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 Teatro

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Fantômas

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MensagemAssunto: Teatro   Sex Out 17, 2008 3:45 pm

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30 anos de actividade
Trás-os-Montes




Teatro em Movimento apresenta-se em prisões

A companhia transmontana Teatro em Movimento vai levar a sua arte aos estabelecimentos prisionais dos distritos de Bragança e Vila Real, de forma a ajudar os reclusos a preencherem os seus dias e a reintegrar-se na sociedade.

A companhia de teatro vai proporcionar acções de formação e sensibilização teatral junto dos reclusos das cadeias de Izeda, Bragança, Chaves e Lamego.

Um dos objectivos da acção é chamar a atenção para o facto de \"o teatro poder ser uma espécie de terapia\" para a reintegração dos reclusos na sociedade.

Segundo revelou Leandro Vale, director artístico do Teatro em Movimento, o convite surgiu da Direcção-Geral dos Serviços Prisionais.

\"Pretendemos reforçar a ideia de que o teatro é uma forma importante de ajudar a integrar as pessoas na sociedade, e que através dele podem conseguir-se resultados que não sucedem noutras acções por muito pomposas que sejam. O teatro neste contexto pode mesmo ser considerado com uma terapia\", explicou aquele responsável.

\"O teatro pode ajudar a resolver problemas que de outra maneira não seria possível, diz-me a minha experiência teatral que começou na década de 50 do século passado\", refere Leandro Vale.

A acção acontece numa altura em que a companhia Teatro em Movimento comemora 30 anos de actividade.

Entretanto, Leandro Vale lança hoje o livro \"Oito dias nos oitenta de Fidel\", com a chancela da editora Papiro.


Francisco Pinto in JN, 2008-10-16
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MensagemAssunto: 30 actividades entre espectáculos   Seg Mar 09, 2009 3:31 pm

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30 actividades entre espectáculos
Trás-os-Montes


Filandorra assinala «mês do Teatro» com 30 actividades

Em Março, mês do Teatro, a Filandorra - Teatro do Nordeste vai promover mais de três dezenas de actividades, entre espectáculos, workshops e ensaios abertos, dedicadas à infância e adolescência, anunciou a companhia de Vila Real.

Em Março, mês do Teatro, a Filandorra - Teatro do Nordeste vai promover mais de três dezenas de actividades, entre espectáculos, workshops e ensaios abertos, dedicadas à infância e adolescência, anunciou hoje a companhia de Vila Real.

O director da companhia, David Carvalho, acrescentou que a Filandorra vai dedicar todo o mês de Março ao teatro com iniciativas que culminam dia 27, em que se assinalada o Dia Mundial Teatro.

Até ao final do mês vão ser organizadas cerca de 30 actividades entre espectáculos, baseados em nomes importantes da literatura para a infância, nomeadamente Sophia de Mello Breyner, António Mota, Hans Christian Andersen e Maria Alberta Meneres, vários workshops e ensaios abertos.

Terça-feira, a companhia estreia, em Alijó, a sua 49ª produção, o espectáculo infantil de Maria Alberta Meneres: \"O que aconteceu na terra dos Procópios?\"

Segundo David Carvalho, este espectáculo conta a história das três crianças que, deixando para trás a segurança do lar na terra dos Procópios, partem numa aventura pelo mundo onde vão encontrar \"figuras bem estranhas\" com as quais vão descobrir \"a magia das pequeninas coisas de todos os dias\".

O mês acaba com a participação no Festival Internacional Vinte e Sete, organizado pelo Teatro Municipal de Vila Real.

Apesar de ainda estar a decorrer o processo de candidaturas para o quadro de apoios do Ministério da Cultura, a Filandorra promete realizar este mês uma iniciativa de protesto contra o que David Carvalho diz serem os \"números chocantes ao nível dos apoios distribuídos pelo Governos aos grupos em actividade\".

O protesto deverá sair à rua no Dia Mundial do Teatro.

No entanto, e apesar da insuficiência de apoios, no decorrer deste ano a companhia prevê estrear mais \"uma ou duas produções\".

Em 2008, a Filandorra realizou cerca de 250 espectáculos e animações que foram assistidos por mais de 60 mil espectadores, dos quais cerca de 60 por cento crianças e jovens.

Lusa, 2009-03-09
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MensagemAssunto: Estreia nacional do Tap Dance da Irlanda assinala quinto aniversário   Sab Mar 14, 2009 4:07 pm

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Teatro de Vila Real
Vila Real


Estreia nacional do Tap Dance da Irlanda assinala quinto aniversário

O espectáculo Tap Dance da Irlanda, que combina dança e música celta e é protagonizado pelos grupos Celtic Caos e Dealan, assinala quinta-feira o quinto aniversário do Teatro de Vila Real.

O espectáculo «An Dúlra» tem estreia nacional na cidade transmontana.

O \"An Dúlra\" resulta da união de duas formações com uma vontade comum: recuperar a festa dos elementos que os celtas realizavam para assinalar a mudança de estação, através da música e da dança.

O espectáculo combina a \"tap dancing\" irlandesa e o bailado moderno (jazz, claque e body percussion) com a música ao vivo.

Integram os Celtic Caos nove bailarinos, que vão dançar ao som celta dos sete músicos que compõem os Dealan.

O presidente da Câmara de Vila Real, Manuel Martins, anunciou ainda que, para assinalar o quinto aniversário daquele equipamento cultural, vão ser abertas duas exposições retrospectivas.

\"Uma obra em 100 actos\" é uma exposição fotográfica que mostra a construção do Teatro de Vila Real através da objectiva de Duarte Carvalho.

Na galeria-bar do edifício vai ficar patente ao público a exposição de cartazes dos espectáculos.

Para assinalar a efeméride, vão ainda ser espalhados grandes cartazes pela cidade onde se lê \"Teatro de Vila Real 2004-2009, cinco anos a dar espectáculos\".

Segundo o autarca, a 19 de Março será ainda mostrado o renovado sítio na Internet e abertas as bilheteiras on-line, para reserva ou aquisição de bilhetes.

Lusa, 2009-03-14
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MensagemAssunto: Teatro da Garagem procura públicos no Interior do país   Sex Mar 20, 2009 11:47 pm

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Duas semanas em Bragança
Bragança


Teatro da Garagem procura públicos no Interior do país

O Teatro da Garagem anda em busca do que é ser português e mudou-se de Lisboa para Bragança, onde vai ficar cerca de duas semanas a fazer espectáculos, oficinas e ensaios abertos e a tomar chá com o público.

Esta residência temporária no Interior é fruto de uma cumplicidade que se criou entre a companhia lisboeta e o Teatro Municipal de Bragança, após várias participações do grupo no 27.º Festival Internacional de Teatro.

No âmbito desta colaboração, surgiu também uma co-produção entre as duas entidades, que resultou numa das peças do espectáculo \"Odisseia cabisbaixa\", um díptico do qual fazem parte \"António e Maria\" e \"Bela e o Menino Jesus\", subdivididas em duas partes com textos de Carlos Pessoa, que se inspirou em Bragança, onde esteve durante algumas semanas à procura de \"uma paisagem diferente\", explicou Maria João Vicente, presidente da Direcção do Teatro da Garagem.

Na peça \"Bela e o Menino Jesus\", o Teatro da Garagem conta com a participação de 15 jovens actores do Teatro de Estudantes de Bragança.

Ao mesmo tempo, a companhia olha para o país e pergunta sobre o que é isso de \"ser português\". A essa viagem chamou \"Odisseia cabisbaixa, \"roubando\" o termo ao poeta Alexandre ONeill.

Este espectáculo vai ser apresentado também no São Luiz, em Lisboa, como forma de assinalar os 20 anos de existência do Teatro da Garagem.

A companhia não quis limitar-se a apresentar os seus espectáculos em Bragança e decidiu envolver a população na sua actividade. \"É muito bom dar a conhecer o nosso trabalho a outros públicos\", referiu Maria João Vicente.

A descentralização da actividade e a saída dos grandes centros são um objectivo do Teatro da Garagem, que quer começar a viajar pela rede nacional de teatros, \"que tem de ser programada e ter programação, toda a gente tem direito a ver coisas diferentes e a nós ajudam-nos a reflectir sobre o nosso trabalho\", frisou.

Glória Lopes in JN, 2009-03-19
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MensagemAssunto: Impacto   Qua Abr 15, 2009 12:25 pm

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«Impacto»

Dia 29 de Abril
Bragança


«Impacto», é um espectáculo que fala da transformação do homem como agente e sujeito de mudança, enquanto criador e a criação. Do desencadear de forças que não domina, gerando reacções em cadeia.«O Homem mudou e mudou o mundo, transformando-o numa «Aldeia global». Foi bom? Foi mau?» Dia 29 de Abril, no Teatro Municipal de Bragança.

A sociedade contemporânea é feita de contrastes. Nunca a humanidade teve ao seu dispor tantos meios nem nunca enfrentou tantos desafios de identidade. Os meios tecnológicos que propiciam libertação, criando uma qualidade de vida nunca antes alcançada, são, ao mesmo tempo, nefastos ao próprio homem inúmeras vezes.

Em \"Impacto\", o coreógrafo Daniel Cardoso fala-nos do lado danoso da libertação enquanto poder de comunicação. Em palco transmite-se o lado bom e o lado mau dos efeitos da tecnologia que são difíceis de separar. A inexistência de contacto humano, o isolamento, o estar fechado em frente de um computador, vestindo a pele de mil e uma personagens enquanto comunicadores, mas fisicamente estamos fechados, isolados, sozinhos em \"palco\".

Paradoxalmente, comunicamos mais e mais facilmente através destes canais do que pelo contacto humano directo, o que conduz a que mais profundamente conheçamos melhor alguém nos antípodas do que o vizinho do lado. Que impacto tem a tecnologia nos humanos?

Criado em 2004, o Quorum Ballet é uma companhia de repertório residente nos Recreios da Amadora, composta pelos bailarinos Daniel Cardoso e Teresa da Silva, que passaram pela Martha Graham Dance Company, de Nova Iorque, Mónica Gomes e Iolanda Rodrigues, do extinto Ballet Gulbenkian, e Filipe Narciso, da Companhia Nacional de Bailado.

Daniel Cardoso nasceu em Lisboa há 30 anos e iniciou os estudos de dança com nove. Frequentou a Escola de Dança do Conservatório Nacional de Lisboa, trabalhou na Companhia Nacional de Bailado, foi bailarino principal da Martha Graham Dance Ensemble e trabalhou também com coreógrafos como Susan Stroman, Steve Rooks e Kenneth Topping.

, 2009-04-15
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MensagemAssunto: A verdadeira Treta   Qua Abr 22, 2009 10:14 pm

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A Verdadeira Treta
Bragança




António Feio e José Pedro Gomes protagonizaram, no Teatro Municipal, a crítica social que os caracteriza

Aconteceu na noite de 18 de Abril o regresso a Bragança de António Feio e José Pedro Gomes. Um regresso com lotação esgotada e há muito exigido pelos bragançanos, que viram o seu desejo satisfeito pelas mãos da benevolente directora do Teatro Municipal, Helena Genésio.

Em digressão por Portugal, por um período de 6 meses, a dupla de actores de longo historial - mais de 20 anos juntos em palco - e com uma amizade inefável e translúcida, merece há muito o lugar de apreço ganho com trabalho e dedicação, no humor quotidiano de grande parte dos portugueses. Em Bragança, esta história de sucesso teve um novo capítulo, “A Verdadeira Treta”, um espectáculo caracterizado pela boa disposição e brindado pela vontade sã da crítica social.

Certos momentos houve em que Toni e Zezé demonstraram a sua habilidosa capacidade de improvisação, tratando esses momentos de vago esquecimentos como parte integrante do seu espectáculo, contando sempre com o apoio afectivo e incondicional dos seus fãs. Outros não tiveram tanta sorte e distraídos ou não, algumas piadas passaram despercebidas por entre a multidão.

As considerações filosóficas do disparate na sua verdadeira essência tiveram um tempo de antena de 65 minutos e deixaram o público ansioso por mais do mesmo.

No final, foram muitas as pessoas que aguardaram por um autógrafo, uma palavra amiga ou um olhar discreto para esta dupla funcional contemporânea. Pedido realizado e concedido, vieram eles acompanhados pela amabilidade e simpatia que tão bem os caracteriza.

Bruno Filena, Jornal Nordeste, 2009-04-22
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MensagemAssunto: 21 mil Brigantinos foram ao teatro   Qui Dez 03, 2009 11:57 am

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21 mil Brigantinos foram ao teatro
Bragança




A taxa de ocupação média anula ronda os 70 por cento

A sala de espectáculos transmontanas tem das mais elevadas taxas de ocupação nacionais, garantiu hoje a directora Helena Genésio que não entende \"a imagem exterior de insucesso, de que ali não se passa nada\" que persiste na cidade.

Para a directora \"é um pouco a opinião das pessoas que cá não vêm, um pouco aquela história que santos da casa não fazem milagres\", bem ao contrário do que acontece com o orgulho dos vizinhos de Vila Real com o seu Teatro Municipal.

\"Os brigantinos são muito assim: desfazemos muito das nossas coisas, criticamos muito as nossas coisas, os outros é que são bons, aquilo que os outros têm é que é bom, isto talvez justifique um pouco a imagem exterior do teatro\", considerou.

Desde a data de abertura até final de 2008, o público já assistiu a 500 espectáculos, o dobro de sessões, de todas as artes de palco, teatro, música de todos os tipos, orquestras e coros, dança clássica e contemporânea.

A taxa de ocupação média anula ronda os 70 por cento, considerada \"excelente\" para a directora, referindo que é uma taxa \"superior a qualquer teatro do país\".
Números, segundo diz, só superados pelo Teatro Municipal de Vila Real, que tem outras condições, nomeadamente bares, café concertos e espectáculos ao ar livre, impossíveis em Bragança pelas condições físicas do edifício.

Apesar das resistências, Helena Genésio acredita estar a conseguir o objectivo traçado na data de abertura, em Janeiro de 2004: \"o Teatro Municipal foi a grande revolução cultural de Bragança\".
As pessoas já não precisam de ir ao Porto ou a Lisboa ver espectáculos e a Terceira Idade é o principal público do Teatro de Bragança.

Ás críticas iniciais de \"elitismo\" na programação, Helena Genésio respondeu que \"foi criado um elitismo para todos\" e prova disso é o facto de a \"Idade Maior\" ser o seu grande público.
\"Mas se elitista é sinónimo de qualidade eu continuo a afirmar que nós temos uma programação de elitista e um dos meus primeiros objectivos foi ter criado um elitismo para todos\", afirmou.

Para mudar mentalidades, a directora aposta nas gerações mais novas, a começar pelos pequeninos com concertos para idades desde bebe à infância e juventude.

Os estudantes do Instituto Politécnico de Bragança são também um público presente em determinados momentos como os festivais de Jazz e de Teatro.


ES, 2009-12-03
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MensagemAssunto: De Lisboa a Bragança para levar 40 jovens ao palco   Ter Mar 30, 2010 3:33 pm

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Teatro da Garagem e TMB
Bragança


De Lisboa a Bragança para levar 40 jovens ao palco

A terrível memória do massacre de Columbine, que ocorreu em 20 de Abril de 1999, nos Estados Unidos da América, quando dois jovens assassinaram vários colegas numa escola, é o mote para o projecto «Lost Angels-A project to kill mankind», novo espectáculo que resulta de uma co-produção entre o Teatro Municipal de Bragança (TMB) e o Teatro da Garagem, de Lisboa.

Quem sabe se os assassinos de Columbine não eram meros \"lost angels\" (anjos perdidos) que chegaram à situação limite do massacre, cuja revolta furiosa os levava a querer matar a Humanidade: \"to kill mankind\", como um deles escreveu no seu diário. A peça destaca o nome L.A., não se referindo à cidade, mas a \"Lost Angels\", que pode ser entendida como a frágil condição dos adolescentes que querem mudar o Mundo, mas que muitas vezes se perdem nessa demanda.

Não admira, por isso, que a peça, que sobe à cena hoje, Dia Mundial do Teatro, e amanhã, na sala de espectáculos brigantina, tenha envolvido a equipa do Teatro da Garagem, 40 alunos da Escola EB 2/3 Miguel Torga e meia dúzia de jovens praticantes de parkour. Trata-se de um projecto de grande escala, por envolver mais gente do que é habitual. Ao todo, estarão em cena mais de 50 pessoas.

Também é a concretização de um sonho da companhia. \"Pensado há muito tempo\", garantiu Ana Palma, a actriz responsável pela orientação dos jovens, que, durante a preparação de todo o espectáculo, andou munida de apito. \"Tem mesmo de ser, por muito trabalho de conservatório e de voz que se tenha, é preciso um apito porque estes jovens têm muita energia\", explicou.

E como o próprio Homero escreveu, na \"Ilíada\", o poema épico onde vão buscar excertos, inconstante é por natureza o pensamento dos jovens. Gerir tanta emoção em palco \"foi trabalhoso\", admitiu Carlos J. Pessoa, director artístico do Teatro da Garagem, que ressalvou, no entanto, \"que se tratou de algo fascinante\", porque as crianças têm energia, vivacidade e criatividade permanentes e quase sufocantes. \"Isso é bom, porque nos estimula e encoraja, mas também nos inquieta\", afirmou.

É de um confronto entre o texto e os vários jogos que as crianças vão desenvolvendo que resulta o espectáculo, muito vivo e com muito ritmo. \"Estão sempre a acontecer situações diferentes. Será estimulante para quem vier assistir\", declarou Carlos J. Pessoa.

A peça é o resultado de uma residência artística do Teatro da Garagem em Bragança, a segunda, pois, no ano passado, já haviam produzido em conjunto com o TMB \"A odisseia cabisbaixa\". Durante cerca de duas semanas, além da montagem do espectáculo, realizaram uma oficina de teatro e um ensaio comentado.

A co-criação deste ano dá, assim, continuidade a uma parceria que foi estabelecida entre o Teatro da Garagem e o TMB, que começou por ser só uma apresentação de espectáculos para abrir o \"Festival 27\". \"Depois, sentimos que era preciso dar algo mais às pessoas e começámos a fazer workshops e oficinas para tentar envolver a população, para incentivar a ida ao teatro e estabelecer uma relação próxima e directa com a comunidade\", explicou Maria João Vicente, directora de produção.

Actores e encenadores constataram que o público foi gostando e mostrando vontade de participar. \"Já não basta virmos cá apresentar espectáculos, as pessoas querem algo mais. Já não imagino a nossa vinda a Bragança sem uma vivência do teatro, da cultura e uma maneira de estar diferente\", disse a responsável da companhia.

Este tipo de produção fora de Lisboa não é muito habitual, mas o Teatro da Garagem entende-a como uma missão e uma obrigação. \"Porque recebemos dinheiros públicos, devemos procurar chegar perto da comunidade e das pessoas. O teatro também tem a ver com isso\", referiu Maria João Vicente.

Em Bragança, têm feito sucesso. No ano passado, durante uma semana, as pessoas ficaram a falar na peça.

Glória Lopes in JN, 2010-03-30
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MensagemAssunto: OFITEFA apresenta «Eu, Manuel Inácio, Quero ser Santo!» em Alijó   Ter Set 14, 2010 1:03 pm

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Oficina de Teatro de Favaios
Alijó



OFITEFA apresenta «Eu, Manuel Inácio, Quero ser Santo!» em Alijó


A Oficina de Teatro de Favaios esteve presente no Teatro Auditório Municipal de Alijó, no dia 11 de Setembro, abrindo a temporada cultural para o ano 2010-2011.
A peça que este grupo amador apresentou no palco de Alijó foi «Eu, Manuel Inácio, Quero ser Santo!».

Trata-se de uma história sobre um concurso realizado nos anos 30 do século XX, promovido pelo Estado Novo, o Concurso da Aldeia Mais Portuguesa de Portugal. Ficcionando o ambiente da altura, coloca em acção personagens características do mundo rural de então, numa comédia de costumes que pretende discutir as formas como se administrava o poder durante a ditadura fascista de Oliveira Salazar.

A peça passa-se em Lamas de Olo, no Alvão, uma das localidades da província de Trás-os-Montes que, juntamente com Alturas do Barroso, defenderam as cores desta região.

Esta comédia, com cerca de 60 minutos, divertiu o público presente no Teatro Auditório de Alijó, sendo o elenco aplaudido de pé, no final da actuação.

, 2010-09-14
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MensagemAssunto: Periplus estreia «Antes solo Que Mal Acompanhado»   Qua Mar 23, 2011 11:22 am

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Digressão nacional
Vila Real




Periplus estreia «Antes solo Que Mal Acompanhado»

Estreia no próximo dia 2 de Abril pelas 22h “Antes solo Que Mal Acompanhado” no Teatro de Vila Real, no âmbito da Programação complementar do 27- Festival Internacional de Teatro.
“Antes solo Que Mal Acompanhado” é uma criação de Ángel Fragua, Luis Filipe Santos, Noelia Domínguez e Sérgio Agostinho e trata-se do primeiro espectáculo do projecto Periplus – Viagens Criativas de Peripécia Teatro. Este conceito representa uma nova linha de produção desenvolvida pela Peripécia Teatro, que pretende explorar caminhos de criação que não têm que ver apenas com o teatro, nem se limita à equipa fixa de actores/criadores da Peripécia.
“Antes solo Que Mal Acompanhado” é uma criação transdisciplinar, que conta com a interpretação do clarinetista Luís Filipe Santos e do actor Ángel Fragua. Baseia-se num programa musical de obras escritas para clarinete solo e outras adaptadas para esse instrumento. Serão interpretados diversos temas de compositores clássicos e contemporâneos consagrados como Bach e Donizetti, Nicola Resanovic e Janos Komives, passando por Milluccio.

É um espectáculo que procura contribuir para a formação e criação de público para a música erudita e para as artes performativas e que extravasa todas as fronteiras de um recital ou peça de teatro convencional, para se converter num espectáculo próximo do humor universal e da poesia visual.

“Antes solo Que Mal Acompanhado” conta com a Direcção de Sérgio Agostinho, espaço cénico de Zetavares, iluminação de Paulo Neto e Ángel Fragua e vídeo e sonoplastia de Leandro Silva. É um espectáculo co-produzido com Teatro de Vila Real.

Os bilhetes estão disponíveis no Teatro de Vila Real, na Alameda de Grasse (em frente ao Centro Comercial Dolce Vita). Os bilhetes custam 7,00 € para o público em geral e 5,00 € para maiores de 65 e menores de 25 e para profissionais do espectáculo. Para mais informações sobre os bilhetes e reservas contactar a bilheteira do Teatro de Vila Real pelo telefone 259 320 000.

Até Maio, o espectáculo será apresentado em Chaves, Bragança e Lousada.
Dia 31 de Março às 22h, a Companhia realiza um ensaio aberto à comunicação social.

, 2011-03-22
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MensagemAssunto: Vinte e Sete – Festival Internacional de Teatro 2011    Qua Mar 23, 2011 11:59 am

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7.ª edição
Trás-os-Montes



Vinte e Sete – Festival Internacional de Teatro 2011

Em 2011 o Vinte e Sete reúne alguns dos produtores mais interessantes das artes cénicas portuguesas, numa programação que preenche um vasto espectro no que se refere a abordagens artísticas e públicos-alvo.

A transversalidade de géneros é um ponto comum a alguns dos espectáculos do cartaz, que igualmente são transversais quanto à idade dos espectadores. Companhias como a Circolando, o Teatro de Marionetas do Porto ou o Teatro de Ferro apresentam trabalhos que extravasam as definições clássicas (são algo mais do que teatro ou dança, novo circo ou teatro de marionetas, teatro de objectos ou teatro físico — algumas das etiquetas que se podiam usar), e são também, comprovadamente, capazes de encantar espectadores de diferentes idades e sensibilidades. O objectivo é transformar os auditórios em pontos de confluência e partilha.

É assim, por exemplo, que a abertura em Vila Real a 27 de Março, Dia Mundial do Teatro, se faz com uma peça da companhia Al-Masrah que, dirigida aparentemente a um público infanto-juvenil, se revela simultaneamente divertida para o público adulto.

Também no domínio da transdisciplinaridade, e sob a designação de Periplus, a Peripécia estreia no festival uma produção que precisamente faz uma incursão por diferentes géneros e inaugura novas viagens criativas no seu trabalho, neste caso com a música a ter um papel preponderante.

Na abertura em Bragança estará o Teatro da Garagem, com Snapshots, que resulta de mais uma co-produção com o Teatro Municipal de Bragança.

A companhia Teatr O Bando revisita e reinventa “Pedro e Inês”, um mito da História de Portugal visto por Anatoly Praudin, director do Experimental Stage of Baltic House, em S. Petersburgo, que foi convidado para encenar o espectáculo.

O actor José Topa interpretará “Balada para carrinho de bebé”, estreado no festival SET com a intenção de divulgar as novas escritas junto a uma geração em formação.

“Estilhaços de Cesariny” é um espectáculo de spoken word em que Adolfo Luxúria Canibal interpreta alguns textos e poemas do seu livro homónimo.
No âmbito da programação complementar, visando a formação e consolidação de públicos, serão realizados workshops com o Teatro de Ferro e a Circolando que, partindo do universo dos espectáculos a apresentar pelas companhias, servirão também para explorar várias dimensões das artes cénicas, como expressividade, linguagens, formas, objectos, espaço cénico, etc.

O festival decorre entre 27 de Março e 27 de Abril em Bragança e Vila Real, apresentando nesta sétima edição dezoito espectáculos e três workshops, incluindo ainda uma Feira de Objectos Culturais que permitirá conhecer ou adquirir diversas produções culturais da região.

Jornal Nordeste, 2011-03-22
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MensagemAssunto: Teatro assume aumento do IVA e não sobe preço dos bilhetes   Sab Jan 07, 2012 6:45 pm

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Nos primeiros seis meses de 2012
Vila Real



Teatro assume aumento do IVA e não sobe preço dos bilhetes

O teatro de Vila Real vai assumir o aumento do IVA nos espectáculos, que passou de seis para 13%, não aumentando o preço dos bilhetes nos primeiros seis meses de 2012, afirmou o director.

\"Pelo menos no primeiro semestre está decidido que vamos assumir essa diferença. Portanto, não vamos mexer nos preços\", salientou Vítor Nogueira à Agência Lusa.

O IVA nos bilhetes para espectáculos culturais subiu de seis para 13% no início deste ano.

O director do Teatro de Vila Real criticou esta medida do governo, considerando que se trata de um \"salto muito grande\", embora confesse alívio por este aumento não ter chegado aos 23% como foi inicialmente previsto.

\"Para quem programa não é o desastre que talvez seria passar para os 23%, mas é um salto muito grande\", frisou.

Depois de avaliar a execução orçamental a meio do ano, a casa de espectáculos transmontana avaliará se vai manter ou subir o preço dos bilhetes: \"Só aumentaremos o custo dos bilhetes se for incontornável\", afirmou.

O preço médio do preço dos bilhetes ronda os 10 euros.

O orçamento do teatro para 2012 é de 836 mil euros, menos 20% comparativamente com o inicialmente previsto no ano passado. A palavra de ordem para este ano é \"contenção\" mas, segundo o responsável, esta estrutura já começou a \"apertar o cinto\" em 2011.

No ano passado, o teatro de Vila Real realizou 273 espectáculos, um número abaixo da média dos primeiros seis anos de existência. No entanto, a taxa de ocupação subiu de 87 para 89%, mantendo assim este teatro entre as casas do país mais concorridas pelo público.

Esta estrutura recebeu 57 mil espectadores e 233 mil visitantes.

Em 2012, o teatro de Vila Real prevê realizar uma média de 270 espectáculos.

A programação do primeiro trimestre deste ano arrancou no domingo com o Festival de Ano Novo (FAN), que decorre durante todo o mês de Janeiro. O destaque desta sexta edição vai para os concertos do pianista Pedro Burmester.

Nesta edição do FAN a novidade é a rubrica \"Café Vienense\", que apresentará pequenos concertos informais em cinco cafés do centro histórico de Vila Real e ainda no café concerto do teatro municipal.

Procura-se assim, segundo o responsável, ir ao encontro de \"públicos inesperados\", evocando simultaneamente o espírito de Viena, com um repertório baseado nas valsas de Johann Strauss.

Nos primeiros três meses do ano, actuam em Vila Real os The Gift, Sean Riley & The Slowriders, Jorge Palma e Dead Combo. O destaque vai ainda para a estreia da nova peça da Peripécia Teatro \"1325\" e de \"Fuga\", uma comédia interpretada por Maria Rueff, José Pedro Gomes, Jorge Mourato, João Maria Pinto e Sónia Aragão.

Em Março decorre mais uma edição do Festival Internacional de Teatro \"Vinte e Sete\".


Lusa, 2012-01-06
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MensagemAssunto: Teatro Municipal de Bragança com «balanço positivo»   Qua Out 03, 2012 3:54 pm

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Taxa de ocupação de 85%
Bragança



Teatro Municipal de Bragança com «balanço positivo»

O Teatro Municipal de Bragança teve uma taxa de ocupação de 85 por cento na última temporada. Entre Setembro e Dezembro do ano passado assistiram aos espectáculos 15 mil pessoas.Um número considerado positivo pela direcção do teatro.

“É um balanço muito positivo, atendendo à época e conjuntura que estamos a viver naturalmente que eu estava com algum receio no início de 2012, ou até no início da temporada em Setembro que as coisas não fossem o espelho daquilo que acontecia”, sublinha a directora, Helena Genésio.

Segundo a responsável, a aposta em promoções levou muita gente ao teatro.“Lançamos alguns desafios ao público e criamos uma coisa que funcionou perfeitamente e que foi um lema que nós tivemos que era: “Combata a crise, vá ao teatro”.

Criamos uma série de bilhetes, descontos e benesses ao público que curiosamente correu muitíssimo bem”, realça Helena GenésioEm época de crise, a qualidade dos espectáculos tem um peso elevado na hora de ir ao teatro.

Para a nova temporada, que começou este mês, o Teatro Municipal quer manter a taxa de ocupação, com um cartaz de espectáculos diversificado

Brigantia, 2012-10-02
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Romy

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MensagemAssunto: Teatro de Vila Real assinala 10 anos com espectáculo de Rodrigo Leão   Seg Jan 27, 2014 4:56 pm

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«Conquista de novos públicos»
Vila Real


Teatro de Vila Real assinala 10 anos com espectáculo de Rodrigo Leão

O Teatro de Vila Real comemora 10 anos de atividade em 2014, uma década de "afirmação cultural" e de "conquista de novos públicos" que vai ser assinalada a 19 de março com um espetáculo de Rodrigo Leão.
"O Teatro de Vila Real é um projeto conseguido", afirmou hoje à agência Lusa o presidente do município, Rui Santos.

O autarca fez um balanço positivo destes 10 anos de atividade, mas referiu que houve também "contratempos e problemas".
"O primeiro é o facto de o teatro ter sido inicialmente pensado para funcionar no âmbito de uma empresa municipal, a Culturval, que teve que ser extinta por imposição deste Governo, o que trará obvias dificuldades na gestão do dia-a-dia de toda esta área da cultura", salientou.
O autarca explicou que se está a concluir o processo de internalização dos serviços culturais no município, estando a decorrer o concurso para admissão de pessoal, um processo que prevê estar terminado dentro de "dois a três meses".
A casa de espetáculos é, para o presidente, "uma aposta ganha mas tem de ser agora reequacionada e adaptada a uma nova realidade".
"E a nova realidade é o fim da empresa cultural e os constrangimentos que implica gerir uma estrutura como o teatro municipal no âmbito das restritas regras da administração pública, dos contratos públicos e da contratação pública", sublinhou.
Apesar deste "constrangimento", Rui Santos garantiu que vão "ser encontradas soluções para manter o teatro com níveis de qualidade que foram conseguidos até hoje".
E, para comemorar da "melhor maneira" o décimo aniversário, Rodrigo Leão foi convidado a apresentar a 19 de março, um espetáculo que revisita a sua carreira e as suas bandas sonoras para cinema.
O Teatro Municipal de Vila Real, que teve um investimento de dez milhões de euros, abriu as portas no dia 19 de março de 2004, numa cerimónia que contou com a presença do então primeiro-ministro, Durão Barroso.
A atividade deste primeiro trimestre do ano na casa de espetáculos transmontana arrancou com a oitava edição do Festival de Ano Novo (FAN), que apresenta até ao final de janeiro várias propostas de música clássica em diferentes contextos e locais, sob o mote "Música séria para gente divertida".
Na programação complementar do festival destaca-se o espetáculo da Companhia Nacional de Bailado com um programa da coreógrafa belga Anne Teresa De Keersmaeker.
Outro momento alto do trimestre é a estreia da nova coprodução com a Peripécia Teatro, "Caso Hamlet", que é a primeira incursão da companhia nos grandes clássicos da dramaturgia.
Ainda no domínio dos clássicos teatrais, destaca-se neste trimestre a peça "Édipo", de Sófocles, uma encenação do japonês Kuniaki Ida para o Teatro do Bolhão, que está prevista para o Vinte e Sete -- Festival Internacional de Teatro.

Antes disso, poderá assistir-se a concertos como os de Camané ou dos Peixe:Avião, a peças de grande público como "A Loucura dos 50" e "A Grande Estreia" e à peça coreográfica "Romeu e Julieta", da Companhia de Dança Contemporânea de Évora.

Lusa, 2014-01-17
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