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Romy

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MensagemAssunto: Arqueologia   Qui Set 11, 2008 9:13 am

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Mais um berrão em Picote
Miranda do Douro




Restauro de casa traz à luz achados pré-históricos. Já é o terceiro berrão encontrado

As obras de requalificação em curso na aldeia de Picote estão a pôr a descoberto um conjunto de achados arqueológicos.

Os artefactos pré-históricos foram descobertos aquando da realização do restauro de uma casa, na zona mais antiga da aldeia, o que vai enriquecer o espólio do futuro museu da localidade.
“Os novos achados vêm confrontar as teses que identificam a chamada zona da Peinha de l Puio, como um local de grande interesse”, defendem os arqueólogos que estão no local.

Durante o derrube dos muros, foram identificadas pedras trabalhadas em granito da região, sendo que uma delas é parte de um berrão, uma escultura zoomórfica, que não preserva a cabeça e parte traseira e que se identifica, assim, como pertencente à parte dianteira de um porco.

A primeira figura apareceu em 1952 e pode ser apreciada junto à igreja da aldeia

Nesta empreitada, realça-se o aparecimento de uma parte de outro berrão, o terceiro identificado naquela área. Recorde-se que a primeira figura apareceu em 1952 e pode ser apreciado junto à igreja da aldeia. Já o segundo berrão foi reconhecido quando se procedia ao desmantelamento de uma parede de uma casa em 2005.
“Estas esculturas zoomórficas e a sua cronologia são assunto de debate entre a comunidade científica, devido à estreita existência de estudos sobre o tema e à escassez a dados arqueológicos”, defende a arqueóloga Mónica Salgado.
Com os dados disponíveis, os investigadores advogam a existência de um culto zoolátrico por parte desta comunidade criadora de gado.

A devoção zoolátrica prende-se com o carácter religioso que estes povos assumiam, adorando entidades protectoras. A maioria dos investigadores defende a feitura destas esculturas a partir do V e IV a.C., não excluindo, no entanto, a hipótese de terem uma origem anterior.
Com estes novos achados arqueológicos, Picote arroga, mais uma vez, um passado de grande valor.

Francisco Pinto, Jornal Nordeste, 2008-09-11
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Fantômas

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MensagemAssunto: Arqueologia diversa   Ter Set 16, 2008 3:41 pm

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Colóquio Internacional
Boticas




«Guerreiros Castrejos: Deuses e Heróis nas Alturas do Barroso»,

Com o apoio das Universidades de Trás-os-Montes e Alto Douro, do Minho, do Porto, de Santiago de Compostela e da Corunha, a Câmara Municipal de Boticas está a organizar o Colóquio

Internacional “Guerreiros Castrejos: Deuses e Heróis nas Alturas do Barroso”, que reunirá a presença de arqueólogos, mitólogos e antropólogos de Portugal, Espanha e Alemanha.

Aberto a toda a comunidade, este colóquio terá lugar nos próximos dias 26, 27 e 28 de Setembro e decorrerá no auditório municipal de Boticas e em diversos locais de interesse histórico e lugares de memória do concelho, com especial atenção para o Outeiro do Lesenho, na freguesia de S. Salvador de Viveiro, onde foram descobertas quatro estátuas de guerreiros calaicos ou castrejos, considerados verdadeiros “ex-libris” da arqueologia portuguesa.

Dos temas a abordar, destacam-se a guerra, os guerreiros e a sociedade num visão antropológica, os guerreiros galaico-lusitanos no contexto da plástica guerreira monumental centro-europeia, a guerra e muralhas para uma cultura pacificadora, quem são os mouros dos castros, identidades e contextos dos deuses e heróis nas Alturas do Barroso, entre outros.

Como conferencistas convidados intervirão Martín Almagro-Gobea (Universidade Complutense de Madrid), José Augusto Maia Marques (Instituto Superior da Maia), Luis Raposo (Director do Museu Nacional de Arqueologia, Lisboa), Brancisco Fariña Busto (Director do Museu Arqueológico Provincial de Ourense), Thomas Schattner (Director do Instituto Arqueológico Alemão, em Madrid), Francisco Calo Lourido (Pontevedra, Galiza), Alexandre Parafita (Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro) e Armando Coelho (Universidade do Porto).

Espigueiro, 2008-09-16
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MensagemAssunto: O Abade de Baçal   Seg Set 29, 2008 2:57 pm

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O Padre Francisco Manuel Alves, por todos conhecido como Abade de Baçal, foi um historiador, etnógrafo e arqueólogo. Nasceu em 9 de Abril de 1865 e faleceu em 13 de Novembro de 1947. Frequentou o liceu, onde fez os preparatórios, ingressando de seguida no Seminário de Bragança, onde foi ordenado padre em 13 de Junho de1889. Pouco tempo depois foi nomeado pároco da sua terra natal, Baçal, onde permaneceu toda a sua vida de pároco, vivendo para os seus paroquianos e para os trabalhos agrícolas nas terras herdadas de seus pais. Paralelamente desenvolveu uma actividade de investigação arqueológica e histórica por terras do distrito de Bragança. Digno de realce é o facto de o Abade não ter tido estudos específicos que o capacitassem para tal. Apenas o seu saber de experiência feito e a sua intuição natural, aliado à ajuda que muitos dos seus amigos lhe davam, permitiu que a sua obra fosse tão vasta e de tanto valor científico, aliás reconhecido mais tarde com a filiação na Academia das Ciências, na Associação dos Arqueólogos Portugueses, no Instituto Etnológico, na comissão de História Militar, como vogal e como membro de vários institutos académicos estrangeiros. Em 1925, em reconhecimento à sua contribuição para um melhor conhecimento das terras do distrito, foi nomeado director-conservador do Museu Regional de Bragança, mais tarde Museu Abade de Baçal, em sua homenagem.

Não se pense que a sua vida se cingiu apenas à arqueologia e à história. Foi sempre uma voz activa e respeitada em todos os assuntos que à igreja diziam respeito. Escreveu textos em muitos jornais, tanto regionais como nacionais, onde opinava sobre os mais variados temas, como as polémicas em que a igreja bragançana esteve envolvida nos princípios do século XX, em defesa do seu bispo, D. José Alves Mariz.

Dos jornais nacionais em que colaborou destacaria O Comércio do Porto, O Diário de Notícias, O Século e O Primeiro de Janeiro. Também os jornais regionais tiveram a sorte de publicar escritos seus. Destaco, entre outros, o Anuário de Viana do Castelo, A Palavra, A Torre de D. Chama, o Distrito de Bragança, Gazeta de Bragança, Leste Transmontano, Notícias de Bragança, O Comércio de Chaves e O Bragançano. Toda esta actividade em prol da sua terra teve, como consequência natural, um reconhecimento público em 1935 quando lhe foi prestada uma grande homenagem nacional, a atribuição do seu nome ao Museu de Bragança, a condecoração com o Grande Oficialato da Ordem de Santiago pelo e a inauguração de um monumento da autoria do escultor Sousa Caldas, segundo projecto do arquitecto Januário Godinho. Ainda bem que foi em vida que as suas gentes lhe prestaram esta homenagem. Estamos habituados a que isto só aconteça após a sua morte.

Neste primeiro texto realçarei algumas das suas obras, deixando para o próximo a sua obra principal e algumas das características que o tornaram um homem querido por todos os que com ele trabalharam e o ajudaram a tornar realidade uma obra gigantesca.

Os seus estudos estenderam-se por todo o distrito de Bragança, chegando mesmo a todo o Trás-os-Montes. São prova do que afirmo o texto que intitulou de Trás-os-Montes e foi publicado na Colecção Portugal aquando da Exposição de Sevilha. Lx.ª , 1929; Chaves, Apontamentos arqueológicos,Gaia, 1931; Vinicultura Duriense, Régua, 1938; Catálogo dos Manuscritos de Simancas,respeitantes à História Portuguesa. Coimbra, 1933 e Lista de Provesende e Sepulcros Luso-Romanos. Lx.ª, 1938.

Respeitante ao distrito de Bragança publicou, entre outros, Moncorvo, Subsídios para a sua História, Porto, 1908; Castro de Avelãs, Mosteiro Beneditino, Coimbra, 1910 e As Terras Bragançanas, Coimbra, 1932

Postumamente foram publicadas algumas cartas nomeadamente Cartas Inéditas do Abade de Baçal, in Presença, Coimbra; cartas a José Montanha, Braga, 1973 e Cartas ao Prof. Manuel Maria Chamorro, in Mensageiro de Bragança, nº 703, 7.2.1958.

Registo com muito agrado a homenagem que a cidade de Bragança lhe prestou no ano do centenário do seu nascimento, 1964. Bem merecida.

Manuel Cordeiro

Professor da UTAD

Publicado no Notícias de Vila Real

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MensagemAssunto: Na peugada do Abade de Baçal   Seg Set 29, 2008 3:05 pm

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Na peugada do Abade de Baçal
Bragança




Visitantes passam pela freguesia de Baçal em busca de informações sobre o seu habitante mais conhecido

Muitos são os turistas e curiosos que passam à procura de informações sobre o mais ilustre habitante local: o Abade de Baçal. Às portas de Bragança, a freguesia é ponto de passagem de inúmeras pessoas que pretendem conhecer a antiga casa em que nasceu e viveu o reputado sacerdote, arqueólogo e historiador.

No entanto, aquilo que os visitantes encontram é, apenas, uma habitação degradada, com paredes prestes a ruírem. “Algumas viram para trás, porque já não há quase nada para ver. Requalificar a casa do Abade seria uma boa coisa para a aldeia”, salientou Américo Vidal, um habitante de Baçal.
Em processo de degradação há cerca de seis décadas, o edifício vai ser transformado num hotel rural, orçado em cerca de um milhão de euros, com capacidade para 20 quartos. Além da vertente hoteleira, esta unidade contemplará uma sala e adega tradicional, bem como um espaço dedicado à memória do Abade de Baçal, tal como o Jornal Nordeste noticiou há uns meses atrás.


Desertificação é um problema que não atinge Baçal

Com cerca de 380 habitantes, a aldeia continua a “guardar” os seus jovens que fazem o percurso entre Bragança e Baçal, onde trabalham e vivem. “Temos mantido o número de pessoas que moram aqui, apesar da população estar um pouco envelhecida. Os mais novos arranjam emprego na cidade e optam por viver na aldeia”, explicou o presidente da Junta de Freguesia de Baçal, João Alves.
Além de ser a primeira opção para aqueles que têm ligação à terra, a aldeia também tem atraído, nos últimos anos, diversos investimentos por parte de pessoas sem qualquer relação com a freguesia. “Temos boas condições e, cada vez mais, pessoas novas procuram terreno para construírem aqui, o que é muito bom para Baçal”, sublinhou o autarca.

A par das boas condições oferecidas pela localidade, o responsável sublinha as tradições, como a Festa dos Rapazes, na altura do Dia dos Reis, e a boa relação entre os habitantes como aquilo que Baçal tem de melhor. “Não há nada que pague a amizade entre as pessoas de cá, que são muito unidas. Também destaco as tradições que atraem muitos curiosos todos os anos”, acrescentou João Alves.

Sandra Canteiro, Jornal Nordeste, 2008-09-29
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MensagemAssunto: Vestígios arqueológicos   Ter Out 07, 2008 9:26 am

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Obras de requalificação na aldeia
Miranda do Douro


Vestígios arqueológicos achados em Picote

As obras de requalificação em curso na malha urbana da aldeia de Picote puseram a descoberto um conjunto de achados arqueológicos. Os artefactos pré-históricos foram descobertos aquando do restauro de uma casa situada na zona mais antiga da aldeia.

\"Os novos achados vão confrontar as teses que identificam a chamada zona da \"Peinha de l Puio\", um local de grande interesse arqueológico,\" defendem os arqueólogos.

Foram identificadas durante o derrube dos muros três pedras trabalhadas em granito da região. \"Uma das pedras identificadas é parte de um berrão, uma escultura zoomórfica. O fragmento não preserva a cabeça e parte traseira. Este fragmento identifica-se assim como pertencente à parte dianteira de um porco,\" defende Mónica Costa, arqueóloga.

Nesta empreitada, realça-se sobretudo o aparecimento de outra parte de um outro berrão sendo já o terceiro identificado naquela área. A primeira figura apareceu em 1952 e pode ser apreciada no largo junto à igreja local. O segundo berrão foi identificado quando se procedia ao desmantelamento da parede de uma casa, em 2005.

Francisco Pinto in JN, 2008-10-06
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MensagemAssunto: Os tesouros perdidos de Dine   Sex Out 17, 2008 3:20 pm

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Os tesouros perdidos de Dine
Vinhais




Peças e objectos retirados clandestinamente da Lorga de Dine podem não ser recuperados

A grandiosidade da gruta faz antever o seu valor histórico e patrimonial. Os desenhos nas rochas, fruto da dissolução das águas subterrâneas ao longo de milhares de anos, fazem da Lorga de Dine, no concelho de Vinhais, um local muito cobiçado por «caçadores de tesouros».

Após a sua descoberta, em 1964, o diplomata dinamarquês Carl Harpsöe encetou a primeira campanha de escavações, durante a qual foi identificado um espólio com cerca de 5 500 espécimes. Nos anos que se seguiram, contudo, o espaço arqueológico foi vandalizado e destruído, sobretudo nos anos 80, por pessoas ligadas à Arqueologia e Geologia ou simples “curiosos”. “Na década de 80, e de 2005 até há bem pouco tempo, vinham pessoas à procura de objectos que destruíam este património”, explicou Maria Judite Lopes, responsável por mostrar a Lorga de Dine e o Núcleo Interpretativo de Dine.

Segundo esta habitante, além de pedras e estalactites cortadas e arrancadas, foi perdido o rasto a um grande número de achados arqueológicos. “Durante muito tempo, foram feitas escavações clandestinas, durante as quais foram levadas peças que poderão ter desaparecido para sempre”, lamenta a responsável.

Objectos de valor histórico e arqueológico incalculável foram roubados por “caçadores de tesouros”, que também contribuíram para a destruição da própria lorga, dada a violência com que foram efectuadas algumas escavações. “As intervenções eram muito profundas e arruinaram algumas peças naturais únicas e lindíssimas”, acrescentou Maria Judite Lopes. Foi em resultado de uma dessas acções, que foi descoberta uma terceira grande sala na gruta, que integra, também, um desconhecido número de galerias.

A “guia” chegou a alertar entidades e as autoridades de segurança, mas “nunca ninguém ligava”, lamenta.
Recorde-se que a Lorga de Dine é uma cavidade natural de origem cársica e tem uma beleza inigualável devido às estalactites, estalagmites, colunatas calcárias e “desenhos”, bem como relevos naturais impressos nas paredes da gruta. Localizado a sul de Dine, na encosta do outeiro “Castro”, este espaço foi ocupado no final do Neolíticos e início da Idade do Ferro. Ou seja, entre o 4º e o 1º Milénio Antes de Cristo (A.C.). Assim, a Lorga de Dine funcionou como habitação, armazém de cereais e, também como cemitério, dada a quantidade de ossos humanos e de animais ali encontrados.

Fornos de Cal são outro cartão de visita de Dine

Ao fazer o percurso desde o Núcleo Interpretativo de Dine até à Lorga, os turistas podem conhecer os antigos fornos de cal, cuja actividade trouxe, até à década de 60, um sem-número de comerciantes e compradores de cal. “Os fornos eram uma tradição de Dine, que era das poucas aldeias da região que o produziam em tanta quantidade”, explicou Maria Judite Lopes.

Segundo a responsável, a cal fabricada na aldeia era vendida e utilizada para a construção e também para a pintura de edifícios. “Durante oito a dez dias os fornos ardiam para obterem a cal, que depois era transportada em carros de bois até à Estrada Nacional entre Bragança e Vinhais, onde eram mudados para camionetas”, recordou. Só a partir de1957 é que os acessos até aos fornos de cal foram arranjados, de modo a permitirem a passagem de carrinhas para carregarem aquele produto. “Era um negócio que trazia muita gente e movimento à aldeia”, sublinhou Maria Judite Lopes.

Devido ao elevado património histórico e arqueológico, bem como à sua integração no Parque Natural de Montesinho, Dine é um dos locais preferidos dos turistas nacionais e estrangeiros. “Todos os dias passam imensas pessoas pela aldeia, que querem conhecer a Lorga, os Fornos de Cal, a igreja ou a própria localidade”, explicou o presidente da Junta de Freguesia de Fresulfe, Manuel Afonso.

Assim sendo, a autarquia tem apostado nesta área, através da criação de equipamentos de turismo rural e da requalificação da aldeia. “Verifica-se um aumento no número de turistas e visitantes que trazem movimento e riqueza à freguesia, pelo que tentamos preservar o património”, adiantou o responsável.

Sandra Canteiro, Jornal Nordeste, 2008-10-15
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farao
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MensagemAssunto: Melhor balneário romano ibérico achado no Arrabalde   Seg Nov 10, 2008 11:00 pm

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Bem conservado balneário termal
Chaves




Melhor balneário romano ibérico achado no Arrabalde

A Câmara de Chaves candidatou a património nacional as descobertas arqueológicas do Arrabalde.

Em causa estão vestígios do mais bem conservado balneário termal da Península Ibérica. O local vai ser um museu.

Já se encontra no Instituto de Gestão do Património Arqueológico e Arquitectónico (IGESPAR) o pedido de classificação do balneário termal romano descoberto nas escavações feitas na praça do Arrabalde, no centro de Chaves, aquando da construção de um parque de estacionamento subterrâneo (entretanto transferido, já em forma de silo-auto, para uma zona próxima). A autarquia pretende que o local, onde irá ser construído um museu, seja classificado como Monumento Nacional, à semelhança da Ponte Romana.

As prospecções arqueológicas feitas no local terminaram há já alguns meses e não deixam margem para dúvidas. \\"Estamos perante o mais bem conservado balneário termal da Península Ibérica, que nos dá informações de como funcionavam os balneários terapêuticos na época\\", garante o arqueólogo municipal Sérgio Carneiro.

Um dos vestígios mais visíveis do balneário é a piscina central, que, de acordo com o arqueólogo, foi construída mesmo em cima da nascente termal. Em redor da piscina central, nota-se a existência do que terão sido salas para outros tratamentos. Descoberta foi também a conduta que levaria a água para os tanques do balneário.

O trabalho de prospecção já permitiu igualmente concluir que o balneário foi alvo de uma derrocada, o que terá acontecido no século IV. Segundo Sérgio Carneiro, dentro da piscina, foram encontradas a cúpula e a parede do edifício e ainda o esqueleto de duas pessoas que terão sido vítimas do derrube. \\"Neste momento, está a ser analisado e inventariado todo o material\\", explicou ainda o mesmo responsável.

Definido está já que o local será transformado num museu. O projecto está já a ser elaborado num gabinete de arquitectura de Vila Nova de Gaia. Segundo o presidente da Câmara, João Batista, o museu terá uma cave visitável, mas a praça ficará na mesma pedonal. \\"Ao andar em cima da praça, as pessoas poderão ver os vestígios, graças ao recurso de materiais que o permitiam. É aquilo a que se poderá chamar a democratização da visão\\", explica Batista.

Na sequência da descoberta, e tendo em conta a o elevado número vestígios romanos na cidade, a autarquia está a preparar a realização de um congresso sobre o assunto que terá lugar no próximo ano. De resto, será também com base nos vestígios da era romana e em todo o património classificado que a autarquia está a preparar um dossiê para uma futura candidatura da cidade a património do mundo.


Margarida Luzio in JN, 2008-11-10
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MensagemAssunto: Valorização do Castro   Ter Nov 18, 2008 12:53 am

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Valorização do Castro
Alijó




Castro do Pópulo recebe a visita do IGESPAR

No passado dia 5 de Novembro, o Município de Alijó recebeu uma visita por parte do Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico responsável pela fiscalização e controle dos trabalhos arqueológicos desenvolvidos a nível nacional.

Esta visita previamente agendada permitiu a convergência de ideias entre a principal Instituição que tutela o património nacional e o Município de Alijó, tendo em vista a salvaguarda, valorização e dinamização de arqueossítios chave previamente identificados neste concelho através de um inventário rigoroso.

O principal objectivo desta visita foi explicitar o projecto “Valorização do Castro de S. Marcos (Pópulo)” que neste momento se encontra em fase final, co-financiado pelo Leader + e aprovado pela Associação do Douro Histórico.

Posteriormente decorreu uma visita técnico - pedagógica visando o esclarecimento de todo o conjunto arqueológico, alvo de trabalhos, destacando-se as especificidades técnicas encontradas na reconstrução e conservação da 2ª linha de muralha.
O Instituto em questão pôde assim comprovar o efectivo investimento deste município no património arqueológico concelhio.

Pretende-se, desta forma, contribuir para uma beneficiação integrada da região do Douro, de modo a proporcionar à comunidade local, escolar e ao visitante em geral um contacto directo com o passado da região, caminhando assim esta, lado a lado, com a promoção do turismo cultural, ao permitir, por exemplo, a criação de roteiros a jusante, classificados por períodos cronológicos tipificados.


, 2008-11-17
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MensagemAssunto: Transferância do Museu de Arqueologia para a Cordoaria acende grande controvérsia   Sex Fev 13, 2009 5:20 pm

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Transferência do Museu de Arqueologia para a Cordoaria acende grande controvérsia


Interior da Sala Egipcía no Museu de Arqueologia em Lisboa

Grupo de Amigos do museu e arqueólogos portugueses não aceitam mudança ditada "por razões de circunstância".

Nair Alexandra
16:25 Sexta-feira, 13 de Fev de 2009 (Última actualização há 36 minutos )

A decisão do ministro da Cultura de transferir o Museu Nacional de Arqueologia (MNA) para a Cordoaria Nacional está a causar forte polémica. Ainda a notícia não estava confirmada e começou a circular na Internet um abaixo-assinado, onde se apelava para a permanência daquela instituição centenária na ala sul do Mosteiro dos Jerónimos.

Na última semana, a decisão foi confirmada pelo próprio tutelar da pasta, José António Pinto Ribeiro, no final de uma audição parlamentar pedida pelo CDS/PP. "O ministro vai ter grande oposição, uma guerra até ao final do mandato", avisa, por seu lado, o presidente da Associação dos Arqueólogos Portugueses, José Morais Arnaud.

E ontem, quinta-feira, o Grupo de Amigos do Museu Nacional de Arqueologia (GAMNA) reuniu-se para tomar medidas sobre o caso. Foi decidido requerer uma audiência urgente a Pinto Ribeiro, tomar uma posição pública sobre o tema e solicitar ainda reuniões com os grupos parlamentares.

É verdade que o museu, instalado na ala sul do Mosteiro dos Jerónimos, sofre há vários anos de problemas de falta de espaço, compartilhando a área oitocentista do mosteiro com o Museu de Marinha, quando este foi aberto em 1962.

Aquele espaço que, como refere Arnaud, constituiu "o eixo da arqueologia portuguesa, e que abriga a memória material do povo português", tem vindo a ser, ao longo dos anos, confrontado com diversas possibilidades para resolver o problema crónico do espaço que o impede de expor uma colecção permanente e de constituir o "Museu do Homem" português, com que sonhava o fundador do MNA, o célebre homem de Letras e da Ciência, José Leite de Vasconcelos.

Entre essas hipóteses esteve a construção de um museu de raiz, a mudança para um edifício histórico devidamente adaptado, a remodelação do museu no seu espaço actual. E, também, a transferência para a Cordoaria (pertencente ao Exército).

Luiz Carvalho
Porém, há duas décadas, pareceres técnicos emitidos por entidades reconhecidas na área rejeitaram liminarmente essa última possibilidade, argumentando a falta de condições quer do edifício quer do meio físico onde este se encontra.

A alternativa foi metida na gaveta e desde a década de 1990, quando as circunstâncias financeiras se mostravam desfavoráveis à construção de uma nova sede para o MNA, diversos governantes, a começar pelo antigo ministro da Cultura, Manuel Maria Carrilho, decidiram-se pelas obras de remodelação nos Jerónimos. Foram traçados projectos, mas as obras seriam sempre adiadas.

Acontece que a decisão agora tomada pelo ministro da Cultura vem na sequência da criação da nova sede para o Museu dos Coches: esta irá ocupar o local onde se encontram ainda as Oficinas Gerais de Material do Exército, as quais, por sua vez, abrigam o serviços do extinto Instituto Português de Arqueologia (IPA), integrado no IGESPAR.

Esses serviços e bens do IPA (incluindo a biblioteca de mais de 50 mil exemplares e o Centro Nacional de Arqueologia Subaquática) deverão ir para a Cordoaria, ficando algumas peças arqueológicas (embarcações antigas) integradas no Museu da Marinha. E para a Cordoaria deverá ir também o MNA: "Um dano colateral da criação da nova sede do Museu dos Coches", segundo uma fonte ouvida pelo Expresso.

É esta a decisão contestada. Não só porque, como lembra Raquel Henriques da Silva, porta-voz do GAMNA, o "edifício da Cordoaria actualmente não reúne as mínimas condições", mas, sobretudo, porque qualquer alteração respeitante àquele que foi, em 2008, o segundo museu do Ministério da Cultura mais visitado do país - 125.594 mil visitantes - "deve resultar de uma estratégia sobre o Parque dos Museus Nacionais e não depender de circunstâncias conjunturais", afirma Raquel Henriques da Silva, que já foi directora do Instituto Português de Museus (actual Instituto dos Museus e da Conservação).

O Grupo de Amigos considera particularmente grave, ainda, a decisão ministerial de, a curto prazo, serem desanexadas áreas ainda afectas ao Museu Nacional de Arqueologia, como a chamada 'Torre Oca' (muito utilizada para exposições como a que agora decorre, "Expressões do Oriente"): "Isto resulta de má-fé, pois a Torre Oca foi negociada há dez anos no sentido de ficar ligada ao MNA, e como prova das boas relações entre os dois museus que ocupam os Jerónimos", ou seja, Marinha e Arqueologia.


Fachada da Cordoaria Nacional, em Lisboa

In Expresso

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MensagemAssunto: PJ surpreende ex-imigrante   Ter Fev 17, 2009 4:14 pm

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PJ surpreende ex-imigrante
Distrito de Vila Real


Recolha ilegal de achados arqueológicos

Um ex-emigrante foi constituído arguido por recolha ilegal de achados arqueológicos nas zonas de Chaves e Valpaços, no distrito de Vila Real, anunciou hoje fonte da Polícia Judiciária do Porto.

O homem, de 58 anos, foi constituído arguido \"por presumível actividade continuada, ilegal, de escavação estratificada, recolha e guarda de vários tipos de achados arqueológicos, das épocas romana e medieval\", acrescentou a fonte.

Durante a operação policial, foi feita a apreensão de 113 artefactos e fragmentos, entre os quais moedas e objectos metálicos, em barro e granito.

A PJ apreendeu ainda dois detectores de metais que terão sido utilizados nessa actividade.

Lusa, 2009-02-17
In DTM

Embarassed Rolling Eyes
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MensagemAssunto: Ceasto de Palheiros abre portas ao turismo   Qui Jun 04, 2009 3:16 pm

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O ministro da Cultura cortou a fita
Alijó




Crasto de Palheiros abre portas ao turismo

Finalmente. Está aberto o centro interpretativo do Crasto de Palheiros, em Murça. O ministro da Cultura cortou, ontem, a fita. Uma porta aberta ao turismo no concelho, meio de preservação da memória da região.

Pela acesso entreito e íngreme, porém asfaltado, o quente sol castigava como lume quem serpenteava por ali acima, em carro ou autocarro, até alcançar o cume, o mega-monumento com cinco mil anos que já andava a ser investigado há 15.

Foram novos e velhos, entendidos e leigos. Foi dia de festa em Murça. Até as celebrações do Dia Mundial da Criança, tradicionalmente a 1 de Junho, foram transferidas para esta terça-feira. Concentração e actividades para crianças nas proximidades do Crasto.

Discursos da praxe, felicidade a rodos exultada pelo autarca, João Teixeira, pela arqueológa Maria de Jesus Sanches, que coordenou a investigação científica, e até pelo próprio ministro, José Pinto Ribeiro. O ministro que disse que a recuperação do Crasto e a construção do centro intepretativo são “uma grande obra”. Porque vai permitir “preservar património e memória”. E que esta é “indispensável para construir a nossa identidade”. Ou seja, “sabermos quem somos e construir um discurso sobre aquelas pedras”.

Todos esperam que também sirva para atrair um tipo de turismo diferente, fora da lógica tradicional que escolhe o sol e a praia em primeiro lugar. “O turismo tem de ser desenvolvido a partir da procura da nossa identidade”, frisou o ministro.

“Costrução colossal”, definiu Maria de Jesus Sanches, porém pouco estudada. “Hão-de vir gerações e gerações aqui trabalhar”, desejou a investigadora, lançando o repto a João Teixeira para que a Câmara de Murça faça um protocolo com a Faculdade de Letras da Universidade do Porto para “fazer do Crasto uma escola”. Para que os alunos se formem “no estudo do património do passado, único recurso esgotável”.

Está de acordo o autarca, que entende que “a divulgação daquele sítio arqueológico passa pelos mais pequenos”. Para que “passem a mensagem à família”.

O Crasto de Palheiros uma estação arqueológica monumental ocupada no período Calcolítico (terceiro milénio antes de Cristo) e na Idade do Ferro, sendo habitada desde o Século IV antes de Cristo.

Foram investidos cerca de 650 mil euros no centro interpretativo, no restauro de troços de muralhas e taludes, na desmatação da zona e na criação de circuitos de visita interna, assinalados por painéis explicativos e brochuras informativas, para que o visitante possa ser melhor elucidado.

JN, 2009-06-04
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MensagemAssunto: Mazouco é conhecida pelas pinturas rupestres junto ao rio Douro   Ter Jun 30, 2009 3:40 pm

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Da arte rupestre à modernidade
Freixo de Espada à Cinta




Mazouco é conhecida pelas pinturas rupestres junto ao rio Douro

Em viagem por uma estrada sinuosa, a vista contemplada a partir do Miradouro do Colado inspira e comove até o mais insensível dos seres. Encostas íngremes mergulhadas em águas durienses e colinas verdejantes, recortados por tonalidades azuis celestes, envolvem o colorido aglomerado de habitações que se funde com a própria paisagem. Mazouco, a 12 quilómetros de Freixo de Espada à Cinta, ergue-se na margem direita do rio Douro, a meio de um profundo vale rodeado pelos montes Barreiro, Covas e Juncal do lado português e pelo Godim em Espanha.

A freguesia, com cerca de 240 habitantes, guarda um dos mais importantes exemplos de arte rupestre do Paleolítico Superior em Portugal. O “Cavalo de Mazouco”, assim conhecida por retratar na perfeição este animal, é considerada uma das imagens de arte rupestre mais bonitas ao ar livre em todo o Mundo, tendo sido a primeira a ser identificada na Europa.

A esta beleza ímpar e inigualável se deve o constante fluxo de curiosos ao lugar do “Carneiro”, nas margens do rio Douro, onde se encontram quatro gravuras sobre uma parede xistosa, em que, apenas, a figura do cavalo se encontra completa.
“Recebemos muita gente para visitar as gravuras rupestres e pensamos avançar com um projecto para a criação de percursos pedestres associados a este património”, explicou o presidente da Junta de Freguesia de Mazouco (JFM), Manuel Andrade.

Um conjunto de vestígios que comprova que aquela localidade é habitada desde tempos remotos. Acredita-se que terá sido povoado pelos Godos, aquando da sua fixação na Península Ibérica, sendo que já os nómadas primitivos teriam estado alojados em cavernas nas proximidades da aldeia.

Devido à avançada idade da maioria da população da freguesia, os habitantes reclamam a criação de um equipamento que preste apoio aos idosos. Assim sendo, a JFM prevê avançar com a construção de um mini-lar.

Autarquia pretende construir um mini-lar com capacidade para 12 utentes

“O projecto está pronto e só estamos à espera que abra o período de candidaturas para podermos arrancar”, informou o responsável.

Com capacidade para 12 utentes, o equipamento integrará, ainda, a valência de Centro de Dia.
“Numa primeira fase, só acolherá 12 pessoas, mas posteriormente ponderamos alargá-lo, uma vez que a nossa população é muito idosa”, sublinhou Manuel Andrade.

Sandra Canteiro, Jornal Nordeste, 2009-06-30
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MensagemAssunto: Voluntários ajudam arqueólogos a fazer escavações   Ter Jul 28, 2009 10:21 pm

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No Complexo Mineiro Romano de Tresminas e Jales
Vila Pouca de Aguiar




Voluntários ajudam arqueólogos a fazer escavações

Já arrancou a campanha de escavações no Complexo Mineiro Romano de Tresminas e Jales, no concelho de Vila Pouca de Aguiar. A iniciativa prolonga-se até ao próximo mês de Setembro. À imagem das anteriores edições, a campanha é promovida pelo Município de Vila Pouca de Aguiar e visa “compreender melhor o enorme legado arqueológico dos antepassados e aumentar a visibilidade que já é dada ao Complexo Mineiro Romano”.

Neste momento, já está no terreno uma equipa de arqueólogos, acompanhada de estudantes de arqueologia da escola do Freixo. A equipa encontra-se no povoado romano. A ideia é “aprofundar a definição das casas e o alargamento da área do povoado, que se estende por dois hectares”.

Em Agosto, a equipa de voluntários, liderada pelo arqueólogo Carlos Batata, vai fazer escavações no “Castelo dos Mouros, Ribeira dos Moinhos, Recinto, Plataformas e Cisternas”. Os resultados das escavações e de outras sondagens arqueológicas serão apresentados no final.


Margarida Luzio, Semanário Transmontano, 2009-07-28
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MensagemAssunto: Inaugurado Centro Interpretativo de Tresminas   Dom Ago 30, 2009 10:31 am

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Já está aberto ao público
Vila Pouca de Aguiar




Inaugurado Centro Interpretativo de Tresminas

Já está aberto ao público o Centro Interpretativo de Tresminas, aquela que deverá ser a primeira paragem de uma visita turística ao Complexo Mineiro Romano de Tresminas e Jales, um espaço onde há dois mil anos os romanos extraíram toneladas de ouro e prata. Hoje, as únicas escavações no local, classificado como Imóvel com Interesse Público, são arqueológicas e no sentido de perceber melhor a forma como os romanos que ali trabalhavam viviam.

A inauguração do Centro, erguido a partir da antiga casa paroquial, na aldeia de Tresminas, teve lugar no passado sábado. “É uma espécie de porta de entrada do Complexo Mineiro”, disse na ocasião o presidente da Câmara de Vila Pouca, Domingos Dias.

Numa das salas do edifício, os visitantes poderão ficar a conhecer o processo de extracção de ouro deste complexo e noutra sala a sua componente ambiental e ecológica. É que a vegetação que envolve o complexo, matagais de urze e carqueja, são utilizados por aves de rapina para nidificação. O mesmo acontece com as escarpas que resultaram das escavações. E as escavações são habitat de importantes comunidades de morcegos alguns dos quais em vias de extinção.

O Centro, que também está equipado com um auditório, inclui ainda uma café uma loja para venda de produtos locais e artesanato.

As visitas ao Complexo Mineiro de Tresminas são da responsabilidade da empresa municipal VitaAguiar e custam 4 euros por pessoa. A empresa disponibiliza capacetes e lanternas para a visita das grutas.


Margarida Luzio, ST, 2009-08-29
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MensagemAssunto: Idade do Bronze moldou Vilar do Monte   Dom Nov 15, 2009 3:41 pm

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Escavações na Fraga dos Corvos
Macedo de Cavaleiros





Idade do Bronze moldou Vilar do Monte

Percorridos alguns quilómetros pelos caminhos sinuosos da serra de Bornes, envoltos em árvores de grande porte, chegamos ao miradouro de Vilar do Monte, no concelho de Macedo de Cavaleiros. Deste local, conhecido por Fraga dos Corvos, tem-se uma vista panorâmica sobre as paisagens e algumas localidades dos distritos de Bragança e Vila Real.

A abundância de rochas é a principal característica deste local, onde as escavações que estão a ser desenvolvidas pelos técnicos da Associação Terras Quentes apontam para a mais antiga área de trabalho de bronze conhecida no território português e, eventualmente, na Península Ibérica.

Este habitat antiquíssimo, que remonta à primeira Idade do Bronze, foi descoberto em 2003, na sequência de trabalhos de desmatação, que chegaram a pôr em perigo o arqueosítio e justificaram uma primeira intervenção.

Os estudos no terreno prosseguiram e foi possível identificar um povoado fortificado, de grandes dimensões, constituído por cabanas sub-circulares ou elipsoidais. Os objectos que foram encontrados no local, nomeadamente os mais de 70 pingos de fundição, indicam que uma das cabanas terá sido uma importante área de fundição da Idade do Bronze.

No local foram, ainda, recolhidos outros artefactos, como é o caso de um pendente em xisto, uma agulha e uma barrinha em bronze, fragmentos de olaria, com formas e decorações típicas do “Mundo Cogeces”, o que constitui um argumento poderoso para enquadrar este povoado num momento relativamente antigo da Primeira Idade do Bronze.

Casa de grandes dimensões com brasão e mata com diversas espécies botânicas são a herança deixada pelos Jesuítas em Vilar do Monte

A Fraga dos Corvos é, para a população de Vilar do Monte, o local onde terá nascido a aldeia. A movimentação dos técnicos que estão a fazer as escavações não passa despercebida aos populares, que dizem que já há vestígios encontrados no arqueosítio na sala de Arqueologia do Museu Municipal de Macedo de Cavaleiros, instalado no Complexo do Parque Natureza do Azibo.

A história desta terra não está confinada ao povoado descoberto na Fraga dos Corvos. Por aqui também terão passado os Jesuítas, que deixaram vestígios que resistem ao passar dos anos. As ruínas da Casa do Colégio dos Jesuítas são um atractivo para quem visita Vilar do Monte. A entrada imponente personifica a grandeza da obra, que, segundo os populares, abrangia toda a área até à igreja matriz, que, pela sua antiguidade, também deverá ter ligações aos Jesuítas.

Entre o património de Vilar do Monte destaque, ainda, para a mata e conjunto botânico que lhe está associado, que, a par da biodiversidade, conta, ainda, com alguns exemplares exóticos, que a população diz que terão sido trazidos pelos Jesuítas.

Recuando no tempo, a antiga freguesia de S. Martinho de Vilar do Monte pertenceu ao concelho de Chacim, extinto em 1853, tendo passado, posteriormente, para a comarca do concelho de Macedo de Cavaleiros.

Actualmente, Vilar do Monte beneficia da proximidade à sede de concelho, visto que há alguns habitantes que trabalham em Macedo, ao passo que a população mais idosa se dedica à agricultura, predominando a produção de azeite.

Teresa Batista, Jornal Nordeste, 2009-11-15
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MensagemAssunto: Casa dos tempos de Cristo descoberta na cidade de Nazaré   Qua Dez 23, 2009 12:50 pm

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Casa dos tempos de Cristo descoberta na cidade de Nazaré

por H.T.Hoje



Peritos estão convencidos de que Jesus conhecia a casa em questão. Esta tem dois quartos, um pátio interno e uma cisterna

Não é a casa onde Jesus Cristo viveu, mas podia ser. Pela primeira vez, arqueólogos encontraram uma residência da época romana em Nazaré, a cidade onde, segundo os Evangelhos, vivia a Virgem Maria. Modesta e pequena, a casa tem dois quartos, um pátio interior e uma cisterna onde guardavam a água da chuva. No local das escavações, foram ainda encontrados pedaços de cerâmica que datam do séc. I.

"Encontrámos fragmentos de giz típicos das casas judaicas", sublinhou a arqueóloga israelita Yardenna Alexandre. Bem junto à casa, a equipa envolvida nas buscas encontrou ainda um poço cuja entrada tinha sido dissimulada. Os arqueólogos estão convencidos que o poço foi aberto pelos judeus durante os preparativos para a Grande Revolta contra os Romanos, no ano de 67. Esta terminou com uma derrota e com a destruição do Templo de Jerusalém.

Segundo os especialistas, esta descoberta vem lançar alguma luz sobre a forma como as pessoas viviam há mais de dois mil anos. Um porta-voz da Autoridade das Antiguidades de Israel foi mesmo mais longe e afirmou à BBC ser provável que Jesus e os amigos conhecessem a casa agora encontrada. Terá sido no local onde agora foi descoberta a casa que a Virgem Maria recebeu a anunciação do arcanjo Gabriel. E terá sido em Nazaré que Jesus cresceu.

No século I, Nazaré não passaria de uma pequena aldeia, apesar de hoje a "capital árabe de Israel" ter 65 mil habitantes.

A casa foi descoberta quando os funcionários de uma empresa de construção civil estavam a escavar as fundações para um novo edifício. Este, um centro cristão, devia situar-se no local de um antigo convento. As escavações vão agora ser integradas num novo centro do grupo católico francês Chemin Neuf.

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MensagemAssunto: Assares reclama abertura de museu   Seg Mar 08, 2010 12:37 pm

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Infra-estrutura de portas fechadas
Vila Flor



Assares reclama abertura de museu

Situada no Vale da Vilariça, a freguesia de Assares alia a produtividade dos campos agrícolas aos achados arqueológicos descobertos no Cabeço da Mina. Para mostrar ao público os vestígios que se presume pertencerem a um santuário calcolítico, a Câmara Municipal de Vila Flor (CMVF) construiu, há mais de oito anos, um museu, que ainda se encontra de portas de fechadas.

Esta situação não agrada à população, que reivindica a abertura daquele espaço para atrair turistas à aldeia, principalmente durante a época das amendoeiras em flor.
A presidente da Junta de Freguesia de Assares, Mónica Fernandes, enaltece a importância da infra-estrutura para dinamizar a economia local, mas lamenta que a CMVF ainda não tenha conseguido chegar a acordo com os proprietários dos terrenos onde foram encontrados os vestígios arqueológicos. “A Câmara tem feito todos os possíveis, mas ainda não foi possível resolver o problema”, acrescenta a autarca.

Confrontado com esta situação, o presidente da Câmara Municipal de Vila Flor, Artur Pimentel, afirma que foi celebrado, em Setembro do ano passado, um protocolo entre o Instituto Português do Património Arquitectónico (IPPAR) e a proprietária dos terrenos que tem na sua posse os achados arqueológicos. No entanto, as negociações entre as partes continuam, pelo que o edil preferiu não avançar uma data para a abertura do museu. Recorde-se que esta obra nasceu integrada no Centro Rural da Vilariça, para receber os vestígios arqueológicos do Cabeço da Mina, que até já foram alvo de estudo por estudiosos e investigadores da área.

Na óptica de Mónica Fernandes, a par da abertura do museu seria possível dinamizar outras actividades, como a venda de produtos locais, numa terra onde a agricultura é a principal fonte de sobrevivência.

Crise e envelhecimento da população contribuem
para o abandono da agricultura no Vale da Vilariça

Apesar da fertilidade dos campos de árvores de fruto, legumes e hortaliças de qualidade, há muitos agricultores que estão a abandonar a actividade em grande escala, visto que os rendimentos não cobrem os custos de produção.

“Começa-se a sentir um certo abandono da agricultura. As pessoas cultivam, apenas, para consumo e só vendem pequenas quantidades, mas continua a ajudar na economia doméstica”, salienta a autarca.
A emigração e a saída dos jovens para as cidades do litoral contribuem para a desertificação do interior e Assares não é excepção. No entanto, Mónica Fernandes afirma que ainda há bastantes crianças e jovens, pelo que a construção de um polidesportivo é um dos projectos que a autarca pretende concretizar. Também a capela do Santíssimo Sacramento, um dos ex-libris da freguesia, vai sofrer obras de remodelação no exterior.
Quem passar por Assares pode visitar, ainda, a igreja matriz, que reabriu, depois de ter estado encerrada durante 30 anos, devido ao avançado estado de degradação. As obras de requalificação foram possíveis com a venda do terreno onde foi construído o museu. O dinheiro foi aplicado na restauração do templo dedicado a S. Miguel, o padroeiro da aldeia.

Com cerca de 150 habitantes, Assares poderá, ainda, ganhar centralidade com a construção do IP2 e do IC5. “Vamos ter um nó do IP2, que é onde este itinerário cruza com o IC5, a cerca de dois quilómetros da aldeia. Nessa altura, ficaremos mais perto de Lisboa e, até, do resto do distrito, visto que, actualmente, os acessos ao Planalto não são os melhores”, enfatiza a autarca.

Teresa Batista, Jornal Nordeste, 2010-03-08
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MensagemAssunto: Casa Abade de Baçal pode ser demolida   Dom Abr 11, 2010 9:55 am

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Investigador brigantino
Bragança


Casa Abade de Baçal pode ser demolida

A empresa proprietária da Casa do Abade Baçal, um investigador brigantino que escreveu as Memórias Arqueológicos-Históricas do distrito, ameaça avançar com a demolição do imóvel. O presidente da Câmara diz que a demolição não pode ser feita sem autorização.

A empresa foi notificada para que proceder à reparação de algumas paredes que ameaçam ruir para a via pública, mas Guedes de Almeida, advogado do proprietário, garante que não dispõem de meios financeiros para cumprir o pedido da Câmara, por não ser sustentável. A empresa quer vender o edifício ao município.\"A Câmara tem que aceitar, senão vai abaixo, não pode fazer obra, não se vê ali lucro nenhum\". A casa localizada na aldeia de Baçal, em Bragança, foi adquirida pela empresa Sopedra há meia dúzia de anos, com o objectivo de lá instalar um hotel rural, com 22 quartos, \"mas a crise e as dificuldades de acesso ao crédito dificultaram a realização desse objectivo\", referiu o advogado. O imóvel custou 100 mil euros.

O presidente do município, Jorge Nunes, diz que a demolição da casa não pode ser feita se não for autorizada e classifica as declarações do advogado como \"uma atitude de chantagem sobre a Câmara\". O autarca esclareceu que o proprietário do imóvel apresentou um projecto ao município para criar uma unidade de turismo rural, \"que foi acolhido e fizemos o acompanhamento em termos técnicos\", argumentou. \"Nenhum proprietário chega a um imóvel e procede à demolição, é uma atitude ilegal, é preciso seguir os procedimentos legais\", afirmou o autarca.

José Brinquete, do PCP, diz que \"a Câmara ignora deliberadamente o facto de o edifício ter sido a casa do Abade Baçal, e ignora ter a classificação de imóvel com interesse municipal\".


Glória Lopes in JN, 2010-04-11
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MensagemAssunto: Filhos de orgias romanas mortos à nascença   Sab Jun 26, 2010 5:08 pm

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Filhos de orgias romanas mortos à nascença

Hoje


A descoberta de 97 esqueletos de crianças com 40 semanas de gestação, numa vila romana, em Inglaterra, leva investigadores a pensar que ali havia um bordel

Nas escavações de uma antiga vila romana, junta da localidade de Hambleden, no vale do Tamisa, em Buckinghamshire ( Inglaterra), uma equipa de arqueólogos britânicos fez uma estranha descoberta: uma vala do tempo romano, na qual foram encontrados os esqueletos de 97 crianças que não tinham mais de 40 semanas de gestação à data da sua morte. Os investigadores pensam que ali haveria um bordel e que aquelas eram crianças indesejadas e mortas à nascença.

"Não existe nenhum outro sítio onde se tenha encontrado algo assim", explicou o biólogo que fez o estudo dos esqueletos, Simon Mays, do English Heritage Centre for Archeology, citado pela BBC News online.

O sítio arqueológico foi descoberto há cem anos e identificado como uma vila romana, de proprietários abastados.

Na altura, o local foi estudado pelo naturalista e arqueólogo inglês Alfred Heneage Cocks, que deixou um relatório minucioso das escavações, durante as quais reuniu três centenas de caixas com artefactos, cerâmica e ossos. Elas foram recentemente redescobertas no Buckinghamshire County Museum, juntamente com o relatório das escavações, datado de 1921, e um acervo de fotografias.

Nesses registos, os arqueólogos encontraram indicações muito precisas sobre a localização dos pequenos esqueletos, que estavam enterrados sob paredes ou no pátio, mas todos próximos uns dos outros.

No seu relatório, no entanto, Alfred Heneage Cocks não dava grande relevância aos esqueletos.

A equipa que neste momento está a estudá-los conseguiu determinar que nenhum deles teria mais de 40 semanas de gestação. Ou seja, morreram à nascença, e os arqueólogos pensam que foram mortas propositadamente.

"A única explicação que temos é que haveria ali um bordel", adiantou à BBC a arqueóloga Jill Eyers, do Chiltern Archeology, que está a participar no estudo sobre os esqueletos.

No entanto, sublinha a arqueóloga, aquela poderia ser uma situação comum naqueles tempos, em que não existia uma contracepção eficaz.

Por outro lado, sublinha ainda a equipa, o infanticídio poderia não ser na época romana um comportamento tão chocante como hoje.

Registos arqueológicos desse tempo mostram que as crianças não eram então consideradas totalmente humanas antes dos dois anos, de acordo com a arqueóloga.

Os investigadores vão agora fazer os estudo genético dos esqueletos para tentar determinar o sexo e para perceber possíveis relações entre eles.

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MensagemAssunto: A 'Torre de Babel' de Foz Côa    Seg Jul 19, 2010 3:24 pm

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A 'Torre de Babel' de Foz Côa

por DANIEL GIL,
Hoje


No Castanheiro do Vento ter-se-á erguido "uma grande torre" há quatro ou cinco mil anos.

As escavações arqueológicas no Castanheiro do Vento, concelho de Vila Nova de Foz Côa, estão a revelar uma colina monumentalizada com um possível observatório, afastando a ideia de se tratar de povoados fortificados da Idade do Cobre.

"O paradigma aqui presente altera a ideia funcionalista de isto serem povoados fortificados", pois os habitantes de então "não construíam estas células para se defenderem, mas como uma fonte de referência identitária no território", afirma Vítor Oliveira Jorge, o arqueólogo responsável pela escavação.

No topo da colina, transformada desde há cinco mil anos "numa espécie de labirinto de construções em forma de flor, como que representando o Cosmos", ter-se-á erguido "uma grande torre, que lembra a de Babel", acredita Vítor Oliveira Jorge.

A comparação parte da ideia de que uma suposta elevação de argila, "assente numa grande estrutura em pedra de xisto", poderá "ter servido de observatório", num local cuja história é hoje desvendada por voluntários de várias línguas e países, disse à Lusa.

Vítor Oliveira Jorge, professor da Faculdade de Letras do Porto, recorda a existência de uma "sociedade sem escrita" que através da construção arquitectónica "quis deixar algo ali que ficasse na memória", num processo "consciente de construção de identidade", sustenta.

"Uma sociedade cuja tensão entre as comunidades certamente existiria mas onde o que estava em causa era um processo de constituição de identidade", diz.

"Era uma população que começava a sentir a necessidade de viver um universo simbólico, numa narrativa colectiva", afirma Vítor Oliveira Jorge, equiparando este processo com "a necessidade que hoje temos em pertencer a agremiações e clubes".

A época em causa - entre três e dois mil anos antes de Cristo - marca o "começo do apego à terra que não existia no Paleolítico" e a "transição para sítios de reunião imponentes", explica o também presidente da Sociedade Portuguesa de Antropologia e Etnografia (SPAE).

"Para aqui, sobretudo, trazia- -se coisas", referindo os milhares de moinhos manuais, percutores de pedra, machados polidos ineficientes e milhares de fragmentos cerâmicos que ali foram encontrados, afirma.

"Num certo sentido, trata-se de um protomuseu, com protovitrinas, um lugar de memória da época", preconiza Vítor Oliveira Jorge.

A escavação arqueológica supõe uma utilização do local como "mercado, feira ou sítio de troca, de pessoas, de bens e informações, e de reforço dos laços sociais", e não o povoado em si mesmo, acredita.

Desde 1998 que se efectuam escavações neste sítio da freguesia de Horta do Douro, numa cooperação da Universidade do Porto com outras universidades estrangeiras, e o Instituto Politécnico de Tomar, em parceria com a Associação Cultural Desportiva e Recreativa (ACDR) de Freixo de Numão.

In DN


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MensagemAssunto: 'Irmão gémeo' de Stonehenge descoberto mesmo ao lado   Qui Jul 22, 2010 2:30 pm

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'Irmão gémeo' de Stonehenge descoberto mesmo ao lado

por DN.pt
Hoje


O Stonehenge tem um 'irmão gémeo' ao lado, anunciaram hoje arqueólogos de uma equipa internacional que estão a examinar os terrenos ao lado da famosa estrutura neolítica nas ilhas britânicas.

Os arqueólogos encontraram vestígios de um fosso circular a apenas 900 metros de Stonehenge, que, acreditam, foi a base de uma estrutura de madeira semelhante à feita em pedra há mais de 5 mil anos.

O fosso está segmentado, aparentando ter entradas a nordeste e sudoeste.

'É uma descoberta fantástica, que vai modificar tudo o que pensamos acerca do terreno em redor de Stonehenge', disse ao jornal Guardian o professor Vince Gaffney, da universidade de Birmingham.

'Antes pensávamos que Stonehenge era o maior monumento da sua época, existindo em total isolamento', continuou. 'Pensávamos que aqui não havia mais nada do que terreno vazio, afinal encontrámos um novo monumento', concluiu.

A descoberta foi feita em apenas duas duas semanas, parte de uma investigação profunda à área circundante da famosa estrutura que durará três anos. Fazem parte dela cientistas da Áustria, Alemanha, Noruega e Suécia, além de britânicos.

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MensagemAssunto: Alemães descobriram rede de aquedutos utilizados pelos romanos para lavar ouro    Sex Ago 06, 2010 12:22 pm

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Complexo de Tresminas e Jales
Vila Pouca de Aguiar



Alemães descobriram rede de aquedutos utilizados pelos romanos para lavar ouro

O Complexo Mineiro de Tresminas e Jales, em Vila Pouca de Aguiar, continua a despertar o interesse de investigadores estrangeiros. Uma equipa da Universidade alemã de Hamburgo esteve no local até ontem.

Através de um levantamento geomagnético, os investigadores alemães descobriram uma rede de aquedutos com cerca de 200 quilómetros, por onde circulava a água utilizada para lavar o minério e que seria proveniente dos rios Tinhela e Frange. As descobertas irão também permitir visitas virtuais e em três dimensões às cortas e galerias subterrâneas do complexo por onde o ouro era transportado.

Apesar do muito que já se conhece sobre o complexo romano de Tresminas e Jales, onde, há dois mil anos, se estima que tenha sido extraído ouro e prata que serviria, sobretudo, para cunhar moeda, ainda há muito por descobrir sobre esta exploração que hoje tem uma dimensão turística.

Ainda não está suficientemente explicado como era feita a exploração e como se processava toda a cadeia de tratamento do ouro, nem tão pouco se percebeu ainda como é que as pessoas vi-viam ou como eram enterradas no povoado. De resto, tem sido nesse sentido que, desde 2007, uma equipa de arqueólogos tem vindo a fazer prospecções no local durante o Verão.

No entanto, é a uma engenheira alemã e ao marido já falecido a quem se deve as maiores descobertas sobre o local. Para continuar as investigações sobre o local, este ano, a engenheira alemã, Regula Wahl, trouxe consigo alguns colegas da Universidade de Hamburgo, no âmbito de uma pareceria estabelecida entre a instituição, a Câmara e a empresa municipal VitAguiar.

A investigação, que terminou esta semana, incidiu sobre o sistema hidráulico utilizado pelos romanos para a lavagem do ouro. De acordo com informação disponibilizada pela Câmara, foi feito um levantamento geomagnético no subsolo do complexo, “através das mais altas tecnologias”.

O objectivo é conceber uma visão lazer tridimen-sional do complexo mineiro romano, que, entre outras possibilidades, permitirá uma visita virtual às cortas e galerias por onde o ouro era transportado. Além disso, segundo a autarquia, as prospecções da equipa de Regula Wahl revelaram que “o sistema de instalação para a lavagem do minério é enorme e que, até agora, não era conhecido no mundo romano”. A água utilizada provinha dos rios Tinhela e do Frange, que distam entre si dez quilómetros.

No total, segundo os investigadores alemães, “o conjunto dos aquedutos tem um comprimento de cerca de duzentos quilómetros”. O trabalho dos alemães também permitiu concluir que o povoado mineiro é muito maior que aquilo que se esperava e que foi unicamente construído por causa da exploração.

De acordo com a equipa de investigadores, estima-se que durante o período de funcionamento do complexo tenha sido extraído um milhão de toneladas de material rochoso, sendo que cada tonelada teria 20 a 22 gramas de ouro.

Margarida Luzio, Semanario Transmontano, 2010-08-06
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MensagemAssunto: Achado sistema hidráulico utilizado pelos romanos   Ter Ago 10, 2010 10:41 am

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«É uma coisa monumental»
Vila Pouca de Aguiar



Achado sistema hidráulico utilizado pelos romanos

O sistema de abastecimento de água de Tresminas, Vila Pouca de Aguiar, onde os romanos extraíam ouro das rochas, era «monumental». A conclusão é de arqueólogos alemães que, através de estudo geomagnético, descobriram 300 quilómetros de condutas.

Dois arqueólogos e dois estudantes de arqueologia da Universidade de Hamburgo terminaram, no final desta semana, um período de prospecções arqueológicas no Complexo Mineiro de Tresminas, um local classificado como Monumento de Interesse Nacional.

O estudo foi patrocinado pela academia alemã, pela Câmara de Vila Pouca e ainda pelo Ministério da Cultura e já se revelou proveitoso. De acordo com Regula Wahl, arqueóloga suíça viúva do engenheiro alemão a que se devem grande parte dos conhecimentos sobre o complexo, os estudos geomagnéticos feitos no local durante quase um mês permitiram descobrir dados relevantes sobre o sistema de abastecimento de água da exploração mineira.

«É uma coisa monumental», admite a arqueóloga. Segundo Regula Wahl, a água provinha de dois cursos de água que distam entre si cerca de dez quilómetros: o Tinhela e o Frange.

Ao todo, foram descobertos mais de 200 quilómetros de condutas. “Algumas conseguimos ver onde começam e onde acabam, mas outras não”, explica a arqueóloga. Além disso, foram também descobertas três barragens em terra batida e ainda algumas mais pequenas em pedra.

De acordo com Regula Wahl, além de servir para o consumo, a água era especialmente importante para lavar o minério e para abastecer a verdadeira indústria metalúrgica que funcionaria no local para produzir as pontas de ferro das picaretas usadas para o desmonte das rochas onde o ouro se encontrava incrustado. Pelas contas da arqueóloga, estima-se que fossem necessárias mil pontas para cada período de trabalho de 24 horas.

As informações recolhidas durante este período de prospecção foram recolhidas através de equipamentos trazidos da universidade alemã e que permitem observar a composição do solo, sem ser necessário fazer escavações. “Com estes equipamentos consegue-se ver sem destruir”, explica Regula Wahl.

JN, 2010-08-09
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MensagemAssunto: Mosteiro classificado    Qui Set 16, 2010 4:11 pm

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Mosteiro classificado
Bragança



Património ao abandono em Castro de Avelãs

População revoltada com a intervenção levada a cabo pelo IGESPAR na Igreja, onde chove como na rua
A população de Castro de Avelãs, no concelho de Bragança, está revoltada com o estado de abandono a que votada a Igreja do Mosteiro, um monumento classificado, onde «chove como na rua».

Quem nasceu e viveu nesta pacata aldeia situada às portas da capital de distrito aponta o dedo ao Instituto de Gestão do Património Arquitectónico (IGESPAR), pela má gestão dos recursos financeiros. Num placar colocado às portas do templo, populares e visitantes são informados de que ali foram gastos 300 mil euros, comparticipados em 225 mil euros por fundos comunitários, no âmbito de uma candidatura ao programa Interreg.

“Dizem que gastaram aqui 300 mil euros nas escavações. Se tivessem posto o telhado à igreja e tivessem limpo e pintado os altares, a população ainda lucrava alguma coisa, assim não temos nada”, lamenta Elisa Fernandes, a zeladora do templo.
É com tristeza estampada no rosto que esta habitante de 69 anos fala do mau estado em que se encontra este monumento. “É uma mágoa ver uma igreja destas ao abandono. A colocação de um telhado novo é uma prioridade”, salienta Elisa Fernandes.

Nos últimos dias de Verão, a zeladora pelo templo recorda a árdua tarefa que teve durante o Inverno. “Passei a vida a tirar latos cheios de água dos altares, a apanhar água do chão e a trocar as toalhas”, vinca a idosa.
Segundo os populares, quem visita Castro de Avelãs pela fama que lhe dá o mosteiro fica desiludido com o estado em que se encontra o património.
“Passaram por aqui uns senhores que vieram ver o mosteiro e disseram que é impossível terem gasto aqui o dinheiro que está na placa. Dizem que não se vê nada”, conta Lúcia Jorge, de 73 anos.

População de Castro de Avelãs reivindica o espólio encontrado nas escavações arqueológicas

As escavações realizadas pelo IGESPAR para pôr a descoberto as ruínas do histórico Mosteiro Beneditino também deixaram a população descontente. “Disseram que os achados que aqui encontrassem que os levavam para limpar, mas que depois os traziam e mostravam à população. Já passaram três anos e ainda não vimos nada”, reclama Elisa Fernandes.

Quem tem raízes em Castro de Avelãs reivindica o espólio encontrado nas escavações e a criação de um espaço museológico para que quem visita esta aldeia possa conhecer um pouco da sua história.
Além disso, os populares alertam para a degradação das ruínas do mosteiro que foram postas a descoberto. “Deviam ter tapado isto. Os tijolos já se estão a desfazer. Agora vem o Inverno, a chuva e o gelo vai estragar tudo. Quando chegar a Primavera não temos nada”, lamenta a zeladora pelo templo.

O que vai deixando os habitantes de Castro de Avelãs com um sorriso no rosto foi a recuperação exterior da Casa Paroquial, um edifício histórico onde, segundo os populares, viveram os monges. As obras, que custaram cerca de 40 mil euros, foram apoiadas pela Câmara Municipal de Bragança e incidiram na recuperação das paredes, colocação do telhado, de portas e janelas e reconstrução da varanda.

Agora a população reclama o arranjo interior da Casa Paroquial. “ Tenho um desgosto por não conseguir dinheiro para arranjar a casa. Ainda morro sem ser composta. Não queremos cá luxos, mas gostava que estivesse arranjada por dentro”, desabafa Elisa Fernandes.

Rica em património histórico, esta aldeia espera, agora, que o IGESPAR invista na conservação dos monumentos que dão fama à localidade e a colocam nos roteiros dos monumentos mais emblemáticos.

Teresa Batista, Jornal Nordeste, 2010-09-16
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MensagemAssunto: Restauro de 33 igrejas românicas    Sex Set 24, 2010 4:07 pm

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Restauro de 33 igrejas românicas
Trás-os-Montes



O protocolo de colaboração foi hoje assinado pelas três entidades durante uma cerimónia celebrada em Bragança

A iniciativa permitirá recuperar e manter 33 igrejas românicas em Portugal e em Espanha, e representa um investimento de 4,5 milhões de euros, valor para o qual cada organismo contribuirá com um terço do total.

Na assinatura, estiveram presentes o Presidente da IBERDROLA, Ignacio Galán; a Ministra da Cultura de Portugal, Gabriela Canavilhas; o Presidente da Junta de Castela e Leão, Juan Vicente Herrera; e o Presidente da Fundação IBERDROLA, Manuel Marín

O Plano de Restauro do Românico Atlântico servirá não apenas para recuperar património artístico e cultural mas actuará também como dinamizador socioeconómico e como motor das relações transfronteiriças entre os dois países

O Ministério da Cultura de Portugal, a Junta de Castela e Leão e a Fundação IBERDROLA subscreveram um acordo com base no qual as três instituições levarão a cabo o mais ambicioso projecto de restauro e manutenção de arte românica em ambos os países, que abrangerá 33 edificações religiosas deste estilo situadas nas imediações dos rios Douro e Tâmega.

O convénio foi formalizado esta tarde, em Bragança, pela Ministra da Cultura, Gabriela Canavilhas, pelo Presidente da Junta de Castela e Leão, Juan Vicente Herrera e pelo Presidente da Fundação IBERDROLA, Manuel Marín. Na cerimónia participaram, também, a Directora Regional de Cultura do Norte, Paula Silva e a Conselheira da Cultura da Junta de Castela e Leão, Mª José Salgueiro.

Graças a esta iniciativa de intervenção conjunta chamada Plano de Restauro do Românico Atlântico, será possível recuperar património cultural, natural e social da região, levar a cabo um trabalho de dinamização socioeconómica e potenciar os laços transfronteiriços entre Portugal e Espanha.

Para tanto, o investimento ascenderá a 4,5 milhões de euros, sendo que cada uma das partes assumirá um terço da quantia total. Estes contributos serão desenvolvidos ao longo dos próximos quatro anos e servirão para levar a cabo um restauro integral de 12 edifícios e desenvolver um programa de manutenção, iluminação e controlo dos 21 templos restantes.

Das 33 igrejas que vão beneficiar do projecto, nove localizam-se na província de Zamora, sete no distrito português de Vila Real, seis no distrito do Porto, seis na província de Salamanca e cinco no distrito de Bragança. No desenho e execução técnica dos trabalhos participará a Fundação Santa Maria La Real, instituição de referência no âmbito do restauro de arte românica.

Ambicioso projecto de intervenção sobre o Património

Na sua intervenção, o Presidente da Junta de Castela e Leão, Juan Vicente Herrera, destacou que este projecto constitui um dos primeiros passos de um novo processo de colaboração inter-regional, que começou no passado 17 de Setembro com a assinatura do convénio com o qual se configurou a Macro Região do sudoeste europeu. Esta aliança visa produzir riqueza, dinamizar os territórios e dar bem-estar aos cidadãos, ao mesmo tempo que reforça a estreita colaboração que Castela e Leão vem mantendo com Portugal e posiciona os territórios integrantes, face à União Europeia, no novo quadro de financiamento.

Com o Plano de Restauro do Românico Atlântico, a Junta exporta os seus “Sistemas Territoriais de Património Românico de Castela e Leão”, que constituem um dos projectos culturais de maior alcance de todos os que se realizaram nos últimos anos na Comunidade. Este projecto, que começou com a entrada em vigor do “Românico Norte”, “Soria Românica” e “Zamora Românica”, - e que se estende agora com o “Românico Atlântico”-, já abrangeu, até à data, 70 imóveis de excepcional qualidade, nos quais foram realizadas mais de 240 intervenções, com um investimento que supera os 20.000.000 euros.

Todo este trabalho representa uma oportunidade para a cultura e para a actividade de restauro, além de manter o dinamismo económico dos territórios. Um exemplo são os mais de 600 restauros levados a cabo pela Junta de Castela e Leão, desde 2009, que têm permitido a sobrevivência de empresas especializadas e radicadas na Comunidade, assim como a manutenção ou a criação de emprego equivalente a 1.300 postos de trabalho directos.

Na sua intervenção, a Ministra da Cultura de Portugal, Gabriela Canavilhas, salientou a crescente transversalidade da acção da Cultura noutros sectores revelando, aos níveis local, regional, nacional e internacional, uma importância única para a identidade e coesão social, para as sinergias do aproveitamento económico e turístico, formação e emprego de mão-de-obra especializada e, ainda, para o reforço do conhecimento mútuo e das relações transfronteiriças.

Na cerimónia esteve também presente o Presidente da IBERDROLA que destacou que “este acontecimento intensifica o forte compromisso existente entre a nossa Empresa e Castela e Leão - onde o Grupo nasceu há 110 anos - e com Portugal, terra com a que partilhamos um futuro repleto de importantes projectos”.

Ignacio Galán recordou também que a “IBERDROLA Portugal iniciou o seu caminho já há alguns anos com o objectivo de ajudar a satisfazer as necessidades energéticas do país e de ser uma parte activa do seu progresso económico e social”.

“Conseguimos que a IBERDROLA Portugal seja hoje o segundo comercializador de electricidade do país, contando já com uma importante carteira de clientes, aos quais a empresa presta serviços e oferece soluções à medida das suas necessidades”, acrescentou.

Pela sua parte, o Presidente da Fundação IBERDROLA, Manuel Marín, considerou que “a Arte Românica foi a primeira expressão artística verdadeiramente europeia e sobre as suas raízes se foi construindo a Europa dos séculos posteriores. É esta arte que hoje queremos recuperar e promover”.

Compromisso da IBERDROLA

O objectivo da IBERDROLA ao participar nesta iniciativa é contribuir para o desenvolvimento económico e social das zonas onde desenvolve a sua actividade. Assim, o projecto de restauro terá lugar em Castela e Leão, uma comunidade na qual a Empresa mantém um vínculo histórico, e na zona do Tâmega, onde a Companhia desenvolve o Complexo Hidroeléctrico do Alto Tâmega, um dos últimos grandes aproveitamentos hidroeléctricos da Europa.

Esta grande instalação, que alcançará uma potência instalada de mais de 1.000 megawatts (MW), constitui um dos maiores projectos com estas características levados a cabo nos últimos 25 anos em todo o continente. O complexo requererá um investimento por parte da IBERDROLA de cerca de 1.550 milhões de euros e deverá produzir, aproximadamente, 1.800 gigawatts ao ano (GWh), valor que representa 3% do consumo eléctrico português e que será suficiente para abastecer o consumo anual de aproximadamente um milhão de pessoas.

Sobre a Fundação IBERDROLA

A Fundação IBERDROLA, que conta com Ignacio Galán como Patrono Fundador e com Manuel Marín como Presidente, iniciou uma nova etapa na qual centra a sua actividade em três grandes áreas de actuação: caminhar no sentido de um modelo energético sustentável, desenvolvimento cultural dos países nos quais a IBERDROLA desempenha a sua actividade e cooperação para o desenvolvimento e solidariedade. As iniciativas dirigem-se especialmente a Espanha, Reino Unido, EUA e América Latina, regiões nas quais o Grupo conta com uma maior presença.

Sobre o Ministério da Cultura de Portugal

O Ministério da Cultura é o departamento do governo português ao qual compete desenvolver uma política global e coordenada na área da Cultura e domínios relacionados.

Tem, por missão, melhorar as condições de acesso dos cidadãos à Cultura e defender, salvaguardar e promover o património cultural material e imaterial, incentivando novas formas de conhecimento e fruição. Tem particular responsabilidade no domínio de infra-estruturas indispensáveis ao desenvolvimento de uma política cultural coerente, consistente e eficaz, sem prejuízo de valorizar e apoiar iniciativas culturais da sociedade civil e, de igual modo, de estimular formas de cooperação com entidades autárquicas e regionais e, também, com agentes culturais privados.

Bragança
Igreja de Santiago Maior em Adeganha, Igreja de Santo André em Algosinho, Igreja de Nossa Senhora da Natividade em Azinhoso, Igreja de São Bento em Castro de Avelãs, Igreja de Malhadas em Malhadas.

Porto
Igreja Divino Salvador em Freixo de Baixo, Igreja de São João Baptista em Gatão, Igreja de São João Baptista em Mancelos, Igreja de São Pedro em Roriz, Igreja Divino Salvador em Tabuado.

Vila Real
Igreja de Sao Julião em São Julião de Montenegro, Igreja de São Vicente em Chã, Igreja de São João Baptista em Cimo da Vila de Castanheira, Igreja de São Sebastião em Granjinha, Igreja Santa Maria das Júnias em Pitões das Júnias, Igreja de Santa Leocádia em Santa Leocádia, Igreja de Nossa Senhora da Azinheira em Outeiro Seco, Igreja de Santa Maria em Cova do Barroso.

Salamanca
Iglesia de Nuestra Senora del Rosario en Cerralbo, ermita de Cuadrilleros los Dieces en Cuadrilleros los Dieces, ermita del Manzano en Manzano, ermita del Cristo de la Misericordia en Hinojosa de Duero, iglesia de Nuestra Señora de la Asunción en San Felices de los Gallegos, ermita Virgen del Castillo en Yecla de Yeltes.

Zamora
Ermita de Santa María en Alfaraz, iglesia de Santa María Magdalena en Cozcurrita, iglesia de San Pedro de la Nave en El Campillo, iglesia de San Juan en Fermoselle, ermita de San Miguel en Moraleja de Sayago, ermita de San Miguel en Pinilla de Fermoselle, iglesia de Nuestra Señora de la Asunción en Pobladura de Aliste, monasterio de Santa María en San Martín de Castañeda, iglesia de Santa Marina en Sejas de Sanabria.


, 2010-09-23
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MensagemAssunto: Re: Arqueologia   

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