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Fantômas

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MensagemAssunto: Outros   Ter Fev 14, 2012 12:42 pm

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Licor básico de frutas


Ingredientes

Frutas várias
Açucar

Preparação

Coloque a fruta escolhida em infusão no álcool, de 4 a 5 dias.
Coe e meça. Para cada medida de infusão, coloque duas de açúcar, fazendo uma calda.
Misturar a infusão coada e guardar em garrafas fechadas. Sirva apenas depois de 10 dias

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MensagemAssunto: Licor Cappucino   Ter Fev 14, 2012 12:55 pm

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Licor Cappucino


Ingredientes

1 lata de leite condensado
200 ml de água fervida e fria
150 ml de vodka
100 gr de açucar
1 cl. chá de açucar baunilhado
2 cl. sopa de café solúvel
1 cl. sopa de chocolate em pó
1 cl. chá de canela em pó

Preparação

Bater todos os ingredientes no liquidificador.
Engarrafar, tapar e deixar em repouso por 5 a 10 dias. Passado esse tempo, levar ao frigorífico.



Última edição por Fantômas em Qui Mar 22, 2012 10:52 pm, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Licor de abacaxi   Ter Fev 14, 2012 1:05 pm

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Licor de abacaxi


Ingredientes

1 abacaxi picado
2 ch. chá de açucar
1 ch. chá de água
álcool de cereais


Preparação

Colocar numa panela o abacaxi picado, ou a sua casca e o miolo picados, o açúcar a água. Levar ao fogo para cozinhar até atingir o ponto de xarope (fica viscoso).

Deixar amornar e coar. Depois de frio adicionar álcool de cereais na seguinte proporção: Para 1 chávena (chá) de calda aromatizada cozida, juntar ¼ de chávena (chá) de álcool de cereais. Engarrafar e tapar (frio), descansar por 5 dias e consumir.
Não é necessário conservar no frigorífico.

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MensagemAssunto: Licor de amêndoas   Ter Fev 14, 2012 1:14 pm

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Licor de amêndoas


Ingredientes

1 garrafa de vinho licoroso
1/2 kg de açúcar
1 copo de aguardente
1 copo de água
1 colher de (sopa) de essência de baunilha
2 colher de (sopa) vidro de essência de amêndoa.

Preparação

Bater tudo no liquidificador e engarrafar.

Lembre-se de que quanto mais velho, melhor.

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MensagemAssunto: Licor de cacau   Ter Fev 14, 2012 2:24 pm

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Licor de cacau


Ingredientes

2 litros de água ardente
100 g de cacau; 1 fava de baunilha
1 kg de açúcar
1/2 litro de água

Preparação

Misture 1 litro de água-ardente, o cacau e a baunilha. Deixe em infusão por 8 dias. Juntar mais um litro de água-ardente.

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MensagemAssunto: Licor de café   Ter Fev 14, 2012 3:03 pm

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Licor de café


Ingredientes

1 chávena de café em pó
1/2 litro de água-ardente
2 chávenas de açúcar
1 colher (chá) de baunilha.

Preparação

Misture o café em pó com a água-ardente e 1/2 chávena de água, guardando numa garrafa que feche bem. Deixe em fusão por 8 dias. Após este tempo, misture o açúcar com 1/2 chávena de água e leve ao fogo, deixando levantar fervura e cozinhando por alguns minutos. Junte a baunilha e acrescente à mistura de café com aguardente misturando bem. Coe e passe para uma garrafa bem limpa, tapando e deixando descansar por mais 3 semanas antes de beber.

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MensagemAssunto: Licor de caroços de pêssego   Ter Fev 14, 2012 3:19 pm

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Licor de caroços de pêssego


Ingredientes

1 litro de álcool
30 ou mais caroços de pêssegos
1 kg de açúcar
1 1/2 litro de água.

Preparação

Deixe os caroços em infusão no álcool, numa vasilha de vidro, durante cerca de 10 dias.

Em seguida, preparar uma calda com o o açúcar. Misture a calda fria com a infusão filtrada e depois coloque em garrafas.

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MensagemAssunto: Licor de chocolate   Ter Fev 14, 2012 3:34 pm

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Licor de chocolate


Ingredientes

200 ml de água fervendo
50 g de chocolate meio amargo
1 chávena (chá) de chocolate em pó
1 colher (sopa) de açúcar de baunilha
1 lata de leite condensado
150 ml de whisky (ou rum, conhaque).

Preparação

Misturar a água fervente com os chocolates e o açucar de baunilha.
Quando amornar, bater no liquidificador, juntando o leite condensado e o whisky.Engarrafar e tapar depois de frio, não deve ser levado ao frigorífico. Rende 750 ml de licor.


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MensagemAssunto: Licor de frutos silvestres   Ter Fev 14, 2012 3:52 pm

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Licor de frutos silvestres


Ingredientes

300 g de morangos inteiros
300 g de amoras inteiras
300 g de açúcar
1 chávena (chá) de água
álcool de cereais

Preparação

Levar ao fogo, numa panela, todos os ingredientes . Mexer, para cozinhar até que fique no ponto de xarope (viscoso). O ponto é atingido mais rápido do que no licor de abacaxi.

Deixar amornar, coar e juntar álcool de cereais na seguinte proporção: Para 1 chávena (chá) do xarope juntar ¼ de chávena (chá) de álcool de cereais.

Engarrafar, descansar por 5 dias e consumir. Não guardar no frigorífico.

Para o licor de morango, utilizar 600 g da fruta e proceder da mesma maneira. Rende 750 ml de licor.

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MensagemAssunto: Licor de frutos   Ter Fev 14, 2012 4:11 pm

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Licor de frutos


Figo

Colocar 6 folhas de figueira num recipiente de vidro e cobrir com 500 ml de álcool de cereais. Tampar e deixar de repouso fora do frigorífico por 20 dias.

Maracujá

Colocar as sementes de 5 maracujás num recipiente de vidro e cobrir com 500 ml de álcool de cereais, tapar e deixar em repouso.

Morango

Colocar 500 g de morangos em 500 ml de álcool de cereais, tapar e deixar em repouso.

Banana

Cobrir as bananas sem casca em rodelas com 500 ml de álcool de cereais, tapar e deixar em repouso.

Laranja e Tangerina

Amarrar bem a casca de 2 laranjas ou tangerinas frescas e prender na parte de cima de um vidro com 500 ml de álcool de cereais, de maneira que as cascas não entrem em contacto com o álcool (as cascas só podem ficar mergulhadas no álcool se estiverem secas). Tapar e deixar de repouso por 5 dias.

Calda Básica

Colocar numa panela 1 litro de água e 500 g de açúcar. Mexer e levar ao fogo. Quando ferver, diminuir o lume e cozinhar por 20 minutos.

Misturar 500 ml da calda básica fria com ½ chávena (chá) da infusão de qualquer um dos frutos. Engarrafar e tapar

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MensagemAssunto: Licor de ginja   Ter Fev 14, 2012 4:59 pm

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Licor de ginja


Ingredientes

Ginjas 5 kg
água 3 litros
açucar refinado 2 kg
vodka 1 garrafa
conhaque 1,50 garrafa

Preparação

Lave bem as ginjas. Coloque-as numa panela com a água, deixando em fogo lento até que as frutas se abram. Retire do fogo e deixe arrefecer um pouco.

Extraia a polpa das ginjas com o espremedor e torne a levar ao fogo, juntado quase 2 kg de açúcar refinado. Aproveite toda a água em que as ginjas foram cozidas. Deixe ferver durante cerca de meia hora. Apague o fogo e deixe arrefecer bem.

Passe por uma peneira fina e acrescente a vodka e o conhaque. Misture muito bem e filtre, colocando um chumaço grande de algodão no fundo do funil. Troque o algodão de vez em quando para que fique bem filtrado. Deixe em garrafas hermeticamente fechadas por 30 a 60 dias.
Se preferir um licor mais fraco, diminua a dose de vodka.

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MensagemAssunto: Café   Dom Fev 19, 2012 3:44 pm

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História do Café


Há cerca de trezentos anos, o café tem sido uma bebida popular em todo o mundo civilizado, mas pouco se sabe sobre a maneira exata como foi descoberto.

Talvez você tenha ouvido algumas lendas antigas sobre cabras pastando nas montanhas, comendo os frutos do cafeeiro, e em seguida dando cabriolas devido às propriedades estimulantes do café.

Existem outras narrativas que falam sobre um fanático religioso expulso de Moca que se refugiou nas montanhas da Arábia. Ele provou alguns frutos estranhos que cresciam num arbusto. Como eram amargos, ele tentou melhorar o sabor tostando-os sobre o fogo. Isso os tornou quebradiços, e ele tentou amolecê-los na água, e quando a água na qual os grãos estavam imersos se tornou marrom, este Sr. Omar (pois este era o seu nome) bebeu e descobriu como aquilo era bom e revigorante. Isso foi lá pelos idos do século treze. Muito antes disso o café crescia à vontade na Abissínia.

O café, até o final do século dezessete, vinha totalmente da Arábia e era conhecido como Moca, o nome da cidade de sua origem. Mais ou menos naquela época, espertos mercadores holandeses, percebendo a crescente demanda e as perspectivas de um novo comércio, induziram seu governo a experimentar a plantação de café nas possessões das Índias Orientais Holandesas. O governador da Ilha de Java distribuiu sementes em várias partes da Ilha e devido à fertilidade do solo e as condições climáticas favoráveis, logo as plantas se desenvolveram. De Java, o café espalhou-se para as Índias Ocidentais e finalmente para a América do Sul e Central, onde o clima era particularmente propício ao rápido desenvolvimento do cafeeiro. Ali o seu cultivo foi feito de maneira extensiva, até agora, e provavelmente 90% de todo o café cultivado vem do Hemisfério Ocidental.

Assim o centro da produção se mudou do antigo mundo para o novo e, com um começo promissor, o café atualmente é uma das produções mais rentáveis do comércio mundial. O consumo chega a 2 bilhões de quilos, dos quais cerca de 57% são fornecidos pelo Brasil. Os Estados Unidos lideram como país consumidor de café, com cerca de metade de toda a quantidade consumida mundialmente. O consumo per capita excede 7 quilos por ano.

O cafeeiro é plantado com as sementes totalmente amadurecidas, selecionadas com esta finalidade. Quando as mudas atingem trinta centímetros de altura, são levadas para a plantação e dispostas em fileiras, com três metros de distância entre elas. Quando estão totalmente crescidas, atingem a altura de 3 metros ou pouco mais.

Cada arbusto produz anualmente até um quilo e meio de café, depois do quarto ou quinto ano. Os cafeeiros podem produzir até os 100 anos de idade, mas seu período mais produtivo vai do 5º ao 50º ano. A folhagem é de um verde escuro brilhante. As flores são pequenas em formato de estrelas, perfumadas, e crescem em cachos.


O desenvolvimento do fruto exige cerca de seis meses e, quando maduro, tem uma cor vermelho profundo e é conhecido como "cereja". Durante a estação da colheita, os serviços de todos os trabalhadores da fazenda e suas famílias são necessários para que o fruto possa ser colhido rapidamente e encaminhado para os preparativos finais.
O café é preparado de duas maneiras:

1 – O processo natural. 2 – O processo de lavagem.

"O café natural" é obtido permitindo-se que os frutos permaneçam na planta após terem amadurecido. O sol tropical em pouco tempo faz com que a umidade da polpa se evapore, e o fruto se torne enrugado e preto. Neste estágio os trabalhadores fazem os frutos caírem ao chão, onde as mulheres e crianças os varrem e ensacam. São em seguida enviados para o "benefício", ou fábrica, para tratamento. Este consiste de uma rápida lavagem para remoção dos gravetos e outras substâncias estranhas.

As sementes são então espalhadas num pátio de cimento para secar, e permanecem expostas ao sol durante cerca de sete dias. Todas as noites, porém, são juntadas e cobertas com lonas para protegê-las do orvalho, pois a umidade neste estágio seria prejudicial.

Quando o café está totalmente seco, a película externa torna-se quebradiça e pode ser removida facilmente por uma máquina debulhadora.

Os frutos são então separados de acordo com o tamanho e qualidade, após o qual são empacotados para exportação. O processo natural de seleção é usado quase que inteiramente no Brasil.

"O café lavado" exige um manuseio totalmente diferente, como o nome sugere, uma verdadeira lavagem ocorre durante a secagem.

Em vez de tirar os frutos secos dos galhos, como é feito com o "café natural", cada fruto maduro é apanhado individualmente, transportado para uma máquina de polpa, bastante similar à que processa as cerejas. Esta máquina remove a polpa. Deixando o grão de café envolvido numa casca dura como o couro. Os grão são colocados em grandes tanques de cimento ou barris cheios de água. Os frutos permanecem nestes tanques por cerca de vinte a trinta horas. Durante a imersão, ocorre uma fermentação que muda o sabor, produzindo aquilo que se conhece como "acidez".

Depois que o processo de lavagem é completado, o método de secar e debulhar é parecido com o do "café natural". Na aparência, porém, o grão lavado mudou por completo. Está muito mais limpo e com melhor aparência, e quando devidamente lavado e curado, fica de um verde escuro e tem mais valor que o grau correspondente de "café natural". Seu valor aumenta ainda mais quando os grãos imperfeitos ou danificados que não puderam ser removidos pela máquina são retirados à mão. Isso é conhecido como "catar à mão".

O cafeeiro exige clima quente e pode ser cultivado com lucro num cinturão de vinte graus ao norte ou ao sul da linha do Equador. A condição do solo, local da plantação e altitude, todos são vitais para o cultivo do café, e todos têm maior ou menor influência na qualidade do café produzido. Os cafés mais finos vêm das plantações situadas a mil ou mil e quinhentos metros acima do nível do mar, onde os dias são quentes e as noites frescas, e onde os cafeeiros são plantados num solo gradualmente inclinado para melhor drenagem.

A colheita em cada país é similar em aparência e sabor de ano para ano, embora o excesso de chuvas ou a sua falta possa modificar de alguma forma a aparência, e o excesso de umidade durante a estação seca possa provocar um efeito prejudicial na qualidade da bebida.

Há uma grande diferença, especialmente na xícara, do produto de cada país. Cada qual tem suas características peculiares e sabor individual. A mistura do café é realmente uma arte em si. Ao juntar sabores distintos e individuais, em proporções exatas, os especialistas produzem um café delicioso.

Suave estimulante

Os estimulantes são substâncias que excitam os nervos e alguns órgãos do corpo. Os nervos estimulados enviam mensagens ao cérebro e dele para outras partes, com muita rapidez. Isso faz a pessoa agir e pensar de maneira mais alerta e animada.

O café (como o chá) contém cafeína que eleva a pressão sanguínea e age como um leve estimulante. Uma ou duas xícaras diárias de café provavelmente é algo inofensivo para a maioria das pessoas. Porém algumas pessoas acham que beber café antes de ir para a cama pode causar insônia.

Os médicos às vezes aconselham determinados pacientes a se absterem completamente de café, ou a beberem um café descafeinado. Em muitas fábricas e escritórios, portanto, "a pausa para o café" é fornecida aos empregados às custas da empresa. Isso é considerado boa política – e bom investimento, pois a pausa para o café recobra as energias e estimula os trabalhadores a trabalharem com maior eficiência. Para muitas pessoas, o café é simplesmente uma bebida deliciosa, mas para nós ele possui também uma mensagem especial, relacionada à nossa vida espiritual.

Na vida espiritual e religiosa também é possível ficar cansado e desgastado por realizar sempre os mesmos deveres. Durante as preces diárias e o cumprimento de nossas mitsvot podemos nos tornar mecânicos, sem vitalidade e entusiasmo.

Uma "pausa para o café" espiritual, portanto, é necessária. Quais são os estimulantes espirituais que podem renovar a alma como o café renova o corpo?

A própria Torá, com toda a certeza, é o maior estimulante da vida religiosa e espiritual, mas algumas partes da Torá são ainda mais estimulantes para determinadas pessoas. Estas partes são Mussar (ética religiosa) e especialmente a Chassidut, que despertam as qualidade que fornecem vitalidade e entusiasmo no cumprimento de todas as mitvsot.

Existem também alguns dias do ano que agem como estimulantes em nossa vida judaica.
Shabat e Yom Tov, o mês de Tishrei, e ocasiões similares são nossas doses, nossas "xícaras de café" no sentido espiritual. Seu objetivo não é fornecer estimulantes espirituais temporários, mas inspiração para o ano inteiro. No entanto, é provável que o efeito desapareça sob o estresse da rotina diária, que lida principalmente com coisas materiais. Portanto uma "pausa para o café" espiritual, reavaliando nossa atuação no estudo e na prática é uma necessidade vital e permanentemente estimulante.

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MensagemAssunto: O chá   Dom Fev 19, 2012 5:02 pm

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Chá, a milenar bebida que conquistou o mundo


“Cha” ou “tay”? A palavra mais habitual na China para chá é “cha”, nomeadamente em mandarim e cantonês, mas é “te” (pronunciado “tay”) no dialecto de Xiamen (Amoy), na província de Fujian, onde, a partir de 1602, se estabeleceram os “Hong Mao”, os mercadores holandeses da Verenigde Oost‑Indische Compagnie (Companhia Holandesa das Índias Orientais ou VOC), que adoptaram e disseminaram a designação local. Tay evoluiu para tea no território britânico embora em alguns locais, como em Liverpool, se designe a bebida nacional britânica por “tchá”. Na Europa, apenas gregos, russos e portugueses escaparam a esta etimologia mas em muitas outras áreas do mundo, como na Turquia, Ásia e países árabes, a bebida é designada por uma variante de “chai” ou “shai”.
Tal como Isaac Newton terá discernido a lei da gravidade quando sob a copa de uma árvore descansava e desta caiu uma maçã (que, como se conta, lhe terá acertado na cabeça), a lenda que descreve a origem do chá, ainda que muito mais remota, parece ter tido idêntica fonte de inspiração pois explica que no ano de 2737 a.C., o imperador Shen Nong, também debaixo de uma árvore, ter-se-á encantado pelo aroma e depois pelo sabor dessa bebida que resultou da queda ocasional de algumas folhas de Camellia sinensis (o arbusto do chá verde) na água que os seus servos ferviam enquanto forma de prevenção da disseminação de epidemias.

Se esta curiosa história tem algum fundamento… vale o que vale como todas as lendas! Não deixa, contudo, de imprimir uma aura fantasista e romântica ao nascimento do chá. Fundamento mais científico têm os relatos que remetem para a chinesa dinastia Tang a sistematização, em 780 d.C., da informação referente ao chá, mais precisamente através da publicação do primeiro livro que lhe é dedicado – Cha Jing (“Livro do Chá”) de Lu Yu.

Realça, aliás, Francis Ross Carpenter, no prefácio da tradução da obra, que Lu Yu, com os seus 20 tratados sobre o chá – incluindo um em que discute a importância da qualidade da água utilizada na elaboração desta bebida –, é o mentor da ritualização da preparação de chá.

A disseminação da bebida chinesa, usada para fins medicinais e também em mosteiros budistas enquanto auxiliar da meditação, para o seu vizinho nipónico não foi difícil. Neste aspecto, é ao monge Saicho (mais tarde Dengyo Daishi), fundador do budismo Tendai, que é atribuída a introdução do chá, no início do século IX, no Japão. Quanto aos diferentes modos de preparação das folhas de chá, assentes em distintos estágios de oxidação – fermentado(chá preto), semi-fermentado (oolong) e não fermentado (verde) – remontam à dinastia Ming (1368-1644 d.C.).

Por sua vez, a vasta fronteira da China com a Rússia facilitou, a partir de 1618, a disseminação do chá a terras de czares. De tal forma que este popularizou-se chegando aos diferentes estratos sociais russos e fazendo com que o samovar, utensílio muito apreciado e utilizado para o servir, adquiriu honras de duradouro símbolo da nação. Isto, sem que a Europa ficasse insensível à bebida – a comprová-lo estão o Delle Navigationi et Viaggi, escrito, em 1559, por Giani Battista Ramusio e os textos de frei Gaspar da Cruz, padre jesuíta português que veio a ser o primeiro ocidental a escrever sobre chá.

No âmbito histórico, Portugal teve, aliás, um importante papel na história desta bebida e não só por ter sido o primeiro país europeu a estabelecer rotas comerciais com a China, em 1515, mas porque, como é sabido, a ele se deve a chegada, pela mão de Catarina de Bragança, após matrimónio com Carlos II de Inglaterra, do chá à corte inglesa… isto apesar de muitos historiadores ingleses defenderem que este terá sido introduzido em Inglaterra, em 1579, por Christopher Borough.

Certo é que o comércio do chá veio a ser dominado por ingleses e holandeses. A partir do século XVIII o chá assumiu-se a bebida de eleição de todas as classes britânicas estendendo-se a sua popularidade a todos os países onde a influência inglesa se fazia sentir. Seguiram-se os Estados Unidos da América, Austrália e Canadá… até que, com o tempo, a célebre infusão de folhas ganhou estatuto e carácter de bebida universal

Nuno Duarte

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MensagemAssunto: Conselhos para preparar um bom Chá   Dom Fev 19, 2012 5:44 pm

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Conselhos para preparar um bom Chá


    – Use água fresca e de preferência pouco calcária.
    – A água para preparar o chá deve ser sempre acabada de ferver.
    – Assim que a água levante fervura, o lume deve ser imediatamente apagado.
    A ebulição elimina oxigénio da água por isso quanto mais tempo esta ferve
    menor a qualidade do chá.
    – Escalde o bule com água a ferver.
    – Após verter a água para o bule, deixe o chá repousar durante cinco minutos.
    – As quantidades habituais de folhas são uma colher de chá por pessoa.
    – Agite ligeiramente o chá antes de o deitar para as chávenas.
    – Para não alterar o sabor do chá, aposte sempre em recipientes de porcel ou
    de vidro.


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RMaria

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MensagemAssunto: Bolinhos de canela   Ter Fev 21, 2012 4:13 pm

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Bolinhos de canela


Ingredientes

125gr Margarina
1 Ovo
100gr Açúcar
300gr Farinha
Canela em pó (para envolver)

Preparação

Misturar todos os ingredientes, com excepção da canela.
Amassar até a massa ficar homogénea.

Fazer bolinhas, envolve-las na canela e dispor num tabuleiro.
Levar ao forno pré-aquecido a 180º durante +/- 10 a 15 minutos.

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RMaria

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MensagemAssunto: Bolinhos de chuva   Dom Fev 26, 2012 5:41 pm

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Bolinhos de chuva


Ingredientes

2 ovos
2 colheres de açúcar
1 xícara de chá de leite
Trigo para dar ponto
1 colher de sopa de fermento
Açúcar e canela

Confecção

1.Misture todos os ingredientes até ficar uma massa não muito mole, nem tão dura

2.Deixe aquecer uma panela com bastante óleo para que os bolinhos possam boiar

3.Quando estiver bem quente comece a colocar colheradas da massa e baixe o fogo para que o bolinho não fique crú por dentro

4.Coloque os bolinhos sobre papel absorvente e, se preferir, passe-os por açúcar com canela


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MensagemAssunto: Chocolate   Seg Fev 27, 2012 3:34 pm

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A HISTÓRIA DO CHOCOLATE


A origem do chocolate remonta a 1.500 A.C., segundo registram estudos que demonstram que a civilização Olmeca foi a primeira a aproveitar o fruto do cacaueiro.

Eles habitavam as terras baixas do Golfo do México. Evidências arqueológicas comprovam que pouco depois os Maias, Toltecas, a Aztecas também já utilizavam o cacau, a consideravam-no o alimento dos Deuses.

Nesta época o cacau era usado como uma bebida, geralmente acrescida de algum condimento. Era ingerida pelos sacerdotes em rituais religiosos.

Houve tempo também, na mesma época, em que as sementes de cacau, de tão valorizadas, viraram moeda corrente. Eram usadas como meio de troca a referencial de valor.

Históricamente, foi Cristovam Colombo quem descobriu o cacau para a Europa, quando de sua quarta viagem ao Novo Mundo, por volta de 1502. Teria levado sementes de cacau para o rei Fernando II, sementes estas que passaram quase desapercebidas no meio de todas as outras riquezas que trouxe.

Em 1519, Hernando Cortez descobriu o cacau durante suas conquistas no México, mas os espanhóis não prezavam muito a bebida, achando-a fria, gordurosa a amarga. Porém logo perceberam o valor da semente como referencial de valor a moeda de troca. Em nome da coroa Espanhola começou plantações de cacau no México onde a " moeda" seria cultivada.

Em 1528, Cortez trouxe de volta para a Espanha cacau a as ferramentas necessárias para seu preparo. Com o passar do tempo, os espanhóis começaram a agregar açúcar a outros adoçantes a bebida, tornando-a menos amarga a mais palatável, portanto, ao gosto Europeu.

Estes passaram a tomar o líquido quente, e o chocolate quente começava cada vez mais a cair no gosto da elite espanhola. Também nesta época o cacau começou a ser feito em tabletes, que depois eram mais facilmente transformados em bebida.

Ao longo dos próximos 150 anos, a novidade foi se espalhando pelo resto da Europa, e seu use foi sendo difundido na França, Inglaterra, Alemanha, Itália, etc. Vários ingredientes continuavam sendo agregados ao chocolate liquido: leite, vinho, cerveja, açúcar, a especiarias.

Foi somente em 1755 que o cacau apareceu nos Estados Unidos.

Em 1795 os ingleses começaram a usar uma máquina a vapor para esmagar os grãos de cacau, a este invento deu início à fabricação de chocolate em maior escala.

Mas a verdadeira revolução do chocolate aconteceu cerca de 30 anos depois, quando os holandeses desenvolveram uma prensa hidráulica que pela primeira vez permitia a extração, de um lado, da manteiga de cacau, a do outro a torta, ou massa, de cacau. Esta última era pulverizada para se transformar em pó de cacau, que quando acrescido de sais alcalinos se tornava facilmente dissolúvel em água. Daí ao desenvolvimento de bebidas achocolatadas foi um passo rápido, a em seqüência a mistura com manteiga de cacau fez aparecer os primeiros tabletes de chocolate mais ou menos como os conhecemos hoje.

Em pouco tempo a Espanha, que tinha praticamente o monopólio do cacau, perdeu sua hegemonia para a Inglaterra, França, Holanda, etc.

THEOBROMA CACAU

O cacaueiro ( " Theobroma cacau" theobroma, significando , em grego, alimento dos deuses } é uma árvore equatorial a tropical ( encontra-se numa faixa geográfica entre 20" latitude sul a 20'latitude norte ) que prefere altitudes entre 400 a 700 metros do nível do mar, a que se desenvolve melhor a sombra de árvores maiores. Precisa de chuvas regulares, solo profundo a fértil. É uma árvore frágil, delicada, sensível a extremos climáticos, a muito vulnerável à pragas a fungos. Sua altura atinge entre 5 e 10 metros na maturidade, a os primeiros frutos podem ser colhidos mais ou menos 5 anos após o plantio. A árvore se torna adulta aos 10 anos, e pode, em circunstâncias excepcionais, produzir até os 50 anos de idade. As flores pequenas brotam nos galhos e no tronco da árvore e precisam de 5 a 7 anos para se transformarem em frutos maduros. O tamanho da fruta madura varia entre 15 a 30 centímetros de comprimento por 8 a 13 de largura a ela tem formato ovalado. Cada fruto contém entre 20 a 40 sementes envoltas numa polpa macia de cor marrom embranquecida. Quando da safra, o cacau é colhido, aberto, as sementes são separadas, fermentadas e secadas. A fruta deve ser tratada imediatamente após sua colheita, para evitar o apodrecimento. Vinte a quatro horas após a abertura da fruta começa o processo de fermentação, cujo objetivo é livrar a semente de sua mucilagem, destruir o embrião (para evitar a germinação da semente) a provocar reações químicas a enzimáticas na pane interna das sementes. O processo de fermentação é feito em barcaças de madeira apropriadas, a dura entre 3 e 8 dias. É uma etapa muito importante para se obter uma amêndoa de qualidade. Após a fermentação, o cacau ainda contem água demais, cerca de 60%, a esta água precisa ser removida. Na fase de secagem o cacau a espalhado ao sol a mexido regularmente para manter as sementes arejadas a não permitir a formação de bolor. A secagem natural, ao sol, propicia um cacau de qualidade. E totalmente desaconselháveis (inclusive inaceitável ) a secagem artificial, tal como calor do fogo a lenha, pois deixa a amêndoa com cheiro de fumaça. Uma vez seco, o cacau é ensacado em sacas de 60 quilos cada e despachado para armazéns ou fábricas processadoras.

PROCESSAMENTO DE AMÊNDOAS

Quando chegam as fábricas processadoras de cacau, as amêndoas passam por um rigoroso controle de qualidade. A operação de limpeza começa com a eliminação de impurezas ( 1.0 a 1.5% do peso total ), tais como fiapos das sacas, pedaços de galho, pedrinhas, areia, etc.

Isto é feito mecanicamente através de um sistema de escovas e peneiras. Limpas, as sementes são encaminhadas para a torrefação, cujo objetivo principal e o desenvolvimento do aroma. Também facilita a descascagem.

Este processo é totalmente automatizado a no fim dele as amêndoas passam por um resfriamento rápido para evitar a queima interna das sementes. No próximo estágio as amêndoas passam pela descascagem, onde as cascas são retiradas a eliminadas e sobra, finalmente, o NIB, ou seja, o cerne da semente limpo. Em seqüência os nibs são moídos quando passam por rolos de diversos tamanhos até se obter uma massa de partículas finas ( 20 a 30 microns ) chamada de pasta, massa, ou licor de cacau. Essa massa pode ter dois destinos diferentes: a fabricação de chocolate em pó ou a produção de chocolate. No caso do chocolate em pó, a massa passa por uma prensagem hidráulica ( 350 a 530 bars ), que resulta, de um lado a manteiga de cacau, e de outro uma torta de cacau. A manteiga de cacau, considerada o subproduto mais nobre ( e caro ) da prensagem, tem uma tonalidade amarelo/clara, a possui um odor comparável ao chocolate, com a vantagem de não se tornar rançoso a ter boas características de conservação. Tem também a qualidade organoléptica de passar do estado líquido ao estado sólido sem alterações na sua natureza física. Liqüidifica-se a cerca de 37 graus centígrados. A torta passa por mais um processo de moagem para se obter um pó fino de variadas granulações. Este pó pode ser alcalinizado para torná-lo mais solúvel.

CHOCOLATE

Na fabricação do chocolate é usada a massa de cacau, açúcar, manteiga de cacau, e, possivelmente, leite. Todo fabricante tem, para cada um de seus produtos, uma formulação própria, onde a proporção dos ingredientes varia conforme o produto final. A fabricação de chocolate é composta de cinco etapas básicas: malaxação, refino, conching, tempera, a modelagem.

Na malaxação a massa de cacau a misturada com as outras matérias primas em uma masseira. A mistura a malaxada até obter-se uma massa homogênea.

No refino essa massa passa por moedores que reduzem as partículas da mesma a 15/ 20 microns.

Depois vem o conching, uma operação crucial pois da ao chocolate toda sua firmeza a suntuosidade. E uma operação demorada : pode durar de 12 horas até 5 dias.

Na próxima fase, a tempera, o chocolate é temperado para passar do estado líquido para o estado sólido, através de um processo de cristalização.

A última etapa e a modelagem, onde o chocolate a moldado a passa por um túnel de refrigeração ( 10/12 graus centígrados ). Na saída do túnel o chocolate é desmoldado.

Todo este processo a altamente delicado - qualquer descuido, principalmente na fase de conching a tempera pode ocasionar a perda de um lote.

O MERCADO DE CACAU

Nos últimos 50 anos a produção mundial de amêndoas de cacau passou de aproximadamente 800.000 toneladas métricas por ano para 3.000.000 de toneladas métricas por ano.

Atualmente a maior parte da produção provem do Oeste da África, onde quatro países ( Costa do Marfim, Gana, Camarões a Nigéria ) produzem 65 % do cacau no mundo. Destacam-se também a Indonésia e a Malásia.

O Brasil, que já foi o maior produtor do mundo ( 40% ), hoje produz apenas 4% do total. Hoje oito países respondem por 91 % da produção mundial de amêndoas.

Os maiores importadores de cacau são os Estados Unidos, Holanda, Alemanha, Inglaterra e França. Respondem juntos por mais de 60% das importações mundiais.

Em termos de consumo per capita destacam-se os países da CEE a os Estados Unidos.

Os preços do cacau vem sofrendo sucessivas perdas anuais, em função principalmente de seguidas safras recordes, especialmente na África. Há, hoje, um relativo equilíbrio entre demanda a oferta de cacau, a uma recuperação de preços, salvo desastres climáticos, parece improvável no curto/médio prazo. O consumo de chocolate cresce de forma vegetativa, a os ganhos de produtividade obtidos nas lavouras contribuem para a existência de significativos estoques físicos a safras normais em praticamente todos os países produtores.

In indeca.com.br



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MensagemAssunto: Chocolate quente, à minha moda   Seg Fev 27, 2012 4:56 pm

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Chocolate quente à minha moda


Ingredientes

1 tablete de chocolate de cozinha de 200 gr(Pantagruel, Belleville, etc.)
1 litro de leite

Preparação

Parta o chocolate em pedaços (dependendo de mais ou menos cremoso, inteira ou pela metade) para um fervedor, com uma ou duas colheres de sopa de leite e leve ao lume, em banho-maria.

Mexa constantemente, para não esturrar e vá acrescentando o leite restante em fio, devagar, até o chocolate estar já meio derretido.

Nesta altura, retire-o do banho-maria e leve-o directamente ao fogo, continuando a misturar o leite que falta.

Vai começar a engrossar, como se se tratasse de um creme, embora menos espesso.

Quando criar espuma, páre de mexer e deixe que ferva, por uns segundos apenas. Com cuidado, porque sobe, como o leite a ferver e deve retirá-lo antes que isso aconteça.

Sirva bem quente, com torradas.

Nota

Utilize sempre chocolate de cozinha
O melhor chocolate que conheço, para esta bebida, é vendido em Espanha, em tabletes de 250 gr, com um sabor delicioso. Nunca o vi à venda em Portugal.

Dica

Não adicione açucar, porque tornará a bebida enjoativa.



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MensagemAssunto: Borrego ganha Fim-de-Semana Gastronómico   Sex Mar 09, 2012 2:59 pm

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De 9 a 11 de Março
Torre de Moncorvo


Borrego ganha Fim-de-Semana Gastronómico

De 9 a 11 de Março, Torre de Moncorvo acolhe o I Fim de Semana Gastronómico do Borrego da Churra da Terra Quente.

Trata-se de uma iniciativa que visa promover os pratos de borrego, que são uma tradição no Douro Superior, bem como fomentar a criação e o desenvolvimento dos rebanhos da ovelha da Churra Terra Quente (uma raça autóctone), criando assim uma mais valia económica para o território.

Refira-se que o solar da raça “Ovelha Churra da Terra Quente” e o respectivo livro genealógico estão no concelho de Torre de Moncorvo.

Durante o Fim de Semana Gastronómico do Borrego da Churra da Terra Quente, os visitantes têm a oportunidade de provar os diversos pratos confeccionados com borrego pelos restaurantes “as Piscinas”, “o Frango”, “o Lagar”, “os Temperos d’Ouro”, a Taberna do “Carró” e ainda “Ventagreste (o Artur)”. Em todos serão servidas várias especialidades, destacando-se o borrego assado na brasa e no forno, arroz de miúdos, estufado, ensopado e ainda a celebre caldeirada.

As sugestões de entradas passam pelo queijo terrincho e terrincho velho, bem como amêndoas torradas e as sobremesas pelo requeijão ou queijo com doces tradicionais e bolos de amêndoa, não esquecendo as tradicionais amêndoas cobertas, tão populares nesta região.

Este I Fim de Semana Gastronómico do Borrego da Churra da Terra Quente é uma iniciativa da Associação Nacional de Criadores de Ovinos da Churra da Terra Quente, Câmara Municipal de Torre de Moncorvo, Douro Superior, Associação de Desenvolvimento e da Associação dos Comerciantes e Industriais do Concelho de Moncorvo e conta com o apoio do PRODER.

O I Fim-de-Semana Gastronómico do Borrego da Churra da Terra Quente integra-se na IX Feira dos Produtos da Terra e dos Stocks e na promoção do cartaz turístico das Amendoeiras em Flor.

Jornal Nordeste, 2012-03-07
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MensagemAssunto: Feira da Alheira despede-se com mega jantar   Sex Mar 09, 2012 3:05 pm

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A aposta estava ganha
Mirandela




Feira da Alheira despede-se com mega jantar

Terminou em grande a 13.ª edição da Feira da Alheira de Mirandela. Na noite de sábado, cerca de 400 pessoas participaram na festa de “Homenagem a um povo, elogia à sua cultura”, um jantar que serviu para comemorar a Maravilha Vencedora da Gastronomia de Portugal.

A sociedade mirandelense associou-se ao evento, que encheu o pavilhão da Reginorde onde a Feira da Alheira decorreu ao longo dos três últimos fins-de-semana.
Ao som da Band Alheira, o repasto, servido pelo restaurante Távora, foi um elogio à gastronomia transmontana.

À mesa, sopa de grão-de-bico, seguida de variadas qualidades de alheira, com o selo das unidades de fabrico do concelho, guarnecidas por batatas cozidas e grelos. Tudo isto regado pelo azeite da região e pelos vinhos de Trás-os-Montes.

A aposta estava ganha. A Associação Comercial e Industrial de Mirandela e a Câmara Municipal conseguiram, este ano, reunir um vasto número de parceiros para envolver a sociedade civil num produto que há muito se transformou no principal cartão de visita do concelho.

Desteque, Mircom, Associação de Olivicultores de Trás-os-Montes e Alto Douro, Instituto Piaget, Instituto Politécnico de Bragança, Trasvinis, CAP, Confraria dos Gastrónomos e Enófilos de Trás-os-Montes e Alto Douro foram algumas das entidades que se associaram ao evento, contribuindo para tornar o programa no mais abrangente de sempre.

Ao longo de três semanas não faltaram as provas comentadas de azeites e vinhos de Trás-os-Montes, a cozinha ao Vivo pela Escola de Hotelaria e Turismo de Mirandela, conferências e sessões de esclarecimento para agricultores, produtores de enchidos e empresários de hotelaria, montarias e diversas jornadas de caça.

Jornal Nordeste, 2012-03-07
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MensagemAssunto: Aluno Transmontano consegue a medalha de prata em importante concurso europeu   Sex Mar 09, 2012 3:48 pm

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Jovens Profissionais do Vinho
Mirandela




Aluno Transmontano consegue a medalha de prata em importante concurso europeu

Os alunos da Escola Profissional de Agricultura e Desenvolvimento Rural de Carvalhais/Mirandela Carlos Reis e Huandler Nazaré representaram excelentemente Portugal, tendo conseguido resultados inéditos para a escola e o país (respetivamente 2º e 8º classificados) no Concurso de Jovens Profissionais do Vinho (CJPV) que decorreu de 27 de fevereiro a 1 de março, no Salão Internacional de Agricultura em Paris e que contou com a participação de escolas de 19 países europeus.

Estes alunos do Curso Técnico de Viticultura e Enologia, foram acompanhados nesta difícil e prestigiada prova de júri internacional pelo professor de Enologia Víctor Santos e o diretor da escola Manuel Taveira Pereira.

Carlos Reis, vencedor da medalha de prata, recebeu o prémio das mãos do Ministro da Agricultura de França, em cerimónia oficial.

No final do primeiro dia de trabalhos, decorreu também uma mostra e partilha de iguarias dos países presentes. Os nossos produtos foram muito apreciados e consumidos pelos diferentes participantes.

Apresentámos o vinho e queijos produzidos na escola, alheiras, presunto e outros enchidos de Mirandela, a bola de azeite e o folar de Valpaços. Foi mais um excelente momento de divulgação e valorização da escola, de Mirandela, da região e do nosso país, neste importante salão.

, 2012-03-09
In DTM

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MensagemAssunto: Licor de hortelã   Qui Mar 22, 2012 11:02 pm

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Licor de hortelã


Ingredientes

300 gr de açúcar refinado
250 ml de aguardente
15 a 20 folhas frescas de hortelã
3 sementes de anis

Preparação

Limpe cuidadosamente as folhas de hortelã com um pano húmido. Coloque-as numa garrafa de vidro com o álcool. Junte as sementes de anis, feche bem e guarde num lugar arejado por 8 dias, tendo o cuidado de agitar a garrafa todos os dias.

Depois desse processo, coloque o açúcar com 250 ml de água e deixe dissolver em fogo baixo até ficar em ponto de calda. Retire do fogo e deixe arrefecer. Junte então todo o conteúdo da garrafa com a calda, depois de bem filtrado. Mexa tudo e deixe descansar por 1 mês.

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MensagemAssunto: Licor de laranja   Qui Mar 22, 2012 11:17 pm

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Licor de laranja


Ingredientes

2 laranjas
1 garrafa de aguardente
açúcar
1/2 noz-moscada em pó

Preparação

Tire as cascas das laranjas e junte à garrafa de aguardente, mais 4 chávenas de açúcar, 1/2 noz-moscada em pó. Misture bem todos os ingredientes e deixe-os em repouso até o dia seguinte. Filtre com um filtro de papel e guarde em garrafas fechadas.

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MensagemAssunto: Almocreve, Vinho Tinto Regional Alentejo 2010   Ter Mar 27, 2012 4:25 pm

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Almocreve, Vinho Tinto Regional Alentejo 2010

O Almocreve, com 13% vol. álcool, é um vinho muito suave, de cor granada, com aroma intenso de frutos vermelhos, taninos redondos, aveludado, aromas de frutas e bom final de boca.
Tem alguma complexidade de não ter madeira e acompanha muito bem, o bacalhau.

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MensagemAssunto: Torre de Ferro, Vinho tinto Dão DOC, reserva 2008   Sex Abr 20, 2012 2:44 pm

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Torre de Ferro, Vinho tinto Dão DOC, reserva 2008

Cheio, encorpado, com carácter forte

É um vinho redondo na boca, evoluído pelo estágio de três anos em garrafa, que revela frutas pretas como as amoras, no paladar tem corpo médio e óptimos aromas. Foi elaborado com uvas das castas Tinta Roriz, Touriga Nacional e Alfrocheiro, criadas nos terrenos secos e agrestes da Serra da Estrela e suas cordilheiras, muito perto da cidade de Viseu. Não tem madeira, pelo que está mais leve na boca. Apresenta-se muito equilibrado e deverá ser servido entre os 16 e os 18º C.

Ideal para onsumo imediato, revela potencial de guarda e acompanha muito bem todo o tipo de pratos de carne.



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