar-se um grande sucesso pelo seu lado lúdico, dando nova vida e dinâmica ao edifício do Serviço Educativo.

Ao longo das 4 semanas de Agosto as crianças que participarem nas Oficinas do MD vão explorar os espaços do Museu e as respectivas exposições: “Barão de Forrester, Razão e Sentimento. Uma história do Douro (1831-1861)”, “Memória da Terra do Vinho”, “José Emídio – Três Décadas de Pintura”; “O Universo de Rafael Bordalo Pinheiro. Caricatura e Cerâmica” e “O Espaço – Projecto com Escolas 2008/2009”.

Os Percursos vão permitir às crianças e jovens reconhecer e percorrer diferentes manchas da paisagem do Douro.

As inscrições para as Oficinas e para os Percursos podem efectuar-se junto do Museu do Douro, até dois dias úteis antes de cada acção. A realização das actividades implica a inscrição de um número mínimo de seis participantes. Cada evento tem uma lotação máxima de 15 participantes e o custo de 15 euros (uma Oficina/três dias) ou 5 euros por sessão/dia.

PROGRAMA DAS OFICINAS

CONSTRUTORES DE ESPAÇOS
04, 05 e 06 de Agosto
Os participantes nesta Oficina são estimulados, ao longo dos 3 dias, a conhecer melhor os espaços do Museu que estão a descobrir. Os participantes construirão novos espaços para o seu museu imaginário e vão criar com o movimento do corpo, com a fotografia e com o trabalho com volumes e planos, recordações de diferentes tamanhos que guardam as paisagens de dentro e de fora do Museu.

QUANDO AS FORMAS FALAM
11, 12 e 13 de Agosto
Nas três sessões da Oficina “Quando as formas Falam”, as crianças vão poder explorar as inúmeras formas que os objectos, as plantas, os animais, as histórias e contos populares podem esconder. Após a visita às exposições do Museu, com destaque para «O Universo de Rafael Bordalo Pinheiro. Caricatura e Cerâmica”; “Barão de Forrester, Razão e Sentimento. Uma história do Douro (1831-1861)” e José Emídio – Três Décadas de Pintura” parte-se à descoberta e realização de origamis; à preparação de pratos com formas e cores comestíveis (!) e à exploração de muitas sombras e objectos num teatro que conta a história de um conto tradicional actualizado.

FOLHAS E FOLHAS
18,19 e 20 de Agosto
Ao longo das 3 sessões, os participantes são estimulados a recolher e observar folhas da natureza (folhas de árvores, de videiras, de arbustos…) para criar álbuns de folhas esvoaçantes…Após a visita à exposição permanente do Museu «Memória da Terra do Vinho» os participantes descobrem como fazer padrões com as formas observadas na exposição e exploram sons e imagens para construir folhas cheias de surpresas.


MUNDOS AO CONTRÁRIO
25 e 26 de Agosto
A partir deste tema, e nas 2 sessões, os participantes são convidados a participar e desvendar um mistério: algumas das peças do museu mudaram de lugar e apareceram nos sítios mais estranhos…através da fotografia, do filme, do movimento e das tintas, o mistério terá de ser resolvido por todos os participantes.


PERCURSOS PEDESTRES
Os percursos pedestres permitem à criança e ao jovem viver momentos ao ar livre, contactando com a natureza e com a diversidade de manchas da paisagem do Douro.

Trilho do Céu e da Terra (Santa Marta de Penaguião)
14 de Agosto
Partida às 9h30m de Peso da Régua (Meia Laranja) para Santa Marta de Penaguião. Almoço. Regresso a Peso da Régua.
Público-alvo: 6-16 anos

Rota do Távora (Moimenta da Beira)
7 de Agosto
Partida às 9h30m de Peso da Régua (Meia Laranja) para Moimenta da Beira. Almoço. Regresso a Peso da Régua.
Público-alvo: 6-16 anos


CP, 2009-07-14
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MensagemAssunto: Museu do Douro lança ambiciosa exposição sobre Bordalo Pinheiro   Ter Jul 28, 2009 9:45 pm

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Caricatura e cerâmica
Peso da Régua




Museu do Douro lança ambiciosa exposição sobre Bordalo Pinheiro

De 31 de Julho de 2009 até 31 de Janeiro de 2010, o Museu do Douro apresenta a exposição “O Universo de RAFAEL BORDALO PINHEIRO – CARICATURA e CERÂMICA”, em parceria com a Colecção Berardo, o Museu Bordalo Pinheiro (Lisboa), a Fábrica de Faianças Artísticas Bordalo Pinheiro (Caldas da Rainha) e o Museu Casa dos Patudos (Alpiarça). Esta exposição apresenta o «génio artístico» de Rafael Bordalo Pinheiro, figura marcante da cultura portuguesa da segunda metade do século XIX.

A mostra a «O Universo de RAFAEL BORDALO PINHEIRO – CARICATURA e CERÂMICA» está organizada em torno de um vasto núcleo de peças de cerâmica das Caldas da Rainha, pertencentes à Colecção Berardo, com enfoque para o grupo de peças de Rafael Bordalo Pinheiro (1846-1905), em paralelo com desenhos de caricatura humorísticas do autor. Nesta colecção, mostram-se peças de importância rara, de rigorosa expressão naturalista e figurativa, em excelente estado de conservação.

Quando Rafael Bordalo Pinheiro se fixou nas Caldas da Rainha, em 1884, fundou com o seu irmão a “Fábrica de Faiança das Caldas da Rainha”, onde assume a direcção artística e faz das Caldas da Rainha um centro da cerâmica reconhecido internacionalmente. Artista empreendedor e multifacetado, Rafael Bordalo Pinheiro trilhou um percurso muito próprio, dedicando-se às artes gráficas, às artes plásticas, ao desenho de objectos, à decoração e à cerâmica, produzindo uma vasta obra que reflecte quase sempre de forma crítica o quotidiano cultural, político e social da época em que viveu.

No que diz respeito à obra gráfica, foi inovador, desenvolvendo o desenho humorístico e o cartoon como expressão artística. Integrando o círculo de intelectuais e artistas que definiram a Geração de 70 e privando com personalidades dos diversos sectores de influência da sociedade oitocentista, incluindo a própria Corte, Bordalo Pinheiro conseguiu, através da sua obra, mostrar um retrato fidedigno da sociedade de então. Consciente do poder e da força da imprensa, fundou diversos periódicos, utilizando a caricatura como veículo para a defesa dos seus ideais.

Numa época conturbada, em que a própria Fábrica que Bordalo nos legou tem vivido momentos difíceis, esta exposição afirma-se duplamente pertinente: por um lado, como um apelo à salvaguarda patrimonial; por outro, por permitir um olhar renovado sobre a nossa própria condição artística e cultural contemporâneas.


, 2009-07-28
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MensagemAssunto: Vamos malhar nos políticos?   Ter Jul 28, 2009 9:59 pm



A convite do Partido Comunista do Brasil, Jerónimo de Sousa, Secretário-Geral do Partido Comunista Português, desloca-se na próxima semana ao Brasil..

Dia 9 de Junho, Jerónimo de Sousa estará em São Paulo, onde será recebido, às 18 horas, por representantes de associações e pelo Conselho da Comunidade Luso-Brasileira , na Casa de Portugal (Av. da Liberdade, 602). Às 19h, profere uma conferência no auditório do Sindicato dos Engenheiros (Rua Genebra, 25) subordinada ao tema "Revolução e contra revolução em Portugal".

Para mais informações : Núcleo Brasil da CDU - Coligação Democrática Unitária PCP - PEV
pelos telefones: (11) 9176 5914 ou 3721 9830.
Leia mais no Mundo Lusíada



Publicado pela Embaixada de Portugal

Alguém sabe onde é que um partido tão pobrinho e sempre a atacar as deslocações do Governo, foi buscar as massas para esta viagem e estadia? E o resultado?Será que o Jerónimo apenas foi actualiar o samba das suas intervenções na AR, para emprestar um ar mais alegre e menos vermelhusco à sua bancada?
ehehehehehe

Nota: Este tópico pretende ser uma sátira a todos os políticos e respectivos partidos, aproveitando as notícias e os casos que vão surgindo


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MensagemAssunto: Populares evitam encerramento de museu   Sab Ago 22, 2009 3:44 pm

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Fechado para férias
Peso da Régua


Populares evitam encerramento de museu

A Associação dos Amigos do Museu do Douro evitou o encerramento da exposição permanente “Memória da Terra do Vinho”, no Peso da Régua, assegurando o seu funcionamento enquanto a habitual equipa responsável goza férias.

De acordo com a associação, a intenção da direcção do Museu do Douro era «encerrar esta exposição durante o mês de Agosto devido à falta de pessoal e verbas para poder contratar três pessoas durante este período».

Os responsáveis da colectividade adiantam, em comunicado, que ficaram preocupados com a possibilidade de ver encerrada a mostra numa época alta para o turismo no Douro, assegurando o funcionamento da exposição durante Agosto.

E pelo que já constataram, «Memória da Terra do Vinho» está a receber diariamente a visita de «mais de 100 pessoas».

Brigantia, 2009-08-19
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MensagemAssunto: Ministra elogia modelo do Museu do Douro   Sex Dez 18, 2009 5:49 pm

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Exposição «Rios Douro»
Peso da Régua




Ministra elogia modelo do Museu do Douro

A ministra da Cultura, Gabriela Canavilhas, elogiou, ontem, quarta-feira, o modelo de gestão e expositivo do Museu do Douro, no Peso da Régua, a unidade museológica portuguesa que neste momento mais apoio financeiro recebe do Governo.

A governante presidiu à inauguração da exposição \"Rios Douro\", que vai estar patente no Museu do Douro (MD) até meados de 2011 e faz uma homenagem a um dos actores principais deste território: o rio.

Depois de percorrer a exposição, Gabriela Canavilhas considerou tratar-se de uma \"visita obrigatória\" e elogiou o MD, o qual classificou como uma \"referência como modelo expositivo e de gestão em termos da museologia nacional\".

Gerido pela Fundação MD, esta instituição recebe anualmente cerca de 500 mil euros por parte do Governo, e conta ainda com uma comparticipação financeira por parte dos fundadores, entidades privadas e públicas, com destaque para as autarquias da Região Demarcada do Douro.

\"O financiamento anual do Ministério da Cultura para o MD é superior ao financiamento de todos os outros museus no resto do país. Só isto já demonstra o quanto o ministério se empenhou neste projecto\", sublinhou a responsável.

Em 2009, a maioria das autarquias não cumpriu a sua comparticipação para com o museu, uma dificuldade reconhecida pela ministra.\" A crise também se revela nestas pequenas dificuldades, mas estou certa de que o sucesso que este MD tem nos seus objectivos será um bom incentivo para todos os parceiros se mostrarem pontuais nas suas obrigações\", salientou.

O director, Fernando Maia Pinto, referiu que o orçamento da unidade museológica para 2010 é de um total de 900 mil euros, distribuídos pelo Governo, autarquias e fundadores privados.

\"Rios Douro\" é composta por várias exposições que decorrerão até Abril de 2011, quando será dado lugar a uma nova exposição programática dedicada aos 200 anos da \"Ferreirinha\".

Desde ontem podem ser vistas as exposições de pintura \"Mestre Joaquim Lopes - Douro\", \"Linha do Douro\" de Manuel Casal Aguiar, bem como uma instalação na qual um barco rabelo será recuperado ao vivo. O rabelo é uma embarcação que cruzava o rio Douro e era utilizada para transportar o vinho do Porto.

No final de Janeiro ficará patente a exposição \"Faina fluvial no Douro\", seguindo-se a \"Lixa Filgueiras\" e \"Meu Douro\".

Gabriela Canavilhas dedicou o dia de ontem ao Douro, seguindo da Régua para o Museu de Arte e Arqueologia do Côa e garantindo anunciar \"a seu tempo as medidas que irão ser tomadas para consolidar aquele projecto\".

, 2009-12-18
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MensagemAssunto: Museu do Douro acolhe a exposição «Faina Fluvial no Douro»   Qua Jan 27, 2010 11:08 am

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«Rios Douro»
Peso da Régua


Museu do Douro acolhe a exposição «Faina Fluvial no Douro»

No Museu do Douro, continua o ciclo de exposições englobado na grande exposição de 2010 “Rios Douro”.

A exposição «Faina Fluvial no Douro» é inaugurada na próxima sexta-feira, pelas 18h00, na sede do Museu do Douro, em Peso da Régua. A exposição apresenta uma visão estética sobre o rio Douro e reúne um conjunto de obras de cinco artistas plásticos da Escola de Belas-Artes do Porto: Amândio Silva, Augusto Gomes, Guilherme Camarinha, Júlio Resende e Sousa Felgueiras.

Na exposição, \"o Douro passa de registo documental a cenário pitoresco ou de costumes, para ser representado em grande escala sob a forma de pintura e de gravura\". O filme “Douro Faina Fluvial,” de Manoel de Oliveira, obra maior do cinema português, não podia deixar de ser evocado e é projectado numa das paredes do primeiro andar da sala de exposições do Museu do Douro. A mostra pode ser vista até 5 de Abril.

Espigueiro, 2010-01-27
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MensagemAssunto: Museu do Douro celebra Primavera nas férias da Páscoa   Qui Mar 18, 2010 11:00 pm

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«A Primavera no Museu do Douro»
Peso da Régua


Museu do Douro celebra Primavera nas férias da Páscoa

Para aproveitar da melhor forma a chegada da Primavera, o Serviço Educativo do Museu do Douro, localizado no Peso da Régua, volta a realizar um conjunto de Oficinas e Percursos durante as férias da Páscoa. O Programa «A Primavera no Museu do Douro» pretende enriquecer os mais novos do ponto de vista cultural, ocupando-lhes o tempo das férias escolares.

Assim, nos dias 29, 30 e 31 de Março e 1 de Abril, é possível experimentar novas formas de aprendizagem lúdica com as sonoridades da percussão e do movimento, bem como realizar um percurso para descobrir, ver e ouvir melhor outras paisagens e outros lugares.

As oficinas e os percursos pedestres, destinados a crianças e jovens dos 6 aos 16 anos, decorrem desta vez sob as temáticas do Som e do Ar Livre. O objectivo é que os mais novos aproveitem o tempo primaveril e os dias maiores, gozando do que a natureza tem de melhor para oferecer.

As inscrições podem ser feitas na recepção do Museu do Douro, até dois dias úteis antes de cada acção. A realização das actividades tem uma lotação máxima de 15 participantes e um custo de 20 euros, para os quatro dias, ou de cinco euros por sessão/dia.

PROGRAMA DAS OFICINAS:
«O SOM DAS COISAS»
30 e 31 de Março e 01 de Abril
Os participantes nesta Oficina de iniciação à percussão vão explorar, ao longo dos três dias, noções básicas de ritmo que se realizam a partir de materiais naturais e artificiais, instrumentos ou superfícies que dão som.

PERCURSOS PEDESTRES
Aldeia de Mazes e Lazarim
29 de Março
Este percurso, pelas aldeias de Mazes e Lazarim, permite o contacto com a diversidade da paisagem física e humana destes dois locais, dando-lhes a conhecer as paisagens do Douro, as pessoas e a saber do que falam os lugares, registando imagens e sons.

, 2010-03-18
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MensagemAssunto: Crise financeira ameaça futuro imediato do Museu do Douro   Seg Jan 03, 2011 11:00 pm

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Queixas mútuas
Douro



Crise financeira ameaça futuro imediato do Museu do Douro

Responsáveis dizem que são os efeitos da crise e da falta das contribuições dos autarcas. Estes queixam-se da escassa ligação do museu à região do Douro.

Salários em atraso ou pagos fora dos prazos normais, milhares de euros em dívida por parte das autarquias que integram a fundação, diminuição da dotação estatal, demissões, um programa que alguns dizem estar divorciado da região, decréscimo no número de visitantes e críticas ao desempenho do actual director artístico perfazem o quadro em que o Museu do Douro (MD) assinalou, no dia 20 de Dezembro, o segundo aniversário da inauguração da sua nova sede na Régua.

As quase três dezenas de funcionários que integram o quadro do museu têm recebido os salários com atrasos desde o Verão, e só lhes foi paga parte (400 euros) do subsídio de Natal, situação que, já depois do fim-de-semana natalício, a presidente do conselho de administração, Elisa Babo, garantia estar em vias de resolução. A mesma responsável põe também de parte o cenário de despedimentos, apesar de o plano de actividades para 2011 recentemente aprovado prever uma redução da massa salarial de 7 por cento.

"A crise financeira do Museu do Douro é idêntica à de muitas outras instituições no nosso país que estão dependentes das contribuições dos seus fundadores", justifica Elisa Babo. Ao que o PÚBLICO apurou, as dívidas das 21 autarquias que integram a Fundação Museu do Douro ascendem a 350 mil euros, e o museu tem-se visto obrigado a recorrer a capital fundacional para suprir as despesas. Elisa Babo não confirma aquele montante, mas justifica com esses atrasos a situação complicada que a instituição atravessa. Sobre o recurso ao capital fundacional, diz que esse expediente foi já "estancado este ano", e manifesta a expectativa de que esse fundo possa começar a ser reposto já em 2011.

Fernando Maia Pinto, director artístico do MD, confirma também "a situação delicada" e os "constrangimentos" que têm afectado o programa de actividades do museu, que, por exemplo, motivaram o adiamento do ciclo de exposições Rios Douro. E responsabiliza as autarquias pelo "não cumprimento" das suas obrigações.

A Câmara de Lamego é uma das que têm pagamentos atrasados. O seu presidente, Francisco Lopes (PSD), justifica a situação pela crise que a autarquia enfrenta. "Em situação de dificuldades financeiras, temos de ser criteriosos no pagamento das nossas contas, e temos de definir prioridades", diz o autarca social-democrata, sem esconder também o "desencanto e desilusão" que sente relativamente à orientação que vem sendo seguida pelo MD.

Francisco Lopes tem uma objecção de fundo, aliás partilhada por outros autarcas durienses, relativamente aos estatutos do museu, que só permitem aos representantes do poder local darem pareceres, sem poderem intervir na definição do plano de actividades. "Porque não quero fazer figura de corpo presente num órgão como este [Conselho de Fundadores], desde há mais de um ano que decidi não me envolver nos assuntos do Museu do Douro", diz o presidente da Câmara de Lamego, que, no entanto, decidiu pagar já a tranche do primeiro semestre de 2010, para "ajudar a pagar os salários".

Críticas à direcção artística

O conselho de administração do museu está, de resto, sem representante das autarquias após a recente demissão do ex-presidente da Câmara de S. João da Pesqueira, António Lima Costa, por razões que não conseguimos confirmar junto do próprio, mas que Elisa Babo diz terem sido "de ordem pessoal". A administradora acrescenta esperar que os autarcas encontrem depressa o seu novo representante; já sobre a questão dos estatutos, diz que eles poderão ser "revistos e melhorados" a seu tempo, como acontece com outras fundações.

Depois da grande aposta feita com a exposição de inauguração da nova sede na Régua, em Dezembro de 2008, dedicada ao barão de Forrester, o MD confrontou-se, este ano, com a inevitabilidade de adiar parte das iniciativas do ciclo Rios Douro, acabando por se ficar pela exposição do pintor portuense Joaquim Lopes, cujo tempo de exibição foi dilatado para além do inicialmente previsto.

Algumas das críticas que se ouvem sobre a programação e a acção do MD é a de que ele não tem em conta a sua marca original de "museu de território". Gaspar Martins Pereira, o historiador que foi a principal figura do processo de lançamento do museu, e ao qual esteve ligado durante uma década, até ter-se demitido no início de 2007, quando percebeu que tinha perdido a confiança da administração da altura, não quis alongar-se muito na apreciação da direcção que a instituição tomou após a sua saída. "Verifico que o projecto que corporizei foi alterado, mas não tenho grande coisa a dizer sobre isso, além de que há toda a legitimidade para se fazer as coisas de modo diferente", diz o historiador, que, no entanto, vê a falta de sustentabilidade financeira e as escassas relação com a região e representação do território como as principais lacunas.

O presidente da Câmara de Alijó, José Artur Cascarejo (PS), também acha que "a ligação com o território devia ser mais aprofundada", e reafirma que a saída de Gaspar Martins Pereira redundou "numa grande perda" para o projecto. Sem querer fazer "considerações de ordem pessoal", o autarca socialista acha que o MD padece de "um problema de liderança". Mas não acredita que a anunciada nomeação de um subdirector para o quadro do museu venha resolver a situação, muito menos em situação de crise financeira como a que se vive.

Fernando Seara, o arquitecto que tem ocupado o cargo de assessor da direcção do MD, é o nome indigitado para fazer equipa com Fernando Maia Pinto a partir do próximo ano. Elisa Babo assegura que a sua entrada no quadro vai resultar numa "poupança" relativamente ao custo da assessoria, além de que será uma solução de continuidade com "o bom trabalho de equipa" que Seara vem fazendo com Maia Pinto para garantir a sustentabilidade do museu. Mário Mesquita Montes, vereador do Turismo da Câmara da Régua (PSD), aceita esta justificação e dá o benefício da dúvida à direcção artística. "Maia Pinto teve de lidar com um período de transição complicado, mas tem a melhor das boas-vontades, e todos nós temos de ajudar para cumprir o projecto do Museu do Douro, que é muito importante para o turismo".

O director do museu foi o principal alvo de uma "denúncia" assinada "M. Sousa Tavares" e enviada por mail em meados de Dezembro para os vários membros da fundação. O texto associa críticas a considerações de índole pessoal em termos que Maia Pinto e a administração consideraram "ofensivos e maldosos" - decidiram, por isso, apresentar uma queixa-crime na GNR da Régua.

Maia Pinto diz, no entanto, que não foge às críticas. "Não sou autista", adianta o director, defendendo que o seu programa só não tem sido mais conforme ao inicialmente projectado "por causa das dificuldades financeiras". Mas repudia a acusação de se estar a afastar do programa de um museu de território e da representação da região. Para além da mostra permanente Memória da Terra do Vinho, e daquelas que foram dedicadas ao barão de Forrester e a Joaquim Lopes, "que são irrecusavelmente figuras do Douro, o museu apresenta agora exposições que poderiam estar em qualquer outro grande museu do mundo", referindo-se aos trabalhos de José Rodrigues, Para um Altar, e à Colecção Ernst Lieblich. "As pessoas do Douro também têm o direito a conhecer obras como estas, e o museu não pode ficar só virado para o umbigo da região", diz Maia Pinto.

Sérgio C. Andrade in Público, 2011-01-03
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MensagemAssunto: Prémio Museu Europeu 2011 tem três nomeações portuguesas   Sab Mar 05, 2011 5:36 pm

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Museu do Douro nomeado
Douro



Prémio Museu Europeu 2011 tem três nomeações portuguesas

Três museus portugueses, o do Douro, a Casa das Histórias Paula Rego e o Mosteiro de Santa Clara-a-Velha, estão entre os 34 nomeados para o Prémio do Museu Europeu do Ano 2011, organizado pelo European Museum Forum (EMF). O prémio e as menções honrosas são anunciados a 21 de Maio na Alemanha, de acordo com informações da organização à agência Lusa.

A cerimónia do anúncio dos premiados vai ter lugar no Centro de Imigração de Bremerhaven, na Alemanha, que conquistou o Prémio Museu Europeu em 2007. O vencedor acolhe a próxima cerimonia e até lá terá o prestigio de exibir a escultura \"The Egg\", do artista britânico Henry Moore.

O júri deste ano nomeou 34 museus de 15 países, entre eles a Rússia, Espanha, Áustria, Turquia, Finlândia, Bélgica, Croácia, Azerbeijão, Suiça e o Reino Unido.

A escolha do premio terá como critério os esforços realizados pelos museus para atrair visitantes através de programas nas áreas da interpretação, responsabilidade social, comunicação e marketing.

O EMF é uma organização europeia independente, sem fins lucrativos, criada nos anos 70 para promover a qualidade das instituições museológicas. Todos os anos atribui um galardão para distinguir a excelência nesta área.

Para mais informações sobre o prémio e os nomeados, visite o site europeanmuseumforum.org.

Renascença, 2011-03-03
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MensagemAssunto: «Perto de ser «o melhor museu do mundo»   Dom Maio 22, 2011 4:47 pm

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«Perto de ser «o melhor museu do mundo»
Douro


Museu do Douro com menção honrosa no Museu Europeu 2011

O Museu do Douro, em Peso da Régua, foi uma das seis instituições que receberam menção honrosa no Prémio Museu Europeu do Ano 2011, uma competição em que o Museu Galo-Romano de Tongeren, Bélgica, arrecadou a vitória.

Ao lado do museu português, as outras menções honrosas foram para a Experiência Musical Britânica, no Reino Unido, para o Museu do Artista e do Contador de Histórias, na Rússia, para o museu espanhol da Memória da Andaluzia, para o alemão Museu Nacional Schiller e para o Museu da Guerra Civil Finlandesa.

O prémio do Museu Europeu do Ano 2011 é organizado pelo European Museum Fórum, uma organização europeia independente e sem fins lucrativos criada nos anos 1970 para promover a qualidade das instituições museológicas.

O vencedor, o Museu Galo-Romano de Tongeren tem no acervo as peças recolhidas em escavações feitas em redor da cidade desde o século XIX, num total de cerca de 170 mil objetos, que vão desde a pré-história, ao período galo-romano e ao período merovíngio, a dinastia que governou a então Gália desde meados do século V até meados do século VIII.

O diretor do Museu do Douro considerou que a atribuição de uma menção honrosa no Prémio Museu Europeu do Ano 2011 coloca a instituição mais perto de ser «o melhor museu do mundo».

«Felicíssimo», o diretor da galardoada instituição, Fernando Maia Pinto, disse à Agência Lusa que estar entre os cinco melhores museus europeus «enche de orgulho» quem o dirige e deverá trazer «uma visibilidade muito grande».

«Essa visibilidade é fundamental, aumenta visitas, expectativas, cria uma fasquia muito alta», afirmou.

Lusa, 2011-05-22
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MensagemAssunto: 800 mil euros de défice estrangulam Museu do Douro   Qua Jul 13, 2011 4:06 pm

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Museu vive dias difíceis
Douro



800 mil euros de défice estrangulam Museu do Douro

O Museu do Douro vive dias difíceis. O défice de tesouraria já vai em 800 mil euros, devido ao atraso do pagamento de quotas de autarquias fundadoras e de comparticipações de programas comunitários. O pessoal foi reduzido e os ordenados nem sempre são pagos a horas

Os pássaros cantam alegres no interior da antiga Casa da Companhia, na Régua, enquanto no relvado exterior as galinhas e frangos do Museu vão debicando o seu sustento. Dos pássaros apenas se ouve o pio, como decoração sonora da exposição que desde sexta-feira está patente naquele espaço para comemorar o bicentenário do nascimento de Dona Antónia Ferreira, a Ferreirinha da Régua, como ficou conhecida na região.

Exposição à parte, a direcção do Museu tempo poucas razões para festa. Os tempos são de grande contenção, embora o director do Museu do Douro, Fernando Maia Pinto, acredite que \"vai ser possível recuperar esses 800 mil euros\". Em relação às comparticipações dos projectos, 400 mil euros, \"é só uma questão de burocracia\". Mesmo assim, há um atraso de \"dois anos\", o que \"é demais e dá cabo de qualquer tesouraria\". O restante é devido por algumas câmaras municipais do Douro. Por \"dificuldades financeiras\".

Apesar desta situação, que, sabe o JN, tem conduzido a atrasos no pagamento de salários, por vezes de forma fraccionada, \"ainda não houve necessidade de rescindir nenhum contrato\". Neste momento são 30, mas quando o Museu abriu, no final de 2008, eram 39. \"Apenas houve contratos a prazo que não foram renovados\", nota Maia Pinto, apesar de assegurar que quem foi dispensado \"faz falta\" e \"cria algumas dificuldades de funcionamento\". Aliás, se o Museu quiser continuar ser ambicioso, \"o quadro de pessoal terá de aumentar\".

O secretário de Estado da Cultura, Francisco José Viegas, esteve na semana passada numa reunião de trabalho no Museu do Douro, em que a questão das dificuldades financeiras foi abordada. No final, o governante assumiu apenas que está \"preocupado com a situação\", sem anunciar qualquer medida que ajude o organismo a sair do sufoco.

Apesar disso, Maia Pinto valoriza as \"boas intenções demonstradas\", já que o Governo assegura 50 por cento do orçamento actual do Museu (um milhão de euros). A outra metade tem de ser suportado pelas 21 autarquias e entidades privadas que fazem parte da Fundação Museu do Douro, bem como por receitas próprias.

E se as contas não são famosas, o número de visitas é bastante satisfatório. Maia Pinto espera que até ao final do ano possa contabilizar \"entre 40 e 50 mil visitantes\" e confia que a exposição sobre a Ferreirinha vai contribuir para isso. Os portugueses ainda são o grosso dos que procuram aquele espaço, mas começa a haver cada vez mais estrangeiros. São os que chegam à Régua nos cruzeiros fluviais e através de agências de viagens.

A menção especial recebida no âmbito do Prémio Museu Europeu 2011, que sublinha \"a qualidade e o vasto âmbito de programas\" do Museu do Douro, ajuda também à sua divulgação no estrangeiro. \"Até já fomos procurados por essa maior visibilidade\", realça Maia Pinto. \"Devia ser encarado como aquilo que não se faz na Europa mas se consegue fazer em Portugal\", sublinha.

Dona Antónia, uma mulher diferente no seu tempo

A exposição \"Dona Antónia, uma vida singular\", que abriu sexta-feira e fica patente até Maio de 2012, no Museu do Douro, comemora os 200 anos do nascimento de Dona Antónia Adelaide Ferreira.

A \"Ferreirinha da Régua\", como ficou conhecida, foi uma personagem que viveu de uma forma diferente das mulheres do seu tempo. Um símbolo da iniciativa, perseverança e luta individual em defesa de um bem colectivo.

A exposição está dividida em dois espaços. No primeiro piso pode ver-se a parte mais cronológica da homenageada, nomeadamente a sua vida e ligações familiares. No segundo piso, predomina a História sobre as suas quintas no Douro e o seu legado à região.

Devido à incerteza do financiamento da exposição, que custa cerca de 100 mil euros, só começou a ser preparada em Abril. \"Foi feita em tempo recorde\", valoriza Maia Pinto, director do Museu.

As peças que pertenceram a dona Antónia presentes nesta exposição foram emprestadas por seus descendentes, empresas e organismos públicos que possuem parte do acervo que deixou. Destacam-se várias peças domésticas, roupas e mobiliário. Uma das mais curiosas é uma sanita de viagem do século XIX que acompanhava dona Antónia nas duas viagens. No centro do primeiro piso pode ver-se a recriação de uma sala da época e, no segundo, o jardim típico de uma quinta da Ferreirinha.


Eduardo Pinto in JN, 2011-07-12
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MensagemAssunto: Fernando Maia Pinto foi dispensado da direcção do Museu do Douro   Sab Out 15, 2011 4:15 pm

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Jornal Publico noticia
Douro



Fernando Maia Pinto foi dispensado da direcção do Museu do Douro

A cessação do seu mandato foi decidida na véspera pelo conselho de administração da fundação que gere o museu, aproveitando como pretexto a aposentação do director enquanto funcionário do Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico (Igespar), que na segunda-feira saíra em Diário da República.

\"A administração decidiu, por unanimidade, não aceitar a proposta do director de continuar no cargo, renegociando as condições do seu contrato\", disse ao PÚBLICO a presidente da administração, Elisa Babo, recordando que Maia Pinto ocupava o cargo \"em regime de cedência especial do Igespar ao museu\".

À frente da direcção, interinamente, fica o arquitecto Fernando Seara, subdirector desde o início do ano. \"Achamos que era chegada a altura de abrir um novo ciclo na história do museu\", acrescentou Elisa Babo, a justificar a substituição.

A decisão da administração foi mal recebida por Maia Pinto, que se diz \"muito magoado\" com a dispensa e acusa os responsáveis de \"quebra de solidariedade\". \"Fiquei surpreendido e tenho imensa pena de ter de abandonar agora este trabalho. Dizem que querem entrar num novo ciclo. Pelos vistos, querem fazê-lo com alguém que seja mais contido, menos esfuziante, e que aposte menos na festa\", lamenta o ex-director, que entrara para o museu, na Régua, no início de 2007, e tinha antes dirigido o Parque Arqueológico do Vale do Côa.

A decisão da administração de substituir o responsável pelo Museu do Douro surge num contexto em que o agora ex-director vinha sendo objecto de alguma contestação. Maia Pinto era principalmente acusado de não fazer a ligação do museu à região, impossibilitando-o de cumprir a sua função fundadora - a de ser um \"museu do território\". O ex-director considera que o seu \"afastamento\" surge numa altura em que \"o museu está a crescer, tanto em visibilidade mediática como na conquista de visitantes [20 mil em 2010]\", e refere como exemplo o sucesso da exposição dedicada ao bicentenário da Ferreirinha: \"Dona Antónia Adelaide Ferreira - Uma vida singular\" (até Abril de 2012).

Elisa Babo não avançou, entretanto, qualquer data para a escolha de um novo director. \"O arquitecto Fernando Seara ficará em funções interinamente. A seu tempo, a administração encontrará a solução directiva para o futuro\", diz, acrescentando que o subdirector terá já a responsabilidade de preparar o orçamento e o plano de actividades para o próximo ano.

Fernando Seara trabalhava como assessor no museu desde a reconstrução da velha Casa da Companhia. A sede actual foi inaugurada em Dezembro de 2008, com uma exposição dedicada ao Barão de Forrester, que com a \"Ferreirinha\" forma a dupla mais importante da história do Douro.


Sérgio C. Andrade, 2011-10-12
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MensagemAssunto: Museu vai inventariar, restaurar e conservar espólio das misericórdias da região demarcada   Sab Dez 10, 2011 4:43 pm

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18 misericórdias
Douro


Museu vai inventariar, restaurar e conservar espólio das misericórdias da região demarcada

O Museu do Douro vai ajudar a inventariar, restaurar e conservar o espólio das 18 misericórdias que existem na Região Demarcada do Douro (RDD), no âmbito de um protocolo que será assinado a 14 de dezembro.

A sede do Museu do Douro, no Peso da Régua, vai ser o palco das comemorações dos 10 anos da elevação do Douro a Património Mundial da UNESCO, que se assinala na quarta-feira.

Nesse âmbito, será assinado um protocolo de colaboração entre esta unidade museológica e a União das Misericórdias Portuguesas, que passarão a dispor dos seus serviços técnicos.


Lusa, 2011-12-10
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MensagemAssunto: Segundo polo é inaugurado a 14 de julho, em Favaios    Ter Jul 10, 2012 4:33 pm

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Museu do Douro
Alijó


Segundo polo é inaugurado a 14 de julho, em Favaios

O Núcleo Museológico Favaios, Pão e Vinho, a inaugurar a 14 de julho, é o segundo polo do Museu do Douro a entrar em funcionamento e representa um investimento de cerca de 800 mil euros.

Esta unidade museológica chegou a ter inauguração marcada para o Dia dos Museus, 18 de maio, mas foi adiada por impossibilidade da autarquia concluir a instalação da exposição.

Na altura, o presidente da câmara, Artur Cascarejo, justificou o atraso com a nova Lei dos Compromissos e dos Pagamentos em Atraso. A Lei dos Compromissos inibe as autarquias de autorizarem despesas sem terem receitas correspondentes garantidas nos três meses seguintes.

Lusa, 2012-07-05
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MensagemAssunto: Concretizados quatro polos dos 11 inicialmente previstos    Qua Jul 11, 2012 10:52 am

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Um retrocesso
Douro


Concretizados quatro polos dos 11 inicialmente previstos

Dos 11 polos do Museu do Douro (MD) inicialmente previstos apenas deverão ser concretizados quatro, apostando agora esta estrutura num trabalho em rede com as pequenas unidades museológicas, públicas ou privadas, já existentes no território.

A sede do Museu do Douro abriu as portas em dezembro de 2008, 11 anos depois da sua criação e após um investimento de 5,2 milhões de euros.

Criado em 1997 na sequência de uma lei aprovada por unanimidade na Assembleia da República, este é também o primeiro museu de território construído em Portugal.

Lusa, 2012-07-11
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