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 Arte rupestre

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MensagemAssunto: Arte rupestre   Ter Set 09, 2008 4:54 pm

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Futura barragem do Baixo Sabor
Distrito de Bragança


Protesto pelas pinturas rupestres

A coordenadora dos Afectados pelas Grandes Barragens e Transvases, secção em Portugal, denunciou a existência de gravuras rupestres na margem do rio Sabor, local para onde está prevista uma barragem.

A Coordenadora dos Afectados pelas Grandes Barragens e Transvases (Coagret), secção em Portugal, aproveitou a festividades que decorrem no Santo Antão da Barca, concelho de Alfândega da Fé, para denunciar as gravuras de arte rupestres que não estão inventariadas. A iniciativa foi considerada como uma acção de protesto contra actos de alegado \"vandalismo\" e atentados ao património arqueológico existente nas margens do rio Sabor.

De recordar que aquela área ficará submersa aquando do enchimento da futura barragem do Baixo Sabor, que deverá estar concluída em 2012.

No local foi descoberta, há cerca de meia dúzia de anos, uma gravura rupestre picotada na rocha que segundo os especialistas representa um veado. A gravura apresar de não estar ainda enquadrada em termos cronológicos poderá ser \" do Paleolítico ou Neolítico.\"

Há cerca de ano e meio foi observado que a gravura tinha sido alterada: foi picotada uma figura de uma vaca por cima do original que representa um veado.

Segundo Pedro Couteiro, membro da COAGRT, \"quem fez o novo picotado sabia o que estava a fazer, já que tinha de ser cientificamente orientado. O desenho feito a posterior não é uma coisa simples\", destacou.

\"A denúncia pretendeu chamar a atenção não só de uma gravura vandalizada, mas sobre tudo o desrespeito da EDP face ao Estado português, já que dá-se ao luxo de desrespeitar directivas respeitantes ao Estudo de Impacte Ambiental (EIA) da barragem do Baixo Sabor,\" alega aquela responsável.

De acordo com Couteiro, \"o levantamento da arte rupestre daquela área não é feito de forma rigorosa, nem o levantamento antropológico da ermida do Santo Antão da Barca, local de culto muito respeitado pelas populações da área circundante\".

Por isso, entendem os estudiosos que \"não é aceitável o facto de terem sido elaborados três Estudos de Impacte Ambiental e que, das três vezes que alguém se debruçou sobre aquela zona e o seu património natural e arqueológico, nunca encontrou figuras de arte rupestre de relevo, a não ser alguns exemplares dispersos\", afirma Couteiro.

A COAGRET diz querer evitar mais \"um escândalo\" como os que aconteceram no Vale do Côa e no Alqueva no que diz respeito a construção de barragens face a preservação do meio ambiente o espólio arquitectónico e arqueológico.

Francisco Pinto in JN, 2008-09-08
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MensagemAssunto: Museu de Gravura do Douro   Ter Fev 17, 2009 4:48 pm

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Investimento de 1,5 milhões de euros
Alijó


Câmara de Alijó anuncia construção do Museu de Gravura do Douro

A Câmara de Alijó anunciou hoje a construção do Museu de Gravura do Douro, que representa um investimento de 1,5 milhões de euros e servirá para acolher as obras adquiridas pela autarquia desde 2001.

A autarquia apresentou uma candidatura no valor de 1,5 milhões de euros ao Programa de Valorização Económica de Recursos Endógenos (PROVERE), prevendo a abertura da estrutura para Dezembro de 2011.

Em comunicado, enviado à Agência Lusa, a câmara revela que o museu vai funcionar como um foco de divulgação e dinamização da arte contemporânea, designadamente pintura, escultura e desenho, com particular incidência na técnica da gravura.

A ideia é que a estrutura funcione também como um ponto de referência no panorama artístico nacional, permitindo que os durienses tomem contacto com as mais diferentes manifestações artísticas nacionais e internacionais.

Para o efeito, sustenta o comunicado, serão estabelecidas relações privilegiadas com outros museus que divulgam a cultura contemporânea, tanto em território nacional como no estrangeiro.

Até Julho, a autarquia de Alijó vai lançar o lançamento do concurso de ideias para a construção deste novo equipamento, com abertura das propostas agendada para Dezembro.

A ideia vencedora será apresentada, em cerimónia pública, em Fevereiro de 2010.

Seguir-se-á a tramitação do concurso público para a construção do museu cuja abertura ao público está prevista para Dezembro de 2011.

Segundo a fonte, a ideia de criar um Museu de Gravura do Douro, em Alijó, decorre da \"necessidade de apresentar ao público a grande colecção de gravura que a câmara adquiriu ao longo desta década, apoiando desta forma as quatro edições da Bienal de Gravura do Douro\".

A bienal é um evento internacional que se realiza desde 2001 e se tem afirmado no panorama artístico da região do Douro.

A iniciativa, organizada pelo Núcleo de Gravura de Alijó, tem passado ainda pela formação profissional, em gravura, de jovens artistas.

Lusa, 2009-02-17
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MensagemAssunto: O evento vai realizar-se de 10 de Agosto a 10 de Setembro   Sex Abr 09, 2010 2:05 pm

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Alijó recebe Bienal de Gravura
Alijó


O evento vai realizar-se de 10 de Agosto a 10 de Setembro

A quinta Bienal Internacional de Gravura do Douro vai expor obras de 600 artistas oriundos de 70 países de todo o mundo.

O evento vai realizar-se de 10 de Agosto a 10 de Setembro e, para além de ter sede em Alijó, vai estender-se a outros concelhos da região.

O director do Núcleo de Gravura de Alijó fala numa enorme evolução relativamente às outras edições.

“Esta Bienal que é do Douro, finalmente pretende alastrar os seus tentáculos para fora de Alijó apesar de as outras bienais já terem tido intervenções em Foz Côa e Sabrosa” refere Nuno Canelas salientando que “finalmente esta bienal vai até ao Museu do Douro, ao Teatro Municipal de Vila Real e até a localidades ribeirinhas como Porto e Gaia”.

Nuno Canelas adianta também que ainda falta garantir a parte financeira da bienal. “Neste momento a grande duvida tem a ver com o aspecto financeiro porque o país vive uma conjuntura difícil e estamos precisamente a tentar resolver a situação com a câmara de Alijó”.

O presidente da Câmara Municipal de Alijó, Artur Cascarejo, admite que a situação é complicada, mas salienta que os eventos com qualidade não podem deixar de se realizar por problemas financeiros.

O mais certo é ter de se adaptar os orçamentos à actual conjuntura económica. “Numa altura em que o Douro procura afirmar-se em todos os continentes e que traz pessoas de todo o mundo, a bienal poderá realizar-se com um suporte financeiro que não é o que nos gostaríamos” refere Artur Cascarejo garantindo, no entanto que “vamos lutar para que isso não impeça a realização de uma bienal de grande qualidade porque as grande ideias, mesmo nos momentos de crise, movem montanhas”.

A pré-programação da quinta Bienal Internacional de Gravura do Douro prevê uma exposição de homenagem ao artista espanhol Antoine Tàpies e aos escultores portugueses Teixeira Lopes (pai e filho), várias outras mostras individuais e colectivas, workshops sobre gravura rupestre e gravura contemporânea, conferências e diversa animação.

Brigantia, 2010-04-09
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MensagemAssunto: População desconfia do Museu do Côa que hoje é inaugurado   Sab Jul 31, 2010 4:51 pm

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15 anos após ter sido prometido
Vila Nova de Foz Coa



População desconfia do Museu do Côa que hoje é inaugurado

O Museu do Côa abriu sexta, ao meio-dia, 15 anos após ter sido prometido na sequência da suspensão da construção de uma barragem no rio Côa para garantir a preservação das gravuras rupestres.

Depois de sucessivos avanços e recuos, o Primeiro Ministro e a ministra da Cultura cortam hoje a fita de um equipamento que custou 18 milhões de euros e que é o segundo maior museu do país.

Depois de gorado o desenvolvimento da região do Côa a partir das gravura do Paleolítico, as atenções voltam-se agora para este museu.

O presidente da Câmara de Vila Nova de Foz Côa, Gustavo Duarte, acredita que o novo museu pode dar um bom contributo ao desenvolvimento da região:

“Espero que seja um projecto âncora que nos crie sinergias que possam permitir acesso a outros investimentos. Esperamos que com a inauguração do museu, o desenvolvimento do Interior aconteça e esta região, dentro de alguns anos, esteja diferente para melhor”, explicou.

Gustavo Duarte admite, no entanto, que as gravuras não trouxeram desenvolvimento à região.

“Uma coisa mudou claramente. Foi o prestígio e a publicidade de Foz Côa, que passou a ser muito mais conhecida no país e no Mundo. Na cidade, alguma coisa se ganhou mas muito pouco, tendo em conta as expectativas criadas. Há um parque arqueológico e foi construída uma pousada da juventude mas ficou-se por aqui. Espero que o melhor esteja ainda para vir.”

Mas os comerciantes fozcoenses esperam para ver, alguns com esperança, outros nem por isso.
Margarida Alves abriu de propósito uma loja de produtos regionais da pensar nos turistas que iriam ver as gravuras, mas já se arrependeu:

“Não vejo expectativas de nada. Vejo isto muito parado e sem visitantes. É gente da terra. Os turistas ainda vêm mais tesos do que eu. Fiz o investimento desde que apareceram as gravuras e estou muito arrependida. Não dá para a despesa”, garante.

Filomena Patrício, do Restaurante Dallas, admite que as pessoas ganharam pouco com as gravuras, pelo que deposita grandes esperanças que o Museu do Côa venha a ser uma mais-valia para Foz Côa:

“A nossa expectativa vai ser positiva. É uma mais-valia para Foz Côa. E não é qualquer coisa”, diz. “Na altura a barragem, era boa de momento, havia muita gente, mas também acabava. Agora tenho esperança que venhamos a ser uma cidade desenvolvida.”

Maria Fernanda Filipe, da Albergaria Vale do Côa, anda desolada com a crise e tem esperança que o museu traga mais gente:

“Temos esperança que sim, que traga gente. Neste momento estamos mesmo em crise”, sublinha. “Não há muito movimento com as gravuras. Vai havendo algum mas não vivemos dos turistas. Já tínhamos fechado a porta.”

As esperanças dos comerciantes de Foz Côa em relação ao Museu que a partir de hoje carrega a responsabilidade de dar um novo impulso ao desenvolvimento do Vale do Côa.

Brigantia, 2010-07-31
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MensagemAssunto: Dezasseis exposições na Bienal Internacional de Gravura    Qua Ago 11, 2010 4:26 pm

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De 10 a 31 de Outubro
Alijó


Dezasseis exposições na Bienal Internacional de Gravura

Dezasseis exposições, 750 obras e 360 artistas de 74 países. São estes números que levam o Núcleo de Gravura de Alijó a considerar que a Bienal Internacional de Gravura está «mais forte que nunca».

Esta 5ª edição, que arranca já no próximo dia 10, destaca-se ainda pela concretização de um objectivo antigo: expandir a Bienal por toda a região duriense e levar a arte aos seus principais espaços culturais.

O Porto (Gráfica Urbana), Vila Real (Teatro Municipal), Régua (Museu do Douro), Foz-Côa (Centro Cultural e Museu do Côa), Favaios (Museu do Pão e do Vinho) e, obviamente, Alijó (Pavilhão Gimnodesportivo, Biblioteca, Auditório Municipal e Piscinas Municipais) acolhem obras não só de grandes nomes já consagrados como de jovens artistas em ascensão e formação. Antoni Tápies, Rafael Trelles, Fernando Santiago, Daniel Hompesch e Silvestre Pestana são alguns dos nomes em destaque.

Depois do tributo a Paula Rego na Bienal de 2007, esta 5ª edição do certame vai homenagear Antoni Tàpies, artista catalão considerado pela crítica como um dos maiores nomes das artes plásticas do séc. XX, ao nível de Picasso, Marcel Duchamp ou Pollock. O Museu do Douro, na Régua, acolhe a exposição, com cerca de 30 peças, deste mestre da arte contemporânea mundial.

Segundo o director e curador da Bienal de Gravura, Nuno Canelas, esta 5ª edição do evento tem “continuidades e inovações”. Entre as novidades, destaca o programa mais forte, o alargamento a outros municípios do país e a presença desta iniciativa no espaço virtual, nomeadamente no Second Life, onde a Bienal do Douro estará representada com 24 gravuras de artistas de vários países. “É uma forma de projectar a arte sem que esta tenha que se subjugar às leis do mercado físico da arte”, afirmou Nuno Canelas.

Para o presidente da Câmara Municipal de Alijó, Artur Cascarejo, esta Bienal é já “uma Referência artística que ultrapassa as barreiras do Douro” e a “maior manifestação cultural e artística” da região.

Mas a Bienal de Gravura não se restringe a exposições. Às gravuras associam-se ainda a gastronomia e os vinhos do Douro, teatro, concertos e outras actividades de animação.

, 2010-08-11
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