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 O Azeite

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Fantômas

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MensagemAssunto: Produção de azeite baixa 40%   Qui Fev 11, 2010 12:28 pm

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Produção de azeite baixa 40%
Trás-os-Montes



Factores climatéricos são apontados como determinantes para a colheita deste ano

A Associação de Olivicultores de Trás-os-Montes e Alto Douro espera um ano complicado no que toca ao rendimento. «Pode haver mais toneladas de azeitona mas vai haver menos toneladas de azeite», afirma o representante de cerca de dez mil olivicultores.

António Branco fala numa perda de 15 a 20 mil toneladas, relativamente às 90 mil que habitualmente se produzem na região. \"Este ano estamos a pensar que andaremos pelas 70 a 75 mil toneladas. Mas a campanha ainda não acabou e pode ser ainda pior. De forma global, apontamos uma redução entre os 35 e os 40 por cento\", refere. Mas, \"temos azeite de qualidade e estamos esperançados em ganhar mais alguns prémios internacionais\", adianta.

O presidente da AOTAD explica que tudo se deve a uma \"conjugação negativa de factores\", referindo-se, às geadas de 2007, que afectou grande parte do património olivícola regional e reduziu de forma significativa a produção média da região. Depois de um início de ano seco que prejudicou o rendimento e provocou uma acentuada diminuição da produção, agora foram as recentes condições climatéricas que vieram acentuar ainda mais as dificuldades dos olivicultores regionais.

\"A dificuldade em aceder aos terrenos e a queda da azeitona vieram transformar o final da campanha num pesadelo e acentuar o desânimo e desespero de uma fileira\", conta o dirigente agrícola, acrescentando que nesta região transmontana ainda existem os problemas das lavras, feitas no verão, que tornam os terrenos mais húmidos.

\"Lavra-se demais, gasta-se muito dinheiro em gasóleo\", explica António Branco, para quem apanhar a azeitona à mão é praticamente impossível\". \"Um quilo de azeitona custa 30 cêntimos. São precisos dois para pagar um café. Para andar um dia inteiro e apanhar individualmente 50 quilos não compensa se não for mecanizado\".

A AOTAD defende, por isso, uma alteração nos hábitos dos produtores, que passam pela mecanização e antecipação da apanha da azeitona.

Espalhados por Trás-os-Montes estimam-se que existem cerca de 80 mil hectares de olival, onde é colhida cerca de 50 por cento da azeitona portuguesa e produzido um terço do azeite nacional. Das três principais regiões produtoras de azeite de Portugal, apenas Trás-os-Montes prevê uma quebra na produção relativamente a 2008.

No Alentejo estima-se um aumento de produção de 20 por cento na campanha deste ano, enquanto que na Beira Interior promete ser a melhor colheita dos últimos anos.


JN, 2010-02-11
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MensagemAssunto: Batidos recordes de produção   Dom Fev 28, 2010 10:34 pm

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Batidos recordes de produção
Macedo de Cavaleiros



Houve recordes de produção de azeitona nalguns sítios do Nordeste Transmontano

Três milhões, 504 mil quilos de azeitona, foi a produção que, este ano, deu entrada na Cooperativa Agrícola de Macedo de Cavaleiros. Houve uma quebra no sector olivícola, devido às más condições climatéricas, mas a campanha correu melhor do que o esperado.

Houve mesmo zonas do concelho de Macedo onde foram batidos recordes de produção.

Os quilos traduzem-se depois em litros de azeite, no final de toda a limpeza, pesagem e transformação. 653 mil litros foi o resultado final da campanha deste ano, no concelho de Macedo.

“As condições climatéricas não foram as melhores e depois havia uma parte do concelho em que já não havia azeitona. Mesmo assim é uma campanha média. Acabou por se cifrar nos 3 milhões, 504 mil quilos de azeitona”.

Luís Manuel Rodrigues, presidente da Cooperativa Agrícola de Macedo confessa que esperava ainda uma campanha pior e ressalva que houve mesmo zonas de Macedo onde a produção aumentou significativamente.

“Tivemos zonas que bateram recordes de produção”, sublinha, sobretudo em zonas altas.

Na campanha de 2009, o preço médio por litro de azeite pago ao agricultor rondou o euro e oitenta. O responsável salvaguarda que a intenção é sempre valorizar mais o produto e continuar a reter apenas uma taxa de dez por cento, mas os encargos com a transformação são cada vez maiores.

“Conheço a realidade as cooperativas do país e o mínimo é dez por cento”.

No final da transformação, os agricultores podem sempre levantar todo o azeite proveniente da azeitona que entregaram, sem qualquer penalização. Por norma, a maioria levanta apenas 50%, deixando os outros 50 nas mãos da cooperativa, que os escoa da melhor forma. O mercado internacional é a aposta futura da Cooperativa Agrícola de Macedo de Cavaleiros.

A azeitona representa 90% da laboração da cooperativa, o vinho ocupa a restante fatia de 10%. Produção média em quantidade, este ano, no concelho de Macedo de Cavaleiros em relação ao azeite. Foram entregues 3,5 milhões de quilos de azeitona, que resultou em 653 mil litros de azeite, todos eles incluídos na categoria de Azeite Virgem Extra.


Brigantia, 2010-02-27
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MensagemAssunto: Azeite com produção recorde apesar do mau tempo   Seg Maio 03, 2010 11:03 am

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Previsões agrícolas do INE
Trás-os-Montes



Azeite com produção recorde apesar do mau tempo

A produção de azeite deve atingir, este ano, o valor mais elevado dos últimos 15 anos, apesar do Inverno chuvoso que provocou quebras generalizadas noutras culturas agrícolas, segundo dados estatísticos preliminares.

As previsões agrícolas do Instituto Nacional de Estatística (INE) apontavam, a 31 de Janeiro para uma produção recorde do olival: 420 mil toneladas de azeitona para azeite.

A produção de azeite deve aumentar cerca de 10 por cento face à campanha 2008/2009, atingindo 646 mil hectolitros, apesar da quebra de produção em Trás-os-Montes (-20 por cento), uma das principais regiões produtoras de azeitona.

No Alentejo, prevê-se um aumento de 45 por cento na produção de azeite, para o que contribuiu a entrada em plena produção dos olivais intensivos.
O INE revela também que a área ocupada com cereais continua a diminuir e foi agravada na atual campanha pelo inverno chuvoso, que afetou também as plantações de batata.

O inverno de 2009/2010 caracterizou-se por ser particularmente rigoroso, com baixas temperaturas, precipitação intensa e vento forte.

As condições meteorológicas adversas prejudicaram as sementeiras e o crescimento de cereais em praticamente todas as regiões, prevendo-se uma quebra acentuada na produtividade da ordem dos 25 por cento para o trigo mole e trigo duro, 20 por cento para o triticale (híbrido) e 15 por cento para a aveia.

De acordo com dados do ministério da Agricultura, na região de Lisboa e Vale do Tejo as áreas semeadas foram inferiores às do ano anterior, sobretudo nas zonas do Oeste, Golegã e Península de Setúbal \"porque foi praticamente impossível, entrar nos terrenos para efetuar os trabalhos que antecedem a sementeira, a partir de meados de novembro\".

A batata foi outra cultura afetada devido ao excesso de água e às geadas tardias. O último boletim agrícola do INE, relativo a março, prevê uma diminuição das áreas plantadas, quer da batata de sequeiro (-10 por cento), quer da batata de regadio (-20 por cento)

Registaram-se também prejuízos significativos nas culturas hortícolas e nos citrinos.

O ministério da Agricultura indica que Trás-os-montes foi exceção, já que a produção de laranja deve aumentar 2 por cento, apesar dos ventos fortes e geadas.

No Algarve, as intempéries debilitaram muita fruta nas árvores e afetaram sobretudo as variedades tardias. As variedades temporãs de laranja devem ter aumentos de produção: 16 por cento no Barlavento, 9 por cento no Centro e 17 por cento no Sotavento

A cultura do morango foi bastante prejudicada na região de Lisboa e Vale do Tejo devido ao mau tempo.

O mesmo aconteceu no Alentejo devido aos danos nas estruturas de proteção das culturas do morango e framboesa e no Algarve que sofreu prejuízos nas culturas de morango e papaia em estufa.

No setor dos hortícolas verificou-se uma \"diminuição drástica da oferta de alface em Lisboa e Vale do Tejo, na área de mercado do Oeste devido à intensa precipitação de Dezembro\".

Houve também dificuldades nas colheitas de alho francês, cenoura e batata e redução na oferta de tomate.

No Algarve ficaram destruídos 31 hectares de estufas com culturas de tomate, pimento, melão, feijão verde alface.

Segundo o Instituto de Meteorologia, a 31 de março, 76 por cento do território continental encontrava-se em situação de chuva severa a extrema. O passado mês de março foi o mais frio dos últimos 24 anos.


Lusa/DD, 2010-05-03
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MensagemAssunto: Azeite transmontano ganhou mais prémios de qualidade   Sex Maio 21, 2010 3:21 pm

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O melhor azeite do Mundo
Trás-os-Montes



Azeite transmontano ganhou mais prémios de qualidade

Azeite de Trás-os-Montes DOP (Denominação de Origem Protegida) continua a somar prémios. Desta vez, num concurso nacional realizado na Feira Olivomoura, na capital do Azeite Alentejano, em Moura.
Mais um motivo de orgulho para a Associação de Olivicultores de Trás-os-Montes e Alto Douro (AOTAD).

O presidente refere que é mais um reconhecimento do esforço que tem sido realizado pelos produtores regionais para melhorarem a qualidade do seu azeite.

“É também uma lição para o que tem acontecido nos últimos tempos. É preciso entender que em Portugal produz-se do melhor azeite do Mundo. Em Trás-os-Montes e no Alentejo. E a capacidade de produção só pode crescer apostando na qualidade”, diz.

António Branco espera que com a sucessão de prémios nacionais e internacionais que o Azeite de Trás-os-Montes tem ganho, faça com que os governantes finalmente despertem para esta realidade, e comecem a valorizar o que de bom este país tem ao nível dos produtos regionais.

“A verdade é que estes produtores estão a garantir uma qualidade no mercado e uma visibilidade ao azeite de Trás-os-Montes e que, com isso, aumente o preço”, diz, porque “o azeite que está a ser comercializado não tem esta qualidade”.

E, mais uma vez o Associativismo. Para o presidente da AOTAD só com o agrupamento de produtores será possível marcar presença e valorizar o Azeite cá dentro, mas principalmente lá fora, nos mercados internacionais.

“É precisamente criar condições para uma internacionalização estratégica dentro da fileira. Não temos interesse em vender azeite em grandes quantidades. Queremos é vender azeite de qualidade e a bom preço”, sublinha.

No Concurso Nacional de Azeite Virgem da Olivomoura, na categoria de Azeite Virgem Extra DOP, a Medalha de ouro foi para a Quinta Vale do Conde, a Medalha de Prata para a Cooperativa dos Olivicultores de Valpaços, e a Medalha de Bronze para a Casa Agrícola Roboredo Madeira.

Na categoria de Azeite Virgem Extra, no Modo de Produção Biológico, a Medalha de Ouro foi atribuída à Casa Agrícola Roboredo Madeira, a Medalha de Prata coube à Cooperativa dos Olivicultores de Valpaços.

Na categoria de Azeite Virgem Extra, a

Medalha de Prata foi para a Cooperativa dos Olivicultores de Valpaços.

Brigantia, 2010-05-21
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MensagemAssunto: Conclusões do I seminário    Seg Jul 19, 2010 12:28 pm

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Conclusões do I seminário
Distrito de Bragança



Produtores de vinho e azeite do planalto mirandês queixam-se de dificuldades em escoar os produtos

A comercialização dos produtos é o principal problema dos agricultores que se dedicam à vinha e ao azeite no planalto mirandês.

Esta foi uma das principais conclusões do primeiro seminário da vinha e do azeite realizado este fim-de-semana em Sendim, pela Associação de Olivicultores de Trás-os-Montes e Alto Douro (AOTAD).

As queixas não distinguem os produtores da vinha e os do azeite mas todos concordam que pode ser uma forma de atenuar a crise.

“Ainda compensa. No escoamento é que estamos muito mal. Só quando a cooperativa tiver capacidade de armazenamento e se fizer exportação”, diz um produtor. “Vemos com alguma preocupação a colocação dos nossos produtos agora com as novas castas”, conclui.

Por seu lado, João Campos, também produtor, diz que o que está mal “é a política agrícola da Europa e a política regional”. “Sou professor e advogado mas nunca deixei de trabalhar na agricultura e não me dá prejuízo”, garante, defendendo, por isso, maior apego dos transmontanos à terra.

Já Paulo Teixeira, vice-presidente da Comissão Vitivinícula, defende a necessidade de tornar os produtos mais atractivos para os consumidores.“As soluções passam por tornar os produtos apelativos ao mercado e a um custo cada vez mais reduzido.”
Francisco Pavão é um dos dirigentes da AOTAD e sublinha a importância de levar o produto junto dos consumidores, tal como aconteceu este fim-de-semana, em Sendim.

“Dá para fazer provas quer de azeites, quer de vinhos, para lhes dar a conhecer os produtos e ver os factores que podem contribuir para o aumento de qualidade do azeite, para nos posicionarmos num mercado de qualidade.”
Conclusões do I seminário da vinha e do azeite do planalto mirandês.

Brigantia, 2010-07-19
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MensagemAssunto: Projecto OIivaTMAD recebe financiamento de 1,4 milhões   Dom Ago 15, 2010 3:36 pm

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Divulgação da Fileira Olivícola
Macedo de Cavaleiros



Projecto OIivaTMAD recebe financiamento de 1,4 milhões

O projecto OlivaTMAD – Rede Temática de Informação e Divulgação da Fileira Olivícola em Trás-os-Montes e Alto Douro, promovido pela Associação de Olivicultores de Trás-os-Montes e Ato Douro (AOTAD) recebeu o total elegível de 1.375.788,20€ de financiamento do Programa de Desenvolvimento Rural.

A iniciativa, em que está envolvido o Instituto Piaget – Campus Académico de Macedo de Cavaleiros e o Piaget Alimentar, apresentou candidaturas à Medida 4.2.2.2 do PRODER – Redes Temáticas de Informação e Divulgação do PRODER – OlivaTMAD – Rede Temática de Informação e Divulgação da Fileira Olivícola em Trás-os-Montes e Alto Douro. As candidaturas apresentadas, e que foram agora formalmente aprovadas são Oleoturismo – Um Desafio para Trás-os-Montes, Instituto Piaget (Macedo de Cavaleiros) e Laboratório de Análise Sensorial – Sala de Provas de Azeite, Piaget Alimentar (Mirandela).

O OlivaTMAD resulta de uma parceria entre a Associação de Olivicultores de Trás-os-Montes e Alto Douro e o sistema universitário regional mais directamente associado à fileira olivícola, nomeadamente, o Instituto Piaget, o Piaget Alimentar, o Instituto Politécnico de Bragança e a Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro.

, 2010-08-15
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MensagemAssunto: Azeite de Trás-os-Montes DOP – Mais um sucesso internacional   Dom Ago 15, 2010 3:45 pm

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Uniformidade da qualidade
Trás-os-Montes


Azeite de Trás-os-Montes DOP – Mais um sucesso internacional

Na cidade milenária de Jerusalém, nas encostas do Monte das Oliveiras, decorreu o Concurso Internacional de Azeite Extra Virgen - «Terraolivo» 2010 (Mediterranean International Olive Oil Competition).

O Azeite de Trás-os-Montes DOP mais uma vez destacou-se pelo elevado número de prémios dos seus produtores, o que vem confirmar a qualidade internacional do Azeite de Trás-os-Montes DOP.

Todos os azeites que foram enviados a concurso foram premiados o que revela a uniformidade da qualidade dos azeites da Região de Trás-os-Montes - Portugal

http://www.terraolivo.org/es_resultados.htm

SPECIAL AWARDS

Quinta Vale do Conde Produtos Agroalimentares Ltd - Quinta Vale do Conde Azeite DOP Tras-os Montes - Best of Portugal

PRESTIGE GOLD

Quinta Vale do Conde Produtos Agroalimentares Ltd - Quinta Vale do Conde Azeite DOP Tras-os Montes -Portugal

Cooperativa de Olivicultores de Valpaços C.R.L - Rosmaninho Azeite Virgem Extra DOP Gourmet Verdial - Portugal

GOLD

Teriberica Agricultura Biologica S.A. - Acushla Organic Olive Oil - Portugal

Maria Constanca Doutel de Andrade - Joao das Barbas - Portugal

, 2010-08-15
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MensagemAssunto: «Oleoturismo» para desenvolver região    Qui Ago 19, 2010 1:38 pm

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Projecto OlivaTMAD
Trás-os-Montes


«Oleoturismo» para desenvolver região

O Oleoturismo é uma das iniciativas que vai arrancar no âmbito do projecto OlivaTMAD – Rede Temática de Informação e Divulgação da Fileira Olivícola em Trás-os-Montes e Alto Douro, promovido pela Associação de Olivicultores de Trás-os-Montes e Ato Douro (AOTAD), em parceria com instituições de ensino superior da região.

O projecto recebeu um apoio total no valor 1.375.788,20 euros, no âmbito do Programa de Desenvolvimento Rural.
A iniciativa, que envolve o Instituto Piaget – Campus Académico de Macedo de Cavaleiros e o Piaget Alimentar, apresentou candidaturas à Medida 4.2.2.2 do PRODER – Redes Temáticas de Informação e Divulgação do PRODER – OlivaTMAD – Rede Temática de Informação e Divulgação da Fileira Olivícola em Trás-os-Montes e Alto Douro. As candidaturas apresentadas foram, agora, formalmente aprovadas.

O «Oleoturismo – Um Desafio para Trás-os-Montes», do Instituto Piaget (Macedo de Cavaleiros), e o Laboratório de Análise Sensorial – Sala de Provas de Azeite, do Piaget Alimentar (Mirandela), são os projectos que vão ser levados a cabo por aquelas instituições de ensino superior.

O OlivaTMAD resulta de uma parceria entre a Associação de Olivicultores de Trás-os-Montes e Alto Douro e o sistema universitário regional, que está mais directamente associado à fileira olivícola, nomeadamente o Instituto Piaget, o Piaget Alimentar, o Instituto Politécnico de Bragança e a Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro.

Jornal Nordeste, 2010-08-19
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MensagemAssunto: Angariar prémios pelo Mundo    Seg Set 06, 2010 1:15 pm

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Angariar prémios pelo Mundo
Trás-os-Montes



Azeitona precisa de dias de chuva

Segundo os olivicultores de Trás-os-Montes e Alto Douro, bastam apenas 48 horas de chuva intensa nos próximos dias para que a qualidade do azeite, este ano, se torne excelente em termos de produção. Azeite da região continua a angariar prémios pelo Mundo.

Se não chover em abundância nos próximos dias, a campanha de azeite deste ano ?poderá estar seriamente comprometida?. Aquele é, pelo menos, o receio manifestado pelo presidente da Associação de Olivicultores de Trás-os-Montes e Alto Douro (AOTAD), que representa mais de 10 mil olivicultores da região.
“Bastava que chovesse durante um par de dias para que fosse um ano excelente em termos de produção de azeite, porque é agora que está a terminar a fase da formação do óleo”, diz António Branco.

“Neste momento, já podíamos estar nas 120 toneladas de produção e depois progredir um pouco em função das estratégias de regadio”, adianta. Só que, nos últimos anos, “ou com a seca, ou com chuva a mais, ou com as geadas, a produção não tem conseguido melhorar”.

Apesar daquelas adversidades, a qualidade do azeite tem sido excelente. Prova disso são os constantes prémios que o Azeite de Trás-os-Montes DOP (Denominação de Origem Protegida) tem conseguido arrecadar.

Recentemente, no OLIVINUS 2010, realizado na Argentina, o azeite “João das Barbas”, produzido em Cabanelas (Mirandela), foi premiado.

?Sempre que entramos em alguns certames internacionais, temos a capacidade de obter prémios e, isso, significa que estamos num patamar muito bom e já vamos tendo produtores bastante estáveis em termos de qualidade?, refere António Branco.
“Agora, era importante que isso se reflectisse no preço e na venda para os mercados internacionais” acrescenta.

Para se ter uma noção da importância daquele produto na região, basta dizer que 50% da produção nacional de azeitona de mesa e cerca de 35% do azeite produzido em Portugal é oriundo de Trás-os-Montes.

Em média, produz-se na região transmontana cerca de 45 mil toneladas de azeitona e cerca de 7500 toneladas de azeite, por ano, com a particularidade de ter a sua tipicidade proveniente das variedades de oliveiras regionais mais comuns, das quais se destacam a verdeal, a cobrançosa e madural, que lhe confere um elevado grau de qualidade, simbolizado numa dezena de marcas com Denominação de Origem Protegida (DOP) que está já a ser exportado para os países nórdicos, para os Estados Unidos, Canadá e Japão.

A Associação de Olivicultores de Trás-os-Montes e Alto Douro vai ter a oportunidade de dar a conhecer aqueles e outros problemas bem, como projectos para a fileira olivícola, ao ministro da Agricultura que estará amanhã em Mirandela.

Fernando Pires in JN, 2010-09-06
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MensagemAssunto: Novo centro tecnológico ajuda a inovar sector do azeite   Sex Set 10, 2010 4:45 pm

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Projecto em Trás-os-Montes
Trás-os-Montes



Novo centro tecnológico ajuda a inovar sector do azeite

Azeite é um sector fulcral na agricultura portuguesa
A região transmontana tem o primeiro centro tecnológico do azeite do país para modernizar e divulgar um sector que gera 30 milhões de euros por ano e que já contabiliza três dezenas de azeites DOP (Denominação de Origem Protegida).

O ministro da Agricultura, António Serrano, inteirou-se hoje do projecto, durante uma visita a Mirandela, e elogiou o trabalho que as organizações do sector estão a realizar em Trás-os-Montes.

O centro tecnológico do azeite foi financiado com 800 mil euros e reúne sete organizações académicas, agrícolas e autarquia que se propõem trabalhar em conjunto para a valorização da fileira do azeite.

“Este tipo de associação é fundamental”, disse o ministro da Agricultura, sublinhando o “trabalho de excelência” que está a ser feito em Trás-os-Montes em torno do olival e no apoio ao agricultor.

O sector do azeite é o segundo com maior peso económico em Trás-os-Montes, só superado pelo do vinho.

António Serrano, ministro

A Associação de Olivicultores de Trás-os-Montes e Alto Douro (AOTAD) é a chefe desta fileira numa região com 37 mil olivicultores, proprietários de 80 mil hectares de olival que produzem uma média anual de 90 milhões de quilos de azeitona.

A qualidade dos azeites transmontanos tem sido premiada a nível internacional e é este trabalho de divulgação, além do apoio ao agricultor na inovação e modernização que se propõe continuar o centro tecnológico, que tem já aprovado um projecto de 1,5 milhões de euros para o efeito.

“O que estas organizações pretendem é racionalizar a actividade, criar um verdadeiro balcão do agricultor e prestar apoio a nível da inovação”, sintetizou António Branco, presidente da AOTAD.

Agricultores em formação

Dar formação aos agricultores é outro dos propósitos, em parceria com a escola agrícola de Carvalhais, em Mirandela, a única pública do género no país, que, além dos cursos para os 260 jovens alunos, vai passar também a dar formação especializada aos agricultores, segundo o director Manuel Taveira.

O ministro António Serrano remeteu para “um momento oportuno” outra aspiração dos olivicultores da zona, um projecto de regadio de 900 hectares de olival, com um conceito inovador que não recorre às tradicionais barragens.

O ministro teve conhecimento deste projecto durante um debate sobre “A agricultura como bem público”, em Mirandela, no distrito de Bragança.

CienciaHoje, 2010-09-09
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Embarassed Rolling Eyes
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MensagemAssunto: Portugal e Espanha querem criar origem protegida   Qui Out 07, 2010 12:19 pm

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Azeite DOP
Trás-os-Montes



Portugal e Espanha querem criar origem protegida

A Associação de Olivicultores de Trás-os-Montes e Alto Douro (AOTAD), em parceria com uma congénere espanhola, pretendem criar a primeira Denominação de Origem Protegida (DOP) no espaço europeu, para azeite produzido na região do Douro.

Em declarações à agência Lusa, o presidente da AOTAD, António Branco, avançou que este modelo «ainda não foi experimentado na Europa», tratando-se assim de uma « novidade» no sector olivícola.

«Há algum tempo que perseguimos a criação de uma DOP para os azeites produzidos na região do Douro, para o efeito, estão ser estabelecidos contactos com associações e outras entidades ligadas ao sector olivícola no lado espanhol», disse o responsável.


Lusa, 2010-10-07
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MensagemAssunto: Fileira do azeite investe 1,3 milhões numa rede social semelhante ao Facebook    Qua Nov 03, 2010 3:39 pm

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Olivicultura
Trás-os-Montes



Fileira do azeite investe 1,3 milhões numa rede social semelhante ao Facebook

Criar uma «espécie» de rede social para nela depositar toda a informação técnica da fileira do azeite é uma proposta da Associação de Olivicultores de Trás os Montes e Alto Douro (AOTAD) candidatada a fundos europeus.

A proposta visa juntar investigadores da AOTAD, Universidade de Trás os Montes e Alto Douro, Instituto Politécnico de Bragança e Instituto Jean Piaget.

O projecto ronda 1,3 milhões de euros sendo designado por OlivaTMAD e foi já candidatado uma iniciativa do PRODER, designada por “redes temáticas” destinada a vários sectores agrícolas.

Em declarações à agência Lusa, o presidente da AOTAD, António Branco, disse que a plataforma informática em muito se assemelha as redes sociais, onde os elementos técnicos serão colados on-line pelos técnicos envolvidos nas mais diversas investigações da olivicultura.

“O projecto funcionará como uma espécie de rede social do azeite, à semelhança do Facebook, ou outras redes, onde os produtores poderão inserir elementos olivícolas relacionados com as suas explorações”, exemplificou o dirigente.

O responsável acrescentou ainda que uma das “vantagens” da iniciativa é saber a quantidade e qualidade azeite produzido na região, “o que para já não é possível”, porque nem sempre os dados apresentados pelos diversos organismos são convergentes”.

“Sempre que seja feita uma análise a um lote de azeite produzido em determinada região associada a AOTAD, os dados serão colocados na rede para se perceber a média da qualidade do produto”, acrescentou.

O comprador ao saber a qualidade do azeite ou da azeitona, poderá entrar num plataforma de negociação com o produtor.

Esta rede terá três níveis de utilizadores destinada os associados da AOTAD, investigadores e aos compradores e vendedores na área da olivicultura.

“A grande vantagem do novo projecto é a de estar permanente informado sobre um sector importante para a economia nacional”, concluiu António Branco.

Lusa, 2010-11-01
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MensagemAssunto: Custos para o produzir aumentaram    Qua Nov 03, 2010 3:46 pm

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Custos para o produzir aumentaram
Trás-os-Montes



Há 20 anos que o preço do azeite não sobe

O baixo preço do azeite é um dos principais problemas dos olivicultores transmontanos. Há duas décadas que o preço é igual, mas os custos para o produzir aumentaram. O produto tem qualidade, mas é vendido ao preço do azeite importado muitas vezes misturado com óleo.


Há duas décadas que o preço do azeite se mantém quase inalterável na região, mas os custos de produção são maiores. " O saco do adubo é mais caro, assim como a mão - de- obra ", explicou António Branco, presidente da Associação de Olivicultores de Trás-os-Montes e Alto Douro (AOTAD), que ontem participou numa acção sobre olivicultura em Santulhão, no concelho de Vimioso. Trás-os-Montes consegue escoar a produção anual, "todavia vende-se a preços baixos para a qualidade que temos", lamentou o dirigente associativo.

Apesar de o preço não ser o mais apetecível para os produtores, a AOTAD está realizar acções de sensibilização junto dos olivicultores para a necessidade de produzir azeite com a melhor qualidade possível, pois este é o melhor argumento para escoar a colheita. Sugerem que se dê início à campanha de apanha da azeitona mais cedo. "Não é habitual começar cedo a apanhar azeitona, mas é necessário que se faça, porque tradicionalmente o olivicultor não conhece os atributos positivos e negativos do azeite, se não produzirmos azeite de boa qualidade o mercado não o recebe", referiu António Branco.

A AOTAD vai avançar com uma candidatura a fundos comunitários para fazer um estudo do tempo óptimo de colheita da azeitona. "A partir de determinado momento por mais chuva que venha já não há óleo na azeitona, a chuva de agora já não contribuiu para o azeite deste ano", frisou. Para já sabem que a altura ideia para a colheita não é depois da primeira geada, mas sim quando a azeitona está madura. A transformação da azeitona deve ser feita no dia da apanha. Outra indicação prende-se com a não reutilização de sacos e outro tipo de vasilhame, previamente, usado para transportar outros produtos, como os adubos.


Glória Lopes in JN, 2010-11-02
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MensagemAssunto: Azeite Porca de Murça distinguido em Concurso Internacional    Ter Nov 09, 2010 5:37 pm

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Três marcas comerciais distintas
Murça



Azeite Porca de Murça distinguido em Concurso Internacional

O Azeite Porca de Murça conseguiu, uma vez mais, ser distinguido como um dos melhores azeites do mundo. Desta vez, o Lote 50 da Cooperativa Agrícola dos Olivicultores de Murça, CRL (CAOM) arrecadou uma Medalha de Prata no prestigiado Concurso Internacional de Azeites «Los Angeles International Olive Oil Competition 2010», onde estiveram presentes 477 azeites de 318 produtores de todo o mundo.

A atribuição deste distinto prémio vem coincidir com uma fase de profunda reestruturação da CAOM, que, mantendo a qualidade que lhe é reconhecida por todo o mundo, decidiu diversificar a sua gama de produtos, dando-lhes uma imagem mais moderna e actual. O investimento realizado, em termos de imagem e o lançamento de novos produtos, vem de encontro à ambição da cooperativa de reposicionar o Azeite de Murça nas suas diversas marcas, de forma a reforçar o seu posicionamento elevado no mercado, alicerçado na qualidade e características químicas e sensoriais de excepção do azeite produzido. Com este investimento, a Cooperativa espera conseguir um aumento do volume de vendas de 20 por cento em dois anos, alicerçado na aposta em mercados externos de elevado valor acrescentado.

Já no próximo Natal, o Azeite Porca de Murça estará presente no mercado com três marcas comerciais distintas que reflectem o trabalho de selecção na produção, sendo o Azeite Porca de Murça a sua categoria “Premium”, o Azeite Senhor de Murça como a sua gama “Clássica”, e o “tradicional” Azeite de Murça.

Esta segmentação pretende não só responder às actuais exigências dos consumidores nacionais, mas também se assume como uma clara resposta aos padrões de consumo dos mercados externos mais exigentes, como os países Escandinavos, a América do Norte, o Brasil, Macau ou Japão.

Tal como acontece com a economia portuguesa em geral, também o crescimento de produtos de “nicho” se sustentará no crescimento das exportações. Nesse sentido, a CAOM assume um claro reforço da qualidade dos produtos oferecidos e um investimento nos mercados externos mais exigentes, apreciadores de produtos portugueses de excelência. A maioria das exportações de Azeite «Porca de Murça» destina-se a mercados como o Canadá, Estados Unidos, Japão, Macau, França, Alemanha, Luxemburgo, Suíça, Bélgica, Holanda e Noruega.

Contabilizando 984 associados, a Cooperativa Agrícola representa a maioria dos pequenos produtores do concelho de Murça, que individualmente não teriam capacidade e estrutura para desenvolver o trabalho de mercado necessário à transformação, difusão, promoção e rentabilização das suas produções, revestindo-se de importância crucial para a manutenção dos agricultores na actividade agrícola. Economicamente é uma das principais fontes de receita do concelho, que subsiste suportado em dois produtos agrícolas principais, o vinho e o azeite.

No ano transacto, a CAOM transformou 1.800 toneladas de azeitona e produziu 290.000 litros de Azeite. Este ano, as expectativas apontam para um aumento da produção na ordem dos 5 por cento e para uma qualidade similar à do ano anterior, um Azeite Virgem Extra com acidez de 0,2 por cento, que representa cerca de 95 por cento da produção total.

Para além da nobre distinção atribuída ao produto, este galardão é igualmente o reconhecimento do esforço e dedicação dos cooperantes da Cooperativa Agrícola dos Olivicultores de Murça, para quem a qualidade do azeite obtido é um motivo de orgulho. Obtido dos olivais tradicionais do concelho de Murça, este azeite é extraído com as técnicas mais modernas, segundo padrões de qualidade extremamente elevados

Espigueiro, 2010-11-09
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MensagemAssunto: Azeite de Trás-os-Montes com novos sucessos mas sem reconhecimento   Dom Nov 21, 2010 12:32 pm

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António Branco aponta o caminho
Trás-os-Montes



Azeite de Trás-os-Montes com novos sucessos mas sem reconhecimento

Desta forma o presidente da AOTAD, lamenta que não exista em Portugal uma Inter Profissional que assuma a valorização e a protecção do Azeite. «Não nos adianta grandes prêmios, se não os conseguirmos traduzir em verdadeiras mais valia para a fileira, isto é, em melhores preços e vendas principalmente nos mercados», evidência António Branco.

Segundo o responsável da AOTAD, apesar de ter sido criada a ideia que a “lei dos galheteiros” deixou de vigorar por decreto verbal de um ministro,tal não corresponde à verdade. “A questão da lei dos galheteiros nunca ficou bem clarificada. Ainda hoje os restaurantes acham que a lei foi revogada, porque o ministro veio a público dizer que ela ia ser revogada mas ela nunca o foi” disse.

Para o representante máximo da AOTAD “era importante” haver um sinal de que a lei está em vigor. “O azeite nas mesas tem que ser devidamente embalado e com a rolha inviolável e isso também não acontece hoje”, diz António Branco.

Por outro lado o presidente da AOTAD, lamenta que ainda não estejam publicadas e regulamentadas as alterações que determinam a indicação do país de origem nos rótulos de azeite. “Nós temos um regulamento a partir do ano anterior que é obrigatório colocar a origem do azeite nas garrafas, mas ainda ninguém sabe muito bem como é que isso vai ser feito, onde é que fica essa menção “ e acrescenta que “isso é fundamental, porque quando alguém compra uma garrafa, tem que ter essa informação”.

António Branco também não percebe porque a denominação “azeite” ainda seja a designação comercial de azeite refinado misturado com azeite virgem extra. “Azeite em termos comercias significa uma mistura de azeite virgem extra, com azeite refinado. Ora o consumidor quando vai a um supermercado e vê azeite numa garrafa, pensa que está a comprar um produto mais puro e o que está a comprar é uma mistura. Eu julgo que isto, é enganar o consumidor”, alerta.

Apesar da falta de apoio institucional, a AOTAD não baixa os braços e tem já um novo projecto que retende valorizar os produutos de Trás-os-Montes. “Estamos a pensar criar um projecto ao qual chamaremos de produtos de qualidade de trás-os-montes, para tentar de uma forma conjunta garantir e valorizar os produtos DOP da região de trás-os-montes”.

“A minha obrigação é garantir que o maior número de produtores faça esse trajecto de forma a nós conseguirmos uma verdadeira mais valia. Esse é o nosso grande trabalho, mas também a nossa grande dificuldade.” disse Antonio Branco.

O presidente da AOTAD lamenta ainda que Portugal seja o único país produtor de azeite na Europa que não participa institucionalmente em certames como a SlowFood de Turim, ao contrário de Espanha ou Itália.
Estas declarações surgem depois dos recentes sucessos internacionais dos azeites da região.

O Azeite Porca de Murça foi distinguido como um dos melhores azeites do mundo, em Los Angeles (Estados Unidos). O Azeite de Trás-os-Montes João das Barbas classificou-se no segundo lugar da Categoria Virgem Extra DOP em Xangai(China) e o azeite português com melhor pontuação no Guia FLOS OLEI 2011, foi o Azeite de Trás-os-Montes DOP - Romeu da Sociedade Clemente Menéres com 92 pontos.

Terra Quente, 2010-11-21
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MensagemAssunto: Mais 30% de azeite nos olivais do Norte   Seg Dez 27, 2010 12:28 pm

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Ano considerado normal
Trás-os-Montes




Mais 30% de azeite nos olivais do Norte

A região de Trás-os-Montes e Alto Douro vai ter este ano mais 30% de azeite do que no anterior, num total de 90 milhões de quilos. Mas não há muitos motivos para sorrir, pois os custos de produção aumentaram e o preço de venda mantém-se.

Apesar de muita gente não ter trabalhado ontem, não foram poucos os agricultores que aproveitaram a manhã de Sol da véspera de Natal para varejar mais umas oliveiras. É que estamos no fim de Dezembro e a colheita vai a pouco mais de meio. Em alguns sítios até está atrasada.

Sem gostar de fazer balanços a meio do jogo, o presidente da Associação de Olivicultores de Trás-os-Montes e Alto Douro (AOTAD), António Branco, arrisca avançar que, se não houver alterações climatéricas anormais, "vai ser um bom ano de azeite em quantidade e qualidade". A explicação tem a ver com as condições meteorológicas registadas ao longo do ano. "Não foi excessivamente seco, a Primavera foi boa para a floração e não houve chuva e geada em demasia durante a primeira fase da apanha".

Um lagar onde essa qualidade está a ser comprovada é o da Cooperativa Agrícola de Carrazeda de Ansiães. Joaquim Alves está a dirigir a campanha e diz já ter motivos para considerar o ano "excelente". A lista de espera de agricultores que querem laborar o azeite já ultrapassa meados de Janeiro.

António Branco esclarece, no entanto, que "este é um ano considerado normal, e não excepcional, tendo em conta a capacidade de produção. O anterior é que registou uma quebra".
Recorda que devido às fortes geadas registadas em 2007 muitas oliveiras morreram e outras tiverem de ser sujeitas a podas violentas. Daí que perspective um maior acréscimo de azeite para os próximos anos, não só porque as árvores afectadas estão a recuperar, mas porque também tem havido novas plantações.

O presidente da AOTAD ressalva também que a qualidade do azeite deste ano não é homogénea. "É preciso separar o que foi colhido até às primeiras geadas e o que está a ser colhido agora, que não será tão bom". E isso vai notar-se no escoamento, sendo que o primeiro "não está a ter dificuldades", enquanto o que for colhido mais tarde "deverá enfrentar algumas".

Entre os pequenos agricultores, a falta de motivação para continuar com a cultura do olival é crescente. Muitos ainda guardam azeite do ano passado e não têm grandes perspectivas de escoamento para este. Mais: quem tiver de pagar mão-de-obra para a colheita não ganha para a despesa. "Aumentou o gasóleo, os adubos, o pessoal, mas o preço do azeite não aumenta", refere António Branco. Parte da culpa é atirada para a "bolsa" espanhola que acaba por indexar o preço do azeite português. "Apostar na qualidade é a única possibilidade de vender melhor".

Actualmente, a região possui cerca de 80 mil hectares de olival. Há capacidade para plantar mais e incrementar os ganhos de produtividade ao nível do adensamento e da melhoria das práticas de produção. É o caso do regadio, que a AOTAD defende em algumas zonas da região.

Já para o Alentejo, onde a área de olival mais está a crescer, as previsões do Instituto Nacional de Estatística apontam para uma "ligeira quebra" na produtividade da azeitona.

Eduardo Pinto in JN, 2010-12-27
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MensagemAssunto: Depois dos vinhos chegam as cartas de azeite    Ter Fev 08, 2011 5:04 pm

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6º Festival de Sabores do Azeite Novo
Mirandela



Depois dos vinhos chegam as cartas de azeite

Por Mirandela, já é possível ir a um restaurante e poder escolher qual o azeite mais apropriado para acompanhar o prato que pediu. Estamos a falar da Carta de Azeites, que foi apresentada no 6º Festival de Sabores do Azeite Novo, que decorreu, no passado fim-de-semana em Mirandela.

António Branco, presidente da AOTAD, revela que os Azeites podem ter um travo picante, amargo, frutado, doce, a amêndoa, erva ou a maçã, entre outros. E, tal como os vinhos, cada sabor vai bem com pratos diferentes.

“Teremos azeites recomendados para determinado tipo de comida. Por exemplo, um azeite picante é excelente para uma posta mas não é bom para um bacalhau. Então tempos de dizer que o azeite “A”, mais picante que os outros, deve ser aconselhado para determinado tipo de comida”, explicou, adiantando que está a ser feita “uma carta nos restaurantes com recomendações de azeites”.

Uma Carta de Azeites exclusiva do concelho de Mirandela, com sete produtores assinalados que obedecem a um conjunto de regras.

“Nomeadamente o facto de todas as garrafas terem de ter rolha inviolável. Depois foram seleccionadas as melhores por um painel de provadores. Esta carta é importante, mas há um problema logístico. Os produtores tiveram de se comprometer a ter o azeite nos restaurantes para que a carta funcione, vamos ver”, conclui.

Esta Carta de Azeites vigora até Junho deste ano, e pode ser encontrada nos 18 restaurantes aderentes do Festival de Sabores do Azeite Novo.

Brigantia, 2011-02-08
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MensagemAssunto: De 9 a 13 de Março em Tabuaço    Qui Fev 24, 2011 2:40 pm

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De 9 a 13 de Março em Tabuaço
Douro


Os Vinhos Velhos e os Azeites Novos do Douro e Trás-os-Montes são a combinação perfeita num certame inédito, que decorrerá em Tabuaço de 9 a 13 de Março.

A iniciativa junta à mesma mesa vinhos com anos de história e os mais conceituados azeites da região, futuros candidatos a prémios em Portugal e no Estrangeiro.

O I Show Taste de Vinhos Velhos e Azeites Novos, que terá como palco o Museu do Imaginário e o Posto de Turismo de Tabuaço, reúne personalidades e profissionais do sector, jornalistas da especialidade, instituições de Ensino Superior, operadores turísticos e agências de viagens. Um dos grandes objectivos da organização é debater as estratégias de promoção do vinho e do azeite nos mercados nacionais e internacionais, potenciando a actividade turística na região produtora.

O certame é organizado pela Rota do Azeite de Trás-os-Montes, em parceria com a Rota do Vinho do Porto, Rota das Vinhas de Cister, Turismo do Douro, Comissão de Coordenação e Desenvolvimento da Região Norte e Estrutura de Missão do Douro.

O I Show Taste de Vinhos Velhos e Azeites Novos vai ser inaugurado no dia 9 de Março, com a presença de um representante do Governo. Durante os cinco dias de certame vão decorrer provas de degustação de vinhos velhos, azeites novos e espumantes, num evento onde a gastronomia regional não deixará de marcar presença.

, 2011-02-24
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MensagemAssunto: AOTAD faz balanço positivo da campanha de azeite    Seg Mar 07, 2011 1:23 pm

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«Este é um ano de referência»
Trás-os-Montes



AOTAD faz balanço positivo da campanha de azeite

A campanha de 2010/2011 foi de boa produção de azeite na região transmontana.

Nos 88 lagares ligados à Associação de Olivicultores de Trás-os-Montes e Alto Douro deram entrada 92 mil toneladas de azeitona que resultaram em cerca de 16 milhões de litros de azeite.

A AOTAD está satisfeita com a quantidade e qualidade do produto, que está directamente ligada à antecipação da apanha que tem sido uma das batalhas da associação.

O presidente da direcção da AOTAD classifica esta campanha como um ano de referência só comparável à de 2004/2005.

Nos 88 lagares de azeite ligados à associação, dos cerca de 124 que existem na região, deram entrada cerca de 92 mil toneladas de azeitona, bem melhor que as 75 mil toneladas do ano anterior.

“Este é um ano de referência” pois “a última vez que tivemos uma boa época foi em 2004/2005” refere António Branco, salientando que “este ano não tivemos intempéries nem secas significativas”. Por isso, “tivemos um ano de boa produção e nós apontamos para 92 toneladas de azeitona apanhada” adianta.

O rendimento médio atingiu os 16 por cento, o que perfaz cerca de 16 milhões de litros de azeite produzidos na região

“Temos zonas onde o rendimento passou os 20%, mas o rendimento médio anda na ordem dos 16% que é muito bom para um ano regular” afirma, acrescentando que “para este ano nós apontamos para 16 milhões de litros de azeite que é o valor que nós gostaríamos de ver estabilizado”.

António Branco também confirma uma melhoria na qualidade de azeite produzido que está directamente ligada à antecipação da apanha, uma estratégia que a direcção da AOTAD tem vindo a defender nos últimos anos.

“A cooperativa de Valpaços já faz isso há cerca de dois anos e outras cooperativas que recentemente sofreram processos de reorganização como é o caso da de Alfândega que arrancou com essa iniciativa de mobilizar os seus associados para começar mais cedo e laborou quase 200 toneladas antes do período da campanha tradicional” exemplifica António Branco. “Tradicionalmente a campanha começava no início de Dezembro, mas hoje em dia já começa nos primeiros dias de Novembro. Isto trás vantagens enormes em relação à qualidade do azeite” salienta.

Brigantia, 2011-03-07
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MensagemAssunto: Azeite transmontano reconhecido internacionalmente   Qui Maio 05, 2011 11:22 am

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Quinta de Vale do Conde
Mirandela



Azeite transmontano reconhecido internacionalmente

O Azeite de Trás-os-Montes DOP - Quinta de Vale do Conde, produzido em Mirandela, obteve uma Menção Honrosa na Categoria Intenso, no Concurso 6th Oil China Competition 2011, um dos maiores certames oleícolas internacionais realizado em Shangai, em Abril.

Num concurso em que as classificações foram dominadas por azeites de origem europeia, a presença do Azeite de Trás-os-Montes Denominação de Origem Protegida - Quinta de Vale do Conde, vem confirmar mais uma vez a qualidade dos azeites regionais e a capacidade de valorização no mercado internacional de qualidade.

Merece também destaque o excepcional esforço que os produtores regionais e em específico a Sociedade Agrícola do Conde, Lda., têm realizado para melhorar a qualidade dos seus azeites e para participarem sem o peso de qualquer apoio institucional ou governamental nestes concursos internacionais.

Esperamos que se confirmem as previsões iniciais de que este será um excelente ano para o Azeite de Trás-os-Montes Denominação de Origem Protegida.


, 2011-05-04
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MensagemAssunto: Diploma di Gran Menzione    Qua Maio 18, 2011 4:53 pm

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Diploma di Gran Menzione
Trás-os-Montes



O Azeite de Trás-os-Montes DOP mais uma vez o reconhecido num concurso internacional

No 5th International Olive Oil Competition Armonia - ALMA Trophy organizado pela International Extravirgin Oliveoil Agency (http://www.oliveoilagency.org) em Itália, o Azeite de Trás-os-Montes DOP obteve um Diploma di Gran Menzione na categoria de Frutado Médio através do Acushla produzido pela Tetribérica Agricultura Biológica SA.

O Azeite de Trás-os-Montes DOP Quinta de Vale do Conde, produzido pela Sociedade Agrícola do Conde, Lda de S. Pedro de Vale do Conde em Mirandela, obteve também um Diploma di Gran Menzione na categoria de Frutado Intenso.

O Azeite de Trás-os-Montes DOP Acushla foi ainda classificado em Terceiro lugar no Prémio para o melhor impacto comunicativo, design da embalagem, da imagem gráfica do rótulo e do packaging.

Mais uma vez fica confirmada a qualidade dos azeites regionais e a capacidade de valorização no mercado internacional de qualidade.

Destaque ainda para presença do Azeite de Trás-os-Montes DOP Quinta de Vale do Conde e do Azeite do Douro Quinta do Crasto nos cinco azeites nacionais que foram seleccionados para estarem presentes no Salão EXPOLIVA Virgem Extra – III Salão Internacional do Azeite Virgem Extra de JAEN, certame de referência no panorama internacional de feiras oleícolas.

Finalmente é de salientar que a região de Trás-os-Montes e Douro estará representada com 47 (quarenta e sete) entre os 100 (cem) azeites candidatos ao 5º Concurso Nacional de Azeite Virgem Extra que será realizado no âmbito da 48ª Feira Nacional de Agricultura de Santarém.

Estes resultados vêm demonstrar, uma vez mais, a pujança da fileira olivícola na Região de Trás-os-Montes e do Douro e que o trabalho de valorização do Azeite de Trás-os-Montes e do Douro e os resultados obtidos pelos produtores regionais resultam de um enorme esforço colectivo e não são fruto o acaso.

Reafirmamos que estes resultados têm sido obtidos sem qualquer tipo de apoio institucional seja financeiro ou diplomático, ao contrário de outros países concorrentes a este tipo de eventos que invariavelmente são apoiados pelas entidades governamentais ou pelas respectivas Associações Interprofissionais.

Portugal é o único país da Europa em que não existe uma Interprofissional do sector do Azeite que defenda a identidade do azeite nacional e que promova a sua valorização e genuinidade.

Tal como acontece em diversos países produtores de azeite com especial destaque para a Itália, está na hora de aproveitar estes excelentes resultados e lançar um verdadeiro manifesto em defesa do azeite virgem extra português.

, 2011-05-18
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MensagemAssunto: A qualidade dá resultados    Sab Maio 21, 2011 2:29 pm

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A qualidade dá resultados
Trás-os-Montes



Azeite de Trás-os-Montes e do Douro: Os resultados não são simples coincidências!!

No início da campanha de 2010/2011 tivemos oportunidade de informar que além de se verificar um aumento significativo da produção regional, também se esperava um ano de excepcional qualidade.

Os primeiros resultados em concursos nacionais e internacionais vieram confirmar as expectativas e agora vemos o Azeite de Trás-os-Montes e do Douro a afirmar-se com vitórias em variadas categorias e nos mais diversos concursos por todo o mundo.

Foram agora publicados os resultados do concurso Mario Solinas, organizado pelo Comité Olivícola Internacional (http://www.internationaloliveoil.org), referência no mundo oleícola internacional.

A região de Trás-os-Montes e do Douro obteve um Primeiro Prémio na Categoria de Frutado Maduro através do Quinta de Vale do Conde da Sociedade Agrícola do Conde, tendo sido finalistas o Magna Olea de Jerónimo Abreu Lima (vencedor em 2009) e o AUCAMA na categorias de Verde Intenso e Maduro respectivamente.

Destacam-se neste concurso os resultados obtidos por Portugal.

São também já conhecidos os resultados do concurso internacional TerraOlivo (http://www.terraolivo.org) realizado em Israel.

Mais uma vez o Azeite de Trás-os-Montes esteve em grande destaque obtendo um conjunto de resultados de grande prestígio.


Cooperativa de Olivicultores de Valpaços srl
Rosmaninho Gourmet Verdial
Portugal
Gran Prestigie Gold

Sociedad Agricola Do Conde Ltd-Quinta Vale do Conde
Quinta Vale Do Conde
Portugal
Gran Prestigie Gold

Tetribérica Agricultura Biológica
Acushla
Portugal
Gran Prestigie Gold

Cooperativa de Viticultores e Olivicultores de Freixo de Numão
Casa Grande Gold Reserve
Portugal
Prestige Gold

Maria Constança Doutel de Andrade
Joao Das Barbas
Portugal
Prestige Gold

Jeronimo Pedro Mendonça de Abreu e Lima
Magna Olea
Portugal
Gold

São estes resultados que demonstram a pujança da fileira olivícola na Região de Trás-os-Montes e do Douro e que o trabalho de valorização do Azeite de Trás-os-Montes e do Douro e os resultados obtidos pelos produtores regionais resultam de um enorme esforço colectivo e não são fruto do acaso. Estes resultados não são simples coincidências.

Necessariamente temos que destacar o percurso que este ano está a realizar o Azeite de Trás-os-Montes DOP Quinta de Vale do Conde com cinco prémios e menções honrosas até ao presente momento.

Aguardamos com expectativa os resultados do 5º Concurso Nacional de Azeite Virgem Extra que será realizado no âmbito da 48ª Feira Nacional de Agricultura de Santarém, em que a região de Trás-os-Montes e Douro estará representada com 47 (quarenta e sete) entre os 100 (cem) azeites candidatos.

Reafirmamos que estes resultados têm sido obtidos sem qualquer tipo de apoio institucional seja financeiro ou diplomático, ao contrário de outros países concorrentes a este tipo de eventos que invariavelmente são apoiados pelas entidades governamentais ou pelas respectivas Associações Interprofissionais.

A aposta na antecipação da campanha, a formação em análise sensorial de todos os actores, o apelo a boas práticas de produção e transformação, a regeneração do perfil do produtor regional e principalmente a motivação aduzida por todos os presentes sucessos têm contribuído para a afirmação nacional e internacional do Azeite de Trás-os-Montes e do Douro.

Reafirma-se também o destaque para os resultados globais de Portugal nestes concursos.

Sendo Portugal o único país da Europa em que não existe uma Interprofissional do sector do Azeite que defenda a identidade do azeite nacional e que promova a sua valorização e genuinidade, seria importante pelo menos existir uma estratégia de valorização de todas as vitórias regionais e nacionais que afirmasse de forma definitiva Portugal como país de referência na produção de azeites virgem extra de excelência.

Será esta a grande oportunidade de aumentar de forma significativa as exportações no sector com efectivo retorno na cadeia de valor para o olivicultor e não apenas como desculpa de um único objectivo de compensação da auto-suficiência.

Tal como acontece em diversos países produtores de azeite na Europa, com especial destaque para a Itália, está na hora de aproveitar estes excelentes resultados e lançar um verdadeiro Manifesto em Defesa do Verdadeiro Azeite Virgem Extra Português.


, 2011-05-21
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MensagemAssunto: "O nosso azeite é um dos melhores do mundo"   Ter Jul 26, 2011 2:45 pm

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"O nosso azeite é um dos melhores do mundo"

Ontem


"Uma das coisas mais importantes que temos é o azeite, que é dos melhores do mundo, sem dúvida nenhuma", destaca o médico Gentil Martins.

Mas há outros produtos que o cirurgião plástico não resiste a referir: "temos os vinhos, a fruta que é deliciosa - e muitas vezes, no estrangeiro, a fruta é linda, mas não sabe a nada - e toda uma série de produtos, sobretudo no campo agrícola, que têm a enorme vantagem de evitar as importações".

http://www.dn.pt/inicio/economia/interior.aspx?content_id=1929010

Até porque, defende, Portugal deve ser autosuficiente. Segundo a Casa do Azeite - Associação do Azeite de Portugal, desde as décadas de 1950 que Portugal não é autosuficiente em azeite, produzindo actualmente 70% do que consome. Em 2010, as exportações subiram 4,9% face ao ano anterior, ultrapassando os 158 milhões de euros, com o Brasil a absorver 55,2% das vendas no mercado estrangeiro.

In DN

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MensagemAssunto: Azeite pode compensar perda de rendimento no vinho   Qui Ago 25, 2011 4:22 pm

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«Retorno ao cultivo de olival»
Trás-os-Montes



Azeite pode compensar perda de rendimento no vinho

O presidente da Associação de Olivicultores de Trás-os-Montes e Alto Douro (AOTAD) defendeu hoje um retorno ao cultivo de olival na zona do Douro, mostrando-se convicto de que o azeite pode compensar a perda de rendimento no vinho.

\"Está na altura de voltarmos a pensar em plantar olival na zona do Douro\", disse à Lusa António Branco, defendendo uma reflexão sobre o assunto, numa altura em que se multiplicam os alertas para a crise e o perigo que se vive no Douro vinhateiro.

O presidente da AOTAD garantiu à Lusa que o Douro \"tem grande potencial oliví­cola\", mas o olival, que funcionava como complemento à produção de vinho, foi praticamente abandonado e o espaço ocupado pela vinha.


Lusa, 2011-08-25
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MensagemAssunto: Azeite "é um produto de excelência"   Ter Set 06, 2011 10:49 pm

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Azeite "é um produto de excelência"

Hoje


Primeiro porque gosta e depois por achar que "constitui um grande valor de exportação" em Portugal, o produto de eleição de António Parente, presidente da SP Televisão, produtora responsável pelas novelas da SIC Laços de Sangue e Rosa Fogo.

http://www.dn.pt/inicio/economia/interior.aspx?content_id=1977577

"Além disso, em termos agrícolas, desenvolve-se muito bem no nosso país", constata o empresário. "A capacidade técnica que se tem vindo a desenvolver, quer no azeite quer no vinho [outro produto que António Parente destacaria], faz com que tenha vindo a ser reconhecido internacionalmente", afirma, concluindo: "É um produto de excelência". O Brasil, um dos novos consumidores deste alimento, é o principal destino do azeite nacional.


In DN

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