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Fantômas

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MensagemAssunto: Negócios e tradições na Feira Franca da Moimenta    Ter Abr 24, 2012 4:06 pm

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O melhor que se produz na freguesia
Vinhais


Negócios e tradições na Feira Franca da Moimenta

Está à porta mais uma edição da Feira Franca da Moimenta, no concelho de Vinhais. Nos próximos dias 28 e 29 são inúmeras as actividades que dão vida a esta aldeia raiana. O certame atrai pessoas de diversos pontos da região e espanhóis, que procuram os produtos genuínos daquela localidade do concelho de Vinhais.

Destaque para o concurso de cães de raça Podengo, no sábado, e para o concurso do Cão de Gado Transmontano no domingo.

No último dia do certame, a Moimenta recebe, ainda, o III concurso concelhio de ovinos da raça Churra Galega Bragançana. A tradição cumpre-se com a realização de mais uma chega de touros de raça Mirandesa.
A feira conta, igualmente, com uma exposição de máquinas agrícolas, artesanato e produtos da terra, não faltando o afamado fumeiro.

No domingo realizam-se também duas provas desportivas, nomeadamente o passeio BTT e o percurso pedestre na Rota do Contrabando Ibérico.

A gastronomia típica é assegurada nas tasquinhas e há animação para os visitantes com fados e música popular.
Na próxima semana, o Jornal Nordeste publica uma reportagem especial sobre este certame.

Jornal Nordeste, 2012-04-24
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MensagemAssunto: Faurecia é o décimo maior exportador Português   Qui Maio 03, 2012 5:02 pm

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314.667 milhões de euros
Bragança



Faurecia é o décimo maior exportador Português

A fabricante de componentes automóveis francesa entrou no «ranking» dos maiores exportadores portugueses no ano passado. As vendas da unidade de Bragança, da Faurecia, atingiram os 314.667 milhões de euros, em 2011.

«Praticamente a totalidade da produção destina-se à exportação», refere fonte oficial do grupo Faurecia. Esta fábrica produz sistemas de escape completos e emprega 355 colaboradores.

Paulo Rebelo é, actualmente, o director-geral da fábrica. Em Portugal, o grupo conta com sete fábricas. Em 2010, o grupo Faurecia - que tem como principal cliente nacional a VW Autoeuropa - teve um volume de vendas de 603 milhões de euros, em 2010.

Este valor representou um aumento de 37% face a 2009. No final de 2010, a Faurecia empregava três mil pessoas nas fábricas de Bragança, Nelas, Palmela, São João da Madeira (três).

Ausência de financiamento está a dificultar o crescimento das exportações portuguesas.

No ano passado, as empresas portuguesas venderam para os mercados externos mais de 42,3 mil milhões de euros, o que representou um crescimento de 15,1% em relação ao ano anterior e dos quais 31,3 mil milhões foram no espaço comunitário e os restantes com o resto do mundo, onde se destacam os países emergentes. Aliás, constata-se que os empresários portugueses estão à procura de outros mercados, nomeadamente naqueles em que se perspectiva um forte crescimento económico, como Brasil, Índia, China, México, África do Sul, com um volume de negócios que já ultrapassa em larga medida os mil milhões de euros. Pouco ainda, mas essencial para abrir as portas para muitas mais empresas. Ou seja, é inquestionável o impacto dinamizador do mercado extracomunitário que parece ser agora o suporte para a evolução registada das contas externas nacionais.

Os números dizem que o crescimento, registado no ano passado das exportações, contem um incremento de apenas 5,9% para as exportações destinadas à União Europeia e um aumento de 37,9% das exportações destinadas ao resto do mundo. Um esforço dos empresários que permitiu um \"forte contributo positivo para a variação do PIB\" em 2011 - isto é, a recessão teria sido ainda mais grave se não fosse pelo comportamento do comércio internacional. E não só. Pela primeira vez as exportações foram superiores às importações feitas pelos portugueses.

Mas se as empresas sabem o que querem, cabe agora ao Governo implementar políticas económicas que estejam em sintonia por forma facilitarem precisamente o processo de internacionalização. Ainda esta semana, António Saraiva, presidente da CIP, avisava quanto à urgência para que o \"Governo encontre mecanismos disponibilizando financiamento às empresas\". António Saraiva referiu que sem financiamento as empresas vão continuar a fechar e a provocar uma maior destruição de emprego, numa altura em que o desemprego conhece níveis históricos - a taxa de desemprego atingiu os 15%, segundo dados do Eurostat.

Mas o caderno de encargos das empresas, junto do ministério liderado por Álvaro Santos Pereira, não se fica por aqui. Os custos energéticos, seguros de crédito, questões alfandegárias e apoios à internacionalização são alguns dos temas que estão permanentemente em cima da mesa. Vejamos então por partes. Os empresários argumentaram contra o elevado custo da energia que lhes retira competitividade em relação aos seus congéneres, nomeadamente europeus. Um aumento de 14% no custo de energia eléctrica de 2010 para 2011 e estimam um novo aumento de 11% no custo de energia para 2012.

Mas entre os pontos mais discutidos está a dificuldade das empresas em conseguir custos mais equilibrados no acesso ao crédito. Uma questão transversal ao tecido empresarial, mas que está a afectar, sobretudo, empresas cujo ciclo produtivo é temporalmente alargado. Acresce, segundo os empresários, que a banca está a praticar preços e a impor comissões sobre os serviços bancários a valores elevados. E estão neste momento a diminuir «plafonds» em linhas de financiamento que são absolutamente vitais para o normal desenvolvimento da actividade das empresas.

Por fim, consideram essencial lançar linhas de crédito bonificado para medidas concretas de internacionalização que permitir às empresas, principalmente na conjuntura actual, aumentar a sua capacidade de internacionalização, assim como facilitar a criação de redes de distribuição, aspecto indispensável para a sua sobrevivência a médio prazo.

, 2012-05-02
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MensagemAssunto: Alfândega da Fé espera mais visitantes na Feira da Cereja   Sab Maio 26, 2012 10:24 pm

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De 8 a 10 de Junho
Alfândega da Fé



Alfândega da Fé espera mais visitantes na Feira da Cereja

Trazer mais turistas ao concelho de Alfândega da Fé é o principal objectivo de mais uma edição da Festa da Cereja. De 8 a 10 de Junho a vila enche-se de animação e promove os produtos locais de excelência.

A autarca local, Berta Nunes, sublinha que o IP2 e o IC5 deram uma nova centralidade ao concelho e acredita que o número de visitantes vai aumentar este ano.“Este ano, vamos continuar com os passeios nos pomares e estamos a acrescentar mais dois aspectos importantes do ponto de vista turístico.

Estamos a lançar os welcome guides, que são guias turísticos virtuais, e também temos o IP2 e IC5 concluídos, que são vias estruturantes que permitem uma melhor acessibilidade a quem nos visita”, enaltece Berta Nunes.Berta Nunes enaltece, ainda, a importância económica deste evento, que celebra 30 anos de existência.

Em tempo de crise, o orçamento da Festa da Cereja foi mais uma vez reduzido. Este ano, a autarquia vai gastar cerca de 40 mil euros, menos 10 mil do que no ano passado.

Brigantia, 2012-05-24
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MensagemAssunto: Festa da Cereja esgota hotéis em Alfândega da Fé    Seg Maio 28, 2012 10:42 am

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Evento comemora 30 anos
Alfândega da Fé



Festa da Cereja esgota hotéis em Alfândega da Fé

A Festa da Cereja de Alfândega da Fé comemora 30 anos e promete casa cheia neste concelho de Trás-os-Montes. A poucos dias do evento, que decorre de 8 a de Junho, os hotéis da zona estão cheios e os vendedores esperam bater recordes de vendas.

Apesar dos cortes feitos no orçamento da festa, a organização mantém grandes expectativas sobre o retorno económico do evento que já se tornou na imagem de marca do município.

A presidente da câmara, Berta Nunes, garante que o hotel com o único SPA ao ar livre do país “está cheio”, assim como as “escolinhas”, antigas escolas primárias das aldeias que foram transformadas em pousadas.

O presidente da cooperativa agrícola, Eduardo Tavares, quer bater “o recorde alcançado há dois anos com 12 toneladas vendidas” durante os três dias da Festa da Cereja. Isto apesar das quebras na produção, que este ano atingiram mais de metade da capacidade do concelho pelo quinto ano consecutivo.

Eduardo Tavares estima contabilizar na apanha, que está a iniciar-se, “cerca de 50 toneladas”, um terço da capacidade produtiva do concelho, que tem sido afectada pelas adversidades meteorológicas.

O frio do mês de Abril “não ajudou ao bom desenvolvimento da cereja de cedo e originou muitas perdas na floração” das variedades mais tardias, de acordo com o dirigente da cooperativa responsável por 50 hectares de pomares.

Ainda assim, as expetativas são redobradas devido à abertura das novas estradas, o IP2 e o IC5, que os organizadores acreditam que irão atrair “mais visitantes pela proximidade e facilidade de deslocação”.

A autarca espera que a crise não faça diminuir o número de visitantes, que tem rondado os “10 a 15 mil” nas edições anteriores.

A contenção financeira não deixou, no entanto, de afectar o orçamento do evento, que já chegou a custar “200 e 300 mil euros” e este ano fica pelos 40 mil.

Berta Nunes garantiu que as restrições não “afectarão a qualidade do certame”, nem o que considera o mais importante: “o retorno económico para os produtores e para o turismo daquele que é o grande evento” do concelho.

Esta festa permite vender diretamente ao consumidor, não só aos produtores de cereja, mas também de outros produtos regionais como queijos, azeite, compotas ou artesanato.

“Estamos a contribuir do ponto de vista económico para uma mais-valia para todos os produtores, mas ao mesmo tempo a festa da cereja tem-se constituído também como um evento turístico”, afirmou.

Além de ser um ponto de venda, o certame proporcionará também um fim de semana com sabor a cereja pelos pomares da região, permitindo aos visitantes participarem na apanha do fruto ou fazerem passeios a pé, de bicicleta, de burro e de jipe.

Aqueles que quiserem deslocar-se a Alfândega da Fé têm também disponível uma nova ferramenta para orientação.

Trata-se do Welcomeguides, um programa que permite a qualquer pessoa aceder, através do telemóvel, à mais variada informação sobre o concelho, desde pontos turísticos, à história da cereja e da festa ou como ali chegar, “de uma forma imediata e com muita informação gratuita”, como realçou a autarca.

A festa tem também animação musical e servirá de palco a grupos do concelho, como a escola municipal de teatro que vai animar o evento com o “bailinho da cereja”.

Lusa, 2012-05-28
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RMaria

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MensagemAssunto: Sushi de caça, pesca e castanha em Bragança   Dom Out 21, 2012 2:37 pm

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Norcaça, Norpesca e Norcastanha
Bragança



Sushi de caça, pesca e castanha em Bragança

Uma feira anual dos principais produtos da região de Bragança vai lançar um desafio ao paladar dos visitantes, convidando a provar um sushi de caça, pesca e castanha, divulgou hoje a organização.

A adaptação dos produtos tradicionais transmontanos ao típico prato japonês ficará a cargo da criatividade de um dos chefs de cozinha que, de01 a04 de Novembro, apresentarão, na Norcaça, Norpesca e Norcastanha, vários pratos com os atractivos do certame.

A confecção do sushi com carne de caça, peixe do rio e castanha ficará a cargo do chef Luís Barradas e promete ser um chamativo no certame que leva onze anos a divulgar os produtos emblemáticos da gastronomia e agricultura do Nordeste Transmontano.

O evento reserva, além das exposições e gastronomia, um programa com 23 actividades dentro e fora do recinto do Centro Empresarial de Bragança, como adiantou Rui Caseiro, vice-presidente da Câmara de Bragança.

A autarquia organiza a feira com associações dos sectores e outras entidades, como o Instituto Politécnico de Bragança, e espera cerca de 15 mil visitantes, à semelhança de anos anteriores, apesar dos constrangimentos da crise.

A caça já foi um dos sectores mais dinâmicos da região de Bragança, procurada por caçadores de todo o país e de Espanha, um movimento que tem vindo a diminuir, sobretudo na última década, como realçou Rui Caseiro.

O responsável atribuiu esta quebra à perda de capacidade financeira devido à crise, mas também ao ordenamento cinegético que «ordenou em demasia, dividiu muito, em áreas muito pequenas».

«As zonas de caça que foram criadas, associativas e municipais, algumas não têm área suficiente. Por outro lado, requer-se que haja uma gestão mais profissional e para isso é necessário aplicar mais conhecimentos técnicos, é necessário haver investimento e capacidade financeira para que isso aconteça», defendeu.

Rui Caseiro acredita ser possível recuperar o peso do sector, agrupando a gestão das zonas de caça para ganharem dimensão e atraírem novamente caçadores a uma região que «tem condições únicas para a caça das diversas espécies».

Já a castanha tem feito um percurso inverso, assumindo-se nos últimos anos como «o ouro negro» transmontano, muito valorizado comercialmente.

Bragança é das maiores produtoras nacionais e espera um ano «normal» de produção, apesar de a campanha estar ligeiramente atrasada devido às condições climatéricas.

A feira, que decorre nos primeiros dias de Novembro, tem ainda espaço para o debate no V Fórum Internacional dos Países Produtores de Castanha e para um seminário sobre a zona de caça nacional da Lombada, a maior da região, com mais de 20 mil hectares que, na opinião dos organizadores do evento, «pode ser ainda mais valorizada».

O orçamento do evento sofreu um ajustamento, com uma redução de 20 por cento em relação à edição anterior, fixando-se em cerca de 70 mil euros.

Lusa, 2012-10-17
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MensagemAssunto: 15ª Edição da Feira de Artesanato e Gastronomia do Distrito de Vila Real   Dom Out 21, 2012 2:41 pm

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30 de novembro a 2 de novembro
Vila Real


15ª Edição da Feira de Artesanato e Gastronomia do Distrito de Vila Real

Com o objetivo de divulgar e promover a venda de artigos de artesanato e gastronomia, a NERVIR - Associação Empresarial realiza desde 1997, a FAG - Feira de Artesanato e Gastronomia do Distrito de Vila Real, cuja 15ª edição irá decorrer de 30 de novembro a 2 de dezembro de 2012, numa organização da Nervir e da Câmara Municipal de Vila Real.

A Feira conta, este ano, com algumas novidades entre as quais o aumento do número de horas de funcionamento com abertura às 10:00 horas e a entrada livre.

, 2012-10-18
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MensagemAssunto: Foz Côa promove I Festival do Vinho do Douro Superior    Dom Out 21, 2012 2:46 pm

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19 a 21 de Outubro
Vila Nova de Foz Coa


Foz Côa promove I Festival do Vinho do Douro Superior

De 19 a 21 de Outubro, Vila Nova de Foz Côa vai promover o I Festival do Vinho do Douro Superior, uma iniciativa que vai contar com a participação de mais de 50 produtores e que inclui várias actividades complementares, como provas de vinhos e de produtos regionais.

A decorrer no pavilhão Expocôa, que é inaugurado nesta ocasião, o festival vai contar com mais de 200 marcas de vinhos em prova, além de produtos regionais como como amêndoas, azeites, doces, queijos e enchidos, incluindo provas comentadas, um concurso de vinhos, um colóquio para troca de conhecimentos entre produtores e engarrafadores de vinhos e ainda animação cultural.

De acordo com Gustavo Duarte, presidente da Câmara Municipal de Foz Côa, esta era «uma realização que se impunha», afirmando que para a autarquia era «forçoso promover este festival», uma vez que este será um momento de «grande afirmação» de Foz Côa como Capital do Douro Superior.

O festival abre na sexta-feira, 19 de Outubro, pelas 17h00, decorrendo a inauguração oficial uma hora depois, sendo também neste dia que decorre o colóquio “A vinha e o vinho do Douro, o desafio da qualidade”, entre as 10h00 e as 16h30, com a participação de Francisco Olazabal (Quinta do Vale Meão), José Maria Soares Franco (Duorum Vinhos), David Guimaraens (The Fladgate Partnership), Dirk Niepoort (Niepoort Vinhos) e Luís Sottomayor (Sogrape).

«O seminário tem como objetivo a reflexão e partilha de experiências e conhecimentos entre os lavradores durienses, produtores e engarrafadores de vinhos do Douro e do Porto», refere a autarquia de Foz Côa em comunicado, frisando que a inscrição é gratuita mas está limitada aos lugares existentes.

As provas de vinhos comentadas decorrem todos os dias do festival, sempre pelas 18h30, estando ainda previstas visitas para a imprensa e profissionaisa quintas da região, bem como animação cultural, bem como um concerto de José Cid, no sábado, às 22h00.

, 2012-10-18
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MensagemAssunto: Expectativas elevadas para a Norcaça    Sab Nov 03, 2012 5:54 pm

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Este fim de semana
Bragança


Expectativas elevadas para a Norcaça

Já abriu mais uma edição da Norcaça, Norpesca e Norcastanha, em Bragança. A castanha é rainha num espaço que combina este produto com a caça e a pesca.

O presidente da Câmara de Bragança, Jorge Nunes, diz que as expectativas da organização são elevadas.“Há maior presença de actividade económica em detrimento da presença institucional.

O programa é atractivo. Percebe-se logo pela entrada na feira que este ano há uma evolução para melhor e essa melhoria vem de uma presença mais expressiva da actividade económica, com a presença de produtos de muita qualidade”, realça Jorge Nunes.

O director regional de Agricultura do Norte também marcou presença na abertura da feira. Manuel Cardoso promete mais apoios para a plantação de novos soutos para 2014.“A zona do castanheiro está a crescer, mas precisa de mais atenção, quer do ponto de vista fitosanitário, quer das práticas culturais que estão a ser feitas.

Tudo isso vai ser discutido aqui no Fórum da Castanha, já o foi em Vinhais e voltará a ser num evento que está a ser preparado pela Direcção regional de agricultura”, salienta Manuel Cardoso.

Quanto ao mega projecto para a expansão da área de soutos na região, designado Refcast, Manuel Cardoso garante que vai ser reavaliado no âmbito do novo quadro de apoios para a fileira da castanha.

Brigantia, 2012-11-02
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MensagemAssunto: Feiras do Fumeiro 2013, em Trás-os-Montes   Sex Dez 07, 2012 11:17 pm

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«São muitas as feiras»
Trás-os-Montes



Feiras do Fumeiro 2013, em Trás-os-Montes

As Feiras do Fumeiro em Trás-os-Montes muito têm contribuído para o desenvolvimento económico da região, fazendo, ao mesmo tempo, através de eventos associados à comercialização das carnes do porco, ressurgir e manter tradições que enriquecem a cultura do povo transmontano.

De facto, à volta das feiras do fumeiro, muitos dos costumes antigos que marcam a identidade de Trás-os-Montes e dos que aí habitam são reavivados para satisfação de todos.

A gastronomia, os cânticos populares, o artesanato, associados à compra e venda das alheiras, chouriças e linguiças, salpicões, presuntos e outras carnes do porco fumadas fazem das feiras do fumeiro grandiosas festas populares, atraindo milhares e milhares de visitantes, cada ano que passa em número maior.

Assim, as comissões organizadoras têm respondido com eficácia à grande responsabilidade e ao trabalho que envolve estas feiras que, para além de servirem de veículo de escoamento de produtos genuinamente transmontanos, conseguem implementar a atividade turística na região.

Para a realização das feiras do fumeiro de Trás-os-Montes, o trabalho não para, recomeçando os preparativos para o ano seguinte no final de cada evento. É exemplo desse trabalho a fiscalização das carnes e dos métodos tradicionais de produção e a criação e alimentação dos porcos que requerem uma atenção constante de modo a cumprir-se a exigência de qualidade.

São muitas as feiras do fumeiro em Trás-os-Montes. Algumas são menos conhecidas mas nem por isso menos importantes. Também nestas encontrarão os visitantes particularidades especiais, eventualmente não encontradas nas feiras mais divulgadas.

Para 2013 estão já afixadas algumas datas: em Montalegre, a 22ª edição da feira do fumeiro vai realizar-se de 24 a 27 de janeiro de 2013 e em Vinhais, de 7 a 10 de fevereiro de 2013, a 33ª edição.

, 2012-12-04
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MensagemAssunto: Pastel de Chaves é produto de Indicação Geográfica   Ter Dez 25, 2012 12:28 am

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Protegida 150 anos depois
Chaves



Pastel de Chaves é produto de Indicação Geográfica

No ano em que comemora 150 anos, o Pastel de Chaves, feito à base de massa folhada e carne picada, foi classificado como produto com Indicação Geográfica.

O processo de certificação, agora publicado em Diário da República, iniciou-se em 2006 e permite valorizar, reconhecer e proteger os pastéis quanto à sua origem, natureza e qualidade, evitando fraudes e imitações.

A classificação do produto de pastelaria, em forma de meia-lua, constituído por uma massa folhada e recheada com um preparado específico à base de carne de vitela picada, evita quaisquer práticas que, sem direito, utilizem ou façam apelo à denominação registada para beneficiar da sua reputação.

Segundo o vice-presidente da Câmara de Chaves, António Cabeleira, era \"urgente\" a decisão de reconhecimento do Pastel de Chaves enquanto IGP face à proliferação da comercialização de produtos com este nome, sem qualquer ligação a Chaves, o que denigre a reputação de que goza o nome e o produto e lesa os consumidores e os produtores.

\"A demora deste processo em nada contribuiu para a melhoria da economia da região, criação de emprego e existência de uma sã e leal concorrência\", disse à agência Lusa.

O município pretendeu \"defender a produção concelhia do genuíno Pastel de Chaves contra utilizações abusivas de um património que é propriedade de todos os flavienses\", salientou.

A produção diária ascende, segundo dados da autarquia, a mais de 25.000 unidades, distribuídas por cerca de 30 unidades de produção, sendo que a maioria das pastelarias da cidade produz e vende o produto nas suas próprias instalações.

O aumento da procura do pastel a nível nacional permitiu, nestes últimos anos, o aparecimento de quatro novas indústrias direcionadas para a sua produção, levando à criação de novos postos de trabalho e investimento local.

A valorização do produto, realçou António Cabeleira, insere-se no Plano Municipal de Combate à Desertificação Rural, através do gabinete de apoio às iniciativas locais, com o objetivo de incentivar à criação de novas fábricas.

Este processo foi realizado em parceria com a Associação Empresarial do Alto Tâmega (Acisat).

O presidente da associação, João Miranda Rua, explicou que a classificação é motivo de orgulho, mas obriga os produtores a serem mais responsabilizados na manutenção da qualidade e procedimentos de fabrico.

O pastel, garantiu, já representa um \"grande\" volume de negócios na cidade.

A história do Pastel de Chaves data de 1862, quando uma vendedora, cuja origem se desconhece, percorria a cidade de Trás-os-Montes com uma cesta de pastéis de forma estranha e insuficientes para satisfazer a \"gula\" dos habitantes.

A fundadora da Casa do Antigo Pasteleiro decidiu, então, oferecer uma libra pela receita da iguaria que acabou por conquistar um lugar de destaque na gastronomia flaviense.

JN, 2012-12-21
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MensagemAssunto: Fumeiro de Bragança faz sucesso no estrangeiro   Ter Dez 25, 2012 3:23 pm

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Carne do porco bísaro
Bragança



Fumeiro de Bragança faz sucesso no estrangeiro

O caminho já conta quase oitenta anos, mas os objectivos continuam a ser ambiciosos. Depois de ter conquistado o paladar dos portugueses, a Bísaro avança com sucesso para os marcados internacionais.

A carne do porco bísaro tem um paladar inconfundível e dá enchidos de excelência\". A afirmação é de Alberto António Fernandes, o administrador da Bísaro – salsicharia tradicional, que tem sede na freguesia de Gimonde, concelho de Bragança.
Tudo começou nesta terra que abre as portas do Parque Natural de Montesinho, em 1935, quando o pai de Alberto Fernandes resolveu abrir uma casa de comidas, bebidas e mercearia, junto à estrada nacional (na altura a única) que liga Bragança à fronteira de Quintanilha.
Os petiscos começaram rapidamente a conquistar grande fama, muito graças aos enchidos, feitos com carne de porco bísaro. Alberto Fernandes aproveitou a ideia fundamental e fez crescer o negócio.

Em 1987, criou a Bísaro e apostou na produção de produtos fumados, como alheira, chouriça, salpicão, presunto ou o tradicional butelo, que acompanha as vargens de feijão cozidas com a casca.

E enquanto atirava lenha ao fumeiro, ia dando gás ao restaurante (D. Roberto), que ocupou a antiga taberna, e avançava para a recuperação de algumas casas antigas que pertenciam à família, convertendo-as em unidades de alojamento turístico.

Assim, aproveitando toda a ruralidade que a região empresta, coroada pela soberba paisagem quase virgem do Parque Natural de Montesinho, e as originalidades da agricultura, criou um negócio integrado que tem dado os seus frutos.

\"Por cá, não só aqui em Bragança, mas em todo o País, os nossos fumeiros conquistaram rapidamente uma boa quota de mercado, sobretudo ao nível da restauração. Agora, estamos a apostar na internacionalização e digo-lhe com satisfação que temos ficado admirados com a recepção que os nossos produtos têm tido no estrangeiro, nomeadamente em países como a França e a Itália\", afirma Alberto António Fernandes.

Neste negócio de cariz familiar, a área dos fumeiros foi a que mais cresceu, tendo atingido no ano passado a transformação de cerca de 40 porcos de raça bísara por semana, o que a tornou uma referência nacional no sector.

\"São enchidos da melhor carne de porco que há, que é o porco bísaro, aquele que, antigamente, as nossas mães e avós criavam em casa e que tem realmente um paladar inconfundível\", acrescenta o empresário.

A Bísaro, que está presente nas maiores cadeias de hipermercados e nas lojas Gourmet de todo o País, é hoje responsável por 42 postos de trabalho directos. Com a perspectiva de crescimento ao nível dos mercados internacionais, é muito provável que o leque de colaboradores tenha de ser alargado.

Um dos segredos do sucesso desta empresa reside na aposta numa diversidade integrada, ou seja, na fomentação de actividades diferentes (restauração, alojamento no espaço rural e produtos fumados), mas que se complementam.

\"Eu entendo que muitas das potencialidades da agricultura, aos mais diversos níveis, estão ainda por explorar. A apanha da castanha, por exemplo, é uma actividade agrícola que pode ser vendida como produto turístico, permitindo venda de castanha e ocupação das unidades hoteleiras. Há muito para fazer\", diz Alberto António Fernandes.

Secundino Cunha in CM, 2012-12-25
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MensagemAssunto: Alheira de Mirandela «rainha» durante um mês em Trás-os-Montes e no Porto    Dom Fev 03, 2013 3:28 pm

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Vencedora das Sete Maravilhas
Mirandela



Alheira de Mirandela «rainha» durante um mês em Trás-os-Montes e no Porto

A Alheira de Mirandela, uma das Sete Maravilhas da Gastronomia Portuguesa, vai estar em destaque durante um mês numa feira que terá uma extensão no Porto e que levará ao consumidor um dos mais conhecidos enchidos e a culinária a eles associada.

O edifício da Alfândega, na zona ribeirinha do Porto, será durante três dias, entre sexta e domingo, \"a embaixada temporária das melhores tradições transmontanas, patentes neste produto certificado e também na diversidade gastronómica regional, representada por vários restaurantes, divulgou hoje a autarquia de Mirandela.

O propósito é dar \"a conhecer a um público urbano as raízes e saberes de uma região que desperta cada vez mais interesse\", e que tem na Alheira de Mirandela \"um dos produtos tradicionais mais apreciados pelos portugueses, que a declararam vencedora das Sete Maravilhas da Gastronomia Portuguesa\".

Lusa, 2013-01-30
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MensagemAssunto: A gancha e o pito, doces de Vila Real que atraem cada vez mais pessoas   Ter Fev 05, 2013 6:07 pm

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Programa «São Brás 2013»
Vila Real



A gancha e o pito, doces de Vila Real que atraem cada vez mais pessoas

Tem raízes religiosas mas transformou-se numa tradição popular que se repete todos os anos: o rapaz oferece a gancha à rapariga que retribui com o pito, doces típicos de Vila Real relacionados com São Brás e Santa Luzia.

É no domingo que se assinala o dia de São Brás. Pastelarias da cidade ou mulheres, nas suas casas, confecionam por estes dias as ganchas, doces feitos de açúcar e água que reproduzem o báculo (bengala) bispal de São Brás, o padroeiro das doenças da garganta.

Isto porque nesta altura, segundo manda a tradição, os rapazes oferecem a gancha de São Brás\" às raparigas, como forma de retribuir o pito de Santa Luzia que elas lhes terão oferecido em dezembro.

O pito, com recheio de doce de abóbora e cobertura de massa de farinha, tem o formato de uma espécie de penso antigo que se colocava na vista. Santa Luzia é a padroeira dos doentes com problemas de olhos.

João Silva, responsável pelo Museu da Vila Velha, disse à agência Lusa que esta é uma tradição que começa por ser religiosa e acaba, com o passar do tempo, por ter um cariz popular.

\"Passar para a forma mais popular, mais brejeira, foi fácil porque o rapaz dá a gancha e a rapariga dá o pito e esta acaba por ser uma tradição muito curiosa. E também esse caráter engraçado que vai fazendo com que as pessoas venham à procura dos doces\", salientou.

E são pessoas de todas as idades as que aderem a esta brincadeira.

À boleia desta doce tradição, o Museu da Vila Velha organiza neste sábado o programa \"São Brás 2013\", que vai desvendar alguns segredos da antiga Vila Real, acabando a visita na cozinha de uma das mais antigas pastelarias da cidade, a Casa Lapão.

Álea Zita, pasteleira há 31 anos, explicou como se fazem as ganchas.

\"Pomos a água a ferver com o açúcar. Depois espalhamos o açúcar na banca e à medida que ele vai arrefecendo vamos moldando-o para lhe darmos a consistência das ganchas\", salientou.

Já há muitos anos que esta rotina se repete nos dias que antecedem o São Brás. Na cozinha desta pastelaria são feitas cerca de 100 ganchas por dia. Aqui este doce só é feito nesta altura, enquanto os pitos estão disponíveis durante todo o ano.

No fim de semana, as \"marianas\", senhoras de uma família muito antiga que tradicionalmente confecionam a gancha, espalhar-se-ão pela zona da Vila Velha a vender o doce ao som dos sinos que replicarão na igreja de São Dinis.

O Museu da Vila Velha vai aproveitar ainda para mostrar a verdadeira capela de São Brás, que está dentro do cemitério desta zona da cidade, e ainda a capela de Santo António Esquecido, localizada bem ao lado do edifício museológico mas que muitas vezes é confundida com a de São Brás.

Isto porque, inicialmente, as ganchas eram vendidas junto à original capela de São Brás, só que com a construção do cemitério as mulheres tiveram que procurar outro local, acabando por se \"apropriar\" da pequena igreja dedicada a Santo António, levando para lá uma imagem da padroeira das doenças de garanta.

João Silva explicou que a ideia passa também por clarificar estas confusões e mostrar uma rara imagem de Santo António Esquecido.

Lusa, 2013-02-05
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MensagemAssunto: «Conspiração Portuguesa» quer actualizar imagem do país através da alheira    Sab Mar 02, 2013 6:33 pm

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Fundaram um clube gastronómico
Emigração


«Conspiração Portuguesa» quer actualizar imagem do país através da alheira

Dois jovens portugueses querem mostrar à sociedade britânica um Portugal moderno, mudando a imagem do país deixada pela última vaga de emigrantes.

A alheira de caça e grelos são apenas alguns dos ingredientes que fazem parte da ementa criada por dois jovens, a viver em Londres, para dar a conhecer uma nova geração de emigrantes lusos na capital britânica.

Incentivados pelos amigos ingleses, que se renderam à cozinha portuguesa, fundaram um clube gastronómico que quer ser sinónimo de divulgação de outros aspectos da cultura portuguesa.

A iniciativa, chamada \"The Portuguese Conspiracy\" (Conspiração Portuguesa) serve um jantar com ementa portuguesa e vinhos nacionais, mas servido ao estilo londrino, ou seja, convidando os participantes a conviverem mesmo que não se conheçam.

A ideia surgiu à mesa de casa de José Cardoso e Rita Maia que há dois anos moram em Londres. “Já fazemos em nossa casa uma espécie de ‘supper club’. Recebemos amigos e fazemos jantares. Os nossos amigos gostaram bastante e incentivaram-nos”, explica a portuguesa.

Foi o caso da inglesa Huma Islam. “O Zé e a Rita mostraram-me muitas coisas boas sobre Portugal, mas a gastronomia é um amor que partilhamos”, afirma.

Segundo José Cardoso, o objectivo é dar a conhecer à sociedade britânica um Portugal mais contemporâneo do que o da primeira vaga de emigrantes. “Queremos completar uma imagem de uma geração com outros argumentos, capacidades e vontades, que precisa de uma voz em Londres”, revela.

O local para esta \"Conspiração Portuguesa\" é um café francês, com lotação para 30 pessoas, em Dalston, a nordeste do centro da cidade, uma área com várias etnias, que tem vindo a crescer em número de jovens e oferta cultural.

Letícia Amorim, RR, 2013-03-01
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MensagemAssunto: Feira da Alheira termina com balanço positivo   Qui Mar 07, 2013 10:45 am

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No Parque do Império
Mirandela



Feira da Alheira termina com balanço positivo

Os produtores de alheira de Mirandela dão nota positiva a esta edição da Feira da Alheira, que terminou ontem. Para estes expositores, que na semana passada estavam descontentes pela falta de gente, agora fazem um balanço positivo e dizem que este último fim-de-semana salvou o certame.

“Este fim-de-semana correu muito bem, houve muita gente, muitos autocarros o tempo também ajudou, vendeu-se muito bem”, comenta Sílvia Lopes das alheiras Angelina.O autarca de Mirandela, António Branco também admite que este fim-de-semana foi superior e realça a importância da feira ter voltado ao Parque do Império.

“Este fim-de-semana foi ligeiramente superior ao anterior. Principalmente no domingo a afluência foi muito boa. Uma das preocupações que tínhamos eram as excursões das amendoeiras em flor que podiam ou não parar em Mirandela mas houve muitos autocarros a parar”, explica.

Depois do sucesso desta edição, António Branco diz que, no próximo ano, o local do certame pode sofrer novamente alterações se os produtores assim o desejarem.

“ Poderá haver algumas alterações porque temos falado com os expositores e já se colocou este ano a hipótese de fazer esta mesma feira do lado de lá do rio, eventualmente no santuário de Nª Srª do Amparo é uma hipótese”, acrescenta.

Outra novidade avançada pelo presidente do município para o próximo ano é a presença na feira de produtores de alheira não certificada, como é o caso das cozinhas regionais.

Brigantia, 2013-03-04
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MensagemAssunto: As amendoeiras já estão em flor   Qui Mar 07, 2013 10:52 am

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Várias rotas à escolha
Distrito de Bragança



As amendoeiras já estão em flor

No nordeste transmontano a primavera chega mais cedo. As festas da amendoeira em flor já animam Figueira de Castelo Rodrigo, Mogadouro, Vila Nova de Foz Coa, Vila Flor, Freixo de Espada à Cinta e Torre de Moncorvo.

Em Figueira de Castelo Rodrigo e Mogadouro, em Vila Nova de Foz Côa e Vila Flor, em Freixo de Espada à Cinta e Torre de Moncorvo, já estão a decorrer as Festas da Amendoeira em Flor.

Os municípios desdobram-se em iniciativas exposições, mercados com sabores da terra, caminhadas, circuitos de BTT para celebrar a primavera que, na Terra Quente Transmontana, chega sempre antes do tempo, graças à existência de um microclima mediterrânico.

Por estes dias, já as flores das amendoeiras começam a pintar de branco e rosa a paisagem, num espetáculo que está \"em cena\" até pelo menos meados de março e que pode ser apreciado a partir das estradas e miradouros da região, como o do Penedo Durão (Freixo de Espada à Cinta) ou o do Alto da Sapinha (Castelo Rodrigo).

O carro permite sempre outra liberdade para descobrir as melhores vistas, mas a CP volta a organizar a Rota das Amendoeiras. Nos próximos sábados, 9 e 16 março, disponibiliza um comboio especial com partida de Campanhã e destino ao Pocinho ou Freixo de Numão, que articula com três circuitos rodoviários à escolha.

Os visitantes podem optar por três rotas diferentes, no Nordeste Transmontano e na Beira Interior. A rota \"A\" passa por Foz Coa, Castelo Rodrigo, Barca d Alva, Penedo Durão e Freixo de Espada à Cinta; a \"B\" por Penedono, Trancoso, Marialva, Meda, Longroiva e Foz Coa e a \"C\" leva-os às melhores paisagens de Alfândega da Fé, Cerejais, Mogadouro e Torre de Moncorvo.

Os preços variam entre os 34 e os 36 euros, sendo de 19 euros para crianças entre os cinco e os 12 anos.

Joana in Visão, 2013-03-07
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MensagemAssunto: Almofadas térmicas orgânicas fabricadas em Miranda do Douro   Ter Mar 26, 2013 6:01 pm

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Pitica de Dius
Miranda do Douro



Almofadas térmicas orgânicas fabricadas em Miranda do Douro

Tecido, trigo e alfazema. São estes os materiais usados no fabrico das almofadas térmicas Pitica de Dius, expressão que significa Joaninha em mirandês. O objecto adapta-se tanto ao quente como ao frio e ajuda no alívio de alguns problemas de saúde e desconfortos. A marca é portuguesa e apoia a produção local do concelho de Miranda do Douro.

O trigo e a alfazema usados nestas almofadas são produzidos de forma tradicional por pequenos produtores locais. O cereal usado adapta-se a diferentes temperaturas e partes do corpo, atribuindo à peça uma função terapêutica. Pode ser útil para casos de dores musculares e abdominais, cólicas infantis, dores de cabeça, olheiras, sinusite, cansaço, fornecendo relaxamento e redução de stress, ou apenas aquecimento, substituindo o tradicional saco de água quente. Pode ainda funcionar como gelo, reduzindo assim os riscos de queimadura.

Sofia Ortega e Nuno Relvas são os impulsionadores deste projecto. O uso inicial de uma mola com a aplicação de uma joaninha nas almofadas deu origem ao nome da marca – Pitica de Dius. “Achámos tão engraçado o nome que foi adoptado de imediato – e, estando o negócio em Miranda do Douro, fazia todo o sentido”, explicou ao Green Savers Sofia Ortega.

A ideia de criar almofadas térmicas nasceu depois de ouvirem o testemunho de alguém que era fã deste objecto ligado ao bem-estar, mas nunca o conseguia encontrar à venda. A dupla pôs então mãos à obra e decidiu fazer-lhe uma almofada. A partir da primeira, nasceram outras. Testaram os exemplares com amigos e familiares e, a partir daí, deram início à produção.

A equipa pensa criar novos artigos no futuro, mas mantendo as almofadas térmicas como produto principal. A divulgação da marca e venda dos artigos tem sido feita através do contacto com particulares, pontos de venda, participação em feiras e presença na internet – página da marca no Facebook e página do Artemix, um portal dedicado ao comércio de artesanato. É assim que facilmente uma almofada térmica criada no Planalto Mirandês voa até outros pontos do país.

Da cidade para o campo

O projecto, agora com sede em Miranda do Douro, começou por nascer em Lisboa. Sofia, alfacinha de gema de 36 anos, saiu da capital há cerca de um ano, em Janeiro de 2012. A profissão de contabilista, que já exercia a partir de casa, facilitou a mudança. “O ter uma profissão altamente stressante, aliada ao viver numa grande cidade, fez com que chegasse ao ponto de ruptura e quis procurar uma vida melhor”, relata.

Demasiado stress, demasiada poluição, demasiada confusão e caos – são as causas que Sofia apresenta para o seu êxodo urbano, à semelhança de muitos outros que fazem este percurso. O destino foi a aldeia de Especiosa, com a ajuda da informação prestada pela associação Novos Povoadores.

Assim Sofia deslocou o seu escritório para uma nova casa, no meio rural. Continua a trabalhar como contabilista, mantendo os clientes que tinha em Lisboa, e angariou novos em Miranda do Douro. Apesar de todos os meses viajar até Lisboa para visitar família e clientes, não pensa regressar à capital num futuro próximo. “Estou a gostar muito desta vida de sossego e liberdade”, diz.

As tarefas profissionais saem facilitadas neste cenário. Sofia considera que é mais fácil aceder aos serviços públicos em Miranda do Douro e que o atendimento é muito mais rápido do que nas grandes cidades. “Por exemplo, para ir à Segurança Social em Lisboa perde-se um dia; aqui em 30 minutos resolve-se o mesmo assunto.”

Nuno continua a viver na capital, onde representa a Pitica de Dius. Ambos produzem as almofadas, ligadas à imagem de uma joaninha que ainda tem muitos voos para fazer. Como se pode ler em Mirandês na página online da marca: Pitica de Dius, cunta-me ls dedos i bola para Dius (Joaninha, conta-me os dedos e voa para Deus).


, 2013-03-25
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MensagemAssunto: Crise passou ao lado da Feira do Folar de Valpaços    Ter Mar 26, 2013 6:07 pm

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Superou todas as expectativas
Valpaços



Crise passou ao lado da Feira do Folar de Valpaços

Não se ouviu falar de crise na XV edição da Feira do Folar de Valpaços que terminou este domingo.

O certame, que anima a economia do concelho, voltou a atrair milhares de visitantes e muitos foram os expositores, que a meio da tarde de domingo, já não tinham nada para vender. “Correu optimamente. Nós cada vez vendemos mais, as vendas estão sempre a aumentar e este ano a feira superou sem dúvida os anos anteriores”, conta uma das expositoras, Maria do Carmo.

E perante o cenário comercial, o presidente da autarquia de Valpaços não podia estar mais satisfeito, pois, o certame superou todas as expectativas. “Eu tinha dito aqui no princípio que se o S. Pedro nos ajudasse isto seria bom e de facto ele ajudou-nos, e o sucesso da feira está garantido ”, refere o autarca, António Medeiros, realçando, ainda, que é preciso continuar a investir nesta feira que dá mais força ao interior.

Ao longo dos três dias da Feira diversas actividades recreativas e culturais realizaram-se paralelamente ao maior evento anual realizado no concelho valpacense.


Brigantia, 2013-03-25
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MensagemAssunto: Folar impulsiona negócios em Izeda    Dom Mar 31, 2013 10:13 am

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O folar foi rei
Bragança



Folar impulsiona negócios em Izeda

O folar também foi rei em Izeda, no concelho de Bragança, no fim-de-semana passado, onde se realizou a XIV Feira do Folar.

Este produto, típico da Páscoa, tem já um peso na economia da vila, no entanto, os expositores este ano sentiram a crise. “Há gente a procurar os nossos produtos, porque é tudo caseiro de excelente qualidade, mas não é como antigamente, deve ser a crise”, refere uma produtora de folar presente no certame, Teresa Pinto.

O Jornal Nordeste conseguiu apurar, junto dos expositores presentes na feira, que o folar é bastante solicitado, mas a venda do resto dos artigos, como o artesanato, foi mais difícil.

O presidente da Associação de Desenvolvimento da Região de Izeda (ADRI) recorda que não é fácil organizar um evento desta envergadura, principalmente na actual conjuntura.

“Lutamos com muitas dificuldades. A única instituição que nos apoia, e sempre apoiou desde a primeira edição, é a Câmara Municipal de Bragança, só que temos sofrido alguns cortes e não é fácil”, explica Rui Simão.
Mesmo assim, o responsável faz um balanço positivo desta edição, pois aponta para 5 mil quilos de folar vendido ao longo dos três dias de certame.

Evento sustentável

A organização classificou os produtos expostos em três categorias: folares caseiros, semi-caseiros e industriais. Outras das iguarias em destaque na Feira do Folar foram a rosca doce, um bolo típico da Páscoa, os queijos de ovelha de Izeda e os doces tradicionais.
Além disso, o certame contou com uma exposição de máquinas agrícolas.

O investimento neste evento ronda os 20 mil euros, o que, segundo a organização, torna o certame totalmente sustentável.


, 2013-03-27
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MensagemAssunto: Feira do Folar anima Chaves no fim-de-semana de Páscoa   Dom Mar 31, 2013 10:18 am

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«Sabores de Chaves»
Chaves


Feira do Folar anima Chaves no fim-de-semana de Páscoa

Evento pretende dar especial relevo ao Folar de Chaves, cuja tradição, como principal alimento gastronómico da Páscoa, se baseia num ritual de partilha, solidariedade e confraternização, profundamente carregado de significado simbólico e religioso.

Nos dias 29 e 30 de Março, a cidade de Chaves vai ser palco de uma Feira do Folar. É mais uma iniciativa de promoção e valorização dos produtos e da região, através da projeção da marca «Sabores de Chaves».

Cerca de 20 produtores vão expor o principal símbolo gastronómico da Páscoa, em terras transmontanas – o folar à moda tradicional, mas também outros produtos típicos de Chaves, como o pastel, o presunto, fumeiro, pão centeio, bola de carne, vinho, mel, compotas, licores, artesanato e outros produtos agrícolas.

António Cabeleira, vice-presidente da Câmara Municipal de Chaves, refere à Renascença que este evento visa, essencialmente, “dar a conhecer o folar de Chaves e criar hábitos de consumo”, de modo a desenvolver “circuitos de comercialização”, para que os fabricantes flavienses recebam encomendas durante todo o ano e o folar deixe de ser consumido apenas sazonalmente.

A meta final é “criar riqueza e emprego permanente” no concelho, acrescenta.

Com um orçamento de 2.500 euros destinado à animação, a Feira do Folar de Chaves será dinamizada pela “prata da casa”, nomeadamente o projecto Enraizarte, a Brass Band da Orquestra de Sopros da Academia de Artes de Chaves, concertinas e grupos folclóricos e etnográficos do concelho.

“Quando nos sentimos em festa e estamos bem-dispostos, somos melhores consumidores e estamos disponíveis para gastar mais dinheiro!”, acrescenta António Cabeleira, que acredita no sucesso do certame, devido ao aumento de visitantes na época pascal, e à adesão dos flavienses que já não cozem o folar, mas não resistem à tentação de o ter à mesa.

Olímpia Mairos in Renascença, 2013-03-29
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MensagemAssunto: Núcleo de Cozinhas Regionais de Mogadouro concessionado a empresários da região   Qui Abr 11, 2013 10:55 pm

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Investimento de 2 milhões de euros
Mogadouro



Núcleo de Cozinhas Regionais de Mogadouro concessionado a empresários da região

A Câmara de Mogadouro anunciou a concessão a privados da exploração do Núcleo de Cozinhas Tradicionais, composto por três unidades transformadoras, concebidas para ajudar na promoção dos produtos endógenos da região nordestina.

\"Com este exemplo pretendemos apelar ao empreendedorismo dos empresários locais, no sentido de se criarem novas unidades industriais assentes na transformação dos produtos endógenos\", disse à agência Lusa o vereador António Pimentel do município de Mogadouro, António Pimentel.

O investimento ronda os dois milhões de euros, financiados em 85 por cento através do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER) e pretende criar \"uma dúzia\" de postos de trabalho.

António Pimentel acredita que com a criação destas unidades possam aparecer novas explorações pecuárias viradas para a produção de gado suíno com incidência na conhecida raça Bisara e servir de motor à reconversão agricultura da região.

\"Este potencial poderá ser uma alternativa ao setor leiteiro, a principal fonte de rendimento do concelho, o qual atravessa dificuldades devido ao aumento dos fatores de produção\", acrescentou o vereador.

O concelho de Mogadouro tinha na produção de leite de vaca a sua principal fonte de receitas, porém, há cada mais explorações a fechar e os produtores a virarem-se para outras fontes de rendimento como é caso da criação de porcos.

As unidades após a sua entrada em funcionamento vão produzir enchidos, com destaque para as alheiras feitas à base de cogumelos, sendo exploradas por dois empresários da região oriundos de Mogadouro e Vila Flor.

A última vistoria por parte das entidades competentes ao Núcleo de Cozinhas Tradicionais está marcada para terça-feira, terminando assim todo o processo de licenciamento das unidades de transformação.

\"A Câmara não tem vocação para a gestão deste tipo de unidades transformadoras, situação pela qual foi decido através de concurso público entregar a exploração das mesmas à iniciativa privada\", frisou.

As três unidades transformadoras estão instaladas na zona industrial de Mogadouro e ocupam cerca de 1.500 metros quadrados de área coberta.

Lusa, 2013-04-09
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MensagemAssunto: XVIII Concurso Nacional do Ovino de Raça Churra Galega Mirandesa   Qui Abr 11, 2013 11:01 pm

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Dia 20 de abril
Miranda do Douro



XVIII Concurso Nacional do Ovino de Raça Churra Galega Mirandesa

Realiza-se no próximo dia 20 de abril, no Mercado de Gado de Malhadas, a partir das 10 horas, o XVIII Concurso Nacional do Ovino de Raça Churra Galega Mirandesa.

Este é um evento que pretende divulgar esta raça de prestígio do planalto mirandês, dentro e fora de portas.

Para além disso, é também um concurso que tem por objetivo o estímulo e a orientação dos criadores na produção e melhoramento animal de ovinos de Raça Churra Galega Mirandesa por contribuírem para a valorização e aproveitamento de recursos forrageiros de regiões desfavorecidas, bem como para a obtenção de carne de elevada qualidade.


, 2013-04-10
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MensagemAssunto: Douro Film Harvest estreia-se no Brasil   Dom Abr 14, 2013 5:14 pm

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Entre 23 e 26 de maio
Douro


Douro Film Harvest estreia-se no Brasil

O Douro Film Harvest (DFH) arranca este ano com uma primeira edição no Rio de Janeiro, que decorre entre 23 e 26 de maio, com o objetivo de promover no Brasil o turismo e os vinhos duriense.

O DFH, lançado há cinco anos, assumiu-se como o primeiro evento de cinema descentralizado do mundo.

O certame combina a colheita dos vinhos produzidos na Região Demarcada do Douro com a sétima arte, associando ainda a música e a gastronomia.

O festival é organizado e produzido pela Expanding World, que conta com o apoio institucional da Entidade Regional Turismo do Douro.

O presidente do DFH, Manuel Vaz, disse hoje à agência Lusa que a grande novidade deste ano é a edição do Brasil, que vai ter como palco o Rio de Janeiro.

Segundo o responsável, este será o «primeiro evento cultural em Portugal a internacionalizar-se».

No Rio de Janeiro vamos fazer uma mostra do melhor que o projeto faz em Portugal, mantendo a aposta na música, cinema, vinho e gastronomia, sublinhou.

Nesse sentido, atuarão no Brasil músicos portugueses como os Deolinda, Cuca Roseta ou Mário Pacheco, aos quais se juntarão depois vozes brasileiras.

Na bagagem o DFH leva as curtas-metragens que participaram no concurso «Curtas da Casa», lançado no ano passado para estimular a produção e a exibição de filmes relacionados com o rio Douro e o Douro Vinhateiro.

Manuel Vaz anunciou que o padrinho da edição carioca do evento é o cineasta Cacá Diegues e que se fará, também, uma homenagem a Cármen Miranda.

O DFH Rio de Janeiro tem um orçamento de 350 mil euros, apoiados pelo Turismo de Portugal e iniciativa privada.

E, no Brasil, a organização quer continuar a «reforçar o evento como uma plataforma de promoção económica: turismo/produtos».

«É um passo empresarial para nós. Faz um roteiro sentimental entre o Rio de Janeiro e o Douro, a ligação histórica que nós temos», sublinhou.

A parceria do festival com o Brasil, reforçada este ano mas que já se repete há três edições, já está a dar frutos.

O presidente da Turismo do Douro, António Martinho, salientou que se constata que «há mais turistas brasileiros na região norte do país e há empresas que aumentaram as exportações para o Brasil».

Depois, em Portugal, o DFH realiza-se entre 14 e 21 de setembro, na região do Douro e no Porto.

«Foi um formato que funcionou. Houve um crescimento que nós notámos bastante, quer em termos de público, interesse e até de reconhecimento», salientou Manuel Vaz.

O responsável acrescentou, para trazer mais reconhecimento e benefício ao destino Douro, é importante o DFH estar na porta principal do destino, o Porto.

Pelo festival já passaram Milos Formam, Andie MacDowell, Kyle Eastwood, Cacá Diegues, Sophia Loren ou Bo Derek.

Lusa, 2013-04-12
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MensagemAssunto: Trás-os-Montes exporta alheiras para Macau   Sab Jun 29, 2013 3:56 pm

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«Mercado da saudade»
Trás-os-Montes


Trás-os-Montes exporta alheiras para Macau

Produtos certificados transmontanos, como a alheira de Mirandela, estão a conquistar novos mercados, como Macau, num processo de internacionalização, em que o mais difícil de convencer a pagar o preço da qualidade está a ser o «mercado da saudade».

França tem das maiores comunidades de emigrantes portugueses no mundo, muitos oriundos de Trás-os-Montes, a região em Portugal com maior número de produtos de qualidade certificados cobiçados também pelos franceses, mas difíceis de negociar.

\"França é um mercado complicado\", observou à Lusa Sónia Carvalho, empresária das Alheiras Angelina, de Mirandela, que integrou a delegação de empreendedores portugueses que a Fundação EDP levou, na sexta-feira, a Paris, no âmbito da iniciativa \"Exportar Trás-os-Montes\".

Lusa, 2013-06-25
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MensagemAssunto: Vila Real quer promover carne maronesa produzida por 1.300 famílias   Sab Jun 29, 2013 4:05 pm

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Estratégia de promoção
Distrito de Vila Real



Vila Real quer promover carne maronesa produzida por 1.300 famílias

A Câmara de Vila Real e a Associação de Criadores do Maronês apresentaram hoje uma estratégia de promoção e divulgação da carne de vitela maronesa, uma atividade da qual ainda vivem 1.300 famílias.

Numa altura em que se verificam alguns casos de abandono setor, devido ao envelhecimento dos produtores e às novas obrigações fiscais, o município e a cooperativa querem aumentar o consumo deste \"ícone\" do concelho transmontano.

O presidente da Associação de Criadores, Virgílio Alves, referiu que ainda existem 1.300 famílias que se dedicam a produção de carne maronesa.

, 2013-06-27
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