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MensagemAssunto: UTAD abre laboratório para dar apoio aos apicultores   Sab Maio 26, 2012 10:41 pm

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Serviço de «resposta rápida»
Vila Real



UTAD abre laboratório para dar apoio aos apicultores

A Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, em Vila Real, vai abrir um laboratório para dar apoio aos apicultores, possibilitando o diagnóstico de patologias que afetam as colónias das abelhas e a análise de produtos apícolas.

O professor Paulo Russo Almeida disse, esta quarta-feira, à Agência Lusa, que o laboratório deverá estar a funcionar dentro de um mês e que o serviço será pago.

A apicultura tem vindo a ser afetada por doenças como a varroa (parasita das abelhas adultas e das larvas), as loques (principalmente a americana), a nosemose e a acarapisose.

É devido a esta incidência de doenças e pragas um pouco por todo o país que o investigador justifica a criação deste laboratório.

O responsável referiu ainda que o laboratório tem condições para poder disponibilizar metodologias mais avançadas que as utilizadas nas normais análises de rotina e deu como exemplo a possibilidade de identificar as espécies de nosema pela PCR (reação em cadeia da polimerase).

Depois, acrescentou, a intenção da UTAD é também disponibilizar um serviço de \"resposta rápida\".

\"No prazo de uma semana ou duas, quando o montante de amostras for elevado, os apicultores terão o resultado dessas análises, o que permitirá, em tempo útil, tomar as medidas necessárias em conformidade com a patologia em causa\", salientou.

Na universidade, será ainda construído um novo apiário, onde deverão ser instaladas 40 a 50 colónias para apoio às aulas práticas dos cursos de Engenharia Zootécnica e de Medicina Veterinária.

Este apiário pretende, salientou Paulo Russo Almeida, prestar formação à comunidade e receber visitas escolares ou de programas de Ciência Viva.

A ideia é permitir um contacto próximo com as abelhas, possibilitando a aprendizagem sobre a sua organização social e biológica que caracteriza esta espécie. As primeiras dez colónias deverão ser instaladas ainda este ano.

A UTAD está também a colaborar na implementação do Parque de Natureza e Biodiversidade de Boticas, elaborando os conteúdos científicos e o acompanhamento em diversas áreas, como é o caso do banco de germoplasma vegetal, fauna, fungos e recuperação de animais e da apicultura.

Esta área vai estar mesmo em destaque neste parque. Aqui será instalado um apiário com 20 colónias e uma colmeia de observação, será possível observar grãos de pólen ao microscópio e até descobrir quais as flores que serviram de base à produção do mel.

Lusa, 2012-05-25
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MensagemAssunto: Novas estradas roubam clientes e deixam fruta nas árvores para os pássaros    Sab Maio 26, 2012 10:58 pm

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Ponto de venda direta
Distrito de Bragança


Novas estradas roubam clientes e deixam fruta nas árvores para os pássaros

As novas estradas transmontanas roubaram os clientes a pequenos produtores que durante anos viveram do negócio da beira da estrada e que agora temem ter de deixar fruta e outros produtos a apodrecer nas árvores e na terra.

A estrada nacional 102, que atravessa o distrito de Bragança, era o ponto de venda direta aos automobilistas que paravam para se abastecer junto a caixas repletas de produtos agrícolas.

Desde Bornes, em Macedo de Cavaleiros, até ao fértil Vale da Vilariça, há de tudo, a começar pela cereja que abre a época, no mês de maio, ao figo, pêssego, melão, melancia, favas, pera ou frutos secos.

Lusa, 2012-05-25
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MensagemAssunto: Portugueses e espanhóis querem criar a maior Reserva da Biosfera da Europa   Sab Maio 26, 2012 11:03 pm

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«Projecção da região»
Distrito de Bragança



Portugueses e espanhóis querem criar a maior Reserva da Biosfera da Europa

Municípios portugueses e espanhóis vão avançar com uma candidatura conjunta à UNESCO para a criação da maior Reserva da Biosfera da Europa, num território que se estende de Bragança, em Portugal, a Salamanca, em Espanha, divulgaram nesta quinta-feira os promotores.

O processo está a ser conduzido pelo Agrupamento Europeu de Cooperação Territorial, o ZASNET AECT, que engloba municípios do nordeste transmontano, concretamente da Terra Fria, Terra Quente e Douro Superior, do lado português, e de Zamora e Salamanca, do lado espanhol.

Na quarta-feira, os promotores adjudicaram a um consórcio espanhol a elaboração do processo de preparação da candidatura, que deverá ser apresentada à UNESCO em Março de 2013, aguardando-se uma resposta para Setembro do mesmo ano, segundo as previsões do presidente da Câmara de Bragança, Jorge Nunes.

Se a decisão da UNESCO for favorável, será criada “a maior Reserva Transfronteiriça da Europa”, que abrangerá os parques naturais de Montesinho, do Douro Internacional, de Sanábria e das Arribas do Douro, alguns territórios inseridos na Rede Natura, como a Paisagem Protegida da Albufeira do Azibo, Romeu, Sierra de la Culebra, Lagunas de Villafafila e Rio Sabor/Rio Maçãs.

O processo custará 400 mil euros, financiados em 300 mil pelo Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional, o FEDER.

O projeto Biosfera Transfronteiriça “tem como principais objectivos a promoção, a conservação e a proteção das áreas naturais transfronteiriças, a definição dos recursos naturais para uma gestão conjunta e o fortalecimento da cooperação das autoridades responsáveis”.

O consórcio responsável pela preparação da candidatura irá, nos próximos meses, estudar os recursos naturais existentes e elaborar planos de ordenamento dos mesmos, realizar seminários e redigir um plano de acção e a respectiva candidatura à UNESCO.

O trabalho a desenvolver contempla também a promoção conjunta dos espaços protegidos, a criação de quatro “rotas turístico-naturais”, planos de sensibilização e formação e a criação conjunta de uma marca de qualidade destes espaços e dos produtos existentes.

De acordo com informação divulgada pela autarquia de Bragança, “as reservas de Biosfera são declaradas pela UNESCO através do programa Man and Biosphere (O Homem e a Biosfera) e são territórios cujo objectivo é conciliar a conservação, o património natural e o desenvolvimento sustentável socioeconómico da população”.

Os promotores garantem que esta classificação “não acrescenta restrições” a quem vive nestas áreas e que os maiores benefícios são “o intercâmbio e acções comuns, assim como a projecção da região com uma marca de qualidade”.

Lusa, 2012-05-25
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Romy

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MensagemAssunto: Agricultores da Vilariça, temem seca durante todo o verão   Seg Jun 04, 2012 4:11 pm

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No Nordeste Transmontano
Distrito de Bragança


Agricultores da Vilariça, temem seca durante todo o verão

Os agricultores do Vale da Vilariça, no Nordeste Transmontano, continuam sob a ameaça da falta de água e temem que as reservas existentes se revelem insuficientes para aguentar a rega durante todo o verão.

O período crítico de rega está prestes a começar e a principal barragem, a da Burga, que rega a parte mais significativa da produção do vale, continua a menos de um terço da sua capacidade, como contou à Lusa o presidente da Associação de Regantes, Fernando Brás.

O inverno seco não permitiu restabelecer a reservas da albufeira e as chuvas de abril e maio \"aliviaram\" apenas a situação, na medida em que adiaram a entrada em funcionamento da barragem, segundo o representante dos agricultores.

Lusa, 2012-06-04
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MensagemAssunto: Chuvas de Abril repuseram as reservas em Bragança   Seg Jun 04, 2012 4:21 pm

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Abastecimento está garantido
Bragança



Chuvas de Abril repuseram as reservas em Bragança

A população de Bragança tem água assegurada para todo o verão, depois de a seca de inverno ter criado uma situação inédita que fazia temer um cenário de ruptura total no abastecimento.

A Câmara de Bragança avançou, pela primeira vez, para a elaboração de um plano de emergência depois de ter sido obrigada a recorrer com quatro meses de antecedência aos sistemas alternativos que normalmente só são usados no verão para abastecer a cidade.

As águas de Abril repuseram as reservas e o abastecimento está garantido para todo o verão, como já assegurou o vice-presidente da autarquia, Rui Caseiro.

A chuva deu também mais tempo ao município para preparar o plano de emergência que não abandonou apesar das melhorias porque o principal problema da cidade mantém-se: a falta de capacidade de armazenamento.

Se o próximo outono não trouxer chuva, Bragança poderá ficar novamente sem água e ter de recorrer a camiões cisterna para garantir o abastecimento aos cerca de 30 mil habitantes, assim como à ajuda do exército e da vizinha Espanha prevista no plano de emergência.

O sistema de abastecimento de água está incompleto há quase 30 anos, tendo sido construída apenas uma das duas barragens previstas.

A barragem da Serra Serrada é a única reserva de água existente e que está actualmente «a transbordar», segundo Rui Caseiro, mas depois do verão fica esgotada.

A autarquia acredita que conseguirá resolver definitivamente o problema com a construção da segunda barragem, a polémica Veiguinhas, que foi aprovada, em Março, pelo secretário de Estado do Ambiente, depois de 15 anos de chumbos ambientais por se localizar em pleno Parque Natural de Montesinho.

A obra deverá demorar ainda cerca de um ano a iniciar-se e até a nova albufeira encher, Bragança continuará dependente da generosidade do tempo para garantir água à população.

Para dar resposta a uma eventual situação de ruptura total, a autarquia está a preparar o primeiro plano de emergência, em parceria com a Autoridade Nacional da Protecção Civil, o Ministério do Ambiente, através de organismos como o INAG (Instituto Nacional da Água) e a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDRN).

No pior dos cenários, serão necessários, de acordo com o vice-presidente, «setenta camiões cisterna» a transportar água 24 por dia para os depósitos da cidade, o que implica uma mobilização de meios da Protecção Civil de todo o país.

Neste cenário, será também necessária a intervenção do exército, segundo ainda Rui Caseiro, e a ajuda de Espanha.

Uma operação deste género poderá ter um custo de 1,8 milhões de euros por dia, segundo dados da autarquia.

A câmara de Bragança já tinha um plano de contingência que accionou várias vezes nos últimos anos, nomeadamente em Outubro, com camiões cisterna dos bombeiros a transportarem água para os depósitos do concelho, mas numa escala menor e menos abrangente do que os cenários contemplados no plano de emergência.


Lusa, 2012-06-04
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Fantômas

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MensagemAssunto: Viticultores afetados pelo granizo em vigília na quarta-feira   Qua Jun 06, 2012 12:39 pm

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Freguesias de Ermida e Nogueira
Vila Real


Viticultores afetados pelo granizo em vigília na quarta-feira

Os viticultores afetados pela queda de granizo vão juntar-se numa vigília, na quarta-feira, em Vila Real, para sensibilizar e pedir apoios à ministra da Agricultura, anunciou hoje a Associação dos Viticultores Independentes do Douro (AVIDOURO).

Com concentração marcada para a Praça do Município, os lavradores das freguesias de Ermida e Nogueira querem a ajuda do Governo para colmatar os prejuízos causados pelo mau tempo nas suas vinhas, olivais e hortas.

A queda de granizo no dia 20 de maio atingiu as freguesias de Nogueira e Ermida, no concelho de Vila Real, numa área inserida na Região Demarcada do Douro.

Lusa, 2012-06-06
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RMaria

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MensagemAssunto: Produtores descontentes com o preço da carne mirandesa   Seg Jul 02, 2012 2:02 pm

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Mais jovens agricultores
Distrito de Bragança




Produtores descontentes com o preço da carne mirandesa

Os criadores de bovinos de raça Mirandesa estão desanimados com a actividade, porque dizem que a criação não dá rendimento e a carne não está a ser valorizada na comercialização.

As queixas foram ouvidas, anteontem, em Miranda do Douro, durante o concurso concelhio de bovinos de raça Mirandesa, onde marcaram presença 55 animais do concelho. “Estão a pagar-nos muito pouco pela carne e assim nós vamos arrumar isto, porque assim não dá. Pagam mais pelas outras raças”, refere Maria Alice Preto, de Paradela.

Felizbelo Torado, de Vale d’Águia, até já vendeu as vacas. “Davam-me mais prejuízo do que lucro. Estou aqui com as vacas do meu irmão e ele tem-nas por gosto”, garante o agricultor.

A mesma opinião é partilhada por Inês Teixeira, de Malhadas, que diz que “não vale a pena investir na agricultura. “Eu agora tenho 34 animais, mas já tive 47, porque as rações estão muito caras e a carne vende-se mal”, afirma a produtora.

Actualmente, o efectivo da raça Mirandesa ronda os 5300 animais, um número que é suficiente para manter a raça, que está ameaçada de extinção. “Há que dar passos para que o efectivo cresça”, refere o secretário técnico da Associação de Criadores de Bovinos de Raça Mirandesa, Afonso Pimentel.

75 por cento dos animais de raça mirandesa estão em explorações de maiores dimensões, que começam a surgir na região

O veterinário aponta alguns dos desafios a seguir para que a ameaça de extinção deixe de assombrar esta raça. “Está-se a incidir no melhoramento de alguns aspectos que são importantes, como é o caso da velocidade de crescimento”, refere Afonso Pimentel. Além disso, “está a tentar-se que não se perca a qualidade da carne, que é o ponto forte da raça. Se assim for, a raça tem condições intrínsecas para que mais criadores venham a aderir à criação e aumentar o efectivo, a médio prazo”, garante o secretário técnico.

Por outro lado, a aposta na raça por parte de jovens agricultores poderia ser outra solução. “Hoje em dia temos mais de metade da raça, cerca de 75 por cento, na mão de grandes explorações, detidas por pessoas relativamente jovens.

Estamos a assistir a uma substituição dos mais novos pelos mais velhos, que continuarão a crescer e a contribuir para o aumento do efectivo”, salienta Afonso Pimentel.

Jornal Nordeste, 2012-06-28
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MensagemAssunto: Crise aumenta número de jovens agricultores   Dom Ago 12, 2012 3:44 pm

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Crise aumenta número de jovens agricultores

por Lusa, publicado por Elisabete Silva
Hoje

O Programa de Desenvolvimento Rural (PRODER) recebeu, entre julho de 2011 e junho de 2012, quase 2 500 candidaturas para jovens agricultores, um número que pode ser justificado com a crise económica, revelou hoje uma fonte do Ministério da Agricultura.

De acordo com a tutela, entre 01 de julho de 2011 e até fim de junho de 2012 "deram entrada 2.478 candidaturas, a que corresponde um investimento de mais de 428 milhões de euros".

Afirmando que "sempre houve procura desta medida", a mesma fonte admite que "a situação de crise económica e a situação do mercado de trabalho tem seguramente um impacto no fenómeno fazendo aumentar o número de candidaturas".

Desde que foi criado, em dezembro de 2007, até julho passado, o PRODER já apoiou cerca de 4 500 projetos de instalação de jovens agricultores, aos quais corresponde um investimento de 380 milhões de euros e um apoio de 290 milhões de euros.

O Norte de Portugal é a zona de eleição dos jovens agricultores apoiados pelo PRODER, com cerca de 55 por cento, tendo apenas 16 por cento escolhido o Centro para se instalar. A região de Lisboa e Vale do Tejo foi escolhida por 12 por cento dos jovens agricultores, Alentejo por 11 por cento e o Algarve foi a que teve menor procura: seis por cento.

Os setores hortofrutícola, a vinha e o olival são as áreas de atividade com maior peso. "A hortofruticultura representa 16 por cento dos projetos e 27por cento do investimento aprovado até final de 2011, enquanto as culturas permanentes, vinha e olival representam 53 por cento dos projetos e 33 por cento do investimento aprovado", indicou a fonte.

O PRODER é um instrumento estratégico e financeiro de apoio ao desenvolvimento rural do continente, para o período 2007-2013, aprovado pela Comissão Europeia. Cofinanciado pelo FEADER - Fundo Europeu Agrícola de Desenvolvimento Rural aproximadamente em 3,5 mil milhões de euros, envolve uma despesa pública de mais de 4,4 mil milhões de euros.

In DN

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RMaria

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MensagemAssunto: Produção de mel cai quase um terço   Qua Ago 22, 2012 9:43 am

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«Um ano péssimo e atípico».
Trás-os-Montes



Produção de mel cai quase um terço

A produção nacional de mel sofreu este ano uma quebra de 30%, sendo a região do Algarve, a maior produtora nacional, a mais afectada com perdas quase totais em algumas zonas.
A seca e o frio tardio na Primavera são os culpados. O Algarve é a região mais penalizada.

Os dados foram avançados esta segunda-feira pelo presidente da Federação Nacional dos Apicultores de Portugal (FNAP), Manuel Gonçalves, em Bragança, na Feira do Mel de Trás-os-Montes, onde alguns apicultores classificaram 2012 como «um ano péssimo e atípico».

A seca e o frio tardio na Primavera são apontados como os causadores do declínio da produção nacional de mel que em algumas zonas do Algarve registou quebras na ordem dos 80%, segundo avançou o presidente da FNAP.

Manuel Gonçalves explicou à agência Lusa que as zonas mais baixas foram as mais afectadas, com metade da produção perdida, em média, enquanto nas zonas de montanha se regista \"uma produção normal\".

A produção média anual de mel ronda as 10.800 toneladas, que representam um negócio superior a 29 milhões de euros em que a procura é superior à oferta.

A federação tem registadas, em Portugal, 600 mil colmeias de 17 mil apicultores, mil dos quais profissionais que vivem exclusivamente desta actividade e detêm 40% do total das colmeias nacionais.

A actividade é rentável, assegura o dirigente Manuel Gonçalves, adiantando que \"um apicultor com 350 colmeias, o patamar mínimo de rentabilidade de uma exploração apícola, consegue tirar um vencimento, para ele e outra pessoa, na ordem dos mil euros, amortizar o investimento e no final de seis anos tem tudo pago\".


RR, 2012-08-21
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MensagemAssunto: Maior área de mirtilo está a nascer em Idanha-a-Nova   Seg Ago 27, 2012 10:58 am

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Maior área de mirtilo está a nascer em Idanha-a-Nova

por Texto da Agência Lusa, publicado por Joana Capucho
Hoje

A maior área de produção de mirtilo em Portugal, com um total de 60 hectares, está a nascer na Incubadora de Base Rural em Idanha-a-Nova.

Três meses depois de uma cerimónia inicial simbólica com a ministra da Agricultura, Assunção Cristas, em Castelo Novo, a maioria dos 20 jovens agricultores que nela participaram está a preparar as terras para plantação do pequeno fruto.

Ao todo são 21 produtores de mirtilo que fazem parte de um total de 34 jovens agricultores que, juntamente com uma empresa, alugaram terras à Câmara de Idanha-a-Nova na Incubadora de Base Rural do concelho.

A velha aspiração do município foi concretizada em 2011: a Direção Regional de Agricultura e Pescas do Centro alugou à autarquia a Herdade do Couto da Várzea, onde o Estado já teve campos de testes e formação, entretanto abandonados.

Hoje são 312 hectares, na maioria servidos por regadio, alugados ao preço médio de 136 euros anuais por hectare, abaixo do praticado na região, e onde haverá de tudo um pouco: produção de produtos hortícolas, olival, engorda de novilhos em prado e mirtilo, entre outros produtos.

Parte dos jovens já arrancou este ano os primeiros produtos da terra, como é o caso de Carla Torrado, produtora de melancia, meloa, tremoço e grão, entre outros, ao longo de 22 hectares.

Nuno Rocha, que faz engorda de animais e já colheu alguns hortícolas, acredita que "o setor primário é uma boa aposta, desde que haja uma estratégia definida".

Já José Seixas viu na iniciativa da Câmara de Idanha uma oportunidade a agarrar depois de ter caído no desemprego: "A semente está lançada, agora é avançar e a comercialização é próximo desafio", refere o futuro produtor de uva de mesa.

No entanto, é o mirtilo que vai dominar a paisagem.

Nelson Antunes, produtor do pequeno fruto desde há oito anos, presta consultoria na área e congregou as intenções de investimento de interessados de várias zonas do país, sobretudo do Norte.

O produtor refere que Idanha passará a ter "a maior área contínua de produção de mirtilo de Portugal" e acredita que é essa união, aliada a um conjunto de clientes europeus já em carteira, que tornam o projeto do concelho promissor.

No Couto da Várzea há pessoas de todas as profissões que veem no fruto um bom investimento e, além da atribuição de terrenos, "têm aprovados apoios [a fundo perdido] do Programa de Desenvolvimento Rural (PRODER)", na qualidade de jovens agricultores, refere.

No total, o investimento nos 60 hectares de campos de mirtilo ascende a dois milhões de euros, acrescenta.

Agora, os 21 produtores de mirtilo esperam pelas primeiras chuvas para poderem amanhar as terras e corrigir alguns parâmetros do solo para fazer as plantações no inverno.

No primeiro ano "arranca-se logo a flor, para fortalecer a planta, e no segundo ano já se poderá colher qualquer coisa", explica Nelson Antunes. Ou seja, em 2014 o mirtilo da zona começará a ser exportado e a ter um impacto real positivo em Idanha-a-Nova e no país, realça Álvaro Rocha, presidente do município.

O autarca vê no aluguer de terras abandonadas pelo Estado a jovens agricultores "um projeto de grande alcance e que pode ser replicado em todo o país", atraindo "jovens com maior capacidade de risco e inovadores".

Segundo o responsável, na Herdade do Couto da Várzea ainda há, pelo menos, 100 hectares de terras por alugar e já houve conversas com a administração central para serem disponibilizadas outras terras da região para os mesmos fins.

In DN

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MensagemAssunto: Um mês depois da queda de granizo, ainda se contabilizam prejuízos    Ter Ago 28, 2012 3:50 pm

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Em Celeirós
Sabrosa


Um mês depois da queda de granizo, ainda se contabilizam prejuízos

Um mês depois da queda de granizo que afetou Celeirós do Douro, Sabrosa, o presidente da junta ainda contabiliza os prejuízos, pois à «quebra brutal» na produção de vinho juntam-se despedimentos e menos contratações para a vindima.

Menos de meia hora bastou para destruir quase \"90 por cento\" da área de vinha da Freguesia de Celeirós, uma das mais afetadas pelo mau tempo que assolou Sabrosa, Alijó e São João da Pesqueira a 25 de julho.

Vítor Cardoso, o presidente da junta, fez hoje à agência Lusa um \"balanço negro\" das \"gigantescas pedras de gelo\" que quebraram as videiras, destruíram oliveiras, as hortas e até partiram vidros de casas e carros.

Lusa, 2012-08-27
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MensagemAssunto: Em Outeiro seca obriga à venda do gado   Ter Ago 28, 2012 3:55 pm

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Ausência de chuva preocupa
Bragança


Em Outeiro seca obriga à venda do gado

A seca que afecta todo o País está a levar ao desespero milhares de agricultores e produtores agrícolas. No nordeste transmontano, há já quem tenha sido obrigado a vender o gado por falta de pasto.

\"Está muito difícil arranjar água para o gado. Todas as semanas tinha de ir longe buscar seis ou oito metros cúbicos de água. Resolvi vender o rebanho\", disse ao CM Joaquim Morais, residente em Outeiro, Bragança. \"Há muita gente a vender o gado todo ou, pelo menos, uma parte. O problema não é só a água para os animais beberem, é a que falta nos campos e que faz com que não haja pastos\", explica o agricultor.

A aldeia de Outeiro é uma das quinze do concelho de Bragança que, quase uma vez por dia, contam com o apoio dos bombeiros no abastecimento de água. \"Hoje as torneiras deixaram de deitar às 11h00. São 16h30 e ainda não há água\", disse ao CM Clara Fernandes, moradora. Todos os dias, os cinco auto-tanques dos bombeiros de Bragança percorrem mais de 300 quilómetros para abastecer as mães--de-água das aldeias, que começaram a sentir a falta do líquido precioso em Maio. \"Metade da água é para encher a rede e no depósito só ficam 15 mil litros que, para uma aldeia destas [Outeiro], onde vivem 250 pessoas e há um lar com 50 idosos, não é nada\", diz Paulo Gonçalves, motorista e adjunto do comando dos BVB.

Na Cervejaria Bento, no centro da aldeia, o povo refresca-se à sombra, a beber uma cerveja, e lamenta a falta de água. \"Hoje tomei banho com a água de uma garrafa de litro e meio que trouxe do supermercado\", afirma Zacarias Afonso Parreira. Já Manuel Paiva não tem dúvidas de que este Verão é o mais seco dos últimos 40 anos. \"O poço da minha casa secou este ano pela primeira vez e está construído há mais de 50 anos\", afirma o morador de Outeiro.


CM, 2012-08-27
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MensagemAssunto: Vão ser instaladas mais 15 mil colmeias no distrito de Bragança    Ter Ago 28, 2012 4:01 pm

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Fileira em fase em crescimento
Distrito de Bragança



Vão ser instaladas mais 15 mil colmeias no distrito de Bragança

O sector do mel está em crescimento no distrito de Bragança.Quem o diz é o Grão-Mestre da Primeira Confraria do Mel de Trás-os-Montes, apresentada hoje, em Macedo de Cavaleiros.

Francisco Rogão sublinha que foram aprovados vários projectos no âmbito do Proder e garante que a Confraria vai ajudar a promover este sector.“Só em projectos Proder há mais de 15 mil colmeias aprovadas para o distrito de Bragança. Isso demonstra que há interesse na apicultura. Vamos divulgar o mel e a apicultura no seu todo”, realça o responsável

A Confraria é constituída por 11 confrades, oriundos de todo o País.“Temos cá pessoas de Lisboa, do Porto, de Bragança, Mogadouro e na próxima entronização vamos ter pessoas do Algarve e das Ilhas. Surgiu de uma reunião entre vários grupos de amigos e como Macedo está na linha da frente no que diz respeito ao sector apícola decidimos fazer aqui a Confraria”, explica Francisco Rogão.

Para o presidente da Federação Nacional de Apicultores de Portugal, Manuel Gonçalves, a constituição da Confraria é um passo fundamental para a profissionalização do sector do mel.“Eu vejo isto como um evoluir e uma afirmação da fileira, que está nesta fase em crescimento.

Eu não estranho que vão aparecer mais confrarias, mas eu gostaria que não aparecem muitas e que a existisse se empenhasse na promoção do mel, mas também da abelha como polinizadora e do território no seu todo”, enaltece o responsável.

Criada para dar apoio aos apicultores da região, a Confraria do Mel quer agora ganhar escala a nível internacional e promover a fileira apícola além fronteiras.

Brigantia, 2012-08-27
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MensagemAssunto: Barragem da Burga já não tem água    Ter Ago 28, 2012 4:11 pm

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Culturas começam a definhar
Alfândega da Fé



Barragem da Burga já não tem água

É dramática a situação no Vale da Vilariça. A barragem da Burga já não tem água e muitos agricultores começam a ver as culturas a definhar. Em Vilares da Vilariça, no concelho de Alfândega da Fé, a produção de azeitona de conserva já está perdida.

Os produtores começam agora a fazer contas à vida.“Tenho dois ou três hectares de azeitona de conserva que está seca. Não foi regada”, lamenta Júlio Caldeira.Também Manuel Jacinto já não tem água para regar o pomar de 150 laranjeiras, que teme que não aguentem a seca.A barragem da Burga serve cerca de 200 agricultores. Luís Mónico é um deles.

Com 32 hectares de árvores de fruto diz que os prejuízos são enormes.“Se o S. Pedro não abrir as portas não temos outra hipótese. É deixar secar tudo. Especialmente a fruticultura. Tenho 22 mil pés de morangos que estão a secar todos. Tenho pêssego, damasco, os figos estão a cair.

É um prejuízo enorme”, garante Luís Mónico. O presidente da Associação de Beneficiários do Vale da Vilariça sublinha que a situação é complicada e teme que a seca deste ano tenha reflexos nas produções do próximo ano. Fernando Brás diz que não há alternativa e reclama o reforço do sistema de regadio.“Não há outra alternativa.

Infelizmente o projecto Proder que foi aprovado há dois anos ainda não foi executado e previa a construção de um dique para reforço do caudal da barragem da Burga. Se tivesse sido feita atempadamente hoje não estaríamos aqui a discutir isto. Espero que avance rapidamente para reforçar o caudal da barragem da Burga neste Inverno para que no próximo ano já haja alguma estabilidade.

E que seja colocado o concurso rapidamente para a colocação de contadores. Até porque isso de comparticipação do orçamento geral do Estado não é significativo, andará à volta dos 500 mil euros”, salienta o responsável.

Fernando Brás diz que para já as barragens de Santa Justa e de Ribeira Grande e Arco estão a cerca de 30 por cento da sua capacidade e não se prevêem problemas de falta de água durante o Verão.

Brigantia, 2012-08-28
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MensagemAssunto: Barragem de Vale da Vilariça deixou de regar   Ter Set 04, 2012 12:26 pm

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Vale da Vilariça
Distrito de Bragança



Barragem de Vale da Vilariça deixou de regar

A principal barragem do Vale da Vilariça, no Nordeste Transmontano, deixou de regar por falta de água, pondo em causa a produção e o investimento numa das zonas mais férteis do país, confirmou esta segunda-feira a Associação de Regantes.

O presidente daquela organização, Fernando Brás, adiantou à Lusa que a barragem da Burga foi fechada no sábado por ter atingido a cota mínima de exploração, a partir da qual não é permitido retirar mais água.

Segundo a descrição feita por aquele responsável, apesar de nesta altura o pêssego estar em final de colheita, ainda há fruto nas árvores que fica comprometido, a azeitona de conserva dificilmente atingirá o calibre necessário e os pomares do Vale da Vilariça podem não resistir se a seca se prolongar.

\\"As árvores não conseguirão frutificar em condições no próximo ano e perdem-se milhões de investimento\\", afirmou.

Há quase um ano que os agricultores do vale vêm alertando para o problema e, em Fevereiro, transmitiram as suas preocupações directamente à ministra da Agricultura, numa visita de Assunção Cristas à região.

Naquela ocasião, a falta de pastos era a consequência mais visível da seca, mas também já era notória a falta de água na principal das três barragens do regadio, a da Burga, que este ano ficou a um terço da sua capacidade de armazenamento, devido à falta de chuva no Inverno.

Em Junho, no início do período crítico de rega, o presidente da Associação de Regantes, Fernando Brás, voltou a alertar que as reservas existentes seriam insuficientes para aguentar a rega durante todo o verão, o que veio a confirmar-se.

A associação que representa cerca de 800 beneficiários tem um projecto para minimizar a situação que já tem assegurado financiamento do PRODER para os 2,2 milhões de euros necessários, mas que \\"continuam à espera que o Ministério da Agricultura desbloqueie as verbas comunitárias e a respectiva comparticipação nacional de 25 por cento\\", segundo o dirigente agrícola.

O projecto prevê a construção de um dique para reforço do caudal da barragem da Burga, embora o presidente da associação defenda que a solução definitiva para o problema de armazenamento de água terá de passar pela construção de mais uma pequena barragem no caudal da Burga.

O projecto contempla ainda a instalação de contadores para racionalizar o uso da água e faz parte de um plano de investimentos da organização agrícola que abrange também a actualização do cadastro, a elaboração de um sistema de informação geográfica e a reorganização cultural do vale para adequar o tipo de cultura ao clima e solo.

Nos planos estão também a criação de um agrupamento de produtores para comercializar os produtos da zona, nomeadamente a fruta.

CM, 2012-09-04
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MensagemAssunto: Captações no Douro para reforçar abastecimento em Mogadouro   Sab Set 08, 2012 4:39 pm

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Oferece água a Bragança
Distrito de Bragança



Captações no Douro para reforçar abastecimento em Mogadouro

A seca está a pôr em causa a qualidade da água para o abastecimento público em Mogadouro, mas dentro de um ano a Câmara espera poder reforçar o abastecimento ao concelho.

O município está em negociações com a EDP para poder beneficiar as populações abrangidas pelas barragens.O autarca local, Moraes Machado, diz que vão ser feitas captações no rio Douro.«Dentro de um ano devemos ter a funcionar uma captação directamente do rio Douro e aí já vai ser possível ligar os dois sistemas, um nascente e um poente» explica o presidente da câmara, Moraes Machado, salientando que dessa forma «o abastecimento à vila fica completo e satisfatório».

Mesmo antes da concretização deste projecto, o autarca de Mogadouro garante que o concelho tem água suficiente para ajudar Bragança. Em caso de seca extrema, Moraes Machado diz que está disposto a oferecer água, de forma gratuita, à capital de distrito.

«Podem trazer os autotanques que nós oferecemos a água gratuitamente a Bragança», refere Moraes Machado, acrescentando que «para Bragança vir aqui buscar água tem de estar muito atrapalhada com o abastecimento e por isso a nossa obrigação é contribuir solidariamente para essas situações».

O autarca salienta que «estamos dispostos a isso desde que não falte água aos mogadourenses».

Os problemas de falta de água em Bragança obrigaram a autarquia a recorrer ao Azibo no ano passado, mas este ano os níveis da albufeira, no concelho de Macedo de Cavaleiros, diminuíram devido à seca.Contactado pela Brigantia, o executivo da Câmara de Bragança não quis comentar esta oferta do município mogadourense.

De recordar que segundo declarações já prestadas pelo autarca de Bragança, Jorge Nunes, se não chover as reservas de água só garantem água à população nos próximos três meses.

Brigantia, 2012-09-07
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MensagemAssunto: Mais uma vindima de dificuldades para lavradores   Sab Set 08, 2012 4:43 pm

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Não têm onde entregar as uvas
Douro



Mais uma vindima de dificuldades para lavradores

Douro prepara-se para mais uma vindima de dificuldades: muitos lavradores ainda não têm onde entregar as uvas, outros não têm dinheiro para contratar trabalhadores agrícolas e ainda há situações de salários em atraso.

Pela Região Demarcada do Douro espalham-se entre 30 a 40 mil vitivinicultores, muitos deles com apenas meio ou um hectare de vinha, representando uma estrutura social muito frágil.

Com a grande azáfama da vindima a aproximar-se, a Associação dos Vitivinicultores Independentes do Douro (AVIDOURO) revela que ainda há muitos lavradores que não sabem onde vão entregar as suas uvas este ano.

Grandes produtores começaram a ter produção própria e «despediram» lavradores, a quem já não precisam de comprar as uvas. No caso das adegas, os atrasos no pagamento das colheitas levam a que os viticultores procurem alternativas.

«É incerto ainda. Ando a procurar por um lado e por outro a ver se consigo uma adega estável, mas ainda não sei onde ir deitar as uvas», salientou Ernesto Lopes, produtor de Abaças.

O director da Adega de Vila Real, Jaime Borges, diz que «dezenas de viticultores pedem diariamente para entregar as uvas desta vindima» nesta cooperativa, uma das poucas que tem as «contas em dia» no Douro.

Depois, ainda de acordo com a AVIDOURO, por causa da quebra de rendimento, principalmente dos médios produtores, verifica-se que recorrem cada vez menos à contratação de trabalhadores agrícolas.

«É uma situação preocupante, que se está a agravar de ano para ano. Os proprietários e os viticultores não têm rendimento, logo não têm forma de contratar assalariados para as vindimas», acrescentou a dirigente da associação, Berta Santos.

Os produtores mais pequenos recorrem muitas vezes à ‘torna-jeira’ nos trabalhos na vinha, ou seja, vão-se ajudando mutuamente nas tarefas.

É o que faz Vítor Herdeiro, de Abaças, que vai cortar as uvas nos seus 2,5 hectares com a ajuda de familiares e vizinhos. Depois, vai também ele ajudá-los.

Mas os problemas do Douro não ficam por aqui.

Avelino Mesquita, do Sindicato dos Trabalhadores da Agricultura e das Indústrias de Alimentação, Bebidas e Tabacos de Portugal (SINTAB), referiu à Lusa situações de trabalhadores agrícolas com salários em atraso ou a terem de trabalhar mais horas, sem receberem qualquer contrapartida.

«Tenho conhecimento da existência de quatro ou cinco quintas na região demarcada com salários em atraso», frisou.

Depois, Avelino Mesquita disse ainda estar preocupado com o período de vindimas.

«Muitos trabalhadores são contratados sem qualquer vínculo, nem os devidos direitos legais, nem descontos para a segurança social, nem seguros. Sem direito a regalias sociais», salientou.

Um trabalhador, que preferiu manter o anonimato, referiu que trabalha há vários anos para uma quinta onde se repetem os atrasos no pagamento dos salários.

«Por volta desta altura, quando entram os subsídios, as coisas começam a ficar um pouco tremidas. Esta situação repete-se desde há cinco, seis anos», sublinhou.

Lusa, 2012-09-07
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MensagemAssunto: Especialistas de 30 países discutem setor num simpósio internacional    Seg Set 10, 2012 1:29 pm

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Uma centena de investigadores
Bragança


Especialistas de 30 países discutem setor num simpósio internacional

Mais de uma centena de investigadores de 30 nacionalidades reúnem-se durante quatro dias, em Bragança, para discutirem a apicultura e elaborarem propostas de regulamentação do setor a apresentar à União Europeia, divulgou hoje a organização.

A implementação de normas para o comércio de produtos, como a geleia real e pólen, com um valor comercial superior ao próprio mel, é um dos temas da ordem de trabalhos do simpósio internacional que decorre entre domingo e quarta-feira, organizado pelo Centro de Investigação de Montanha do Instituto Politécnico de Bragança e pela Federação Nacional dos Apicultores de Portugal.

Segundo explicou à Lusa o coordenador do evento, Miguel Vilas Boas, \"é deste fórum de discussão que muitas vezes sai a legislação e a regulamentação que a União Europeia aplica na apicultura\".

Lusa, 2012-09-10
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MensagemAssunto: Freguesia quer contrapartidas pela água que dá a Bragança   Dom Set 16, 2012 1:32 pm

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Aldeia de Espinhosela
Bragança


Freguesia quer contrapartidas pela água que dá a Bragança

A junta de freguesia de Espinhosela, no concelho de Bragança, quer contrapartidas pela água que é extraída em captações locais e que abastecem a cidade.

Há cerca de 30 anos que a câmara municipal construiu uma captação em Cova de Lua e que ainda hoje é utilizada para dar água à cidade, de forma a poupar as reservas da barragem da Serra Serrada.

“Por volta de Junho e Julho saem aproximadamente dois mil metros cúbicos de água por dia sendo que a cidade de Bragança gasta seis a sete mil metros cúbicos por dia. Isso representa muito”, refere o presidente da junta.Por isso, o Telmo Afonso reivindica contrapartidas para a freguesia nomeadamente ao nível do saneamento básico.“Isto já vem desde os executivos anteriores que deviam ter olhado para a freguesia de outra forma”, considera.

“A aldeia de Espinhosela tem saneamento há seis anos. Terroso está agora a ser concluído mas as outras duas aldeias da freguesia, Cova de Lua e Vilarinho ainda não têm” lembra o autarca, acrescentando que “a freguesia de Espinhosela devia ter sido das primeiras a ter saneamento básico nas quatro aldeias em contrapartida pela água que dá à cidade”.

Telmo Afonso fala ainda nos prejuízos que a freguesia teve ao nível do regadio na sequência da construção dessa captação.“Desde que se começou a retirar água para a cidade que as nascentes para os regadios das aldeias aqui à volta ressentiram-se e muito”, assegura.

Ainda assim, a execução do saneamento nas aldeias de Cova de Lua e Vilarinho deverá arrancar em breve pois a obra já foi candidata a fundos comunitários.


Brigantia, 2012-09-14
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MensagemAssunto: Águas de Portugal negoceia modelo de fusão com quatro empresas do Norte   Seg Out 22, 2012 12:27 pm

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Reestruturação para o sector
Trás-os-Montes



Águas de Portugal negoceia modelo de fusão com quatro empresas do Norte

A Águas de Portugal (AdP) acaba de apresentar aos accionistas da Águas do Douro e Paiva, Simdouro, Águas de Trás-os-Montes e Alto Douro e Águas do Noroeste, o novo modelo de fusão que irá agregar estes quatro sistemas multimunicipais.

O processo negocial, que arrancou no final da passada semana, envolveu cerca de 90 autarquias.

O objectivo da integração dos sistemas multimunicipais é a criação de massa crítica e a racionalização de custos para garantir uma maior harmonização tarifária em todo o continente. O que reduzia disparidades entre o Interior e o Litoral. Um dos principais problemas da AdP e da sustentabilidade económico-financeira do sector são os actuais desvios tarifários e as dívidas das autarquias.

Este é o primeiro passo do processo de reestruturação que o Governo pretende implementar no sector das águas durante os próximos meses e que abrange todo o território de Portugal Continental. O desenho final contempla a fusão dos actuais 19 sistemas multimunicipais, dando origem a quatro empresas.

DE, 2012-10-22
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MensagemAssunto: Portugal diz adeus às oliveiras centenárias 33% do olival já é intensivo    Sab Nov 03, 2012 5:11 pm

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33% do olival já é intensivo
Trás-os-Montes



Portugal diz adeus às oliveiras centenárias 33% do olival já é intensivo

Em Portugal, 33% do olival já é intensivo ou super-intensivo. Os ambientalistas alertam para as consequências: erosão do solo e poluição da água.
Cerca de um terço (33%) do olival português já é cultivado em regime intensivo e super-intensivo – avançou ao SOL fonte oficial do Ministério da Agricultura.

A maior parte, esclarece o gabinete da ministra Assunção Cristas, «são olivais novos», que ocupam já uma área de 21 mil hectares, quase todos no perímetro de rega do Alqueva. Mas também há reconversões de oliveiras tradicionais e centenárias para os dois novos modos de produção intensiva. Aliás, das 91.598 toneladas de azeite anuais que o Governo estima que se produzam em 2020, mais de metade (58.544 toneladas) será proveniente de olivais em sistema intensivo, no Alentejo.

A «invasão» das pequenas oliveiras – que atingem entre 50 cm a um metro de altura, e têm uma concentração de mais de 1. 500 árvores por hectare – está, porém, a alarmar os produtores de olival tradicional, com origem milenar em Portugal, e os ambientalistas.

Em Trás-os-Montes, por exemplo, os olivicultores garantem não ter hipótese de competir com o sistema super-intensivo do Alentejo – região que já detém o maior olival do país, com 49% do total, segundo dados do Ministério da Agricultura.

«Infelizmente, em Trás-os-Montes não há nem sistemas de rega nem escala», explica Francisco Pavão, da Associação de Olivicultores de Trás-os-Montes e Alto Douro, onde se concentra 22% do olival português. Os números não deixam dúvidas: «Temos 37 mil olivicultores para 84 mil hectares de olival. Dá pouco mais de dois hectares por produtor».

Para fazer face à concorrência alentejana, em Trás-os-Montes a aposta tem sido diferenciar o produto. «Produzimos azeite tradicional, biológico, com Denominação de Origem Protegida, e apenas com as três castas nacionais. As castas exóticas [típicas dos sistemas intensivo e super-intensivo] não se adaptam aos clima de sequeiro» – explica Francisco Pavão.

A necessidade de regadio em grandes quantidades é, aliás, uma das principais questões a acirrar ânimos entre ambientalistas e produtores de olival intensivo e super-intensivo.

10 anos de vida em vez de centenas

Eugénio Sequeira, da Liga de Protecção da Natureza (LPN), avisa que «a necessidade constante de água deste tipo de produções tem custos demasiado elevados» para o planeta. «Como em qualquer produção intensiva, o controlo de pragas é mais difícil. Utilizam-se mais fertilizantes, mais herbicidas, que vão deteriorar a qualidade das águas subterrâneas por longos anos e deteriorar os solos. É criminoso» – explica.

Domingos Patacho, da Quercus, lembra também que o olival intensivo «está a arrasar plantas raras por causa dos herbicidas». «E em poucos anos desaparecem solos que levam milhares de anos a formar-se» – conclui, referindo-se ao facto de estas oliveiras terem uma duração média de vida de dez anos.

Os produtores respondem com dados. Depois de em 2007, terem chegado ao país várias empresas espanholas para explorar estes sistemas, começou o boom destes olivais com castas exóticas, que está a mudar a paisagem alentejana. A qualidade do azeite, garantem os produtores, não está em causa. Mas aumentou a quantidade.

Só o grupo Sovena, um dos principais produtores do país (que comercializa o Oliveira da Serra) detém entre Elvas, Avis e Ferreira do Alentejo nove mil hectares em sistema super-intensivo, e outros mil em intensivo: «O olival de regadio aproveita a água mas de forma muito controlada», garante Luís Folque, administrador do grupo. E acrescenta: «De todas os cultivos de regadio, é o que consome menos água e menos fertilizantes». Com o investimento de 200 milhões de euros, o gestor estima atingir, em 2016, as 18 mil toneladas de azeite.

Segundo dados do Governo, desde 2007 foram submetidos ao PRODER 325 projectos para implementar olival intensivo, representando 214 milhões de euros de investimentos – da UE chegaram 79 milhões de euros em ajudas aos agricultores portugueses.

Mas, lembra Eugénio Sequeira da LPN, está a repetir-se o que «aconteceu com as culturas cerealíferas no Alentejo» e com as produções intensivas em Espanha: «Este tipo de culturas dá muito dinheiro a curto prazo, mas depois vai degradar tudo». «Foi o que Espanha fez em muito pouco tempo. Preencheu as suas quotas de produção intensiva e ficou sem terrenos agrícolas de qualidade», salienta.


Sónia Balasteiro in SOL, 2012-11-01
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MensagemAssunto: Zona de caça da Lombada passa a ser gerida pelo município    Qui Nov 08, 2012 11:23 pm

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Refere o Daniel Campelo
Bragança



Zona de caça da Lombada passa a ser gerida pelo município

A próxima época de caça na Lombada pode finalmente ser gerida pelo município de Bragança. A garantia foi deixada pelo Secretário de Estado das Florestas e Desenvolvimento Rural, Daniel Campelo, à margem do seminário «Zona de Caça Nacional da Lombada - Que futuro?», realizado, no passado sábado, no âmbito da Norcaça, Norpesca e Norcastanha.

“Na lei existe essa possibilidade de as zonas de caça passarem a ser geridas pelos municípios o que será favorável a todos”, refere o Daniel Campelo.O autarca de Bragança afirma que município já apresentou uma proposta tendo em vista a concessão da zona nacional de caça da Lombada.

Jorge Nunes salienta, ainda, a importância de conseguir recursos para fazer a gestão desta zona de caça.“É preciso de facto a sensibilização e a cidadania mas é também necessária a fiscalização e o estado e a administração central tem agentes no terreno preparadas para esse efeito, por isso há que fazer um serviço de integração para que todos participem”, refere.
O município pretende fazer uma gestão da caça “mais eficaz”.

Brigantia, 2012-11-05
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MensagemAssunto: Representantes da carne maronesa queixam-se de exclusão em festival de gastronomia    Qui Nov 08, 2012 11:29 pm

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Serras do Marão e Alvão,
Distrito de Vila Real



Representantes da carne maronesa queixam-se de exclusão em festival de gastronomia

Produtores e comerciantes de vitela maronesa queixam-se deste produto ter sido excluído do Festival de Santarém pela Turismo do Porto e Norte, entidade que garantiu igualdade de oportunidade a todas as carnes com denominação de origem nortenhas.

Durante 13 anos a carne maronesa, produzida nas serras do Marão e Alvão, esteve representada no Festival Nacional de Gastronomia de Santarém através de um restaurante de Vila Real.

Este restaurante não foi convidado a participar nesta edição, uma situação que originou queixas por parte do presidente da Associação de Criadores do Maronês, Virgílio Alves, que lamentou também que a carne maronesa não esteja entre as DOP divulgadas no catálogo oficial da Entidade Regional de Turismo do Porto e Norte de Portugal, conjuntamente barrosã, arouquesa e mirandesa.

Lusa, 2012-11-07
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MensagemAssunto: Atribuição da chancela DOP ao cordeiro mirandês peca por ser tardia   Qua Nov 14, 2012 11:11 am

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Finalmente, há o «reconhecimento»
Miranda do Douro



Atribuição da chancela DOP ao cordeiro mirandês peca por ser tardia

A Câmara de Miranda do Douro considerou hoje que a atribuição da chancela de Dominação de Origem Protegida (DOP) por parte da Comissão Europeia (CE) ao cordeiro mirandês «peca por ser tardia».

«A carne de cordeiro mirandês já estava aprovada e reconhecida por despacho do Estado português desde 5 de Novembro de 2009 e lamentavelmente foram precisos três anos para que esta carne de qualidade superior fosse aprovada pela CE», disse Anabela Torrão, vereadora do município de Miranda do Douro.

A também ex-secretária técnica da Associação de Curadores de Raça Churra Garela Mirandesa acrescentou que, finalmente, há o «reconhecimento» deste património genético do planalto mirandês, sendo encarado como um «louvor» ao trabalho dos criadores, dos técnicos e de toda a associação de produtores daquela raça.

«De futuro, vemos vantagens para a economia local, dada a qualidade da carne, já que só um produto de qualidade superior consegue a qualificação de DOP por parte da CE», disse.

A criação de animais de raça Churra mirandesa poderá ser, a partir de agora, «uma opção» para os produtores pecuários da região, com incidência nos mais jovens.

Agora, será preciso dar passos em frente e comercializar o cordeiro mirandês em grande escala, para que os jovens agricultores se possam fixar à terra e ter condições para continuar a manutenção de uma raça autóctone que tem um efectivo que ronda os 6.500 animais.

Com a «crise que vive no sector agrícola», será importante passar à fase de constituição de uma fileira para a comercialização do produto, sempre com supervisão de uma entidade certificadora e fiscalizadora que garanta a qualidade e a origem da carne de ovino mirandês.

A CE acrescentou este produto pecuário português à lista dos produtos endógenos com DOP.

O «cordeiro (Canhonho) mirandês», de raça Churra Galega Mirandesa divide-se em três categorias, consoante a idade e o peso, pesando as carcaças entre quatro e sete quilos na categoria A (30 dias de idade), entre 7,1 e 10 na B (60 dias) e de 10,1 a 12 na C (120 dias).

Além da raça do ovino, a sua particularidade deve-se ao facto de ser alimentado naturalmente, em campos abertos e pastoreado de forma tradicional nos concelhos do planalto mirandês, de Miranda do Douro, Mogadouro e Vimioso.

CM, 2012-11-12
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MensagemAssunto: Sistema para prevenir roubos de colmeias económico   Sex Jan 11, 2013 4:19 pm

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Custa 370 euros por apiário
Mirandela



Sistema para prevenir roubos de colmeias económico

A Federação Nacional dos Apicultores de Portugal está a desenvolver um projecto que vai permitir aos produtores de mel instalarem um sistema de controlo de roubos de colmeias. Este equipamento vai custar cerca de 25 cêntimos por colmeia.

O presidente da FNAP acredita que até ao final do ano o projecto estará concluído. Manuel Gonçalves diz que já há empresas privadas a vender chips que têm um sistema de GPS, mas sublinha que um sistema desses custa perto de 370 euros por apiário, um valor elevado para a maioria dos apicultores da região.

“Está a ser desenvolvida a colocação de um chip, em que é possível fazer a leitura dessa colmeia e fazer todo o percurso dessa colmeia, mas só se vai descobrir se o técnico da Associação for fazer a leitura de uma colmeia que tenha sido roubada e não coincidir com o relatório anterior”, explicou.

O roubo de colmeias é uma das preocupações dos produtores de mel.O responsável da Federação desconhece o número de colmeias roubadas na Terra Quente e o montante dos prejuízos causados, mas não tem dúvidas de que “quem o faz sabe exactamente como funciona uma colmeia”.

Manuel Gonçalves acredita que o aumento do número roubos seja uma questão pontual e espera que a GNR descubra os responsáveis o mais rápido possível. “O que está na origem dos roubos é o valor da própria colmeia”, acrescentou.

Declarações de Manuel Gonçalves à margem do sétimo Seminário Apícola da Terra Quente, que decorreu em Mirandela

Brigantia, 2013-01-08
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MensagemAssunto: Re: Agro-pecuária, florestal   

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Agro-pecuária, florestal
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