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MensagemAssunto: Morreu Oscar Niemeyer   Sab Dez 08, 2012 12:05 am

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Morreu Oscar Niemeyer


Morreu Oscar Niemeyer, o arquiteto de Brasília

por Maria João Caetano
Ontem

O arquiteto brasileiro Oscar Niemeyer morreu quarta-feira à noite aos 104 anos, no Rio de Janeiro, divulgou o Hospital Samaritano, onde estava internado desde o início de novembro. Uma infeção respiratória foi-lhe diagnosticada na última terça-feira e o arquiteto passou a receber respiração assistida. Niemeyer faleceu às 21:55 horas de quarta-feira (23:55 em Lisboa).

Numa das muitas entrevistas que deu a propósito dos seus cem anos, há cinco anos, o arquiteto brasileiro Oscar Niemeyer revelou como olhava para a sua vida: "Eu olho para trás, não sou como os outros que dizem que fariam tudo igual, eu faria muita coisa diferente. A vida é difícil, a vida nos leva a coisas que às vezes a gente não quer. A vida é um sopro, a gente vem, conta uma história e todo o mundo esquece depois. (...) Cem anos não dá prazer. Eu ia passar os cem anos sem muita alegria. A vida passou, eu procurei ser correto, trabalhar, mas não estou contente, na verdade não traz nenhum prazer. Só se o sujeito pensar que é importante, e eu acho isso tão ridículo, se ele pensar que é importante ele está fora do mundo."

Oscar Niemeyer o mais importante arquiteto brasileiro é também um dos nomes mais influentes da Arquitetura Moderna a nível mundial. O seu nome é imediatamente associado à cidade de Brasília, mas colocou também a sua assinatura em obras como Museu de Arte Contemporânea de Niterói, o sambódromo da Marquês de Sapucaí no Rio de Janeiro ou a sede da ONU, em Nova Iorque. Niemeyer ganhou inúmeros prémios ao longo dos ses 103 anos de vida, dos quais o mais importante é o Pritkzer, em 1988.

O arquiteto de Brasília

Nasceu no Rio Janeiro a 15 de dezembro de 1907. Desde criança que gostava de desenhar e muito cedo decidiu estudar arquitetura. Trabalhou com Lucio Costa . O seu primeiro projeto individual a ser construído foi a Obra do Berço, em 1937, no Rio de Janeiro - um edifício nitidamente influenciado por Le Courbusier. Em 1940, Niemeyer conheceu Juscelino Kubitschek, na altura prefeito de Belo Horizonte. A seu pedido, planeou o conjunto arquitectónico de Pampulha (1943). Foi com esse projeto que "o mundo clareou". "Defendo uma arquitetura diferente. Acho que a arquitetura não basta servir bem ao homem. Ela tem de ser bonita e, para ser bonita, tem que ser diferente, tem que criar surpresa, espanto. Tem de ser audaciosa. De modo que adotei um trabalho que é uma invenção."

Essa obra foi importante também pela relação que estabeleceu com Kubitchek, eleito em 1956 presidente do Brasil com o plano ambicioso de construir uma nova capital numa região despovoada no centro do país. E convidou para essa empreitada Niemeyer. O edifício do Congresso e o Palácio do Planalto são alguns dos projetos que exemplificam bem o estilo de Niemeyer. "Não é ângulo reto que me atrai, nem a linha reta, dura, inflexível, criada pelo homem", explicava. "O que me atrai é a curva livre e sensual, a curva que encontro nas montanhas do meu país, no curso sinuoso dos seus rios, nas ondas do mar, no corpo da mulher preferida. De curvas é feito todo o universo."

Ele achava que, apesar de todos os problemas que se vieram a revelar mais tarde, Brasília tinha valido a pena: "Brasília deu certo, era isso que JK queria, levar o progresso para o interior." "É uma cidade muito calma, muito tranquila." Mas a sua cidade preferida continuava a ser o Rio de Janeiro: "Eu gosto mesmo é do Rio. Do Rio da praia, dos amigos, de olhar para o mar, de sentir que a natureza é fantástica."

Niemeyer viveu "tranquilo com a vida"

Com um passado ligado ao Partido Comunista, Niemeyer não escondia a sua admiração por Lula. Numa entrevista no ano passado, dizia: "Continuo a defender a mensagem básica que é possível reconhecer nos escritos de Marx - a sua confiança no advento de uma sociedade mais justa e mais fraterna. Aprecio muito a coragem política e a capacidade de resistência ao imperialismo dos EUA de líder como Fidel, em primeiro, e Chávez. Não sou cientista político, portanto, não posso avaliar 'tecnicamente' o grua de eficácia do modelo político adotado na Venezuela e na China."

Aos 95 anos começou a estudar filosofia. Contratou um professor que vinha todas as terçaas-feiras ao atelier dar aulas. "O importante é a pessoa ser curiosa. Não é um interesse de um intelectual, é um interesse de um sujeito normal que sente a vida, que é solidário, que acha que o mundo pode ser melhor, que um dia o homem possa ter prazer em ajudar o outro, é isso que é a generosidade num certo sentido."

A sua arquitetura podia ser monumental, mas Niemeyer nunca perdeu essa dimensão humana. "Quando vêm repórteres estrangeiros aqui eles realmente querem que eu fale o que fiz, os projetos, e me dá uma preguiça de falar. A arquitetura é importante, é a minha profissão, passei a vida debruçado na prancheta. Mas o importante é a vida, fazer a vida mais justa, isso é que é importante." O arquiteto costumava contar uma história: "Uma vez um amigo meu me perguntou: Oscar, o que é a vida? Eu disse: mulher do lado, e seja o que deus quiser. O resto, paciência...". Brincadeiras à parte, Niemeyer não se cansava de elogiar a sua segunda mulher, Vera, com quem casou em 2006, dois anos depois de ficar viúvo de Anita Baldo, com quem tinha casado aos 21 anos. Até porque quando se vive assim tanto é inevitável sentir a tristeza de perder os irmãos, os amigos e até a filha, Anna Maria, que morreu este ano com 81 anos. "É bom marchar junto. Ter bons amigos é extraordinário. Um apoiar no outro."

Aos 104 anos, Oscar Niemeyer continuava a sua vida normal, trabalhando sempre que podia ("o trabalho alivia a dureza da vida"), comendo pouco pois não gostava muito de comer, fumando. "Tomo meu vinho de tarde. Os amigos batem papo, isso ajuda." Desde 2009, começou a sofrer de doenças associadas à idade, fora de casa deslocava-se numa cadeira de rodas, foi internado algumas vezes nos últimos tempos. Num desses internamentos, em 2010, aproveitou para escrever um samba. O título diz tudo: 'Tranquilo com a Vida'.

Ouça o samba 'Tranquilo com a Vida':



Alto (quase dois metros) e bonacheirão, de sorriso fácil e atento, embora alguns lembrem que quando se irritava se tornava insuportável, Bana deixa um legado extra carreira, pois foi graças ao "Rei da Morna" que muitas das atuais "estrelas" da música cabo-verdiana começaram a brilhar.

Foi Bana quem ajudou, por exemplo, Celina Pereira, Paulino Vieira, Tito Paris, Leonel Almeida, Titina, Zizi Vaz, entre muitos outros, abrindo caminho a que a décima ilha, a da diáspora, pudesse ser iluminada com tanta estrela.

Em maio de 2008, a saúde pregou-lhe uma partida, quando sofreu um acidente vascular cerebral. Foram meses duros, mas que não o impediram de, depois, voltar a pegar no violão, pouco usual, e a cantar.

Companheiro de todos os "históricos" da música cabo-verdiana, Bana foi embalado pelos instrumentos tocados por Manuel d'Novas, Luís Morais, Morgadinho, entre muitos outros de todas as gerações.

Em 2012, foi distinguido com o Prémio Carreira, pelo Cabo Verde Music Awards, sucedendo a Cesária Évora, a "Rainha da Morna".

Bana foi alvo de inúmeras homenagens e uma das mais comoventes aconteceu em junho de 1992, quando viu encher a sala da Aula Magna, em Lisboa, para celebrar 50 anos de carreira na presença de todas as gerações.

Luís Morais, Manuel d'Novas, Celina Pereira, Ildo Lobo, Morgadinho, Manel de Ti Djena, Ana Firmino, Zizi Vaz, Fernanda Queijas, Maria Alice, Titina, Leonel Almeida, Paulino Vieira, Tói Vieira, Armando Tito, Djon, Tito Paris, Vaiss, Nabias, Quim e Nando, todos nomes sonantes, estiveram lá a tocar para o "Rei da Morna".

"Bana: Uma Vida a Cantar Cabo Verde" conta a sua vida num livro biográfico, escrito pela jurista portuguesa Raquel Ochôa, lançado em 2008 em Lisboa.

Antes de chegar a Portugal, o que só aconteceu em 1969, Bana passou pelo Senegal, Holanda, França e por muitos palcos do mundo, onde foi gravando discos uns atrás dos outros, a solo ou com os "Voz de Cabo Verde".

A "estreia" em Portugal, que aconteceu na inauguração da Casa de Cabo Verde em Lisboa, dá-se pela insistência de vários elementos da Tuna Académica de Coimbra, que tentava levá-lo à então Metrópole em 1959. Entre eles figuravam Manuel Alegre e Fernando Assis Pacheco.

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MensagemAssunto: Morreu JJCale   Dom Jul 28, 2013 3:44 pm

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Morreu JJCale

por H.T. com AFP
Hoje


Cantor e compositor JJCale morreu aos 74 anos

Compôs para Eric Clapton e Johnny Cash, entre muitos outros. O cantor e compositor americano JJ Cale morreu sexta-feira na Califórnia, de ataque cardíaco, aos 74 anos, podia ler-se no seu site.

Nascido no estado americano do Oklahoma, JJ Cale teve uma carreira com mais de meio século. E canções como After Midnight e Cocaine, compostas para Eric Clapton nos anos 70, foram alguns dos seus maiores sucessos.

Os dois voltaram a juntar-se em 2006 para gravar o álbum The Road to Escondido, que valeu um Grammy a JJ Cale.

O músico compôs ainda temas para Johnny Cash, Lynyrd Skynyrd, Santana, The Allman Brothers ou The Band.

Depois da edição do seu último álbum de estúdio, Roll On, gravado em 2009, JJ Cale confessava: "Lembro-me do meu primeiro álbum. Tinha 32 ou 33 anos e pensava ser demasiado velho. Mas agora dou por mim a fazer isto aos 70 anos. Por vezes pergunto-me o que estou a fazer aqui, estava melhor a preguiçar em qualquer lado".

Mas para este artista eclético, guitarrista, produtor, engenheiro, cantor, compositor, a música era uma vocação. Recentemente escrevera Angel, uma canção do álbum de Eric Clapton editado em março. Na gravação era o próprio JJ Cale quem tocava guitarra.

Numa entrevista à revista Vanity Fair há alguns anos, Eric Clapton garantia que JJ Cale era a pessoa que mais admirava no mundo. E segundo o site do agente do músico, Neil Young terá dito a mesma coisa: "De todos os músicos que já ouvi, Jimmy Hendrix e JJ Cale são os melhores a tocar guitarra elétrica".

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MensagemAssunto: Morreu Fernando Martins   Dom Jul 28, 2013 3:50 pm

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Morreu Fernando Martins

por Madalena Esteves
Hoje


Antigo presidente do Benfica faleceu este domingo. Tinha 96 anos.

Fernando Martins, antigo presidente do Benfica, faleceu este domingo, confirmou o clube da Luz. O antigo dirigente tinha 96 anos. Dirigiu o clube entre 1981 e 1987.

Luís Filipe Vieira, presidente do Benfica, publicou no site do clube uma mensagem de reconhecimento a Fernando Martins.

"Nunca estamos preparados para nos despedir de alguém que admiramos e em cujo exemplo nos fomos sempre apoiando. Pelas suas convicções, pelo exemplo de carácter e por tudo quanto fez pelo Clube, Fernando Martins será sempre recordado como uma figura incontornável da vida do Sport Lisboa e Benfica. Perdi um amigo e uma pessoa em quem muitas vezes procurei conselho. À sua família quero deixar um abraço amigo num momento que é sempre muito difícil, aos benfiquistas o pedido de continuarmos a honrar a sua memória com a dedicação que ele sempre pôs ao serviço do Clube", refere-se no comunicado.

In DN


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MensagemAssunto: Morreu Adriano Pires   Sab Ago 03, 2013 4:25 pm

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Morreu Adriano Pires


Funeral está marcado para amanhã.

Morreu hoje o ex-presidente da câmara de Bragança, Adriano Pires.Com 93 anos faleceu esta quarta-feira no Porto, onde estava a viver com uma filha.Adriano Pires nasceu na aldeia de Fontes Transbaceiro, concelho de Bragança e foi presidente da câmara entre 1954 e 1967.

Residia na aldeia de Espinhosela, onde casou, e o presidente da junta de freguesia recorda-o como “uma pessoa de bem pois trouxe melhoramentos visíveis para a aldeia ao nível de calcetamentos e na estrada que liga a Bragança pois foi ele que fez o rompimento e na altura os trabalhos eram feitos à mão”, refere Telmo Afonso, acrescentando que “era uma pessoa simples com que se falava bem e que deixa saudades na aldeia”.

Adriano Pires era regente agrícola.Foi presidente do Grémio da Lavoura de Bragança entre 1946/48, e um dos fundadores da Caixa de Crédito Agrícola de Bragança.Em 1946 foi convidado para vereador da Câmara Municipal de Bragança, funções que desempenhou durante nove anos.

Em 26 de Novembro de 1954 foi empossado como Presidente da Câmara Municipal de Bragança.O actual autarca salienta que foi um bom gestor da causa pública.“De entre todos os presidente de câmara da República foi aquele que fez o terceiro mandato mais longo e fê-lo com muito emprenho”, refere Jorge Nunes, acrescentando que “eu ouvia o meu pai referir-se ao ex-presidente com carinho e respeito pois era uma pessoa reconhecida pelas suas qualidades de cidadão e de gestor da causa pública”.

“Era um homem dedicado ao concelho e deixa uma boa memória e um bom legado a este município”, conclui.O corpo de Adriano Pires deverá chegar à aldeia de Espinhosela ao final da tarde de hoje, sendo que o funeral está marcado para amanhã.

Bri, 2013-08-01
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Fantômas

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MensagemAssunto: Morreu Urbano Tavares Rodrigues   Sab Ago 10, 2013 2:12 pm

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Morreu Urbano Tavares Rodrigues

por M.J.C.Ontem


Urbano Tavares Rodrigues em 2010 Fotografia © Bruno Simões/ Arquivo Global Imagens

Morreu hoje o escritor e professor universitário Urbano Tavares Rodrigues, de 89 anos, confirmou ao DN a sua editora, a Dom Quixote.

A notícia foi dada pela filha, Isabel Fraga, na página de Facebook "Urbano Tavares Rodrigues - escritor", onde escreveu esta manhã: "O meu pai acaba de nos deixar. Estava internado nos capuchos há 3 dias. Não tenho mais informações. Soube agora mesmo".

Catedrático jubilado da Faculdade de Letras de Lisboa, membro da Academia das Ciências, tem uma obra literária e ensaística muito vasta e traduzida em inúmeros idiomas, do francês e do espanhol ao russo e ao chinês. Obteve diversos prémios, entre eles o de Vida Literária da Associação Portuguesa de Escritores, o prémio Fernando Namora, o Ricardo Malheiros da Academia das Ciências.

Entre os seus livros, destaque para 'A Noite Roxa', 'Bastardos do Sol', 'Os Insubmissos', 'Imitação da Felicidade', 'Fuga Imóvel', 'Violeta e a Noite', 'O Supremo Interdito', 'Nunca Diremos Quem Sois' ou 'A Estação Dourada'.

Urbano Tavares Rodrigues, que foi afastado do ensino universitário durante as ditaduras de Salazar e Caetano, participou activamente na resistência. Impedido de leccionar em Portugal, foi leitor de português nas universidades de Montpellier, Aix e Paris entre os anos de 1949 e 1955. E foi preso por várias vezes nos anos sessenta.

Doutorou-se em 1984 em Literatura com uma tese sobre a obra de Manuel Teixeira Gomes.

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MensagemAssunto: Morreu o príncipe holandês Johan Friso   Qui Ago 15, 2013 4:01 pm

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Morreu o príncipe holandês Johan Friso

PÚBLICO
12/08/2013


O príncipe ao lado da mulher Mabel Wisse Smit TOUSSAINT KLUITERS/AFP

Príncipe, de 44 anos, tinha sofrido um grave acidente de esqui no ano passado e estava desde então em coma.

O príncipe holandês Johan Friso morreu esta segunda-feira, aos 44 anos, devido a complicações resultantes de uma lesão cerebral sofrida num acidente quando esquiava em Fevereiro do ano passado.

Num comunicado revelado na tarde desta segunda-feira pela casa real holandesa, citado pela Reuters, é indicado que o príncipe “morreu de complicações que surgiram em consequência da lesão cerebral sofrida devido à privação de oxigénio" ocorrida no acidente.

No acidente que ocorreu numa pista de esqui em Lech, na Áustria, o príncipe ficou soterrado pela neve. Inicialmente recebeu assistência num hospital de Londres, tendo sido transferido no mês passado para o palácio real, residência oficial da rainha Beatriz, a sua mãe, onde tinha o acompanhamento de uma equipa médica permanente.

Segundo filho da antiga monarca Beatriz e do falecido príncipe Claus, tinha como irmãos o actual rei Willem-Alexander e o príncipe Contantijn.

O príncipe era casado com Mabel Wisse Smit, com quem teve duas filhas, Luana e Zaria. O casamento, celebrado em 2004, esteve no centro de uma polémica por não ter sido autorizado oficialmente pelo governo do país, como exige o protocolo real.

O príncipe deixou se ser considerado membro oficial da casa real holandesa desde então mas manteve o título de príncipe de Orange-Nassau.

notícia corrigida às 16h18 para referir que o actual monarca holandês é Willem-Alexander e não a sua mãe Beatriz

In Público

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MensagemAssunto: Morreu Elmore Leonard   Ter Ago 20, 2013 4:18 pm

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Morreu Elmore Leonard

por Lusa, publicado por Ana Meireles
Hoje


Morreu o escritor norte-americano Elmore Leonard
Fotografia © MDCarchives/Wikimedia Commons

O escritor norte-americano Elmore Leonard, autor de vários policiais, conhecidos pela adaptação para cinema, morreu hoje, aos 87 anos, em Detroit, Estados Unidos, foi hoje anunciado.

A notícia foi dada na página oficial do escritor, que estaria a recuperar de um ataque súbito que sofreu no início do mês, numa altura em que preparava "intensamente" um novo romance policial.

Nascido a 11 de outubro de 1925, em Nova Orleães, Elmore Leonard começou por escrever "westerns", mas mais tarde focou-se sobretudo no género policial, publicando mais de 40 títulos, muitos deles adaptados para cinema.

Entre as histórias mais conhecidas que chegaram ao grande ecrã contam-se "Um homem", de Martin Ritt, protagonizado por Paul Newman em 1957, "Jackie Brown", de Quentin Tarantino, "O comboio das 3 e 10", de James Mangold, "Romance perigoso", de Steven Soderbergh, e "Jogos quase perigosos" ("Get shorty", no original), de Barry Sonnenfeld.

Com obra também adaptada para televisão, Elmore Leonard foi distinguido em novembro de 2012 pela National Book Foundation, pelo contributo para a literatura norte-americana, por conta de um "trabalho literário cheio de vida e com um estilo inimitável".

Em Portugal estão publicados vários títulos do autor, nomeadamente "Justiça de crocodilo", "Crianças pagãs", "Cuba libre" e "Unha com carne".

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