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MensagemAssunto: Monumentos   Qua Set 10, 2008 2:44 pm

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Castelo é atribuída aos Templários
Mogadouro





Penas Róias tem o castelo em obras

A fortaleza de Penas Róis está a ser alvo de uma intervenção para reforçar a estrutura da torre de menagem e do maciço rochoso. As obras, a cargo Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico, vão custar quase 150 mil euros.

O castelo medieval de Penas Róias, concelho de Mogadouro, está a sofrer uma intervenção com vista ao reforço e consolidação estrutural da torre de menagem e do maciço rochoso onde assenta a velha fortaleza. A iniciativa é do Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico (IGESPAR) e da Delegação de Cultura do Norte. A empreitada está a ser acompanhada por uma equipa de arqueólogos.

Numa primeira fase foram melhorados os acessos ao castelo e feito o levantamento topográfico da zona, trabalhos co-financiados pela União Europeia e que custaram cerca de 93 mil euros. A intervenção em curso ronda os 55 mil euros.

A antiga fortaleza apresentava-se muito degradada, havendo mesmo pedras que se soltavam da estrutura, o que poderia por em risco os muitos visitantes que sobem ao morro onde o castelo está implantado para apreciar a paisagem da área envolvente, uma situação que deixava as gentes da aldeia \"indignadas\".

José Moura, presidente da Junta de Freguesia de Penas Róias, vai adiantando, ao JN, que vai solicitar ao IGESPAR que deixe a estrutura da muralha toda ao mesmo nível para que as ameias da fortaleza sejam visíveis no horizonte de forma a dignificar o monumento, já que obras não podem ficar apenas pela conservação do imóvel.

O castelo de Penas Róias foi uma das mais importantes fortalezas medievais da região de Trás-os-Montes, desempenhando um papel importante no século XII, altura em que o recém fundado reino português tentava afirmar perante o Islão e o vizinho leonês.

Para já são desconhecidas as origens da ocupação da fortaleza, no entanto no local foram descobertos importantes vestígios arqueológicos, como materiais proto -históricos, que poderão sugerir um eventual povoado fortificado. Nas imediações do castelo foi também descoberto o abrigo rupestre da Fraga da Letra.

A construção do castelo é atribuída aos Templários, por uma epígrafe datada de 1172, integrada na torre de menagem.

A aldeia de Penas Róias foi doada aos Templários em 1145. A localidade quer agora ser de novo um importante centro estratégico no concelho de Mogadouro e planalto mirandês, mas virado para o turismo natureza, já que na área envolvente há uma série de recursos como é caso do parque de merendas junto a barragem e um antigo moinho recuperado, local que proporciona momentos de convívio e descanso.

Francisco Pinto in JN, 2008-09-09
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MensagemAssunto: Entre o Azibo e a História   Qua Set 10, 2008 2:57 pm

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Entre o Azibo e a história
Macedo de Cavaleiros




Aldeia de Santa Combinha tem beneficiado com a proximidade à albufeira do Azibo


Entre as paisagens exuberantes da albufeira do Azibo, o rico património edificado e arqueológico, a aldeia de Santa Combinha, no concelho de Macedo de Cavaleiros, tem muitos recantos onde os turistas se podem perder.

Conhecida pela Fraga da Pegada, que deu o nome a uma das praias da barragem, bem como pelos percursos pedestres e a ilha do Cabeço do Fidalgo, a história de Santa Combinha caminha em paralelo com a do Azibo.
Assim, além da paisagem única que envolve a albufeira, os visitantes podem conhecer a Fraga da Pegada, um dos principais cartões de visita de Macedo de Cavaleiros, na qual se encontram gravados diversos motivos realizados em diferentes épocas, como a Idade do Ferro, Média e, mesmo, Moderna.

A freguesia é associada, ainda, à ilha do Cabeço do Fidalgo, a única que existe em toda a albufeira. Supõe-se que terá sido ocupada em duas épocas distintas cronológica e espacialmente, sendo que se encontraram diversos materiais, como cerâmica comum de uso diário e vasos de armazenamento, que indicam que terá sido habitada durante o período romano. Ainda na ilha, pode conhecer-se um conjunto de arte rupestre que engloba diversos motivos, como covinhas e traços concretizados, ao que se estima, na Idade do Bronze.

Já dentro da própria aldeia, os visitantes podem aventurar-se pelo percurso Ricardo Magalhães, que proporciona uma visão privilegiada sobre as serras de Bornes e do Cubo, bem como sobre o paredão da albufeira e o conjunto de vegetação e arvoredo que se sobrepõem às tonalidades das aguas do Azibo.

Uma vez terminado o trilho, os turistas têm a oportunidade de visitar a igreja matriz da freguesia, o templo de Santa Colomba ou Comba. Concluída em 1758, quando os habitantes transportaram, com a ajuda de bois, a cantaria e barro necessários para a construção do baptistério, esta igreja é um dos exemplos mais elaborados da região em termos de arquitectura religiosa.

Autarca apela ao investimento de privados em Santa Combinha

Depois do programa Portas da Terra Quente, que permitiu a requalificação de parte da freguesia e a criação de algumas infra-estruturas, como um quiosque para venda de produtos tradicionais que continua inactivo, o presidente da JFSC apela ao investimento de privados em Santa Combinha. “As principais obras e infra-estruturas estão concretizadas. Agora, cabe a cada um investir e apostar na aldeia, já que chegou a vez dos privados poderem dar algo à freguesia”, sublinhou o João Alves.

Contudo, apesar do interesse de habitantes e emigrantes em construírem em Santa Combinha, os investidores têm encontrado diversos obstáculos e entraves, como o Plano Director Municipal (PDM). “As dificuldades e regras são muito restritivas. Ou adquirem diversas casas antigas no núcleo habitacional, o que se torna complicado, ou não podem construir na periferia”, explica o responsável. Este processo, segundo o autarca, impede o desenvolvimento de Santa Combinha. “Só recentemente começámos a ter benefícios com o desenvolvimento do Azibo e há propostas para a criação de algumas infra-estruturas, mas existem demasiados entraves”, lamenta.

Sandra Canteiro, Jornal Nordeste, 2008-09-10
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MensagemAssunto: Altar de pedra em Chãs   Seg Jun 21, 2010 2:33 pm

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Altar de pedra em Chãs
Vila Nova de Foz Coa


Gaiteiros, tambores e rituais assinalam Solstício do Verão

O Solstício do Verão vai ser celebrado na segunda-feira ao pôr-do-sol, entre as 20:00 e as 20:45, num antigo altar de pedra em Chãs, concelho de Vila Nova de Foz Côa.

Pelas 18:30, um cortejo alegórico partirá, com várias personagens, em representação dos antigos sacerdotes druidas, do adro da aldeia, até ao local das celebrações, ao som de gaiteiros de Miranda - Anda Camino.

O ato será antecedido com leitura de poemas e rituais de xamanismo, dedicados à cura da terra, ao som de tambores e gaitas de foles e interpretações de viola de arco pelo actor e músico, João Canto e Castro.

A Pedra do Solstício, situada nos arredores da aldeia de Chãs, no monte dos Tambores, trata-se de um imponente bloco granítico arredondado, com três metros de diâmetro, que se supõe ter sido posto de observação astronómico e local de culto, desde o neolítico e calcografia, por antigos povos que habitaram esta área.

O local fica a curta distância de outro templo solar, o Santuário da Pedra da Cabeleira, onde são celebrados os Equinócios, ambos os locais sobranceiros a alguns dos principais núcleos de gravuras rupestres classificados como Património da Humanidade.

Segundo estes "adoradores do Sol", há já quem classifique aqueles alinhamentos sagrados como o "Stonehenge português", visitado por inúmeros especialistas e investigadores.

Para o professor catedrático e investigador, Moisés Espírito Santo, que considera que "os livros de história têm ignorado a cultura dos nossos antepassados lusitanos, procurando fazer crer que estes eram uma horde de selvagens, atrasados e ignorantes", estes santuários revelam antes, um povo "libertário e ocioso da sua independência e cultura, e que se opôs aos seus colonizadores".

Do programa consta ainda uma romagem à "Pedra Fernando Assis Pacheco", onde será depositada uma coroa de flores, e um espectáculo, pelas 22:00, com animação do grupo musical - Toca a Cantar.

A iniciativa da Comissão Organizadora das Celebrações do Solstício, nos Alinhamentos Sagrados dos Tambores, conta com o apoio da Autarquia e da Junta de Freguesia locais, e da CALCATERRA - Agroturismo em Mêda.

O verão começa segunda feira, dia 21 de Junho, às 11:28, naquele que será o dia maior do ano, em termos de horas de Sol.


DN, 2010-06-21
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MensagemAssunto: Os monumentos de Trás-os-Montes e Alto Douro são palco do Festival «Oito Mãos»   Qua Set 19, 2012 3:37 pm

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De 22 de Setembro a 28 de Outubro
Trás-os-Montes



Os monumentos de Trás-os-Montes e Alto Douro são palco do Festival «Oito Mãos»

Numa parceria entre a Direcção Regional da Cultura do Norte, do Museu do Douro, da Douro Alliance e das várias autarquias, vem aí o festival de música «8 Mãos, monumentos com música dentro» que se irá realizar de 22 de Setembro a 28 de Outubro nas regiões de Trás-os-montes e Alto Douro.

Um evento que se distingue por levar a música a monumentos em várias cidades. Os diferentes concertos serão serão executados por quartetos, que vão desde harpas, clarinetes, e cordas, e que poderão ser desfrutados em lugares tão emblemáticos como o Mosteiro de Salzedas, a Igreja Matriz de Vimioso, o Santuário de Panóias ou o Domus Municipalis, em Bragança.

As formações musicais são oriundas de diversas nacionalidades, nomeadamente, Portugal, Espanha, E.U.A., e República Checa, e irão actuar um pouco por toda a região do Norte, desde Vila Real, a Bragança, a Vimioso, a Freixo de Espada-à-Cinta, a Lamego, a Tarouca, a Tabuaço, a Peso da Régua, a Carrazeda de Ansiães, a Mesão Frio e a Penedono.

Mafalda Jacinto, 2012-09-18
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