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 O Azeite

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Fantômas

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MensagemAssunto: Azeite de Trás os Montes e Douro no Top 20 mundial   Seg Out 24, 2011 11:40 am

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Flos Olei 2012
Trás-os-Montes



Azeite de Trás os Montes e Douro no Top 20 mundial

O Azeite de Trás os Montes e do Douro está entre os 20 melhores do mundo, tendo obtido a distinção pelo Guia Flos Olei 2012 – Guia dos Melhores Extra Virgens do Mundo. Os olivicultores distinguidos foram a Cooperativa dos Olivicultores de Valpaços e a Casa Agrícola de Produção de Azeite João Batista Pinheiro Paulo.

A Cooperativa de Olivicultores de Valpaços recebeu a classificação “Feito com Amor/ Il Frantoio del Cuore”. A Casa Agrícola de João Batista Pinheiro Paulo obteve a distinção de “Melhor Azeite Virgem Extra Qualidade/Preço”.

No Guia Flos Olei 2012, elaborado pelo enólogo e gastrónomo Marco Oreggia, também foram selecionados 12 azeites de Trás-os-Montes e Douro entre os 17 portugueses presentes na edição do guia de 2012.

Os resultados conseguidos pelos produtos portugueses “demonstram a qualidade da produção regional, o esforço dos produtores para garantirem a qualidade e premeia as boas práticas desenvolvidas na região mesmo pelas grandes unidades como a Cooperativa de Olivicultores de Valpaços”, afirma a Associação dos Olivicultores de Trás-os-Montes e Alto Douro (AOTAD) em comunicado.

Também em 2010 o Azeite de Trás-os-Montes João das Barbas ficou classificado entre os 20 Melhores e a AOTAD foi galardoada com o Premio Cristina Tiliácos.

Já em 2005 o Azeite de Trás-os-Montes Romeu ficou classificado entre os 15 Melhores no Guia do Extra virgem.

O responsável pelo guia, Marco Oreggia, a convite da AOTAD visitou, em março de 2011, a região de Trás-os-Montes e Alto Douro, onde ficou a conhecer pormenorizadamente a região e os seus azeites.


, 2011-10-24
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Romy

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MensagemAssunto: Casa Aragão lança primeiro azeite biológico para bebés   Qui Nov 17, 2011 7:19 pm

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Primeiro azeite biológico português
Alfândega da Fé



Casa Aragão lança primeiro azeite biológico para bebés

Um produtor de Alfândega da Fé, em Trás-os-Montes, acaba de lançar o primeiro azeite biológico para crianças e bebés, com o qual quer conquistar os paladares dos mais novos e novos mercados internacionais.

A Casa Aragão lançou há mais de 20 anos o primeiro azeite biológico português, foi pioneira na produção de Azeite com Denominação de Origem Protegida (DOP) Trás-os-Montes e colocou no mercado o primeiro azeite com rótulo em Braille, além de ter instalado o primeiro lagar ecológico do Nordeste Transmontano.


Da aposta na inovação surgiu o «ALFANDAGH KIDS», «um produto desenvolvido a pensar exclusivamente na saúde e bem-estar dos mais novos, sem pesticidas, sem agroquimícos, 100 por cento natural», disse hoje à Lusa o sócio gerente Artur Rabaçal Aragão.

Lusa, 2011-11-17
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Romy

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MensagemAssunto: Oliveiras de jardins de Mirandela rendem mil litros de azeite    Qui Dez 15, 2011 2:07 pm

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Três mil oliveiras
Mirandela


Oliveiras de jardins de Mirandela rendem mil litros de azeite

A câmara de Mirandela produz anualmente cerca de mil litros de azeite, proveniente das cerca de três mil oliveiras espalhadas pelos jardins, ruas e avenidas da cidade.

Depois de embalado em garrafas de meio litro com o rótulo do município, o azeite é oferecido pela autarquia às individualidades que visitam o concelho bem como aos participantes em diversos eventos desenvolvidas pelo município.

Dessa forma, a câmara considera que promove o produto e o concelho.Não passa despercebido a quem circula pelas ruas da cidade, a presença de vários funcionários da câmara municipal de Mirandela na apanha da azeitona nas cerca de três mil oliveiras espalhadas pelos jardins, ruas e avenidas da cidade.

Para além das oliveiras que estão em produção plena, também foram plantadas oliveiras a dividir as faixas de rodagem das avenidas de Mirandela. Contudo, estas árvores acabam por não contribuir para a produção de azeite do município, dado que têm que ser cortadas, frequentemente, para não dificultarem a visibilidade dos condutores.

“Temos cerca de duas a três mil oliveiras mas há muitas que não têm produção porque como estão em ambiente urbano são podadas para beneficiar mais o ambiente urbano do que a produção” refere o vice-presidente do Município.

Em média, todos os anos o Município consegue colher cerca de três toneladas de azeitona que resulta em cerca de mil litros de azeite.“Em anos normais apanhamos cerca de três mil quilos o que nos dá mil litros de azeite e é o que contamos ter este ano” adianta António Branco.Após a apanha, a azeitona é transformada nos lagares da região.

Posteriormente, este Azeite DOP (Denominação de Origem Protegida) é embalado em garrafas de meio litro com o rótulo do município, que são oferecidas pela autarquia às individualidades que visitam o concelho, bem como aos participantes em diversos eventos desenvolvidas pelo município.“Este azeite é embalado e normalmente faz parte das ofertas que a camara entrega a entidades que nos visitam, em actividades e eventos usado em favor da promoção da cidade e do azeite” explica.

Refira-se ainda que a CMM colocou placas nas diversas oliveiras que se encontram a embelezar a cidade, para identificar as diversas variedades cultivadas pela autarquia, nomeadamente a cobrançosa, a verdeal transmontana e a madural. Estas são, igualmente, as variedades produzidas pelos agricultores do Nordeste Transmontano, devido à composição dos solos da região.

Brigantia, 2011-12-15
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Fantômas

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MensagemAssunto: Portugal já produz 72% do azeite que consome   Qua Jan 18, 2012 4:40 pm

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«É possível atingir a autossuficiência»
Mirandela



Portugal já produz 72% do azeite que consome

O secretário de Estado da Agricultura, José Diogo Albuquerque, considerou hoje que Portugal está no caminho da autossuficiência na produção de azeite, com o país a produzir 72% do que consome.

Num seminário, em Trás-os-Montes, o segundo maior produtor nacional a seguir ao Alentejo, o governante recordou que o país \"já teve autossuficiência, perdeu-a, mas foi crescendo e agora está num período de recuperação e dinamismo\".

Nos últimos cinco anos, segundo disse, a produção de azeite e a exportação duplicaram e os olivais já asseguram 72% do azeite consumido a nível nacional, o que faz o governante acreditar que \"é possível atingir a autossuficiência no futuro\".

Só na região de Trás-os-Montes, onde hoje participou, em Mirandela, num seminário sobre o setor, foram plantados nos últimos anos mais três mil hectares de novo olival, o correspondente, segundo José Diogo Albuquerque, a \"22% da superfície total de Portugal\".

\"Isso é bom porque quanto mais autossuficientes formos, no fundo, teremos menos euros importados e mais euros nacionais e isso ajuda a nossa economia\", considerou.

Lusa, 2012-01-16
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RMaria

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MensagemAssunto: Azeite vai ter ecoetiqueta em 2013   Ter Jan 31, 2012 12:04 pm

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Rentabilizar os resíduos do azeite
Trás-os-Montes



Azeite vai ter ecoetiqueta em 2013

O azeite do sudoeste da Europa, que representa 47% da produção mundial, terá a partir de 2013 uma ecoetiqueta que garante o respeito pelas normas ambientais e a indicação da pegada de carbono no processo produtivo.

A investigação envolve o CVR - Centro para a Valorização de Resíduos da Universidade do Minho, a Associação de Olivicultores de Trás-os-Montes e Alto Douro (AOTAD) e quatro centros tecnológicos de França e Espanha. O consórcio designa-se OiLCA e é cofinanciado pelo FEDER ao abrigo do programa Interreg IV B SUDOE.

O grupo reuniu há dias no CVR, em Guimarães, definindo em especial para 2012 a realização de jornadas e mesas de trabalho, dirigidas às empresas e demais entidades públicas e privadas do sector oleícola, que permitirão a recolha de informação e validação de metodologias e ainda a difusão de resultados finais, previstos para dezembro.

“O OiLCA visa promover a competitividade do sector oleícola do sudoeste europeu e culminará na implementação de uma ecoetiqueta, indexada ao produto oleico, capaz de comunicar ao consumidor o esforço e contribuição do setor para proteger o meio ambiente e mitigar as alterações climatéricas”, explica Jorge Araújo, do CVR.

Pretende-se proporcionar às empresas uma ferramenta que permita avaliar, de um ponto de vista ambiental e económico, tantos os seus processos produtivos como os impactes resultantes das possíveis alterações nos mesmos, identificando os melhores cenários sustentáveis e ecoeficientes.

Para isso serão realizadas análises à pegada de carbono, ao ciclo de custos e ao volume de resíduos produzidos por região. Para quantificar as emissões de gases com efeito de estufa será usada como ferramenta a análise de ciclo de vida (ACV), passando por todas as fases de produção. Além do CVR e da AOTAD, o consórcio inclui a Fundação Citoliva (chefe de fila), Fundação CTM Centro Tecnológico, Instituto Andaluz de Tecnologia e Instituto Nacional Politécnico de Toulouse. O site oficial é www.oilca.eu.

Rentabilizar os resíduos do azeite

As qualidades intrínsecas do azeite e o seu elaborado cultivo, extração, refinação e embalagem conferem-lhe um custo quatro vezes superior aos óleos alimentares tradicionais, como o de girassol, obtido desde uma semente oleoginosa e não de um fruto. Da azeitona é possível extrair 20% do seu peso em azeite, sendo o restante, chamado bagaço, uma mistura de caroço, polpa e azeite remanescente, resíduo que é quatro vezes maior do que o produto de interesse.

O sudoeste europeu produz 7.25 milhões de toneladas de bagaço ao ano, sendo imprescindível identificar e potenciar oportunidades de gestão segundo as tecnologias disponíveis e emergentes que antevejam ganhos ambientais e económicos, perante um contexto de crise energética e da crescente preocupação ambiental dos cidadãos.

O consumo de azeite aumentou na Europa mais de 50% nos últimos 20 anos, alcançando 1,85 milhões de toneladas em 2009. No mesmo período, Portugal mais do que duplicou a sua produção, de 26 mil para 68 mil toneladas, e em simultâneo reduziu para metade o total de lagares (de 1000 para 500), com tecnologia moderna e avançada.

O país produz 70% do azeite que precisa e está a caminho da autossuficiência meio século depois. Admite-se ultrapassar em breve as 100 mil toneladas de produção anual do chamado «ouro líquido» e reforçar o volume das exportações, sobretudo para o Brasil.

CM, 2012-01-31
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MensagemAssunto: Produção de azeite transmontano chega aos 16 milhões de litros   Seg Fev 06, 2012 5:44 pm

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Excelente produção de azeite
Trás-os-Montes



Produção de azeite transmontano chega aos 16 milhões de litros

AdicionarA região transmontana teve uma excelente produção de azeite na campanha de 2011/2012, com números semelhantes aos da campanha anterior. Nos 88 lagares ligados à Associação de Olivicultores de Trás-os-Montes e Alto Douro (AOTAD) deram entrada 90 mil toneladas de azeitona que resultaram em cerca de 14 milhões de litros de azeite.

Relativamente à qualidade, houve uma melhoria que está directamente ligada à antecipação da apanha e também ao facto de não ter havido grandes geadas.  90 mil toneladas de azeitona que resultaram em cerca de 14 milhões de litros de azeite. É este o resultado da campanha deste ano que está praticamente terminada.
O presidente da direcção da AOTAD, António Branco revela que os números são idênticos ao ano passado.

“Ainda não temos os dados finais mas nós apontamos para cerca de 90 milhões de quilos que dá cerca de 14 milhões de litros de azeite” refere. Já em termos de qualidade, António Branco considera que é muito boa justificado pelo facto de, este ano, não terem ocorrido intempéries nem secas significativas, mas também à antecipação da apanha, uma estratégia que a direcção da AOTAD tem vindo a defender nos últimos anos. “Tendo em conta que não existiram grandes geadas conseguimos ter uma campanha curta mas de boa qualidade até ao final” afirma.

O sector do azeite é o segundo com maior peso económico em Trás-os-Montes, só sendo superado pelo do vinho. Para se ter uma noção da importância deste produto na região, basta dizer que 50 por cento da produção nacional de azeitona de mesa e cerca de 35 por cento do azeite produzido em Portugal é oriundo de Trás-os-Montes.

O próprio secretário de estado da Agricultura, Diogo Albuquerque elogiou a reconversão do olival tradicional desta região, como estratégia fundamental para Portugal já produzir cerca de 72 por cento do azeite que consome.

A fileira do azeite em Trás-os-Montes está em crescimento na quantidade e qualidade, em contra ciclo com a crise em diversos sectores.
A campanha de 2010/2011 foi de boa produção de azeite na região transmontana. Nos 88 lagares ligados à Associação de Olivicultores de Trás-os-Montes e Alto Douro (AOTAD) deram entrada 92 mil toneladas de azeitona que resultaram em cerca de 16 milhões de litros de azeite.

O presidente da direcção da AOTAD classifica esta campanha como “um ano de referência só comparável à de 2004/2005”, afirma António Branco confirmando um aumento de cerca de 15 mil toneladas comparativamente com a campanha de 2009.

O rendimento médio atingiu os 16 por cento. “Temos zonas onde o rendimento passou os 20 por cento mas o rendimento médio anda na ordem dos 16, o que é muito bom para um ano regular” afirma.

António Branco também confirma uma melhoria na qualidade de azeite produzido que está directamente ligada à antecipação da apanha, uma estratégia que a direcção da AOTAD tem vindo a defender nos últimos anos.

Terra Quente, 2012-02-06
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MensagemAssunto: Azeite transmontano distinguido na China   Qui Abr 12, 2012 11:09 pm

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Pela primeira vez na Asia
Trás-os-Montes



Azeite transmontano distinguido na China

O Azeite de Trás-os-Montes foi novamente distinguido num concurso internacional. Desta vez na China, o Rosmaninho, da Cooperativa de Olivicultores de Valpaços obteve uma Medalha de Ouro e o azeite «Quinta de Vale do Conde», do concelho de Mirandela, obteve uma Medalha de Bronze.

Já não é propriamente uma novidade para o azeite rosmaninho e quinta de Vale do Conde, dado que já foram distinguidos em concursos nos Estados Unidos da América, em Itália e em Espanha. No entanto, pela primeira vez o azeite DOP transmontano é distinguido no mercado asiático que poder ser muito importante, economicamente, no futuro.

Disso não tem dúvida o presidente da direcção da Associação de Olivicultores de Trás-os-Montes e Alto Douro. António Branco considera que estes prémios são uma importante afirmação internacional do azeite da região. “O mercado da China extremamente importante hoje em dia porque é onde o consumo e o poder de compra está a crescer…”, salientou.

No entender de António Branco, para esta qualidade muito contribuiu a antecipação da apanha da azeitona que tem vindo a ser defendida e incentivada pela AOTAD“Tivemos um ano difícil com bastante seca. Esta campanha foi a campanha que mais cedo se iniciou.

Isto significa que a mensagem que nós temos pedido tem passado”, acrescentou.Esta associação que representa cerca de 17 mil olivicultores da região, entende ser necessária uma estratégia de promoção integrada para valorizar ainda mais o azeite produzido.

António Branco revela que a AOTAD já tem uma candidatura aprovada nesse sentido, mas o problema passa por conseguir a comparticipação nacional
O sector do azeite é o segundo com maior peso económico em Trás-os-Montes, só sendo superado pelo do vinho.

Para se ter uma noção da importância deste produto na região, basta dizer que 50 por cento da produção nacional de azeitona de mesa e cerca de 35 por cento do azeite produzido em Portugal é oriundo de Trás-os-Montes.

Brigantia, 2012-04-11
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MensagemAssunto: Azeite «Rosmaninho» recebe medalha de ouro em Pequim    Qua Maio 09, 2012 10:59 am

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Medalha de ouro e de bronze
Trás-os-Montes



Azeite «Rosmaninho» recebe medalha de ouro em Pequim

O azeite «Rosmaninho» da Cooperativa de Olivicultores de Valpaços ganhou uma medalha de ouro em Pequim.

Este azeite, com certificação DOP «Denominação de Origem Protegida» Azeite de Trás-os-Montes, é feito com três variedades de azeitonas, e também com amêndoas.

Para além do azeite \"Rosmaninho\", também o azeite \"Quinta de Vale do Conde\", do concelho de Mirandela, obteve uma medalha de bronze.

Ambos os azeites já foram distinguidos em concursos nos Estados Unidos da América, em Itália e em Espanha. No entanto, pela primeira vez o azeite DOP transmontano é distinguido no mercado asiático que poder ser muito importante, economicamente.

Na competição estavam os grandes produtores mundiais, mais de 20 países representados, mas o melhor de todos foi o Azeite Rosmaninho.

O setor do azeite é o segundo com maior peso económico em Trás-os-Montes, só sendo superado pelo do vinho. Cerca de 50% da produção nacional de azeitona de mesa e cerca de 35% do azeite produzido em Portugal é oriundo de Trás-os-Montes.

DV, 2012-05-09
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MensagemAssunto: Produtor transmontano lança no mercado azeite com ouro   Ter Out 09, 2012 4:43 pm

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Folha de ouro comestível
Alfândega da Fé



Produtor transmontano lança no mercado azeite com ouro

Um produtor de Alfândega da Fé, a Casa Aragão, vai lançar no mercado um azeite com ouro.

«Tem mesmo ouro de 23 quilates», assegurou hoje à Lusa Artur Aragão, explicando que se trata de uma mistura do tradicional azeite com folha de ouro comestível.

O consumidor não irá ver o ouro, mas saborear a combinação de dois produtos com benefícios para a saúde.

Segundo o produtor, às vantagens inerentes ao azeite, uma gordura natural rica em várias vitaminas, juntam-se os benefícios do ouro, utilizado há mais de seis mil anos pelos egípcios no combate a doenças como arteriosclerose, reumatismo, do aparelho digestivo, e até como afrodisíaco.

A inspiração surgiu de outros produtos que existem já nos mercados internacionais que contêm ouro.

Artur Aragão deu o exemplo de “um sorvete de Nova Iorque, nos Estado Unidos da Amércia, que custa 2.500 dólares, um hambúrguer também com folha de ouro, em Las Vegas, ao preço de 666 dólares”, e algumas bebidas.

O preço do novo azeite será mais modesto, embora “um pouco mais caro” do que os azeites tradicionais.

Uma garrafa de 250 mililitros do azeite com ouro custará, apontou, cinco euros, quase o triplo dos outros azeites certificados comercializados por este produtor com Denominação de Origem Protegida (DOP) e biológicos.

O novo produto destina-se “a outros mercados” e o objetivo é “abrir portas” para o exterior a uma empresa onde as exportações representaram, em 2011, 40% da faturação de um milhão de euros.

Os mercados asiático e dos Estados Unidos da América são a aposta do produtor, que ainda recentemente conseguiu conquistar novos apreciadores em Macau, na China e na Indonésia com o primeiro azeite biológico para bebés e crianças, o Alfandagh Kids.

O Brasil é um dos principais mercados internacionais deste produtor transmontano, que exporta também para vários países da Europa.

O azeite com ouro será o primeiro desta casa sem certificação porque não pode, segundo o empresário, ser um azeite DOP ou biológico, já que as regras não permitem adicionar nada ao azeite - nem mesmo ouro.

O lançamento deste azeite com ouro será feito hoje à noite, em Alfândega da Fé, com um concerto, no lagar de azeite da Casa Aragão, a cargo de duas bandas pop/rock, com a intenção de chegar à população mais jovem, dos 18 aos 30 anos, que em geral presta menos atenção a este produto.

Lusa, 2012-10-09
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MensagemAssunto: Produção de azeitona com quebras de 20 a 30 % em Trás-os-Montes   Ter Nov 20, 2012 12:45 pm

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A campanha esta começar
Trás-os-Montes



Produção de azeitona com quebras de 20 a 30 % em Trás-os-Montes

Os olivais transmontanos têm este ano menos azeitona, com uma redução «de 20 a 30» % da produção e quebras do rendimento dos produtores, apesar do aumento de preços no mercado, disse hoje a associação regional do setor.

\"Uma redução muito significativa, na ordem dos 20 a 30\" % é o que perspetiva António Branco, presidente da Associação de Olivicultores de Trás-os-Montes e Alto Douro (AOTAD), que representa metade dos 36 mil olivicultores da região, que é a segunda maior produtora nacional, a seguir aos olivais intensivos do Alentejo.

As quebras na produção dos olivais são extensíveis a outros países produtores, além de Portugal, o que faz com que, devido à menor oferta nesta campanha, os preços pagos ao produtor sejam mais elevados, mas nem isso \"compensa as perdas\", garantiu à Lusa António Branco.

A campanha deste ano está agora a começar, segundo adiantou o dirigente associativo, e está a ressentir-se da seca e das condições climatéricas adversas em geral, nomeadamente o calor que afetou a floração no final da primavera.

António Branco explicou que a esmagadora maioria dos olivais desta região são de sequeiro, não dispondo de mecanismo alternativos à rega natural, o que implica que estejam mais dependentes das adversidades do tempo.

O setor movimenta anualmente um valor bruto de 30 milhões de euros na região transmontana e alto duriense, que nos últimos anos aumentou a área de olival em mais 30 mil hectares, contabilizando atualmente cerca de 80 mil, que produzem, num ano médio, entre 80 a 90 milhões de toneladas de azeite.

A produção não tem crescido proporcionalmente ao aumento da área, segundo o presidente da AOTAD, devido a anos sucessivos de adversidades climatéricas e também porque os olivais novos demoram alguns anos a produzir.

O azeite é o produto de referência nesta fileira da olivicultura com Trás-os-Montes e Alto Douro a liderar com o maior número de azeites certificados em Portugal, concretamente 40, nas seis zonas portuguesas com Denominação de Origem protegida (DOP) atribuída pela União Europeia.

A região tem também colocado no mercado alguns produtos inovadores, como o primeiro azeite biológico para crianças e o primeiro azeite português com ouro que já entraram no circuito das exportações nacionais.

O azeite e a segunda produção agrícola com maior peso na economia transmontana, a seguir ao vinho, e é transformado em 128 lagares por toda a região.

Além dos azeites distinguidos com a certificação de qualidade DOP e biológicos, este produto chega também ao mercado com outras apresentações através de cerca de uma centena de embaladores que existem nesta região.

Lusa, 2012-11-19
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MensagemAssunto: Murça exporta azeite para a China   Qui Jan 03, 2013 1:24 pm

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1º carregamento de 11 mil litros
Murça



Murça exporta azeite para a China

A Cooperativa dos Olivicultores de Murça começou a exportar azeite para a China este ano, para onde enviou o primeiro carregamento de 11 mil litros e rótulos traduzidos para mandarim para chegar a mais consumidores.

Portugal continua a ser o principal mercado para o azeite de Murça, mas a Cooperativa Agrícola procura abrir novas portas para a venda dos seus produtos.

José Aires, um dos responsáveis pela unidade industrial, disse à agência Lusa que a grande aposta é agora a China.

O primeiro contentor carregado \"com 11 mil litros de azeite\" seguiu para o Oriente neste final de ano, mas, segundo o responsável, o objetivo é exportar com regularidade para aquele país.

José Aires salientou ainda que a cooperativa apostou na tradução dos rótulos para o mandarim, para chegar ao maior número de consumidores.

O azeite de Murça é ainda vendido para o Canadá, Estados Unidos da América, Brasil, bem como para países europeus como Suiça, Luxemburgo ou Alemanha.

Nesta campanha, a Cooperativa de Murça começou sua laboração no final de novembro, com um atraso comparativamente ao ano anterior.

Devido às condições climatéricas adversas, nomeadamente a seca, a quebra na produção estimada para esta campanha é da ordem, segundo José Aires, dos \"50%\".

De acordo com o responsável, a produção média deste lagar é de \"400 mil litros\". \"Este ano, se produzirmos 200 mil litros já fico contente\", frisou.

A quebra na produção de azeitona é geral na região de Trás-os-Montes e Alto Douro, com menos \"20 a 30%\".

A campanha deste ano ressentiu-se da seca e das condições climatéricas adversas em geral, nomeadamente o calor que afetou a floração no final da primavera.

O setor movimenta anualmente um valor bruto de 30 milhões de euros na região transmontana e alto duriense, que nos últimos anos aumentou a área de olival em mais 30 mil hectares, contabilizando atualmente cerca de 80 mil, que produzem, num ano médio, entre 80 a 90 milhões de toneladas de azeite.

Lusa, 2013-01-03
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MensagemAssunto: GNR está a fiscalizar lagares de azeite em todo o país   Qui Jan 03, 2013 1:31 pm

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Operação «Lagares de Azeite»
Trás-os-Montes



GNR está a fiscalizar lagares de azeite em todo o país

A GNR está a fiscalizar os lagares de azeite, numa operação nacional que visa verificar o cumprimento das normas de funcionamento, desde o licenciamento ao tratamento dos resíduos resultantes do processo de transformação das azeitonas.

A operação «Lagares de Azeite», realizada pelo Serviço de Protecção da Natureza e do Ambiente (SEPNA), arrancou a 15 de novembro e termina a 31 de janeiro.

Em Vila Real, a GNR está a percorrer os 20 lagares que se encontram espalhados pelo distrito. Numa dessas ações de fiscalização, os militares foram à Cooperativa dos Olivicultores de Murça.

O capitão Eduardo Lima, chefe do SEPNA de Vila Real, explicou à agência Lusa que o objetivo foi verificar a regularidade do licenciamento deste lagar e averiguar os resíduos que são produzidos. \"Quantidades e o respetivo encaminhamento, se estão a ser devidamente encaminhados e tratados\", acrescentou.

Para José Aires, responsável pela cooperativa, as fiscalizações da GNR \"são bem-vindas\", até porque, segundo salientou, acabam por ser \"uma boa publicidade para a casa\".

Em Murça, foi feito um avultado investimento na melhoria das condições de laboração do lagar, nomeadamente no que diz respeito ao tratamento dos resíduos.

A unidade industrial foi transferida de uma zona habitacional da vila para uma área periférica e os resíduos, que antes eram depositados ao ar livre, agora são devidamente tratados, acondicionados e vendidos à indústria da refinaria.

Da produção de azeite resultam o bagaço de azeitona, os caroços, as folhas e as águas ruças, que possuem uma carga poluente 200 a 400 vezes superior ao esgoto doméstico.

No final da fiscalização, o cabo Nuno Guerra concluiu estar tudo em ordem em Murça. \"Estava tudo bem acondicionado e tudo estava limpo\", frisou.

O guarda lembrou a \"transformação brutal\" que ocorreu neste tipo de indústria nos últimos anos, salientando que se tem verificado um maior cuidado ambiental, o que justifica também pela \"repressão das coimas\", que \"são muito pesadas\".

E, desde que foi lançada a operação há alguns anos, segundo Eduardo Lima, a GNR \"tem verificado que as irregularidades detetadas têm vindo a ser corrigidas e que há um mais correto encaminhamento dos resíduos\".

Na fiscalização feita na campanha anterior, a GNR levantou três autos de contraordenação no distrito, dois por falta de licenciamento e um por derrame de óleos.

Segundo dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), estavam em laboração no país 1.125 lagares em 1995, alguns dos quais encerraram devido às exigências da União Europeia relativamente ao licenciamento e às novas exigências ambientais.

Em 2011, estavam em funcionamento 527 destas unidades industriais.

Paralelamente à operação \"Lagares de Azeite\", a GNR tem também em curso a ação \"Azeitona Segura\", que visa o reforço do patrulhamento de proximidade nas explorações agrícolas de todo o país em que decorrem as campanhas da azeitona.

Lançada pelo Destacamento de Moura, esta operação foi este ano alastrada a todo o país.

Eduardo Lima referiu que, em Vila Real, \"não há histórico de furtos de azeitona\", mas salientou que a ação visa precisamente \"evitar que eles possam acontecer\".

Lusa, 2013-01-03
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MensagemAssunto: Produção de azeite deve cair 25% face a 2011   Seg Fev 25, 2013 11:23 pm

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Segundo o INE
Trás-os-Montes



Produção de azeite deve cair 25% face a 2011

A produção de azeite na última campanha deve inverter a tendência de subida que se verificou nos últimos quatro anos, caindo 25% face a 2011, segundo as previsões agrícolas do Instituto Nacional de Estatística (INE).

O INE salienta que a produção dos olivais foi afetada pelas condições climatéricas adversas, nomeadamente as grandes amplitudes térmicas, ventos fortes e seca prolongadas.

As consequências da seca foram minimizadas nos olivais intensivos, maioritariamente regados, mas mesmo assim o INE estima uma redução de 25% na produção de azeitona para azeite, que deve baixar de 511 mil toneladas em 2011 para 383 mil toneladas no ano passado.

O INE destaca também que as chuvas atrasaram as sementeiras de cereais de outono/inverno, mas as áreas semeadas poderão ainda aumentar, \"impulsionadas pelos atrativos preços de mercado dos cereais para grão\".

O \"forte temporal\" dos dias 18 e 19 de janeiro provocou prejuízos avultados, destruindo estufas e culturas hortícolas, mas a precipitação ajudou a repor os níveis freáticos e a encher as reservas, que já têm níveis de armazenamento de água suficientes para satisfazer as necessidades de rega.

, 2013-02-21
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MensagemAssunto: O lagar de azeite é o motor da Cooperativa Agrícola   Ter Fev 26, 2013 12:28 pm

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O azeite é o principal produto
Alfândega da Fé



O lagar de azeite é o motor da Cooperativa Agrícola

O lagar de azeite é o motor da Cooperativa Agrícola de Alfândega da Fé.
Apesar das dificuldades, o presidente da direcção garante que, na última campanha, houve mais 30 associados a depositar azeitona, o que contribuiu para que a quebra ao nível da produção na cooperativa se situa-se nos 7 por cento, enquanto na região as perdas em termos de produção oscilaram entre os 30 e os 40 por cento.

Eduardo Tavares diz mesmo que o azeite é o principal produto comercializado pela Cooperativa. Só no ano passado foram transformados cerca de 1,5 milhões de quilos de azeitona.

“O lagar de azeite representa, actualmente, cerca de 80 por cento do volume de negócios da Cooperativa”, garante o responsável.

Este ano, a Cooperativa faz 50 anos e há investimentos em curso para valorizar os produtos agrícolas. “Temos vindo a modernizar a cooperativa, com uma nova linha de transformação de azeite, secção de armazenamento com novos depósitos em inox, equipámos a sala de embalamento e rotulagem, estamos a apostar na preservação de edifícios”, salienta Eduardo Tavares.

A Cooperativa está também a apostar na amêndoa, através da reconversão de algumas áreas para amendoal moderno.

Jornal Nordeste, 2013-02-25
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MensagemAssunto: Azeite «gourmet» de Trás-os-Montes à venda na Livraria Lello   Sab Maio 25, 2013 2:39 pm

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Azeite «Quinta do Vallouto»
Douro


Azeite «gourmet» de Trás-os-Montes à venda na Livraria Lello

O azeite «Quinta do Vallouto» é apresentado esta sexta-feira, às 18 horas, na Livraria Lello, no Porto. Produzido em Trás-os-Montes, tem selo DOP e uma edição especial, para venda naquele espaço na baixa da Invicta.

Hélio Loureiro, conhecido \"chef\" culinário que durante anos mimou os futebolistas da seleção nacional, apadrinha a chegada ao mercado do \"Quinta do Vallouto\", azeite \"gourmet\" com ADN transmontano, que estará à venda nas lojas da especialidade.

O \"Quinta do Vallouto\" nasce de \"olivais centenários\" na Serra de Bornes, em Macedo de Cavaleiros, Trás-os-Montes, zona de excelência para a produção de azeite em Portugal. \"A nossa aposta é a qualidade\", argumenta Pedro Sousa Guedes, diretor comercial da \"Born to be natural\", a empresa que lança a marca no mercado.

Produto de Portugal, o \"Quinta do Vallouto\" quer ganhar raízes no território nacional antes de seguir o destino desejado. \"A nossa aposta é o mercado interno, mas no horizonte está já a exportação\", referiu. \"Para vender lá fora, é preciso começar cá\", acrescentou o diretor comercial da empresa.

\"Toda a cadeia de valor deste produto fica em Portugal\", salienta Pedro Sousa Guedes. O azeite, produzido em Trás-os-Montes, a garrafa, a caixa de cartão e o embrulho, tudo é feito por empresas portuguesas. \"Parece-nos importante salientar isso, nesta altura em particular\".

Da parceria com a Livraria Lello nasceu uma edição especial, que estará disponível naquele espaço centenário, na baixa do Porto. \"Era um produto que faltava na livraria, para juntar a outros tipicamente portugueses, como os vinhos, que têm ao dispor\", explicou Pedro Sousa Guedes.

\"O azeite é uma das nossas principais culturas, enraizada nos nossos hábitos, uma cultura milenar, daí a associação\" com a Livraria Lello. Na edição especial, destaca-se, na caixa, a escadaria e o tecto daquela emblemática livraria, cujo nome vem gravado também no rótulo da garrafa.


Augusto Correia in JN, 2013-05-20
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MensagemAssunto: Azeite de Alfândega premiado em Israel   Dom Ago 11, 2013 1:54 pm

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Azeite biológico Alfandagh
Alfândega da Fé



Azeite de Alfândega premiado em Israel


A Casa Aragão ganhou uma Prestige Gold no Concurso Internacional de Azeites em Israel. O prémio foi atribuído ao azeite biológico Alfandagh, uma das primeiras marcas lançada pela empresa de Alfândega da Fé, em 1988.

O responsável da empresa, Artur Aragão, não tem dúvidas que esta distinção entre centenas de azeites a concurso valoriza este produto 100 por cento transmontano.“É um azeite biológico, um azeite transmontano e vem cimentar o nome da nossa empresa e a qualidade dos nossos azeites no mercado.

É todos os anos a dar um passo cada vez maior pela qualidade, levar o nome de Trás-os-Montes e de Alfândega da Fé o mais longe possível”, salienta o empresário.Este azeite é premiado pelo segundo ano consecutivo neste concurso internacional.

Artur Aragão diz que a chave do sucesso está no trabalho desenvolvido diariamente pela empresa.“Não há segredos. Existe competência, capacidade de trabalho e matéria-prima óptima na nossa região, a nossa azeitona é das melhores do mundo. Temos máquinas o mais moderno possível, temos experiência e gosto por aquilo que fazemos”, realça Artur Aragão.

E para valorizar ainda mais o azeite produzido em Alfândega da Fé, a Casa Aragão tendo vindo a aumentar as exportações.“Já exportamos para vários países. Angola é o último. Já dói para a Indonésia, Macau, China, Brasil, Espanha, Inglaterra, Suíça, Alemanha”, enumera o empresário.

Entretanto, a Casa Aragão está a trabalhar em mais duas inovações ao nível do azeite, que pretende apresentar dentro de um ano.

Brigantia, 2013-08-08
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MensagemAssunto: DECO detecta «gato por lebre» em cinco marcas de azeite   Sab Ago 31, 2013 4:13 pm

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Alfandagh visado no estudo
Alfândega da Fé


DECO detecta «gato por lebre» em cinco marcas de azeite

Associação de defesa do consumidor pede o reforço da fiscalização, desde o lagar até ao ponto de venda. Nenhum dos casos «é susceptível de pôr em risco a segurança e a saúde dos consumidores».

Um teste da Associação Portuguesa de Defesa do Consumido (Deco) às 25 marcas de azeite virgem extra mais vendidas no mercado encontrou cinco em situação ilegal.

A coordenadora do estudo, Dulce Ricardo, revelou à Renascença que “uma marca apresentava-se como fraude, devido à presença de óleos vegetais refinados”.

“Nós demos conhecimento à ASAE [Autoridade de Segurança Alimentar e Económica]. Trata-se da «Alfandagh - azeite biológico» e pedimos à ASAE para que fosse retirada do mercado”, disse a técnica da Deco.

Em relação a outras quatro marcas - “Auchan” (DOP Moura), “É” (Continente), “Grão Mestre” e “Naturfoods” -, o azeite estava mal rotulado. Nos rótulos, apresentam-se como «azeite virgem extra», quando deveriam “ser classificadas como «azeite virgem», apenas”.

A Deco adianta que os casos de fraude e de desrespeito da denominação de venda do rótulo foram denunciados à ASAE para agir em conformidade, tendo o organismo esclarecido já que nenhum dos casos “é susceptível de pôr em risco a segurança e a saúde dos consumidores”.

As marcas “Dia Clássico” (Minipreço) e “Gallo Clássico”, das mais baratas, foram as únicas consideradas de excelente qualidade.

Na sequência deste estudo, publicado na edição de Setembro da Revista Proteste, a Deco pede o reforço da fiscalização do processo de produção e comercialização do produto, desde o lagar até ao ponto de venda.

Mitos sobre o azeite

O estudo da Deco acaba também com alguns dos mitos associados ao azeite. Por exemplo, a acidez não tem cor nem sabor, pelo que o grau de acidez é indiferente para a definição do paladar. Já a cor indica alterações de sabor, mas nada tem a ver com a qualidade.

O facto de o azeite ser mais escuro ou mais claro resulta da azeitona usada no seu febrico: quando é amarelado, provém de azeitonas maduras e é mais doce e, quando é mais esverdeado, significa que é feito com azeitonas verdes e é mais amargo e picante.

Na hora de escolher o azeite, há que ter em conta o destino. O azeite virgem extra é recomendado para temperar saladas, pratos de sabores suaves e sobremesas. No canto oposto, está o azeite que resulta da mistura de refinado com virgem, adequado para fritar, porque resiste a elevadas temperaturas.

Para evitar o contacto com a luz, o azeite pode ser guardado em garrafas de vidro escuro, recipientes de aço inoxidável ou mesmo garrafas de plástico. Deve estar em local seco e escuro e afastado de cheiros intensos, como especiarias, que podem alterar o seu sabor. Sujeito a temperaturas baixas, ficará coalhado e se estiver mal filtrado ganha depósito.

Quem quer emagrecer deverá ter em conta que cada colher de sopa de azeite contém 90 quilocalorias.

Sandra Afonso in RR, 2013-08-28
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MensagemAssunto: Produtor de azeite descredibiliza análises da DECO   Sab Ago 31, 2013 4:19 pm

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Marca Alfandagh
Alfândega da Fé



Produtor de azeite descredibiliza análises da DECO


O responsável pela marca Alfandagh diz não compreender o resultado da análise feita pela DECO, que considera que o produto não é puro azeite, e diz que vai defender-se das acusações, que não considera verdadeiras.

“As análises que nós temos não são nem parecidas com as feitas pela DECO. São análises que provam que o azeite é virgem extra, biológico e completamente dentro da lei”, garantiu hoje o responsável pela marca de azeite Alfandagh, Artur Aragão, à TSF.

O produtor diz não compreender a disparidade de resultados obtidos nas diferentes análises ao azeite. “As minhas análises são feitas no Instituto Superior de Agronomia de Lisboa. As da DECO, não sei, porque eles não identificam o laboratório. O nosso laboratório é credenciado e as análises são fidedignas”, declarou.

Artur Aragão acrescenta, ainda, que a marca está no mercado desde 1988 e que nunca teve “problemas”. “Há pouco tempo foi distinguida novamente em Israel. Vamos defender-nos das acusações que nos fazem”, remata.

Por sua vez, Dulce Ricardo, da DECO, assegura que todos os testes foram levados a cabo por “um laboratório devidamente credenciado e com muita experiência na análise de azeite. As análises, quando deram os valores errados, foram confirmadas".

"Não íamos estar a dar conhecimento de resultados sem a devida confirmação", salienta a responsável.

, 2013-08-28
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MensagemAssunto: Oliveiras cheias de azeitona em Trás-os-Montes   Sab Nov 23, 2013 11:54 pm

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«Excelência» é a palavra
Trás-os-Montes



Oliveiras cheias de azeitona em Trás-os-Montes

A meteorologia ajudou e os olivicultores prevêem ano de excelência no azeite transmontano. Trás-os-Montes produz cerca de 90 milhões de quilos de azeitona por ano, o que corresponde a 35% do azeite produzido no país.

Os olivicultores de Trás-os-Montes e Alto Douro estimam um ano “excepcional” para a produção de azeite. A safra só agora está a começar, mas os técnicos dizem que será uma das melhores colheitas dos últimos anos.

“As oliveiras estão cheias de azeitona. Temos mais 25 a 30% de produção e de boa qualidade”, refere à Renascença o presidente da Cooperativa de Olivicultores de Valpaços, Paulo Ribeiro, realçando que “o ano vai ser de excelência”.

“Vai ser umas das melhores campanhas de azeite dos últimos anos”, afirma também o técnico da Associação de Olivicultores de Trás-os-Montes e Alto Douro Emanuel Baptista.
“Temos excelentes previsões e prevemos produzir cerca de 15 milhões de litros”, enfatiza, salientando que “a meteorologia foi uma aliada ao longo do ano”.

“As condições climáticas foram propícias ao desenvolvimento da oliveira, floração, vingamento e crescimento do fruto”, explica o técnico, realçando a “ausência de qualquer praga na região”.

À espera de um bom ano olivícola está ainda o director regional de Agricultora do Norte. Manuel Cardoso refere à Renascença que “o mercado do azeite em Trás-os-Montes vai ser excelente”.

A região de Trás-os-Montes produz cerca de 90 milhões de quilos de azeitona por ano, o que corresponde a 35% do azeite produzido no país. O sector envolve 37 mil olivicultores e representa um volume de negócios na ordem dos 30 milhões de euros.

Olímpia Mairos in Renascença, 2013-11-19
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MensagemAssunto: GNR fiscaliza lagares de azeite em todo o país   Sex Dez 20, 2013 11:12 pm

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Acção «Azeitona segura»
Trás-os-Montes



GNR fiscaliza lagares de azeite em todo o país

Em paralelo decorre a acção “Azeitona segura”, com patrulhamento de proximidade, nas explorações agrícolas de todo o país, para evitar os furtos do produto.

A GNR está a fiscalizar os lagares de azeite, numa operação nacional que visa verificar o cumprimento das normas de funcionamento, desde o licenciamento ao tratamento dos resíduos resultantes do processo de transformação das azeitonas.

A operação “Lagareiro” é realizada pelo Serviço de Protecção da Natureza e do Ambiente (SEPNA) e arrancou a 18 de Novembro, prolongando-se até 15 de Janeiro.

Em Vila Real, onde a apanha da azeitona está atrasada devido à geada, a campanha só agora começou e vai contemplar os 20 lagares espalhados pela região.

Eduardo Lima, chefe do SEPNA de Vila Real, explica à Renascença que o objectivo é verificar a regularidade do licenciamento dos lagares e averiguar sobre os resíduos que são produzidos - “Quantidades e o respectivo encaminhamento, se estão a ser devidamente encaminhados e tratados”, acrescenta.

Numa dessas acções de fiscalização, os militares visitaram a Cooperativa dos Olivicultores de Murça e o Lagar de Noura, aldeia nas proximidades de Murça.

“A nossa grande preocupação são as águas residuais e o bagaço, dado o grau de acidez que têm para os solos, são bastante prejudiciais”, refere o Cabo José Pinto.

Este é o motivo pelo qual os militares, antes de entrarem nas instalações para pedirem a documentação referente aos licenciamentos, fazem uma visita ao exterior, “para verificar se há derrame de óleos e para onde são encaminhadas as águas residuais”. Só depois entram nas instalações, analisam a documentação e verificam balanças e outros equipamentos.

Para Rui Dias, presidente da cooperativa dos olivicultores de Murça, as fiscalizações da GNR “são bem-vindas”, salientando que a unidade industrial “cumpre todas as normas e até vai além do que é exigido”.

O dirigente da cooperativa refere-se à implementação do sistema HAACP e ao aproveitamento de resíduos, como o bagaço, para a produção de biomassa.
“A inspecção vem, vai, volta e nós continuamos sem ter qualquer tipo de problemas”, frisa Rui Dias.

Já na aldeia de Noura, Eduarda Almeida, proprietária um lagar mais pequeno, destaca a simpatia dos militares e saúda a iniciativa da fiscalização. “É bom para toda a gente. É muito importante. Nós já cumprimos a lei, mas pode ser que ainda tenham mais algumas sugestões a fazer porque ninguém sabe tudo”, refere.

No lagar de Eduarda Almeida os resíduos, bagaço de azeitona, caroços, folhas e águas ruças, são armazenados para posteriormente serem vendidos.

O Cabo José Pinto salienta que nos últimos anos se tem verificado uma “transformação brutal, um maior cuidado ambiental”, o que se justifica também pela “repressão das coimas”, que “são muito pesadas”.

Em simultâneo com a operação “Lagares de Azeite”, decorre a acção “Azeitona Segura”, em que a GNR reforça o patrulhamento de proximidade nas explorações agrícolas de todo o país, no sentido de precaver o roubo do fruto.

No distrito de Vila Real não há histórico de furtos de azeitona, atesta o capitão Eduardo Lima, frisando que o objectivo da acção é “evitar que eles possam acontecer”.

Olimpia Mairos in RR, 2013-12-13
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MensagemAssunto: GNR fiscaliza lagares de azeite em todo o país   Sex Dez 20, 2013 11:13 pm

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Acção «Azeitona segura»
Trás-os-Montes



GNR fiscaliza lagares de azeite em todo o país

Em paralelo decorre a acção “Azeitona segura”, com patrulhamento de proximidade, nas explorações agrícolas de todo o país, para evitar os furtos do produto.

A GNR está a fiscalizar os lagares de azeite, numa operação nacional que visa verificar o cumprimento das normas de funcionamento, desde o licenciamento ao tratamento dos resíduos resultantes do processo de transformação das azeitonas.

A operação “Lagareiro” é realizada pelo Serviço de Protecção da Natureza e do Ambiente (SEPNA) e arrancou a 18 de Novembro, prolongando-se até 15 de Janeiro.

Em Vila Real, onde a apanha da azeitona está atrasada devido à geada, a campanha só agora começou e vai contemplar os 20 lagares espalhados pela região.

Eduardo Lima, chefe do SEPNA de Vila Real, explica à Renascença que o objectivo é verificar a regularidade do licenciamento dos lagares e averiguar sobre os resíduos que são produzidos - “Quantidades e o respectivo encaminhamento, se estão a ser devidamente encaminhados e tratados”, acrescenta.

Numa dessas acções de fiscalização, os militares visitaram a Cooperativa dos Olivicultores de Murça e o Lagar de Noura, aldeia nas proximidades de Murça.

“A nossa grande preocupação são as águas residuais e o bagaço, dado o grau de acidez que têm para os solos, são bastante prejudiciais”, refere o Cabo José Pinto.

Este é o motivo pelo qual os militares, antes de entrarem nas instalações para pedirem a documentação referente aos licenciamentos, fazem uma visita ao exterior, “para verificar se há derrame de óleos e para onde são encaminhadas as águas residuais”. Só depois entram nas instalações, analisam a documentação e verificam balanças e outros equipamentos.

Para Rui Dias, presidente da cooperativa dos olivicultores de Murça, as fiscalizações da GNR “são bem-vindas”, salientando que a unidade industrial “cumpre todas as normas e até vai além do que é exigido”.

O dirigente da cooperativa refere-se à implementação do sistema HAACP e ao aproveitamento de resíduos, como o bagaço, para a produção de biomassa.
“A inspecção vem, vai, volta e nós continuamos sem ter qualquer tipo de problemas”, frisa Rui Dias.

Já na aldeia de Noura, Eduarda Almeida, proprietária um lagar mais pequeno, destaca a simpatia dos militares e saúda a iniciativa da fiscalização. “É bom para toda a gente. É muito importante. Nós já cumprimos a lei, mas pode ser que ainda tenham mais algumas sugestões a fazer porque ninguém sabe tudo”, refere.

No lagar de Eduarda Almeida os resíduos, bagaço de azeitona, caroços, folhas e águas ruças, são armazenados para posteriormente serem vendidos.

O Cabo José Pinto salienta que nos últimos anos se tem verificado uma “transformação brutal, um maior cuidado ambiental”, o que se justifica também pela “repressão das coimas”, que “são muito pesadas”.

Em simultâneo com a operação “Lagares de Azeite”, decorre a acção “Azeitona Segura”, em que a GNR reforça o patrulhamento de proximidade nas explorações agrícolas de todo o país, no sentido de precaver o roubo do fruto.

No distrito de Vila Real não há histórico de furtos de azeitona, atesta o capitão Eduardo Lima, frisando que o objectivo da acção é “evitar que eles possam acontecer”.

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MensagemAssunto: Clima e investimentos no olival   Sab Mar 15, 2014 11:33 pm

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Clima e investimentos no olival
Trás-os-Montes



Produção de azeitona em 2013 bate recorde dos últimos 50 anos

Clima favorável ajudou a produzir 627 mil toneladas de azeitona para azeite, a maior desde a década de 1960.Exportações de azeite aumentaram em 2013, o maior valor desde, pelo menos, 2009.

A produção de azeitona para azeite terá atingido, em 2013, as 627 mil toneladas, o que constitui a maior safra desde a década de 1960.

De acordo com os dados provisórios do INE, divulgados nesta quarta-feira, estes resultados foram o resultado quer das boas condições climatéricas, quer dos investimentos privados feitos nos últimos anos. O instituto refere que a produção quase quadruplicou desde 2000 com a entrada em plena produção dos olivais intensivos, onde há entre 200 a 300 árvores por hectare e modernos sistemas de rega. Nestas plantações, a apanha da azeitona é totalmente mecanizada.

Em 2008, a produção de azeitona para azeite era de 336 mil toneladas, mas foi crescendo consecutivamente até 2011, ano em que chegou às 511 mil toneladas. Em 2012, a produção caiu para 418 mil toneladas mas, em 2013, a recuperação foi significativa, chegando a valores recorde.

Este é também um dos produtos mais exportados do sector agro-alimentar, só ultrapassado pelo vinho. No ano passado, as exportações de azeite atingiram os 343,5 milhões de euros, uma subida de 30,2% em comparação com 2012 e o maior valor desde 2009. Há quatro anos, as exportações de azeite somavam pouco mais de 134 milhões de euros.

Para Mariana Matos, secretária-geral da Casa do Azeite (que representa de mais de 90% do mercado de azeite embalado em Portgal), o aumento de produção não foi surpresa. "O ano agrícola correu bastante bem", diz, lembrando que 2012 foi um "mau ano para a produção de azeite". Portugal já produz o suficiente para se auto-abastecer, mas ainda depende das importações para dar resposta à procura externa. O maior cliente estrangeiro de Portugal é o Brasil que recebe, sobretudo, produto embalado, tal como Angola. Para Espanha, o maior produtor e exportador mundial, o azeite segue, na maioria, a granel e é embalado localmente. O mesmo sucede em Itália.

Agro-alimentar vende mais 6,6% para o estrangeiro
O bom desempenho do sector do azeite foi acompanhado por toda a actividade agro-alimentar que, em 2013, continuou a ver crescer as exportações. As vendas de bens nacionais para o estrangeiro estão a subir desde, pelo menos, 2009, de 3,6 mil milhões de euros para mais de 5,1 mil milhões de euros em 2013, ou seja, mais 9,2%. Comparando com 2012, em 2013 as exportações aumentaram 6,6%, revelam os dados do INE, compilados pela Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal, e a que o PÚBLICO teve acesso.

Apesar desta subida, certo é que no total do comércio internacional de Portugal, os bens agrícolas e alimentares pesam apenas 10,82%, valor que em 2009 era superior (11,38%). Ao mesmo tempo, o país continua a importar mais do que a exportar. As compras ao estrangeiro cifraram-se em mais de 8,9 mil milhões de euros, um crescimento de 4,6% face a 2012. O saldo da balança comercial continua, assim, negativo.

Espanha é o maior comprador de Portugal, seguida de perto de Angola. Mas os maiores aumentos de procura, verificaram-se na Rússia, que comprou mais 128,7% em 2013, apesar de, em termos absolutos, as vendas somarem apenas os 48 milhões de euros (é o 15º maior cliente). Também se vendeu mais para a Suíça (+13,8%) e Itália (+10,4%). Pelo contrário, a Alemanha, maior economia da zona euro, comprou menos 13,4% a Portugal (num total de 123,5 milhões de euros).

Os vinhos foram o produto mais exportado por Portugal em 2013 (+2,6% para 724,7 milhões), quase o dobro do azeite. Seguem-se as preparações e conservas de peixe, que venderam 206 milhões para o estrangeiro (+15,4%) num ano em que o peixe ajudou. O sector tem vindo a sentir os efeitos da falta de sardinha, mas conseguiu atingir o maior valor de sempre desde 2009.

O sector cervejeiro, já a sentir fortes quebras no mercado interno, vendeu menos 14,6% para o estrangeiro, sendo ultrapassado pelas conservas pela primeira vez desde os últimos quatro anos. As exportações ultrapassaram os 199 milhões de euros, abaixo dos valores registados em 2011.

Ana Silva in Público, 2014-02-19
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